• 26 de maio de 2022 20:45

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Paulo Octavio marco 2022

Brasil fica em 96º lugar entre 180 países no ranking da corrupção de 2017

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Brasil fica em 96º lugar entre 180 países no ranking da corrupção de 2017

Brasil caiu 17 posições no estudo da Transparência Internacional com relação ao ano passado. Quanto melhor a colocação no ranking, menos corrupção é percebida no setor público do país.

Brasil caiu 17 posições e ficou em 96º lugar no ranking da corrupção de 2017 da Transparência Internacional. O estudo mundial avaliou a percepção da corrupção no setor público de 180 países.

Quanto melhor a posição no ranking, menos o país é considerado corrupto. A 96ª colocação é o pior resultado do Brasil nos últimos cinco anos, segundo a Transparência Internacional. Em 2016, o Brasil ficou em 79º.

Mapa mostra ranking da corrupção 2017 da Transparência Internacional (Foto: Karina Almeida/G1)

O Brasil ficou atrás de nações como Arábia Saudita, Burkina Faso, Sri Lanka, Ruanda e Timor-Leste, e está empatado com Colômbia, Indonésia, Panamá, Peru, Tailândia e Zâmbia.

Lideram o ranking de 2017 como os países considerados menos corruptos Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia e Noruega. No outro extremo, as piores colocações são de Afeganistão, Síria, Sudão do Sul e Somália.

Alerta

O Brasil vem caindo no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) desde 2014. Nesse período, passou de 69º para 96º no ranking.

Na análise da Transparência Internacional, a piora do Brasil acende o alerta de que o combate à corrupção no país pode estar em risco, e que a percepção dos brasileiros de que os fatores estruturais da corrupção nacional seguem inabalados, “tendo em vista que o Brasil não foi capaz de fazer avançar medidas para atacar de maneira sistêmica este problema”.

Para o representante da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, é fato que as grandes operações de investigação e repressão dos últimos anos, como a Lava Jato e seus desdobramentos, trouxeram avanços importantes na redução da expectativa de impunidade e no estabelecimento de um novo padrão de eficiência para estas ações.

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