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Candidata Maninha enaltece a representatividade das mulheres na 4ª convenção eleitoral do PSOL DF

Nubia Paula

ByNubia Paula

jul 30, 2018
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Em convenção eleitoral do último sábado (28), Maninha enaltece mulheres e fala sobre suas propostas para a candidatura

No dia 28 de julho de 2018, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), realizou convenção eleitoral. A ocasião, que homologou as pré-candidaturas do partido, contou com a então candidata ao GDF, professora Fátima Sousa, a candidata a vice-governadora, Keka Bagno, a candidata a deputada federal, Maninha, o candidato a deputado distrital, Toninho do PSOL, dentre outros candidatos do partido.

Em um cenário de muitas bandeiras da democracia e igualdade, a candidata Maninha, enalteceu a representatividade das mulheres durante a nova campanha, destacando a força de união de todos para a realização da 4ª convenção eleitoral do PSOL DF. “Estamos realizando uma mudança efetiva, com uma nova missão e visão de trazer duas mulheres como candidatas ao GDF, uma jovem negra e uma companheira na luta pela saúde para nos representar”, afirma Maninha.

Conheça Maninha – Maria José Conceição, conhecida por Maninha (apelido dado carinhosamente pelo colega de militância durante a Ditadura Civil-Militar e Presidente da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília (FEUB), Honestino Monteiro Guimarães) é médica formada pela Universidade de Brasília (UnB) em 1974. Durante sua vida acadêmica, entrou para o movimento estudantil que fazia oposição à Ditadura Civil-Militar.

Em 1968, quando ocorreu a morte do estudante Edson Luís no restaurante Calabouço, da UFRJ, participou dos protestos e mobilizações estudantis na UnB. Esses protestos foram reprimidos pelos militares, que invadiram a universidade e prenderam mais de 500 estudantes. Maninha foi perseguida e tornou-se prisioneira política. Citada no livro ‘Tortura nunca mais’, no qual revela a crueldade do período, principalmente quando a escolha era por gênero, tornando as mulheres alvos da tortura.

Foi fundadora e presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal por 12 anos e entrou para o atual Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 1979. Presente no congresso de fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), participou da Associação Médica de Brasília e foi secretária geral da Federação Nacional dos Médicos.

Nas eleições de outubro de 1994, elegeu-se deputada pelo PT, mas afastou-se do mandato legislativo em 1996 para exercer, a convite do então governador Cristovam Buarque (1995-1998), a função de secretária de Saúde. Em sua gestão, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal criou o programa Saúde da Família, que mais tarde foi adotado por outros governos.

Nos anos seguintes, foi reeleita deputada distrital e também federal, cumprindo assim dois mandatos distritais. Desvinculou-se da agremiação do PT e ingressou no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). De março a junho de 2006 foi vice-líder do PSOL na Câmara dos Deputados, e a partir de agosto assumiu a liderança do partido. Exerceu a liderança do partido até outubro de 2006, e desde então vem colaborando para a construção do PSOL. É pré-candidata a deputada federal em 2018. 

*Com informações de sua assessoria e de sua página oficial na Wikipédia.

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