• 15 de agosto de 2022 04:27

61 Brasilia

Portal de Notícias de Brasília

Paulo Octavio marco 2022

O índice de mortes por AVC e doenças cardíacas cai entre as mulheres de 30 a 69 anos no Brasil

61brasilia

By61brasilia

mar 28, 2019
Advertisement

O índice de mortes por AVC e doenças cardíacas cai entre as mulheres de 30 a 69 anos no Brasil

O número de óbitos causados por Acidente Vascular Cerebral (AVC) caiu em 11% e 6,2% nas doenças cardíacas isquêmicas entre as mulheres de 30 a 69 anos. A constatação é do estudo Saúde Brasil 2018, realizado pelo Ministério da Saúde, divulgado este mês. Estas duas doenças são as que mais matam a população feminina

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

De acordo com o levantamento do Ministério da Saúde, as taxas de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças cardíacas isquêmicas, em mulheres com idades entre 30 a 69 anos, caíram em 11% e 6,2%, respectivamente. No mesmo período, o índice para AVC reduziu de 39,5 para 35,2% óbitos por 100 mil habitantes do sexo feminino. Em relação as doenças cardíacas, elas apresentaram uma queda de 55 para 51,6 mortes por 100 mil mulheres. Para a conclusão deste estudo, o Saúde Brasil 2018 utilizou as populações publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e para a taxa padronizada, o Censo Brasileiro de 2010. O período analisado foi de 2010 e 2016.

O estudo apontou, também, que na população com faixas etárias entre 30 e 60 anos e com mais de 70 anos, as doenças cardíacas isquêmicas apresentaram os maiores índices de mortalidade em todas as regiões do Brasil – tanto nos homens quanto nas mulheres. Já o AVC, conhecido popularmente como derrame, ocupou o segundo lugar no ​ranking​ das principais causas de mortes de pessoas do sexo feminino de todas as regiões do País. Já na população masculina, as maiores taxas de mortalidade ocorreram na região Sul e Sudeste.

Apesar do registro de redução de óbitos das duas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT’s), estas patologias continuam sendo as que mais matam a população do sexo feminino entre 30 e 69 anos. As doenças cardíacas, AVC, infecções respiratórias e diabetes são as principais causas de morte entre as mulheres. Este grupo tem quatro fatores de risco em comum, sendo eles: tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada e uso excessivo do álcool – sendo que todas estas causas podem ser prevenidas.

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis respondem por cerca de 36 milhões – ou 63% dos óbitos no mundo – com destaque para as patologias do aparelho circulatório, diabetes, câncer e doença respiratória crônica. No Brasil, as DCNT correspondem a 54,0% de todas as mortes no ano de 2016. Na faixa etária de 30 a 69 anos, elas representaram 56,1% das taxas de mortalidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui como importantes DCNT as doenças do aparelho circulatório – cerebrovasculares, cardiovasculares – neoplasias, doenças respiratórias crônicas e diabetes mellitus. O Ministério da Saúde lançou um plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis. Atualmente, são 42,9 mil unidades básicas de saúde em funcionamento.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.