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  • 28 de setembro de 2022 07:40

61 Brasilia

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Minha Cadeira

A SOUL ART se abre com toda força disruptiva e multipotencial das grandes ideias.

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By61brasilia

fev 21, 2022
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A cena artística vai ganhar, com as conexões promovidas para aproximar: criativo e produtor; artista e galeria; público e cultura; marca e formador de opinião, sempre em total sinergia. Com o propósito de qualificar o mercado, compartilhar para transformar e concretizar ideias inovadoras. SOUL ART, surge na cena artística brasiliense para construir pontes e fortalecer conexões de forma transparente, congruente e inovadora para o universo criativo. A inovação do espaço cultural que fica na região mais densamente povoada do Distrito Federal, seguirá um conceito diferente das galerias de arte na capital, promovendo acima de tudo a integração entre artistas do mundo todo.

A galeria conta com 600M² de paredes, dentro da COWMEIA, o coworking mais charmoso da cidade, situado na Cosmopolita Águas Claras. O lançamento da galeria vem como um presente aos amantes da Arte e também a Cowmeia, que completa 3 anos neste mês. A inauguração da SOUL ART, acontece no dia 17 de fevereiro com a exposição de 2 conceituados artistas Ivaan Hansen e Marcos Anthony, ambos com exposições extraordinárias por todo país e mundo afora.

A SOUL ART tem como curadora Lee Soares, quem provém do mercado de produção cultural em Brasília e vem inovando, aliando tecnologia digital e arte. Foi justamente a sua visão multilateral que uniu artistas de várias nacionalidades.

 

” A ARTE É TANGÍVEL E COMPREENSÍVEL PARA QUEM OUSA PENSAR ALÉM DO VISÍVEL E EXPLICÁVEL AOS OLHOS”. LEE SOAREZ

Nascido em Santa Catarina, mas atualmente residente na capital goiana, Ivaan Hansen é artista em tempo integral desde 2000, além de filósofo de formação e professor de artes. Já expôs em diferentes estados brasileiros (SP, MG, SC, GO, PR, RS) e países como Áustria, Espanha, Tchecoslováquia, China, Tailândia, Dubai, Marrocos, Grécia, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Inglaterra e Nova Iorque. Artista plástico autodidata desde 1995, Ivaan Hansen é reconhecido por sua colorida, lúdica, representativa, engajada e educativa arte sustentabilidade. Resultado de cerca de 30 anos de experimentações e estudos, seu estilo artístico ganhou força em 2015 com a Agenda 2030, que o inspirou a transmitir, de forma clara e incisiva, importantes mensagens universais sobre conservação e preservação de todo o ecossistema, incluindo a própria humanidade como expoente neste processo.

Após passar por São Paulo, Amsterdam, Dubai, Oxford e Nova Iorque, a mostra “CHIPPADO”, do artista plástico Ivaan Hansen, chega à Capital. A exposição, que entra em cartaz oficialmente dia 17 (quinta-feira), conta com 18 obras em acrílico sobre tela que estampam possíveis e necessários elos positivos entre a realidade cibernética, o meio social urbano e a natureza na sua totalidade. Todas as suas composições repassam a ideia de que podemos sim, evoluir tecnologicamente e conservar de forma inteligente tanto as nossas riquezas naturais, quanto as imateriais, costumes e tradições. “Imprimo em minhas obras uma noção do que seria, e de como é possível, viver em um mundo onde o homem se realize inventando, praticando suas ideias inovadoras, sem agredir o outro, o meio ambiente, sem destruir, extinguir ou autodestruir-se”, conta o artista. “CHIPPADO” traz duas representações: a do homem consciente contemporâneo, que faz adequado uso do sistema digital, e de todos aqueles que estão em sintonia em prol da preservação da fauna, flora e que são guardiões de imutáveis leis. “CHIPPADO” é um andarilho que passa levando mensagens de consciência ecológica e responsabilidade social, linkado ao desenvolvimento tecnológico. Quando passamos para o plural, trata-se de um convite a essa conectividade, tanto ao adentrar na magia dessa mostra incrível, quanto a levar um pouco desse brilho lúdico à sua realidade”, Lee Soarez, curadora da mostra.

Com características inovadoras, seu trabalho está sendo considerado visionário por nomes como Francesco Basile, curador de arte Basile da Galeria Artheerenveenart Art Gallery da Holanda; Marina Maryam Thurquio, curadora de arte em Dubai; e Roberto Andrade curador da Jadite Galeries de Manhattan, New York. Não é à toa que duas de suas obras estão permanentemente expostas no acervo da UNESCO.

Marcos Anthony nasceu em Timóteo, Vale do Aço, Minas Gerais – Brasil. Filho de uma das famílias mais queridas da cidade. Possivelmente, foi o primeiro arquiteto surdo de Minas Gerais e um dos primeiros do Brasil. Foi, também, o primeiro pintor surdo do Brasil a fazer exposição individual internacional. Participando em outubro de 2014 de um Concurso Internacional de Artes Visuais em New York City – Art From the Heart – Interdisciplinary Profit Sharng da The Vanderbilt Republic – Criative Agency x Artiste Corporativ

Foi o único artista brasileiro a se consagrar nessa ocasião, classificando-se em segundo lugar, após ter concorrido com outros artistas, que vieram de várias partes do mundo. Participou também em uma única exposição no Castillo Museo Provincial Del Vino – Valladolid – Peñafiel, onde a rainha Juana da Espanha morou. Era a luz do artista brilhando em sua alma! O que para a maioria é “silêncio”, para Marcos é o “som da arte”. Som que o faz entregar-se ao encanto das cores, formas e sonhos. Desde os sete anos de idade, se arriscava nas pinceladas de óleo sobre tela, encantando a todos. Com o passar do tempo, surge, para o deleite dos apreciadores da arte, aquele que, com o entusiasmo de criança e mãos firmes de adulto, nos brindaria com o melhor de si: sua força poética e artística! O Brasil ganhava um artista de expressão reconhecido tanto em nosso país como no exterior, junção perfeita do arquiteto com o artista plástico. São frutos de um só dom recebido do Criador, e Marcos Anthony desempenha as duas funções com a desenvoltura e genialidade que sempre lhe foram peculiares. A arte é a expressão maior do seu imenso amor pela vida. Ela não se prende a um mesmo tema ou estilo; é um estilo somatório de ecletismo, diversidade étnica, expressão da “multiface”, versatilidade da História da Arte do mundo. No estilo criado pelo próprio artista, há uma mistura de fovismo, modernismo e expressionismo. A cada dia, sua visão de beleza e harmonia das formas dilata-se! Sua generosidade de artista se expande! Seu apurado sentido de plasticidade tem sido notável. Trata-se do despertar de uma arte eclética e versátil, que explora vários temas em um estilo próprio de uma alma que permanece em festa, celebrando a vida e o dom recebido. “Deus quer, o homem faz, a obra acontece.” E assim se fez!

O artista captura os fatos não da forma racional, mas transcende a realidade, desvelando a essência do fenômeno, algo que só ocorre devido à sensibilidade e beleza da sua luz interior. O “silêncio” não foi motivo para frear os sonhos e a sua capacidade teleológica. Ultrapassou com seus pincéis cores e talento, o que para muitos poderia ser um obstáculo intransponível. Por acreditar em si mesmo, Marcos Anthony superou a barreira do som para se tornar, mais do que um grande artista, um grande homem! O artista Marcos Anthony nesse ano de 2022 comemora 40 anos de carreira artística, iniciou-se as primeiras pinturas óleo sobre tela na doce infância. Após ser o primeiro pintor surdo a expor, individualmente, em algumas capitais nacionais, chega na capital do Brasil, para mostrar a força da surdez. “Para ser um artista, você precisa existir em um mundo de silêncio.” Louise Bourgeois. Porém, o seu estilo ganhou força em 2003, após graduar em Arquitetura e Urbanismo. O seu objetivo principal, é “impactar” através de suas pinturas com expressão, emoção e criatividade. A arte é puro sentimento de amor pela vida. As pinceladas não se prendem a um mesmo título; porque cada momento da vida há uma percepção e apreciação diferente, daí surgiu as pinturas da “multiface”. Quanto maior número de faces, maior número de emoções, consequentemente, mais valorizada será obra. Cada face transmite uma determinada sensibilidade, abalos afetivos e ênfase. Impactando-se no conjunto de faces. No estilo criado pelo próprio artista, há uma mistura de cubismo, modernismo, expressionismo e arte contemporânea. As obras que compõem a galeria, tratam-se do despertar de uma arte eclética e versátil, que explora várias vivências em um único estilo próprio de um estado de expressão que permanece em festa, celebrando a gratidão pela vida e o dom divino. Miscelânea de estilos. Propositalmente, a curadora Lee Soarez fez o encontro dessas duas artes, a arte do Chippado de Ivaan Hansen e a arte do silêncio de Marcos Anthony. As duas artes conversam entre si porque ambas falam do ser humano, falam de Vida. A exposição ficará em cartaz por período indeterminado, na SOUL ART GALLERY Gallery, em Águas Claras, Distrito Federal, e acontecerá em conjunto.

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