Alexa Demie e Kid Cudi estreiam nas campanhas da marca, se unindo aos embaixadores JENNIE, Jung Kook e Kendall Jenner em vinhetas que capturam a singularidade de seus lados sensuais, confiantes e divertidos, através das lentes da Calvin Klein.
Fotografados por Inez & Vinoodh, os universos de cada talento são amplificados por meio de cenários distintos e de uma curadoria de trilhas sonoras para imagens e vídeos similares à realidade, porém, maiores que a vida. Gravadas separadamente, cada cena conta a história de uma confiança empoderada; de forma geral, a campanha retrata, de maneira artística, as diferentes facetas da Calvin Klein.
Alexa Demie se demonstra forte e sensual nas novas peças de Underwear da Calvin Klein. JENNIE reforça sua confiança por meio de um mix de peças casuais e sofisticadas das linhas de Underwear e Jeans. Já Jungkook reflete uma energia descontraída, dançando com peças Calvin Klein Jeans como se ninguém estivesse olhando. Kendall Jenner expressa sua feminilidade com a linha feminina da CK. Ao mesmo tempo que é assertivo e tranquilo, Kid Cudi apresenta uma criatividade leve, usando as peças de Calvin Klein Jeans e Underwear.
A campanha de Fall 2023 lançou no dia 14 de Agosto, na calvinklein.com.br.
Os vídeos serão reproduzidos nas redes sociais da @calvinkleinbrasil ao longo da semana, e a campanha terá alta visibilidade no online e offline ao redor do mundo.
O ministro do STJ, o maranhense Reynaldo Fonseca ao lado da advogado que em breve inaugura o seu escritório de Brasília e o presidente da Comissão Pró-IBCI ( Instituto Brasileiro Cidade Inteligente) Eri Castro.
Em pauta: o conceito Smart-City/Cidade Inteligente
Brasília (DF), 14/08/2023 - Participantes da Marcha das Margaridas durante o seminário "Os Impactos da violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas". Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
7ª Marcha das Margaridas começa nesta terça-feira em Brasília
da Agência Brasil – Brasília
Intimidações, humilhações, agressões, trabalho escravo doméstico, privação de liberdade, violência doméstica, estupros, feminicídio e outras mortes violentas são situações que atingem meninas e mulheres do campo, quilombolas, extrativistas, sem terras e ribeirinhas, além das residentes nos grandes centros urbanos.
De acordo com Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila dados de registros policiais sobre criminalidade, em 2022, 1,9% dos feminicídios e 3,3% das demais mortes violentas de mulheres no Brasil ocorreram na área rural. Regiões onde ainda foram contabilizados 3,2% dos estupros registrados no ano passado, em todo o Brasil.
A Comissão Pastoral da Terra confirmou no relatório Conflitos no Campo Brasil 2022a maior exposição feminina à violência. “As lideranças mulheres tendem a sofrer com situações de intimidação em maior proporção do que os homens”.
A violência é um dos 13 eixos temáticos da 7ª Marcha das Margaridas que ocorrerá na capital federal, nesta terça (15) e quarta-feira (16) . O tema desta edição é Pela Reconstrução do Brasil e pelo Bem Viver.
A “margarida” e presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Santarém (PA) Maria Ivete Bastos, que chegou neste domingo à Brasília, diz que conhece bem a violência contra as mulheres rurais. A liderança revelou que sofreu ameaças pela atividade sindical no campo e teve que conviver com escolta policial por 10 anos para não morrer.
“Como os defensores de direitos humanos, nós sofremos com essa ganância dos que querem os nossos recursos, no caso, matam e intimidam por minérios, pela terra, madeira e jogam mercúrio no rio Tapajós e há outros tipos de ataques. Então, sofremos todo tipo de violação de nossos direitos. É por isso que estamos aqui, marchando pela luta e pelos nossos direitos, pela conservação, proteção dos povos da Amazônia”.
A secretária de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) Maria José Morais Costa, a Mazé, coordenadora da 7ª Marcha das Margaridas, relembra da líder sindical paraibana Margarida Maria Alves, que dá nome à marcha internacional e que foi assassinada há 40 anos por lutar pelos trabalhadores do campo. “Margarida será sempre a nossa inspiradora e é por isso que a gente segue em marcha”.
Coordenadora geral da marcha das margaridas, Mazé Morais, durante o seminário “Os Impactos da violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas” – Marcelo Camargo/Agência Brasil
Para debater os desafios do combate à violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas, dezenas de mulheres que chegaram a Brasília para participar da 7ª Marcha das Margaridas se reuniram, na manhã desta segunda-feira (14), com representantes do Ministério das Mulheres.
Desafios
No encontro, o governo federal apresentou as ações do Programa Mulher Viver sem Violência, retomado em março deste ano. A diretora de Proteção de Direitos da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Ministério das Mulheres, Aline Yamamoto, expôs que o governo federal pretende ampliar, na área rural, a oferta de ferramentas para proteger mulheres em situação de risco e combater a violência de gênero, como as viaturas para o patrulhamento garantidor da Lei Maria da Penha; a interiorização das Casas da Mulher Brasileira, com serviços de atendimento e acolhimento; além da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180). A ligação é gratuita e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o território nacional.
“Devemos lançar, em breve, um pacto nacional de enfrentamento à violência contra a mulher e prevenção ao feminicídio, com a adesão de estados e municípios. O governo federal vai repassar os recursos [financeiros] e dar as diretrizes”, adiantou Aline Yamamoto.
Outras políticas públicas
O Ministério das Mulheres também levou à reunião a Política Nacional de Cuidados, que está em elaboração, e leva em consideração a alta carga de trabalho doméstico e de cuidados não remunerados, exercida majoritariamente pelas mulheres. A secretária Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, Rosane Silva, diz que essa cultura compromete a autonomia econômica das mulheres, reproduz a pobreza e a desigualdade de gênero, pelas barreiras de acesso à educação e ao trabalho. A secretária também citou que o governo está construindo um programa para garantir que as mulheres rurais tenham crédito e acesso a assessoria profissional técnica. Outra política destacada pela secretária Rosane Silva é a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens, garantida por lei sancionada em julhoe que vale também nos territórios rurais .
Total de novos casos ficou em 1,5 milhão e de óbitos, em 2,5 mil
da Agência Brasil – Brasília
Cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Os números mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos provocados pela doença, a região do Pacífico Ocidental identificou aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos. Desde o dia 6 de agosto, mais de 769 milhões de casos foram reportados globalmente, além de cerca de 6,9 milhões de mortes.
“Atualmente, os casos relatados não representam com precisão as taxas de infecção devido à redução de testes e relatórios globalmente. Durante esse período de 28 dias, 44% (103 de 234) dos países relataram pelo menos um caso à OMS – uma proporção que vem diminuindo desde meados de 2022”, destacou a entidade em comunicado.
Pela segunda vez na história, o último carro que foi de Juscelino Kubitschek vai ser reformado pelo 16° Batalhão Logístico do Exército. O Ford Galaxie 500 foi retirado, na manhã desta segunda-feira (14), do aquário que ocupa, no estacionamento que fica na parte de trás do Memorial JK. O veículo, fabricado em 1974, era usado pelo ex-presidente nas viagens para e a partir da Fazendinha, em Luziânia (GO).
Quem entregou as chaves do carro ao subtenente Olavo Mesquita, adjunto de comando no 16° Batalhão Logístico, foi o vice-presidente do museu, o empresário Paulo Octávio. “A recuperação do Galaxie é um gesto simbólico. É um reconhecimento ao fundador da capital, a Brasília e à indústria automobilística brasileira, iniciada em 1960, na época do presidente JK. A ação é de um grande simbolismo e fica o reconhecimento do Memorial ao trabalho do Exército Brasileiro para resgatar e deixar um importante legado para Brasília, que é o carro totalmente recuperado, mesmo tendo sido fabricado há quase 50 anos”, destaca.
“Este é um veículo visto por muitos estudantes de escolas públicas, que vêm ao Memorial todos os dias, e por visitantes que passam por aqui e têm a oportunidade de ver um carro fabricado em 1974 em condições de uso excepcionais”, explica. “Ao término desta segunda recuperação, vamos fazer uma carreata com veículos antigos de Brasília, abrilhantando a volta do Galaxie ao Memorial JK e a história da capital”, completa.
Segundo o subtenente Olavo Mesquita, que representou o tenente-coronel Tibério Ferreira Figueiredo, comandante do 16° Batalhão Logístico, na entrega das chaves, a nova recuperação vai focar na pintura da carroceria, nas revisões das partes mecânica e elétrica e nos reparos de tapeçaria, pois o veículo, mesmo no aquário, é constantemente exposto ao Sol. A devolução do Galaxie ao espaço deve ocorrer na segunda quinzena de setembro. “O Exército vai entrar com a mão de obra e as peças virão de colecionadores individuais e de associações de apaixonados por carros, como o Galaxie Club”, explica.
A primeira restauração do Galaxie feita pelo 16° Batalhão Logístico do Exército ocorreu em 2010. À época, a reforma do carro foi mais ampla e demorou três meses, com o veículo retornando ao espaço de exibição em 12 de setembro daquele ano, data que marcou o 108° aniversário de nascimento de JK. O veículo teve todas as peças restauradas, pois estava com motor, chassi e carroceria bastante danificados.
Descanso do banco traseiro no porta-malasO carro de JK tem ar-condicionado de fábrica, o que era raro na década de 1970, e é equipado com um motor V8 de 4.800 cilindradas. O Galaxie começou a ser fabricado pela Ford no Brasil em 1967, e logo ganhou destaque por conta do uso de detalhes cromados e pelo luxo e conforto. O modelo deixou de ser fabricado pela montadora em 1983.
Em suas viagens no veículo, o fundador de Brasília deixava o volante para os primos Carlos Murilo e Ildeu de Oliveira e preferia descansar no banco traseiro, com o auxílio de um travesseiro. Por conta disso, na restauração de 2010, os militares encontraram o descanso de braço do banco traseiro no porta-malas. A retirada do acessório servia para dar mais espaço a JK durante os trajetos.
O último deles foi em 1976, em direção ao Aeroporto de Brasília, que leva seu nome. De lá ele pegou um voo para o Rio de Janeiro. Dias depois, em 22 de agosto, JK faleceu em um acidente na Rodovia Presidente Dutra, no município fluminense de Resende. Após sua morte, dona Sarah Kubitschek manteve o Galaxie por alguns anos, mas o negociou quando vendeu a Fazendinha. O veículo retornou à família, após integrantes da maçonaria o localizarem. Depois da primeira restauração, o Galaxie foi doado ao Memorial JK, em 1981.
13/08/2023, Pesquisa mostra que paternidade é desafio para homens negros. Foto: Kingofkings_LJ/ Pixabay
Estudo é o primeiro feito no país sobre o tema
da Agência Brasil – São Paulo
Estudo do Instituto Promundo revela que seis em cada dez pais negros (65%) já sofreram discriminação quanto aos cuidados que têm com os filhos. A entidade destaca que se trata da primeira pesquisa do país a abordar aspectos da paternidade negra.
O levantamento foi feito a partir de um formulário divulgado pelo instituto nas mídias sociais, como whatsApp, instagram e facebook. Ao todo, houve 270 entrevistados, que deram diferentes respostas às questões apresentadas.
De um universo de 180 participantes, 21,1% deles afirmaram que sim, já se sentiram discriminados, 26,1% que isso ocorre “na maioria das vezes” e 18,3% que acontece “somente às vezes”. Das 180 registradas, 34,4%, portanto, declararam não vivenciar algo nesse sentido.
Conforme os autores da pesquisa, quando o assunto é paternidade negra, deve-se ficar atento ao fato de que as noções sobre a masculinidade tiveram sempre como base a branquitude. O mesmo se aplica às ideias que a sociedade tem sobre o que significa a responsabilidade por filhos.
“O homem preto brasileiro, com todas as precariedades que lhes foram impostas, só teve a possibilidade de começar a exercer a paternidade após a abolição da escravatura, em 1888. Logo, ele está há menos de dois séculos exercendo paternidades nessas terras. Um século e meio, quando se trata de desenvolvimento humano, é quase nada. Toda memória de paternidade do homem preto anterior ao século XIX é memória afetiva da África”, observam os pesquisadores do Promundo.
“O povo negro teve, ao longo da história, a cultura do afeto e do cuidado coletivo. Esse movimento comunitário pode apoiar o homem preto no exercício da paternidade. Faz-se importante dizer que o movimento coletivo não retira a responsabilidade individual”, acrescentam os autores.
Com os ataques à população negra, vestígios da escravização que ecoam ainda hoje, muitos pais sentem a necessidade de conversar com os filhos sobre o estado de vulnerabilidade que os atinge e o que têm como alternativas, na forma de resistência. Oito (78,3%) de cada dez dos entrevistados do estudo acreditam que pais negros e pais brancos educam de modo distinto. Além disso, 67,3% deles dialogam com suas crianças sobre os impactos que o racismo tem na sociedade, sendo que uma parcela de 36,7% mantém o tema em pauta com frequência. Quase a totalidade de participantes (90%) entende que há uma exigência maior para apresentarem repertório na educação de seus filhos, pelo fato de serem pais de crianças negras.
Para os pesquisadores, a paternidade, para os homens negros, é um desafio que deve superar pontos estruturais, que se enraizaram historicamente. Eles argumentam que viver a fase da juventude é uma possibilidade subtraída do homem negro, que convive, durante toda a sua vida, com marcas do colonialismo, do racismo, da divisão sexual de trabalho e da desigualdade social.
“O machismo retira do homem o lugar do cuidado, submetendo-o, erroneamente, como condição natural da mulher. Do homem preto ele retira duplamente, uma vez que o racismo atribui ao homem preto a característica de “naturalmente violento”. Romper com o machismo para cuidar e com o racismo para ser pai é uma luta constante do homem preto que deseja paternar por aqui. Parece que o racismo unido ao machismo é uma fórmula quase indestrutível de impedimento para o homem preto exercer paternidade”, afirmam.