Brasília recebe festival internacional de dança contemporânea
2ª edição do DF Improvisa Dança promove intercâmbio entre artistas latino-americanos e o público com programação que vai de julho a agosto
Brasília vem se consolidando como um importante polo de vivência da dança. Prova disso é que a capital federal já sediou inúmeros festivais nacionais e internacionais com foco nessa expressão artística. Agora, abre espaço para o DF Improvisa Dança, projeto que chega a sua segunda edição e dá atenção especial à modalidade Contato Improvisação em formato de festival internacional com ações voltadas para o intercâmbio, capacitação, pesquisa e criação de espetáculo no contexto da dança contemporânea na América Latina.
Para isso, o evento propõe a realização de residência artística e atividades artístico-pedagógicas, entre os meses de julho e agosto. A primeira tem como objetivo final a criação e apresentação de espetáculo de Contato Improvisação, a partir de uma pesquisa e investigação colaborativa com professores e bailarinos convidados. São eles Catalina Chouhy (Uruguai), Nico Cottet (Chile); Ricardo Neves (Brasil), Renzo Zavaleta (Peru), Sofia Barriga Monteverde (Equador), Paula Zacharias (Argentina) e o o Coletivo Tectônica (DF), composto por Camilo Vacallebre, Carol Barreiro, Patricia Braz, André Kainan, Rosa Schramm, Viviana Rocha. O resultado final desse encontro será duas apresentações de um espetáculo criado a partir dessa experiência, em 28 e 29 de julho, no Teatro Plínio Marcos, Funarte, 20hs – seguidas de conversas com os artistas.
Já a segunda vai promover atividades formativas abertas à comunidade e gratuitas, por meio de oficinas com professores vindos de diferentes regiões da América do Sul. “O projeto possibilita a troca e o compartilhamento dos processos criativos que a dança contemporânea latino-americana, com ênfase no Contato Improvisação, desenvolve nas áreas de pesquisa e criação em performance”, afirmam Carol Barreiro e Viviana Rocha, produtoras e dançarinas do Coletivo Tectônica realizador do festival afirma do DF Improvisa Dança, que tem patrocínio do FAC-DF.
Etapas
Por se tratar de uma proposta bastante abrangente, Janaína Mello, gestora e executora pela Ninja Loka Produção explica que a ideia foi dividir a programação em etapas. A primeira delas consiste em palestras com demonstração técnica em Ceilândia, São Sebastião, Paranoá e Taguatinga. “Nelas, o público aprende sobre Contato Improvisação, seus princípios técnicos e sua influência na dança contemporânea”.
Em seguida, de 18 de julho a 5 de agosto, acontecem as oficinas para interessados em dança contemporânea e Contato Improvisação. As inscrições já foram encerradas com um total de 104 inscritos.
“O projeto DF Improvisa Dança surgiu dentro do contexto em que a improvisação na dança necessita de veículos de reconhecimento e difusão como área de conhecimento”, comenta Daniela Braga, idealizadora da primeira edição 2012 que trouxe a Capital Federal nomes como: Andrew Harwood (canadá), Nita Little (EUA), Ray Chung (EUA), Guto Mecedo e Soraya Jorge (Brasil).
Acessibilidade
A segunda edição do projeto DF Improvisa Dança contempla a acessibilidade com medidas específicas aos PNE e também devido a sua abordagem particular da linguagem da dança – que através da técnica do Contato Improvisação – permite a criação artística e o desenvolvimento do movimento independente de quaisquer limitações físicas do indivíduo.
De acordo com Viviana Rocha, produtora executiva desde a primeira edição do festival, o foco dessa prática de dança está relacionado à capacidade perceptiva, à atenção ao momento, ao espaço e ao próximo. “A ênfase é dada a expressão singular de cada um, não sendo uma técnica que exige padrões e formas pré-concebidas, celebrando a diversidade e exaltando a potência da ação de cada corpo em movimento”.
Além disso, serão priorizados espaços que tenham planejamento estrutural para acessibilidade de cadeirantes (rampas de acesso, banheiros adaptados, cadeiras e espaços reservados). Também será disponibilizada equipe de apoio para guiá-los espacialmente durante as sessões de improvisação (jam).
Ficha técnica:
Realização: Ninja Loka Produção e Coletivo Tectônica
Artistas e professores convidados: Catalina Chouhy (Uruguai); Nico Cottet (Chile); Ricardo Neves (Brasil); Renzo Zavaleta (Peru); Rosa Schramm (Brasil), Sofia Barriga Monteverde (Equador); e Paula Zacharias (Argentina)
Produção executiva: Carol Barreiro, Janaína Mello, Viviana Rocha
Gestão Executiva: Janaína Mello
Assistente de produção: Viviana Rocha
Dançarinos: André Kainan, Carol Barreiro, Catalina Chouhy, Camillo Vacalebre, Patícia Braz, Renzo Zavaleta, Rosa Schramm, Sofia Barriga Monteverde, Viviana Rocha, Ricardo Neves e Nicolas Cottet.
Orinetação artística: Ricardo Neves e Nicolas Cottet.
Identidade visual: Blue Tape Media
Serviço:
Residência Artística
Data: 21 de julho a 27 de julho
Local: Centro de Dança do DF
Para pesquisadores convidados
Apresentações
Data: 28 e 29 de julho
Local: Teatro Plínio Marcos – Funarte
Hora: 20hs no dia 28 e 18hs no dia 29 de julho
Ingresso: 10,00 inteira e 5,00 meia – 1 h antes no local
Classificação: 14 anos
Duração: aproximadamente 60 min
Ação Formativa
Oficinas:
Data: 18 a 20 de julho e 31 dejulho a 5 de agosto
Local: Centro de Dança do DF
Entrada franca para participantes inscritos
Jams
19 e 20/07 – Anexo II Museu da República
Hora: 19hs
Endereço:
Entrada franca, por ordem de chegada
30/07 a 05/08 – Centro de dança
Hora: 19hs
Endereço:
Entrada Franca, por ordem de chegada




O evento tem o objetivo de conscientizar a sociedade cada vez mais sobre a importância e o papel da mulher, além de promover a equidade entre homens e mulheres em todos os aspectos, mediante debates, palestras, seminários, painéis, workshops, oficinas e todos os demais procedimentos úteis para a consecução de seus objetivos.
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O tema escolhido para a edição de 2018 da Feira é “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?” Ele aponta para um gênero literário que vem se consolidando como campeão de vendas no mercado nacional – a ponto de registrar, nos últimos anos, expressivo crescimento em importância, relevância e sobretudo qualidade. Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros mostram que o crescimento das vendas do gênero infantil, em 2016, na comparação com 2015, foi de 28%, contrastando fortemente com a queda de 9,7% do mercado como um todo no mesmo período.