18.3 C
Brasília
sábado, junho 13, 2026
Início Site

Dia dos Namorados: Livraria Leitura reúne opções de presentes para surpreender diferentes estilos

0

 

De livros emocionantes a jogos e itens de papelaria, rede oferece sugestões criativas para quem deseja celebrar a data com significado e afeto

Quando o assunto é presentear quem a gente ama, a Leitura é o lugar certo. Presentes criativos, histórias para todos os estilos e opções que encantam em qualquer ocasião. E, se bater a dúvida, o Vale-Presente Leitura é sempre a escolha certa. Com valores de R$50,00, R$100,00 e R$150,00 os cartões- presente são garantia de acertarem em cheio sem precisar ficar quebrando a cabeça na hora de surpreender aquela pessoa especial.

Entre os destaques estão obras que abordam relacionamentos, emoções e reflexões sobre o amor e a convivência. O livro “Comida e Vinho, Harmonização essencial”, por exemplo, aparece como uma opção para casais que apreciam gastronomia e experiências compartilhadas, disponível por R$112,90. Já o Kit “É Assim Que Acaba e Começa”- famosos romances da escritora Colleen Hoover é vendido por R$79,90 e traz uma narrativa envolvente para quem gosta de histórias emocionantes.

Outra sugestão é “Sexo, Amor & Hipérboles” de Cintia Chagas, disponível por R$59,90, além do “Box Relacionamentos Saudáveis”, que reúne conteúdos voltados ao fortalecimento das relações e pode ser encontrado por R$99,90. Para quem busca títulos reflexivos, “O Lado Bom das Expectativas” e “Programados para o Amor”, ambos por R$70,90, também aparecem entre as opções procuradas para presentear na data.

Além dos livros, a Livraria Leitura também conta com jogos, itens de papelaria, acessórios e produtos criativos que ajudam a montar presentes personalizados. A proposta é oferecer alternativas para diferentes estilos de casais, tornando o Dia dos Namorados uma oportunidade de demonstrar carinho de forma afetiva e original. Neste contexto, sua linha própria de produtos é a indicada. O portfólio inclui moleskines com temas de Alice no País das Maravilhas e Voltaire, o perfume de livro, desenvolvido a partir de essências que remetem a conceitos como Chá na Varanda, Livro Novo e Cheiro de Inverno, ecobags inspiradas em personagens icônicos como Capitu e Dom Quixote, além de outros itens especialmente criados.

“Neste ano, a pesquisa da CNDL (Camera Nacional dos Dirigentes Lojistas”, apontou que cerca de 93 milhões de brasileiros devem ir às compras, e estamos mais que preparados para recebê-los em grande estilo e com muita variedade de produtos, afirma Daniella Zebral, Diretora Comercial da Leitura.
Mais informações em: seliganaleitura.com

No mês dos namorados, psiquiatra lança livro que questiona o amor romântico, analisando as relações na era digital à luz da na neurociência

0

Obra da Dra. Daniele Oliveira propõe uma reflexão sobre paixão, idealização e os impactos dos relacionamentos na saúde mental

Em tempos de ghosting, relações líquidas e romantização nas redes sociais, ainda é possível acreditar no amor romântico?

É a partir dessa pergunta que a psiquiatra Dra. Daniele Oliveira lança o livro “O amor romântico existe? Neurociência explicada por uma psiquiatra emocionada”, em evento no próximo dia 9 de junho, às 17h45, no Altas Gastrobar, em Brasília.

A obra une neurociência, psiquiatria, experiências clínicas e reflexões pessoais para discutir como o amor impacta o cérebro, o comportamento humano e a saúde mental. Com linguagem acessível e bem-humorada, a autora aborda temas contemporâneos como idealização amorosa, relações digitais, expectativas afetivas e sofrimento psíquico.

“Nem tudo que parece amor é amor. Muitas vezes estamos apaixonados pela fantasia, pela expectativa ou pela necessidade de sermos escolhidos”, afirma a psiquiatra.

*Relações modernas e sofrimento emocional*
Ao longo do livro, que nasceu de sua tese do Mestrado, a Dra. Daniele questiona frases prontas e fórmulas simplificadas amplamente disseminadas na nossa cultura e nos conteúdos sobre relacionamentos.

Expressões como “homem é tudo igual”, “mulher é tudo igual” ou “o silêncio faz ele voltar” são analisadas sob a ótica da neurociência e da saúde emocional, propondo um olhar menos superficial sobre os vínculos afetivos.

Segundo a autora, a discussão sobre amor romântico vai muito além do entretenimento ou da idealização. “O amor influencia comportamento, tomada de decisão, produtividade e saúde mental. Relações mal vividas podem gerar sofrimento psíquico importante”, explica.

*A psiquiatra e a “emocionada”*
Um dos diferenciais da obra é justamente o contraste entre a formação técnica e o olhar afetivo da autora. “Aqui, a neurociência descreve e a emocionada comenta”, brinca a autora.

No livro, ela assume gostar de cartas de amor, músicas românticas, símbolos afetivos e declarações, ao mesmo tempo em que discute cientificamente os mecanismos cerebrais envolvidos na paixão e nos vínculos emocionais.

*Lançamento*
O lançamento oficial do livro, que já está disponível na Amazon e no Clube de Autores, acontecerá no dia 9 de junho, terça-feira, às 17h45, no Altas Gastrobar, na 206 Norte, em uma noite descontraída com sessão de autógrafos, jazz e conversa sobre amor, comportamento e relações contemporâneas.

*Serviço:*
Lançamento do livro “O amor romântico existe? Neurociência explicada por uma psiquiatra emocionada”
Data: 09 de junho
Horário: 17h45
Local: Altas Gastrobar, CLN 206 Bloco C loja 7A
*Evento aberto ao público.

Copa do Mundo aproxima torcedores e transforma troca de figurinhas em momento de conexão e lazer

0

 

Livraria Leitura, que também oferece gratuitamente aos clientes a Tabelinha da Copa, se destaca como ponto de encontro para colecionadores e famílias

Com a chegada da Copa do Mundo, a movimentação em torno dos álbuns e figurinhas já toma conta da rotina de crianças, jovens e adultos. As tradicionais trocas de figurinhas seguem em ritmo acelerado e reforçam um hábito que vai muito além da coleção: a experiência de reunir pessoas, criar conexões e compartilhar momentos especiais.

E, em meio à correria do dia a dia, os encontros para troca de figurinhas se transformam em oportunidades de lazer, convivência e interação social. Em cada página preenchida do álbum, também surgem novas amizades, histórias e conversas entre pessoas que muitas vezes nunca se viram antes, mas compartilham a mesma paixão pelo futebol e pelo clima da Copa do Mundo.

O universo das figurinhas mostra, deste modo, que não existe idade para participar da brincadeira. Pais, filhos, avós, amigos e colecionadores de diferentes gerações se encontram para trocar repetidas, completar páginas e viver juntos a emoção de acompanhar a competição mais aguardada do esporte mundial. Mais do que completar o álbum, a experiência fortalece laços familiares, aproxima pessoas e cria memórias afetivas.

Nesse cenário, a Livraria Leitura se consolida como uma excelente opção de ponto de troca. As lojas da rede contam com espaços preparados para receber os clientes e incentivar esse momento de interação entre o público. Além disso, para facilitar para os colecionadores, a própria livraria também disponibiliza figurinhas para troca, basta procurar um colaborador da unidade de preferência e verificar quais figurinhas estão disponíveis no momento. Nas lojas, também estão disponíveis como brinde especial as famosas tabelinhas impressas para os torcedores marcarem os resultados dos jogos e acompanharem passo a passo a evolução do campeonato e também o checklist de figurinhas para para gerenciamento da coleção, verificação das figurinhas faltantes, listar as repetidas e facilitar no momento da troca.

“Em tempos cada vez mais conectados ao digital, os encontros presenciais para troca de figurinhas resgatam o valor do contato humano, do tempo em família e das relações construídas por meio de interesses em comum”, conclui Rafael Martinez, Head Marketing da rede.

Fogo de Chão, em Brasília, prepara ações especiais para a Copa do Mundo

0

 

Rede aposta em promoções exclusivas, telão para transmissão das partidas, brindes e até pontos de troca de figurinhas para os torcedores

O Fogo de Chão promete entrar de vez no clima da Copa do Mundo com uma série de ações especiais preparadas para os dias de jogos da seleção brasileira. Durante o período dos jogos, a rede irá trabalhar com um menu exclusivo de caipirinhas temáticas, inspirado em diferentes países e criado com combinações especiais de frutas e ingredientes marcantes. Cada drink será vendido por R$ 35.

As receitas têm como base a premiada Weber Haus Prata envelhecida por dois anos e prometem proporcionar uma verdadeira viagem de sabores ao público.
Representando a Argentina, a caipirinha Patagônia mistura uva rubi, amora e limão tahiti. Já a França ganha destaque com a Côte d’Azur, feita com mirtilo, pêra e limão siciliano. A Alemanha entra na seleção com a Black Forest, combinação de cereja, amora e limão cravo. Inspirada na Espanha, a La Roja traz morango e laranja bahia em uma mistura refrescante e vibrante. A Itália será representada pela Dolce Vita, preparada com limão siciliano e maracujá. Representando o Brasil, o drink Hexa aposta em sabores tropicais e reúne maracujá, manga e limão cravo, em referência ao sonho do sexto título mundial da seleção brasileira

Mas, especialmente em Brasília, onde também haverá um espaço para troca de figurinhas, a experiência será ainda mais completa. O Deck da unidade contará com um telão para transmissão dos jogos do Brasil na primeira fase da Copa, criando um ambiente temático para os torcedores acompanharem as partidas. Além disso, durante o período dos jogos, o público poderá aproveitar o Combo da Copa composto por duas caipirinhas e dois aperitivos por R$ 60 por pessoa, lembrando que, a cada gol marcado pelo Brasil, os clientes ganham uma caipirinha.


Sobre o Fogo de Chão

Fundado em 1979, atualmente a rede possui 122 casas no mundo. Aliada à experiência do rodizio completo, os clientes podem optar por mais variedades, como o “Bar Fogo”, ideal para um Happy Hour ou o “Rodízio de 1 Corte”.

Para mais informações, acesse: www.fogodechao.com.br

Praça Paulo Octávio fortalece parceria com o GDF por meio do programa Adote uma Praça

0

A Praça Paulo Octávio, localizada entre as quadras 6 e 7 do Setor de Clubes Esportivos Sul (SMAS), passou a integrar oficialmente o programa Adote uma Praça, iniciativa coordenada pela Secretaria de Projetos Especiais do Governo do Distrito Federal. A assinatura simbólica do termo de adoção reuniu representantes da Administração Regional do Plano Piloto e da PaulOOctavio, responsável pelo projeto e pelo investimento de aproximadamente R$ 4 milhões no espaço público.

Durante a cerimônia, a PaulOOctavio recebeu do GDF o certificado de parceira do programa, em reconhecimento à contribuição urbanística, paisagística e social realizada na região. Com cerca de 15 mil metros quadrados, a Praça Paulo Octávio foi concebida para ampliar as opções de lazer, esporte e convivência comunitária em uma das áreas de maior expansão urbana da capital.

O espaço conta com quadra poliesportiva, semi-quadra de basquete, pista de corrida, equipamentos de ginástica e área destinada à prática de beach tennis, além de áreas de convivência e integração para moradores e frequentadores da região.

Representando o administrador regional do Plano Piloto, Bruno Olímpio, o diretor de Aprovação e Licenciamento da Administração Regional, Igor Gabriel de Assis Costa Carvalho, destacou a transformação urbana promovida pela iniciativa. “Era um espaço extremamente abandonado, sem urbanidade. A PaulOOctavio entrega uma importante requalificação urbana, trazendo benefícios concretos para a população”, afirmou.

O diretor de Arquitetura Empresarial da PaulOOctavio, Ricardo Cerqueira, ressaltou o caráter coletivo do projeto. “A praça foi planejada para atender toda a comunidade, não apenas os moradores dos empreendimentos da região. Queremos oferecer um ambiente moderno, acessível e voltado à qualidade de vida”, disse.

Já o diretor Comercial da empresa, Fabio Mendes, relacionou a iniciativa às comemorações dos 50 anos da PaulOOctavio. “É uma satisfação participar deste momento histórico para a cidade e para a empresa. A Praça Paulo Octavio representa um presente para Brasília e reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento urbano e humano da capital”, destacou.

Ao longo da história, a tensão entre a força bruta e a norma jurídica tem sido um eixo central da política.

0

A frase “a lei do mais forte é, claramente, mais forte que a lei ordinária” revela uma percepção antiga, mas persistentemente atual: a de que, em determinados contextos, quem detém o poder real – militar, econômico ou simbólico – tem mais influência do que qualquer ordenamento jurídico formal.

Essa ideia não é apenas um aforismo cínico, mas uma observação que encontra eco em diversas tradições filosóficas e momentos históricos.

Na Grécia Antiga, os sofistas, especialmente Trasímaco em A República de Platão, já defendiam que a justiça nada mais era do que o interesse do mais forte. Para ele, a lei era um instrumento usado pelos poderosos para manter sua supremacia, vestida de legitimidade.

Sócrates, por outro lado, tentou desmontar essa visão, insistindo numa ideia de justiça que transcendesse o domínio da força. No entanto, a crítica de Trasímaco nunca perdeu sua relevância, pois descreve com precisão a realpolitik que move os bastidores do poder até hoje.

Ao olhar para os grandes impérios, como o Romano, é fácil perceber como a força era o alicerce do direito. O ius era garantido pelas legiões, e a obediência à lei muitas vezes derivava do medo da punição, e não de uma convicção moral ou jurídica. Essa lógica não desapareceu com o tempo: nas ditaduras modernas, a força se traveste de legalidade, com constituições manipuladas e tribunais domesticados, enquanto opositores são silenciados com a aparência da lei, mas com a essência da coerção.

O sociólogo Max Weber distingue três formas de dominação legítima: tradicional, carismática e legal-racional. No entanto, mesmo dentro da dominação legal-racional, que é a base dos Estados modernos, Weber reconhece que a legitimidade pode ser corroída quando a estrutura do poder se descola do cumprimento efetivo das normas. A lei ordinária só prevalece quando sustentada por um aparato institucional forte e por um consenso social que a reconheça como legítima. Sem isso, a legalidade vira fachada, e a “lei do mais forte” volta a dominar o cenário.

A própria existência de golpes de Estado, revoluções ou regimes de exceção serve como lembrete de que, quando a força se impõe, ela redefine o que é permitido, o que é punido e o que é legal. Carl Schmitt, jurista alemão do século XX, foi explícito ao afirmar que “soberano é aquele que decide sobre o estado de exceção”. Ou seja, quem tem o poder de suspender a lei é, em última instância, quem realmente manda. Essa concepção aproxima-se perigosamente da lei do mais forte, pois legitima a suspensão das normas em nome de uma autoridade supostamente superior.

No campo contemporâneo, vemos essa tensão se refletir nas guerras híbridas, no uso da manipulação da lei e na manipulação dos sistemas judiciais para fins políticos. A força, nestes casos, não é mais apenas física, mas estratégica, institucional, midiática. Ela molda interpretações jurídicas, captura órgãos de controle e reconfigura o campo político sob uma aparência de normalidade legal. Assim, a lei do mais forte se torna mais sutil, mas nem por isso menos eficaz.

Embora o ideal democrático proponha um império da lei, em que todos – inclusive os poderosos – estão submetidos a normas impessoais, a prática mostra que, em momentos críticos, quem tem o controle dos meios de coerção, da comunicação e das instituições, frequentemente impõe sua vontade sobre a letra da lei. A “lei ordinária” só se sustenta quando há equilíbrio de forças, freios institucionais reais e uma sociedade civil vigilante. Do contrário, ela é constantemente rebaixada à condição de papel queimada pelo fogo do poder nu.