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Comércio do DF poderá funcionar no feriado de Nossa Senhora Aparecida

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A maior parte do comércio do Distrito Federal poderá funcionar normalmente no feriado de Nossa Senhora Aparecida, dia 12 de outubro. As condições para o funcionamento dos estabelecimentos e para a jornada dos trabalhadores estão previstas nas Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) firmadas entre a Fecomércio-DF, os sindicatos empresariais e as entidades laborais.

Empresas representadas pela Fecomércio-DF, pelo Sindipel-DF e pelo Sindigêneros-DF poderão funcionar no feriado. A medida abrange segmentos como papelarias, minimercados, floriculturas, açougues e hortifrutis. Também estão autorizados a funcionar os estabelecimentos vinculados ao Sindivarejista-DF, que representa grande parte do comércio de rua e dos shoppings.

Mercados e drogarias também poderão abrir na data, seguindo as regras estabelecidas em suas respectivas convenções. A decisão de funcionar ou não fica a critério de cada empresa.

A Fecomércio-DF orienta os empresários que optarem pelo funcionamento no feriado a observarem todas as condições previstas nas CCTs, especialmente as relacionadas à jornada e à remuneração dos trabalhadores.

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O candidato Eduardo Brandão 43000, do Partido Verde, o partido da vida, vai criar e implantar a “Creche do Idoso”.

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Um projeto simples e viável.

Sem a necessidade de novos prédios ou grandes estruturas.

A simplicidade e o carinho serão as características dos locais. O envelhecimento da nossa população provoca a necessidade de cuidar dos nossos idosos.

Hoje, famílias se sacrificam para evitar o abandono de pessoas queridas, que foram responsáveis pela educação, alimentação e bem estar de todos. As creches serão espaços perto das residências onde pais e mães, quase todos já avós, passarão o dia enquanto os filhos e filhas trabalham.

Terão carinho e atenção. Passam a conviver com colegas e amigos e participarão de atividades físicas e lúdicas em grupo. A Creche vai beneficiar toda a família e dar dignidade a quem tanto fez por todos nós durante a vida. Afinal, o PV é o partido da vida.

Revista 61

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ANDRÉ KUBITSCHEK, MUITO ALÉM DO SOBRENOME

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O calendário eleitoral, às vezes, produz interessantes surpresas. E elas não acontecem somente para o eleitor. Representam, principalmente, oportunidades para o Estado, para a região e para a própria administração pública.
É o caso de André Octávio Kubitschek, jovem que se propõe a oferecer à Câmara Legislativa do Distrito Federal sua experiência, sua capacidade de realização e uma visão de gestão construída na política e na iniciativa privada, ambientes muito diferentes, mas complementares.

Seu sobrenome dispensa apresentações. Herdeiro de uma família que escreveu capítulos importantes da história política brasileira, André cresceu em um cenário no qual política ultrapassou a disputa eleitoral, abrangendo especialmente convivência, conciliação, debate sobre políticas públicas, articulação institucional e tomada de decisões. Quem convive desde cedo com debates envolvendo os problemas da cidade, os desafios da administração pública e a construção de consensos desenvolve leitura política que não se aprende em manuais. Passa a entender como decisões são construídas, como interesses diferentes precisam ser conciliados e como projetos se transformam em resultados.

Há, entretanto, outra relevante dimensão na trajetória de André Kubitschek a ultrapassar o sobrenome: a experiência empresarial.

Empreendedor e gestor de um dos mais exitosos grupos empresariais da região Centro-Oeste, André Kubitschek conhece as dificuldades de quem produz, investe, corre riscos, emprega e lida diariamente com burocracia, legislação, tributos, custos e decisões que determinam a sobrevivência e o crescimento de uma empresa.

Ainda que a administração pública possua distintos objetivos e responsabilidade social, os princípios de gestão são universais. Planejamento, eficiência, metas, controle, avaliação de resultados, racionalização de processos e respeito ao dinheiro público não podem ser ignorados. Expertise essencial para o Distrito Federal que possui uma sofisticada economia, uma população urbanizada e uma estrutura administrativa de enorme complexidade a exigir capacidade analítica e determinação para o encaminhamento de soluções.

É aí que reside a fundamental diferença.

Para que o Estado funcione melhor, é necessária uma legislação mais simples, uma burocracia racionalizada e um sistema tributário mais ágil e compreensível, o que significará novos investimentos, maior formalização, geração de empregos e ampliação da capacidade econômica do Distrito Federal.

Adicionalmente, a recente passagem de André Kubitschek pela Secretaria da Juventude do Distrito Federal acrescenta outra dimensão à sua trajetória. A experiência empresarial encontrou a realidade da administração pública, remodelou o desenho da Secretaria para qualificação profissional, empreendedorismo, inovação e tecnologia, colocando a juventude no centro de ações relacionadas à empregabilidade, capacitação e preparação para o mercado de trabalho. Os Programas Jovem Candango e Pró-Jovem Digital são exemplos concretos dessa agenda, preparando o jovem para que ele tenha condições de construir sua própria trajetória.

André Kubitschek, portanto, reúne formação política familiar, experiência empresarial e vivência administrativa. Três ambientes distintos, que se complementam na construção de uma atuação parlamentar voltada para resultados.

O desafio do Distrito Federal é grande demais para que a política permaneça restrita ao calendário eleitoral. Brasília precisa discutir produtividade, educação, saúde, mobilidade, segurança, inovação, sustentabilidade fiscal, geração de empregos e melhoria dos serviços públicos. Nesse cenário, a chegada de uma nova geração à política distrital representa bem mais do que uma renovação de nomes. E a capital da República terá a oportunidade de mostrar que política e capacidade de realização, quando se unem, produzem eficiência e sustentabilidade.

Fonte: RDTVNews | contatorevistadiaria@gmail.com

Izalci Lucas e a política como gestão

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Contador, professor e senador, Izalci Lucas entra na campanha de 2026 convicto de que o Distrito Federal e o país não sofrem apenas com falta de recursos, mas sobretudo com deficiência de gestão, planejamento e continuidade administrativa

Em campanha, às vésperas da disputa eleitoral de 2026, Izalci Lucas tenta reconectar sua nova candidatura à Câmara dos Deputados a uma ideia que há anos estrutura seu discurso público: a de que os principais problemas do Distrito Federal e do país decorrem menos da escassez de recursos do que da incapacidade de planejar, executar e dar continuidade às políticas públicas.

Nascido em Araújos, em Minas Gerais, e radicado em Brasília desde a adolescência, Izalci tem uma trajetória significativa na vida pública. Foi deputado distrital entre 2003 e 2007, deputado federal por três mandatos consecutivos, de 2011 a 2023, e senador pelo Distrito Federal desde 2019. Também ocupou secretarias de governo no DF, com atuação nas áreas de Ciência e Tecnologia e de educação profissional.

Em entrevista à 61Brasília, esse percurso aparece como credencial para uma visão de política baseada em planejamento, metas e capacidade de execução. O senador também critica a descontinuidade administrativa entre governos e afirma que o Brasil ainda opera sob lógica de políticas de governo, e não de Estado. Se eleito, diz que pretende retomar na Câmara pautas que considera estruturantes, como educação profissional, ciência e tecnologia, regularização fundiária e autonomia entre os Poderes.

O senhor costuma dizer que o principal problema do DF e do Brasil é de gestão. Por quê?

Porque falta gestão em quase tudo. Na educação, na saúde, na ocupação urbana, no planejamento da cidade. Muitas vezes não falta dinheiro; falta prioridade, falta continuidade, falta saber executar. Qualquer empresa, por menor que seja, se não tiver um bom gerente, quebra. E isso vale também para o governo.

 

Essa crítica aparece com força quando o senhor fala da educação. O que houve com a rede pública do DF?

Falta gestão, falta investimento e falta valorização dos professores. Hoje, em Brasília, o salário dos professores é um dos piores do Brasil. Já foi o melhor. Quando fui secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e também da educação profissional, nós éramos o primeiro lugar. Hoje somos o último. Falta laboratório de ciência nas escolas, falta esporte, falta cultura, falta internet, falta computador.

 

Quais são, na sua visão, os principais gargalos da educação?

Primeiro, a alfabetização. A gente não está alfabetizando na idade certa. Segundo, a valorização dos professores. É preciso dar condições de trabalho e remuneração digna. E, terceiro, a educação profissional. O Brasil ainda não chegou a 10% de jovens em curso técnico, enquanto no mundo esse número está entre 60% e 70%.

 

Por que o ensino técnico é tão central na sua visão?

Porque prepara o jovem para a vida real. Quando fui secretário, Brasília não tinha nenhum instituto federal. Eu consegui trazer o instituto federal e hoje temos 11. Também consegui, por convênio com o MEC, mais nove escolas técnicas. Depois, no Congresso, fui presidente da comissão do novo ensino médio. A lei foi aprovada, mas não foi implementada. Esse é o problema do Brasil: cada governo entra, acaba com tudo e começa de novo.

 

E onde entra o letramento digital nesse debate?

Ele é fundamental. Em 2004, quando lancei a Cidade Digital, eu já dizia que o analfabeto não era mais só quem não sabia ler e escrever, mas também quem não tinha acesso à tecnologia e à inovação. Depois lançamos o DF Digital, que foi um grande programa de inclusão digital, com capacitação profissional e distribuição de computadores para professores e servidores da educação.

 

Na saúde, o senhor também volta à ideia de gestão. Onde está o problema?

Na gestão. Brasília tem um dos maiores orçamentos do país em saúde, educação e segurança, e mesmo assim os serviços não funcionam. Goiás, aqui do lado, tem mais que o dobro da população, arrecada menos e consegue resultados melhores. Isso mostra que o problema não é só recurso.

 

Sua crítica ao que aconteceu com o Banco de Brasília (BRB) segue a mesma linha?

Sim. Foi uma gestão muito irresponsável. E a Câmara Legislativa não cumpriu o dever de fiscalizar. Aprovaram medidas muito rapidamente, ninguém fez CPI, ninguém fez nada. Hoje quem vai pagar essa conta é o contribuinte.

 

O senhor também fala em regularização fundiária e planejamento urbano. Como esses temas entram na sua candidatura?

Entram porque Brasília cresceu sem planejamento. Eu aprovei a lei da regularização fundiária, mas ela não foi implementada como deveria. Sem escritura, ninguém investe. Isso vale para a área rural, para a urbana, para o turismo. Depois que a ocupação desorganizada acontece, fica muito mais difícil corrigir.

 

Essa crítica ao improviso também vale para a política nacional?

Vale. No Brasil falta planejamento. Eu venho trabalhando há anos com planejamento estratégico para Brasília, ouvindo cidades, segmentos e setores. O problema é que muitas vezes não há continuidade. Sem continuidade, não há mudança estrutural.

 

Se eleito deputado federal, em que pautas o senhor pretende trabalhar?

No apoio à ciência e tecnologia, na preparação dos jovens, na educação profissional no ensino médio, na regularização fundiária e na defesa da autonomia entre os Poderes. A Câmara é importante porque é lá que as coisas começam.

 

Qual é a principal mensagem da sua candidatura?

Que política é uma atividade nobre, porque muda a vida das pessoas. Para melhor ou para pior, depende da escolha do eleitor. Eu sempre digo: voto não tem preço, tem consequência.

PSD-DF oficializa apoio à reeleição da governadora Celina Leão e consolida união política no Distrito Federal.

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Decisão da Executiva Regional reforça governança, equilíbrio fiscal e compromisso com pautas sociais e de desenvolvimento econômico na reta final do primeiro turno.

Em ato político realizado nesta segunda-feira (28), a Executiva Regional do Partido Social Democrático no Distrito Federal (PSD-DF) anunciou oficialmente o apoio integral à candidatura de reeleição da governadora Celina Leão (PP). A aliança marca o reposicionamento estratégico do partido a seis dias do pleito e consolida uma ampla coligação voltada à estabilidade, continuidade de gestão e desenvolvimento da capital.

O anúncio ocorreu após a impossibilidade jurídica da candidatura do ex-governador José Roberto Arruda. Em nota institucional lida durante a solenidade, o PSD-DF reafirmou seu total respeito ao Estado Democrático de Direito e às decisões da Justiça Eleitoral, expressando reconhecimento pelo trabalho e contribuição de Arruda ao debate público no DF.

*Prioridades e Carta de Compromissos*

A adesão do PSD-DF é acompanhada de um manifesto de diretrizes programáticas para a próxima gestão, com foco em fortalecimento dos serviços essenciais; investimentos prioritários em Saúde, Educação e Segurança Pública; Inclusão e Proteção Social, com a ampliação de políticas voltadas às famílias vulneráveis e, em especial, às famílias atípicas; desenvolvimento e regularização, com estímulo à geração de emprego e renda, além do avanço da regularização e proteção fundiária no DF; gestão fiscal e recomposição do BRB, com foco no equilíbrio das contas públicas e ações destinadas à recuperação e fortalecimento do BRB, incluindo a restituição de valores eventualmente retirados de seus cofres.

O presidente regional do PSD-DF, Paulo Octávio, destacou que a decisão representa a maturidade e a responsabilidade da sigla com o futuro de Brasília.

“O PSD é um partido de história e profunda responsabilidade política. Diante do novo cenário, entendemos que o melhor caminho para Brasília é apoiar Celina Leão — uma mulher guerreira e dedicada, que tem demonstrado empenho incansável pela cidade. Nossa decisão foi tomada com a concordância da Executiva e dos nossos candidatos, garantindo a união do partido para contribuir com uma governança sólida,” declarou.

O líder partidário também comentou o gesto do ex-ministro Ronaldo Fonseca (PSD), que retirou sua candidatura ao Senado em prol da unidade do campo político. A decisão fortalece as candidaturas de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro, alinhando o projeto majoritário para a consolidação de um Senado forte em defesa dos interesses do Distrito Federal e do Fundo Constitucional.

*Compromisso com a gestão e diálogo*

A governadora Celina Leão recebeu o apoio com entusiasmo e ressaltou o compromisso com a nominata de candidatos a deputados distritais e federais do PSD, assegurando que o conteúdo programático do partido integrará o plano de governo.

“Este gesto do PSD nos enche de responsabilidade e gratidão. A política exige maturidade para virar páginas e colocar o interesse da cidade acima de qualquer divergência. O PSD chega com homens e mulheres honrados, com ideias que agregam ao nosso projeto de gestão eficiente, cuidado social e fortalecimento econômico,” afirmou.

*Michelle Bolsonaro e Bia Kicis participaram do evento”

A solenidade contou com a presença do candidato a vice-governador, Gustavo Rocha (Republicanos). Para a presidente regional do PL e candidata ao Senado, Bia Kicis,

“Eu falo aqui, não só como candidata ao Senado, mas também como presidente do PL, partido que abraçou a candidatura da Celina. Foi a Michelle quem trouxe esse compromisso, e nós não abrimos mão disso. E hoje eu estou muito feliz porque caminhamos juntas. E mais feliz ainda porque a gente já tinha o André Kubitschek conosco e agora trouxe o PSD inteiro para essa coligação”, definiu. “Nós queremos a Leoa (Celina Leão) reeleita em primeiro turno para descansar, porque não vai parar não, só nas eleições. Mas para ela poder trabalhar ainda mais, dedicada, focada em Brasília.

E-primeira-dama e candidata ao Senado pelo DF, Michelle Bolsonaro elogiou Paulo Octávio e falou do protagonismo feminino na política.

“Estar ao lado do Paulo Octávio é um sentimento de alegria, de privilégio muito grande. Ele é um patrimônio de Brasília. E é motivo de alegria termos mulheres hoje na política. E a nossa diferença é porque nós fazemos uma política com feminilidade. A gente não entra na política pela cota, mas porque as mulheres que entram hoje, entram por uma causa, por uma pauta”, afirmou. “Eu falei para ela (Celina Leão): se você não fosse a candidata ao governo, também não aceitaria essa missão que o meu marido me confiou. Mas estaria aqui junto para trabalhar, trazer recursos, ajudar o Fundo Constitucional, estando ao lado dela, unindo aqui competências para que a gente possa cuidar verdadeiramente da nossa cidade”.