Fundada em Brasília em 1976, a Farmacotécnica construiu uma trajetória marcada pela inovação, pela ética e pelo compromisso de oferecer soluções individualizadas para cada paciente.
Em um mundo cada vez mais padronizado, a Farmacotécnica escolheu seguir um caminho diferente: o da personalização.
Desde 1976, quando foi fundada pelos farmacêuticos Dr. Rogério Tokarski e Dra. Romelita Tokarski, a empresa tem como propósito respeitar a individualidade de cada pessoa, transformando conhecimento científico em cuidado, bem-estar e qualidade de vida.
Ao longo de cinco décadas, a Farmacotécnica acompanhou a evolução da saúde, da tecnologia e das necessidades dos pacientes, mantendo o compromisso que inspirou sua origem: oferecer tratamentos desenvolvidos de forma segura e alinhados às necessidades de cada organismo.
Hoje, a empresa segue fortalecida pela nova geração da família, representada pelas farmacêuticas Rogy Tokarski e Romy Tokarski, que dão continuidade a uma história construída sobre valores sólidos, inovação constante e atenção farmacêutica de excelência.
Para além de ser uma farmácia de manipulação, a Farmacotécnica tornou-se referência em saúde personalizada no Distrito Federal, unindo tradição, ciência e tecnologia para cuidar de milhares de pessoas ao longo de sua trajetória.
“Personalizar a ciência do cuidar é reconhecer que cada pessoa é única.”
Estrutura, inovação, sustentabilidade e futuro
Tradição para confiar. Ciência para evoluir.
Celebrar 50 anos é olhar para o passado com orgulho e para o futuro com responsabilidade.
Ao longo dessa trajetória, a Farmacotécnica consolidou-se como o maior grupo de farmácias de manipulação de Brasília, investindo continuamente em inovação, pesquisa, qualificação profissional e tecnologia de ponta.
São mais de 10 milhões de fórmulas manipuladas, milhares de prescritores atendidos e uma estrutura composta por laboratórios especializados capazes de desenvolver soluções para diferentes necessidades terapêuticas e perfis de pacientes.
Mas os números contam apenas parte dessa história.
O que realmente sustenta a Farmacotécnica há cinco décadas é a confiança construída diariamente com clientes, prescritores, colaboradores e parceiros.
Essa relação também se reflete no compromisso social e ambiental da empresa, em iniciativas como o Projeto Preservar, voltado à educação ambiental, e em ações permanentes de conscientização sobre o descarte correto de medicamentos.
Ao completar 50 anos, a Farmacotécnica reafirma seu propósito de continuar inovando, ampliando fronteiras e contribuindo para uma saúde cada vez mais personalizada, humana e eficiente.
Porque cuidar vai além de manipular fórmulas.
Cuidar é compreender histórias. É respeitar individualidades. É construir bem-estar para as próximas gerações.
Farmacotécnica 50 anos Desde 1976, cuidando de pessoas, histórias e vidas.
Sob comando de Gildo Vianna desde 2024, clube supera dívidas de mais de R$ 2 milhões, troca de técnico no meio da temporada e chega ao vice-campeonato do Candangão, garantindo vaga em competições nacionais em 2027.
Fundado em 1º de janeiro de 1975, o Sobradinho Esporte Clube carrega uma história de altos e baixos raros no futebol do Distrito Federal. O clube já disputou a Série B do Campeonato Brasileiro quatro vezes e a Série C uma vez, tem três títulos candangos e viveu, em 2018, o fim de um jejum de 31 anos ao bater o Brasiliense na decisão. Mas nos últimos anos essa história de tradição convivia com um presente de dificuldades: o time amargava temporadas na segunda divisão do futebol candango e o clube acumulava passivos financeiros.
Foi nesse cenário que Gildo Vianna dos Santos assumiu a presidência, em julho de 2024, sucedendo Túlio Lustosa. Segundo o próprio presidente, a herança recebida ia muito além de uma reformulação técnica: “Encontramos um clube abandonado, com mais de R$ 2 milhões em dívidas trabalhistas e impostos atrasados”, afirma.
“Organizamos a parte contábil para recuperar as Certidões Negativas e, com isso, atrair mais investimentos para o clube.”
A reportagem não teve acesso a balanços ou documentos que permitam confirmar de forma independente o valor total da dívida ou o percentual já quitado. A informação parte do relato do próprio presidente, que também não detalhou prazos para a quitação integral dos débitos trabalhistas nem para a regularização tributária completa.
Três meses depois de assumir, em outubro de 2024, a gestão já colocava o Sobradinho de volta à primeira divisão do Candangão, encerrando um ciclo de temporadas na segunda divisão. Para Gildo, foi o momento mais marcante de sua trajetória à frente do clube até aqui.
Uma temporada de turbulência e superação dentro de campo
Se 2024 marcou o acesso, 2026 testou a reconstrução de um jeito que a diretoria não esperava. O ano começou conturbado: em fevereiro, o técnico Daniel Franco foi demitido às vésperas da última rodada da fase inicial do Candangão, após uma derrota por 3 a 0 para o Samambaia. O treinador, contratado no fim de 2025, vinha de um aproveitamento de 58%, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas em oito jogos, mas a diretoria optou por uma mudança de rumo. Assumiu o comando, de forma interina, o técnico Vinícius La Porta, que vinha do sub-20 e havia comandado a equipe na Copa São Paulo de Futebol Júnior.
A decisão surtiu efeito dentro de campo. Sob La Porta, o Sobradinho eliminou o Samambaia na semifinal e avançou à final do Candangão pela primeira vez em sete anos, algo que não acontecia desde o título de 2018, justamente diante do Brasiliense.
Gildo resume o momento assim: “Foi uma temporada de superação. Conseguimos formar um elenco muito forte, com jogadores bastante dedicados, e uma comissão técnica muito comprometida. Todos sabiam que não tínhamos muitos investimentos, mas jamais faltaram dedicação ou vontade de vencer.”
A decisão aconteceu em 21 de março, no Estádio Mané Garrincha, com público de 43.335 torcedores, o maior registrado em uma final do Candangão nos últimos anos. Depois de 0 a 0 no tempo normal, o título foi decidido nos pênaltis, com o Gama levando a melhor por 5 a 4 e conquistando o bicampeonato, o 15º título de sua história na competição.
Apesar da derrota, o resultado teve um efeito prático importante: o vice-campeonato garantiu ao Sobradinho vaga em competições nacionais de 2027, entre elas a Série D do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Copa Verde. Depois de anos nas divisões de acesso do futebol candango, o clube volta a ter calendário nacional.
Torcedor Fanático
“O Sobradinho Esporte Clube vive um momento muito importante de reestruturação, que renova a esperança de todos os seus torcedores. A reconstrução do clube demonstra planejamento, compromisso e a vontade de recolocar o Sobradinho no lugar de destaque que sua história merece. Como torcedor, fico muito feliz em ver esse trabalho sendo desenvolvido. Um clube forte representa muito mais do que resultados dentro de campo: fortalece a identidade da nossa cidade, incentiva nossos jovens, movimenta a economia local e enche de orgulho toda a população de Sobradinho. Quero parabenizar toda a diretoria pelo empenho, pela dedicação e pela coragem de conduzir esse processo de reconstrução. Tenho confiança de que, com trabalho sério e união, o Sobradinho Esporte Clube continuará crescendo e conquistando cada vez mais espaço no cenário esportivo do Distrito Federal e da região. O Sobradinho é patrimônio da nossa cidade e merece todo o nosso apoio.” Ricardo Vale (PT-DF), deputado distrital , Torcedor Fanático
O gargalo estrutural do futebol candango
Para Gildo, o principal obstáculo do clube não está dentro de campo.
“Nossa maior dificuldade é a falta de investimento, tanto por parte do poder público quanto do setor produtivo do Distrito Federal”, diz. O presidente rebate a percepção de que o futebol do DF não atrai capital: “Existe uma ideia de que o futebol do DF não traz retorno. Na minha concepção, isso é uma falácia. Nosso futebol é um polo de desenvolvimento futebolístico, e daqui já saíram vários craques para o mundo.”
A avaliação de Gildo dialoga com um problema conhecido do futebol do Distrito Federal: historicamente, os clubes candangos têm dificuldade em sustentar investimento e estrutura de forma constante, com equipes que oscilam entre bons ciclos e períodos de esvaziamento financeiro, como o próprio Sobradinho viveu antes de 2024. Fora do relato do presidente, a reportagem não localizou dados públicos e atualizados sobre volume de patrocínio ou investimento privado nos clubes do DF que permitam mensurar com precisão essa defasagem em relação a outros estados.
A aposta na torcida e no Sócio Torcedor
Uma das apostas centrais da gestão é transformar a relação com a torcida em sustentação financeira do projeto.
“Nosso maior patrimônio é a nossa torcida”, afirma Gildo. “Tenho dito que nossa torcida é o principal pilar dessa reconstrução.”
Nos próximos dias, segundo o presidente, o clube deve lançar o programa Sócio Torcedor, iniciativa que pretende formalizar o vínculo entre a comunidade e o clube. “O Sobradinho EC é fruto da comunidade. Todos que conheço, tanto da direção quanto da torcida, pertencem à comunidade de Sobradinho”, diz. Até o fechamento desta reportagem, o clube não havia detalhado publicamente valores de adesão, benefícios ou data exata de lançamento do programa.
Gildo também descreve como equilibra a paixão de torcedor com a responsabilidade de gestor, algo que ele reconhece não ser simples:
“Gosto de assistir aos jogos junto da nossa torcida apaixonada. Às vezes, sou pego fazendo alguns questionamentos durante a partida, e o pessoal que está à minha volta diz: ‘Vai reclamar com o presidente’.”
Categorias de base, futebol feminino e as promessas para o futuro
Além da equipe profissional, a diretoria projeta um plano mais amplo para os próximos anos: retomar as categorias de base, hoje inexistentes no clube, e implementar o futebol feminino. Também está nos planos conquistar um Centro de Treinamento próprio, hoje uma limitação estrutural para clubes de menor orçamento no Distrito Federal.
“O retorno das categorias de base tem sido um dos nossos principais objetivos. Estamos trabalhando para conquistar nosso Centro de Treinamento, onde poderemos transformar o sonho de milhares de crianças e jovens em realidade”, diz Gildo.
Como no caso do Sócio Torcedor, o clube ainda não apresentou cronograma público para a execução desses projetos.
Para o presidente, o papel do clube vai além do resultado esportivo:
“Não vejo o futebol apenas como time profissional. Acredito que o Sobradinho EC pode cumprir um papel muito importante na formação de cidadãos e cidadãs de bem para a nossa sociedade.”
O que vem pela frente
Com vaga garantida em competições nacionais para 2027, o Sobradinho encara agora um teste de outra grandeza: manter, fora dos holofotes de uma final histórica, a organização financeira que a diretoria diz estar construindo desde 2024. A meta declarada pelo presidente é ambiciosa:
“Fazer do Sobradinho EC uma referência para o futebol brasileiro.” Daqui a cinco anos, ele projeta o clube “disputando as maiores competições do nosso futebol”.
Entre o discurso e a prática, o próximo ano será decisivo para medir se a reconstrução do Leão da Serra resistirá ao desafio de competir, ao mesmo tempo, nas ligas nacionais e no equilíbrio das próprias contas
Pirenópolis é eleita a 6ª cidade mais acolhedora do planeta pela Booking.com e revela que hospitalidade de verdade não se aprende em manual.
Era uma tarde de sexta-feira quando Valdélio Muniz desembarcou em Pirenópolis pela segunda vez na vida. A primeira havia sido vinte anos antes, em 2006, quando o analista judiciário de Fortaleza resolveu conhecer o interior de Goiás quase por acaso. Desta vez, voltava com uma missão diferente: provar para si mesmo que a memória não havia mentido.
O taxista que o buscou na rodoviária foi o primeiro a fazer essa prova por ele. Não apenas levou a bagagem. Contou histórias da cidade, indicou cachoeiras, perguntou de onde vinha. Quando chegou à pousada, o café da manhã do dia seguinte servido pela própria família proprietária, com tempo, carinho e sem pressa confirmou o que ele suspeitava desde o primeiro abraço da viagem: Pirenópolis não havia mudado no que importava.
“Pirenópolis se diferencia exatamente pelo seu espírito acolhedor”, diz ele. “É algo difícil de descrever, mas, além da sensação de segurança e de tranquilidade ao andar pelas ruas, a cidade consegue nos fazer sentir acolhidos não como meros turistas que passam e movimentam a economia, mas como se fôssemos parte da cidade ou quase da família. É algo que só se entende mesmo vivenciando.”
O que Valdélio viveu em abril tem agora um número e um endereço no mapa do turismo global.
Em 2026, a Booking.com divulgou o Traveller Review Awards o mais rigoroso ranking de hospitalidade do mundo, construído com base em mais de 370 milhões de avaliações verificadas de viajantes em 221 países e Pirenópolis apareceu na sexta posição entre os destinos mais acolhedores do planeta. Foi a única cidade brasileira no Top 10. Ao lado de Montepulciano (Itália), Takayama (Japão), Magong (Taiwan), San Martín de los Andes (Argentina) e Harrogate (Reino Unido).Uma cidade goiana de interior, a 150 quilômetros de Brasília, com ruas de pedra quartzítica, cavaleiros em armaduras medievais e café da manhã entregue numa cesta no quarto, dividindo um pódio com os destinos mais charmosos da Europa e da Ásia. Isso é Pirenópolis.
Rua principal do lazer durante a noite — movimento de turistas Foto: acervo Prefeitura de Pirenópolis
O QUE O PRÊMIO MEDE E O QUE ELE REVELA
O Traveller Review Awards não premia o hotel mais caro, a cidade mais bonita ou o resort com mais estrelas. O critério é preciso e democrático: a proporção de meios de hospedagem locais que receberam avaliações superiores a 8 na plataforma, combinada ao volume e à consistência dessas notas ao longo do ano. Na prática, isso significa que o prêmio mede o cotidiano o café da manhã de todo dia, o funcionário que atende às 23h, o sorriso na saída. Pirenópolis tem mais de 400 pousadas cadastradas. Para que a cidade chegasse ao sexto lugar do mundo, a esmagadora maioria delas precisou ser avaliada bem, com regularidade, por hóspedes reais. Não é um resultado de marketing. É um resultado de cultura.
“O reconhecimento foi recebido com muita alegria e orgulho”, disse a Secretaria Municipal de Turismo ao ser consultada pela Revista 61Brasilia /62 Goiás . “Esse resultado é consequência de um trabalho construído ao longo de muitos anos, envolvendo poder público, empresários, trabalhadores do turismo e toda a comunidade local.”
A premiação, segundo a própria gestão municipal, tem impactos que se percebem no médio e longo prazo ainda não há dados consolidados que atribuam um pico de reservas exclusivamente ao prêmio. Mas os sinais chegam pelos canais mais imediatos: nas pousadas, os hóspedes estão mencionando o ranking durante as consultas. Estão chegando de cidades mais distantes. E chegando com expectativas mais altas.
A POUSADA QUE O MUNDO ESCOLHEU
Em todas as cidades do Top 10, a Booking.com destacou um endereço como recomendação oficial.
Em Pirenópolis, a escolha foi a Confraria da Prata uma pousada de charme no coração do Centro Histórico, tocada pelo casal Tadeu Fregonasse e Isabella, com jardim, honest bar e café da manhã entregue em cesta no quarto, no horário escolhido pelo hóspede.
Tadeu não costuma pensar em hospitalidade como estratégia. Pensa como gesto. Quando um casal fez reserva mencionando que comemoraria aniversário de casamento, ele e Isabella prepararam flores na cama, espumante, bilhete e chocolate. Coisas simples, como ele mesmo diz. Nadespedida, o casal contou que havia sido a primeira viagem em anos em que tinham conseguido realmente desacelerar.
Casal Isabella e Tadeu Fragonesse, proprietários Confraria da Prata
“Mais do que hospedar pessoas, temos a oportunidade de participar de momentos importantes da vida delas e criar recordações.”
Geovani Ribeiro, proprietário do Villa do Comendador , Dádiva Hotel Boutique e Casarão Villa do Império.
O prêmio chegou como surpresa e como confirmação. “Foi uma mistura de surpresa, orgulho e gratidão”, diz Tadeu. “Receber um reconhecimento desse porte, baseado principalmente na avaliação dos próprios hóspedes, tem um significado muito especial. Aqui na pousada, compartilhamos a notícia com toda a equipe e celebramos juntos, porque entendemos que esse prêmio pertence a cada pessoa envolvida.”
Para Tadeu, hospitalidade nasce da empatia mas pode ser ensinada. A Confraria investe em processos, treinamentos e, sobretudo, em algo que não tem nome técnico: atenção ao detalhe.
“O atendimento diferenciado surge quando técnica e sensibilidade caminham juntas”, resume.
“Receber bem é fazer alguém se sentir feliz por estar ali. É tratar com carinho, abrir a porta com um sorriso, mostrar as coisas bonitas do lugar e fazer com que a pessoa vá embora querendo voltar.”
Rede apresenta novidades inspiradas na estação, com ingredientes típicos e sabores que valorizam o período mais frio do ano.
Com a chegada do inverno, o Fogo de Chão, uma das mais renomadas redes de restaurantes especializadas em carnes do mundo, com mais de 100 unidades em território internacional, reforça sua tradição de sempre inovar seu menu para proporcionar as melhores experiências gastronômicas aos clientes.
Reconhecido pela qualidade dos cortes nobres, o restaurante amplia seu cardápio com receitas sazonais. Entre as novidades para este ano estão a Salada de Pinhão, que valoriza um dos ingredientes mais tradicionais do inverno brasileiro; a Sopa de Abóbora e Batata-Doce, preparada com abóbora pescoço e batata-doce laranja, que passa a substituir a tradicional sopa de lentilha; e o Hummus de Inverno, servido com cobertura de abóbora, queijo e romã, ocupando o lugar da versão de outono da receita.
Segundo Paulo Antunes, Country Manager Brasil do Fogo de Chão, as novidades reforçam o compromisso da marca em proporcionar vivências alinhadas às características de cada estação. “Buscamos constantemente inovar sem abrir mão da essência do Fogo de Chão. As receitas foram desenvolvidas para oferecer ainda mais aconchego e sabor aos nossos clientes, valorizando ingredientes que remetem ao período e complementam perfeitamente a experiência do nosso autêntico churrasco gaúcho”, afirma.
As novas opções estão disponíveis no Buffet de Saladas e acompanham também o Rodízio de 1 corte, em que é possível customizar o prato com a proteína de preferência: Fraldinha, Alcatra, Filé Mignon, Costela Premium ou Galeto.
Sobre o Fogo de Chão
O Fogo de Chão permite que seus clientes descubram uma novidade a cada instante. As unidades oferecem cardápios diferenciados para todas as horas do dia, incluindo almoço, jantar, eventos para grupos sociais ou corporativos, serviço completo de catering e opções em um menu especial para o Happy Hour com petiscos especiais.
Nesta entrevista exclusiva, o deputado Jefferson Rodrigues abre os bastidores de sua trajetória pessoal e pública. Ele relembra a infância na Vila Brasília, o crescimento de Aparecida de Goiânia e a forte formação humanista transmitida por seus pais. O parlamentar detalha a sua transição para a liderança evangélica, explica como consolidou uma gestão técnica e laica na Secretaria de Assuntos Religiosos, analisa o mosaico cultural do interior goiano e revela a sua postura de lealdade e respeito junto a grandes líderes políticos do Estado.
Origens, o Crescimento de Aparecida e as Lições de Cidadania
Deputado Jefferson Rodrigues, nos fale sobre a sua trajetória pessoal e política, e o que o senhor projeta para esta renovação de mandato nas eleições de 2026.
Deputado Jefferson Rodrigues: É um prazer imenso e uma grande satisfação estar aqui com você, Edson. Antes de falarmos sobre o papel do homem público, considero fundamental que as pessoas entendam as motivações do político, as suas bandeiras e as experiências que moldaram os seus valores. Minhas raízes estão ligadas a pais baianos que foram pioneiros em Aparecida de Goiânia, mais precisamente no bairro Vila Brasília. Quando a minha família se estabeleceu ali, o município contava com pouco mais de 15.600 habitantes; hoje, estamos a falar de uma potência com mais de 650 mil moradores. Meu pai foi um dos primeiros a acreditar naquela região.
O senhor frequentemente menciona que a sua infância e adolescência foram períodos de muita superação devido a problemas crónicos de saúde. Como foi conviver com essas limitações?
Jefferson Rodrigues: Fui acometido muito cedo por uma bronquite severa que acabou evoluindo para um quadro de asma. Praticamente desde os meus dois anos de idade até completar os 18 anos, a minha rotina consistia em sucessivas internações hospitalares decorrentes de crises de broncopneumonia e complicações de diabetes. O meu sistema respiratório era tão debilitado que eu guardava um profundo sentimento de vergonha na adolescência: eu precisava caminhar pelas ruas protegendo-me com uma sombrinha. Se o sol forte batesse diretamente em mim, as minhas defesas baixavam e eu ficava exausto, sem forças para respirar. Para ter uma ideia, anos mais tarde, exames apontavam manchas nos meus pulmões causadas pelo esforço hercúleo que eu fazia na época para buscar o ar.
E como era o cotidiano dessas idas frequentes às unidades de saúde?
Jefferson Rodrigues: Era uma rotina quase diária, principalmente nas madrugadas. Ali, no ambiente de emergência, convivi de perto com o ápice do sofrimento humano. Via pacientes com dores agudas, casos graves e acidentados que chegavam em situações extremas. Mas foi exatamente esse cenário que despertou em mim uma sensibilidade profunda pelo próximo, algo que foi amplificado pela postura dos meus pais.
Como os seus pais atuaram para moldar esse seu lado voltado para o social?
Jefferson Rodrigues: A influência deles foi total. O meu pai era um homem extraordinariamente humanista, e a minha mãe compartilhava dessa visão. Ele era um membro muito ativo da Igreja Católica, líder de movimentos de casais. Ele fazia questão de me levar, juntamente com a minha irmã, para participar de visitas de caridade. Ele dizia: “Eu quero que vocês conheçam a realidade para entenderem a vida”. Visitávamos os internos da A Vila São Cottolengo (Trindade – GO), colónias de hanseníase, lares de idosos e orfanatos. A frase dele ecoava: “Dá valor ao que tu tens”.
Na vida profissional, o seu pai atuava como contador. A rigidez moral dele nos negócios também o marcou?
Jefferson Rodrigues: Marcou profundamente. O meu pai operava numa linha de honestidade que por vezes trazia dificuldades financeiras para a nossa casa. Lembro-me de clientes que o procuravam dispostos a pagar para abrir uma empresa. Mesmo precisando do dinheiro dos honorários, ele analisava o cenário e dizia: “Olha, tu não deves abrir este negócio agora, tens estes problemas, não vai dar certo”. Com os fiscais de tributos, a postura dele era idêntica. Ele dizia: “Eu não minto para duas pessoas: o meu cliente e o fiscal. Se o fiscal perguntar, eu direi exatamente quem paga os impostos de forma correta e quem não paga”. Os fiscais confiavam tanto na integridade dele que nem checavam os livros dos clientes que ele avalizava. Cresci sob este legado de total sinceridade.
A Juventude Rebelde, o Alcoolismo e o Choque da Conversão
Edson Crisóstomo: Diante de uma infância tão restritiva por conta das doenças, como se deu a transição para a sua juventude e a sua posterior mudança de estilo de vida?
Jefferson Rodrigues: A reviravolta aconteceu por volta dos meus 17 anos. Um médico examinou-me e disse que, pelo histórico de medicamentos pesados que tomei a vida inteira, eu teria poucos anos de vida pela frente. Aquilo gerou um impacto profundo. Pensei: “Bem, se me resta pouco tempo, eu vou curtir a vida”. Foi aí que me juntei a uma tribo de roqueiros e adotei a filosofia da “vida louca”.
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| BOX: SÍNTESE DO PERFIL PARLAMENTAR |
| • Origem: Vila Brasília, Aparecida de Goiânia (Pioneiros). |
| • Formação: Forte base humanista e social desde a infância. |
| • Experiência Executiva: Secretário de Assuntos Religiosos (2011). |
| • Evolução Eleitoral: Crescimento contínuo de 24 mil para 45 mil |
| votos nas urnas estaduais goianas. |
| • Desempenho Partidário: Um dos fundadores históricos da legenda, |
| tendo rodado mais de 110 mil km para consolidar bases. |
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Como era o Jefferson dessa fase roqueira e como o alcoolismo começou a tomar conta da sua rotina?
Jefferson Rodrigues: Eu mergulhei de cabeça no estereótipo do roqueiro rebelde e desleixado. Meus amigos consumiam substâncias químicas variadas, mas, devido ao meu histórico pulmonar, eles tinham zelo por mim e diziam: “Jefferson, tu tens problemas graves de asma. Não uses nada disso, limita-te apenas a beber”. Eu acatei. Comecei a beber nos finais de semana e, em pouco tempo, o hábito tornou-se diário. Eu andava sujo, usava uma jaqueta de cabedal que ficou sem lavar por anos e colocava naftalina nos bolsos para disfarçar o cheiro. Na porta do meu quarto, fixei um cartaz de aviso: “Quarto condenado, perigo, não entre”. Meu pai olhava para aquilo com uma tristeza dilacerante.
De que maneira a fé entrou na sua casa e transformou a sua realidade e a da sua família?
Jefferson Rodrigues: A porta de entrada foi a minha irmã. Ela passou por uma desilusão amorosa devastadora na adolescência, o que a desestruturou emocionalmente e gerou muito sofrimento em casa. Um dia, ela entrou na Igreja Universal e experimentou uma transformação radical. Meu pai, sendo um católico fervoroso e ministro da Eucaristia, não aceitou bem no início. Gerou-se um clima tenso dentro do lar. Diante disso, o pastor orientou a minha irmã a orar, afirmando que Deus haveria de converter alguém daquela casa para ser o seu ponto de apoio. Ela veio até mi e profetizou que eu seria essa pessoa. No início eu zombei, mas acabei por aceitar o convite para ir à igreja. Ali, tive o meu encontro real com Deus. Fui liberto do alcoolismo, curado das minhas debilidades físicas e, anos mais tarde, tornei-me pastor e abracei essa vocação.
Projeto reúne apartamentos, gardens e coberturas em uma das regiões com maior potencial de valorização da capital federal_
A PaulOOctavio lança oficialmente neste sábado, dia 27 de junho, o 6Sul, seu mais novo empreendimento imobiliário em Brasília. Localizado no Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS), uma das regiões mais estratégicas e promissoras da Capital Federal, o projeto foi concebido para atender um público que busca praticidade, conforto, mobilidade e potencial de valorização patrimonial.
Com duas torres e 217 unidades, o 6Sul apresenta um conceito contemporâneo, combinando arquitetura moderna, áreas de lazer completas, soluções tecnológicas e uma localização privilegiada próxima aos principais centros comerciais, gastronômicos e de serviços da cidade.
O empreendimento oferece diversas tipologias de plantas, incluindo unidades de dois e três quartos, apartamentos garden, unidades duplex e coberturas lineares. As metragens variam de 57m² a 132m², atendendo diferentes perfis de moradores e investidores.
O projeto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência residencial diferenciada, com ambientes integrados, infraestrutura para ar-condicionado, pontos para lava-louças, aquecimento de água, cabeamento estruturado e acabamentos de alto padrão. Algumas unidades contam ainda com terraços privativos, espaço para SPA, closet integrado à suíte e áreas externas exclusivas.
Além das unidades privativas, o 6Sul se destaca pela ampla oferta de lazer e conveniência. Entre os espaços disponíveis estão piscina, SPA, sauna, academia coberta e ao ar livre, salão de festas, espaço gourmet, salão de jogos, coworking com terraço, pet care, espaço delivery, churrasqueiras e quadra de beach tennis.
A segurança também recebeu atenção especial no desenvolvimento do projeto. O empreendimento contará com controle de acesso por biometria ou reconhecimento facial, monitoramento por circuito fechado de TV (CFTV), sistema de prevenção e combate a incêndio, detector de vazamento de gás nas unidades e controle eletrônico de acesso às garagens.
Outro diferencial é o compromisso com a sustentabilidade. O 6Sul incorpora soluções que promovem o uso racional dos recursos naturais, como iluminação em LED nas áreas comuns, medição individualizada de água, energia e gás, sensores de presença, dispositivos economizadores de água e melhor aproveitamento da ventilação e iluminação naturais. A infraestrutura foi planejada para acompanhar as novas demandas urbanas e inclui vagas para carros elétricos, bicicletários coletivos e serviços pay per use, como lavanderia e internet condominial.
A localização é um dos grandes atrativos do empreendimento. Situado em área consolidada da cidade, o 6Sul possui acesso facilitado às principais vias do Distrito Federal, além de estar próximo à estação de metrô, à Rodoviária Interestadual, a centros empresariais, shopping centers, supermercados e polos gastronômicos.
Com mais de cinco décadas de atuação no mercado e mais de 9,7 milhões de metros quadrados construídos, a Paulo Octavio reforça, com o lançamento do 6Sul, seu compromisso com a inovação, a qualidade construtiva e o desenvolvimento urbano sustentável de Brasília.
*Serviço*
*Lançamento 6Sul
*Data:* 27 de junho de 2026
*Local:* Central de Vendas Paulo Octavio – SMAS Trecho 3, Lotes 6 e 7
*Informações:* (61) 3326-2222
*www.paulooctavio.com.br*