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terça-feira, agosto 4, 2026
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PDT confirma apoio à reeleição do presidente Lula durante Convenção Nacional

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Legenda é a primeira a oficializar, em votação partidária, o apoio à candidatura de Lula em 2026.

Lideranças do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de todo o país participaram, nesta segunda-feira (20), da Convenção Nacional Partidária e Eleitoral, realizada na sede nacional da legenda, em Brasília.

Entre as principais deliberações do encontro, o PDT oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026.

Durante a reunião, os integrantes do Diretório Nacional também analisaram a conjuntura política do país, elegeram a nova Executiva Nacional e deliberaram sobre temas relacionados à organização partidária e às estratégias para o próximo pleito.

A senadora Leila do Vôlei (DF) destacou a unidade do partido em torno da reeleição do presidente Lula e afirmou que o Brasil vem retomando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social desde 2023.

“Durante a pandemia, o Brasil viveu um dos momentos mais difíceis da sua história. Além da crise sanitária, vimos o desmonte de políticas públicas e o avanço da fome e da desigualdade. O PDT esteve ao lado do presidente Lula na reconstrução do país e temos a certeza de que estamos do lado certo da história: ao lado do povo brasileiro. Agora, diante de um cenário internacional cada vez mais desafiador, é hora de fortalecer a democracia, defender a soberania nacional e consolidar programas e projetos para construirmos um Brasil mais justo para todos”, afirmou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que o país precisa preservar os avanços conquistados nos últimos anos e impedir retrocessos democráticos. Ele destacou a recuperação da economia, a redução do desemprego e o combate à insegurança alimentar, além de defender investimentos em educação como instrumento para o desenvolvimento de um país soberano.

“Mesmo sem ter um diploma universitário, sou o presidente que mais construiu universidades e institutos federais neste país. Sei que não existe nada mais necessário, barato e eficaz para o desenvolvimento e fortalecimento do país do que investir em educação. Por isso, não temos o direito de permitir que o negacionismo e o fascismo voltem a governar este país para destruir os avanços que temos conquistado”, afirmou Lula.

Defesa da democracia e da soberania nacional marca convenção

Em seus discursos, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, defenderam a união das forças democráticas diante do avanço da extrema direita no mundo e reforçaram a importância da soberania nacional como eixo central da aliança entre os partidos.

Carlos Lupi afirmou que o apoio do PDT ao presidente Lula está diretamente ligado à trajetória histórica da legenda na defesa dos trabalhadores, da democracia e dos interesses nacionais.

“Nós temos um lado na história. Uma história de luta pelos brasileiros, uma luta pela nossa soberania e contra o imperialismo que tenta impedir o crescimento do Brasil. É esse histórico que nos faz apoiar o presidente Lula nessas eleições. Nós não podemos aceitar que nossa riqueza seja entregue a outras nações. A humanidade levou anos para construir as bases democráticas e de preservação dos direitos humanos. E estamos vendo essas conquistas serem destruídas pela ganância de Donald Trump, que representa o retrocesso e a desunião.”

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, classificou a eleição de 2026 como uma das mais importantes da história recente do país. Segundo ele, o fortalecimento do autoritarismo e da extrema direita exige a construção de uma ampla frente comprometida com a democracia.

“A eleição deste ano é importante não apenas para a continuidade do processo de reconstrução do país, das políticas públicas e de uma economia que cresce de forma sustentável. Reeleger o presidente Lula significa também sinalizar para o mundo que é possível a democracia vencer a barbárie e o fascismo.”

Edinho também defendeu a construção de uma aliança comprometida com as futuras gerações e com a defesa da soberania brasileira.

“Estamos construindo uma aliança para deixar um legado para as futuras gerações. O Brasil não é quintal nem puxadinho dos Estados Unidos. Queremos construir um país onde nossas riquezas pertençam ao povo brasileiro e onde haja igualdade de oportunidades para todos.”

O MENINO DE PALMEIRAS

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Como um filho do interior goiano construiu, tijolo por tijolo, um dos maiores legados da história política do seu estado.

Tinha catorze anos quando entrou pela primeira vez num cartório. Palmeiras de Goiás, interior do estado, três mil habitantes, ruas sem asfalto. Chão de terra, poeira no verão, lama no inverno. O menino Marconi entrou lá para trabalhar: a família não tinha folga no orçamento e ele, como primogênito, sabia disso desde cedo.

Antes do cartório, havia vendido picolé e trabalhado no açougue. Antes do açougue, na farmácia. Onze, doze, treze, catorze anos. Um emprego novo a cada ano. E antes de tudo isso, engraxate e vendedor de rua: frutas e quitutes preparados pela mãe, oferecidos de porta em porta pelas ruas sem calçamento da cidadezinha. Era assim que a casa girava e que ele aprendia o que a vida custava e o que o trabalho valia.

Marconi Ferreira Perillo Júnior nasceu em 7 de março de 1963. O registro diz Goiânia, porque na época as mães do interior iam à capital para dar à luz em condições seguras. Mas Marconi se considera de Palmeiras. Foi ali que ele cresceu, que brincou nas ruas com o filho do fazendeiro e com o filho do carroceiro, sem distinção de classe. Foi ali que aprendeu, antes de qualquer escola formal, que a política começa na convivência em comunidade.

“Na rua em que eu morava, morava engenheiro, médico, mas morava também a pessoa que tinha uma carroça, o outro que era lenhador. As classes todas estavam ali próximas umas das outras, e havia uma solidariedade natural. A gente brincava todo mundo junto, não tinha qualquer distinção”, lembra ele.

Com quinze anos, foi para Goiânia. Mergulhou nos estudos e tentou três cursos universitários: Ciências Sociais, Engenharia, Direito. Não concluiu nenhum, porque a política chegou em sua vida antes de qualquer diploma. Só décadas depois, já senador, ele voltaria às salas de aula para concluir o curso de Direito, porque Marconi não costuma deixar histórias incompletas.

O CHAMADO

A década de 1980 no Brasil era um caldeirão. O país saía da ditadura, a democracia ainda engatinhava e os jovens que tinham convicção iam para as ruas ou para os partidos. Marconi foi para os partidos. Aos vinte e poucos anos, já presidia o PMDB Jovem de Goiás. Depois, o diretório nacional da Juventude do PMDB.

Foi ao lado de Henrique Santillo, governador e figura paterna da política goiana, que ele aprendeu o ofício de gestão pública por dentro. Como assessor especial do governador, em 1987, via de perto o que um estado exige de quem o governa: capacidade de decidir, tolerância à pressão, visão de longo prazo.

Em 1991, foi eleito deputado estadual. Em 1995, chegou à Câmara dos Deputados em Brasília, já pelo PSDB. Na relatoria que transformou a falsificação de alimentos e medicamentos em crime hediondo, havia algo mais do que uma votação parlamentar: havia um filho de família simples que sabia, na pele, o que significa não ter acesso ao básico.

O MAIS JOVEM

Em 1998, Marconi Perillo tinha 35 anos e decidiu disputar o governo de Goiás. Seu adversário era Iris Rezende, nome histórico e figura que parecia inamovível no imaginário goiano. No segundo turno, Marconi venceu. Tornou-se o governador mais jovem do Brasil naquele momento.

O que ele construiu nos anos seguintes, é parte da paisagem viva de Goiás até hoje. As 90 unidades do Vapt Vupt levaram serviços do estado para perto das pessoas. A Universidade Estadual de Goiás criou oportunidades de ensino superior onde elas não existiam. O Renda Cidadã foi precursor das políticas de transferência que depois se espalharam pelo país. A Barragem do Ribeirão João Leite e 88 estações de tratamento de esgoto traduziram saneamento como política de dignidade. Na educação, foram 71 escolas militares e 150 unidades no padrão Século 21, que redefiniram a rede pública estadual. 10 presídios construídos ajudaram a reorganizar o sistema prisional. O CRER, o Centro de Reabilitação e Readaptação, tornou-se referência nacional no atendimento a pessoas com deficiência.

O Governo Itinerante, que levava o poder executivo para dentro dos municípios mais distantes, não era apenas logística. Era uma afirmação: ele era um governador que olhava também para o interior.

“Uma das coisas que me faz feliz é o fato de que em todas as pesquisas, a maioria dos goianos reconhece que os governos de Marconi foram os mais inovadores e modernizantes da história do Estado”, afirma ele.

Reeleito em 2002, aprofundou obras e programas. Em 2006, renunciou ao cargo para disputar o Senado e foi eleito com mais de dois milhões de votos, a maior votação proporcional para o Senado no país naquele ano.

 

O RETORNO E O APROFUNDAMENTO

Em 2010, voltou ao Palácio das Esmeraldas para o terceiro mandato e em 2014 para o quarto. Ao todo, dezesseis anos à frente do executivo goiano, uma trajetória que poucos estadistas brasileiros construíram. Nesse período, Goiás chegou ao primeiro lugar no IDEB do Ensino Médio. Foram construídos hospitais regionais, Colégios Militares, o HUGOL, o Aeroporto de Cargas de Anápolis. Foram duplicadas rodovias que antes eram promessa. Foram criados programas, como a Bolsa Universitária e o Banco do Povo, que mudaram trajetórias de pessoas de todas as regiões do estado.

Marconi não governou Goiás por dezesseis anos fazendo suas próprias vontades, governou com um planejamento duradouro, que seguiu dando frutos mesmo após o fim de seus mandatos.

A QUEDA E A LIÇÃO

2018 foi o ano mais duro. Marconi deixou o governo para disputar o Senado e perdeu. Ficou em quinto lugar. Para quem havia vencido todas as eleições que disputara, a derrota chegou como um choque que a política, eventualmente, cobra de todos.

Mas o que aconteceu depois da derrota é o que o define tanto quanto as vitórias. Marconi foi para o setor privado. Trabalhou. Aprendeu, por dentro, como funcionava a engrenagem da iniciativa privada: a tomada de decisão sem o amparo da estrutura estatal, a gestão de recursos sem a garantia do orçamento público. Colheu algo que o poder raramente oferece: distância crítica de si mesmo.

“A gente aprende muita coisa quando a gente perde. Você aprende a conhecer um pouco mais a alma humana. Nem todo mundo é generoso, nem todo mundo é leal, nem todo mundo é solidário quando você precisa”, disse ele, sem amargura.

Houve investigações e narrativas construídas por adversários. Mas, ao final, vieram as absolvições. E, mais do que isso, uma convicção que ele carrega como escudo:

“Não vou deixar que malandros construam minha biografia com a sua narrativa.”

Aprendeu também, nesse período, algo que poucos políticos conseguem: rezar pelos adversários sem fingimento.

“Todos os dias, quando eu rezo, eu rezo pelos meus adversários. Para que eles abrandem o coração deles e sejam menos cruéis”, contou.

É o que ele chama de virar a página. Não esquecer, mas seguir sem mágoa.

O HOMEM QUE VOLTOU

Hoje, Marconi Perillo tem 63 anos, preside o Instituto Teotônio Vilela após dois anos à frente do PSDB, período em que o partido voltou a crescer. Em 2026, disputa de novo o governo de Goiás. Mas o homem que disputa agora não é o mesmo de 1998, nem o de 2010. É alguém que passou pelo topo, pela derrota, pelo isolamento, pelo setor privado, pelas absolvições e voltou com algo que só a experiência madura carrega: a capacidade de ouvir antes de falar.

O estado que ele governou cresceu. Goiás é hoje a nona maior economia do Brasil. Parte do que foi plantado naquelas gestões, o saneamento, as universidades, as rodovias, os programas sociais, germinou e deu fruto. E parte do que poderia ter avançado ainda espera alguém que conhece o terreno para seguir em frente.

Marconi não governa Goiás desde 2018. Mas Goiás ainda está, em muitos aspectos, sobre o alicerce que ele ajudou a construir. É desse alicerce que ele fala quando diz que o passado é a credencial para o futuro.

O menino de Palmeiras que engraxava sapatos e vendia frutas nas ruas de chão de terra aprendeu, antes de qualquer coisa, que nada se constrói sem trabalho e que o Estado de Goiás pode mais.

 

Rogério e Romelita Tokarski celebraram 50 anos de casamento

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Em uma emocionante cerimônia de renovação de votos, cercados por familiares e amigos. Fundadores da Farmacotécnica, referência em farmácia magistral em Brasília, o casal também comemora os 50 anos da empresa em 2026, celebrando um legado construído com amor, trabalho e dedicação à saúde.

Cappelli propõe Fila Zero e critica desperdícios na saúde do DF

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Pré-candidato afirma que problema é de gestão, critica o modelo do IGES-DF e diz que reorganização dos gastos permitirá ampliar cirurgias, consultas e exames

O Distrito Federal terá, em 2026, um dos maiores orçamentos de sua história. A Lei Orçamentária Anual aprovada pela Câmara Legislativa prevê R$ 74,4 bilhões para o governo local. Apenas o Fundo Constitucional do Distrito Federal destinará R$ 7,89 bilhões à saúde, valor que deverá subir para R$ 8,52 bilhões em 2027, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada pela CLDF. Para o pré-candidato ao Governo do DF, Ricardo Cappelli (PSB), esses números demonstram que o problema da saúde pública não é falta de recursos, mas a forma como o dinheiro vem sendo administrado.

“O Distrito Federal tem dinheiro. O que falta é gestão”, afirma Cappelli ao defender o programa Fila Zero, que promete reduzir drasticamente o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias na rede pública.

Os gargalos da assistência podem ser acompanhados pelo Mapa Social da Saúde, ferramenta oficial desenvolvida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que reúne dados do SISREG/DATASUS e monitora, em tempo real, a demanda reprimida por consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas. O painel mostra o volume de solicitações, os tempos de espera e as especialidades com maior pressão sobre a rede pública. Para Cappelli, a existência de milhares de pessoas aguardando atendimento, mesmo diante de um orçamento bilionário, evidencia um problema estrutural de gestão.

Um dos principais alvos das críticas do pré-candidato é o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IGES-DF). Cappelli afirma que o modelo perdeu sua finalidade original e transformou-se em um “cabide de empregos”, consumindo recursos que deveriam ser destinados diretamente ao atendimento da população. Na avaliação do ex-presidente da ABDI e ex-secretário-executivo do Ministério da Justiça, reorganizar contratos, reduzir desperdícios, fortalecer a Secretaria de Saúde e profissionalizar a gestão permitiria ampliar a capacidade da rede sem depender exclusivamente de novos aportes financeiros.

“Se fizer as coisas certinhas, vai sobrar dinheiro”, resume o pré-candidato ao explicar como pretende financiar a proposta de zerar as filas.

O Governo do Distrito Federal sustenta que tem ampliado o número de cirurgias eletivas por meio do programa OperaDF e implantado ferramentas de monitoramento para acelerar o atendimento. Cappelli, porém, afirma que os resultados ainda estão longe das necessidades da população e que a prioridade de um novo governo deve ser fazer com que cada real destinado à saúde se transforme em atendimento efetivo.

Transformar indignação em participação”: PDT-DF oficializa entrada de novos filiados*

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O PDT do Distrito Federal promoveu, nesta terça-feira (14), um ato de filiação coletiva que marcou a entrada oficial de quase 80 novos integrantes. A iniciativa foi articulada pela pré-candidata a deputada federal Professora Fátima Sousa, que mobilizou lideranças comunitárias, educadores, profissionais de saúde, estudantes e representantes de movimentos sociais do Distrito Federal.

O evento, realizado na sede nacional da legenda, em Brasília, contou com a presença do presidente nacional, Carlos Lupi, do presidente interino da regional no DF, Peniel Pacheco, e da presidente licenciada da sigla no Distrito Federal, senadora Leila do Vôlei.

O ato visa a ampliação da participação popular no partido. “Estamos promovendo um movimento significativo de filiações para o PDT, que engloba tanto as fichas já preenchidas presencialmente quanto aquelas que ainda estão sendo finalizadas, com uma expectativa de alcançar 120 novas pessoas no total. O nosso principal objetivo é o fortalecimento partidário”, afirmou a Professora Fátima.

A pré-candidata também destacou que o trabalho de mobilização está voltado à formação de novas lideranças e ao fortalecimento da participação feminina na política. “Temos um olhar muito atento para a ampliação do espaço das mulheres na política e para a consolidação da Ação da Mulher Trabalhista (AMT). Queremos preparar e mobilizar novas lideranças para que se tornem apoiadores eleitorais potenciais, impulsionando essa caminhada em conjunto e reforçando a nossa presença na base”, completou.

Conforme ela, o que motivou essa filiação coletiva foi o desejo de transformar indignação em participação. “Muita gente quer mudar a realidade da sua cidade, mas não encontra espaço na política tradicional. O PDT abriu as portas, e essas 60 pessoas chegam para construir, com trabalho de base, um projeto de futuro para o Distrito Federal”.

*Crescimento nas cidades do DF*
O crescimento do PDT-DF tem sido impulsionado pelo fortalecimento dos diretórios locais, pela aproximação com lideranças comunitárias e pela ampliação do diálogo com diversos segmentos da sociedade.

A senadora Leila do Vôlei destacou que esse avanço é resultado de um trabalho contínuo de organização e presença nos territórios. “Esse crescimento não aconteceu por acaso. Foi construído cidade por cidade, no diálogo direto com a população, e junto aos segmentos que fazem a nossa militância pulsar: a juventude, as mulheres, a negritude. Cada nova filiação representa uma pessoa que acredita que o DF pode ser mais justo e mais igual. É essa energia que vai mover o partido em 2026”.

*Novos filiados*
Entre os novos filiados está a estudante de Relações Internacionais Maria Paula Veras, de 22 anos, moradora de Taguatinga. Ela conta que já tinha o desejo de ingressar na política partidária, mas foi ao conhecer a história e os valores do PDT que decidiu oficializar sua filiação. “Eu já queria me filiar a algum partido, mas ainda não tinha certeza. Hoje conheci toda a história do PDT e me encantei. Foi isso que me fez ter certeza da minha decisão. Também sou muito ativista do movimento das mulheres e quero trazer essa atuação para dentro do partido, trabalhando com as mulheres e com o movimento jovem”, afirmou.

Também passou a integrar os quadros do PDT Pedro Hugo Rodrigues Barbosa, de 20 anos, estudante de Relações Internacionais e autônomo. Para ele, a identificação com a história da legenda e com seu compromisso com o desenvolvimento do país foi determinante para a decisão. “Pesquisei sobre a história do partido, sobre as pessoas que fazem parte dele, o ativismo que desenvolve e as grandes personalidades que o fundaram. O que mais me identificou foi o aspecto desenvolvimentista. Eu acredito em um Brasil mais desenvolvido no futuro e quero contribuir para que o PDT caminhe nessa direção”, destacou.

Com a chegada dos novos filiados, o PDT-DF amplia sua presença nas regiões administrativas do Distrito Federal, fortalece sua militância e consolida o trabalho de construção coletiva para as eleições de 2026, com foco na formação de novas lideranças e na defesa de um projeto de desenvolvimento para o DF e para o Brasil.

Olá, meus amigos minhas amigas.

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Quem me conhece sabe que minha caminhada na defesa da previdência complementar não começou ontem.

Como diretor de Fundo de Pensão eleito legitimamente pelos participantes, travei grandes batalhas em várias tribunas, conselhos e colegiados para blindar os direitos e o patrimônio dos nossos trabalhadores.

Eu sei o peso de proteger o suor de uma vida inteira.

Hoje, vendo as constantes ameaças que rondam os nossos benefícios e geram tanta angústia para o futuro, decidi dar um passo adiante.

Sou pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-DF porque entendo que a nossa luta técnica precisa virar força política no Congresso Nacional.

Conheço o sistema por dentro e sei como defender os Participantes nessa nova e decisiva tribuna.

A partir de agora, estaremos trazendo para conhecimento e debates alguns dos graves problemas que ameaçam as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

Max Pantoja
Líder Previdenciário e Pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-DF. Ex-Diretor de Fundo de Pensão, Ex- Conselheiro de Empresas, Graduado: Engenharia Elétrica, Ciências Contábeis, Pós: Finanças/IBMEC, Auditoria/FGV, CAEPE/ESG/MD