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sábado, abril 4, 2026
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Tá lendo o quê?

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  Tá lendo o quê?

Conheça os livros através de personalidade do Distrito Federal. Iremos divulgar toda semana um livro sob o olho de uma outra pessoa. Ela irá indicar o livro que leu ou está lendo e fazer um comentário sobre a leitura. Abrimos a nossa sessão com a esteticista Rose Paz.

Rose Paz para TÁ LENDO O QUÊ?

Rose Paz. Foto Tomaz Turra

Esteticista, cosmetologa e designer de sobrancelha, Rose é uma craque quando o assunto é visagismo. Proprietária do ateliê que leva o seu nome na 213 norte Rose tem uma clientela cativa e está sempre se aperfeiçoando , através de cursos no segmento de estética, para estar por dentro das novidades que surgem no mercado da beleza.

No momento está lendo “O Homem mais inteligente da história” de Augusto Cury que já vendeu 28 milhões de livros. A história fala do psicólogo e pesquisador Dr. Marco Polo, um ateu convicto, que vai a Jerusalém participar de um ciclo de conferências na ONU quando é confrontado com uma pergunta surpreendente: Jesus sabia gerenciar a própria mente? Apesar de acreditar que Ciência e religião não se misturam, o personagem resolve mergulhar fundo na biografia de Jesus e suas crenças vão pouco a pouco sendo colocadas em xeque.

Rose, dona de uma fé inabalável acha que, independente da religião, o livro é uma lição de vida para quem o lê.

Projeto CineCult exibe Por que você partiu

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Projeto CineCult exibe Por que você partiu

Documentário, dirigido por Eric Belhassen, conta a história de cinco chefs franceses que moram no Brasil. Após a exibição, haverá um debate com a professora Rachel Alves

Na próxima quinta, dia 17 de maio, às 19h, o CineCult, sob a curadoria de Iria Martins, exibe o documentário Por que você partiu, no Teatro do Brasília Shopping. Dentre as várias características que tornaram a cultura francesa mundialmente conhecida, talvez a mais importante venha da culinária. Afinal de contas, os franceses têm a fama de ter um cardápio requintado que, em qualquer parte do planeta, é sinônimo de sofisticação. O documentário Por Que Você Partiu? parte da proposta do “exílio” dos cozinheiros que deixaram a França para abordar outro aspecto interessante: a forma como eles se tornaram embaixadores informais da cultura de seu país-natal, mesmo sem ter recebido qualquer apoio oficial. É através de seus cardápios e cozinhas que a culinária francesa segue viva mundo afora. Após a exibição da obra, haverá um debate com a professora Rachel Alves. A entrada é franca.

O diretor Eric Belhassen selecionou cinco chefs (Emmanuel Bassoleil, Erick Jacquin, Laurent Suaudeau, Alain Uzan e Frédéric Monnier) que migraram para o Brasil e aqui fizeram carreira, todos com sucesso. A intimidade deles é revelada a partir de entrevistas esclarecedoras, não apenas sobre a personalidade de cada um, mas sobre o modo de trabalho deles. Para tanto, em certos momentos, o próprio diretor vai a campo com seus entrevistados, como acontece quando acompanha o chef Erick Jacquin a uma feira, tornando-se também personagem do filme. Além disto, Belhassen também tem sua vida analisada em um espaço considerável do longa-metragem, tornando-se tão protagonista quanto os chefs entrevistados.

Serviço:

CineCult 2018 – Por que você partiu, seguido de debate com professora Rachel Alves – Entrada Franca

Data: 17 de maio

Horário: 19h

Local: Teatro do Brasília Shopping.

Entrada franca.

Curadoria e organização de Íria Martins

Será que o ‘Brasil que eu quero’ está nas mãos dos eleitores?

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Será que o ‘Brasil que eu quero’ está nas mãos dos eleitores?

Por Fausto Freire

Depois de 13 anos de políticas populistas, que prometeram o paraíso sem sacrifícios e sem trabalho e mais dois anos de indecisões e derrapagens, o país chega ao fim do previsível beco sem saída: inflação sob controle, desemprego fora de controle.

As eleições se aproximam e nos trazem mais do mesmo: políticos cheios de boas intenções e vazios de credibilidade. Afinal, todos são atores da mesma sarjeta suja e nunca nos mostraram, de forma convincente, como irão fazer no futuro. Tudo que nos oferecem são promessas, e nós já estamos fartos de promessas.

A única certeza, nesse contexto é representada por um coadjuvante. O grande cabo eleitoral das eleições passadas, o Lula de uma Silva, aguarda em uma cela, sem frigobar, o momento de proclamar seu apoio, que custará caro. Talvez, o preço que o Fujimore cobrou, no Peru, por sua liberdade. A diferença é que o partido peruano do Fujimori contava com uma robusta representação no Parlamento. Talvez o Lula não disponha de tal cacife.

O Brasil é um país de sonhos. Para os estrangeiros, não é um país sério. Os brasileiros sonham com riqueza, mas não estão dispostos a pagar o preço de seus sonhos. Quando confrontado a problemas complicados que exigirão sacrifícios, o país reage como uma criança diante de um remédio amargo: chora e esperneia.

O país sempre foi a terra do pleno emprego, embora com salários achatados. A situação atual é nova. O governo se gaba de ter controlado a inflação e reduzido a taxa de juros. Mas a solução adotada é parecida com a do fazendeiro que mata a vaca para acabar com os carrapatos…

Até hoje, os economistas não chegaram à pedra filosofal do controle da inflação. Existem soluções empíricas que costumam funcionar. Uma delas, a mais usual, principalmente em países periféricos como o Brasil, é o controle do crédito. Outra solução é reduzir a capacidade de compra dos consumidores. Menos dinheiro nas mãos das pessoas, menos idas ao mercado, comerciantes estocados e com menor capacidade de aumentar preços.

Se não é possível reduzir o dinheiro nas mãos das pessoas, quais seriam as outras soluções? Uma delas seria cortar as mãos das pessoas… mas isso não seria politicamente correto. Então, eureka! Menos pessoas com dinheiro nas mãos ou mais pessoas de mãos fazias de dinheiro! Menos pessoas comprando, logo, preços sob controle. Ou seja, o desemprego explica a baixa inflação, que por sua vez explica o desemprego. Não há nada de tão genial assim no milagre do Banco Central, para ser comemorado, não é mesmo?

O problema está alhures, o melhor dizendo: o buraco é mais embaixo. E realmente, existe um enorme buraco que os brasileiros não querem ver, mas os investidores veem muito bem, e não tiram os olhos dele. O que chama a atenção dos investidores é o deficit crescente nas contas públicas, causado, entre outras mazelas, pela contabilidade da Previdência Social. Vamos deixar claro: o problema não está na Previdência Social e sim na sua contabilidade.

Para entender o embrolho existe uma questão simples. Não haverá retomada do emprego sem investimentos. O Brasil não dispõe de reservas suficientes para fazer face aos desafios econômicos necessários para voltar a crescer de forma sustentável. Sim, porque vender ativos públicos é uma solução mais administrativa do que de sustentabilidade econômica.

Vejamos: O Brasil se desfez de ativos públicos quando privatizou as telecomunicações. Foi uma medida acertada. Antes da privatização a Eletrobrás era uma empresa deficitária, ineficiente e um cabide de emprego para parentes e apaniguados de políticos. A medida trouxe um alívio para as contas públicas e até alguns investimentos produtivos. Além disso, a telecomunicação representa, hoje, uma fonte indispesável de impostos para as contas públicas.

Atualmente, quase todo brasileiro possui um smartfone, coisa impensável com a estrutura da empresa pública de antes. Já o governo Dilma fez algumas privatizações, embora envergonhadas, batizadas com outros nomes, mas privatizou rodovias e aeroportos. O resultado não tem sido favorável, mas é sempre melhor do que manter esses paquidermes sob o controle do Estado.

Temer tentou privatizar a Embratel. Empresa ineficiente, deficitária, como todas as empresas públicas e com dívidas que superam várias vezes o seu valor de mercado. Qual seria a saída ideal? Não privatizar significa continuar acumulando uma dívida crescente e sem horizonte de solução. Privatizar se tornou impossível, dadas às condições insustentáveis de seu governo.

Este e outros infindáveis problemas estão sendo empurrados com a barriga para o próximo presidente e o próximo Congresso. Caberá ao eleitor definir quem serão estes novos protagonistas. Nada está muito claro nesse cenário. O único que já se pronunciou sobre o assunto, Ciro Gomes, afirmou que irá reestatizar o que foi privatizado, ou seja, vamos voltar a ineficiência, ao cabide de empregos e às dívidas impagáveis.

Mas, na verdade, as dívidas impagáveis estão sendo pagas por todos nós. Cada brasileiro está pagando um preço altíssimo por não pagarmos essas dívidas, nem enfrentarmos outros dilemas econômicos que paralisam o país. O governo arrecada cada vez menos e paga juros cada vez mais altos, logo não há dinheiro para infraestrutura, nem segurança pública, nem saúde, nem educação, nem investimento que fomentem o emprego.

Estamos, novamente, no círculo vicioso, do passado. A diferença é que nas crises anteriores o motor  era a inflação. Hoje, a ponta visível do icebergue da crise é o desemprego. Romper esse círculo vicioso é o sonho de todos. Voltar a crescer, a empregar e criar uma economia forte e sustentável. Novamente o dilema da falta de investimentos para viabilizar o sonho.

A única fonte de investimento possível, para fazer o país avançar, é o investimento internacional. Mas estes investidores querem estar seguros que não irão entrar em uma “roubada”. Um país que não consegue pagar as suas dívidas e, ao contrário, está criando novas contas deficitárias, não é um lugar seguro para investir. Não bastará vender ativos. Precisamos criar um ambiente econômico confiável.

Nosso problema não se resume à questões econômicas. Muitas outros temas estão envolvidos nessa nova arquitetura socioeconômica capaz de atrair investimentos produtivos. A segurança jurídica é uma delas. Uma justiça que muda seus critérios segundo a cara do freguês não inspira confiança em investidores. Um estado que não é capaz de controlar o crime organizado na segunda maior cidade do país, não merece crédito. Um sistema fiscal tão complexo, ambíguo e contraditório, como o nosso é difícil de ser assimilado por investidores sérios.

Nem tudo isso depende da maior argúcia do eleitor. Em muitas dessas matérias o pobre cidadão não tem direito, nem a voz, nem a voto. Quem influencia a decisão dos investidores internacionais são as agências de classificação de risco: Fitch Ratings, Moody’s e Standard & Poor’s e todas elas rebaixaram a nota do Brasil, nos últimos meses, passando de país apto a receber investimentos para país de maior risco.

Mas, em última instância, o ambiente político é que cria as condições adequadas para que um país seja visto como bom ou mau para investir. Então, em alguma medida, o resultado das eleições irá criar ou não essas condições. Os eleitores têm em suas mãos a decisão sobre quem governará o país, não é mesmo? Não. Resposta errada! Os eleitores só podem votar nos candidatos apresentados pelos partidos. Logo, sua capacidade de escolha está filtrada por outras condições, as quais o eleitor não tem acesso. Sempre seremos reféns dos partidos políticos que, como sabemos, estão todos contaminados pela corrupção. Só se salva, se é que algum se salva, aquele que não tem nenhuma expressão política, logo não existe.

Então, não aceite o argumento falacioso de que o brasileiro não sabe votar. O que não sabemos é expressar nosso desacordo, nosso basta, nosso chega! Poucas vezes o brasileiro foi ouvido e isso só se deu quando milhões de pessoas saíram às ruas. Graças a isso a operação Lava Jato pode prosseguir, os promotores não foram amordaçados, como queriam os políticos, o foro privilegiado veio abaixo e muitos políticos corruptos foram para a cadeia.

Nossas maiores conquistas não foram nas urnas, mas sim nas ruas e nas redes sociais. O que virá das urnas é tão imprevisível como o que a enchente deixa ao passar. O Brasil que eu quero não virá de declarações, desejos ou sonhos ilusórios. O que importa é como cada cidadão irá reagir diante do que está por vir. Não existe vitória sem sacrifício.

Novo aplicativo de transporte para mulheres abre cadastro em Brasília

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Novo aplicativo de transporte para mulheres abre cadastro em Brasília

Com a proposta de oferecer segurança no transporte individual para mulheres está sendo lançado o aplicativo FemiDriver, que vai conectar motoristas mulheres às suas passageiras numa versão exclusivamente feminina do tradicional aplicativo de transporte. O serviço, que será realizado em Brasília  está cadastrando motoristas através do app “FemiDriver Motorista”, disponível para IOS e Android. O aplicativo deve entrar em operação no segundo semestre. A Femidriver já funciona em Recife desde 02 de abril.

Claucione Lemos, CEO da empresa, decidiu criar o serviço após tomar conhecimento de reclamações de assédios em corridas de transporte por aplicativo vindas de motoristas do gênero masculino. “Entendi que a maioria das mulheres se sente mais segura quando são atendidas por outras mulheres e a partir daí, veio a ideia de criar o aplicativo”, afirma. Toda a diretoria da empresa é formada apenas por mulheres e inclui, além de Claucione, a administradora financeira Antonieta Araújo e a advogada Bruna Melo, responsável pelo departamento jurídico.

A tarifa da FemiDriver será de R$ 2,70, mais R$ 1,25 por quilômetro rodado e R$ 0,18 por minuto de deslocamento. O valor mínimo da corrida é de R$ 6,75. O pagamento poderá ser feito em dinheiro ou cartão de crédito. A viagem também poderá ser compartilhada com outras pessoas, garantindo trajeto monitorado.

Motoristas

Para se cadastrar como motorista, as interessadas precisam apresentar, na hora da inscrição no aplicativo, CNH, comprovante de residência, certidão criminal e documentos do carro. A empresa oferece treinamento para as cadastradas, com informações sobre políticas de prevenção à violência contra a mulher, palestra de boas maneiras no trânsito e esclarecimento de dúvidas com a assessoria jurídica. Outro diferencial é o percentual cobrado pela motorista a cada viagem, de 17%, menor valor do mercado que costuma aplicar até cerca de 25% por corrida realizada.

Alessandro Borgomanero apresenta obras brasileiras para violino solo

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Alessandro Borgomanero apresenta obras brasileiras para violino solo

O recital de violino que Alessandro Borgomanero fará na Série Solo Música em 16 de maio, quarta-feira, às 20h, na Caixa Cultural Brasília, é resultado de uma pesquisa. Por três anos, o violinista e maestro coletou obras escritas por compositores brasileiros para violino solo, no intuito de realizar recitais e, quem sabe, um CD. No projeto “Violino em solo no Brasil”, ele faz um panorama da composição brasileira no século XX, com obras importantes para o instrumento, além de uma homenagem a Johann Sebastian Bach, cuja obra é inspiração à maioria dos compositores para violino solo em todos os tempos.

Borgomanero reside em Goiânia desde 1997 e estar na região central do país como maestro, músico e professor seguramente lhe inspirou a abordar a produção brasileira para violino solo. O ponto de partida foram os “Seis Caprichos para Violino Solo, opus 20”, de Marcos Salles (1885-1965), provavelmente a primeira obra composta por um brasileiro para a formação. O músico toca o primeiro destes “Caprichos” – “Lamento do índio” – no recital, que traz ainda obras de outros compositores-violinistas: o mineiro Flausino Vale (1894-1954), que escreveu miniaturas de grande virtuosismo e que trazem uma música inspirada nos ritmos e na vida do interior do Brasil, o amazonense Claudio Santoro (1919-1989), autor da série nacionalista “Fantasia Sul América” para diversos instrumentos, entre os quais o violino, e o fluminense César Guerra-Peixe (1914-1993), com a dodecafônica “Música para Violino n. 2”, de 1947.

Outro compositor brasileiro abordado no programa é o paulista Almeida Prado (1943-2010), que era pianista de formação e que em 1983 escreveu “As Quatro Estações para Violino Solo”, de certa forma uma homenagem a Vivaldi e a Astor Piazzolla. Borgomanero abre, contudo, o recital com uma homenagem a Johann Sebastian Bach (1685-1750) e dois movimentos da “Partita n. 2 em ré menor, BWV 1004”.

“A presença de Alessandro Borgomanero é importante no Solo Música. Ele tem se apresentado em recitais solo em diversas cidades e mostrado obras pouco tocadas e conhecidas do público, um recital que é virtuosístico e, ao mesmo tempo, didático”, diz Alvaro Collaço, produtor da Série Solo Música. Ele estreou este formato de apresentação em Goiânia, em 2017, e o levou a São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campos do Jordão, Florianópolis, Londrina e Maceió. Agora, será a vez de Curitiba e Brasília, dentro da Série Solo Música. Este será o quarto recital de violino na Série, que teve em anos anteriores recitais de Cláudio Cruz, Cármelo de los Santos e Rodolfo Richter.

Nascido na Itála

Nascido em Roma, Alessandro Borgomanero passou a infância e adolescência em Curitiba. É filho do diplomata, violonista e geólogo Guido Borgomanero (1921-2005), que foi cônsul geral da Itália em Curitiba, e da nutricionista e produtora musical Ragnhild Borgomanero. Alessandro formou-se com o título de mestre em 1992, na Escola Superior de Música Mozarteum, em Salzburg, na classe do violinista Ruggiero Ricci. E continuou seus estudos com os renomados violinistas Boris Belkin, Salvatore Accardo e Rodolfo Bonucci.

Apresentou-se como solista frente a orquestras importantes como a Orquestra de Câmara de Budapeste, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi Orchestra, London Mozart Players, Virtuosos de Salzburgo, Orquestra de Câmara de Berlim, Orquestra de Câmera do Kremlin (Rússia), Orquestra Sinfonietta Salzburg, Orquestra Sinfônica de Vaasa (Finlândia) e a maioria das orquestras sinfônicas do Brasil.

Gravou programas para rádio e televisão, como a BBC de Edimburgo, a NHK de Tóquio, a ORF de Salzburg e a RAI italiana. Gravou CDs pelos selos Kreuzberg Records (Alemanha), Nami Records (Japão) e Classic Sound (Áustria). Sua discografia inclui dois CDs gravados com o Mozarteum Quartett, com o clarinetista Wenzel Fuchs da Filarmônica de Berlim, um CD de violino e violão com Jaime Zenamon e outro de peças para violino e piano com Wolney Unes. Em 2011 gravou CD com obras inéditas para violino e cordas de compositores brasileiros, como solista e diretor artístico da Camerata Filarmônica de Goiás.

Vive em Goiânia desde 1999. É professor de violino na Universidade Federal de Goiás. De 2003 a 2007 foi diretor artístico e regente titular da Orquestra de Câmara Goyazes e, de 2012 a 2018, regente titular da Orquestra Filarmônica de Goiás. clique aquiEm 2006, recebeu o título de Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera, outorgado pelo Governo do Estado de Goiás.

A apresentação de Alessandro Borgomanero dentro da Série Solo Música, em 16 de maio, às 20h, tem patrocínio da Caixa e do Governo Federal e é uma realização de Alvaro Collaço Produções, com produção local de Tatiana Carvalhedo Produções. Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) podem ser adquiridos a partir do sábado anterior à data do evento, na bilheteria da Caixa Cultural Brasília (aberta das 13h às 21h, de terça a sexta-feira, e aos domingos; e das 9h às 21h, aos sábados). Informações: 3206-6456. Classificação indicativa: 12 anos.

Vinho brasileiro é um dos melhores do mundo

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Vinho brasileiro é um dos melhores do mundo

O inigualável Leopoldina Gran Chardonnay D.O 2017 da Casa Valduga recebeu medalha de ouro em concurso francês

O Leopoldina Gran Chardonnay D.O 2017, vinho da Casa Valduga, recebeu medalha de ouro em concurso francês que elege as melhores bebidas do mundo produzidas com a uva branca. A garrafa da bebida nacional pode ser adquirida por R$ 120,71. Produzido no Vale dos Vinhedos, o Leopoldina tem 14% de teor alcoólico e maturação de 10 meses (em carvalhos francês e romeno). A bebida foi a única nacional a receber a condecoração no 25º Concurso Chardonnay du Monde, realizado na França. O Leopoldina Gran Chardonnay D.O apresenta aroma de frutas tropicais, como abacaxi e carambola, e notas tostadas de chocolate branco e baunilha – cedidas pela combinação das barricas francesas.

Rafael de Sá

Segundo o sommelier da Pires de Sá Vinhos Rafael Sá, “ele é fermentado em barricas de carvalho. Geralmente, os brancos são fermentados em tanques de inox, já o Leopoldina Gran Chardonnay D.O 2017 não. Ele tem mais cremosidade, é mais evoluído e mais aromático. É um branco com expressão. É do tipo que, quando se está de olhos fechados, parece até um vinho tinto de tanta estrutura que tem. Muito aromático, muito complexo.” Ele conclui dizendo que o brasileiro precisa parar com o preconceito com os vinhos nacionais. “Temos vinhos até melhores que os estrangeiros, a prova disso está nessa premiação.”