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domingo, fevereiro 15, 2026
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Brasil se torna maior exportador de animais vivos do mundo, apesar de rejeição da população

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O Brasil se tornou, em 2024, o maior exportador de bovinos vivos por via marítima do mundo, ultrapassando a Austrália, segundo dados do COMEXSTAT/MDIC, apurados pela ONG Mercy For Animals. Foram mais de 960 mil bois embarcados, contra 760 mil exportados pelo principal concorrente. Apenas nos primeiros quatro meses de 2025, o país já exportou 298.298 bois vivos — número superior ao total anual de diversos anos anteriores, como 2013, 2014, 2015, 2016, 2021 e 2022. Em contraponto, a maior parte da população rejeita a atividade: uma pesquisa da Ipsos revelou que 84% dos brasileiros acreditam que a exportação de animais vivos deveria ser proibida no país.

O transporte de animais vivos é uma das práticas de maior impacto negativo da pecuária – as más condições de higiene e bem-estar nos navios causam intenso sofrimento animal e oferecem riscos à saúde pública e ao meio ambiente. 

Este ano também marca uma década do acidente de Barcarena (PA), quando um navio com mais de 5 mil bois afundou no porto de Vila do Conde. A tragédia causou prejuízos à subsistência das comunidades locais, poluiu rios e praias e comprometeu a operação do porto, que teve uma queda de 70% nas exportações no ano seguinte.

O tema segue em debate no país: além de uma ação civil pública que tramita na Justiça, quatro projetos de lei que buscam proibir ou restringir essa prática estão em discussão no Congresso Nacional, refletindo a pressão da sociedade civil e de organizações de defesa animal.

Outros países, como Reino Unido, Alemanha, Luxemburgo, Nova Zelândia e Índia, já adotaram medidas para pôr fim à exportação.

*Prática cruel *
Os dados são alarmantes: o Brasil é o segundo maior exportador mundial de bovinos vivos por via marítima, destinando em média 413 mil bois por ano para abate no exterior, em viagens que duram de 3 a 4 semanas – estando entre as rotas mais longas do mundo. De 2012 a 2020, 86,9% dos 2,6 milhões de bovinos exportados vivos tiveram como destino países do Oriente Médio e do Norte da África, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“Escolhemos Brasília para iniciar nossa campanha não apenas por ser a capital política do país, mas porque é o centro das decisões que podem transformar essa realidade”, afirma George Sturaro, Diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da MFA. “Lançar nossa ação exatamente no Dia Internacional Pelo Fim da Exportação de Animais Vivos é simbólico e estratégico, pois aproveitamos um momento de visibilidade global para a causa e contribuímos para a mobilização que busca instituir oficialmente esta data no Brasil, fortalecendo o movimento por mudanças legislativas concretas.”

A campanha em Brasília teve início em junho, com ativações públicas, e segue com agenda legislativa atuante.

Após a capital federal, a iniciativa percorrerá São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e encerrará em Belém, no Pará, no dia 6 de outubro – uma escolha estratégica, considerando que o Pará é responsável por 66,4% das exportações de animais vivos do país.

*Uma década de Barcarena *
Sturaro destaca que 2024 marca uma década do trágico acidente em Barcarena, no Pará: “Há dez anos, um navio com mais de 5 mil bois tombou no porto de Vila do Conde – um dos três principais portos brasileiros para esta atividade. Essa tragédia, que poluiu rios e praias e afetou comunidades locais, continua sendo um símbolo dos múltiplos riscos desta indústria que insiste em operar apesar das evidências de seus impactos negativos.”

O momento é especialmente oportuno, pois tramitam no Legislativo brasileiro quatro projetos de lei relacionados ao tema: dois visando proibir a exportação de animais vivos por via marítima para abate em todo o território nacional, e outros dois buscando criar barreiras econômicas para desestimular a atividade.

“Estamos levando nossa campanha Exportação Vergonha para um novo patamar, e o timing é perfeito. O Dia Internacional Pelo Fim da Exportação de Animais Vivos em 14 de junho representa um momento de convergência global de esforços”, explica Sturaro. “Não é apenas uma questão de bem-estar animal, mas também de proteção ambiental, especialmente na Amazônia, onde o Pará – principal estado exportador – lidera o ranking de desmatamento desde 2008.”


Os dados são alarmantes: o Brasil é o segundo maior exportador mundial de bovinos vivos por via marítima, destinando em média 413 mil bois por ano para abate no exterior, em viagens que duram de 3 a 4 semanas – estando entre as rotas mais longas do mundo. De 2012 a 2020, 86,9% dos 2,6 milhões de bovinos exportados vivos tiveram como destino países do Oriente Médio e do Norte da África, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“Escolhemos Brasília para iniciar nossa campanha não apenas por ser a capital política do país, mas porque é o centro das decisões que podem transformar essa realidade”, afirma George Sturaro, Diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da MFA. “Lançar nossa ação exatamente no Dia Internacional Pelo Fim da Exportação de Animais Vivos é simbólico e estratégico, pois aproveitamos um momento de visibilidade global para a causa e contribuímos para a mobilização que busca instituir oficialmente esta data no Brasil, fortalecendo o movimento por mudanças legislativas concretas.”

Prática cruel

A campanha em Brasília teve início em junho, com ativações públicas, e segue com agenda legislativa atuante.

Após a capital federal, a iniciativa percorrerá São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e encerrará em Belém, no Pará, no dia 6 de outubro – uma escolha estratégica, considerando que o Pará é responsável por 66,4% das exportações de animais vivos do país.

*Uma década de Barcarena *
Sturaro destaca que 2024 marca uma década do trágico acidente em Barcarena, no Pará: “Há dez anos, um navio com mais de 5 mil bois tombou no porto de Vila do Conde – um dos três principais portos brasileiros para esta atividade. Essa tragédia, que poluiu rios e praias e afetou comunidades locais, continua sendo um símbolo dos múltiplos riscos desta indústria que insiste em operar apesar das evidências de seus impactos negativos.”

O momento é especialmente oportuno, pois tramitam no Legislativo brasileiro quatro projetos de lei relacionados ao tema: dois visando proibir a exportação de animais vivos por via marítima para abate em todo o território nacional, e outros dois buscando criar barreiras econômicas para desestimular a atividade.

“Estamos levando nossa campanha Exportação Vergonha para um novo patamar, e o timing é perfeito. O Dia Internacional Pelo Fim da Exportação de Animais Vivos em 14 de junho representa um momento de convergência global de esforços”, explica Sturaro. “Não é apenas uma questão de bem-estar animal, mas também de proteção ambiental, especialmente na Amazônia, onde o Pará – principal estado exportador – lidera o ranking de desmatamento desde 2008.”

Diamantina se abre para um novo produto musical

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Estilo de Minas Concert Jazz, gastronomia e vinhos artesanais

Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco, desde o final da década de 90, Diamantina, distante 300 km da capital mineira, tem muito mais que um conjunto arquitetônico preservado, noites embaladas por serestas, tapetes arraiolos, histórias sobre Chica da Silva e o fato de ter sido a cidade natal de um dos presidentes brasileiros mais famosos: Juscelino Kubitschek. Lá estão sendo produzidos vinhos e queijos finos que a cada dia ganham mais fama. Juntando essa tradição em cutura e gastronomia, o mach perfeito, um novo produto turístico ganha força na cidade: o Estilo de Minas Concert, com apresentações da talentosa JKJAZZBAND, formada por músicos da tradicional Vesperata.

Com uma proposta sofisticada e envolvente, o evento acontece às sextas-feiras que antecedem a Vesperata, oferecendo uma experiência sonora única. O repertório é marcado por clássicos do jazz e interpretações emocionantes, ideal para quem aprecia boa música acompanhada de vinhos e queijos artesanais da região.Segundo o maestro Kades, regente da JKJAZZBAND, o projeto é um diferencial na agenda cultural da cidade. “O Estilo de Minas Concert é um produto musical autêntico que reforça o potencial turístico de Diamantina, ampliando suas ofertas para um público que busca experiências sensoriais, gastronômicas e culturais completas”, destaca.

O palco dessa vivência é o Hotel Estilo de Minas, que além do ambiente aconchegante, oferece atendimento personalizado e um café da manhã artesanal preparado com carinho.

A estrutura do hotel também conta com sala de cinema, academia e espaços de lazer como salão de jogos – tudo pensado para tornar a estadia ainda mais prazerosa.Além dos concertos da JKJAZZBAND, o hotel mantém parcerias com guias e operadoras locais, oferecendo aos hóspedes experiências inesquecíveis, como trilhas de quadriciclo, visitas a vinícolas e cachoeiras da região.

Tudo isso faz parte de um esforço para consolidar o jazz como um produto turístico que valoriza e amplia o turismo cultural de Diamantina. “Viver Diamantina é mergulhar na cultura, nas tradições e na hospitalidade de um povo encantador”, finaliza Ricardo Luiz, produtor local.

As próximas edições do evento acontecem dia 11 de julho, 2 e 29 de agosto, 12 e 26 de setembro e 3 e 10 de outubro.

Mais informações: (38) 3531-5333 (WhatsApp)

Compromisso com qualidade e inovação leva empresa brasiliense ao Congresso Consulfarma

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Presente em um dos principais eventos de cosmetologia e farmácia do país, Farmacotécnica destaca avanços em tecnologia de formulações e personalização no cuidado com a saúde e estética

A Farmacotécnica confirma participação no 20° Congresso Consulfarma, o maior evento voltado à saúde magistral, que acontece entre os dias 3 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Com mais de 15 mil visitantes, 90 expositores e 80 palestrantes, o encontro tem como objetivo aprofundar o conhecimento e divulgar as principais tendências em cosmetologia, nutrição e gestão, oportunizando às farmácias a renovação de práticas e a troca de experiências na busca pela excelência.

Este ano, a Farmacotécnica participa do evento com uma equipe técnica liderada pelo diretor Rogério Tokarski, que comanda a atualização científica da empresa. Também integram a comitiva os profissionais Romy Tokarski, diretora da Naiak, Leandra, coordenadora farmacêutica, Zenilda, Mildred e Edivaniaque fazem parte da assessoria farmacêutica, todos engajados no compromisso de levar inovação e conhecimento para dentro da empresa.

A presença no congresso representa mais um passo no compromisso da marca com a qualidade, a tradição e a segurança dos produtos e serviços oferecidos. “A presença da Farmacotécnica no Congresso Consulfarma é fundamental para mantermos nosso padrão de excelência. Estar entre os principais players da manipulação magistral, ouvindo profissionais renomados e trocando experiências, é renovar o compromisso com a segurança do paciente e a evolução dos nossos produtos”, afirma Tokarski.

Com quase de 50 anos de história no Distrito Federal, a Farmacotécnica reforça que estar em constante atualização é parte essencial do seu posicionamento. O Congresso Consulfarma é também um espaço para fortalecer o diálogo com os prescritores, integrar novas tecnologias ao processo magistral e promover soluções mais eficazes e personalizadas ao público feminino, masculino e da longevidade.

Sobre a Farmacotécnica – Prestes a completar 50 anos de atuação, a Farmacotécnica é a primeira farmácia de manipulação do Distrito Federal e uma das pioneiras no Brasil. Com uma trajetória marcada pela tradição e pelo compromisso com a saúde, a rede se destaca pela combinação entre inovação e conhecimento técnico, oferecendo soluções personalizadas e eficazes para o bem-estar de seus clientes. Com sete lojas no DF, a Farmacotécnica mantém um rigoroso padrão de qualidade e segurança em todos os processos, reforçando sua liderança no setor magistral. A constante dedicação à pesquisa e ao desenvolvimento garante à empresa o acesso às tecnologias mais modernas do mercado farmacêutico, sempre com foco na confiança e nos resultados que cada fórmula precisa entregar.

Se você quer voar cerque-se de águias, não de galinhas

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A vida, como um voo, depende menos do vento e mais das asas com as quais decidimos atravessar os céus. E ainda mais: depende da companhia com que decidimos voar. A frase — “Se você quer voar, cerque-se de águias, não de galinhas” — soa como um ditado popular, quase clichê, mas contém uma sabedoria milenar travestida de simplicidade. Porque voar, de verdade, não é sobre altitude física, mas sobre amplitude de visão, independência de pensamento, coragem para a solidão e firmeza para suportar as correntes das alturas. É sobre a vida que você quer viver e o tipo de ser humano que você aceita se tornar — e isso é moldado, inegavelmente, por quem caminha (ou voa) ao seu lado.

Galinhas ciscam. Vivem no chão. São presas do hábito, da rotina rasa, da conformidade do galinheiro. Alimentam-se do que lhes é jogado, não do que são capazes de caçar. Sua existência é delimitada por cercas — mentais, emocionais e espirituais. São sociáveis, sim, mas também prisioneiras da aprovação coletiva. Preferem o conforto de estar entre iguais à dor de enfrentar a própria grandeza. As galinhas representam, metaforicamente, os que vivem de olhos baixos, satisfeitos com o mínimo, convencidos de que nasceram para apenas sobreviver.

As águias, em contrapartida, não se alimentam de migalhas. Não vivem em bandos. Voam solitárias, muitas vezes em silêncio, mas com precisão, visão e propósito. Sobem mais alto porque se recusam a viver baixo. Buscam picos, enfrentam tempestades, e usam os ventos contrários como impulso. Suas companhias são raras, mas essenciais — pois uma águia reconhece outra não pela aparência, mas pelo espírito. Voar com águias é suportar a responsabilidade da altitude, é aceitar o desconforto de crescer, é renunciar à mediocridade confortável.

Na prática da liderança, isso significa selecionar com precisão os conselheiros, os amigos, os sócios e até os livros que você permite formar sua mentalidade. Cercar-se de águias é alinhar-se com pessoas que te desafiam a pensar mais alto, que não toleram desculpas, que te chamam à responsabilidade, que vivem com integridade e visão. É estar entre aqueles que não invejam sua ascensão, mas que a exigem. Que não te aplaudem por qualquer passo, mas te confrontam quando você se sabota. Que não medem valor por títulos, mas por coerência de vida.

No campo espiritual, a metáfora das águias fala sobre a elevação da alma. As Escrituras dizem: “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias…” — porque confiar no divino é abandonar o controle, é aceitar que o voo começa onde a terra termina, é se desprender da segurança do galinheiro para entrar no mistério do céu. Mas essa confiança exige purificação, silêncio interior, coragem para a entrega. A espiritualidade das águias não é de rituais automáticos, mas de encontro real com o Eterno. Um voo solitário que, paradoxalmente, te conecta com o Todo.

Mentalmente, a decisão por se cercar de águias é o rompimento com as vozes que diminuem, com os padrões que nivelam por baixo, com os discursos de “não dá”, “sempre foi assim”, “melhor não tentar”. É a escolha consciente por um ambiente de elevação: ideias elevadas, conversas significativas, aprendizados constantes. É saber que pensamentos são sementes — e que galinhas cultivam medo, enquanto águias plantam coragem.

Emocionalmente, há um custo. Voar com águias é conviver com exigência. Elas não vão te mimar. Não te elogiam para manter a amizade. Não te protegem da dor, mas te mostram como atravessá-la com honra. Pode doer, sim. Pode parecer frio. Mas é um amor que transforma — e não que acomoda. Um tipo de aliança que não se baseia em conveniência, mas em propósito compartilhado.

Essa metáfora, portanto, é um ponto de decisão. Quem são as “galinhas” à sua volta? Quais padrões, pessoas, ambientes ou ideias te mantêm no chão? E quem são as “águias” — aquelas poucas vozes que te elevam, desafiam, expandem e despertam o que há de mais nobre em você?

Chega um momento em que voar exige afastar-se. Romper. Silenciar. E escolher, intencionalmente, a altitude. Não é sobre rejeitar o outro com arrogância, mas sobre honrar o chamado que há em você. E o seu chamado não é para ciscar — é para voar.

Então eu te pergunto:

Você está pronto para enfrentar a solidão da altitude em troca da liberdade do céu?

A quem você precisa se aproximar — e de quem você precisa se afastar — para começar a voar?

Está disposto a trocar aprovação por verdade? Segurança por significado? Companhia por destino?

Seu voo começa com essa escolha silenciosa: com quem você decide caminhar.

Ou, mais precisamente, com quem você decide voar.

O peso das âncoras disfarçadas: libertar-se de quem te chama de porto enquanto te afunda

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Nem toda ajuda é resgate. Nem todo gesto de apoio vem de mãos limpas de intenções ocultas. Há pessoas cuja presença nos retém, enquanto juram que estão nos impulsionando. Dizem “estou aqui por você”, mas o que realmente querem dizer é “fique aqui comigo”. E essa diferença é abismal.
Imagine um navio pronto para zarpar. Suas velas estão erguidas, o vento é favorável, o leme firme. Mas há uma âncora jogada ao fundo, pesada, agarrada ao leito do mar. O navio tenta avançar — até parece se mover — mas nunca rompe verdadeiramente o horizonte. Assim são certos vínculos: travestidos de afeto, são correntes disfarçadas de companhia.
Existem relações que não são laços, mas amarras. Gente que, por medo da própria estagnação, tenta sabotar a sua partida. Dizem que você está mudado como se isso fosse crime. Questionam sua nova visão como se evolução fosse traição. “Você não era assim”, dizem. De fato, você não era. Porque crescer implica ser outro. E quem não aceita sua metamorfose, não está te amando: está amando a versão que os mantinha confortáveis.
Liderar a própria vida exige saber distinguir quem é ponte e quem é prisão. E isso dói. Porque às vezes quem mais te segura é quem você mais ama. Mas amor, para ser digno, precisa ser libertador. Se a relação exige que você diminua para caber, não é parceria — é uma cela.
E aqui está o ponto crítico para líderes, sonhadores e buscadores de propósito: você não pode cumprir seu chamado com correntes nos pés. Todo grande salto exige perdas. E às vezes, perder certas presenças é o preço da liberdade.
Pergunte-se com brutal honestidade: quem está ao meu redor me impulsiona ou me retém? Quem me fortalece silenciosamente e quem me drena sob o disfarce da preocupação? Toda jornada elevada exige discernimento radical entre o amor que sustenta e o afeto que sabota.
Na comunicação, isso se traduz em coragem de nomear o que está oculto. De chamar manipulação de manipulação, mesmo quando vem de um rosto querido. De estabelecer limites claros, sem precisar justificar cada passo rumo ao alto. Lembre-se: você não deve explicações por crescer. Seu único compromisso é com a verdade do seu caminho.
Espiritualmente, libertar-se das “âncoras humanas” é um ato de fé. Fé de que há algo maior te esperando do outro lado da travessia. Fé de que o vazio deixado por certas despedidas será preenchido por presenças mais alinhadas com sua nova frequência. Fé de que o universo recompensa quem tem coragem de romper pactos que já não honram a alma.
Mentalmente, você precisa ressignificar o que é lealdade. Lealdade não é manter tudo igual. É manter-se íntegro com a sua verdade, ainda que isso signifique desapontar expectativas alheias. A maior traição é com você mesmo — e essa custa caro.
Então aqui está o chamado: observe quem são suas âncoras. Nomeie-as. Questione seus discursos. Veja quem diz “estou contigo” mas teme cada passo seu rumo à expansão. Veja quem se diz apoio, mas enfraquece sua confiança. E depois… solte.
Porque há um mar inteiro te esperando. E o navio da sua vida não foi construído para estacionar no medo alheio.
Agora, uma pergunta elevada para guiar sua reflexão:
Quem na sua vida diz que é porto, mas te impede de zarpar? E o que em você ainda aceita o conforto de permanecer onde sua alma já partiu?

Suplemento inovador que acelera a queima de gordura

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Desenvolvido a partir da molécula L-BAIBA, Actione melhora o metabolismo, reduz medidas e pode beneficiar até quem não pratica atividade física

Produzido a partir da proteína PGC-1α, o L-BAIBA atua em diversas funções essenciais do organismo, como o controle da resistência à insulina, o aumento da β-oxidação de ácidos graxos e a ativação de genes relacionados à queima de gordura. Para Rogy Tokarski, diretora farmaceutica da Farmacotécnica e maratonista, o Actione é uma alternativa moderna e funcional tanto para quem treina intensamente quanto para quem ainda está iniciando uma rotina de cuidados com o corpo.“Essa substância envia ao organismo o sinal de que ele está em movimento, mesmo quando está em repouso. É como se o corpo fosse ‘enganado’ de forma positiva, ativando mecanismos de queima de gordura e proteção muscular”, explica Rogy.

O Actione pode ser usado por qualquer pessoa, mesmo as sedentárias. “Ele contribui para a melhora da composição corporal, favorece a produção de energia celular, melhora a cognição e auxilia na redução do apetite. Os benefícios não dependem exclusivamente da prática de exercício, embora a atividade física potencialize os efeitos”, completa.

Outro diferencial é a flexibilidade no uso: o suplemento pode ser ingerido em qualquer horário do dia. Em jejum, ajuda na modulação metabólica e no controle da resistência à insulina. Já antes do treino, costuma aumentar o gasto energético de forma perceptível. “Muitos relatam maior transpiração e disposição durante os treinos”, comenta a maratonista.

Os principais resultados percebidos por quem utiliza o Actione são redução de medidas, aumento da resistência física, melhora da sensibilidade à insulina e mais energia para o dia a dia. Associado a outros suplementos, pode compor estratégias personalizadas de cuidado, sempre com orientação profissional.

“A suplementação precisa ser individualizada, com base na rotina e nos objetivos de cada pessoa. O Actione vem se destacando justamente por atender diferentes perfis, promovendo benefícios reais na saúde metabólica e na qualidade de vida”, reforça Rogy.

Sobre a Farmacotécnica – Prestes a completar 50 anos, a Farmacotécnica é a primeira farmácia de manipulação do Distrito Federal e uma das primeiras no Brasil. Se destaca pela inovação e qualidade de seus produtos, oferecendo soluções personalizadas e eficazes para a saúde e bem-estar de seus clientes. Com um compromisso contínuo com a pesquisa e desenvolvimento, a rede brasiliense, com sete lojas no DF, busca sempre oferecer o que há de mais moderno e eficiente no mercado farmacêutico.