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quarta-feira, junho 10, 2026
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“Só faltam os escandalosos juros caírem”, defende Alckmin

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Vice-presidente diz que ainda é cedo para avaliar impacto de novo IVA

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, voltou a defender nesta segunda-feira (17) a redução da taxa básica de juros do país, que está em 13,75% ao ano. 

Ao comentar as possibilidades de investimentos previstos para o Brasil, Alckmin avaliou a situação econômica do país e disse que os “escandalosos juros” precisam cair.

“As coisas estão caminhando bem: inflação em queda, câmbio competitivo, reforma tributária aprovada na Câmara, arcabouço fiscal encaminhado. Só faltam os escandalosos juros caírem e nós vamos ter uma geração de emprego ainda mais forte”, afirmou.

Sobre uma pesquisa na qual o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que o novo imposto (IVA) aprovado pela reforma tributária deve ficar em 28,04%, o vice-presidente disse que “ainda é cedo” para avaliar o impacto.

“Eu acho que é cedo para ter o resultado final desse trabalho, mas eu diria que foi um passo importante. Os princípios da reforma tributária estão colocados. Simplificação, redução do custo Brasil, diminuição de judicialização, desoneração completa de investimentos e desoneração completa do comércio”, disse. 

Posicionamentos foram em participação do seminário internacional Cooperativas pelo Desenvolvimento Sustentável, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O evento é promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

No evento, o vice-presidente defendeu o fortalecimento do cooperativismo no país

A cada 4 horas uma mulher é vítima de violência no Brasil

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Brasília (DF), 17/07/2023 - A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participam da abertura do 1° Encontro Nacional das Casas da Mulher Brasileira. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Dados são da Rede de Observatórios da Segurança

A cada 4 horas uma mulher é vítima de violência no Brasil. Em 2022, foram mais de 2.400 casos registrados, sendo que quase 500 foram feminicídios, ou seja, a cada dia ao menos uma mulher morreu apenas por ser mulher. Os dados são da Rede de Observatórios da Segurança.

Formas de salvar as vidas e de acolher essas mulheres estão sendo debatidas nesta segunda-feira (17) e terça-feira (18) no 1° Encontro Nacional das Casas da Mulher Brasileira, em Brasília.

A Casa presta atendimento humanizado e integrado às mulheres vítimas de violência. São oferecidos, por exemplo, serviços de acolhimento e triagem; apoio psicossocial; delegacia; acesso à Justiça, ao Ministério Público e à Defensoria Pública.

No encontro são trocadas experiências sobre o trabalho realizado na Casa da Mulher e também atualizadas as diretrizes e protocolos de atendimento.

“Para que não tenhamos cada local com uma casa isolada, sozinha, nós precisamos ter uma linha de atendimento, uma linha da qualidade, da efetividade do resultado, enquanto uma política nacional que vai dar conta de respaldar a vida das mulheres e garantir segurança no atendimento”, explicou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

“Estamos falando de mulheres indígenas, negras, de periferia, quilombolas e ribeirinhas que estão em todos os lugares onde a violência também está muito presente. Então é muito importante essa adequação, esse olhar especial para essa diversidade. Não podemos mais pensar em uma casa com atendimento de forma padronizada”, disse a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara sobre a importância do acolhimento diferenciado.

O governo federal anunciou em março a construção de 40 novas Casas da Mulher. Na Bahia, serão quatro, com investimento de R$ 47 milhões, nas cidades de Feira de Santana, Itabuna, Irecê e Salvador, com previsão de serem inauguradas em outubro.

Já na Paraíba, serão construídas outras duas, uma em João Pessoa e outra em Patos, com investimentos de R$ 30 milhões.

As sete unidades em funcionamento estão localizadas em Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, São Paulo, Boa Vista, São Luís e na cidade de Ceilândia, no Distrito Federal.

Renegociação de dívidas da Faixa 2 do Desenrola Brasil começa hoje

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Dinheiro

Trinta milhões de pessoas serão beneficiadas nesta etapa

Instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer, nesta segunda-feira (17), a renegociação de dívidas para a Faixa 2 do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil). Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 30 milhões de brasileiros podem se beneficiar nesta etapa.

A Faixa 2 do programa abrange a população com renda de dois salários mínimos – R$ 2.640 até R$ 20 mil por mês. As dívidas podem ser quitadas nos canais indicados pelos agentes financeiros e poderão ser parceladas, em, no mínimo, 12 prestações. Também é necessário ter sido incluído no cadastro de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022.

Nesta fase do programa também serão retirados do cadastro de devedores, os nomes de quem tem dívidas até R$ 100. Segundo o Ministério da Fazenda, com essa medida cerca de 1,5 milhão de pessoas deixarão de ter restrições e voltarão a poder ter acesso ao crédito.

Brasília (DF) - Programa desenrola Brasil Faixa 2
Arte: Agência Brasil
Arte Agência Brasil

Faixa 1

A habilitação de agentes financeiros para a Faixa 1 do Desenrola Brasil também já está disponível. Nesse caso, os agentes financeiros terão de fazer a solicitação na plataforma do Fundo Garantidor de Operações (FGO) Desenrola Brasil e devem cumprir os critérios negociais e tecnológicos previstos no Manual de Procedimentos Operacionais do FGO Desenrola Brasil.

É necessário informar os registros ativos dos inadimplentes no perfil da Faixa 1, e fornecer dados como o número de contrato, a data da negativação e da inserção no cadastro de inadimplência, além dos três dígitos iniciais do número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) do devedor.

As pessoas com dívidas até R$ 5 mil e que tenham renda de até dois salários mínimos, ou sejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), poderão participar do Desenrola Brasil na etapa que terá início em setembro.

Matéria alterada às 15h do dia 17/7, para correção de informação no terceiro parágrafo. As dívidas até R$ 100 não serão perdoadas. Apenas o nome de quem tem a dívida é que sai dos cadastros de devedores.

País deve ter 17 mil novos casos de câncer no colo do útero até 2025

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Doença é causada pelo papilomavírus humano (HPV)

O câncer no colo do útero foi responsável por 6.627 mortes no Brasil, em 2020. A estimativa do Ministério da Saúde é que, de 2023 a 2025, cerca de 17 mil mulheres sejam diagnosticadas com o tumor, causado pelo papilomavírus humano (HPV). Esse vírus é facilmente transmitido na relação sexual; isso porque apenas o contato com a pele infectada já é o suficiente para a contaminação.

“Estima-se que em torno de 70% a 80% da população, em geral, já teve algum contato com o vírus. Existem inúmeros tipos de vírus, mais de 50 tipos de cepas diferentes do vírus e não são todos eles que vão causar o câncer. Tem alguns que causam só verruga e outros que nem vão se manifestar”, explica a ginecologista Charbele Diniz.

A Campanha Julho Verde-Escuro chama a atenção para a importância de exames preventivos e do diagnóstico precoce dos chamados cânceres ginecológicos – aqueles que afetam um ou mais órgãos do aparelho reprodutor feminino. As ocorrências mais frequentes desse tipo de câncer no Brasil são de tumores no colo do útero, no corpo do útero e no ovário.

Diretrizes da OMS

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é possível, no futuro, erradicar tumores malignos no colo do útero no Brasil. Para isso, é necessário que a população siga as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As mulheres entre 25 e 35 anos devem fazer os exames preventivos e as pacientes que forem diagnosticadas com alterações devem receber o tratamento correto. As meninas e meninos entre 9 e 14 anos de idade devem se vacinar contra o HPV. Para aumentar a imunização, o ideal é que a vacina seja tomada antes da primeira relação sexual.

Desde 2014, o governo disponibiliza a vacina quadrivalente contra o HPV. Hoje, meninas e meninos entre 9 e 14 anos podem receber o imunizante no Sistema Único de Saúde. Além dos adolescentes, pessoas imunossuprimidas com até 45 anos também podem se vacinar na rede pública.

Apesar de a vacina estar disponível gratuitamente, muitos pais não levam seus filhos adolescentes para se vacinarem por uma falsa crença de que vão estimular uma iniciação sexual precoce.

“A gente tem a vacina disponível, é uma vacina cara, é uma vacina que está aí, mas que não está sendo utilizada. São vários tabus, de o povo brasileiro achar que você está expondo a questão sexual para a filha adolescente. Mas é mais uma vacina comum como outra qualquer”, explica o chefe do Departamento de Ginecologia Oncológica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Gustavo Guitmann.

A psicóloga Andreia Medeiros trabalha com adolescentes e tem uma filha de 15 anos, a estudante Sofia van Chaijk, que tomou a vacina contra o HPV, orientada pela mãe.

“É um mito [a ideia]  que vai estimular [a iniciação sexual precoce]. Não falar sobre o assunto vai prevenir? É o contrário”, diz a psicóloga. “Ter consciência dos benefícios, dessa prevenção e do contrário também, do risco que eles correm, é uma forma de cuidado”, acrescenta.

“Eu agradeço minha mãe também por ter me vacinado contra HPV porque a gente conhece uma pessoa que infelizmente faleceu de câncer no útero por conta de HPV. Então ela nem precisou me convencer muito também. Ela já sabia das consequências”, completa Sofia.

Concurso Narrativa Visual Vernacular vai premiar vídeos produzidos por pessoas com deficiência auditiva

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As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até 30 de julho.
Inscrições abertas para o concurso Narrativa Visual Vernacular. A iniciativa abre espaço para que artistas da comunidade surda possam mostrar suas criações autorais.

Nesta primeira edição, cinco poetas com deficiência auditiva serão selecionados e terão os seus vídeos divulgados nas redes sociais do projeto. Além disso, os vencedores serão premiados com R$ 500,00 e farão parte da construção de uma narrativa audiovisual, que será montada pela Genesis Filmes, produtora realizadora do concurso. 

O Visual Vernacular (VV) é um recurso estético próprio da língua de sinais e está presente no dia a dia da língua e da comunidade surda, em sua literatura, poesia, assim como na música e no teatro. “A ideia do projeto é celebrar a arte em sua forma mais visual e inspiradora, destacando o talento e a criatividade da comunidade surda. Ao fim do concurso, vamos construir uma linearidade e uma organização de pensamento entre os poemas selecionados, para fazer com que todas essas possibilidades poéticas sejam sintetizadas pela visão vernacular”, explicou Rodrigo Huagha, idealizador do projeto. 
 
A comissão julgadora é formada por pessoas com deficiência auditiva e será responsável por selecionar os vídeos vencedores com base na criatividade, originalidade e qualidade artística. Para participar, é necessário preencher, até 30 de julho, o formulário disponível nas redes sociais do projeto e enviar um vídeo com uma poesia autoral, utilizando a linguagem visual vernacular. Não há restrição de tempo e serão aceitos qualquer formato de gravação.

O Concurso Narrativa Visual Vernacular é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

SERVIÇO
Concurso Narrativa Visual Vernacular 
Quando: Inscrições abertas até 30 de julho de 2023
Onde: Ficha de Inscrição e Regulamento no Instagram @narrativavisualvernacular
Quanto: inscrições gratuitas.
Acesse o regulamento em LIBRAS: https://www.youtube.com/watch?v=nCuZa4xdDCo
Mais informações: https://linktr.ee/narrativavv

Pipoca na dieta, sim!

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Especialistas esclarecem que alimento é aliado no emagrecimento

Como resistir ao cheirinho de uma pipoca que acabou de estourar? Ela é a companheira insubstituível nos momentos de diversão, principalmente acompanhando filmes e séries. Versátil e gostoso, o alimento virou sinônimo de snack fácil. E para os amantes deste petisco, os especialistas revelam uma informação que é poesia aos ouvidos: a pipoca pode ser uma aliada na dieta. Isso, graças a várias características nutricionais deste alimento.

Segundo a engenheira de alimentos da Combrasil, Ana Rachel, o milho de pipoca carrega grande valor nutricional que quase ninguém imagina. “Esse alimento dá a sensação de saciedade e melhora o funcionamento intestinal. A pipoca possui, ainda, polifenóis, antioxidantes que agem inibindo a ação dos radicais livres no organismo, diminuindo o envelhecimento precoce, os riscos de doenças cardíacas e a oxidação de colesterol. Apesar de ter um teor calórico, possui boa quantidade de fibras, o que faz deste grão uma fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico”, explica. 

De acordo com a engenheira de alimentos, os benefícios da pipoca na musculação vão desde o aumento da saciedade até a reposição do glicogênio muscular. “Contribui para a prevenção doenças degenerativas como mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer. A pipoca é uma fonte de vitaminas do complexo B, um grupo de micronutrientes que participa de diversas funções no organismo, inclusive do bom funcionamento do sistema nervoso”, revela Ana Rachel.

Porção adequada

A recomendação é uma ingestão de 20g (ou uma xícara e meia) de pipoca por dia, isto é o suficiente para garantir os benefícios oferecidos pelas fibras e vitaminas deste alimento. “Como qualquer outro alimento aliado da dieta, a pipoca também deve ser consumida com moderação. Por este motivo, se você quer ter a pipoca como aliada na dieta sem prejudicar a qualidade da sua alimentação. Opte por sempre consumir este produto com baixa quantidade de sal e com pouca, ou nenhuma, porção de gordura em sua preparação.”, relembra a engenheira de alimentos.