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domingo, fevereiro 15, 2026
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THOMAS EDUCA DA Y

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Nos dias 9 e 10 de junho de 2025, a Casa Thomas Jefferson, em Brasília (DF), será o centro das discussões sobre gestão, inovação, ensino bilíngue e tendências para a educação. O Thomas Educa Day, promovido pelo Thomas Bilíngue for Schools, é um evento exclusivo e imperdível para gestores, diretores, coordenadores pedagógicos e líderes educacionais comprometidos com a excelência e inovação. Sob o tema “Educação Bilíngue e Gestão Escolar: Construindo o Agora, Preparando o Amanhã”, o evento reunirá especialistas renomados que apresentarão soluções práticas, estratégias eficientes e metodologias inovadoras, projetadas para transformar a experiência educacional dos estudantes e potencializar resultados institucionais.

O que esperar deste evento transformador:

Palestras inspiradoras: Especialistas conceituados abordarão tópicos cruciais como liderança educacional, engajamento estudantil, letramento bilíngue e as mais recentes tendências tecnológicas para o ensino.

Workshops práticos: Experimente atividades “mão na massa” que demonstram, na prática, como aplicar metodologias inovadoras e modelos de gestão eficazes em sua instituição.

Networking valioso: Momentos especiais de interação para troca de experiências e insights com gestores e educadores de todo o Brasil, fortalecendo conexões estratégicas.

Veja os palestrantes confirmados:

Léo Chaves: A Arte de se Reinventar

Carol Sanches: Geração Alpha e Beta – Quais são os novos desafios da educação?

Vicente Vieira : A Crise da Atenção – Estar na escola não significa engajamento

Clarissa Bezerra: Liderança Tecelã – Cuidadores do Tecido Social

Teresa Aranda: Letramento e equidade na avaliação – desafios e potencialidades na Educação Bilíngue

Catarina Pontes: Conectando mundos – Educação bilíngue para a formação de cidadãos do presente

Alex Romero: Entre o conteúdo e a inovação – o poder do livro didático e do professor preparado

André Hedlund: “Aprenda em 6 Meses” e Outras Falácias – A Verdade sobre o Aprendizado de Inglês

🗓 FAÇA A SUA INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR ON-LINE:

Data: 9 e 10 de junho de 2025

Horário: 9h às 18h

Conheça os nossos patrocinadores:

EAI Educa

Geppetto

KEDU

LIB

NatGeo Learning

Vortex

Inscrições para acesso à transmissão ao vivo e gratuita:

https:/ /www.eventbrite.com.br/ e/thomas-educa-day-tickets-1289819678379

Organização: Casa Thomas Jefferson / Thomas Bilíngue for Schools

Instagram: @thomasbilingueforschools

Site: www.thomasbilingueforschools.com

Contato: (61) 3442 553

A SUCESSÃO DOS CAVALIERI

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Em seu quarto livro, a jornalista e escritora Andreia Salles traz recortes da Veneza do século XVII como pano de fundo para a saga romântica “A Gôndola Vermelha”

“Finalmente, a cabeça de Don Pedro pendeu e sua mão soltou meu pescoço. Empurrei seu corpo ensanguentado para o chão. Ele caiu de costas e ali ficou estatelado, com as calças abertas, expondo suas partes íntimas. Passei por cima do Vice-Rei e alcancei a passagem secreta. Enquanto tentava chegar à porta de saída, ouvi os sinos tocarem, chamando todos os conselheiros para dentro do Palácio dos Doges”.

O enredo de “A Sucessão dos Cavalieri” leva o leitor aos palácios de Veneza da virada do século XVII, para viver os relacionamentos e as intrigas das ricas famílias da aristocracia veneziana. O texto do livro harmoniza uma pesquisa cuidadosa sobre cenários e hábitos da Sereníssima República de Veneza, sinônimo de poder e soberba da Era do Renascimento.

“A Sucessão dos Cavalieri” é o volume 4 da saga “A Gôndola Vermelha”, romance de estreia da jornalista Andreia Salles, e conta com todos os elementos das histórias trágicas de época: personagens fortes, drama, tensão e muita paixão. Com uma linguagem coloquial, suas páginas transportam o leitor para outro momento da história e permitem que ele se identifique com os personagens.

O primeiro livro, que deu origem a série, foi lançado em julho de 2020, A Gôndola Vermelha, e o segundo, A Herança de Lucca, em março de 2021. O volume 3, “A Corte de Nápoles, veio à público em novembro de 2022. Agora chegou a vez do lançamento do quarto livro da saga, “A Sucessão dos Cavalieri”.

Os bailes de máscara do Carnaval veneziano são o ponto alto dos livros e ganham novos elementos no imaginário do leitor. Repleto de trechos picantes detalhando os momentos íntimos dos personagens, é impossível não se envolver na história, ainda que nenhum deles tenha medido as consequências de uma conquista de baile de máscaras.

SUCESSÃO DOS CAVALIERI

Data: 7 de maio de 2025

Disponível: www.agondolavermelha.com.br, Amazon e clubedeautores.com.br

Autor: Andreia Salles

Páginas: 238

Site: www.agondolavermelha.com.br

Instagram: https://instagram.com/agondolavermelha

Facebook: https://facebook.com/agondolavermelha

SINOPSE

Veneza, 1618. Quando tudo parecia se encaminhar para uma navegação em águas calmas, a vida da Família Cavalieri vira de ponta cabeça quando uma sombra do passado, o Vice-Rei de Nápoles, aparece na Sereníssima República de Veneza fazendo valer todo seu poder, e cobrando a conta de um amor não correspondido.

SOBRE A AUTORA

Andreia Salles é uma apaixonada por Veneza. Em paralelo às atividades como profissional de comunicação corporativa, ela estuda a vida e a sociedade dos tempos da Sereníssima República de Veneza (697-1797), quando os Doges comandavam a política e a economia da região. Apontada como um dos 350 profissionais de PublicRelations mais influentes do mundo, pelo PRWeek Global Power Book, a jornalista e empresária coleciona viagens pela cidade e escreve agora “A Sucessão dos Cavalieri”, volume 4 da saga “A Gôndola Vermelha”, se baseando em tudo que leu, viu, ouviu e sentiu em Veneza.

Mais informações:

Tel: +55 61 99231-1669 (WhatsApp)

agondolavermelha@gmail.com

AFINAL, DINHEIRO TRAZ FELICIDADE?

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Não. E sim. A resposta conflitante dessa pergunta envolve economia, psicologia e até a nossa visão de mundo. O dinheiro, por si só, não compra felicidade, mas a falta dele pode causar sofrimento. É impossível ignorar que uma vida sem preocupações financeiras proporciona segurança, conforto e liberdade para fazer escolhas. No entanto, estudos mostram que, depois de um certo nível de renda, o impacto do dinheiro na felicidade começa a diminuir.
Daniel Kahneman, psicólogo vencedor do Prêmio Nobel de Economia, conduziu uma pesquisa reveladora sobre o tema. Segundo seu estudo, publicado em 2010, a felicidade emocional aumenta com a renda, mas apenas até um certo ponto – aproximadamente 75 mil dólares anuais nos Estados Unidos (valor ajustado com a inflação). Após esse patamar, ganhar mais dinheiro não impacta significativamente o bem-estar diário. O motivo? Quando as necessidades básicas são atendidas – alimentação, moradia, saúde e um pouco de lazer – o excesso de dinheiro não altera a qualidade das emoções cotidianas.

Isso explica por que milionários nem sempre são mais felizes do que pessoas de classe média. O sociólogo Richard Easterlin já havia apontado esse fenômeno em sua famosa “Paradoxo da Felicidade”: países mais ricos, apesar de terem melhor qualidade de vida, não necessariamente possuem habitantes mais felizes. A razão disso está na adaptação hedônica – a capacidade humana de se acostumar rapidamente a novos padrões de vida. A princípio, um carro de luxo ou uma casa enorme podem trazer alegria, mas, com o tempo, tornam-se normais, e a busca por mais nunca acaba.
Além disso, dinheiro pode gerar problemas inesperados. Pessoas que herdam fortunas ou ganham na loteria frequentemente enfrentam depressão e ansiedade. O caso de Jack Whittaker, vencedor de 315 milhões de dólares na loteria americana, ilustra bem isso. Após a vitória, sua vida se tornou um caos, com problemas familiares, perda de amigos e até crimes envolvendo sua fortuna. Isso prova que dinheiro, sem um propósito ou equilíbrio emocional, pode ser uma armadilha.

Mas, então, qual é o segredo? A resposta parece estar no modo como usamos o dinheiro. O psicólogo Michael Norton, de Harvard, descobriu que gastar dinheiro com experiências e com outras pessoas aumenta a felicidade mais do que gastá-lo apenas consigo mesmo. Viagens, jantares com amigos e até doações para causas importantes geram um bem-estar mais duradouro do que a compra de bens materiais.

Isso não significa que o dinheiro seja irrelevante – longe disso. Ele é um facilitador, mas não um fim em si mesmo. A verdadeira felicidade está na forma como lidamos com ele. Se usado para proporcionar tempo de qualidade, segurança e propósito, o dinheiro pode, sim, contribuir para uma vida mais feliz. Mas se for apenas uma obsessão, pode levar a um ciclo infinito de insatisfação. Como dizia Epicuro, filósofo grego: “Nada é suficiente para quem considera pouco o suficiente.”

INTUIÇÃO REALMENTE FUNCIONA?

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Você sentiu aquele pressentimento estranho sobre algo e, pouco tempo depois, percebeu que estava certo? Ou talvez tenha ignorado aquela voz interna e se arrependeu depois? A intuição parece mágica, mas será que ela realmente funciona, ou é apenas uma ilusão da nossa mente?
A ciência mostra que a intuição não é um simples “sexto sentido”, mas sim um processamento rápido de informações baseado em experiências passadas. O psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, descreve isso em seu livro Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar. Ele explica que o cérebro opera em dois sistemas: um rápido e intuitivo, e outro mais lento e racional. A intuição surge desse sistema rápido, que reconhece padrões automaticamente, sem que precisemos pensar conscientemente sobre eles.
Um exemplo famoso de intuição eficaz vem do mundo dos bombeiros. Em um estudo citado por Gary Klein, especialista em tomada de decisão, um comandante de bombeiros percebeu algo estranho em um incêndio e ordenou que sua equipe saísse imediatamente. Segundos depois, o prédio desabou. Ele não sabia dizer exatamente o porquê de sua decisão, mas depois percebeu que, com anos de experiência, seu cérebro havia detectado que o fogo estava se comportando de forma atípica, sem que ele percebesse isso conscientemente.
Por outro lado, a intuição também pode falhar. Muitas vezes, o que chamamos de intuição é apenas um viés cognitivo ou um julgamento precipitado. Pense, por exemplo, nos preconceitos que surgem sem base real – isso também pode parecer “intuição”, mas na verdade é apenas um erro da mente. Nietzsche alertava sobre esse perigo quando dizia que “as convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras”.
Então, quando devemos confiar na intuição? A resposta é: depende. Se você tem experiência em uma área específica, sua intuição provavelmente será mais confiável. Médicos experientes, investidores e atletas frequentemente tomam decisões intuitivas certeiras porque seus cérebros já processaram milhares de situações semelhantes. Mas se for um assunto novo para você, é melhor parar e analisar a situação com mais calma, em vez de confiar cegamente no primeiro sentimento que surgir.
Treinar a intuição também é possível. Meditação, atenção plena e reflexão sobre decisões passadas ajudam a afiar essa habilidade. Carl Jung dizia que “a intuição é a função psicológica que nos conecta com o desconhecido”. Ou seja, quanto mais aprendemos e experimentamos, mais essa “voz interna” se torna uma aliada poderosa.
A intuição funciona? Sim, mas não como mágica. Ela é um reflexo do nosso conhecimento acumulado e da capacidade do cérebro de processar informações rapidamente. Aprender a equilibrá-la com a razão pode ser a chave para tomar melhores decisões na vida.

Livraria Leitura lança o portal “Se Liga na Leitura” para os amantes de literatura

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A Livraria Leitura acaba de lançar o “Se Liga na Leitura” (seliganaleitura.com.br), um novo portal dedicado à produção de material literário. O site tem como principal objetivo valorizar e incentivar a criação de conteúdo relacionado ao universo dos livros, contando com a parceria de influenciadores do Instagram e do TikTok, que mantêm perfis públicos e engajados com a comunidade literária.

Os colunistas selecionados em um recente concurso recebem, mensalmente, caixas personalizadas com livros alinhados aos seus gêneros literários preferidos e compartilham resenhas e impressões com seus seguidores, ampliando o alcance das obras, das editoras e da Livraria Leitura nas redes sociais.

Além desse espaço colaborativo, o portal oferece outras seções que tornam a experiência do usuário ainda mais completa. Na aba “Blog”, os visitantes encontram textos sobre temas atuais, notícias, curiosidades, lançamentos e assuntos culturais, especialmente pensados para quem é apaixonado por livros, cinema e cultura literária.
Já na seção “Queridinhos da Leitura”, é possível conferir uma curadoria especial feita pelo time da livraria, com os títulos mais amados e recomendados pelos livreiros da Leitura — uma ótima ajuda para quem está em dúvida sobre qual livro escolher.

Além disso, o site conta com uma área exclusiva de ofertas, com promoções e descontos imperdíveis, além da edição do mês da “Revista Leitura”, que traz ainda mais novidades e recomendações literárias com preços diferenciados.

Para quem deseja fazer parte do time da livraria, na seção “Trabalhe Conosco”, é possível cadastrar o currículo e concorrer às vagas dos processos seletivos abertos. Contudo, é possível deixar também as informações no banco de talentos da empresa para vagas futuras.

Pensando também em facilitar a busca pelos endereços das lojas, disponibilizamos um mapa online na seção “Onde Estamos”. Com a geolocalização, é possível encontrar a loja mais próxima e ainda navegar, em tempo real, pela região selecionada.
Rafael Martinez, Head de Marketing da Livraria Leitura, destaca a proposta do projeto:
“O ‘Se Liga na Leitura’ é um espaço de conexão. Nosso objetivo é apoiar e valorizar os criadores de conteúdo que se dedicam à cultura, inspirando mais pessoas a descobrirem o prazer da leitura.”

Sobre a Leitura:

Inaugurada em 1967, na Galeria do Ouvidor, em Belo Horizonte, a Livraria Leitura começou sua história vendendo livros novos e usados, sendo uma das pioneiras no conceito de megastore — lojas com mais de 1.000 m² e uma grande variedade de produtos culturais e de entretenimento.

Atualmente, com 122 lojas em 24 estados e mais de 2.600 colaboradores, a marca está consolidada como a maior rede de livrarias do país. Além da experiência nas lojas físicas, a rede também tem uma importante presença no cenário nacional de vendas por e-commerce.

Com uma oferta diversificada de mais de 100 mil itens, incluindo livros, papelaria, material escolar, brinquedos, presentes, produtos de informática e jogos, as lojas também contam com espaços dedicados ao lazer, como cafés, áreas de leitura, sessões de autógrafos, debates, palestras, clubes de leitura e eventos culturais — um refúgio para diversas tribos, que valoriza a cultura e a troca de ideias.

Entre os pilares da Livraria Leitura está o investimento contínuo no desenvolvimento dos livreiros, visando oferecer um atendimento de excelência. A rede também criou o programa de fidelidade “Sempre Leitura”, que permite aos clientes acumularem pontos e trocá-los por produtos nas lojas.

O fim do voto econômico e da gratidão política automática

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Durante grande parte da história eleitoral, uma máxima parecia inquestionável: a economia determina o voto. Se a situação econômica do país melhora, o governo no poder tende a ser recompensado nas urnas; se piora, a punição vem na forma de derrota eleitoral.

Esse fenômeno, conhecido como “voto econômico”, foi estudado por cientistas políticos como Anthony Downs e Douglas Hibbs, que argumentaram que ele era um dos principais motores das escolhas eleitorais. No entanto, a política contemporânea vem desafiando essa lógica.

Nos últimos anos, têm se multiplicado os casos de governantes que, mesmo entregando crescimento econômico e aumento de renda, perdem eleições ou enfrentam alta impopularidade. Ao mesmo tempo, outros que lidam com crises econômicas graves conseguem manter apoio popular e até se reeleger. Um exemplo clássico desse fenômeno ocorreu com Donald Trump nos Estados Unidos. Antes da pandemia da Covid-19, a economia americana apresentava números favoráveis, com baixo desemprego e crescimento sólido. Pela lógica do voto econômico, ele deveria ter sido reeleito sem grandes dificuldades. No entanto, perdeu para Joe Biden em 2020. Por outro lado, líderes como Viktor Orbán, na Hungria, e Recep Tayyip Erdoğan, na Turquia, conseguiram manter suas bases eleitorais mesmo diante de crises econômicas severas.

Isso sugere que o eleitor moderno não decide mais seu voto apenas com base na economia, e a gratidão política automática também vem desaparecendo. A melhoria na qualidade de vida ou o cumprimento de promessas não garantem mais lealdade eleitoral. Esse fenômeno é visível em democracias ao redor do mundo. No Brasil, Dilma Rousseff foi reeleita em 2014 mesmo com sinais de desaceleração econômica, mas sofreu impeachment pouco tempo depois, quando a crise econômica se agravou. Já em 2022, Jair Bolsonaro perdeu sua tentativa de reeleição mesmo com uma recuperação econômica nos meses finais de seu mandato. O que explica essa mudança?

A polarização política e a identidade partidária têm assumido um papel central nas escolhas do eleitor. O sociólogo Pierre Bourdieu argumentava que os indivíduos não fazem escolhas isoladas, mas dentro de um contexto social e simbólico que molda suas preferências. No cenário atual, as decisões eleitorais são cada vez mais guiadas por fatores emocionais, ideológicos e identitários, diminuindo o peso da economia. Eleitores se identificam com um candidato ou partido não apenas por sua gestão, mas por enxergarem nele uma representação de seus valores e visão de mundo.

Além disso, as redes sociais e a hiperexposição midiática modificaram a forma como os políticos são avaliados. Um bom desempenho econômico pode ser ofuscado por crises de imagem, escândalos ou batalhas culturais. Políticos que dominam a narrativa e criam um senso de pertencimento com seus eleitores conseguem manter apoio mesmo em tempos difíceis, enquanto outros, apesar de bons indicadores econômicos, perdem espaço por não conseguirem mobilizar emoções e identidades.

O fim do voto econômico e da gratidão política automática não significa que a economia deixou de ser importante. Mas ela se tornou apenas um dos vários fatores que influenciam o eleitorado. Cada vez mais, eleições são disputadas no campo simbólico e emocional, onde lealdades são construídas não apenas por resultados concretos, mas por percepções e narrativas. Nesse novo cenário, políticos que apostam apenas em entregar bons indicadores correm o risco de descobrir, da pior forma, que isso já não basta para vencer eleições.