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Faces do Piano Brasileiro estreia dia 5 de agosto

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O projeto com os pianistas Pablo Marquine e Diogo Monzo homenageia Claudio Santoro, Antônio César Guerra-Peixe, Luiz Eça e Hermeto Pascoal

Os pianistas Pablo Marquine e Diogo Monzo estreiam o projeto “Faces do Piano Brasileiro” dia 5 de agosto, na Escola MiFaSol-Lá (503 Sul). As sessões de concerto e recital-palestra também acontecem na Escola Classe Comunidade de Aprendizagem do Paranoá (Q. 3), no Teatro de Sobradinho (Área Especial 12), na Casa Thomas Jefferson (706 Sul) e no Centro de Ensino de Deficientes Visuais (612 Sul) até o final de agosto. Toda programação tem entrada franca e classificação indicativa livre.

Concebido como resultado das pesquisas de mestrado conduzidas por Pablo e Diogo, “Faces do Piano Brasileiro” propõe demonstrar que as chamadas fronteiras expressas na música popular e erudita brasileira existem “apenas em uma questão de conceituação”. Por isso, a escolha de obras de Claudio Santoro, Antônio César Guerra-Peixe, Luiz Eça e Hermeto Pascoal.

Pablo explica que as apresentações acontecem em formato de concerto duplo de piano solo, em que ele interpreta obras de Claudio Santoro e Guerra-Peixe e, Diogo, temas de Luiz Eça e Hermeto Pascoal. “Além dos concertos, o projeto possui recitais-palestras. Ali, é o momento de explorar a relação histórica e estética das obras dos homenageados, criando espaços de apreciação musical e formação de plateia com o intuito de divulgar a música brasileira”, detalha o pianista.

Acessibilidade

A programação também conta com sessões no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), na 612 Sul. O local foi escolhido pensando em democratizar o acesso à música brasileira de concerto.

“Não será a minha primeira apresentação no CEEDV. As interações positivas e enriquecedoras com os alunos levaram a repetir a experiência. Nesta edição, teremos uma experiência completa e acessível, incluindo a presença de um mediador linguístico português-LIBRAS, audiodescrição em um dos concertos, vídeos legendados e informações detalhadas de acessibilidade nas divulgações. Essa abordagem reflete o compromisso do projeto em enriquecer e valorizar a diversidade cultural”, completa o pianista.

Este projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal, operacionalizado pelo Governo do Distrito Federal – DF, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (GDF).

Sobre os pianistas

Pablo Marquine é Doutor em Musicologia pela University of Florida e pianista solista e concertista, reconhecido internacionalmente. Recentemente, Pablo gravou a completa para piano solo de Claudio Santoro e lançou o álbum “Canções de Amor” de Claudio e Vinicius de Moraes, com a cantora Sheila Negro.

Diogo Monzo é doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Em maio de 2016, estreou nos EUA, em Nova York, no Tribeca Performing Arts Center ao lado de grandes nomes do jazz como Rufus Reid, Tommy Campbell, Philip Harper e Bobby Sanabria.

Serviço:

Dia 05 de agosto, segunda-feira, na Escola MiFaSol-Lá (503 Sul, Bl. C, Lj. 49/50).

  • Recital-Palestra: às 19h
  • Concerto: às 20h

Dia 07 de agosto, quarta-feira, na Escola Classe Comunidade de Aprendizagem do Paranoá (Q. 3, Cj. A, Lt. 8/10).

  • Oficina de música para crianças: às 10h e às 11h
  • Recital-Palestra: às 14h
  • Concerto: às 16h

Dia 08 de agosto, quinta-feira, no Teatro de Sobradinho (Área Especial 12).

  • Concertos didáticos: às 9h30 e às 11h
  • Recital-Palestra: às 14h30
  • Concerto: às 19h

Dia 19 de agosto, segunda-feira, na Casa Thomas Jefferson (706 Sul).

  • Recital-Palestra: às 15h
  • Concerto: às 18h

Dia 20 de agosto, terça-feira, no Centro de Ensino de Deficientes Visuais (612 Sul).

  • Recital-Palestra: às 11h
  • Concerto: às 14h

Toda programação é gratuita.

Classificação indicativa livre.

Informações: facesdopianobrasileiro@gmail.com

Redes sociais: @facesdopianobrasileiro

 

Desenvolvimento integral produto da solidariedade ambiental

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O drama das enchentes no Rio Grande do Sul e que, de algum modo, também se reproduz no Pantanal pode vir a ser uma constante.

É o fenômeno da sociedade de risco que há de ser enfrentada à luz de perspectiva bem definida: a dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de 17 metas globais da Organização das Nações Unidas (ONU) no contexto do que é o direito ao desenvolvimento.

Desde 1986, momento em que a ONU proclamou a Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento, a ideia-chave a ser assimilada e compreendida consiste em pôr limites ao mero desenvolvimento econômico.

É um dilema conhecido. Que tipo de desenvolvimento a sociedade pretende? O documento da ONU afirma que o desenvolvimento não pode ser só econômico, o desenvolvimento deve ser integral, abrangendo a sociedade no seu todo. Só assim o progresso beneficiará toda a comunidade. Não haverá verdadeiro desenvolvimento sem que essa chave de dinamização seja acionada.

A problemática do meio ambiente, desde o oportuno alerta de 1972, já exigiria o incremento do mote da sustentabilidade.

O nosso futuro comum, nome e identidade do histórico documento, impunha a condição indispensável: que o liame entre o econômico e o social ordene a vida e as condições de trabalho, a fim de que a qualidade de vida em ambiente saudável possa ser garantida de modo perene.

Ora não é outra a noção de desenvolvimento sustentável: é o que atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade de que as gerações futuras atendam às suas próprias necessidades.

De que, afinal, está se falando? Simplesmente de que a conta que estamos deixando o futuro não conseguirá pagar.

Há poucos anos, o Papa Francisco lançou, na encíclica Laudato Si, a trágica constatação: “O ambiente humano e o ambiente natural degradam-se em conjunto; e não podemos enfrentar adequadamente a degradação ambiental, se não prestarmos atenção às causas que têm a ver com a degradação humana e social” (nº 48).

A tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul nos mostra o que poderá acontecer doravante se não prestarmos atenção. É um alerta que a natureza nos faz.

Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que consubstanciam a Agenda 2030, devem ser levados mais a sério.

Tais objetivos encontram como fundamento distintas manifestações ocorridas em 1972, já referida, e em 1987. Do mesmo modo, o Brasil sediou a ECO-92, na qual também se insiste que o desenvolvimento socioeconômico deve marchar conjuntamente com a defesa do meio ambiente.

Tudo conflui com o ideário proposto por São Paulo VI: o desenvolvimento para ser autêntico deve ser integral e promover a figura humana como um todo, posto que todos os homens são chamados ao pleno desenvolvimento.

Agora vamos destacar o item 7 da ODS, são 17 itens: Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente.
A degradação constatada no Rio Grande do Sul decorre de causas naturais, mas também de deficiências notórias de governança.

Muitos problemas de governança levaram a essa crise. Então, temos que compreender a responsabilidade humana, a responsabilidade histórica e a responsabilidade social. Três vetores de responsabilidade que explicam, mas não justificam, que a crise ora instalada poderia ter sido evitada mediante cuidados elementares de defesa do meio ambiente.

Eis o objetivo 7: garantir a sustentabilidade ambiental. O desenvolvimento sustentável é o único apto a garantir que desastres como esse não se tornem uma constante.

Portanto, são necessárias passadas de gigante para que o propósito do objetivo de sustentabilidade ambiental seja atingido até 2030.

Três metas estão associadas ao objetivo 7: A primeira é a água, a qualidade da conservação e recuperação dos mananciais, essencial para um desenvolvimento sustentável e saudável, capaz de garantir à geração presente e à geração futura qualidade de vida e vida saudável. Do mesmo modo, matas e florestas, enfim, esse imenso potencial ambiental que o Brasil possui e que é tão desleixado, tão deixado de lado, não pode mais admitir a ausência de verdadeiras políticas de estado para que delas se cuide com eficiência.

Os extremos de frio e de calor que são sentidos por toda parte registram a prova cabal do aquecimento global. Como ainda se pode negar isso?

A solidariedade registrada nesse episódio, que merece todos os louvores, exige prosseguimento com a solidariedade na cobrança de providências claras, objetivas e imediatas de defesa do meio ambiente, do desenvolvimento integral e do nosso futuro comum.

Por: Wagner Balera

 Coordenador do Núcleo de Estudos de Doutrina Social, Faculdade de Direito da PUC-SP. É Professor Titular de Direitos Humanos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).  Autor de mais de 20 livros de Direitos Humanos. Membro da Revista Brasileira de Direitos Humanos. Membro da Academia Paulista de Direito. Membro da Academia Paulista de Letras Jurídicas. Membro da Academia Nacional de Seguros e Previdência. Membro da Academia Brasileira de Direi to da Seguridade Social. Membro da Academia Brasileira de Direito Tributário. Advogado.
É Livre-Docente em Direito Previdenciário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Doutorado em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Mestrado em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Presidente do IPCOM (Instituto de Previdência Complementar e Saúde Suplementar). Professor e Coordenador dos cursos de graduação e pós-graduaçao (mestrado e doutorado) de Direito previdenciário da PUC-S`P.
Autor de mais de 30 livros em Direito Previdenciário.

Harmonização de Glúteos: O Segredo para um Bumbum Perfeito Neste Inverno

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Muito agachamento, alimentação rica em proteínas e… ácido hialurônico? A fórmula para ter o bumbum perfeito foi atualizada e agora inclui tratamentos clínicos. O procedimento de harmonização de glúteos tem ganhado destaque, com influencers e celebridades postando abertamente suas visitas a clínicas dermatológicas de alto nível para aprimorar ainda mais seus esforços na academia. Mas o que exatamente é a harmonização de glúteos? Quais são seus benefícios e desvantagens? E é o procedimento certo para você? Vamos descobrir.

O Que É a Harmonização de Glúteos

A harmonização de glúteos não é um milagre que transformará seu bumbum da noite para o dia. Ao invés disso, é um tratamento complementar que pode refinar e melhorar os resultados obtidos com exercícios e alimentação. O procedimento consiste basicamente em três frentes: aplicação de ácido hialurônico para aumentar o volume, bioestimuladores de colágeno para firmar a pele e aminoácidos para ajudar a endurecer o músculo.

Benefícios da Harmonização de Glúteos

1. Bioestimuladores de Colágeno para Firmar a Pele:

– “O glúteo não está livre da ação do tempo e do estilo de vida. Por isso, o cuidado com a pele dos glúteos se tornou indispensável na rotina das pessoas”, destaca a Dra. Kelly Pico. Com o tempo, a perda de colágeno é inevitável, mesmo com uma rotina fitness em dia. Os bioestimuladores de colágeno, aplicados na pele, aumentam a produção de fibras de colágeno, melhorando a firmeza e suporte da pele, o que deixa o bumbum mais levantado e arredondado.

2. Ácido Hialurônico para Dar Volume:

– Assim como em outras partes do corpo, o ácido hialurônico pode ser usado para preencher áreas dos glúteos, ajudando a atingir o formato desejado, seja ele em forma de pêra, redondo, maçã ou quadrado.

3. Aminoácidos e Tecnologias para Endurecer o Músculo:

– A aplicação de aminoácidos auxilia no aumento da musculatura, complementando o trabalho feito na academia. Além disso, tecnologias como o ultrassom micro e macrofocado podem forçar contrações musculares, proporcionando um efeito semelhante ao de exercícios intensos.

Desvantagens da Harmonização de Glúteos

Embora um bumbum mais definido, firme e arredondado seja o maior benefício, a harmonização de glúteos também tem suas desvantagens. A principal desvantagem é que os resultados não são permanentes. O preenchimento com ácido hialurônico se dissolve em até um ano, enquanto os efeitos dos bioestimuladores de colágeno e do endurecimento muscular, apesar de duradouros, exigem manutenção constante com exercícios e cuidados com a pele.

Perigos da Harmonização de Glúteos

As injeções nas nádegas nunca estão completamente isentas de riscos. Grandes vasos sanguíneos estão localizados profundamente nos glúteos, e se forem danificados ou se algo for injetado incorretamente, as substâncias podem viajar rapidamente para o coração e os pulmões, resultando em complicações graves, até mesmo fatais. Por isso, é crucial que essas injeções sejam realizadas apenas por profissionais qualificados, experientes e certificados.

Cuidados ao Escolher o Profissional

A Dra. Kelly Pico ressalta a importância de verificar a qualificação do profissional e a procedência dos produtos utilizados. Produtos comuns e confiáveis incluem Restylane ou Juvederm para ácido hialurônico e Sculptra ou Radiesse para bioestimuladores de colágeno. Sempre peça para ver o frasco selado e a data de validade do produto. Desconfie de tratamentos baratos, pois produtos falsificados podem levar a casos graves como necrose do tecido.

Conclusão

A harmonização de glúteos pode ser um excelente complemento aos esforços na academia e alimentação saudável, proporcionando um bumbum mais firme e arredondado. No entanto, é crucial escolher profissionais qualificados e estar ciente das desvantagens e riscos envolvidos. Com os cuidados adequados, é possível alcançar resultados satisfatórios e seguros, finaliza Dra Kelly Pico.

Se você está pensando em melhorar a aparência e autoestima, o inverno é a estação perfeita para começar. Agende uma consulta e descubra o melhor tratamento para você!

 

 

Inverno: os benefícios da prática da atividade física para a saúde física e mental

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Nesta época do ano, muitas pessoas perdem o ânimo para a prática de atividade física e acabam deixando de lado a rotina de exercícios. Estes hábitos não devem ser incentivados e vamos provar por quê.

No frio, mesmo com as temperaturas mais baixas e a menor incidência de luz solar, manter uma rotina de exercícios é fundamental para diferentes aspectos. Confira:

– Fortalecimento do sistema imunológico: a atividade física regular torna o corpo mais resistente a gripes e resfriados.

– Melhora da circulação sanguínea: os exercícios contribuem para o aquecimento do corpo, reduzindo a sensação de frio nas extremidades.

– Queima de calorias: a atividade física é um excelente aliado para manter o controle do peso, mesmo durante este período em que a tendência é consumir alimentos mais calóricos.

– Melhora da qualidade do sono: os exercícios contribuem para noites de sono mais tranquilas e reparadoras.

– Prevenção de doenças crônicas: uma vida mais saudável ajuda a prevenir e controlar doenças crônicas como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Saúde física e mental

No inverno, alguns processos biológicos ficam prejudicados com a falta de exposição do nosso organismo à luz solar, como por exemplo a produção de vitamina D, explica o Dr. Daniel Lerario, médico endocrinologista, mestre e doutor pela Escola Paulista de Medicina.

“Sua produção está diretamente ligada à exposição à luz solar, por isso, é preciso uma atenção especial nesta época do ano. Como a vitamina D desempenha um papel fundamental também na saúde mental, devemos ter essa atenção especial nesta época do ano com a alimentação e a prática de atividade física”.

A prática de exercícios estimula a produção de endorfinas, que são os hormônios que proporcionam sensação de bem-estar e ajudam a combater o estresse e a ansiedade.

Assim, o resultado é a melhora do humor e elevação da autoestima, aumento da disposição combate à fadiga.

Dicas para praticar atividade física no inverno

Escolha atividades que você gosta, assim a prática de exercícios se torna mais prazerosa e você terá mais chances de manter a rotina.

Vista-se adequadamente, com roupas leves e em camadas, que possam ser retiradas à medida que você se aqueça com o início das atividades.

Lembre-se também de começar devagar. Se você está fora de forma, o início deve ser com atividades de baixa intensidade, aumentando gradualmente a duração e a intensidade. Se o frio estiver muito intenso, opte por praticar atividades físicas em ambientes aquecidos, como academias ou piscinas cobertas.

 

 

Harmonização de vinho com pão de queijo? Entenda como isso é possível

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O Sommelier Gill Baptista, juiz internacional de vinhos e parceiro da Fornalha Mineira, dá dicas de como aproveitar a união de sabores que tem de tudo para ganhar popularidade e quebrar o estigma de que vinho só combina com pratos refinados ou com uma bela tábua de frios.

 Você sabia que, assim como fazemos com diferentes tipos de queijos, também podemos combinar pão de queijo com vinho? A princípio, a ideia talvez faça nossas papilas gustativas se contorcerem de estranhamento, mas essa união de sabores inusitada pode abrir portas para novas experiências gastronômicas.

A título de curiosidade, o consumo de vinho no Brasil deu um salto durante o período da pandemia de Covid-19. Um levantamento feito pela Ideal Consulting, especializada em pesquisa de mercado vinícola, apontou que, no primeiro trimestre de 2020, as pessoas passaram a beber 10,9% mais vinho se comparado ao mesmo período de 2019.

Para o Sommelier Gill Baptista, juiz internacional de vinhos e parceiro da Fornalha Mineira, apesar de se tratar de uma experimentação que varia de pessoa para pessoa, ela ajuda a quebrar o estereótipo de que vinho só cai bem com pratos refinados ou tábua de frios, especialmente os queijos Gouda e Brie. “Mesmo assim, precisamos nos atentar aos sabores, texturas e aromas de cada elemento. O pão de queijo tradicional tem essa casquinha crocante que esconde um recheio macio e levemente salgado, então é importante escolher um vinho que consiga complementar essa sensação”, explica.

Para experimentar em casa

Abaixo, o sommelier traz algumas dicas de como degustar o quitute mais querido do Brasil junto com uma boa taça de vinho. “Esta combinação, sem dúvida, realça o que o nosso país tem de melhor: juntar diversas culturas de maneira a proporcionar experiências e sensações únicas, sejam elas culinárias ou não”, defende.

1. Vinhos brancos frescos: “Tanto o Sauvignon Blanc quanto o Chardonnay jovem são uma boa opção para pães de queijos tradicionais e mais leves. Esses vinhos trazem acidez e frescor ideais para cortar a gordura do queijo e realçar o sabor, mas devem ser servidos gelados”, sugere.

2. Espumantes: “Talvez muita gente não saiba, mas o espumante também é um dos tipos de vinhos disponíveis no mercado. Os brut e proseccos são excelentes pedidas para acompanhar o pão de queijo, já que a efervescência limpa os palatos entre cada mordida e nos ajuda a saborear mais o gosto do queijo”, exemplifica o especialista.

3. Vinhos tintos leves: “Se nenhuma das outras opções despertou seu paladar, o vinho tinto, um dos tipos mais consumidos no Brasil. Vão bem com o pão de queijo o Pinot Noir e o Gamay, que são mais frutados e leves”, conclui.

Fora o pão de queijo tradicional, a Fornalha Mineira também possui outros produtos em seu catálogo, como o palito de parmesão e a chipa paraguaia. Os pães de queijo recheados, tanto doces e salgados, também fazem sucesso com a clientela, especialmente os sabores calabresa, frango, creme de avelã e goiaba.

Se você tiver vontade de experimentar essas iguarias, Gill Baptista tranquiliza: “Todos os vinhos citados combinam bem com nossos outros sucessos. Basta apenas encontrar sua combinação preferida”.

E o sommelier conclui: “Apesar de todas as dicas dos vinhos mencionados, cada pessoa tem seu paladar individual, então você também pode experimentar um de nossos produtos com seu vinho preferido. Não existe outra regra para isso além de saborear a versatilidade do pão de queijo”.

Brazil Wine Challenge confere 26 Gran Ouro para cinco países

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Único no Brasil com a chancela da OIV, concurso concedeu 322 Medalhas para 34 vinícolas de 11 países, destacando o alto nível de qualidade das amostras

O 12º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), de 16 a 19 de julho, em Bento Gonçalves, foi o maior da história. O evento reuniu 1.037 amostras de 14 países, avaliadas por um júri de 85 especialistas de sete nacionalidades – números recordes na trajetória do concurso, considerado um dos mais importantes da América do Sul. A qualidade das amostras surpreendeu avaliadores que conferiram 322 medalhas, sendo 26 Gran Ouro (2,5%) e 296 Ouro (28%). As 34 vinícolas contempladas com medalhas são de 11 países, sendo eles: Alemanha (01), Argentina (01), Bolívia (06), Brasil (240), Chile (29), Estados Unidos (01), Geórgia (01), Itália (01), Nova Zelândia (01), Portugal (29) e Uruguai (12)

O presidente da ABE e do 12º Brazil Wine Challenge, enólogo Ricardo Morari, brinda o resultado do concurso, comemorando o alto nível das amostras e a representatividade de regiões brasileiras e países. “As amostras premiadas atingiram medianas superiores a 89 pontos, o que significa que os 30% premiáveis ficaram dentro das categorias de Ouro e Gran Ouro. Inclusive, tivemos amostras com pontuação de Medalha de Ouro que ficaram fora em razão do corte dos 30%, o que comprova a qualidade dos vinhos e espumantes avaliados nesta edição”

O Brasil foi o país com o maior número de premiações, o que é comum neste tipo de competição, justamente por sediar o evento e, consequentemente, ter a maior quantidade de amostras inscritas. Morari comenta, ainda, que regiões produtoras brasileiras não tradicionais estão entre os destaques, mostrando que o Brasil não apenas tem diversidade como também qualidade nos diferentes terroirs. “Das 240 medalhas que o Brasil arrematou, vinícolas de 10 estados foram contempladas. Isso é motivo de orgulho para um país que vem avançando com novas regiões produtoras, mostrando ao mundo sua diversidade, qualidade e descobertas em novos terroirs”, ressalta. Outro destaque da edição foi a representatividade de 11 dos 14 países participantes entre os premiados.

Além de romper a barreira das mil amostras, o 12º Brazil Wine Challenge também registrou o maior número de mulheres entre os degustadores. Foram 20. Dividido em nove júris, o painel de degustadores teve a responsabilidade de avaliar os vinhos às cegas, seguindo normas estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Nos três dias de degustações, realizadas no Centro Empresarial de Bento Gonçalves, foram servidas 5.400 taças em 12 horas de análise, uma verdadeira maratona técnica que colocou visão, olfato e paladar em ação, além do conhecimento.

A ABE também montou uma programação paralela para o júri internacional e os jornalistas. Focada nas Indicações Geográficas (IGs), a agenda levou o grupo para conhecer as vinícolas Chandon, Larentis, Geisse, Don Giovanni, Salton, Viapiana e Família Veadrigo, passando por Garibaldi, Bento Gonçalves, Pinto Bandeira e Flores da Cunha. Eles participaram de degustações de vinhos brasileiros com Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO).

OS 26 GRAN OURO (Acima de 93 pontos)

Alemanha

1.Ortega Trockenbeerenauslese 2023 – Gebrüder Anselmann  Brasil

2.Antonio Dias 3T – Antonio Dias Vinhos Finos (Três Palmeiras – RS)

3.Berkano Chardonnay Barricas 2023 – Berkano Premium Wines (Bento Gonçalves – RS)

4.Casa Geraldo Colheita de Inverno Gran Reserva Syrah 2019 – Casa Geraldo (Andradas – MG)

5.Casa Valduga Terroir Chardonnay 2023 – Casa Valduga Vinhos Finos (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves – RS)

6.Chandon Excellence Brut 2013 – Chandon Brasil (Garibaldi – RS)

7.Ercoara Manás Syrah 2021 – Ercoara Cordeiro e Vinho (Cristalina – GO)

8.L.A. Cave Chardonnay 2022 – Luiz Argenta Vinhos Finos (Altos Montes – Flores da Cunha – RS)

9. Pedras da Quinta Rare Blend Tannat – Pedras da Quinta Vinhos Autorais (Encruzilhada do Sul – RS)

10.Pizzato Espumante Brut Tradicional DOVV 2022 – Pizzato Vinhas e Vinhos (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves – RS)

11. Arbugeri Palmeiras Licoroso 150 Anos – Vinícola Arbugeri (Caxias do Sul – RS)

12.Arteviva Especial Camila Malbec 2021 – Vinícola Arte Viva (Caminhos de Pedra – Bento Gonçalves – RS)

13.Zanotto Reserva Merlot 2020 – Vinícola Campestre (Campos de Cima da Serra – Vacaria – RS)

14.Casa Soncini Gran Syrah 2021 – Vinícola Casa Soncini (Itaí – SP)

15.Don Guerino Traços Red Blend 2021 – Vinícola Don Guerino (Alto Feliz – RS)

16.Casa Perini Vintage Barriqué Espumante Brut 2022 – Casa Perini (Farroupilha – RS)

17.Valmarino Double Terroir Cabernet Sauvignon 2020 – Vinícola Valmarino (Altos de Pinto Bandeira – RS)

Chile

18.             Secano 2020 – Invina – Chile

19.             Pailimo Red Blend Limited Ion 2020 – Viña Marchigue – Chile

20.             Panul Escarlata Red Blend Limited Edition 2020 – Viña Marchigue – Chile

21.             Simis Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2019 – Vinícola Góes – Chile

22.             Simis Reserva Carménère 2019 – Vinícola Góes – Chile

Portugal

23.Adegade Pegões Merlot 2018 – Adega de Pegões – Portugal

24.Adega de Pegões Arinto 2023 – Adega de Pegões – Portugal

25.Dona Ermelinda Reserva Tinto 2021 – Casa Ermelinda Freitas Vinhos – Portugal

Uruguai

26.Santa Laura Gran Reserva Tannat 2022 – Vinícola Aurora – Uruguai

 

SOBRE O 12º BRAZIL WINE CHALLENGE

  • Data do evento: 16 a 19 de julho de 2024
  • Local: Centro Empresarial de Bento Gonçalves
  • Promoção: Associação Brasileira de Enologia (ABE)
  • Patronagem: Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV)
  • Amostras inscritas e países – 1.037 de 14 países (África do Sul, Alemanha, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Geórgia, Itália, Nova Zelândia, Portugal e do Uruguai)
  • Júri – 85 especialistas de sete países (Brasil, Bolívia, Chile, Espanha, França, Portugal e Uruguai)
  • Mulheres: 20
  • Tempo de degustação: 12 horas nos dias (cerca de 345 amostras por dia)
  • Medalhas conferidas: 322, sendo 26 Gran Ouro e 296 Ouro

RANKING DE PREMIAÇÕES POR PAÍSES

Alemanha – 01 Medalha Gran Ouro

Argentina – 01 Medalha de Ouro

Bolívia – 06 Medalhas de Ouro

Brasil – 16 Medalhas Gran Ouro e 224 Ouro

Chile – 05 Medalhas Gran Ouro e 24 Ouro

Estados Unidos – 01 Medalha de Ouro

Geórgia – 01 Medalha de Ouro

Itália – 01 Medalha de Ouro

Nova Zelândia – 01 Medalha de Ouro

Portugal – 03 Medalhas Gran Ouro e 26 Ouro

Uruguai – 01 Medalha Gran Ouro e 11 Ouro

RANKING DE PREMIAÇÕES POR ESTADOS BRASILEIROS

BA – 03

DF – 05

GO – 05

MG – 14

PE – 02

PR – 01

RJ – 04

RS – 181

SC – 12

SP – 01

O JURI – 85 degustadores de sete países (Brasil, Bolívia, Chile, Espanha, França, Portugal e Uruguai)

Presidentes de Júri

1.      Alejandro Cardozo – Uruguai

2.      Ângela Rossi Marcon – Brasil

3.      Bruno Motter – Brasil

4.      Carlos Abarzúa – Chile

5.      Dirceu Scottá – Brasil

6.      Edegar Scortegagna – Brasil

7.      Fernando Pettenuzzo – Uruguai

8.      Gilberto Pedrucci – Brasil

9.      Mário Lucas Ieggli – Brasil

Degustadores

10.  Adalberto Bortolini – Brasil

11.  Anderson Schmitz – Brasil

12.  André Donatti – Brasil

13.  André Larentis – Brasil

14.  Antonio Czarnobay – Brasil

15.  Antonio Palacios – Espanha

16.  Ari De Mari – Portugal

17.  Átila Zavarize – Brasil

18.  Ben-hur Rigoni – Brasil

19.  Benoit Mathurin – França

20.  Bruna Cristofoli – Brasil

21.  Bruno Munhoz – Brasil

22.  Caroline Dani – Brasil

23.  Celso Masson – Brasil

24.  Cláudia A. Stefenon – Brasil

25.  Christian Ambrosi – Brasil

26.  Daiane Badalotti – Brasil

27.  Daniel Dalla Valle – Brasil

28.  Daniel Salvador – Brasil

29.  Dario Crespi – Brasil

30.  Eder Caldart – Brasil

31.  Eduardo Milan – Brasil

32.  Fabiano Demoliner – Brasil

33.  Fábio Greghy – Brasil

34.  Felipe Boito – Brasil

35.  Felipe Machado – Brasil

36.  Fernanda Rodrigues Spinelli – Brasil

37.  Fernando Piccardo – Uruguai

38.  François Hautekeur – França

39.  Gabriel Carissimi – Brasil

40.  Gilberto Simonaggio – Brasil

41.  Gilson Berselli – Brasil

42.  Giuliano Pereira – Brasil

43.  Graziela Boscato – Brasil

44.  Heleno Facchin – Brasil

45.  Irineo Dall’Agnol – Brasil

46.  João Valduga – Brasil

47.  Jorge Cattani – Brasil

48.  José Venturini – Brasil

49.  Juciane Casagrande Doro – Brasil

50.  Juliana Andrade – Brasil

51.  Keli Bérgamo – Brasil

52.  Leandro Santini – Brasil

53.  Letícia Fertenseifer – Brasil

54.  Lúcia Porto – Brasil

55.  Luciano Manfroi – Brasil

56.  Luciano Vian – Brasil

57.  Lucindo Copat – Brasil

58.  Maciel Ampese – Brasil

59.  Magnos Basso – Brasil

60.  Maicol Zanella – Brasil

61.  Maike Oliveira – Brasil

62.  Manuela Astaburuaga – Chile

63.  Marco Salton – Brasil

64.  Marcos Carlesso – Brasil

65.  Marcos Gabbardo – Brasil

66.  Marcos Vian – Brasil

67.  Michael Waller – Brasil

68.  Michel Motter – Brasil

69.  Moisés Brandelli – Brasil

70.  Naira Escobari – Bolívia

71.  Nelson Randon – Brasil

72.  Neuri Bruschi – Brasil

73.  Paula Schenato – Brasil

74.  Paulo Giacomini – Brasil

75.  Regina Vanderlinde – Brasil

76.  Roberto Lazzarini – Brasil

77.  Rosana Pasini – Brasil

78.  Suzana Barelli – Brasil

79.  Sylvia Cava – Chile

80.  Talita Nicolini Verzeletti – Brasil

81.  Thiago Ramos Mendes – Brasil

82.  Tiago Bergonzi – Brasil

83.  Tiago Luvison – Brasil

84.  Valter Joel Ferrari – Brasil

85.  Vanderlei Gazzi – Brasil