18.2 C
Brasília
quarta-feira, abril 22, 2026
Início Site Página 83

Em meio à tragédia no RS, a necessidade de alimentos para quem possui restrições alimentares

0

Campanhas de arrecadação têm mobilizado donativos para atender quem não pode comer produtos com glúten ou lactose

Em meio à tragédia que se desenrola no Rio Grande do Sul, em que milhares de pessoas perderam seus lares para as águas, aqueles que possuem restrições alimentares, seja em relação ao glúten, lactose ou proteína do leite de vaca, ainda enfrentam outro desafio: consumirem produtos que não prejudiquem sua saúde. Nesse sentido, é importante que, nestes momentos difíceis, também haja mobilização para arrecadação de alimentos que sejam seguros para o consumo dessa parcela da população.

Para pessoas com alergias alimentares, intolerâncias ou outras condições que exigem uma dieta específica, a atenção à alimentação não é apenas uma questão de preferência, mas uma necessidade vital. “A ingestão de alimentos tradicionais prejudica, principalmente, o trato gastrointestinal. No caso das alergias, o dano pode ser, inclusive, um choque anafilático. Precisamos que as alergias sejam respeitadas e as restrições atendidas”, evidencia a nutricionista Karina Dela Bruna.

Nesses momentos, é compreensível que a atenção se volte prioritariamente para questões mais urgentes, como a busca por abrigo, cuidados médicos, segurança e alimentação de maneira geral. No entanto, negligenciar este cuidado com os alimentos hipoalergênicos pode ter consequências graves para essas pessoas que precisam de dietas específicas.

Desta forma, na visão de Karina, garantir que todos tenham acesso a alimentos nutritivos, balanceados e livre de alergênicos, é imprescindível. “Infelizmente, muitos ainda banalizam este assunto. No entanto, estamos falando de um diagnóstico, que comprova por meio de exames, a necessidade dessas crianças e adultos. É essencial que a comunidade se mobilize para garantir que todos tenham acesso a alimentos seguros e adequados às suas necessidades”, frisa.

Doações

Com o intuito de contribuir para a alimentação de quem tem alguma restrição alimentar e passa por este momento de grande dificuldade, principalmente no caso das crianças, a RisoVita encaminhou ao Rio Grande do Sul, por meio do projeto Nutrindo Almas, a doação de mais de 10 mil litros de bebida vegetal à base de arroz, em 880 caixas divididas em duas entregas, com o suporte das transportadoras Ouro Negro e Transal.

A ação é uma iniciativa da nutricionista, junto com outra colega de profissão, que tem o objetivo de prestar este suporte para o público, principalmente infantil, neste período. “Neste momento delicado, é fundamental demonstrarmos solidariedade e unirmos nossos esforços em prol de um único objetivo: as pessoas. Nossa responsabilidade vai além das fronteiras, com um olhar sempre atento à comunidade. Esta é a hora de demonstrarmos nossa empatia e fazermos o que está a nosso alcance”, frisa o diretor de Operações da Fumacense Alimentos, Jean Marquardt.

Sobre a RisoVita

Fruto da inovação e diversificação, a RisoVita surgiu no ano de 2014 por conta da grande visão de futuro e vasta experiência no beneficiamento e produção de arroz da empresa Fumacense Alimentos. Aliada à tecnologia europeia de ponta e equipamentos modernos, a marca tornou-se pioneira na América Latina com o início da produção de bebidas vegetais à base de arroz.

Com produtos nacionais e de excelente qualidade, todos os alimentos são produzidos a partir dos grãos do cereal. Devido à crescente procura por uma alimentação cada vez mais acessível e inclusiva, a RisoVita aumentou seu mix de produtos e hoje possui bebidas vegetais líquidas e em pó, farinhas, misturas para pães e bolos tradicionais e sem açúcar, e uma linha orgânica.

Academia Brasileira de Cinema lança vídeo com narração de Lázaro Ramos para arrecadar doações para o Rio Grande do Sul

0

Lázaro Ramos em “O Homem Que Copiava” (2003), longa dirigido pelo gaúcho Jorge Furtado e filmado no Rio Grande do Sul

Em decorrência da tragédia climática e ambiental que assola o estado do Rio Grande do Sul, a Academia Brasileira de Cinema produziu e divulgou em suas redes sociais um vídeo em apoio à população gaúcha, incentivando as doações e indicando instituições que estão recebendo donativos para minimizar os efeitos da catástrofe, como a Central Única das Favelas (CUFA), os Correios e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). O vídeo, uma realização da Academia, conta com locução do ator Lázaro Ramos e traz cenas de mais de 50 produções audiovisuais que foram rodadas no Rio Grande do Sul, entre eles “Anahy de las Misiones”, de Sérgio Silva (1997), “Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer (2017), “Disforia”, de Lucas Cassales (2019), “Hamlet”, de Zeca Brito (2016), “Houve uma Vez Dois Verões”, de Jorge Furtado (2002), “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado (1989), “Jango no Exílio”, de Pedro Isaias Lucas (2024), “Meu Tio Matou um Cara”, de Jorge Furtado (2004), “Mirante”, de Rodrigo John (2019), “Morto Não Fala”, de Dennison Ramalho (2018), “O Homem Que Copiava”, de Jorge Furtado (2003), “Rasga Coração”, de Jorge Furtado(2018), entre outros. A Academia também se solidariza com os trabalhadores do audiovisual gaúcho e espera que o setor e o estado se recuperem e voltem a emocionar o país com suas histórias nos cinemas.

Nesse momento tão difícil para o Rio Grande do Sul, todos nós, da Academia Brasileira de Cinema, mandamos nosso apoio e nossa solidariedade. Que nossos irmãos, artistas, realizadores, produtores, exibidores e técnicos que fazem o cinema Brasileiro do Rio Grande do Sul, possam ter esperança mesmo em um momento tão trágico e em breve voltar a sonhar e a fazer o Brasil inteiro sonhar, sorrir e se emocionar com suas histórias“, destaca Lázaro Ramos.

Mais informações sobre as doações podem ser encontradas nas redes sociais das instituições abaixo:

@correiosoficial

@sosriograndedosuloficial

@apoiase

@cufabrasil

@mtstbrasil

@grad_brasil

Coletivo Instrumento de Ver volta ao Brasil para última turnê do espetáculo circense ’23 fragmentos desses últimos dias

0

Após três anos de temporadas de sucesso na Europa, o coletivo se despede do espetáculo com apresentações em Brasília e São Paulo

Depois de percorrer 5 países, 35 cidades e lotar dezenas de teatros mundo afora, com cerca de 30 mil espectadores, o espetáculo circense “23 fragmentos desses últimos dias” volta ao seu país de origem para se despedir do palco, ou melhor, do picadeiro. As últimas apresentações da obra franco-brasileira, idealizada pelas artistas circenses do coletivo Instrumento de Ver e pela circógrafa francesa Maroussia Diaz Verbèke, acontecem em Brasília, cidade natal do coletivo, nas datas 1 e 2 de junho e em São Paulo, de 14 a 30 de junho.

Desde que chegou ao país, em abril deste ano, o espetáculo percorreu importantes festivais de circo de cidades icônicas: Recife, no Festival de Circo do Brasil, e Rio de Janeiro no Festival do Teatro Brasileiro. Em Brasília, as apresentações acontecem no âmbito do 3º Arranha-Céu – Festival de Circo Atual.

A boa notícia para os candangos é que a compra será liberada, em breve, pelo Sympla.

O espetáculo

Em cena, o circo, os ritmos e as expressões culturais como o forró, o maracatu, o frevo e até o passinho carioca se unem a temáticas relevantes como a democracia, a demarcação de terras indígenas e o racismo. Tudo acontece em meio ao impressionante manejo de objetos não descartáveis. E, para completar a mistura, a trilha sonora, composta apenas por músicas nacionais, foi cuidadosamente pensada para compor com os fragmentos, criando ritmo e envolvendo a plateia. A playlist, resultado da curadoria cuidadosa do brasiliense Cícero Fraga e do francês Loïc Diaz Ronda, celebra a música brasileira e contagia gringos e brasileiros em cada apresentação.

No picadeiro, as artistas Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes, integrantes do coletivo Instrumento de Ver, compartilham a cena com um trio brasileiro e bem variado: o dançarino carioca André Oliveira, o frevista e contorcionista pernambucano Lucas Maciel e Marco Motta, circense baiano radicado na Espanha.

“Tudo começou com essa vontade de falar com o corpo, com garrafas, com vidro, lâmpadas e o plástico bolha. É impossível identificar de onde vem esse desejo que tanto movimenta. Mas, olhando para trás, podemos ver as montanhas que ele moveu e as pontes que construímos para atravessar mundos”, relembra Maíra.

Após uma circulação de três anos, realizada em parceria com a companhia francesa Le Troisième Cirque, que resultou em um grande sucesso de público, de críticas e uma pertinente repercussão na imprensa internacional, o espetáculo segue provocando reflexões sobre temas agudos. E, como não poderia ser diferente, em se tratando do time de artistas que compõe a obra, “23 fragmentos desses últimos dias” continua impressionando a plateia com apresentações ousadas e performances circenses arriscadas como o equilibrismo, o faquirismo, o contorcionismo e a acrobacia.

“Vivemos uma grande aventura circulando o nosso espetáculo entre o Brasil, a França, a Bélgica e a Suíça. De 2021 pra cá, vivemos toda a intensidade possível de uma vida itinerante, muito bem acompanhadas de nosso trio de amigos. Voamos de lá pra cá, de cá pra lá, de olhos fechados, sorriso no rosto e com muito sangue nos olhos”, comenta Beatrice, com um quê de saudade.

Despedida em casa

Para a alegria dos candangos, Brasília,  cidade natal do coletivo, está entre as cidades do Brasil que recebem as últimas apresentações do espetáculo.  De acordo com Julia Henning, o esforço para encerrar o espetáculo no Brasil foi coletivo.

“Estar fora nos trouxe questionamentos profundos sobre o nosso fazer e nossa identidade artística. Agora voltamos pra casa para nos ver a partir dos olhos dos brasileiros. Fizemos de tudo para encerrar este projeto no Brasil. Estamos em um misto de emoção que só as despedidas podem provocar. Por aqui, estamos felizes em contar com a nossa equipe brasileira: Cícero Fraga, Euler Oliveira e Gabi Onanga, parceiros de longa data, abrilhantando a nossa técnica. Olhando assim, até parece o fim do caminho, mas sabemos que é daí que surge essa habilidade em construir pontes, que insiste em nos movimentar”, finaliza Julia.

Sobre o coletivo

O coletivo Instrumento de Ver, grupo circense com 22 anos de circo, já circulou com seus espetáculos por mais de 70 cidades brasileiras, em 4 países diferentes. O grupo, que já teve diversas formações ao longo desses anos, é encabeçado por Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes. Os parceiros e parceiras que criaram em coletivo constituíram a identidade artística do grupo que tem uma atuação eclética e está sempre surpreendendo o público. São acrobatas, técnicos, produtores, realizadores, diretores, criadores, vendedores de pipoca, fotógrafos e artistas de diferentes áreas. Inventam e reinventam jeitos de criar, reconfigurando-se o tempo todo e lidando com as mais diversas facetas da produção cultural e da criação artística. Têm o processo de criação como fonte de inspiração, como caminho e como fim.

O grupo tem uma contribuição ímpar para o circo. Já se apresentaram na rua, no teatro, em cervejarias, em festas, nas periferias e nos centros de pequenas e grandes cidades. Criaram filmes, espetáculos online, performances, discutindo e propondo formas variadas de fazer circo, numa linguagem autoral e cheia de pesquisa.  Além de “23 fragmentos desses últimos dias”, elaboraram os espetáculos circenses “Porumtriz”, “O Que Me Toca é Meu Também”, direção de Raquel Karro e “Meu Chapéu é o Céu”, direção de Leo Sykes, aplaudidos por um público de mais de 50 mil pessoas por todo o Brasil. Também fizeram espetáculos em parceria com outros grupos, como o “Bubuia”, para bebês, e “Vinco”, de dança contemporânea. Fundaram o espaço cultural Galpoa e o festival Arranha-Céu. São conhecidas pelas criações em diferentes formatos como a festa-espetáculo “Pão e Circo” e “Encontro de Bastidor”, além dos ensaios abertos do projeto “Geringonça” em espaços alternativos. Criaram o espetáculo virtual “Estudos de Aproximação”, em parceria com João Saenger e Caetano Maia. Com o cineasta Cícero Fraga, realizaram os curtas-metragens: “O Homem Banco”, “Exufrida”, “Assum Preto” e “Ruína”, premiados em festivais do mundo inteiro. Como artistas produtivas e produtoras criativas, defendem a gestão inovadora em rede, sob o prisma de não dissociar o fazer artístico da gestão cultural.

Serviço – “23 fragmentos desses últimos dias” no Brasil

Junho – Brasília

Junho – São Paulo

  • Datas: 14 a 30 de junho (nas sextas, sábados e domingos)

  • Local: SESC Belenzinho

  • Ingressos: em breve

Classificação Indicativa: Livre

Página Oficial: @instrumentodever 

Feedback, check out, business: ranking revela os termos do vocabulário corporativo mais pesquisados pelos internautas

0

Pódio das palavras por trás dos maiores volumes de busca no país tem expressões populares nas áreas de Marketing e Tecnologia, com predomínio do idioma inglês

Você já reparou como, principalmente durante a última década, o mercado de trabalho tem se rendido às expressões estrangeiras, com palavras em português sendo cada vez mais substituídas por termos importados do inglês, espanhol e muitas outras línguas?

Dentro de alguns segmentos, por exemplo, já não tem feito tanto sentido dizer que alguém precisa de um “retorno”, mas, sim, um “feedback”. Em outros, em especial nas áreas de Marketing e Comunicação, termos como “brainstorming” vêm sendo usados para se referir ao processo de gerar e compartilhar ideias. Até mesmo as reuniões diárias ou mensais de um time, por sua vez, têm sido comumente chamadas de “daily” e “monthly” — o que, convenhamos, costuma gerar dúvidas em muitos profissionais.

Se você é um deles, não se preocupe: durante o mais novo levantamento da Preply, a plataforma de idiomas descobriu não só o quão populares são algumas expressões internacionais no ambiente de trabalho, mas como, a cada novo mês, a definição de palavras como “workshop”, “business” e “coffee break’ vêm gerando milhares de buscas online entre os internautas. Confira as mais pesquisadas e descubra o significado de cada uma a seguir:

Feedback 

Finalizou aquele projeto e descobriu que gostariam de te dar um “feedback” sobre ele? Não se preocupe: isso apenas significa que alguém pretende manifestar uma opinião ou ponto de vista acerca da sua iniciativa — seja por meio de críticas, elogios ou sugestões de melhoria.

Isso porque a palavrinha em questão, que vem da língua inglesa, quer dizer basicamente “retorno”, por esse motivo sendo bastante utilizada no mercado de trabalho quando o assunto é compartilhar comentários sobre o desempenho, comportamento ou trabalho do colega. Simples, não?

MVP

Para compreender o significado de MVP é preciso, antes, entender a palavra que origina essa sigla tão comum nos ambientes profissionais: “Minimum Viable Product”, que, na tradução para o portugués, seria literalmente “Produto Mínimo Viável”.

De forma geral, estamos falando de uma estratégia de desenvolvimento de produtos ou serviços que consiste em lançar no mercado uma versão simplificada do projeto, apenas com os recursos essenciais para atender às necessidades básicas dos usuários. O objetivo, nesse sentido, seria validar a ideia do produto com o mínimo de esforço e investimento possível, permitindo que a equipe colete feedback e ajuste possíveis problemas iniciais.

Gap 

Do inglês “lacuna”, “vão” ou, ainda, “intervalo”, esse simples termo tem sido utilizado dentro das empresas para se referir a uma discrepância, diferença ou falta de algo, seja em termos de desempenho, expectativas, habilidades, conhecimento ou recursos.

Para que fique mais claro, aqui vai um exemplo: dizer que um profissional vem analisando possíveis “gaps” dentro de uma companhia seria o mesmo que dizer que ele está identificando diferenças entre o estado desejado da organização e aquele que de fato se manifesta na prática.

PR 

Embora, fora do ambiente de trabalho, a sigla PR geralmente diga respeito a diversas palavras diferentes (essa é a abreviação do nome da ilha de Porto Rico e o estado do Paraná, por exemplo), quando citada corporativamente, há grandes chances de estar relacionada à função de “Public Relations” — o equivalente em inglês para o nosso “Relações Públicas”, esse profissional cujo maior objetivo é promover e fortalecer a reputação da empresa com clientes, investidores, comunidades e um público em especial: a imprensa.

Workshop 

Se você sente que tem ouvido cada vez mais essa palavra nos últimos anos, talvez seja porque “workshop” é, sem dúvidas, uma das palavras mais assimiladas pelas equipes brasileiras nos últimos anos — com ainda mais força dentro de setores como o de Negócios, Empreendedorismo e Treinamento Pessoal.

Para aqueles que ainda têm dúvida, tal termo inglês, que poderia ser traduzido por algo como “oficina” ou “seminário”, normalmente designa um tipo de evento bastante comum no mercado profissional ou acadêmico: encontros nos quais, mais do que aprenderem teoricamente sobre um assunto, os interessados têm a oportunidade de tirar suas dúvidas e praticá-lo de forma interativa com os demais ouvintes.

Justamente por isso, trata-se de uma excelente forma não só de desenvolver as competências dentro de um determinado negócio, mas engajar os colaboradores no dia a dia!

Business 

“Negócio”, “empresa” ou, ainda, “comércio”: essas são algumas das muitas palavras em português equivalentes a “business”, outro termo coringa no mundo do trabalho… e que geralmente é utilizada para descrever simplesmente quaisquer organizações — de pequenas redes locais até grandes corporações multinacionais.

Coffee Break 

Sabe aquele intervalo despretensioso no qual, em geral entre reuniões ou eventos internos, os colaboradores se reúnem para tomar um cafezinho servido com outras delícias? Pois é exatamente o que residentes de países de língua inglesa tendem a chamar de “coffee break”, expressão equivalente à nossa amada “pausa para o café”… e cujo sentido, por falar nisso, vem da junção das palavras “coffee” (“café”) e “break” (“pausa”).  

Então já sabe: da próxima vez em que receber o convite para se juntar a outras pessoas em um “coffee break”, vá sabendo que provavelmente encontrará um banquete com itens de dar água na boca, como frutas, sucos e pequenos lanches quentes ou frios.

Layout… e slogan 

Mesmo se tratando de componentes distintos da identidade de uma marca, tanto a palavra “layout” quanto “slogan” definem elementos que não raramente se encontram juntos quando o assunto é transmitir a mensagem de uma companhia ao seu público.

No caso da primeira palavra, facilmente traduzida como “arranjo” ou “disposição”, estamos nos referindo à organização visual do texto, imagens, cores e outros atributos de uma página impressa ou digital, cartaz ou folheto. Falar que se está cuidando do “layout de um site”, por exemplo, seria o mesmo que dizer que se preocupa com a forma como funcionalidades como menus de navegação, botões e rodapés estão posicionados, de forma a criar uma experiência de navegação eficiente e agradável.

Já o “slogan” (“bordão”, “lema”), por sua vez, está muito mais relacionado às famosas frases curtas usadas para representar a essência de uma marca, produto ou campanha publicitária. Na dúvida, basta se lembrar dos tradicionais “amo muito tudo isso”, da McDonalds, e “todo mundo usa”, da Havaianas — presentes na memória de muitos consumidores.

Check Out 

“Sair”, “finalizar”, “concluir”… “check out” é mais um desses casos em que um mesmo termo significará coisas diferentes de acordo com o contexto.

Dentro do setor de compras e varejo, por exemplo, a palavra se refere ao processo final de uma transação de compra, onde o cliente finaliza a aquisição e faz o pagamento. No segmento de hotelaria, por outro lado, ele é usado para caracterizar o processo de saída de um hotel, pousada ou outro tipo de alojamento. É quando os hóspedes deixam seus quartos e concluem sua estadia, geralmente devolvendo as chaves e pagando eventuais despesas adicionais.

FYI 

Tão logo os primeiros sistemas de mensagens eletrônicas começaram a ser inseridos no ambiente corporativo, seus usuários popularizaram o uso de uma sigla específica durante o envio de certos e-mails, que indicaria ao destinatário algo como: “este conteúdo que te encaminhei é apenas algo para seu conhecimento, não sentido necessária uma resposta ou ação imediata em relação a ele”.

Assim surgia a popular “FYI”, abreviação para “For Your Information” — e o equivalente ao nosso “PSC”, adicionado ao assunto ou corpo de um e-mail para sintetizar a expressão “Para Seu Conhecimento”. Prático, não?

Follow Up 

Entre os dominadores do corporativês, quem utiliza o termo “follow up” geralmente o faz para enfatizar que se está dando continuidade a um contato anterior, quer seja no contexto de uma ligação de vendas, negociação via e-mail, alinhamento com a própria equipe ou reunião entre outros times.

A escolha da palavra, aliás, não acontece por acaso: trata-se de uma expressão em inglês que traz em si mesma a noção de “prosseguimento” ou “acompanhamento”, o que a torna bastante popular entre vendedores, recrutadores, profissionais de Relações Públicas e demais profissionais de atendimento ao cliente. Ou seja: se você recebeu o aviso de “follow up” em alguma mensagem, é provável que alguém esteja querendo retomar uma conversa ainda não concluída.

Metodologia

Para desvendar os termos estrangeiros que mais geram dúvidas nos internautas, a pesquisa da Preply teve como ponto de partida as palavras em ascensão relacionadas ao mercado corporativo na ferramenta Google Ads, abarcando pesquisas realizadas nos últimos 12 meses. Compreendidos os termos de maior relevância, uma segunda análise girou em torno da quantidade total de buscas de cada expressão no período — o que possibilitou a criação de um ranking com base no comportamento digital dos brasileiros no período.

 

Chef do Royal Tulip Brasília Alvorada brilha em encontro na China

0

Elizio Correa foi um dos destaques do Louvre Hotels Group Chefs’ Club_

A gastronomia da capital brilhou em Xangai. Chef do Golden Tulip Brasília Alvorada, Elizio Correa foi um dos destaques do Louvre Hotels Group Chefs’ Club, que reúne os comandantes das cozinhas mais requintadas dos estabelecimentos das bandeiras Kyriad, Campanile, Sarovar Hotels & Resorts, Golden Tulip Hotels, Suites & Resorts e Royal Tulip, que integram a rede internacional. Ele foi o único profissional das Américas selecionado para o evento mundial.

O Louvre Hotels Group Chefs’ Club é uma espécie de Master Chef do grupo hoteleiro sem competição e com muita colaboração, como destaca Elizio, um mineiro que começou a cozinhar antes mesmo de integrar o Exército Brasileiro. Aos 17 anos, já preparava seus primeiros tropeiros, observando bem os temperos usados por homens e mulheres que pilotavam as cozinhas de Januária. Foi ali que aprendeu a máxima que norteia sua vida entre as panelas e a organização de cozinhas e salões com mais de 130 profissionais.

“O que eu preciso é de tempero, amor e carinho”, costuma dizer, aos seus comandados.

Por conta deste amor ao ofício de preparar pratos requintados e saborosos, Elizio esteve ao lado de chefs internacionais, que atuam em países como Polônia, França, China, Indonésia e Índia, entre outros. Lá, todos puderam apresentar suas criações a investidores e fornecedores chineses. Elizio conta que participou da troca de experiências, provando pratos icônicos, além de visitar hotéis do grupo em Xangai.

“Esse projeto tem ações propositivas, que trazem melhorias para os hotéis. Então, cada chefe desenvolveu uma receita, um prato e o café da manhã para servir para os hóspedes. E, no dia do evento principal, cada chef criou a sua gastronomia”, conta. “Eu levei a gastronomia brasileira, o chef indiano levou a da Índia”, completou.

A escolha foi uma picanha serenada, que também foi preparada para a reportagem do GPS Brasília, guarnecida com cebola roxa refogada na manteiga de garrafa, um saborosissímo feijão tropeiro e purê de palmito pupunha. Como opção de carne branca, ele fez uma moqueca. “Não uma baiana ou capixaba, mas uma moqueca sem dendê, porque é um ingrediente que não iríamos achar por lá”, conta. O prato alternativo também agradou.

A ideia de fazer a picanha surgiu do conhecimento de Elizio do paladar dos chineses. Acostumado a trabalhar com comitivas políticas e de negócios daquele país, percebeu que a picanha e o cupim faziam muito sucesso. “As carnes de nobres da China vêm de outros países”, destaca. “A picanha foi um sucesso, o que me surpreendeu, porque deu fila”, conta. “Essa picanha também é chamada picanha de sol, mas a que fiz ficou no sereno, maturando na noite. E lá estava muito frio, de -5°”, destaca.

A viagem teve outros grandes ingredientes, que acabaram ajudando a receita a fazer sucesso. Esta foi a primeira vez que Elizio participou do projeto, mas, como todo bom chef, saiu do Brasil prevenido. “Para mim, tudo era uma novidade. Me deparei com uma ação muito planejada, com visita ao mercado molhado de Xangai e a uma feira”, revela. Para preparar seu prato, lembrou de embarcar com ingredientes bem brasileiros. “Levei castanha de baru, farinha de biju e calabresa para fazer o tropeiro. São ingredientes que eles não conseguiriam encontrar por lá”, acrescenta.

E o feijão tropeiro foi outro diferencial. “Uma surpresa para eles. Eu levei a calabresa, que dá o defumado e lá usei o bacon local. Só que fiz com flocão de milho em vez da farinha normal. Tive que adaptar a receita na hora. E ficou sensacional, sem contar que ficou amarelinho, mais bem apresentado”, completa. No final, o tropeiro saiu como ele gosta: molhadinho, com bastante ovo e pouca farinha.

Mas nem só de carne vivem empreendedores, investidores, mídia, pessoas envolvidas com a alta gastronomia e com hotelaria, todos convidados para o evento. Também houve espaço para as delícias de um bom café da manhã. “Eu fiz uma tapioca, o francês fez um outro prato. Cada um trouxe ali a sua gastronomia matinal para agregar”, destacou.

Ao final dos oito dias, todos os chefs saíram com novas receitas e padrões de trabalho para acrescentar na rotina diária de seus hotéis. “Esse tipo de experiência faz com tenhamos uma gastronomia internacional, já que a gente presenciou receitas e preparos dos diversos locais”, completa. Aos chefs também foi oferecida uma experiência turística completa, não apenas pelos mercados e feiras de produtos frescos, mas também pela cultura. Porém, Elizio voltou ao Brasil encantado com um aspecto essencial do seu trabalho: a colaboração.

“Houve sinergia, troca, contato com pessoas que, por mais distantes que estejam, têm os mesmos objetivos, que é cozinhar, trazer experiências gastronômicas para os hóspedes. Não conhecíamos uns aos outros, mas nossa linha de pensamento era parecida. Então foi muito fácil para mim conviver com eles. Eu me senti muito acolhido pelos chefs, porque eles me ajudaram e eu os ajudei também. Isso pra mim é gratificante, é um orgulho. E dá a motivação que a gente retorne para cá pra trabalhar e se orgulhar do hotel”, completa.

Com sólida formação voltada para a hotelaria e a administração, Elizio espera agora agregar a expertise adquirida, bem como o conhecimento e a vivência com outros chefs, ensinando técnicas que aprendeu para aprimorar seu conceito de trabalho. Em um hotel que chega a realizar 550 eventos por ano, que atendem individualmente de cinco pessoas a dois mil convidados, é um patrimônio e tanto. “A experiência que você adquire de conhecer novos ingredientes, de ter contato com outras pessoas, de conhecer um novo método de preparo, isso não tem preço”, define.

Não por acaso, o Royal Tulip é o preferido pelas comitivas presidenciais, de reis, rainhas, primeiros-ministros. “Há alguns que trazem o próprio chef e ele cozinha no apartamento, por causa da segurança. Um chefe de estado não é alguém comum. Estão sujeitos a outras coisas. O hotel aqui tem estrutura, um cuidado especial. A gente estuda, com antecedência, para receber bem, sermos assertivos nos horários, na entrega, no serviço. É por isso que nós somos realmente o hotel que mais recebe as comitivas, pelo cuidado e pela estrutura que a gente tem para atender”, finaliza.

MAPA DESIGN BRASÍLIA ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 20 DE JUNHO

0

O projeto apresenta trabalhos de designers brasilienses em uma amostragem diversa sobre os profissionais do setor no Distrito Federal

O Mapa Design Brasília está em sua terceira edição e tem como objetivo mapear e organizar informações relevantes sobre os profissionais do DF, bem como os trabalhos desenvolvidos por eles, em um catálogo impresso e online, além de um site, onde os interessados poderão pesquisar mais sobre o assunto. Essa é a terceira edição do projeto, que conta com o patrocínio do FAC- Fundo de Apoio da Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

O projeto seleciona profissionais de diversos segmentos do design como: designers gráficos, visuais, ilustradores, mobiliário, interiores, objetos, moda, joalheria, cenografia e UX e UI designers, que são profissionais que cresceram com a tecnologia e que dão forma aos aplicativos que usamos no nosso dia a dia. “Estamos focados em mostrar a riqueza de profissionais atuantes em todo o Distrito Federal e que possuam uma linguagem própria, demonstrando inovação e qualidade em seus projetos”, afirma Raquel Chaves, coordenadora do Mapa.

Os interessados têm até o dia 20 de junho para se inscrever, de forma gratuita. Basta acessar o site www.mapadesignbrasilia.com e preencher o formulário ao final da página, anexando um arquivo que comprove a atuação profissional. Os designers, que tiverem interesse em ter o perfil em destaque com fotos e vídeos, bem como no catálogo impresso terão uma opção de pagamento de um valor extra para contar com esse upgrade no Mapa Design Brasília. O resultado final ficará disponível para consulta aberta nas versões online e física.

A intenção do projeto é contar com a participação de designers iniciantes, bem como aqueles que já atuam há mais tempo na profissão, tanto no Plano Piloto, bem como nas regiões administrativas que compõem o Distrito Federal. “Nossa intenção é contar com o maior número de profissionais inscritos e contar com trabalhos de qualidades, muitas vezes pouco conhecidos, mas que merecem fazer parte desse mapeamento do design brasiliense, finaliza Raquel, que está bastante empolgada com essa nova edição.

MAPA DESIGN BRASÍLIA

Inscrições, gratuitas, até 20 de junho

Pelo site www.mapadesignbrasilia.com