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quinta-feira, abril 2, 2026

Figura incomparável do mundo cultural de Brasilia.

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Wladimir Barros é paulistano radicado há mais de 45 anos em Brasília, conhecido como Wlad; que na capital consolidou a carreira de músico contrabaixista.

Na infância, iniciou os estudos musicais com o auxílio do maestro Francisco Barros, seu pai.  A música sempre fez parte de sua vida desde criança,  nasceu neste ambiente, e teve a oportunidade de experimentar vários instrumentos, mas a paixão foi pelo contrabaixo, que se tornou seu companheiro na vida profissional.

Atuou em trabalhos músicais com diversos artistas em Brasília como Adriano Faquine, Aroldinho Matos, Renato Vasconcellos, Goya, Cristina Vasconcellos, José Cabreira, Wilzy Carioca, Cássia Portugal, Miriam Barros; Assunto Grave, e com Ricardo Vasconcellos, entre outros.

Participou da gravação de três CDs e do DVD do cantor e compositor cearense George Durand; da gravação do trabalho autoral do violeiro Marcos Mesquita e, em 2015, participou do terceiro CD desse músico ‘Planalto Central’.

Além de acompanhar músicos, Wladimir Barros integrou as bandas brasilienses:

Teoria das Cordas; Batucada de Bamba; Blood Mary; Magical Mystery; Radicais Livres; Música Instrumental Brasileira – MIB; No Surrender com o músico do Texas, Rick Harder; Márcio Bomfim Trio com o baterista Denis Torre , George Durand e Banda, entre outras.

Nos anos 80, integrou a Banda do Cerrado agitando os Clubes de Brasília com um repertório voltado para os pé de valsa, como era chamado os casais bom de dança da época,  Logo foi convidado pelos irmãos  Tido, Mano e Paulinho a um projeto audacioso, na época o projeto Trio Elétrico Trem das Cores, e teve como convidados Reco do Bandolim, Armandinho e Missinho ex – Chiclete com Banana.

Também Foi gravado o LP Pele Negra  com o Músico Renato Matos onde foi feita uma parceria autoral resultando em vários shows com a participação de todos os citados a cima.

Em 2002, foi contemplado pelo FAAC Fundo de Apoio a Cultura e assumiu a produção executiva do seu primeiro trabalho solo, intitulado Lucas,  com a participação de instrumentistas de grande importância no cenário de Brasilia a nível local e internacional como: Francisca Aquino; Ricardo Vasconcellos; Marcus Mesquita; Luiz Asp; Andre Vasconcellos; Daniel Oliveira; Marco Vasconcellos; Vadin Arsky; Pedro Mamed; Sandro Araujo; Sidnei Maia; Eugenio Matos; Ocelo Mendonça; Pedro Vasconcellos; Beto Peres; Marinho Junior; Marcos Farias; George Durand e seu pai Francisco Barros.  Projeto Gráfico: Andreia Marliere; Fotos: Regina Santos   Produção Executiva: Rosana de Castro; Gravado no Estúdio 57 por Franco e Thiago Gomes.

Com essa experiência, surgiu a ideia de montar um estúdio profissional em parceria com o músico George Durand, o Estúdio Virtual.

Na área de produção musical, realizou a co-produção do CD Batucada de Bamba e atuou na direção técnica de vários CDs como o álbum Palavra do poeta Eros Trovador, o Grupo musical teatral Mambem brincantes; a Minha Viola Caipira de Welligton Assis; Retratos piano solo, de Dora Dantas; Povo Lindo e Misturado, do cantor e compositor Fábio Carvalho; também Repente Brasília, de João Santana e Franscico de Assis; em 2011 Gravou JYOSHNA faixas do CD, na Turnê Brasil Jyoshna e Amigos, gravou Ternura, de Liliana Gayoso e Jaime Erneste Dias; Suite Candanga, de Álvaro Henrique; em 2012, gravou, Academia do Ritmo, e assinando a 11 faixas com composições de sua autoria como Fim de Tarde, do Departamento de Música da UnB; em 2016 Direção de gravação do CD Entre Quadras de Jaime Ernes Dias, Art & Sax, de Gares Saint-Lazare; Trompete Erudito, de Maicon Lopes, do Departamento de Música da UnB.

Quarteto MDWT.

Com tantos anos de  trabalhos técnicos, como a gravação de áudio para a TV- UnB na Série Mini Recitais e Música em Contexto com participação do pianista, Diogo Monzo e Beatriz Magalhães Castro também no piano, Ligia Moreno ; Eudes Carvalho e Paulo André Tavares; Pablo Marquiné no piano solo; Ligia Moreno, Fernando Calixto, Daniel Tarquino, e gravação do show Piano a Quatro Mãos, Elenice Maranesi, Ana Gomid e Francisca Aquino e Sara Cohen, Gravados com o apoio da Casa Thomas Jefferson.

Em conjunto com a carreira de músico profissional, Wladimir Barros foi efetivo na UnB, desde de 1980. No período de 1999 a 2009, atuou na área de produção cultural e musical da Diretoria de Esporte, Arte e Cultura (DEA) do Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) UnB, onde realizou dez edições do Festival Universitário de Música Candanga – FINCA; concebeu, produziu e realizou o Projeto Campus Sonoro por 10 anos, esse projeto recebeu diversas bandas profissionais e amadoras que utilizavam o espaço do projeto para divulgar os seus trabalhos.

Wlad também exerceu a coordenação técnica do estúdio de gravação do MUS – Departamento de Música da Universidade de Brasília.

Gravando com vários músicos. Participou da gravação dos registros em CD do violonista Alváro Henrique. Também Gravou pelo Departamento de Musica da UnB, Peças de Claudio Santoro para trompete com o Professor Doutor Maico Lopes.

Hoje com 60 anos, Aposentado do Departamento de Música da UnB. Ele atualmente trabalha por amor, como técnico em gravação de áudio e montagem de sistema de som. No meio desta vida acadêmica agitada, o querido Wlad ainda fez licenciatura em Artes Visuais pela Unopar, ele ama seu Trabalho no Estúdio Durand, no qual o dono é o Músico compositor George Durand. Além da paixão mecânica por motos 2T , que ele coleciona a anos , já são 07 motos muitas delas das décadas de 70 e 80.

‘Quanto a pandemia, levo muito a sério este momento e não me sinto a vontade em estar com pessoas que não entende o momento que a humanidade está passando. Teremos que reaprender  como conviver em sociedade isto ao meu ver é fato. Mas meu novo projeto é que as pessoas respeitem o diferente, pois só o novo pode levar a outros horizontes.’ diz Wlad.

Em tempos de pandemia, os benefícios que a música proporciona parecem aumentar de tamanho e de importância.

A música trabalha a autoestima. É companhia para todas as horas. Melhora o astral, o bem estar. Ela faz rir, faz chorar, faz lembrar e juntando tudo isso em um pacote, faz bem para a saúde, porque significa qualidade de vida.

‘Mais do que nunca a arte e a música são essenciais para a qualidade de vida das pessoas, tanto para as que praticam, quanto para as que apreciam’.

“Em meio a esse momento atípico e desafiador, as pessoas estão buscando todos os cuidados possíveis para manter a sua saúde física, mental e emocional. E a música é uma atividade que tem papel fundamental para proporcionar felicidade e qualidade de vida para os que buscam equilíbrio e bem estar para o seu dia a dia’. afirmou o músico, que tem 40 anos de carreira dedicados à música.

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