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Para 55% dos brasileiros, Bolsonaro tentou se manter no poder através de golpe, revela pesquisa

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Recente pesquisa do Datafolha, realizada nos dias 19 e 20 de março de 2024, aponta que a maioria dos brasileiros acredita que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou se manter no poder através de um golpe de estado. O estudo foi feito com a participação de 2.002 entrevistados presenciais, apontando que 55% dos entrevistados compartilham dessa visão, enquanto 39% discordam e 7% não souberam informar.

A pesquisa também destacou como as opiniões variam significativamente entre diferentes grupos demográficos. Fatores como nível de instrução, região geográfica, afiliação religiosa e preferência política parecem influenciar as percepções sobre Bolsonaro e os eventos relacionados.

Um dos levantamentos apontados foi sobre os ataques no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no STF ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados viram o ato como vandalismo. No entanto, 30% interpretaram os ataques como uma tentativa de golpe, enquanto 5% não souberam informar.

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Pesquisa DataFolha

A pesquisa também abordou a questão da anistia aos envolvidos nos ataques. A maioria, 63%, se opõe à anistia, enquanto as opiniões sobre o trabalho do ministro do STF, Alexandre de Moraes, nas investigações são divididas.

Os entrevistados se mostraram divididos em relação ao seu desempenho nas investigações e julgamentos sobre os ataques do dia 8 de janeiro. Para 37%, o trabalho de Moraes é ótimo ou bom, para 24%, regular, e para 33%, ruim ou péssimo. Outros 6% não responderam. A aprovação a Moraes é mais alta entre os que votaram em Lula no segundo turno de 2022 (62%) e os que se identificam como petistas (59%). Já a reprovação é maior entre os que votaram em Bolsonaro (60%) e os que se consideram bolsonaristas (60%).

Pesquisa DataFolha

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Por outro lado, entre os que acham que Bolsonaro não quis se manter no poder através de um golpe, as taxas são mais elevadas entre os que têm de 35 a 44 anos (46%), os que têm mais escolaridade (48%), os evangélicos (48%, contra 35% entre os católicos), os que votaram em Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial de 2022 (73%) e os que se declararam bolsonaristas (75%, contra 11% entre os que se declararam petistas).

Pesquisa DataFolha

Os dados, obtidos em 147 cidades com população de 16 anos ou mais de todas as partes do país. A pesquisa tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo, com um nível de confiança de 95%.

As informações da pesquisa podem ser acessadas através do link:

Apresentação do PowerPoint (uol.com.br)

Lula critica gestão Bolsonaro e anuncia obras no Porto de Niterói

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Em um recente discurso, ocorrido no dia na terça-feira (2/4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez uma avaliação crítica da gestão anterior. Entre os destaques citados foi “a falta de vergonha e a irresponsabilidade” que, segundo ele, prevaleceram no país durante o mandado do governo Bolsonaro.
O presidente aproveitou a oportunidade para falar sobre o início das obras de dragagem do Porto de Niterói, no Rio de Janeiro, o projeto promete trazer benefícios significativos para a economia local e nacional. Na ocasião Lula comparou os programas de seu governo e com os da gestão de Bolsonaro, referindo-se a eles como “tudo verde e amarelo”.
Apesar de estar no poder há pouco tempo, Lula reconheceu que ainda não cumpriu todos os compromissos assumidos durante a campanha. No entanto, ele reafirmou seu compromisso com cada promessa feita, sinalizando sua intenção de cumprir todas elas antes do final de seu mandato.
Um dos seus desenhos e terminar o seu mandato em 2026 com a mesma dignidade que terminou suas gestões anteriores. Ele enfatizou a importância de garantir que o povo brasileiro esteja trabalhando e vivendo com decência, refletindo sua visão de um Brasil mais justo e equitativo.
Comparativos

Um dos destaques do governo Lula, fica por conto do levantamento do PIB, em 2023, o primeiro ano de seu governo, a economia do país registrou um crescimento de 2,9% segundo dados divulgados pelo IBGE. Este desempenho, superior ao do primeiro ano do governo Bolsonaro em 2019.
Comparativamente, o crescimento de 2023 só foi superado pelo primeiro ano dos governos Dilma 1, Lula 1 e FHC, ressaltando a robustez da recuperação econômica atual. Setores-chave como o agronegócio, impulsionado pela melhor safra de grãos da história, e o setor de serviços, contribuíram de maneira significativa para esse progresso.
Não menos importante, o consumo das famílias também teve um papel fundamental, crescendo 3,1% e demonstrando a confiança renovada dos brasileiros na economia. Esses indicadores promissores sinalizam um futuro próspero para o Brasil sob a liderança do presidente Lula, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento e o bem-estar da população.

Dívida de Empréstimo Consignado: Quem Assume Após o Falecimento do Devedor?

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Você já se perguntou como ficam as dívidas após o falecimento do devedor? Muitos brasileiros aderem à concessão de crédito consignado a aposentados e pensionistas, porém se esquecem que caso criem uma dívida sobre esse empréstimo, ela não se suspende, contrariando algumas expectativas.                            Recentemente, uma decisão proferida pela 10a Turma do TRF1 trouxe luz a esse debate, reforçando que a dívida de um empréstimo consignado não se dissipa com o falecimento do contratante. Os herdeiros são, sim, chamados à responsabilidade, porém, dentro dos limites estabelecidos pela herança recebida. Ou seja, a obrigação de quitar a dívida recai sobre os bens deixados pelo falecido, não onerando diretamente os herdeiros com seus próprios recursos.
Nesse cenário, duas vias se destacam para a cobertura da dívida remanescente: o espólio e a herança. No primeiro caso, o espólio, composto pelos bens, direitos e obrigações deixados pelo falecido, é utilizado para liquidar a dívida do empréstimo consignado. Somente após esse processo é que os herdeiros recebem a parte restante do espólio.
Por outro lado, mesmo no caso da herança, em que os bens e valores já foram distribuídos entre os herdeiros, a obrigação de pagamento não se extingue. A instituição financeira

responsável pelo empréstimo consignado ainda pode requerer o pagamento da dívida, limitando-se, no entanto, ao valor patrimonial já dividido entre os herdeiros.
Para evitar conflitos e preocupações financeiras adicionais em momentos delicados como o falecimento do devedor, surge uma terceira alternativa: o seguro prestamista. Essa modalidade de seguro, disponível para diversos tipos de empréstimos e financiamentos, oferece uma camada adicional de segurança financeira, cobrindo, em caso de falecimento, parte ou totalidade da dívida remanescente.
Ao optar pelo seguro prestamista no momento da contratação do empréstimo consignado, o contratante inclui essa proteção na parcela do empréstimo, garantindo que, em situações adversas como a morte, a dívida não seja repassada aos herdeiros nem aos bens deixados pelo contratante.
Vale ressaltar que o seguro prestamista pode abranger diversas situações além do falecimento, como invalidez temporária ou permanente, desemprego involuntário e perda de renda devido a imprevistos como doenças ou incapacidade física. Sua contratação, embora não seja obrigatória, oferece tranquilidade e segurança financeira tanto para o contratante quanto para sua família.
Em suma, compreender as implicações financeiras de um empréstimo consignado e as medidas de proteção disponíveis é essencial para uma gestão financeira responsável e para evitar transtornos em momentos delicados da vida.

PRECISAMOS CONVERSAR, SR. GOVERNADOR DO DF

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Excelentíssimo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, precisamos conversar. Há cinco anos, tento agendar uma reunião para tratar do déficit de médicos na rede pública do DF com o Vossa Excelência.

No entanto, sem retornos positivos ou qualquer abertura para que esse encontro possa ocorrer. Mas, uma notícia veiculada no sábado, dia 23, no Correio Braziliense, me acendeu a luz da esperança novamente. Nela, o Sr. diz: “Precisamos encontrar uma maneira de resolver (a falta de médicos no SUS-DF)”. A afirmação foi feita na inauguração da nova sede do 8º Grupamento de Bombeiro Militar, em Ceilândia.

Acredito que na ocasião o Sr. Governador do DF tenha sido questionado sobre o caos na saúde diante da epidemia de dengue. Ainda em sua fala, li que o GDF está dedicando todos os esforços e recursos para enfrentar o problema. Suponho que isso inclua uma audiência para tratarmos do assunto (e outras pautas), que é um tema, sobretudo, sensível à população. Veja: são 152 mortes confirmadas por dengue. Além disso, a Capital do País, que deveria ostentar outros números, atingiu a marca de 162.665 casos da doença.

Sim, passou da hora de empenharmos todos os esforços e recursos para tirar a saúde pública do DF da UTI. Neste contexto, Excelentíssimo Governador, gostaria de salientar minha total abertura de agenda para que essa conversa possa ocorrer o quanto antes. Mostrei a necessidade da atualização do Plano de Carreira, Cargos e Salários à vice-governadora, Celina Leão, e apresentei a proposta à Secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Acredito que o Sr. deva ter conhecimento. E, portanto, já que falamos de empenho para sanar o déficit de médicos na rede pública, este é um caminho para começarmos nosso tão prorrogado diálogo.

Até aqui, ainda não tive retorno da proposta. Mas, ainda focado nas palavras do Sr. Governador, quero dizer também que já alertei, inúmeras vezes, para a necessidade de um olhar mais cuidadoso para os nossos servidores da saúde. Afinal de contas, estamos falando de pessoas que lidam, diariamente, com vidas. Por ora, no entanto, o que temos é um Sistema de Saúde Pública frágil, deteriorado pelo tempo, cujo o esforço financeiro parece não chegar onde devia. Um motorista trabalha sem carro? Não. Um jornalista trabalha sem palavras? Não. Por que a suposição de que médicos, enfermeiros e outros trabalhadores do SUS-DF conseguem trabalhar sem estrutura, testes para detectar doenças, medicamentos e outros insumos?

Precisamos mesmo conversar, Sr. Governador do DF. Há poucos dias, soube inclusive da intenção de negociar o salário de determinadas especialidades médicas, essas que aparecem mais na mídia, deixando outras de fora, como se fossem menos importantes para o funcionamento do SUS. Será verdade? Apostando no bom senso e respeito aos servidores, espero que não. Hoje, há médicos da rede pública antecipando aposentadoria, pedindo redução da jornada, abrindo mão dos seus cargos. Muitos desses profissionais com 20 anos de SES-DF. Imagine. Chegaram à exaustão. E não é por suas funções. Mas pelas péssimas condições de trabalho.

O Excelentíssimo Governador deve saber que o DF tem hoje a maior concentração proporcional de médicos do País. São 18.978 profissionais com registro ativo no Conselho Regional de Medicina. Os médicos querem sim trabalhar na rede pública de saúde, mas é necessário condições favoráveis. Porque hoje, além de trabalharem com o mínimo, ainda enfrentam uma população igualmente exausta das filas por atendimento. Pessoas que, muitas vezes, apelam, lamentavelmente, para a violência. Qual a atratividade desses cargos? Se fosse um anúncio de emprego, temo que seria: “Vaga aberta para função de salvar vidas. O salário não compensa, as condições de trabalho também e, talvez, você seja vítima de violência durante o expediente”.

Mas, sim, Sr. Governador. Acredito que podemos mudar este cenário. Aliás, no passado, em outros dois governos, quando o SindMédico-DF conseguiu negociar o Plano de Carreira, Cargos e Salários, médicos (e outas categorias que também tiveram aumento) voltaram a se interessar pelo serviço público. Alguns até fecharam consultório porque sabem que o SUS é único. E não apenas por ser o maior sistema de saúde pública do mundo. Mas, porque ensina, porque humaniza, porque aproxima, porque salva milhões. O SUS é, sobretudo, uma grande escola.

Então, Excelentíssimo Governador, apelo à sua sensibilidade, visível no discurso aos Bombeiros, para que marquemos uma audiência. O SindMédico-DF é parceiro da gestão pública. E como parceiro para uma saúde pública de verdade, que dê assistência à população, criticamos ao mesmo passo em que apontamos soluções. Nós, médicos, também queremos ouvi-lo. Para se ter uma ideia, dos nomeados entre 2019 e 2023, que somavam 2.052 médicos, apenas 734 continuam na SES-DF este ano. Só entre dezembro de 2022 e fevereiro de 2024, a Secretaria perdeu 7% dos seus médicos. E, se nada for feito, seguiremos enxugando o gelo. Com mais evasão de profissionais, fechamento de serviços e mortes evitáveis.

A saúde tem solução. E pede muita pressa. Mais uma vez, ainda esperançoso com a notícia que li, me coloco a total disposição para uma audiência. E, como digo sempre, os servidores não são o problema. Eles são parte da solução. Vamos mudar este cenário. Conte com o SindMédico-DF, Sr. Governador.

 

 

 

 

 

Gutemberg Fialho , presidente do Sindicato dos Médicos do DF

Atenção: sirenes da Barragem do Descoberto tocam nesta terça.

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A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB) vai realizar nesta terça (2), às 9h, testes de integração do sistema de sirenes usado para alertar moradores de áreas rurais localizadas abaixo da barragem. A medida faz parte do Plano de Ação de Emergência (PAE) da Barragem do Descoberto, para evitar possíveis acidentes.

Os padrões que serão analisados são relacionados ao perfeito funcionamento do sistema após o acionamento remoto. O teste de áudio dos comandos emitidos remotamente do setor de supervisão da Caesb será feito por equipes da companhia por pontos distintos da Zona de Autossalvamento (ZAS).

A Companhia já havia realizado testes de autonomia do sistema de alarme em janeiro. Os alvos do alerta são os residentes da região de segurança do reservatório, ou seja, Zona de Autossalvamento (ZAS), que possui uma extensão de aproximadamente 6 km e área equivalente a 3,34 km². O investimento da Caesb neste sistema de alerta é de R$ 1,9 milhão.

O teste que acontecerá na manhã desta terça-feira e serve para avaliar o funcionamento da integração do sistema de sirenes ao sistema supervisório da Caesb e irá durar cerca de 30 minutos.

Do projeto Igualando Oportunidades para o palco da Campus Party 2024

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Alunos da incubadora brilharam com suas startups no maior evento de tecnologia do país

Os jovens empreendedores e participantes do programa de afroempreendedorismo Igualando Oportunidades, Hulda Rode, Guilherme Vicente de Moraes e Yuri Assini, marcaram presença na 6ª edição da Campus Party Brasília (CPBSB6), realizada no Mané Garrincha, que reuniu milhares de entusiastas de tecnologia, inovação e criatividade. Neste ano, o evento teve como tema “To Infinity and Beyond” (Ao infinito e além), ligado à astronomia, em homenagem aos 50 anos do Planetário de Brasília Luiz Crulz.

As startups dos jovens empreendedores, Escreva e Ex Devedor, chamaram a atenção do público e geraram expectativas para o futuro do mercado. Para Hulda, escritora e cofundadora da plataforma Escreva, que conecta novos autores ao mercado editorial, destacou a importância da Campus Party como vitrine para sua empresa.

“A feira une informação, tecnologia e conhecimento, e é uma grande oportunidade para mostrarmos nossa solução e nos conectarmos com a comunidade”. Ela também mencionou o papel fundamental do projeto Igualando Oportunidades na divulgação da feira e na inscrição da startup.

Já Yuri, fundador da Ex Devedor, startup de educação financeira que auxilia pessoas endividadas, vivenciou um momento especial ao retornar à Campus Party, local onde a empresa nasceu na Maratona de Negócios de 2012. “Estar aqui expondo é muito legal, pois foi onde tudo começou”, relata Yuri. Ele também agradeceu ao projeto Igualando Oportunidades pelo apoio na profissionalização da startup e na conquista de resultados expressivos.

Cristiane, coordenadora do projeto Igualando Oportunidades, demonstra grande satisfação ao ver o crescimento profissional dos alunos: “É gratificante ver a Hulda e o Yuri brilhando na Campus Party. O projeto busca oferecer ferramentas para que jovens como eles alcancem seus sonhos e contribuam para o desenvolvimento da sociedade”.

A participação dos alunos na Campus Party 2024 comprova o potencial do projeto Igualando Oportunidades em impulsionar a carreira de jovens talentosos e promover a transformação social por meio da tecnologia e da inovação.