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sexta-feira, abril 24, 2026
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Apenas 32% do público-alvo tomaram vacina contra dengue no DF

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Procura pelo imunizante está abaixo do esperado

Quase 20 dias após o início da vacinação contra a dengue no Distrito Federal, apenas 32% das crianças de 10 e 11 anos foram imunizadas. Dados do governo do Distrito Federal (GDF) mostram que, entre os dias 9 e 27 de fevereiro, foram aplicadas 23.502 doses foram aplicadas. A própria pasta avalia que a procura pelo imunizante está abaixo do esperado.

Os números mostram que, das 71.708 doses recebidas do Ministério da Saúde, ainda há 48.206 doses disponíveis para aplicação em todos os 67 pontos de vacinação do Distrito Federal. “Como todo imunobiológico, a vacina da dengue também tem prazo de validade. Os imunizantes estão válidos até o dia 30 de abril”, destacou o GDF em nota.

O comunicado ressalta que “tratativas estão sendo feitas para uma possível ampliação no público-alvo, a fim de garantir que todas as doses sejam efetivamente aplicadas na população”.

Cuidados

“Mesmo quem já está vacinado deve continuar com os cuidados preventivos para que o mosquito transmissor não se prolifere. É importante que a população faça a sua parte e observe ambientes dentro e fora de casa que possam servir de abrigo e reprodução do vetor da doença”, reforçou o GDF.

Números

O Distrito Federal é uma das unidades federativas mais afetadas pela doença, Dados da Secretaria de Saúde apontam que o DF já contabiliza 98.418 casos prováveis de dengue, além de 55 mortes pela doença. Há ainda 82 óbitos em investigação. As unidades básicas de saúde (UBS) de Ceilândia seguem notificando o maior número de casos (8.851), seguidas pelas de São Sebastião (3.579) e pelas de Santa Maria (2.919).

Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC

Edição: Graça Adjuto

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília

 

Fiocruz alerta para circulação simultânea da covid-19 e gripe

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Semelhança entre sintomas causa dúvidas na população

As hospitalizações por síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) ligadas à covid-19 estão em alta no Centro-Sul do Brasil, e, em alguns estados, há “cocirculação” com o vírus Influenza A, causador da gripe. O alerta foi feito pelo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em um cenário em que a circulação simultânea dos vírus da covid-19 e da dengue já causa dúvidas na população pelasemelhança entre os sintomas.

O pesquisador do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, descreve a sobreposição das infecções de transmissão respiratória como preocupante.

“É um cenário nacional que preocupa bastante. Praticamente todo o Centro-Sul com o crescimento associado à covid-19, alguns estados do Sudeste e do Sul com uma cocirculação – ou seja, circulando ao mesmo tempo covid-19 e influenza A. Embora a covid esteja gerando um número muito mais expressivo de internações do que a gripe, observamos essa circulação simultânea. Alguns estados do Nordeste, em particular a Bahia, também mostram aumento de internações com uma associação bastante sugestiva da gripe.”

Marcelo Gomes recomenda que quem estiver com sintomas e sinais de infecção respiratória fique em casa e faça repouso. Se for indispensável sair, a recomendação é usar uma máscara PFF2 ou N95 para evitar a disseminação do vírus. Essas orientações valem especialmente para quem precisar ir a uma unidade de saúde.

A SRAG por covid-19 apresenta tendência de alta no Distrito Federal, Espírito Santo, em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, no Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e São Paulo.

Já as associações entre a síndrome e a influenza A (gripe) se dão principalmente na Bahia, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e São Paulo.

Segundo o boletim, nas quatro últimas semanas epidemiológicas, os vírus respiratórios que mais causaram os casos de SRAG foram influenza A (10,3%), vírus sincicial respiratório (10,8%) e Sars-CoV-2/covid-19 (70,6%).

Edição: Juliana Andrade

Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

 

Convivência com pets muda dinâmica das casas e de espaços públicos, como os shoppings

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O que antes era proibido por lei, hoje em dia tem se tornado uma cena comum: pessoas passeando em shoppings com seus animais de estimação. Em Goiânia, centro de compras irá receber até um evento voltado para o público pet

No Brasil, nada menos que 68% dos lares possuem pets, em especial os cães, que estão presentes em 52% das residências do país, segundo dados de pesquisa divulgada em 2022 pela PetFuture, empresa especializada em soluções de negócios e inteligência para o mercado pet e de grandes animais. Essa nova forma de conviver com os animais de estimação, tratando-os como verdadeiros entes familiares, mudou nos últimos anos, não só a dinâmica das casas, mas também dos espaços públicos frequentados pelos pets e seus tutores.

Hoje, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 91% dos centros comerciais brasileiros já são considerados pet friendly, ou seja, aceitam animais em suas dependências, o que décadas atrás seria quase que impensável. Mas nos dias de hoje, é possível, não só ver as pessoas passeando tranquilamente com seus animais de estimação nos shoppings, como ter dentro desses estabelecimentos eventos voltados exclusivamente para o público pet. Um exemplo é o Shopping Estação Goiânia, na região central da capital, que desde 2016 é um shopping pet friendly e no próximo dia 3 de março, das 9h30 às 13h, receberá uma feira pet organizada pela Comunidade Shih Tzu e Lhasa de Goiás.

A feira receberá várias empresas que comercializam produtos para animais de estimação, especialmente para cães e gatos. A programação do evento inclui ainda uma feira de adoção, sorteios de brindes e desfile pet. Segundo uma das organizadoras, Thiara de Miranda Porto, esse será o terceiro encontro da comunidade, que tomou forma após a adoção da sua shih tzu Maya.

“A Maya chegou num momento de uma grande perda para mim e, mesmo sem saber, me ajudou no processo de superação”, relembra. Thiara ainda conta que, junto com o amor pela Maya, nasceu também a vontade de criar uma comunidade para trocar experiências e dicas com outros tutores de shih tzu. “Eu comecei a perceber a necessidade dela [Maya] interagir com outros animais da mesma raça, o que, logo em seguida, se estendeu para a raça lhasa, que tem muitas semelhanças com os shih tzu”, esclarece. Thiara informa que o encontro também irá celebrar antecipadamente o Dia Nacional dos Animais (14 de março).

Em comemoração ao aniversário de um ano da comunidade, celebrado no dia 07 de fevereiro, Thiara ressalta que o evento será uma oportunidade para os tutores e seus pets se divertirem numa programação exclusiva e divertida. “Cada encontro é único, e desta vez não será diferente. Preparamos uma manhã repleta de atividades especiais, como exposição de roupinhas, degustação de alimentos, brincadeiras e até mesmo a adoção de bichinhos”, salienta Thiara. Com entrada gratuita, o evento acontece na praça de eventos do shopping.

Pet friendly

Cada vez mais presentes nas famílias brasileiras, essa paixão pelos animais movimenta atualmente um forte mercado consumidor. Para se ter uma ideia, a movimentação financeira estimada pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) para o setor foi de R$ 46 bilhões, fazendo do Brasil o terceiro colocado posição no ranking global de faturamento no segmento pet, com uma fatia de 4,95% do mercado mundial. Ficamos atrás somente dos Estados e da China.

Desde 2016, o Shopping Estação Goiânia dispõe de serviços e ações com o objetivo de proporcionar uma melhor experiência às famílias que possuem  pets. “Todos os ambientes do power center são adequados para que os bichinhos de estimação possam circular na companhia de seus tutores. Com a utilização de coleiras e para os animais de grande porte, as focinheiras, eles podem até mesmo frequentar a praça de alimentação”, revela o coordenador de marketing do mall, Rayam Saraiva.

Uma das maiores franquias de produtos para animais de estimação, a rede de pet shop Petz, tem a quinta unidade em Goiás e a terceira em Goiânia instalada dentro do shopping. O centro de compras também possui a loja Cantinho do Cachorro, com peças exclusivas de roupas e acessórios para pets.

Serviço

Assunto: feirinha pet da Comunidade da Comunidade Shit Tzu e Lhasa

Data: 03 de março

Horário: das 9h30 às 13h

Local: praça de eventos do Shopping Estação Goiânia, Av. Goiás, 2151 – Centro

Choro é declarado Patrimônio Cultural do Brasil

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Título reconhece o gênero como parte da cultura e da história do país

O choro musicado pelo conjunto de bandolim, flauta, violão 7 Cordas, pandeiro, cavaquinho e clarinete em rodas por todo o país, a partir desta quinta-feira (29) é Patrimônio Cultural do Brasil, o que significa ser reconhecido como parte da cultura e da história do país. A decisão do registro do gênero musical genuinamente brasileiro foi tomada nesta quinta-feira (29), por unanimidade, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, presidido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Inicialmente, o pedido de reconhecimento foi apresentado pelo Clube do Choro de Brasília, pelo Instituto Casa do Choro do Rio de Janeiro, pelo Clube do Choro de Santos (SP) e por meio de abaixo-assinado. A partir do reconhecimento, o gênero será registrado no Livro das Formas de Expressão do Instituto, que reúne as manifestações artísticas em geral.

Atualmente, além do choro, o Brasil tem outros 52 bens imateriais registrados como Patrimônio Cultural pelo Iphan, entre eles o frevo, a roda de capoeira e o maracatu.

Orgulho

O presidente do Clube do Choro de Brasília, o músico Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, comenta a representatividade da conquista do registro. “Significa que é um bem que dá orgulho, que representa a nação. É a primeira manifestação genuinamente brasileira anterior ao samba e que faz o nosso perfil, da alma profunda. Reúne influências da Europa, da África, cada região uma riqueza. Tudo isso se mistura e se transforma nesse ritmo”, diz.

A ministra da Cultura (MinC), Margareth Menezes, comentou a decisão de registro pelo Iphan, subordinado à pasta. “É o Choro chegando em um lugar de patrimônio importante. Ele é uma construção do povo brasileiro, amado pelo povo brasileiro. Eu acho que o Brasil precisa, cada vez mais, se apropriar do chorinho. O chorinho é nosso, é uma coisa linda e, agora como, patrimônio será um momento muito especial para todos nós.”

O presidente do Iphan, Leandro Grass, disse que a política do Iphan, nesta gestão, é de ter um olhar mais cuidadoso em relação aos bens que representam os territórios e as comunidades do país. E que algumas expressões da cultura brasileira estão sendo estrategicamente posicionadas neste processo de recuperação da cultura popular e de retomada do prestígio destes bens. “O Choro já tem capacidade para alcançar o Brasil todo e, também, para se difundir, para chegar nas escolas.”

Grass destaca que a patrimonialização registrada nesta quinta-feira não é apenas o reconhecimento do bem cultural brasileiro, mas o compromisso do governo federal de preservação e de expandir o acesso da população a ele.

“Isso não é apenas um status, não é apenas um prestígio que aquele bem adquire. Tem a ver com um compromisso estatal, com o compromisso do governo de adotar políticas para a promoção daquele bem. Então, na medida que a gente reconhece o choro como um bem tombado, a gente adota uma estratégia de preservação, de promoção para que a população conheça mais esses bens, interaja mais com eles e ajude a preservar”.

Brasília (DF), 28/02/2024 – Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan define o Choro como patrimônio cultural brasileiro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Choro

O choro é gênero musical considerado mais brasileiro. De acordo com o Dicionário Cravo Clabin da Música Popular Brasileira, o ritmo teria nascido em 1870, na cidade do Rio de Janeiro, especificamente, em rodas de música nos bairros da Cidade Nova, Catete, Rocha, Andaraí, Tijuca, Estácio e nas vilas do centro antigo.

Segundo o Iphan, o termo choro viria da maneira chorosa de se tocar as músicas estrangeiras no final do século XIX e seus apreciadores chamavam a manifestação cultural de música de fazer chorar.

O choro conta com nomes de artistas que contribuíram para a popularização e, posteriormente, a preservação do choro ao longo dos anos. Entre os nomes mais famosos por trás das melodias estão Pixinguinha, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e Altamiro Carrilho e os contemporâneos Paulinho da Viola, os irmãos Hamilton de Holanda e Fernando César, além do já referido Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro de Brasília, fundado em 1977, e que inaugurou, em 1997, em Brasília, a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira do gênero, em todo o país.

As composições de canções atemporais do choro, com alma brasileira, incluem Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro, e Brasileirinho, de Waldir Azevedo, Um a Zero e Corta Jaca.

Edição: Sabrina Craide

Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil  – Brasília

 

 

Relator da reforma do Código Eleitoral vai propor o fim da reeleição

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Mudança será por três emendas à Constituição

O relator no Senado da proposta que altera o Código Eleitoral, senador Marcelo Castro (MDB-PI), anunciou nesta quinta-feira (29) que vai apresentar três propostas de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição de prefeitos, governadores e presidente da República. De acordo com Castro, todas as propostas estabelecerão um mandato de 5 anos. As diferenças entre os textos são sobre a possibilidade ou não da coincidência das eleições no país. Ele disse ainda que deve entregar, até a próxima semana, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório do Código Eleitoral.

Segundo Castro, há um sentimento forte na Casa sobre o fim da reeleição, mas há divergência sobre a coincidência na data das eleições. O senador disse que deve apresentar as propostas simultaneamente, para ver qual vai ter maior aceitação.

“Percebi até agora que há um sentimento majoritário, que o instituto da reeleição [para cargos majoritários] é uma coisa que a maioria dos senadores entende que não é benéfico ao regime democrático”, observou. “Sinto que há um consenso maior entre o fim da reeleição, com mandato de 5 anos e um consenso menor entre a coincidência das eleições”.

Durante entrevista coletiva após reunião de líderes para tratar da reforma eleitoral, Castro detalhou as propostas.

A primeira PEC não prevê a coincidência na mesma data para as eleições gerais para governadores, deputados estaduais e federais, senadores e presidente da República, e as municipais,para prefeitos e vereadores. Pela proposta, os prefeitos eleitos no pleito deste ano ficariam no mandato por 4 anos, até 2028, e teriam direito a uma reeleição, já com o mandato de 5 anos.

No caso de governadores e presidente da República, eleitos em 2026, também ficariam no mandato por 4 anos, até 2030, e teriam direito a disputar uma reeleição, com mandato de 5 anos, com o intervalo entre os dois pleitos de 3 anos, em vez de 2, como atualmente.

“As eleições no Brasil ficariam assim: em 2030, eleições gerais para governador, presidente, senador, deputado federal e estadual; em 2033, eleições municipais, para prefeitos e vereadores; 2035, eleições gerais; 2028, eleições municipais e por aí vai”, explicou.

A segunda proposta prevê um mandato tampão de 2 anos para o cargo de prefeito. Pela proposta, prefeitos eleitos em 2024 exerceriam os 4 anos de mandato e, em caso de reeleição, um mandato tampão de 2028 a 2030.

No caso dos governadores e presidente da República, como a eleição está marcada para 2026, o mandato ficaria, como determina a legislação atual, em 4 anos, ainda com a possibilidade de reeleição, e a disputa para todos os cargos ocorreria a partir de 2030, já com o mandato de 5 anos.

“Em 2030, teríamos a coincidência das eleições no Brasil. Elas se dariam todas num ano só, num dia só, para todo mundo. Passariam a ocorrer em 2030, em 2035, 2040 e assim vai”, disse.

A terceira proposta mantém a coincidência das eleições, mas descarta o mandato tampão. Nesse caso, a coincidência das eleições passaria a ocorrer a partir de 2034.

Assim, os governadores e presidente eleitos em 2026 teriam um mandato de 4 anos, podendo concorrer, em 2030, para uma reeleição pelo mesmo período. Em relação aos prefeitos, no pleito de 2028 eles seriam eleitos para um mandato de 6 anos.

A eleição geral ocorreria 2034, depois em 2039, 2044, 2099; todas seguindo o mandato de 5 anos. Em todas as propostas, os mandatos de vereadores, deputados estaduais e federais seriam de 5 anos e os senadores teriam mandato de 10 anos.

Edição: Fernando Fraga

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – São Luís

 

Do forró ao pop rock: Shows gratuitos animam Feira Permanente do Cruzeiro neste fim de semana

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Apresentações acontecem sábado e domingo, das 11h às 15h, com classificação livre

Shows dançantes embalados por ritmos ecléticos, como o xote e o forró pé de serra fazem parte da programação do projeto Música nas Feiras deste final de semana, na Feira Permanente do Cruzeiro. As apresentações acontecem sábado e domingo (2 e 3/3), das 11h às 15h, com entrada franca.

Felippe Rodrigues, Os Thiagos e o grupo Raça Popular comandam a festa no sábado, com muito forró, samba e sertanejo. No domingo, a programação contará com Kamvula, Dani da Silva e Cris Alves e Banda, com repertório variado, que vai da MPB ao pop rock.

Voltado para toda a família, o projeto cultural consiste em um palco itinerante que alterna shows no Cruzeiro e em Taguatinga todos os finais de semana, com duração até abril. A 3ª edição do Música nas Feiras conta com aproximadamente 100 artistas do Distrito Federal, com o objetivo de movimentar um público de 1.600 pessoas.

A iniciativa é uma realização do Grupo Cultural Azulim, que conta com produção da Tupac, fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e apoio das administrações regionais do Cruzeiro e de Taguatinga e as respectivas feiras permanentes das duas regiões. Nas edições anteriores, o Música nas Feiras passou por Sobradinho, Sobradinho II e São Sebastião.

A programação está disponível no perfil @musicanasfeiras no Instagram e no Facebook.


Serviço:
3ª Edição do Projeto Música nas Feiras

Data: 17 de fevereiro a 16 de abril de 2024
Hora: 11h às 15h
Local: Feiras permanentes do Cruzeiro e de Taguatinga
Classificação: Livre
Instagram e Facebook: @musicanasfeiras