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Fazenda Mutum, a seleção de Gir leiteiro mais premiada do Brasil.

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Fazenda Mutum, a seleção de Gir leiteiro mais premiada do Brasil.

Localizada em Alexânia, no GO, a Mutum já está na terceira geração da família Machado e há 30 anos na produção de material genético de alta qualidade. Produz 12 mil litros de leite por dia. E no início de outubro realizará a 7ª edição do leilão Mutum Weekend.

Por Carolina Cascão

Dar nome aos bois é literalmente uma verdade. Broinha, Dengosa (falecida), Fase, Fita, Fardo, Habil e Fécula, não necessariamente nesta ordem são apenas alguns dos dois mil animais que fazem a história da Fazenda Mutum, localizada no município de Alexânia, no Goiás, onde na década de 70, começou a trajetória na seleção do Gir Leiteiro Mutum. Hoje é a fazenda mais premiada do Brasil nesta raça -, além de vender um material de alto valor genético, que permite a técnica de reprodução como a inseminação FIV (fertilização in vitro). Atualmente, 470 animais em lactação, produzem 12.300 mil litros de leite por dia -, desta quantidade, 11 mil são destinados para a fábrica da Nestlé, em Goiânia.

A seleção Gir Leiteiro Mutum, hoje a mais reconhecida nos concursos leiteiros e pistas de julgamento começou humildemente a produção de leite com 70 animais, gado mestiço, em 1970. Dezoito anos depois, um marco para a fazenda: a aquisição, em Uberaba (MG), de material genético e de um criatório da raça zebuína da fazenda 3R.

No ano 2000, quando se começou a dar nome aos bois literalmente, nasceu a Dengosa TE Mutum, o primeiro animal resultado de Transferência de Embrião (TE) feito na fazenda. Falecida em 2014 deixou saudades, mas proporcionou muitas alegrias. Em 2004, ela foi a Grande Campeã Nacional -, colecionou ao longo de sua trajetória, mais de doze títulos de Campeã Melhor Progênie de Mãe. Em 2009 foi vendida por R$ 1,320 milhão.

Dengosa já se foi, mas por causa de seu material genético, ela continua bem viva. É a mãe da Fita F. Mutum, Hábil FIV F Mutum e do Fardo FIV F Mutum, hoje um dos mais relevantes raçadores do Gir Leiteiro, e filho do touro da seleção mineira Gir Leiteiro dos Poções, chamado Radar.

Outra grande “vedete” da fazenda é a Fécula FIV F Mutum, primeira matriz da raça a ultrapassar os 50 kg leite/dia filha de CA Sansão e Palma Mutum. Ela é bi recordista mundial de produção, bi grande campeã nacional e bi grande campeã ExpoZebu. Muitos títulos para uma jovem que nasceu em 2006.

Aliás, a quantidade de prêmios é tão grande que ocupa toda uma sala da sede da fazenda. Por instantes, à primeira vista, acredita-se estar em uma loja de souvenirs, tamanha a variedade, cor, tamanho e datas das premiações. Impressiona!

A fazenda se preocupa com o bem estar dos animais, a qualidade de vida deles e o respeito ao meio ambiente. Além de boas condições de trabalho para os 45 funcionários.

7ª edição do MUTUM WEEKEND em poucos dias

No dia 5 de outubro, acontecerá a sétima edição do MUTUM WEEKEND, o leilão que fará a venda de 50% da atual recordista mundial vaca jovem com média de produção de 64,840 kg, a Broinha FIV Cabo Verde, vacagirolando e de animais premiados, filhos de recordistas. Será ofertado pela fazenda Mutum e convidados animais da raça Gir Leiteiro e Girolando de alto valor genético. Calcula-se uma média de 80 lotes de animais gir leiteiro (1 animal por lote) e girolando, um cruzamento entre as raças gir e holandês (1 a 4 animais por lote).

O Mutum Weekend está na sétima edição
Léo Machado e o filho Bruno que segue pelo mesmo caminho do pai

“No caso de animais de alto valor genético e com premiações expressivas, o criador abre mão de parte do animal. Fica 50% para Mutum, o criador, e 50% para o sócio comprador. Vai do critério do comprador se ele quer manter o animal na fazenda Mutum ou levar para a própria propriedade”, explica Léo Machado, o proprietário.

Diante disso, não se sabe ainda se a Broinha ficará na fazenda Mutum ou na do comprador. Só saberemos durante o leilão. Em muitos casos, o animal viaja literalmente e leva a vida alternando entre duas fazendas.

Três gerações de Machados

Léo Machado, zootecnista, nascido em 10 de julho de 1966, é o proprietário da fazenda Mutum, responsável por toda a supervisão técnica. É pai de Bruno Machado, médico veterinário, 35 anos. E de Ana Luiza, 19 anos, que está indo pelo mesmo caminho está na graduação Medicina Veterinária estuda atualmente o curso de veterinária na faculdade. As outras duas filhas seguiram por outros destinos que não o da fazenda, Ana Paula, 21 anos e Marisa Cristina, 23 anos. A esposa, Meire Isamar Ferreira, ajuda na administração da fazenda.

A Mutum nasceu há 49 anos de um sonho do pai de Léo, o sr. Leonídio Ferreira Gomes, com apenas uma pequena propriedade. Ele abriu mão de tudo para se dedicar à pecuária -, que era o que realmente lhe dava prazer.

Fardo FIV F Mutum é um espetáculo

Possuidor de bom temperamento, Fardo é dócil, manso e simpático. Um teste realizado quatro anos atrás, o Teste de Progênie da ABCGil/Embrapa, prova que o touro possui PTA (avaliação que indica em quantos kg de leite/lactação um boi melhora em média a produção leiteira do rebanho), de 592,9 kg para leite e 94% de confiabilidade, com mais de 200 filhas avaliadas em 90 rebanhos pelo Brasil. Ele foi o primeiro reprodutor jovem da raça a comercializar mais de 120 mil doses de sêmen, ainda em teste de progênie.

Serviço: 

É possível conhecer a fazenda, basta agendar por meio do telefone 62 99253-0960 ou pelo e-mail fazendamutum@hotmail.com

O alambique mágico pertinho de Brasília que se chama Cambéba

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Vista aérea da Fazenda Briosa e da sede do Alambique Cambéba!

O alambique mágico pertinho de Brasília que se chama Cambéba

Em apenas uma hora de carro da capital, numa estrada bonita, um programa poético (e imperdível) é visitar o Alambique Cambéba, às margens da BR-060, km 21, na fazenda Brioso, em Alexânia, no Goiás. Respirar outros ares, degustar seis tipos sofisticados de cachaça orgânica artesanal num passeio guiado e almoçar como um francês, no bistrô, preenche as lacunas do coração, permite que a alma respire e que a mente se abra com as histórias de Galeno Cambéba, outra grande atração do lugar. Tudo isso de frente a Serra do Ouro, numa vista de perder o fôlego.

Se não fossem os piratas franceses, talvez o Alambique Cambéba, em Alexânia (GO), localizado a 70 km de Brasília (DF), nem existisse. A indústria de cachaça sofisticada, orgânica e artesanal, trabalho do cearense de Caucaia, Galeno Cambéba Furtado Monte, existe há 30 anos. E faz parte da sétima geração, na árvore genealógica da família, na arte de fazer a bebida -, uma história que começou há 211 anos, em 1808 quando seu hexavô, Jozé Félix de Azevedo Sá, cumpriu a missão de entregar 11 corsários prisioneiros franceses, a pé, do Ceará até Pernambuco, e por feliz coincidência conheceu o processo da cachaça. E o colocou em prática, no sítio Cambéba, na Serra do Juá Caucaia, no Ceará.

A produção de cachaça começou há seis gerações

O passeio guiado é uma verdadeira aula de conhecimento, de história, de sensações e de aromas. Aos amantes da cachaça será um programa e tanto. Aos que não tem a menor identidade com a bebida, também. Todos irão amar a ideia de caminhar numa adega em meio a 1500 barris de carvalho com cachaça Cambéba, cada um com 200 litros, um total de 300 mil litros de bebida -, a 5 metros abaixo do solo, em temperatura baixa, o ideal para a boa armazenagem do produto. É como estar numa cena de filme. Aliás, ensaios fotográficos e pedidos de casamento ali já foram feitos. Não se assuste se sair levemente “borracho” (bêbado) apenas ao sentir o aroma. A sensação é interessante -, isso quer dizer que o organismo está em pleno e bom funcionamento.

Visita da jornalista à adega com seus barris …

Conhecer todo o processo de fabricação da cachaça, desde a colheita, passando pela moagem, padronização, destilação e fermentação é estimulante. E curioso! A degustação dos seis tipos de cachaças da Cambéba faz parte da experiência. Cada uma tem uma particularidade, assim como tempo de envelhecimento no barril de carvalho e preço. Na loja do Alambique, elas podem ser adquiridas por um preço que varia de R$ 60 a R$ 260.

Para que o passeio fique completo, sugiro uma pausa para apreciar a palavra beleza ao contemplar a vista para o vale, no bistrô do Cambéba, que tem apenas três anos.

A melhor caipirinha do mundo

Aproveite para tomar um drink ou uma caipirinha (a melhor do mundo), tudo preparado com a própria cachaça, e depois, almoçar um dos pratos especialíssimos, todos assinados pelo Chef La Croix, formado por uma das escolas mais famosas da França, o Le Cordon Bleu. Algumas das criações levam a cachaça no preparo. No cardápio tem entradas, saladas e opções para as crianças.

Os pratos são incrivelmente bem servidos e com preços acessíveis que variam de R$ 28,90 a R$ 49,90. A nossa equipe almoçou a picanha suína com redução cítrica (com uma linda rodela e deliciosa laranja) e arroz biro biro (ovos mexidos, bacon e batata palha) e um risoto de pato, flambado na cachaça orgânica envelhecida extra premium ao molho de champignon e bacon. As sobremesas são variadas a cada dia, por isso pedem para perguntar ao garçom. Sei que existe uma mousse de cachaça que impressiona a ponto de perder os sentidos…brincadeira à parte!

A cachaça que os gringos amam

De toda a cachaça produzida, 95% saem do país. O projeto de exportação é visionário. Galeno Cambéba Furtado Monte colocou como ideia desde os primeiros momentos de Alambique Cambéba. Cada garrafa contém 700 ml e teor alcoolico de 39% -, isso quer dizer que mais de três mil litros por mês saem do país a cada 30 dias. No total, são 3840 garrafas para a Espanha e 4480 para os Estados Unidos.

Entre as cachaças premiadas, as antiguidades e a lojinha que parece vender sonhos.

“Os EUA consomem e vendem também. Em Tampa, na Flórida, tem um ponto de vendas. E sei que já encontraram Cambéba no Japão. Não se tem controle mais. As cachaças ganharam o mundo”, disse Galeno.

A marca já está registrada em vários outros países, como o Chile, a China, o Peru e a Venezuela.

Os rótulos de cachaça são premiados desde a mais simples que não passa pelo barril de carvalho, fica apenas em tanque de inox, até as mais elaboradas. A cachaça que fica armazenada por dez anos coleciona 14 prêmios, todos internacionais, como África, Bélgica, Estados Unidos (vários para a Califórnia), China e Austrália.

A ordem dos fatores altera o produto

Não só isso, a qualidade, a forma do “bolo” e a temperatura são os ingredientes essenciais para uma boa cachaça. “Fazer cachaça é fácil. É como fazer bolo. Mas se não tiver um equipamento de sensibilidade, o processo desanda”, disse Galeno.

Após a colheita da cana, a moagem deve ser feita em até 24 horas. A partir daí, o caldo vai para a sala de recepção, onde existe um decantador em aço inoxidável. É chegado o momento da padronização e logo em seguida, corrige-se o teor de açúcar da cana por meio de água bem pura. É na fermentação que o açúcar é transformado em álcool. E num lindo alambique de cobre, vem a última fase da fabricação, a destilação da cachaça.

“Nossa cachaça é artesanal, pois é produzida no alambique de cobre no sistema de batelada, ou seja, destina-se o vinho fermentado no alambique, descarta o vinhoto que sobrou no alambique, iniciando uma nova destilação”, explica Galeno.

O clima e o solo da região são propícios para o plantio de cana. Na época, em 1989, Galeno optou por montar a indústria em Alexânia em virtude da localização estratégica que o eixo Brasília – Anápolis – Goiânia oferecia -, além da oportunidade de poder contribuir economicamente com a geração de empregos numa região com potencial crescente.

A cachaça Cambéba é orgânica, ou seja, a cana plantada não recebe agrotóxico. E todo o processo de fabricação atende perfeitamente aos padrões de higiene, qualidade do produto, assim como o armazenamento. Uma prova disso são os certificados internacionais como a IBD Certificado Orgânico, a BR-BIO-122 Brazil Agriculture, a Produto Orgânico Brasil e a USDA Organic. “Nosso produto passou por um teste de certificação na Espanha. O Ministério de Indústria, Comércio e Turismo, deste país, não encontrou nenhum dos 114 produtos químicos que podem estar presentes em bebidas e alimentos. Tudo estava perfeito”, declara Galeno.

A retranca em preto e branco da vida do Alambique

A placa “Vende-se” nos galhos de um pé de pequi foi o ponto inicial para que um projeto com visão futurista começasse a criar raízes. Não tinha número de telefone -, apenas o anúncio de próprio punho. Pernas a favor e disposição para uma pesquisa de campo -, só assim se chegaria ao vendedor que não parecia ter lá tanto interesse em vender a propriedade. A casa mais próxima do “anúncio” foi a primeira porta que Galeno se dirigiu. E surpresa, nada de vendedor. Mas como ainda existem pessoas generosas no mundo, o caminho das pedras foi indicado e, numa fazenda próxima, o sonho de comprar aquela propriedade estava perto. Negócio fechado.

– toc toc – Galeno.

Abre a porta (nem tão antiga assim, da década de 80).

– Quem está vendendo? – pergunta Galeno.

– É o fazendeiro lá do fundo. Vou lhe explicar – disse o Sr. Madaleno, homem rude meio ermitão, que morava perto do pé de pequi.

Galeno, o proprietário, é a atração do lugar.

Se você for inteligente aproveitará o tempo que tiver ao lado de Galeno Cambéba Furtado Monte, empresário e economista, nascido em 16 de novembro de 1956, em Caucaia, no Ceará. Casado, três filhos, dois netos, ele diz que tudo valeu a pena, mas agora o que ele quer é embarcar numa grande aventura de moto. Preparou o filho Thiago, 33 anos, para que levasse com maestria o negócio à sétima geração. As filhas também são o orgulho do pai, Márcia, 39 anos, e Marcela, 36 anos. E, a esposa, Rosaly Brasil Furtado, é uma grande aliada na administração do Alambique.

Acredito que se cachaça fosse remédio, Galeno saberia recomendar o rótulo perfeito para cada tipo de sentimento ou doença. E assim conduziria o caminho da cura ao mesmo tempo. Para dar uma forcinha à dor de cotovelo ou acabar com a raça da enxaqueca, talvez a cachaça envelhecida por 10 anos. Para preencher uma lacuna ou sanar a sinusite, a cachaça que fica armazenada no inox por um ano. E para confortar as saudades, o novo rótulo, ainda inédito, o envelhecido por 15 anos. Afinal, saudades é algo grande.

Fui embora com o coração partido. Nada que um rótulo de 10 anos para me levar de volta, tomar uma dose, escutar um rock do Creedence Clearwater Revival (banda de rock dos anos 60) e conversar sobre livros, pessoas e cultura com Galeno. Afinal, grandes histórias têm o poder de influenciar para o bem.

Serviço:

Alambique Cambéba Brasil
Fazenda Brioso, BR-060, Km 21, Serra do Ouro. Alexânia, GO.
Para agendamento das visitas gratuitas ou reserva do Bistrô: 62 99700-1961
cachacacambeba@gmail.com

Pontos de Venda no Brasil:

Loja do Alambique Cambéba, Alexânia, GO.
Aeroporto de Brasília, DF: Eu Amo Cachaça.
Aeroporto de Goiânia, GO: Vive Brasil.
Goiânia, GO: Abasteria / Flor de Pedra.
Abadiânia, GO: Route 60.
Alexânia, GO: Supermercado Sombra / Máximo Grau.
Fortaleza, CE: Embaixada da Cachaça / FS Rocha.

Federação Brasiliense de Vela Adaptada abre inscrições para a comunidade velejar

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Federação Brasiliense de Vela Adaptada abre inscrições
para a comunidade velejar

O Projeto Vela Para Todos acontece todos os sábados no Clube Nipo e podem participar do projeto pessoas com deficiência

A prática de atividades esportivas contribui para a manutenção da saúde e do bem-estar, mas para as pessoas com deficiência os benefícios são ainda maiores. Para eles é a oportunidade de recomeçar, aumentar autoestima e ter melhor qualidade de vida.

Em Brasília, há 9 anos a Federação Brasileira de Vela Adaptada promove atividades esportivas voltadas para pessoas com alguma deficiência (física, intelectual, auditiva e visual), e com o propósito de ampliar os alunos, formando novos velejadores para passeios no Lago Paranoá e futuros atletas, a entidade está com as inscrições abertas para o Projeto Vela Para Todos, que tem como objetivo dar aulas de vela para pessoas com deficiência de forma gratuita. Para este ano estão abertas mais 34 vagas.

As aulas acontecem todos os sábados, de 8h às 13h, no Clube NIPO, localizado no Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 1 Lote 1, Asa Sul, Brasília-DF. Os interessados podem se inscrever no site: http://bit.ly/2l9mrHJ .

Poesia do Mundo

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Poesia do Mundo

Projeto traz ao público de Brasília a voz de poetas da resistência

 Vozes para a poesia de Elizabeth Bishop, Walt Whitmann, William Carlos Williams, Silvia Plath, Raymond Carver, Allen Ginsberg, Adrienne Rich, Harold Norse, Simon Ortiz, Rita Dove e Miguel Piñero. O projeto Poesia do Mundo traz ao público brasiliense uma noite de escuta de poemas em suas línguas nativas. Poesia do Mundo VI – Poesia da Resistência contempla, em 2019, a poesia estadunidense do século XX por meio de poetas que representam a resistência e a diferença, questões centrais da contemporaneidade. Os textos dos poetas e poetisas serão lidos por onze vozes, no dia 11 de setembro, data em que o mundo se calou diante da violência dos atentados terroristas aos EUA. A leitura será às 20h, no Casa Thomas Jefferson Hall (CTJ HALL) – SEP-Sul 706/906. A entrada é franca.

As cinco edições anteriores de Poesia do Mundo foram dedicadas à poesia argentina, chinesa, em língua alemã e francesa. Uma edição especial foi dedicada ao poeta Francisco Alvim por seus oitenta anos. O projeto Poesia do Mundo é idealizado e realizado por Maria Lúcia Verdi, poeta, Mestre em Literatura Brasileira e articulista do site <‘ href=’http://brasiliarios.com/’>brasiliarios.com. “Em 2019, onze grandes vozes serão ecoadas no Poesia do Mundo. São as vozes de poetas que apontam para situações existenciais e sociais relevantes, que tocam questões das minorias que dos fatos esquecidos pela história oficial”, detalha Verdi.

PROGRAME-SE

PROJETO POESIA DO MUNDO

Local: CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson – Asa Sul (SEPS 706/906)

Data: Quarta-feira, 11 de setembro, 20h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

“Investigando Espírito, cérebro e mente” é o tema do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV

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“Investigando Espírito, cérebro e mente” é o tema do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV

Evento receberá em Brasília/DF renomados palestrantes para debater o assunto e centenas de interessados, entre os quais cientistas, pesquisadores, religiosos e acadêmicos.

A capital brasileira será palco, no dia 18 de outubro (sexta-feira), das 8 às 18 horas, da edição 2019 do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, que reunirá médicos, cientistas, pesquisadores, religiosos, acadêmicos e interessados para o Congresso Temático “Investigando Espírito, cérebro e mente”. O evento promoverá um debate amplo e fraterno acerca dos estudos sobre a relação mente-cérebro, a origem do pensamento e da consciência e a respectiva interação do Espírito com esses mecanismos.

Renomados conferencistas trarão suas contribuições sobre a temática, entre eles:

Dr. Andrew Newberg, neurocientista norte-americano. Tema: “Deus, Espiritualidade e o cérebro humano”;

Álvaro Tukano, líder indígena da etnia Tukano. Tema: “Interagindo com o mundo dos espíritos”;

Prof. dr. Michael Winkelman, antropólogo norte-americano. Tema: “Sobrenatural como natural: mecanismos biológicos do xamanismo”;

Paula Suelí, ministra-pregadora da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. Tema: “Matéria também é Espírito” (Paiva Netto);

Prof. dr. Alexander Moreira-Almeida, professor de psiquiatria, fundador e diretor do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde (Nupes), da UFJF. Tema: “Experiência espiritual e a relação mente-cérebro”;

Dra. Julia Nezu, advogada e presidente da União das Sociedades Espíritas (USE) Regional de São Paulo. Tema: “Espiritualidade em um mundo material”;

Prof. dr. Gildo Magalhães, professor de História e diretor do Centro Interunidades de História da Ciência da USP. Tema: “Intercâmbio entre Religião e Ciência na História”;

Fernando Bortolleto Filho, reverendo da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Tema: “A ação do Espírito Santo”;

Prof. dr. Wellington Zangari, professor de psiquiatria e coordenador do Inter Psi — Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais da USP. Tema: “Religiosidade, Espiritualidade e Identidade”; e

Swami Nirmalatmananda, presidente do Ramakrishna Vedanta Ashrama do Brasil. Tema: “A essência dos Vedas e a consciência suprema”.

O evento ocorrerá no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, o ParlaMundi da Legião da Boa Vontade, localizado na Quadra 915 Sul, em Brasília/DF. As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo site: www.forumespiritoeciencia.org.

Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV

Criado em 2000 pelo diretor-presidente da Legião da Boa Vontade, o jornalista e escritor José de Paiva Netto, o Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, visa estimular a implementação de propostas no campo pragmático das realizações da sociedade civil, trazendo as contribuições das diversas áreas do saber espiritual e humano para a construção de uma sociedade mais solidária, altruística e ecumênica.

Músico leva canções inspiradas na Tropicália para show no Teatro Garagem

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Músico leva canções inspiradas na Tropicália para show no Teatro Garagem

Canções inspiradas no movimento tropicalista estão no repertório do músico Eduardo de Paula e serão levadas para show único, que acontece nesta quarta-feira (4) no Teatro Garagem, no Sesc da 913 Sul. A apresentação começa às 20h, entrada é franca e a classificação indicativa é livre.

Sob o ritmo da música popular brasileira, letras que falam sobre espiritualidade, como “Yashodhara”. Outras abordam o cotidiano de um trabalhador comum. Na música “O Herói”, o brasileiro que acorda cedo se compreende como parte da força motriz que faz o Brasil girar.

O espetáculo se propõe a ser um acalanto diante do atual cenário. Para o músico de 30 anos, Eduardo de Paula, a primeira das artes é o sal da terra. Ou seja, um caminho para tornar o mundo um lugar melhor para se viver. “Eu acho que a música é uma das ferramentas que a gente usa para acalmar a alma das pessoas, gerar esperança e fortalecer espiritualmente”, diz.

É por acreditar nisso que Eduardo de Paula se dedica há 15 anos à música. Aos 12 anos, ganhou o primeiro violão e dois anos depois encontrou no instrumento a harmonia que procurava. Ele passou a compor canções e chegou a montar uma banda com amigos da cidade em que morava, o Gama. A “Ponte de Safena” durou até 2010, mas Eduardo continuou a se dedicar. Hoje, além de músico, é técnico de áudio e iluminação.

  Teatro Garagem apresenta Eduardo de Paula

Quarta-feira, 4 de setembro às 20h

Teatro Garagem – no Sesc da 913 Sul

Classificação indicativa: Livre

Entrada Franca