Por Ademar Vasconcelos
O que faz alguém recordar o passado: Uma infância sofrida ou de alguns momentos felizes.
De tudo vivenciamos mais ou menos momentos marcantes que nos faz voltar ao passado em devaneios.
Dizem que viver é enfrentar o perigo. Dizem também que coragem é caminhar com medo. Que outras indagações venham à tona para que se desenvolva as medidas cabíveis e necessárias. De outra banda atenha-se aos acontecimentos relacionados aos fatos. Navegando em mar aberto, com leve brisa que vem pela proa.
A navegação segue nos moldes de além mar diante dos acontecimentos, uns relatam e outros se omitem, trazendo mais dúvidas para os interlocutores presentes e interessados diretos dosbens arrolados em inventário próprio. De tudo foi feito o respectivo inventário com a devida ata lavrada na presença de todos os interessados.
De tudo se faz calmaria e mais um dia se vai. É noite e todos dormem em paz. A calmaria é sentida ao alvorecer, com todos os presentes em silêncio profundo, com o brilho dos primeiros raios de sol. Todos passageiros devidamente alimentados foram compelidos a permanecerem em silêncio. Com o sol a pino todos os presentes se deslocavam em fila única com destino ignorado pelo sextante do Comandante com a supervisão do respectivo mestre de obra indicado pelos demais tripulantes.
“NOSCE TE IPSUN”



