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Da Cruz volta ao Brasil para uma série de shows
Ibaneis Rocha concede entrevista exclusiva para a 61 Brasília
Ibaneis Rocha concede entrevista exclusiva para a 61 Brasília
Conversamos com o governador sobre os sete primeiros meses de sua gestão. Ibaneis não foi poupado de assuntos polêmicos e respondeu com prontidão questões de interesse dos moradores do Distrito Federal. Confira em primeira mão os bastidores de algumas decisões e os planos para o seu mandato.
Edson Crisóstomo e Raquel Paternostro
Fotos: Renato Alves/Ag Brasília
61- Qual foi a sua maior surpresa positiva, e a maior surpresa negativa ao ter acesso aos dados e números referentes à governança no GDF?
Ibaneis – Não sei se houve alguma surpresa positiva. Durante a transição enfrentamos muitos problemas com dados imprecisos, documentação pela metade, projeções mal feitas ou até irreais. Tanto que, quando assumi o governo, muito do que havíamos planejado nos meses após a eleição não pode ser realizado de imediato; tivemos que refazer os planos, readequar as datas e buscar ainda mais recursos. Esperávamos um rombo em torno de R$ 3 bilhões, embora o governo passado dissesse que as contas estavam em ordem; no final das contas o rombo financeiro chegou a mais de R$ 8,5 bilhões. Para se ter uma ideia, tivemos que pagar contas de mais de R$ 1 bilhão só na área de saúde, que corria o risco de um colapso.
61- Daqui há 20 anos, como o senhor espera que seu governo seja lembrado? Qual a marca na história do GDF que o senhor imagina registrar?
Ibaneis – Não tenho isso em mente. A minha preocupação é fazer o melhor possível, modernizar a administração pública do DF e prestar bons serviços públicos à população. Quero entregar uma saúde pública boa, eficaz e confiável, e investimentos para isso não têm faltado; quero avançar na área da educação, o que já está acontecendo, com reconhecimento da população, e espero modernizar o sistema de segurança. Os primeiros resultados, obtidos apenas com uma mudança de gestão, já são significativos, com a queda nos índices de todo tipo de delito. Muito mais virá nos próximos meses porque vamos usar a informática e a inteligência no combate ao crime.
61- Para melhorar a educação no GDF. Em sua opinião, é melhor que mais gente tenha acesso ao ensino público, ou que mais famílias consigam pagar mensalidades em escolas particulares?
Ibaneis – O Estado tem obrigação de oferecer uma educação de qualidade aos moradores do DF. Se algum pai decidir matricular o filho em escola particular será por escolha pessoal, mas o nosso objetivo é oferecer a melhor educação. Para isso, temos feito várias inovações, apostando em parcerias com outras secretarias – como segurança, cultura e esportes – e até embaixadas, no projeto de oferecer escolas bilíngues. Estamos investindo em tecnologia, nos professores, buscando a excelência no ensino.
61- A carga tributária de Brasília é uma das maiores do país. Existe algum planejamento para sua diminuição com vistas ao incentivo à abertura de empresas e desoneração para os empreendedores?
Ibaneis – Nós já começamos a reduzir impostos e incentivar novos empreendimentos. O ICMS e o ISS já deveriam ter sido reduzidos, mas a mensagem tinha que ter sido enviada pelo governo passado. Eu tenho dito que quem cria emprego e traz desenvolvimento é o empresariado e nós estamos criando um ambiente saudável para os negócios no Distrito Federal. Estamos investindo 70 milhões de dólares na infraestrutura dos polos de desenvolvimento econômico em Ceilândia, Santa Maria e Samambaia para receber mais empresas, incentivando na formalização de empresas, dando segurança jurídica para o empresário, abrindo oportunidades para quem quiser aproveitar as oportunidades. O objetivo é transformar o Distrito Federal numa área econômica pujante. Estamos organizando a cidade, por exemplo, com a readequação do Setor de Indústrias Gráficas, trabalhando na desburocratização, com a transferência da Junta Comercial para a alçada do DF, o projeto de concessão de alvarás em apenas sete dias, aprovação mais célere de projetos de construção – foram 364 só no primeiro semestre, um recorde – e a descentralização dos processos com a inauguração de 10 postos da CAP avançadas.
61- Como está a fiscalização e recuperação das estruturas dos viadutos de Brasília? A população pode se sentir segura para trafegar sem riscos de quedas?
Ibaneis – Brasília envelheceu muito rapidamente. Não houve manutenção dos equipamentos públicos e o resultado foi visto na negligência que provocou a queda do viaduto do Eixão sul. Nós estamos monitorando e realizando reparos permanentemente. A ação na rodoviária do Plano Piloto diz bem como estamos tratando o problema: o monitoramento mostrou que houve uma abertura atípica e acelerada nas estruturas e imediatamente o trânsito na plataforma superior da rodoviária foi suspenso e foram iniciadas obras para resolver o problema e dar segurança as mais de 700 mil pessoas que passam pelo local todos os dias. Da mesma forma, estamos fazendo a requalificação da W3 Sul em parceria com os empresários, um projeto que dormia nas gavetas dos governos há mais de 20, quase 30 anos. Por enquanto são duas quadras, mas os projetos para o restante da avenida estão sendo feitos.
61- Recentemente, houve um grande impasse com a classe artística referente ao cancelamento do edital de fomento à cultura, para utilização da verba na recuperação do teatro nacional. Em sua opinião, qual a importância dos equipamentos culturais para o fomento e difusão artística?
Ibaneis – Havia problemas com o edital original e tivemos que cancelar, mas o Fundo de Apoio a Cultura vai continuar e o próximo edital vai obedecer a todas as regras. Ao mesmo tempo temos que recuperar os equipamentos. O Teatro Nacional está abandonado há quase sete anos, no centro da capital da república, uma construção que reúne obras de alguns dos mais importantes artistas brasileiros, além de fazer parte da história da nossa capital. Estou buscando alternativas para que o teatro possa ser reformado e gerido por uma entidade. Também estamos recuperando o Museu de Arte de Brasília, espaço importante, além de buscar o resgate de teatros menores, recuperar a concha acústica; ou seja, recuperar os espaços para que os nossos artistas possam mostrar seu talento.
61- Tem sido muito comentado na imprensa, o seu alto padrão de consumo, como a compra da nova residência, do avião e até em compras na feira… O que o senhor tem a declarar sobre o assunto?
Ibaneis – Todo meu dinheiro foi ganho de forma honesta e com muito trabalho. Eu vim de uma família humilde, meu pai era professor, minha mãe trabalhou como auxiliar de enfermagem. A forma como eu gasto meu dinheiro só diz respeito a mim. E eu ainda faço questão de arcar com minhas despesas. Como prometi na campanha, não uso carro oficial pago pelo governo, não moro em casa oficial, pago minhas passagens e estadias, uso meu próprio avião.
Sobre Mobilidade:
61- Existe previsão de ampliação do Metro para Asa Norte?
Ibaneis – Existe. Precisamos saber como conseguir o dinheiro para expandir o metrô, mas antes temos que arrumar as linhas que temos. Os trens estão sucateados, ou pior, sendo “canibalizados”: um cedendo peças para o outro andar. Os trilhos precisam de revitalização, estamos terminando mais duas estações na Asa Sul e ainda estamos criando o modelo de alimentação para aumentar o volume de passageiros.
61- Como está a previsão da integração das ciclovias?
Ibaneis – Eu sou ciclista, gosto de pedalar, ando a cidade toda aos domingos, quando me sobra tempo. Mas as grandes distâncias impedem que as ciclovias do Distrito Federal sejam um modal de transportes de uma cidade para outra. Ninguém vai sair pedalando de Brazlândia para trabalhar no Plano Piloto, por exemplo. As ciclovias precisam ligar pequenas distâncias com eficiência, ainda mais agora para aproveitar as bicicletas compartilhadas. É um modal para pequenas distâncias. Mas vamos continuar expandindo a malha cicloviária do DF.
61- Sobre o estudo para cobrança de estacionamentos em quadras residenciais e alguns pontos da cidade. Em que fase está o estudo? Como o senhor acha que esta cobrança vai impactar no transito e na vida da população?
Ibaneis – Os estacionamentos pagos ainda estão em estudo, mas são inevitáveis. Toda grande cidade do mundo usa o sistema, a fim de organizar principalmente as áreas de maior fluxo de automóveis. Mas ainda não temos o modelo para o DF. Nossa esperança é que ajude a organizar principalmente as áreas centrais das cidades e, no caso particular do Plano Piloto, as entrequadras. Do jeito que está, todos ficam insatisfeitos.
61- O senhor não se arrepende de deixar sua vida confortável para se aventurar na política?
Ibaneis – De forma nenhuma. Eu estou muito feliz. Estou vendo as coisas tomando forma. No início foi tudo muito difícil, nos deparamos com problemas que não contávamos, muito mais graves do que podíamos imaginar. A questão da dengue é o exemplo mais claro: a falta de cuidados com a prevenção no ano passado levou o Distrito Federal a enfrentar a maior crise da doença de sua história, inclusive com muitas mortes. Agora as coisas estão entrando nos eixos. E eu gosto de resolver problemas. O ruim é ser cobrado para, em seis meses, resolver problemas que se acumularam por décadas, mas nem isso me desanima. Eu tenho certeza que, daqui em diante, vamos melhorar muito a qualidade de vida da nossa população.
Fantasticamente engraçado e desenfreado!
Fantasticamente engraçado e desenfreado!
Cia de Comédia Os Fantásticos apresenta Comédias Fantásticas com novas cenas, no Teatro Brasília Shopping
Um show repleto de risadas e irreverência com artistas da cidade é a boa pedida para os dias 3 e 4 de agosto, sábado às 20h, e domingo às 19h. O palco do Teatro Brasília Shopping será da Cia de Comédia Os Fantásticos e a trupe apresenta ao público uma série de esquetes – novas e também de grande sucesso – encenadas ao longo de seus nove anos de existência. Cenas de Gege, a Sincera, A Morte do Demônio, O Exorcismo de Emília Rosa, O Vidente e “Tevelisão” animam os fãs do gênero. “Entre as novidades está Viagra, que promete levantar o humor da plateia”, adianta o humorista Alexandre Soca.
Criado, apresentado e produzido pelos comediantes Alexandre Soca e Raphael da Matta, o espetáculo Comédias Fantásticas esteve em cartaz durante quatro anos ininterruptos nos palcos da capital. Em seu novo formato, os humoristas apresentam ao público variados estilos de comédias em uma mesma noite. Com incrível versatilidade de estilos e linguagens, o cômico ganhará os holofotes com personagens, imitações, mímica, clown e improviso.
A Cia de Comédia Os Fantásticos é formada por Alexandre Soca, Raphael da Matta e Tony Gil. A Cia tem como principal característica o estilo de humor diversificado, que aborda variadas vertentes da comédia, como imitações, performances, mimica, palhaçaria e stand up comedy, todas dentro de shows montados e apresentados ao longo dos últimos nove anos. “A plateia participa e interage muito em nossos espetáculos”, adianta o comediante Alexandre Soca.
Dono de um estilo popular de humor, Alexandre tem como ponto forte os personagens femininos e o improviso. Soca fez participações em outros grupos reverenciados na cidade – De 4 é Melhor e Melhores do Mundo. Já Raphael domina a mímica e o clown, tendo como ponto forte o humor nonsense, inspirado em desenhos animados e com um estilo muito lúdico de fazer rir.
SERVIÇO
Cia de Comédia Os Fantásticos – Comédias Fantásticas
Local: Teatro do Brasilia Shopping
Data: 3 e 4 de agosto
Horário: Sábado às 20h e domingo às 19h
Ingresso: R$40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)
Venda: abre em dia de espetáculo, duas horas antes do show, na bilheteria do Teatro Brasília Shopping ou pelo www.sympla.com.br
Censura: 14 anos
Mais informações para o público: (61) 99812-8782 ou 99919-3357
Leo Hamu leva o sabor de Brasília para o Festival Fartura em São Paulo
Leo Hamu leva o sabor de Brasília para o Festival Fartura em São Paulo
Famoso pelo seu sanduíche de pão com linguiça tradicional na CEASA de Brasília, o chef-produtor vai levar uma de suas receitas para o deleite dos participantes.
No próximo sábado dia 03, Acontece em São Paulo o Festival Fartura – Comidas do Brasil, que leva para a capital paulista um representante da alta gastronomia de cada estado para apresentar o regionalismo de sua culinária. Nesta edição o selecionado, pela primeira vez, foi o produtor de linguiças artesanais e chef Leo Hamu que desenvolveu a apetitosa receita que leva Pão, linguiça caipira conservada na banha, ragu de linguiças, mostarda com maçã verde, molho chippotle e queijo (derretido com maçarico). É de dar água na boca!
A expectativa de Hamu é grande, “sou otimista por natureza e o produto tem uma aceitação legal e combina com o público presente,” declara. O evento abre uma enorme perspectiva de mercado, ele não tem o plano de aumentar sua produção por enquanto. “Minha produção é bem artesanal, eu nem consigo atender Brasília inteira.”
Leo Hamu produz suas iguarias há cerca de 05 anos e é um apaixonado pelo ofício. “Eu faço uma coisa que eu curto, que eu amo, gosto de estar perto dos meus clientes, aprimoro a minha produção todos os dias. É uma paixão, uma terapia ocupacional.” Revela.
Serviço
Festival Fartura – Comidas do Brasil São Paulo
Sábado, DIA 03 das 12 às 22h e domingo (04) das 12 às 20h
No Jockey Club de São Paulo. Av Lineu de Paula Machado, 1.263, Cidade Jardim
Ingressos: R$ 25 inteira e R$ 12,00 meia vendas: https://www.farturabrasil.com.br/
Banca Leo Hamu na Ceasa-DF
Encomendas: (61) 99669156
Contrato de concessão da Ferrovia Norte Sul é assinado em Goiás

Presidente da Cosan e da Rumo, Rubens Ometto, Prefeito de Anápolis, Roberto Naves, Presidente Jair Bolsonaro, Governador de Goiás, Ronaldo Caiado e Major Vitor Hugo.
Contrato de concessão da Ferrovia Norte Sul é assinado em Goiás
O empreendedorismo do Centro Oeste e do Brasil serão beneficiados com a Ferrovia que além de mudar a matriz do transporte brasileiro vai baratear a logística da produção nacional.
A obra foi inaugurada pelo presidente Jair Bolsonaro acompanhado dos ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; da Agricultura, Tereza Cristina; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; e Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, e do líder do governo na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo. “Esta obra liga quatro regiões do país. Unem o Brasil e trazem o progresso. A obra vai baratear fretes, reduzir consumo de combustíveis. O modal ferroviário é muito bem-vindo “, disse o presidente. A solenidade aconteceu na manhã de quarta-feira (31) no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA).
O leilão do trecho, que vai de Porto Nacional, no Tocantins, até Estrela D’Oeste, em São Paulo, com mais de 1530 quilômetros, foi promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em março. O prazo de concessão é de 30 anos e a empresa terá de investir R$ 2,719 bilhões em melhorias. O Líder do Governo na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo (PSL-GO), aposta na Ferrovia Norte-Sul como importante fator que deve impulsionar a economia de Goiás e do Brasil. Ele acompanhou o presidente Jair Bolsonaro na assinatura de contrato de concessão entre o Governo Federal e a empresa Rumo Logística S.A. para início das atividades de transporte de cargas.
Norte-Sul
A Norte-Sul é a principal rota do transporte ferroviário no País. Por meio do contrato assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, o concessionário será responsável por explorar e prestar o serviço público de transporte ferroviário no trecho, além de garantir a manutenção e conservação da infraestrutura durante 30 anos.
De acordo com o edital, 5% da outorga e do ágio deverão ser pagos à vista, como condição para a assinatura do contrato. O restante será pago em 120 parcelas trimestrais reajustadas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede oficialmente a inflação.
Holotramas no Teatro SESC Newton Rossi
No dia 02 de agosto estreia Holotramas no Teatro SESC Newton Rossi, localizado na Ceilândia Norte, às 14h, sessão especial para pessoas com deficiência e público em geral. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) e tem apoio da casa Esquina Criativa, Centro de Dança do DF e SESC/DF.

Holotramas é uma instalação performática experimental de improvisação em dança, música, luz, imagem e computação interativas e improvisos de Inteligência Artificial, idealizada pelos artistas Eufrasio Prates e Cleani Calazans. O trabalho tem como impulso criativo a planimetria sobre um diagrama desenvolvido por Koeullreuter, um dos mais importantes compositores e pedagogos da música contemporânea brasileira e a Eukinética (estudo das qualidades expressivas do movimento) de Rudolf Laban, um dos maiores teóricos de dança no século XX. Somados a essa fonte estruturante, o sistema HITS (Suíte Holofractal Interativa de transdução de Som e Imagem), desenvolvido pelo artista Eufrasio Prates, que captura movimentos e gestos e os transforma em sons fractais em tempo real. A instalação performática traz como proposta uma experiência interativa única para o público e os artistas / intérpretes, pois tudo acontece ao vivo numa teia cujo pressuposto poético é o de que tudo no cosmos está interconectado. Por isso o movimento em uma parte gera transformações no todo e por consequência, abre espaço para novos modos de percepção e conscientização por parte dos intérpretes e dos espectadores, convidados à condição de coautores.
- Dia:02 de agosto de 2019.
- Horário: 14h
- Local:Teatro Newton Rossi / QNN 27 AE lt. B – Ceilândia Norte
- Entrada: 1kg de alimento não-perecível
- Classificação livre
- Contato: (61)99154-8644 / 99247-9788
- Patrocínio:Fundo de Apoio à Cultura do DF e Secretaria de Cultura do DF (FAC/SEC-DF)
- Produção: (61) 99154-8644 (Cleani / 99247-9788)












