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Temirzhan Yerzhanov

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Temirzhan Yerzhanov

Maestro e pianista vencedor do International Robert Schumann Piano Competition se apresenta no Casa Thomas Jefferson Hall

  Uma pausa na intensa agenda de apresentações solo e frente a importantes orquestras nos EUA, na Europa e na Ásia permitiu a vinda do maestro e pianista Temirzhan Yerzhanov ao Brasil para um concerto inédito em Brasília. O musicista tocará na sexta-feira, 13 de abril, às 20h, no Casa Thomas Jefferson Hall – unidade da SEP 706/906 Sul A entrada é livre e gratuita.

Temirzhan Yerzhanov nasceu no Cazaquistão. Lançou carreira internacional como pianista ao vencer a medalha de ouro no International Robert Schumann Piano Competition, Alemanha. No portfólio de apresentações estão o London Wigmore Hall, o Berlin Konzerthaus, o Leipzig Gewandhaus, o Moscow Tchaikovsky Conservatory, a Dresden Sempergalerie, a Paris Salle Gaveau, o New York Carnegie Weill Recital Hall, o Moscow Conservatory e St. Petersburg Philharmonic Grand Halls, dentre outros. Além dos concertos, Yerzhanov tem realizado apresentações em estúdio e talk shows em diversos países.

O pianista gravou CDs para renomadas gravadoras com obras de Schumann, Prokofiev, dentre outros. Notável e versátil, colaborou com diferentes formações e cantores líricos de fama internacional. Atualmente, mantém um duo de pianos com a aclamada Klara Frei e desenvolve importantes trabalhos como maestro, diretor artístico e co-fundador frente a importantes orquestras. Yerzhanov graduou-se e lecionou piano no Moscow Tchaikovsky Conservatory, estudando regência com grandes mestres. Em seu país de origem, recebeu o título Yenbek Sinirgen Qairatkeri, a mais alta honraria por sua contribuição nacional.

No recital do Casa Thomas Jefferson Hall, terá a participação da orquestra Capital Philharmonia, fundada pelo Maestro Artur Soares e formada por jovens solistas de Brasília. No programa, Adagio para Cordas de Samuel Barber, Concerto nº3 para piano e orquestra de Almas Serkebaev e Sinfonia de Câmara Op. 110 de Dmitri Shostakovich. O evento celebra o aniversário de Brasília.

 Temirzhan Yerzhanov

Quando: Sexta-feira, 13 de abril, às 20h

Local: Casa Thomas Jefferson – CTJ HALL –  SEP-SUL 706/906

Entrada livre e gratuita

Movimento Internacional de Dança

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Movimento Internacional de Dança

Uma das maiores mostras de dança da América Latina chega à Brasília entre 13 e 29 de abril, com uma programação diversificada com diferentes segmentos da dança. Espetáculos de dança contemporânea, dança de rua, cultura negra, Hip Hop, batalha de breaking, espetáculos infantis e workshops farão parte da cena cultural do Distrito Federal em uma curadoria formatada para celebrar a riqueza estética da Dança.

Entre os destaques, estão as mostras latinas, os espetáculos nacionais e internacionais, os debates, oficinas e rodadas de negócio. São 34 coreografias, sendo 17 do Distrito Federal em 26 apresentações. 15 internacionais em 17 apresentações. E 2 coreografias nacionais em 5 apresentações. No total serão 16 dias movimentando importantes espaços culturais da capital.

Programação completa:

Sexta-feira 13/04

20h – Espetáculo LUB DUB no CCBB. Classificação: 14 anos. Ingressos: R$ 10,00 a meia-entrada.

Sábado 14/04

20h – Espetáculo LUB DUB no CCBB. Classificação: 14 anos. Ingressos: R$ 10,00 a meia-entrada.
20h – Um indivíduo qualquer e Suit a 4 mãos no Sesc Ceilândia. Classificação: 10 anos. Entrada franca.

Domingo 15/04

16h – Espetáculo infantil Eufonia no CCBB. Classificação: Livre. Ingressos: R$ 10,00 a meia-entrada.

Quarta-feira 18/04

20h – Palco Aberto 1 – DF

Espetáculos: Teoria de Tudo, Klepsydra, Nas Trilhas do Manguezal, La Columbia, 50 Tons de Cinza, Resiliência, Socialize, Eu e os homens de verdade e Massa Charme. Será na Funarte. Classificação: 14 anos. Entrada Franca.

Quinta-feira 19/04 

20h – Apresentação do resultado da Residência artística no CCBB. Coreógrafo: Marcelo Ferreira. Entrada Franca.

Sexta-feira 20/04 

11h – Eliminatórias Batalha de Breaking no JK Shopping. Classificação: Livre. Entrada franca.
20h – Um indivíduo qualquer e Suit a 4 mãos no CCBB. Classificação: 10 anos. Ingressos: R$ 10,00 a meia-entrada.

Sábado 21/04

13h – Final da Batalha de Breaking no CCBB. Classificação: Livre. Entrada franca.
15h, 17h e 19h – Espetáculo infantil Partituur no CCBB. Classificação: Livre. Entrada franca.
18h – Festa “Vem dançar com a gente!” – Food Trucks e DJ. Será no CCBB, classificação: Livre. Entrada franca.
18h – Palco Aberto 2 – DF
Espetáculos: Resiliência, Socialize e Massa Charme no CCBB. Classificação: Livre. Entrada franca.

Domingo 22/04 

17h – Sacolas na Cabeça. Será no CCBB, classificação: Livre. Entrada franca.
19h – Sórdito no CCBB. Classificação: Livre. Entrada franca.
20h – Black Belt e Red Belt. Será no CCBB, classificação: 14 anos. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.

Terça-feira 24/04 

20h – I leave the lights on. Será no CCBB, classificação: 18 anos. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.

Quarta-feira 25/04 

12h – And that’s why I’m here today no IFB Campus Brasília. Classificação: Livre. Entrada franca.
20h – Um indivíduo qualquer e Suit a 4 mãos no Sesc Taguatinga. Classificação: 10 anos. Entrada franca.

Quinta-feira 26/04 

20h – Super Tejido Limbo no CCBB. Classificação: 16 anos. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.

Sexta-feira 27/04 

16h – Isadora Sur no Instituto Cervantes. Classificação: 12 anos. Entrada franca.
20h – Acto Blanco no CCBB. Classificação: 16 anos. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.
20h – Um indivíduo qualquer e Suit a 4 mãos no Sesc Gama. Classificação: 10 anos. Entrada franca.

Sábado 28/04 

20h – Boomerang na Funarte. Classificação: Livre. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.

Domingo 29/04 

16h30 – Coreografias: Flecha, Frango e Corpo Afeto no Teatro Dulcina. Classificação: 18 anos. Entrada franca.
18h – Eros teatro Dulcina. Classificação: 16 anos. Entrada franca.
20h – Solos de Stuttgart no CCBB. Classificação: Livre. Ingressos a R$ 10,00 a meia-entrada.

Ingressos: https://bit.ly/2JcqDNS

Mais informações: https://www.movimentoid.com.br/

Bitcoin, o maior perigo á não conhecer!

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Bitcoin, o maior perigo á não conhecer!

Por Fausto Freire

Recentemente, uma quadrilha brasileira que atuava principalmente em Brasília, Goiânia e outras cidades do país foi desarticulada pela Polícia Civil. O grupo atuava sob a fachada de uma empresa chamada Kriptacoin Argent Global Network

Um golpe anterior fizera uso de um nome fantasia muito parecido:  Argent Global Network… Para minha surpresa, o site da empresa que, comprovadamente é uma fraude, ainda pode ser acessado pela Internet com promessa de lucros inacreditáveis.

Mas o tal Kriptacoin pretendia um passo mais ousado na direção de depenar os incautos. O sucesso financeiro das moedas virtuais foi o tobogã, bem lubrificado, que os larápios usaram para atrair suas vítimas.

Embora o IBGE não tenha publicado nenhuma pesquisa a respeito, parece que um número elevado de brasileiros têm uma inclinação mórbida pelo lucro fácil, a vantagem desonesta e o enriquecimento sem esforço. Esse é o público-alvo dos golpistas, que sempre aparecem com inovações como bois gordos, avestruzes, kriptacoins e muitas outras criatividades, sempre bem sucedidas.

Na estera do sucesso do Bitcoin, a organização criminosa montou um esquema que sugeria possuir um ativo financeiro, baseado na tecnologia das criptomoedas, com projeções de lucros elevados e crescimento seguro. Porém, na realidade, a Kriptacoin não tinha nenhuma relação com moedas digitais. O nome era apenas um artifício de marketing para enganar o público.

Aliás, marketing foi o foco principal da organização. Anúncios na TV, rádios, Outdoors e jornais divulgavam publicidade maciça sobre as vantagens de investir na falsa moeda digital. A empresa anunciava por todos os meios e pagava propagandas na Internet. Nas redes sociais, eram comuns fotos com cantores famosos.

É bastante simples saber se alguma coisa que pretende se passar por moeda digital é ou não é uma moeda existente. Basta entrar no site “Coin market cap’, colocar o nome da suposta moeda no campo de buscas e clicar no ícone. Se a moeda for verdadeira, ela será localizada entre as mais de 1500 existentes, se não, é uma fraude.

As investigações policiais sobre a tal Kriptacoin mostraram que a quadrilha movimentou cerca de R$ 250 milhões, com investimentos de 40 mil vítimas. Além da Kriptacoin, a empresa Wall Street Corporate, responsável pelo golpe, também é alvo da investigação, pois aparentemente faz parte da mesma organização criminosa. Fatos isolados, como este, tem servido de argumento para o detratores do Bitcoin, embora tenha ficado claro que o golpe não tinha nenhuma relação com as moedas virtuais, apenas usava um nome parecido para envolver suas vítimas.

A operação policial foi batizada de “Patrik” teve por alvo o golpe piramidal travestido de cryptocurrency. Na verdade os golpista não ofereciam a moeda Kriptocoin, mesmo porque ela nunca existiu. Mas o golpe da Kriptacoin jogou gasolina na fogueira da inquisição brasileira anti moedas digitais. Como muito pouca gente possui conhecimentos econômicos sobre teoria do valor, moeda, circulação, cambio etc. e muito menos tem noção do significado de termos de teoria da computação, como criptografia, algoritmos, redes ponto a ponto as criptomoedas são uma grande incognita.

A maioria das pessoas estará a pensar: “não sei nada sobre esse assunto e nem quero saber, afinal, isso nunca irá me atingir…”

Sobre esta opinião gostaria de fazer algumas observações. Realmente, a imensa maioria das pessoas só será alcançada pela moedas digitais por suas consequências negativas. Ou seja, elas serão apenas vítimas inocentes de um fenômeno mundial que aumentará o distanciamento entre o mundo digital e as pessoas comuns.

Esta ruptura é menos inocente do que parece. Ela pode ser a diferença entre manter-se no mercado de trabalho e de consumo, ou ser marginalizado, engrossando a periferia pobre e excluída da Terra. Então, talvez seja útil entender um pouco mais sobre a questão. Você não acredita? Talvez você também não acreditasse, nos anos 90, que em 2000 todas as cidades do mundo estariam mapeadas, com suas ruas, praças, comércios pelo Waze. Ou que em 2010 você poderia comunica-se com qualquer pessoa, em qualquer mundo do mundo pelo WhatsApp, ou ainda que em 2020 os carros sem motoristas começariam a dominar as ruas dos países mais desenvolvidos.

As moedas digitais escapam às analises padrão do comportamento da moeda na economia tradicional. Economistas formados nos moldes acadêmicos atuais não receberam, nem poderiam, os instrumentos adequados para analisar tal substância. Mesmo assim, eles se apreçam em dar respostas para um fenômeno que não tem correspondência no universo conhecido.

Antes de formular respostas definitivas, alguns economistas deveriam estar tentando descobrir as perguntas. As moedas digitais respondem a uma série de variáveis, muitas dela com comportamento aleatório. São variáveis independentes, em uma equação na qual não dispomos de todas as variáveis dependentes.

O professor Robert Shiller, da conceituada Universidade de Yale, na Califórnia, laureado com o Prêmio Nobel de Economia e reconhecido por sua pesquisa em economia comportamental afirmou, recentemente, em uma entrevista exclusiva para a revista brasileira Veja que o “Bitcoin é uma bolha clássica”.

Em termos conceituais sérios, Shiller deveria explicar primeiro quais elementos de uma ‘bolha clássica’ estão presentes na aparição e no crescimento do Bitcoin. Mas ele afastou-se desta análise objetiva e substantiva, remetendo-se apenas a aspectos subjetivos e adjetivos do fenômeno.

Muito pouco sério em se tratando de um professor que ganhou notoriedade desde 2013. Porém, vamos dar um desconto por tratar-se de uma entrevista para um veículo de grande circulação, cujos leitores não estariam familiarizados com uma análise econômica mais profunda.

Por ser um economista que supostamente possui formação robusta, Shiller já inicia a entrevista desqualificando o argumento de muitos tolos em relação ao lastro da moeda:

O fato de não haver um lastro para esta moeda [o Bitcoin] não é o problema, já que muitas coisas têm valor simplesmente porque as pessoas pensam que elas têm valor. É assim com a cédula de dinheiro em nosso bolso – ela só vale algo porque tem quem a aceite”.

Embora a simplificação seja grosseira, ele tem razão sobre o valor atribuído à moeda. É o chamado valor fiduciário, cujo conceito tem relação com a crença, ou a fé, que as pessoas depositam no dinheiro. De fato, nenhuma moeda moderna representa um valor intrínseco, ou seja, um valor em si mesmo. Nenhuma moeda moderna possui lastro.

Diferentemente das ações e títulos bursáteis, as moedas criptográficas não reagem pelos mesmos estímulos. As ações, quando são disputadas no mercado, têm seu valor aumentado, elas se valorizam. Enquanto que, quando mais pessoas entram na rede comprando moeda digital, ou “minerando” para obter valor, menor será seu preço de mercado, ao contrário do que acontece com as ações.

A explicação é relativamente simples: como ações são finitas, quanto maior seu interesse, maior valor. É a lei da oferta e da procura. Já as cripto moedas não são finitas. Embora não se possa dizer que sejam infinitas, pelo menos sua variável quantitativa é desconhecida. Logo, mais compradores significa ampliar sua oferta e dividi-la, reduzindo seu preço unitário. Este mecanismo nos levaria a que, em um prazo relativamente curto, a moeda digital encontraria seu ponto de equilíbrio. Tendo em vista o crescimento deste ativo nos últimos nove anos, poderíamos supor que nos próximos nove anos ele esteja próximo da metade da massa total de dinheiro disponível. Esta mudança de paradigma vai determinar seu ponto de equilíbrio.

Voltando ao nosso professor Shiller, em sua entrevista para a revista Veja, veremos que sua análise se baseia mais em aspectos psicossociais do que em uma análise formal das características do dinheiro digital e, nem de longe confirma sua afirmação sobre bolha, referidos na entrevista.

Entre as afirmações de pouca fundamentação teórica formuladas por nosso professor da Yale, está esta pérola:

Bolhas despertam dúvidas e o instinto do jogo, do risco. Esse instinto atenua o tédio da vida. Por isso, bolhas prosperam muito entre pessoas com tendências depressivas”.

Nosso professor envereda pela psicologia noturna das mesas de chopp e do existencialismo francês dos bistrôs enfumaçados, mas explica pouco sobre a existência e a propagação das bolhas. No entanto, com total desassombro, nosso Quixote defensor das instituições bancárias e dos bancos centrais, contra as ameaças dos seres descomunais do mundo virtual, montado no saber de seu Rocinante, empunha sua lança nesta cruzada, tanto esquálida quanto incerta, contra o Bitcoin.

E nosso intrépido professor vai além. “O problema é que o experimento das criptomoedas pode se tornar uma ‘pegadinha’, uma vez que sugere que qualquer um pode lançar uma moeda – e ela pode sair do controle, criando uma situação de contágio e formando uma bolha. Com o Bitcoin ainda não é assim, mas pode vir a ser”.

Então, o Bitcoin é ou não é uma bolha? aqui encontramos a primeira contradição. Segundo ele, “ainda não é assim, mas pode vir a ser.” Ou seja, a afirmação inicial, que dá título à entrevista das páginas amarelas de Veja, não era verdadeira. Bastante ambíguo nosso Nobel de Economia.

Saindo do mundo da economia ou da tecnologia e voltando ao pântano do psicologismo social, Shiller dispara: “o experimento das criptomoedas é muito atraente nesse sentido, porque insere pessoas que estavam à margem da discussão de tecnologia em um mundo novo. Elas sentem que estão também fazendo parte dessa onda, que estão ganhando algo com isso, não só perdendo. É uma chance de elas ascenderem ao topo da pirâmide, ao 1%.”

Shiller é taxativo: “Bitcoin não é Ponzi (o termo não foi traduzido, mas significa pirâmide, corrente), mas pode ficar com a reputação ruim se começar a ser usado com objetivos ilegais.” Esta afirmação é pelo menos, o que os filósofos chamam de Contradictio in adjecto, um contrassenso. Será que o dólar poderia ter sua reputação manchada pelo fato de traficantes negociarem drogas usando a moeda, ou corruptos lavarem recurso em dólar?

Supõe-se que exista muito dinheiro ilegal camuflado nas contas das moedas digitais, mas isso é apenas uma suposição e, por si só, não as desqualifica. A Internet não pode ser condenada pelo fato de pedófilos usarem sua rede para divulgar pornografia infantil. Ninguém irá abandonar a Internet se ela “ficar com a reputação ruim se começar a ser usada com objetivos ilegais.”

Mas, pelo menos, Shiller desfaz a pecha de pirâmide (Ponzi) que alguns analistas, de voo baixo, pretendem colar no Bitcoin. Entre estes analistas pigmeus estão alguns dos dirigentes dos bancos centrais latino americanos.

Seguindo na entrevista, Shiller volta a tropeçar em sua afirmação de que o “Bitcoin é uma bolha clássica”.  Ele diz:

Muita gente investe, mas o cenário ainda parece distante daquele de 2008, já que o alcance do negócio é muito menor, limitado àqueles não tão afeitos a grandes instituições. Tenho a impressão de que, por enquanto, a maioria das pessoas está tateando, colocando pouco dinheiro para ver como é. Não vejo movimentações maciças, como ocorreu com a bolha das hipotecas. Em valor o Bitcoin tem ficado estável. Foi criado em 2008 e atingiu seu primeiro pico em 2013. Ficou estável até começo de 2017, quando começou a oscilar. Ou seja, sua variação pode se comparada à de uma commodity”.

Recentemente, acabei de redigir um livro sobre Bitcoin. “Bitcoin, cara e coroa”. O texto aborda o tema desde suas origens, nos anos 80. Em breve o livro estará disponível na Amazon. Afinal um livro sobre um tema virtual precisa ter sua versão digital, antes que nada. Países de grande tradição econômica e comercial como Suíça, Israel, Japão, China entre outros, já estão criando suas próprias moedas digitais ou desenvolvendo estratégias a respeito. Nosso Banco Central se opõe… ele continua a repetir as mesmas tolices sobre bolha e pirâmide que já foram desmentidas. O BIS, Banco Central dos Bancos Centrais, exortou os demais bancos a promover estudos sérios sobre as moedas digitais, já que, segundo ele, esse é o grande desafio do futuro. Mas nossos burocratas tupiniquins ainda não entenderam a mensagem.

Este é um caminho sem volta. Como todas as demais tecnologias disruptivas, baseadas na decentralização, na informação em nuvem, no desenvolvimento colaborativo, as moedas digitais vieram para ocupar o seu devido lugar. Assim como as moedas metálicas, que ainda hoje sobrevivem, embora com posição auxiliar, o dinheiro físico e até o dinheiro de plástico serão substituídos por novas formas de circulação e pagamento. E ainda existirá gente que guardará dinheiro no colchão. Mas é melhor estar informado, pois o maior perigo do Bitcoin é não conhecê-lo.

 

 

Tem novidade na cozinha do El Paso Cocina Mexicana

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Tem novidade na cozinha do El Paso Cocina Mexicana

São mais de 15 novos pratos incorporados ao cardápio à la Carte da casa

Todo mundo já sabe que o restaurante El Paso é referência quando se fala em comida mexicana e latina.  Mas como tudo que é bom pode ser ainda melhor, o Chef David Letching decidiu incrementar o menu da casa. Seja no buffet ou no cardápio à la carte, tem novos sabores saindo da cozinha. Além de pratos e sobremesas, ele atendeu a um antigo pedido dos clientes, agora oferece nas seções Chilis, Quesadillas, Burritos e Enchiladas as versões mini, opções menores e mais baratas.

Combo del mar

O peruano, de criação guatemalteca e alma brasileira, adicionou ao cardápio releituras de pratos aclamados em diversos países.  Para David, o comensal brasiliense merece ter a oportunidade de provar as diferentes nuances da culinária latino-americana. “A ideia é, em apenas uma refeição, fazer uma espécie de viagem por diversos países”.

As inovações já começam na seção Antojitos. Alitas Monterrey (R$ 38,00) é uma ótima pedida para os amantes de frango. São coxinhas da asa empanadas com Panko (farelo de pão japonês), acompanhadas de Salsa (molho) Roja picante.  Para quem gosta de clássicos mexicanos, os Chilaquiles de Chili (R$ 48,00) são imperdíveis, totopos cobertos com chili, cheddar e guacamole. As quesadillas fritas (R$42,00), tortillas crocantes recheadas de chili e queijo, também com guacamole; e Chicharron de Calamar (R$ 45,00), lula crocante ao estilo mexicano, completam as novas entradas.

Chilaquiles de Chili

Os aficionados em Chili podem se esbaldar! Além do tradicional, tem as opções vegetariana (R$ 48,00/ mini R$ 34,00), com pasta de feijão, salsa roja, guacamole e sour cream; de Machaca (R$ 56,00/mini R$ 40,00), com carne seca, feijão e queijo; El Paso (R$ 58,00/ mini R$ 43,00), picadinho de filé picante, feijão temperado ao estilo texano e cheddar; e com Chorizo (R$ 54,00/mini R$ 39,00), com linguiça picante, feijão e queijo.

Tem Quesadilla (tortillas de trigo recheadas de queijo) nova também! A Costilla en Barbacoa  (R$ 55, 00/ R$ mini R$ 32,00) promete fazer sucesso entres os muitos que não resistem a uma costelinha assada ao molho barbecue! E coloque aí mais três combos na lista! O Del Mar (R$ 65,00), acompanhado por totopos, vem com guacamole e camarões, ceviche mexicano e coquetel de frutos do mar com molho agridoce picante; o de Tacos (R$ 59,00), com tacos El Paso, rancheros e abiertos de carne; e o Tex-Mex (R$ 59,00), acompanhado por chili, com burrito e quesadilla de carne ou frango e chimichangas de queijo.

Combo de tacos

Na seção Hamburguesas, a novidade fica por conta da opção intitulada Latina (R$ 36,00), que vem com guacamole, queijo e maionese picante, acompanhadas de salada, batatas fritas ou onion rings. Nos Clasicos Mexicanos, dois pratos novos: o Picadillo de Carne com Cheddar y Tabasco (R$ 51,00), que é um picadinho de filé mignon com cheddar levemente picante, seguido de arroz mexicano e batata frita; e a Birria de Cordero (R$ 59,00), um carré de cordeiro ao molho de pimenta e especiarias servido com arroz mexicano e guacamole.

Para adoçar o paladar, e a vida, a Copa de Alfajores (R$ 23,00) é a opção perfeita. O postre, ou sobremesa, em português, traz biscoitos peruanos entremeados de doce de leite, cobertos com sorvete de creme. Além de saboroso, o doce ainda traz um gostinho familiar, já que a receita é original da mãe de David.

ASA SUL

SCLS 404 BL C LOJA 19

(61) 3323-4618

Terça a quinta: das 12 h às 15 h e das 18 h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18 h à meia-noite

ASA NORTE

CLN 110 NORTE BLOCO B

(61) 3349-6820

Terça a quinta: das 12 h às 15 h e das 18 h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18 h à meia-noite

TERRAÇO SHOPPING

OCTOGONAL 2/8 LOTE 5 PISO 1 – LOJAS 145/146 – TERRAÇO SHOPPING

(61) 3233-5197

Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h à meia-noite. Sexta e sábado: das 12h às 16h e das 18 h à 1h. Domingos: das 12h às 16h e das 18h à meia-noite.

https://www.facebook.com/RestaurantesElPaso/

https://www.instagram.com/elpasobsb/

JK Shopping recebe Desfile de Motociclistas em comemoração ao aniversário de Ceilândia

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JK Shopping recebe Desfile de Motociclistas em comemoração ao aniversário de Ceilândia

No dia 07/04, data em que a administração de Ceilândia vai comemorar o aniversário da Cidade, os amantes de motos têm destino certo. Um grupo, com cerca de 300 motociclistas de diversos Moto Clubes, irá desfilar pela região. São diferentes marcas e modelos como Harley Davidson, Chandon, triciclos e muito mais. O grupo se encontra às 8h no JK Shopping para um delicioso café da manhã e partem para o percurso, que inclui a avenida Hélio Prates, às 11h. O comboio também irá marcar presença no desfile cívico da cidade, que acontece em frente à prefeitura.

“Essa parceria com o JK Shopping é muito bacana para nosso clube e para os motociclistas do DF, a iniciativa nos aproxima da cidade. Esse é o segundo ano consecutivo que somos recebidos pelo centro comercial com um café da manhã, o que para o nosso grupo é um sinal de reconhecimento”, afirma Everaldo Souto, diretor de eventos do03 moto clube Asas de Águia.

JK SHOPPING

Endereço: Avenida Hélio Prates QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia

Telefone: (61) 3246-8601

www.jkshoppingdf.com.br

Facebook: facebook.com/jkshoppingdf

Caso Marielle, pela deputada Celina Leão

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Caso Marielle, pela deputada Celina Leão

Mais uma vez, quero chamar a atenção para uma reflexão sobre a morte da vereadora Marielle, no Rio de Janeiro.

Independente das convicções, ideologias políticas e posicionamentos, o momento é de reflexão. É inadmissível que um parlamentar seja executado por causa de suas ideias. Nenhum legislador deve achar isso normal e nem aceitar esse tipo de coisa como algo natural.

É tão grave o que houve, que se não bastasse a dor da perda, da família, ainda foram massacrados por ataques irresponsáveis e mentirosos à honra da vereadora. Proliferaram notícias falsas. As ”fake news” foram usadas para atacar a vida pessoal e a história da vereadora. E o mais absurdo, como se qualquer um dos ataques fosse motivo para justificar uma execução brutal, como se houvesse justificativas para essa morte, que vitimou também o motorista da vereadora, Anderson Gomes, um trabalhador, um pai de família.

Imaginem se todo parlamentar que enfrenta o sistema fosse calado? Eu mesma, como deputada distrital, já denunciei vários crimes, lutei contra grupos econômicos perigosos, já sofri ameaças de morte várias vezes. Não podemos aceitar esse crime como algo natural.

O mais absurdo é que diante de uma tragédia que devastou uma família e comoveu todo o País, ela ainda teve sua honra e imagem atacadas com propagações de mentiras.

A coragem não é masculina, as mulheres têm coragem, sim! A vereadora Marielle foi calada, mas muitas outras mulheres, como eu, por exemplo, ainda falaremos por ela.

Até o momento, nenhuma resposta a esse crime brutal foi dada às famílias das vítimas e nem para a sociedade. As investigações ainda não apontaram uma solução. Nenhuma explicação foi dada para este crime tão grave.

Essa tragédia, que vitimou tantas vidas, precisa ser esclarecida com rigor para que nenhum dos envolvidos nestes assassinatos fiquem impunes. Os autores desse crime covarde e brutal precisam ser punidos.

Deputada Distrital Celina Leão (PP)