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Confira a programação gastronômica de maio

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Confira a programação gastronômica 

 Chefs e produtores da Aliança de Cozinheiros Slow Food comandarão as oficinas dessa vez, com receitas focadas nos produtos do Cerrado. 

O Pátio Gourmet de maio está cheio de novidades. Depois de duas edições com os chefs da FIC Brasile, Federação Italiana de Cozinheiros, agora as aulas gastronômicas no shopping serão comandados pela Aliança de Cozinheiros Slow Food, priorizando produtos regionais do Cerrado. Os encontros continuam sendo sempre às quartas-feiras, a partir de 19h30. As aulas são gratuitas e acontecem toda quarta-feira, às 19h30. Inscrições podem ser feitas pelo telefone 2107-7404

A primeira aula, no dia 2 de maio, será com a chef Eliane Regis, que vai ensinar o público a fazer panquecas do cerrado. Na semana seguinte, dia 9, a produtora de frutos do Cerrado, Ana Maria Romeiro, vai mostrar passo a passo como criar um licor de pequi. Já no dia 16 de maio, a chef e mestre pimenteira Priscila Ávila ensinará a fazer uma deliciosa geleia de cagaita com pimenta. E, para fechar a programação do mês, haverá uma degustação de frutos do cerrado no dia 23, com a chef Ana Paula Jacques.

Para participar em qualquer uma das aulas, basta se inscrever antecipadamente pelo telefone do Pátio Gourmet: (61) 2107-7404. O espaço das aulas é todo adaptado para o preparo dos alimentos, com capacidade para até 24 pessoas por oficina, e fica no 3º piso do Pátio Brasil. As inscrições abrem sempre uma semana antes da aula.

Confira abaixo a programação:

PÁTIO GOURMET DE MAIO

Aulas gastronômicas gratuitas toda quarta, com a Aliança de Cozinheiros Slow Food

 2/5: Panquecas do Cerrado, com a chef Eliane Regis

9/5: Licor de pequi, com a produtora slow food Ana Maria Romeiro

16/5: Geleia de cagaita com pimenta, com a chef e mestre pimenteira Priscila Ávila

23/5: Do mato ao prato – degustação de frutos e pratos do cerrado, com a chef Ana Paula Jacques

A magia de ser sereia

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A magia de ser sereia

No mês das mães realize um sonho de menina junto com sua filha!

Mãe e filha podem viver a magia de ser sereia! O momento é registrado com fotos, e pode-se aprender a usar uma cauda de sereia na água com toda a segurança. As sereias ainda ganham um certificado internacional!

Serviço:

Telefone: 61 98217-4391

Instagram @Aquamagia

Site: www.aquamagia.com.br

Ancestralidade foi o tema da 3ª Vivência da Cozinha Raiz

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Ancestralidade foi o tema da 3ª Vivência de Cozinha Raiz

Durante os três dias de evento foram realizadas várias receitas com chefes renomados de todo país

Lorena Braga

Nos dias 19, 20 e 21 de abril, a Pousada Luna Zen em Pirenópolis-Go recebeu a 3ª edição da Vivência de Cozinha Raiz organizada pelo renomado chef Gilmar Borges. O evento contou com participação de 50 participantes que puderam acompanhar aulas shows, workshops, oficinas culinárias, e de 35 receitas tradicionais de mais de 17 chefes de cozinha.

Chef Gilmar Borges

A ideia do projeto é trazer para este momento gastronômico receitas de família, com mais de 100 de tradição que ficaram apenas na memória. “O principal das receitas é a valorização dos alimentos orgânicos, de plantas alimentícias não convencionais, bioma do cerrado, bioma da caatinga, as frutas os frutos, além de possuir as proteínas suínas, de cordeiro a fim de valorizar a cozinha regional”, explica o Chef Gilmar Borges.

A Vivência possuiu não só aulas gastronômicas como também eventos culturais como o Sarau Gastronômico que teve o foco na cidade de Pirenópolis, onde foram homenageadas algumas senhoras de tradição da região, sempre fazendo uma ligação entre a gastronomia e a cultura.

Chef Bethy Alves ministrando a oficina: A cozinha e seus aromas e temperos.

Vários chefs de cozinha foram convidados, como André Barros, André Rabelo, Juliana Barroso, Mariana Rodrigues, Telma Machado, Alex Sabino e vários outros nomes da cidade do Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Goiânia e Brasília.

Pirenópolis foi escolhida para ser a cidade do evento, pois possui uma grande produção de receitas que contam histórias. “ Pirenópolis possui uma referência muito grande com a questão da comida Goiânia, essa cozinha ancestral, essa cozinha dos garimpos, dos quilombos, rural, então aqui nos encontramos muita coisa ligada à cozinha raiz”, completa o chef Gilmar.

Para o chef a cozinha raiz pode ser definida como “a cozinha que trabalha os ingredientes e os produtos orgânicos e os produtos desconhecidos. Hoje a gastronomia brasileira ela é muito presente com esses frutos do bioma do cerrado, da mata atlântica, da caatinga, então são esses biomas que mantêm essas receitas, então é através de receitas centenárias”, afirma Gilmar.

Toques finais para a apresentação do prato

Os alunos recém uma apostila com todos os conteúdos ministrados durante as oficinas e os workshops. Eles podem degustar dos alimentos preparados e ao final recebem um certificado de participação. Para a aluna do curso, Joyce Medeiros da Costa, da cidade de Goiânia, o evento foi além de tudo enriquecedor. “É a primeira experiência que eu tenho como esse tipo de culinária e tem sido muito interessante, agregou muito na minha formação, mesmo que iniciante”, contou a futura gastrônoma.

A vivência possibilitou ainda a troca de saberes da cozinha tradicional com a modernidade gastronômica, contando as histórias de receitas como “bolacha de mulher parida”, “asa de morcego”, “orelha do jeca tatu” entre outras, que compõem a tradição da culinária brasileira.

 

 

 

Fotos: Lorena Braga

A 14ª edição da Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais

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A 14ª edição da Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais

A Semana da Europa é a melhor oportunidade para brasileiros vivenciarem a experiência de mergulhar no magnífico mundo europeu e suas diversidades, sem sair do Brasil.  Por isso, uma semana é muito pouco e os mais de 20 eventos e centenas de atrações começam em maio e vão até o início de julho, percorrendo 13 capitais brasileiras.

Na 14ª edição, a Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais, como a participação de aulas experimentais de idiomas, oficinas de gastronomia, bazar, corrida de rua.

Com o tema “Democracia”, um importante valor para a União Europeia, a Mostra do Cinema Europeu percorrerá 11 cidades, onde serão exibidos 17 filmes dos mais variados países: Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, França, Finlândia, Hungria, Itália, Irlanda, Países Baixos, Portugal, República Checa e Suécia. Raridades que dificilmente entrariam no circuito comercial.

Já o tradicional Concerto Clássico Europeu traz a Brasília músicos notáveis, que vêm para o Brasil exclusivamente para executar, ao lado da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, um programa cheio de diversidade.

Nesta edição, participam o regente polonês Piotr Sulkowski, diretor geral e artístico da Orquestra Filarmônica de Olsztyn, na Polônia, o violinista italiano Domenico Nordio – um dos musicistas mais aclamados do nosso tempo – e a mezzo-soprano portuguesa Cátia Moreso, considerada pela crítica de seu país uma revelação no canto lírico.

“Esse é o sentido de toda a programação da Semana da Europa. Queremos mostrar aos brasileiros que pode haver união na diversidade e que é possível exercer a democracia representativa mesmo com realidades diferentes”, afirma o Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho.

Por que o tema democracia?

“A democracia é um dos valores estabelecidos pela União Europeia e compartilhados pelos 28 Estados membros. Procuramos fortalecer esse valor essencial, trazendo a experiência europeia para o povo brasileiro”, explica Cravinho.

Portanto, o tema escolhido este ano, além de ser pano de fundo dos longas-metragens da Mostra de Cinema Europeu, também vai nortear os debates que serão promovidos nos Seminários na UCB e no Café com Política.

Por que fazemos a Semana da Europa?

A Semana da Europa faz parte das comemorações do Dia da Europa, celebrado em 9 de maio, data da assinatura da Declaração Schuman, considerada o início do que hoje é a União Europeia.

“O ato em si tinha como finalidade a prosperidade econômica, mas sem perder de vista o ideal de construir uma Europa unida e pacífica, sob os mesmos objetivos e valores”, afirma Rosa Sánchez-Cascado Nogales, presidente da EUNIC Brasília.

Sabe quem promove isso tudo?

Os eventos da Semana da Europa são promovidos pela EUNIC Brasil (Associação dos Institutos Culturais, Embaixadas e Consulados de países membros da União Europeia) junto com a Delegação da União Europeia no Brasil desde 2004. Na época, começou como um projeto de apenas três institutos – Aliança Francesa, Cultura Inglesa e Goethe-Zentrum Brasília.

Mas o que é EUNIC?

A EUNIC é uma rede global formada por 36 instituições que representam todos os 28 países membros da UE e tem mais de duas mil filiais e milhares de parceiros locais em mais de 150 países do mundo.

No caso da EUNIC Brasil, os integrantes estão reunidos em clusters, grupos locais de instituições que promovem o aprendizado de idiomas, o diálogo intercultural e desenvolvimento local. Hoje, existem cinco clusters – Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.

Programação

Brasília

  • Corrida da União Europeia – 6 de maio
  • Café com Política – 7 de maio
  • Seminários na UCB. Tema: democracia – 7 e 8 de maio
  • Mostra de Cinema Europeu – 10 a 17 de maio
  • Bazar Europeu – 12 de maio
  • Concerto Clássico Europeu – 15 de maio

Acesse a programação completa em www.semanadaeuropa.org

Servidores ocupam sede do INSS, em Brasília, para cobrar contratação de concursados

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Servidores ocupam sede do INSS, em Brasília, para cobrar contratação de concursados

Houve também registro de paralisações em agências pelo país. Direção diz que não sabe estimar ainda serviços afetados.

TJDFT condena 13 pessoas pelo esquema fraudulento da Kriptacoin

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TJDFT condena 13 pessoas pelo esquema fraudulento da Kriptacoin

Para o juiz Osvaldo Tovani, não existe dúvida de que suspeitos usaram dinheiro de investidores para comprar bens como carros importados

A quadrilha acusada de lucrar com o esquema fraudulento da venda da moeda digital Kriptacoin foi condenada. Nesta segunda-feira (23/4), o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Osvaldo Tovani proferiu sentença contra 13 pessoas. Para o magistrado, a forma, a rapidez e a intensidade como o dinheiro foi gasto demonstram a origem ilícita dos recursos. Em torno de 40 mil pessoas teriam investido na Kriptacoin e ficaram no prejuízo.

O conteúdo da decisão judicial foi divulgado em primeira mão pelo Metrópoles. Agora, bens apreendidos com o grupo, como veículos de luxo e até mesmo um helicóptero, serão usados para ressarcir os investidores lesados.

Weverton Viana Marinho é apontado como o líder do grupo. Ele criou a moeda digital e exercia a presidência da Wall Street Corporate, além de realizar palestras e recrutar investidores. Segundo o juiz Osvaldo Tovani, “foi quem mais se beneficiou do esquema”. Weverton adquiriu carros de luxo, como um Porsche e uma Ferrari por R$ 310 mil e R$ 1,2 milhão, respectivamente. Tovani definiu a pena dele em 11 anos, 5 meses e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado.

Irmão de Weverton, Welbert Richard Viana Marinho era vice-presidente da empresa. O juiz aponta que ele era responsável por chamar atenção de investidores e ainda divulgar notícias falsas em redes sociais para alimentar a pirâmide financeira. Ele foi condenado a 5 anos e 6 meses de prisão, por crime contra a economia popular e por organização criminosa.

O magistrado frisa que os réus, por meio da venda da moeda digital, “obtiveram ganhos ilícitos em detrimento de milhares de pessoas, que aplicaram dinheiro na ‘Kriptacoin’ acreditando que era uma excelente opção de investimento, já que a promessa era de lucros exorbitantes (1% ao dia)”. Segundo ele, o produto oferecido não é reconhecido pelos órgãos competentes e não tem valor econômico.

O dinheiro investido pelas vítimas não está disponível, já que foi utilizado pelos agentes na aquisição de veículos luxuosos e outros bens. Simplesmente desapareceu, com exceção daquilo que foi possível recuperar através de medidas cautelares.

Trecho da sentença do juiz Osvaldo Tovani

Operação policial
A fraude foi revelada pela Operação Patrik, deflagrada em 21 de setembro de 2017. Os sócios-proprietários da filial da Kriptacoin em Goiânia (GO), Fernando Ewerton César da Silva e Alessandro Ricardo de Carvalho Bento, também foram alvos da ação, da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor e Fraudes (Corf) e da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon). Ambos foram condenados pelos mesmos crimes cometidos por Welbert (confira as penas de todos no fim da reportagem).

O magistrado ressaltou que a quebra do sigilo bancário apontou crédito de R$ 5,9 milhões na empresa WS Corporate, entre 1 de abril de 2016 e 30 de abril de 2017. No mesmo período, porém, foram debitados R$ 5,2 milhões. Com os réus, foram apreendidos carros de luxo e até helicóptero. Para Tovani, “não existe a menor dúvida de que referidos bens foram adquiridos com o dinheiro captado junto ao povo”.

Segundo Tovani, havia divisão de tarefas no grupo. O esquema possuía um líder; sócios; “pessoal do marketing”; pessoas encarregadas de falsificar documentos e abrir empresas e contas com nomes fictícios; e integrantes que emprestavam seus nomes para a ocultação da propriedade de bens adquiridos com o dinheiro obtido de forma ilícita.

Urandy Oliveira, Hildegard Melo e Sérgio Vieira de Souza eram responsáveis pelo marketing da empresa e por recrutar novos investidores. O juiz proferiu a mesma pena para os três: 5 anos de prisão em regime inicial semiaberto.

Relembre o caso
Os acusados criaram a moeda virtual no fim de 2016 e, a partir de janeiro do ano passado, passaram a convencer investidores a aplicar dinheiro na Kriptacoin. Segundo a polícia, a organização criminosa atuava por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos.

O negócio, que funcionava em esquema de pirâmide, visava, segundo as investigações, apenas encher o bolso dos investigados, alguns com diversas passagens pela polícia, por uma série de crimes. Entre eles, o de estelionato. A fraude pode ter causado prejuízo a 40 mil investidores, muitos deles de fora do Distrito Federal.

Os envolvidos foram denunciados pelo Ministério Público por organização criminosa, falsificação de documentos e criação de pirâmide financeira.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos condenados até a última atualização deste texto.

Veja como atuava cada um dos réus e a pena fixada:

Weverton Viana Marinho: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira. Foi o criador da moeda digita “Kriptacoin” e exercia a presidência de fato da empresa que a comercializava. Também realizava palestras, recrutava investidores e foi quem mais se beneficiou do esquema. Adquiriu veículos luxuosos, helicóptero, avião, ocultou grande quantia em dinheiro em conta de terceiro e aplicou em previdência privada. É reincidente. Condenado a 11 anos, 05 meses e 10 dias de pena privativa de liberdade, além de 420 dias-multa, por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Welbert Richard Viana Marinho: Era vice-presidente da empresa que comercializava a moeda digital, recrutava investidores e divulgava notícias falsas em redes sociais para alimentar a pirâmide. Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Fernando Ewerton César da Silva: Era sócio-proprietário da filial Kriptacoin em Goiânia (GO). Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Alessandro Ricardo de Carvalho Bento: Era sócio-proprietário da filial Kriptacoin em Goiânia (GO). Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Urandy João de Oliveira: Atuou intensamente no marketing da moeda digital e foi um dos que mais recrutou investidores. Protagonizou a propaganda “De balconista a Milionário”. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Hildegarde Nascimento de Melo: Atuou intensamente no marketing da moeda digital e foi um dos que mais recrutou investidores. Divulgou vídeo em redes sociais apresentando Urandy com o primeiro milionário do Brasil da Kriptacoin. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Sérgio Vieira de Souza: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, pois, embora não realizasse palestras, recrutou investidores e emprestou o seu nome para o funcionamento da empresa Kripta Investimentos em Tecnologia da Informação Eireli, assim como para o registro de veículos adquiridos pelo acusado Weverton. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Thaynara Cristina Oliveira Carvalho: O proveito econômico que obteve foi pequeno, como revelaram as interceptações telefônicas, embora o veículo Mini Cooper tenha sido apreendido em seu poder. Emprestou seu nome para o funcionamento da empresa WS Corporate, mas não tinha poder de mando, atuava como secretária de Weverton. Condenada a 3 anos de reclusão e 10 dias-multa, por organização criminosa. O regime prisional inicial será aberto. Mas a pena de prisão foi substituída por duas restritivas de direito, a serem impostas pelo Juízo da Execução Penal.

Paulo Henrique Alves Rodrigues: Cedeu sua conta bancária para a ocultação de expressiva quantia em dinheiro obtida pelo grupo e para o pagamento de pelo menos dois dos veículos luxuosos adquiridos por Weverton, mas não há prova de que se beneficiou diretamente dos referidos valores. Condenado a 3 anos de reclusão e 10 dias-multa por organização criminosa. O regime prisional inicial será aberto. Mas a pena de prisão foi substituída por duas restritivas de direito, a serem impostas pelo Juízo da Execução Penal.

Franklin Delano Santos Rocha: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que atuava no sistema binário e cedia seu nome para Weverton ocultar patrimônio. Condenado a 9 anos de pena privativa de liberdade, além de 383 dias-multa, por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Uélio Alves de Souza: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa Kripta Coin Investimento em Tecnologia LTDA – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Hélio Xavier Gomes). Condenado a 7 anos e 8 meses de pena privativa de liberdade, além de 397 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Wendel Alves Santana: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa Kripta Coin Investimento em Tecnologia LTDA – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Wendell Pires Alencar), além disto, disponibilizou conta bancária, também com nome fictício, para movimentação do produto do crime. Condenado a 11 anos de pena privativa de liberdade, além de 403 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Wellington Junior Alves Santana: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa WSC Brazil Investimentos em Tecnologia da Informação Eireli – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Wellington Souza Ramalho), cuja conta bancária foi utilizada para recebimento de depósitos de investidores. Também constituiu a empresa Royal Family Academy Eirelli – ME. Condenado a 11 anos e 2 meses de pena privativa de liberdade, além de 416 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.