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Emendas ampliam números de vagas no METRÔ-DF, com o apoio de Celina Leão

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Emendas ampliam números de vagas no METRÔ-DF, com o apoio de Celina Leão (PP)

Foi publicado no Diário Oficial do DF, da última sexta-feira (20), a Lei 6.135, do Poder Executivo, que tem emendas da deputada Celina Leão (Progressista). As emendas da distrital, amplia o número de vagas na Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (METRÔ) e essa ação, é mais uma conquista da deputada Celina, para os servidores aprovados em concurso e que aguardam a convocação para suas nomeações.

Pré-candidato ao Senado, Chico Sant’Anna fala sobre a qualidade de vida no DF

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Pré-candidato ao Senado, Chico Sant’Anna fala sobre a qualidade de vida no DF

Por Catarina Barroso

A 61 Brasília entrevistou o jornalista Chico Sant’Anna, que já disputou eleições em 2010 e 2014 e, atualmente, é pré-candidato do Psol para o Senado Federal. Chico Sant’Anna avalia as necessidades da população do DF e fala das áreas onde deseja atuar para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

61 Brasília (61): Como jornalista qual sua avaliação do atual cenário político do DF?

Chico Sant’Anna (CS): A realidade social candanga é grave. Chegamos ao nível recorde de 300 mil desempregados e um exército de pessoas que no subemprego vivem de bico. Os equipamentos públicos desabam em qualidade e quantidade de serviços como desabou o viaduto do Eixão.

Nossa realidade não é muito diferente da nacional. Temos um governo que finda seu mandato com elevada rejeição popular e um cenário eleitoral que, na maioria dos casos, é mais do mesmo. Muitos dos candidatos, que ai estão, estiveram no cenário político nos últimos 15, 20 anos e nada resolveram. Mudaram apenas de times ou de camisas, mas continuaram a fazer gols contra.

Brasília pede novos nomes, novas propostas e principalmente, pessoas que não tragam em seus currículos inquéritos policiais, processos e condenações.

 

61: Suas proposições são voltadas para qual área de atuação? Por que investir nessas áreas?

CS: Inicialmente, temos que dar um novo foco ao papel dos Senadores. Em nossas visitas, é comum ouvir do cidadão que os parlamentares federais depois de eleitos esquecem-se de Brasília. Ficam de costas para a realidade local. Atravessamos uma crise sem precedentes na área da saúde, da educação, da segurança, do desemprego. O sistema de transporte público é ineficaz e, diante de tudo isso, não vemos a bancada federal tomar inciativas resolutivas. No máximo ficam de picuinhas uns com os outros. O Senador do DF não pode esquecer que ele representa Brasília e que tem o papel de fiscalizar a ação do Executivo.

Temos compromissos com a preservação de Brasília, sua qualidade de vida – no sentido mais amplo da palavra,o que significa dignidade de vida. Direito à educação e saúde de qualidade, moradia e bem viver. Nossos olhares se voltam também à mobilidade urbana – passou da hora de Brasília ter um sistema eficaz de transporte sobre trilhos, que envolva a expansão do metrô, a implantação do VLT e a transformação da antiga linha da rede ferroviária, em um trem regional que atenda as cidades localizadas ao sul do Distrito Federal, bem como aquelas que se encontram em Goiás no eixo até Luziânia. O racionamento d’água que ora passamos é um alerta de que a preservação do meio ambiente e o crescimento sustentável não podem ser omitidos. Tudo isso, sem esquecer a cultura, enfim, à qualidade de vida dos brasilienses.

 

61: Como acha que os recursos federais/estaduais poderiam ser investidos de forma a melhorar a vida da população brasiliense?

CS: Este é um grande debate. Brasília recebe uma enormidade de recursos federais, além do orçamento local montado a partir da receita dos impostos (IPTU, IPVA, ICMs, dentre outros), que todos sabem, são bem pesados.

Hoje há uma prevalência de investimentos em obras – o que agrada muito às empreiteiras – e uma redução de investimentos em recursos humanos. Veja na Saúde, no passado, o projeto Saúde em Casa assegurou uma cobertura médica a 70% da população do DF sem ter que investir em nenhum novo prédio. Mas, na época, foram contratados cerca de 4 mil profissionais – médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de Saúde – que davam conta do recado. Veio o governo Roriz, em 1999, demitiu todo mundo e quem ficou sem assistência até hoje foi a população.

Temos que dar mais transparência a esses gastos e chamar a população para ajudar a definir as prioridades.

O que o brasiliense quer? Uma linha de BRT ou de metrô? Ampliar as áreas edificáveis ou preservar mais o meio-ambiente? Construir o Mané Garrincha, de quase R$ 2 bilhões, ou criar uma Universidade Pública do DF? Essas e outras são opções que a população deveria opinar. Precisamos adotar mecanismos de democracia direta, como ocorre em várias outras nações, ou mesmo em estados de nações como os Estados Unidos.

O mecanismo do Orçamento Participativo deve voltar a funcionar para que o brasiliense decida as prioridades de gastos desde pequenas obras, até grandes obras estruturantes, como é o caso de uma nova linha do metrô ou uma nova rodovia.

 

61: A cultura de Brasília está se deteriorando, tem algum projeto em mente para alavancar a cultura do DF?

CS: A Cultura do Distrito Federal está abandonada desde o governo Agnelo e pouco mudou no atual. Os principais espaços culturais estão fechados, esperando reformas que nunca se concluem. O ícone desta decadência é o Teatro Nacional. Mas o abandono da Cultura não está apenas nos prédios e monumentos.

Falta uma política cultural para a cidade. A Cultura, associada ao Turismo, pode ser uma alavanca de desenvolvimento econômico sustentável para o Distrito Federal. Temos aqui expressões artísticas da mais alta qualidade em todos os campos da cultura. Mas falta uma política que viabilize a materialização dessa expressão cultural. Aqui, como vimos no recente aniversário de Brasília, prefere-se gastar recursos com artistas de fora do que investir na prata da casa.

Nosso Polo de Cinema é uma ficção. Praticamente na viabiliza a produção de nenhum filme. Ao contrário de cidades como Paulínia, em São Paulo, ou Vancouver, no Canadá, que se transformaram em poderosos polos produtores de cinema e tv, aqui falta uma política que incentive a realização de produções.

O Banco Central, por exemplo, guarda um dos maiores acervos de pinturas deste país. A coleção de Portinari lá existente é cobiçada pelos maiores museus do mundo. Por que não se criar em Brasília um Museu para que este acervo do Banco Central seja acessível a todos, atraindo inclusive mais turistas.

Para que mais turistas fiquem em Brasília e passem mais dias na cidade, é preciso criar atrativos de qualidade. Em capitais como Paris e Washington, desprovidas de praias, a Cultura é o elemento de atração e de permanência dos turistas.

Além disso, temos que criar as leis federais necessárias para diminuir o monopólio de São Paulo em receber a maior parcela de voos internacionais. Se for o caso, determinar regras que façam as companhias aéreas descentralizarem as chegadas e partidas de voos, beneficiando não só Brasília, mais também outros portões internacionais de entrada. Assim, será mais fácil e barato para que estrangeiros venham conhecer nossa cidade e deixem aqui seus dólares e euros gerando emprego e renda ao brasiliense.

 

61: Ainda sobre a mobilidade da capital, quais soluções acha que poderiam melhorar a locomoção dos moradores?

CS: Como dito antes, acreditamos que o modelo sobre ônibus chegou ao seu limite. Somos três milhões de brasilienses e, quase, dois milhões moram nas cidades de Goiás e aqui vem estudar e trabalhar diariamente. Transportar esta população em ônibus onde cabem 150 pessoas é antes de tudo desumano.
É claro que não podemos abandonar as obras rodoviárias feitas pelos governos passados (EPIA, EPTG e, agora, a Saída Norte). Uma vez concluídos esses corredores de mobilidade, temos que focar no transporte sobre trilhos. O rodoviarismo não dá as respostas que Brasília precisa. Em 1996, foi elaborado um plano que previa 3 grandes linhas de metrô. A existente, ainda inacabada – pois seu início seria no fim da Asa Norte, próximo à ponte do Bragueto e término na Expansão de Samambaia e no Setor O da Ceilândia -; a Linha 2, ligando o Gama à Rodoferroviária, via EPIA; e a Linha 3, atravessando transversalmente a maior concentração populacional do DF, que vai da Ceilândia ao Gama, passando por Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas e Riacho Fundo 2. Este projeto precisa ser retomado.

Além disso, passou da hora de o Trem Bandeirante, da extinta RFFSA, ser transformado em trem regional – como aconteceu no Ceará, na região do Cariri – para atender aos moradores do Entorno Sul, Santa Maria, Gama. A linha férrea já passa ainda pelo Park Way, Núcleo Bandeirante, Guará e SAI. Assim, iria ser reduzido o trânsito de veículos particulares, dessa forma, já serão quase dois milhões em circulação nas nossas ruas.

É importante fazer gestões junto ao governo federal, no sentido de ele não abandonar o ramal ferroviário previsto para ligar Goiânia à Formosa, pois ele pode vir a ser o metrô de superfície para atender os moradores de Planaltina, Sobradinho, Fercal, condomínios, inclusive Brazlândia. E esta pressão é papel de um senador. Fazer as gestões necessárias junto ao Ministério dos Transportes para que esta linha atenda às necessidades candangas. Infelizmente, como dizem os populares, alguns de nossos representantes federais parecem se esquecer de Brasília quando chegam à Praça dos Três Poderes.

 

61: Como percebe o atendimento à população no atual governo?

CS: Os indicadores das pesquisas revelam o nível de insatisfação popular. A Saúde está em frangalhos. O fechamento do atendimento dos serviços de pediatria na maioria das unidades é uma demonstração da falência de gestão no setor. As propostas de terceirização são meros artifícios que não resolvem a origem dos problemas e só privatizam recursos públicos.

Esse quadro de precariedades se repete em diversos outros setores. Obras como a Epar, no Aeroporto, estão paralisadas, o metrô padece da falta de investimentos e melhorias. O BRT da EPTG nunca foi implantado, o do Gama está incompleto e o sistema da saída Norte também não ficará pronto nesta administração. Além disso, há a insatisfação profissional dos servidores que não tem as adequadas condições de trabalho e estão sem reajuste salarial desde o início deste governo, há quase quatro anos.

 

61: Quais atitudes um gestor público deve ter para auxiliar a vida da população da cidade?

CS: Em primeiro lugar, traçar as prioridades corretas e para isto precisamos reforçar a área pensante do GDF. Ao longo dos anos, foram extintas estruturas governamentais responsáveis pelo planejamento do GDF na área urbanística, transporte urbano e até pela capacitação de servidores, o IDR. Hoje grande parte dos estudos técnicos é contratada em empresas terceirizadas, até de Cingapura, como foi o caso da Jurong. Ou então é feito por funcionários comissionados, que ao final de cada governo são substituídos e assim não há um acumulo da memoria de planejamento e gestão. A exemplo do que foi feito no governo federal, precisamos de uma carreira de gestores públicos.

Precisamos no GDF de equipes próprias e permanentes para pensar as soluções de Estado para o Distrito Federal, não importa qual governo esteja de plantão. Soluções que serão implementadas ao longo dos anos e de governos distintos. Além disso, auscultar a população é fundamental. Cabe a ela dizer o que lhe parece mais correto.

Creio que se isto já existisse, não estaríamos a ver três eixos de mobilidade urbana inacabados. Arruda iniciou a implantação da EPTG, Agnelo não concluiu e deu inicio ao BRT do Gama, Rollemberg não concluiu nem o de Arruda nem o de Agnelo e deu inicio ao seu corredor, chamado de Saída Norte, que ficará igualmente inacabado nesta gestão. Se a população tivesse sido ouvida, teria isso acontecido?

A população é sábia. Em pleno racionamento d’água, ela mostrou ser incorreto dar início a um novo setor urbano na Serrinha do Paranoá (Taquari 2) onde existe uma centena de pequenas nascente que correm para o Lago Paranoá, de onde se tira água agora para o consumo. Mas o GDF a ouve?

É necessário criar mecanismos formais em que a população não só seja ouvida mas que também possa deliberar. Pois hoje a grande maioria das audiências públicas é mera formalidade legal, sem que o cidadão tenha qualquer poder de bloquear uma iniciativa governamental.

 

61: Dentre propostas que pretende defender como senador está a correta gestão de recursos, como acha que essa gestão deve ser feita para evitar desvios?

CS: Todos os anos, montanhas de dinheiro são repassadas da área federal para o DF por meio de convênios e fundos. É o Fundo Constitucional do DF, que em 2016, representou R$ 16 bilhões; são os repasses do Fundebe para a Educação, que no ano passado chegou a quase R$ 2 bilhões; são as emendas parlamentares, que neste ano somam cerca de R$ 800 milhões; o Fundo de Participação dos Estados e Municípios, cerca de R$ 500 milhões, tem ainda os repasses do Fundo Nacional de Saúde além de verbas para projetos de mobilidade, segurança, saneamento e meio-ambiente, dentre outras.

Mas não há transparência no seu uso. Há noticias de que o GDF perdeu a oportunidade de usar recursos alocados no passado para mobilidade urbana, coleta de lixo, obras viárias, de saneamento e os parlamentares, em especial os Senadores, nada fiscalizam, nada revelam, nada cobram. Assim, além de fazer leis, defendo que nossos Senadores fiscalizem efetivamente o correto uso dos recursos públicos repassados a Brasília. Eles têm instrumentos e autorizações legais para fazer isto.

 

61: Que diz sobre a má distribuição de riqueza e poder na cidade?

CS: Esse, talvez, seja o maior desafio do DF. Fazer com que a desigualdade diminua. E esta desigualdade não está apenas nos salários. Ela se mostra também no acesso aos serviços. À moradia, à mobilidade, ao emprego, à Saúde e Educação.

Quem tem renda, usa plano de saúde, paga escola particular. Quem não tem, luta por uma vaga na escola pública ou fica na fila da morte da secretaria de Saúde. Nos últimos 20 meses, mais de mil pessoas morreram esperando uma vaga na fila da UTI do DF.

A desigualdade se revela não apenas nas dificuldades em enfrentar o dia-a-dia, mas pode ser questão de viver ou morrer. O papel do Estado é minimizar essas diferenças por meio de políticas públicas que possam melhorar, por exemplo, o acesso a determinados bens e serviços a todos os moradores. No passado, o Saúde em Casa, implantado pela ex-deputada Maria José Maninha, resultou numa redução desta desigualdade, que se revelou na queda da mortalidade infantil e materna no DF.

Essas políticas públicas devem envolver mais opções de educação de forma a dar as ferramentas para que as pessoas ascendam socialmente. Mas não basta apenas a ampliação das vagas de ensino. Este ensino deve ser de qualidade e os instrumentos necessários para viabilizar o primeiro emprego precisam ser adotados.

O Plano de Governo, que a Professora Fátima de Sousa, pré-candidata ao GDF pelo Psol, vem coordenado, tem como preocupação assegurar o bem viver da população de Brasília, assegurando educação, saúde, segurança pública, cultura, esporte e lazer. A meta é garantir o cuidar das pessoas que mais necessitam: idosos, portadores de necessidades especiais, crianças, adolescentes e jovens e a população de rua.

 

61: Qual o erro cometido pelos governantes, e em que época, para que a situação da cidade chegasse ao nível de negligência atual?

CS: Todo este processo se acelerou – com maior ou menor velocidade – do fim do governo de José Aparecido para cá. Ou seja, nos últimos 30 anos. Até então praticamente não existia condomínio irregular, a grilagem da terra era contida e os núcleos rurais eram efetivamente rurais. De lá para cá, pelo menos oito novas regiões administrativas densamente povoadas surgiram. Metade da área de cerrado do quadrilátero do DF foi desmatada e virou área urbana.

Creio que o maior erro esteve na ganância, em especial da especulação imobiliária. Seja ela promovida pelos empreiteiros, seja ela promovida pela grilagem de terra. Novas e grandes áreas urbanas surgiram, sem nenhum planejamento urbano ou mesmo de oferta de serviços públicos fosse feito.

O padrão urbano previsto para o Plano Piloto, mal ou bem, foi inicialmente repetido nas primeiras cidades-satélites que surgiram. Dificilmente, um prédio, fosse ele no Guará, Sobradinho ou Gama, passaria de seis andares. No máximo uns oito andares. Hoje, temos prédios com mais de 30 andares em algumas de nossas regiões administrativas.

Esta concentração populacional não foi acompanhada de um modelo eficaz de mobilidade urbana. Prevaleceu o rodoviarismo. Cria-se mais uma faixa de trânsito e pensa-se que está resolvido. Mas não resolve. Pouco tempo depois, aquela nova faixa será insuficiente e vão querer fazer mais outra.

Também não houve acompanhamento da oferta de ensino, saúde. Veja Águas Claras. A cidade é desprovida de escolas e serviços públicos de Saúde. As opções de estudo e trabalho também ficaram concentradas no Plano Piloto, obrigando um vai e vem terrível, quase, todo ele movido a carros e motos privadas.

O reflexo deste crescimento desgovernado se vê na precariedade da oferta de água e mesmo de energia elétrica. A cidade cresce a uma velocidade quatro vezes maior do que o crescimento da população do Brasil. Somos a terceira maior metrópole do País, com mais de três milhões de habitantes.

A responsabilidade de quem agora chega ao Poder, seja no comando do GDF, na Câmara Legislativa, na Federal ou no Senado, é equacionar esta evolução. Estudos de crescimento populacional projetam para daqui a poucos anos 8 milhões de habitantes abrigados no o DF e seu Entorno. Precisamos reverter isso. E para tanto são necessárias políticas que ultrapassam as fronteiras do DF. Medias regionais que desestimulem esta conurbação que avança agora rumo a Unaí em Minas.

Se nada for feito, serão desastrosos os impactos sobre Saúde, Educação, Desemprego, Segurança Pública, Moradia e Mobilidade.

A qualidade de vida do Distrito Federal num futuro bem próximo depende diretamente das escolhas que o eleitor vier a fazer nas urnas de outubro.

O modelo de desenvolvimento urbano e social será consequência do perfil dos eleitos. E todos nós temos clareza dos notórios compromissos (ou serão descompromissos?) principais candidatos que se apresentam para comandar e representar a cidade.

Desta forma, é fundamental que o eleitor, em primeiro lugar, vote, pois deixar de votar ou anular o voto é dizer que está feliz com tudo que ai está; e, em segundo lugar, que vote bem. Que estude quem são os candidatos e que interesses eles representam. Se não mudarmos o perfil de nossos governantes, teremos a continuidade do modelo de gestão que até aqui presenciamos.

 

Abril com muito sabor e presente

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Abril com muito sabor e presente

Campanha entre a marca e a Heineken presenteia os clientes com porta-copos personalizados para quem pedir dois chopps e uma linguicinha de pernil. Ação acontece nas unidades Steak House de todo país, incluindo as do Pátio Brasil, Shopping ID e ParkShopping

A Heineken e o Madero estão juntos em mais uma campanha. Até o dia 18 de maio, quem pedir dois chopps Heineken e a linguicinha de pernil da rede (130g) vai ganhar quatro porta-copos personalizados de pano, bordados com as duas marcas. A campanha já está rolando nos restaurantes Steak House de Brasília: Pátio Brasil, Shopping ID e ParkShopping.

O chopp Heineken, ideal para acompanhar os pratos servidos na casa, tem seu sabor ressaltado pela caneca congelada, garantindo ainda mais prazer para quem curte a tradicional cerveja produzida com água, malte, lúpulo e nada mais. Excelente combinação para comidas com personalidade, na nova campanha do Madero o chopp tem como parceiro de mesa a linguicinha de pernil. Feita e defumada na Cozinha Central da rede, a linguicinha tem gosto acentuado e é servida com farofa, pão crocante e chimichurri.

A campanha teve início no dia 16 de abril e segue até 18 de maio, válida para qualquer dia e horário, em todas as unidades Madero Steak House do país.

Sobre o Madero – Fundado em 2005 pelo chef Junior Durski, o Madero é hoje uma das principais redes de restaurantes do Brasil, com dois principais modelos de negócio em operação: Steak House (casual dining) e Container (fast casual). A marca é reconhecida por produzir e servir cheeseburgers gourmet, o carro-chefe da marca, além de carnes, massas, saladas e sobremesas – com rigoroso controle de qualidade, em um ambiente acolhedor e com uma sofisticação leve e despretensiosa. Atualmente, são mais de 110 restaurantes espalhados por 13 estados, e um em Miami, que juntos faturaram, em 2017, R$ 510 milhões. Para abastecer a rede, o Madero possui uma Cozinha Central no Paraná com capacidade de produzir 2 milhões de hamburgers/mês.

SERVIÇO

Produto: Campanha Heineken
Campanha: 2 chopps Heineken + linguicinha de pernil (130 g) dá direito a 4 porta-copos personalizados de pano.
Período: 16/04 a 18/05 ou enquanto durarem os estoques.
Válido: qualquer dia e horário para as unidades Madero Steak House em todo país

MADERO EM BRASÍLIA

MADERO STEAK HOUSE – PÁTIO BRASIL
Endereço: Pátio Brasil Shopping – SCS, Quadra 7, Bloco A, Asa Sul
Funcionamento:
– segunda a sexta, das 11h45 às 15h e das 18h às 23h
– sábado, das 11h45 às 23h
– domingo e feriado, das 12h às 22h
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3041-7005

MADERO STEAK HOUSE – SHOPPING ID
Endereço: Shopping ID – SCN, Quadra 6, conjunto A, térreo, Asa Norte
Funcionamento:
– segunda a quinta, das 11h45 às 15h e das 18h às 23h
– sexta e sábado, de 11h45 a 0h
– domingo e feriado, das 11h45 às 23h
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3046-0017

MADERO STEAK HOUSE – PARKSHOPPING
Endereço: ParkShopping – Área 6580, Guará
Funcionamento:
– segunda a sábado, das 11h45 às 23h
– domingo e feriado, das 11h45 às 22h30
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3046-6746

Brasília recebe Teto Ocampo, renomado violonista Colombiano

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Brasília recebe Teto Ocampo, renomado violonista Colombiano

Violonista, compositor e produtor musical, é um dos autores da trilha sonora do filme “El Abrazo de la Serpiente”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2016

 

O projeto “Música e Cultura Brasileira” em parceria com Escola de Música de Brasília, Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e Projeto Clube do Choro 40 anos, trazem a Brasília Teto Ocampo, um dos mais renomados violonistas da Colômbia, para realizar entre os dias 24 de abril a 04 de maio, palestras, oficinas, workshop’s e o show de lançamento do disco de Mucho Indio, “Ati” (mãe, na língua arhuaca).

O Músico, compositor e produtor musical colombiano Ernesto “Teto” Ocampo é formado pelo Musicians Institute of Technology, em Los Angeles, Califórnia.  Diretor do grupo Mucho Indio, dentre as composições do primeiro disco publicado pela Polen Records em 2012, com músicas compostas por melodias arhuacas, nasas, kankuamas, huitotas e wayúu, uma delas, “Bunayama”, faz parte da trilha sonora do filme “El Abrazo de la Serpiente”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2016.

O violonista é um dos artistas que influenciaram as pesquisas da nova música colombiana nos últimos 20 anos, seu novo álbum, sintetiza a última década de sua obra e vida, um registro de suas próprias notas a partir da linguagem da música indígena. Como instrumentista e produtor musical, durante 27 anos apoiou muitos grupos colombianos reconhecidos por todo o país. Atuou como compositor e produtor musical para diversas séries de televisão colombiana e obras de teatro, foi apresentador da série etno-musical para o programa de televisão Expedición Sonora do canal Señal Colombia, transmitida também no México e na Argentina, de 2004 a 2005.

Mucho Indio surgiu do encontro de Teto Ocampo, com músicos sábios indígenas do povo Nasa e Arhuaco, e do conhecimento desse encontro, que une música, trabalho espiritual e práticas ancestrais indígenas, desenvolve melodias ancestrais com técnicas musicais ocidentais, ligando o propósito ancestral destas melodias com a vida cotidiana moderna, difundindo a palavra e sabedoria dos povos indígenas da Colômbia, recuperando a música como território sagrado e ajudando a preservar suas culturas. O grupo tem se apresentado nos mais importantes espaços culturais de Bogotá com um trabalho comunitário focado na educação, na pesquisa e na política para a inclusão do pensamento ancestral no sistema de vida e pensamento ocidental.

O SHOW DE LANÇAMENTO

Dia 02 de maio de 2018, Teto Ocampo lança no Brasil o segundo álbum do Mucho IndioATI” (mãe, na língua arhuaca), o show de lançamento acontece no Clube do Choro de Brasília, às 21h. Teto Ocampo apresentará músicas indígenas e tradicionais da Colômbia e composições autorais, interpretando músicas do povo Arhuaco, com o violão, a flauta e um dispositivo eletrônico, e terá o acompanhamento de Rodrigo Salgado, no contrabaixo, Leandro Barcelos, na flauta transversal, e Leander Motta, na bateria e percussão.

Como parte do trabalho que vem desenvolvendo de composição e produção musical, busca mostrar o encontro entre diferentes culturas, unindo a música ancestral e a música moderna, tocando instrumentos indígenas e tradicionais e instrumentos modernos, junto à liberdade do jazz e a improvisação, onde se experimenta e se cria desde então uma música e arte nascidas de uma nova mestiçagem cultural.

No dia estará à venda os discos de Mucho Indio junto ao seu livro de partituras para violão. Ingressos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia), podem ser adquiridos na Bilheteria do Clube do Choro, horário de funcionamento: 2a a 6a feira, das 10 às 18hs, e sábados, das 19 às 22hs.

PALESTRA ABERTA

O músico estará realizando a Palestra Aberta “Laboratório Paleofuturista”, com ENTRADA GRATUITA, das 15h às 17h, na Escola de Música de Brasília no dia 24 de abril, e no dia 27 no departamento de música da UNB, às 19h. A palestra será uma breve descrição sobre o Laboratório Paleofuturista, um método utilizado por Teto Ocampo e o grupo Mucho Indio, de sua direção, para encontrar uma nova música, desde o encontro entre a pesquisa etnomusicóloga, que inclui aprendizagem espiritual, histórica e política, e técnicas ocidentais de composição, estéticas e de produção.

Teto Ocampo estudou violão clássico com grandes violonistas como Daniel Baquero, Chepe Beltrán e Ramiro lsaza.  Tem 25 anos de experiência como docente, ensinando técnica de violão acústico e elétrico, teoria musical, harmonia, jazz, história da música colombiana e pesquisas sobre músicas indígenas.

WORKSHOP “Laboratório Paleofuturista”,

Para quem deseja conhecer as técnicas e métodos utilizados pelo músico, no dia 27 de abril acontecerá o workshop “Laboratório Paleofuturista”, na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, das 15h às 18h, com 30 vagas limitadas. No workshop, ele mostrará gravações, interpretações de melodias ancestrais e abordará sobre vários métodos de composição. Direcionado para músicos, etnomusicólogos, estudantes de música, artes e demais interessados. Inscrições e informações: www.musicaeculturabrasileira.com.br.

Serviços

 Palestra Aberta com Teto Ocampo

Laboratório Paleofuturista

Local: Escola de Música de Brasília – EMB

Dia: Terça-feira, 24 de abril de 2018

Horário: 15 às 17hs

Entrada gratuita

Laboratório Paleofuturista

Workshop de Música com Teto Ocampo

Local: Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello

Dia: Sexta-feira, 27 de abril de 2018

Horário: 15 às 18hs

Investimento: R$120,00

Vagas limitadas (30)

Mais informações e inscrições: www.musicaeculturabrasileira.com.br.

SEU PET SENDO BEM CUIDADO

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SEU PET SENDO BEM CUIDADO

O seu pet merece ser sempre um cuidado e uma atenção especial. Pensando nisso, trazemos uma super opção  para você de onde levar seu pet sem a menor preocupação.

Fundada em 2008 a Point Animal oferece um atendimento clínico personalizado aos bichanos que não são muito comuns como: aves, répteis, roedores, lagomorfos, primatas, ferrets, peixes e entre outros.
Segundo o seu fundador, o veterinário Dr. Pedro Henrique Arosteguy de Carvalho e Siqueira, “promover a saúde e beleza dos animais, prevenindo doenças, aumentando sua qualidade de vida e longevidade, através do investimento contínuo humano e tecnológico, com comprometimento ao cliente ao seu animal, é a missão da Point Animal”, disse o doutor.

A estrutura física foi desenvolvida de acordo com as normas estabelecidas pela vigilância sanitária, e os equipamentos usados no pet shop são aqueles que sempre proporcionam o atendimento de emergências e segurança nos procedimentos realizados.

A Point Animal oferece um atendimento e uma estrutura de qualidade para os animais. Os funcionários do Pet Shop sempre participam de cursos, congressos e palestras, para melhor agilidade nos serviços prestados, desde os serviços de estética canina e felina, até os serviços clínico-cirúrgicos.

Diariamente a Point Animal atende mais de 100 animais com problemas básicos de saúde como, febre, patas lesionadas e com ingestão de objetos. Esses são prontamente atendidos e medicados ou até internados na estrutura que o Pet oferece aos animais.

SERVIÇOS

Point Animal

SCLRN 716 Bloco C Loja 13 Brasília
Asa Norte – Distrito Federal

(61) 3347-9305/ (61) 3272-9204

Plantão 24horas – chamar pelo celular
(61) 9931-19786

Viagem cultural

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Viagem cultural

Empresas têm se especializado em levar as crianças para viajarem com um diferente tipo de estudo: o cultural

É normal que jovens sonhem com mudanças e que a necessidade de sair da rotina sempre sobrevoe seus pensamentos. Uma ótima oportunidade de realizar esse sonho é fazendo um intercâmbio que pode ir muito além da atividade de estudar. O intercâmbio por definição é a troca mútua de relações entre estudantes de dois locais diferentes, que tenha por finalidade o aperfeiçoamento educacional ou profissional dos estudantes.

Mais que estudar em outro país, o intercâmbio é uma oportunidade de promover trocas e aprendizados culturais, aprender sobre um “novo mundo” e exercitar uma língua nova em muitos casos, desejos comuns entre jovens bem como a vontade de ter novas experiências para contar e compor um bom currículo. Por isso é comum que muitas empresas e organizações venham com diferentes propostas que promovam a oportunidade de conhecer o mundo e estudar com qualidade.

A organização Children’s International Summer Villages (CISV), que pode ser traduzido como “Aldeias de verão internacionais para crianças”, é um exemplo de empresa que investe no intercâmbio estudantil. O CISV funciona desde 1951, é independente e não possui fins lucrativos, e, além de não possuir vínculos políticos, age de forma voluntária e soma atuação em mais de 70 países associados.

A estrutura contempla 229 unidades locais, que são chamadas de “chapters” (capítulos em inglês). O primeiro “Village” aconteceu no ano de 1951. Até 2013, já havia realizado mais de 6.750 programas para mais de 257 mil participantes.

Histórico

O Cisv é uma organização internacional criada por uma psicóloga no ano de 1951, pós-guerra. O objetivo dela era encontrar uma maneira de amenizar a inimizade que havia se instalado entre os povos e descobriu que poderia começar esse projeto a partir das crianças e de famílias que estivessem propensas a essa paz mundial. Ela idealizou um acampamento para crianças de 11 anos que ficavam instaladas por 28 dias. Na época existiam apenas doze países participantes, cada um montou uma delegação composta por um líder maior de 21 anos, dois meninos e duas meninas de 11 anos, que cuidavam e ajudavam nas atividades.

Agora, o Cisv é global. Em todos os países do mundo existe um acampamento “cisviano”. As atividades são todas voltadas para o ensinamento da autonomia, liderança e sobretudo o respeito pelas diferentes culturas.

Objetivos

O Cisv tem o objetivo de promover a educação para a paz e amizade intercultural – troca de experiências e relações de culturas distintas –, além de inspirar ações para um mundo pacífico, com cooperatividade e compreensão de todos.

“Nós somos uma comunidade global de voluntários dedicados que cria oportunidades para todas as idades experimentarem a força e a riqueza da diversidade cultural através de nossos programas educacionais”, ressalta Julliana Vasconcelos Arantes de Lima, diretora operacional do CISV.

O método utilizado se baseia no princípio do “aprender fazendo” ou “learning by doing”, ou seja o aprendizado é feito na prática. São oferecidos uma gama de programas internacionais, intercâmbio familiar e programas locais comunitários para adolescentes poderem escolher qual mais lhe agrada.

“O elemento que sustenta nossos programas é a amizade, alinhada com nossa crença fundamental de que a paz é possível, através da amizade e compreensão mútua” aponta Julliana.

Até 2030, o CISV espera ser conhecido por, criar experiências educacionais que impactem pelo menos duas vezes mais do que atualmente. Algo em torno de 500 mil participantes. Eles querem liderar, agir e inspirar mudanças pelas mais diversas comunidades, para ajudar a construir um mundo mais justo e pacífico.

Pais

Já pensou na possibilidade de seu/sua filho/a fazer intercâmbio? Beth, mãe de Enzo, pensou e realizou. Depois da experiência Beth relata que o filho dela também é filho da CISV, uma criação que representa o amor da instituição por todas as crianças do mundo. “Eu vou dizer mais. Nem cheguei a sentir saudades do meu filho, porque a minha alegria por vê-lo cada vez mais alto e altivo era tão grande, e a minha gratidão por ter acreditado na CISV e embarcado nos seus sonhos era tão gigantesca, que não sobrava nenhum, mas absolutamente nenhum espaço para egoísmo”, contou Beth.

A mãe ainda disse que após a experiência, “nasceu um novo Enzo”, uma criança gestada por 30 dias em um novo mundo, com novas experiências, e o descreve como “Um ser aberto para o mundo, digno, maduro, confiante e certamente muito grato”, e completa “O passaporte com o qual o Enzo passará pela alfândega não é brasileiro nem italiano. O passaporte que ele traz na bagagem é o passaporte para ser feliz”.

Viajar sozinho pode assustar muitas crianças e os seus pais, mas isso não quer dizer que seja uma ideia ruim. Além da CISV, muitas empresas fazem um trabalho parecido ou no mesmo campo. A decisão é sempre pessoal, vai de cada um. Entretanto, as oportunidades estão disponíveis para todo e qualquer um que tenha vontade e coragem de embarcar nessa aventura.

Serviço

Convivência Internacional de Jovens – CISV Brasil

https://www.cisv.org.br