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quarta-feira, março 18, 2026
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Vítimas do Holocausto recebem homenagem

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Vítimas do Holocausto recebem homenagem

Embaixador de Israel participa de sessão solene na Câmara Legislativa“A palavra Holocausto nos remete a um dos períodos mais bárbaros e sombrios da humanidade. Seis milhões de judeus, ao lado de outros inúmeros cidadãos, foram brutalmente assassinados. Um terço de nossa população foi aniquilada”. Disse, em seu discurso, o embaixador de Israel, Yossi Shelley, durante a sessão solene da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), realizada na noite de quarta-feira, 28, em homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

O objetivo da solenidade foi destacar a importância do ensino do Holocausto para as gerações futuras e condenar toda e qualquer manifestação de incentivo à perseguição, ao ódio e a violência. “Apesar dos anos de perseguição, o povo judeu escolheu se levantar. Levantamos-nos e, em 1948, construímos o Estado de Israel”, afirmou o embaixador. “Também escolhemos lembrar, nunca esquecer e trabalhar para que a história nunca mais se repita. E para que isto aconteça, precisamos valorizar a Educação, falar constantemente sobre o holocausto e explicar sobre as atrocidades às futuras gerações”, prosseguiu.

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, foi instituído pela resolução 60/7 da Assembleia Geral das Nações Unidas. A data marca a liberação do maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, há 73 anos.

Yossi Shelley destacou que além de ouvir e entender sobre o trágico acontecimento é essencial questionar. “Manter vivas as lições do Holocausto não cabe apenas aos governos ao redor do mundo, mas a cada um de nós como cidadãos. Todos temos responsabilidades mútuas em uma escala global”, acredita.

Ministro de Ciência e Tecnologia de Israel, Ofir Akunis.

Dentre os embaixadores e autoridades presentes à solenidade estava o Ministro de Ciência e Tecnologia de Israel, Ofir Akunis, que na ocasião disse que o Estado de Israel continuará a ser um testemunho vivo da vitória da humanidade sobre o regime nazista e continuará a luta com os aliados do mundo todo contra os que negam o Holocausto.

Já o presidente da Câmara Legislativa do DF, Joe Valle, disse que é inadmissível que pessoas morram por causa da intolerância religiosa, ódio e violência contra comunidades.

Velas– Durante a solenidade, foram acesas várias velas em homenagem às vítimas do Holocausto pelos embaixadores ou representantes das embaixadas em Brasília de Israel, Polônia, Canadá, Alemanha, Estados Unidos e França; pela filha do sobrevivente do Holocauto, Ruth Glatt, entre outras autoridades. Também estiveram presentes Hermano Wrobel, presidente da Associação Cultural Israelita de Brasília; Marlova Jovchelovitch, diretora da Unesco; a embaixatriz de Israel, Dina Shelley; e o embaixador Marcos Bezerra Abbot Galvão, ministro interino das Relações Exteriores.

Na ocasião, o maestro Thiago Francis Silvério executou uma das músicas do filme “A Lista de Schindler”, que conta como um empresário alemão, Oskar Schindler salvou a vida de mais de mil judeus. Também durante a solenidade foram feitas orações pelas vítimas do Holocausto.

Embaixador Marcos Galvão

Já o embaixador Marcos Galvão destacou que o ministro das Relações Exteriores, Aloísio Nunes Ferreira Filho, não compareceu à solenidade este ano por estar em Israel, onde também participou de cerimônias em homenagem às vítimas do Holocausto. Disse que há mais de 70 anos, homens e mulheres em todo o mundo questionam como o horror Holocausto pôde ocorrer. “Esse crime sem igual na história nos provoca tristeza profunda e até hoje indignação. A rememoração do Holocausto é fundamental para nos manter a vigilância diante do antissemitismo e de outras formas de discriminação que se manifestam hoje recicladas em não menos odiosas roupagens”, comentou.

“Ante o sofrimento e desespero das vítimas da perseguição nazista, Luís Martins e Aracy preferiram seguir suas consciências e não as normas burocráticas, assumindo riscos pessoais concederam vistos brasileiros a muitos perseguidos, permitindo-lhes sobreviver e a refazer suas vidas em outros continentes”, comentou o ministro interino das Relações Exteriores, Marcos Galvão.

Exposição – Logo após a solenidade, foi aberta no foyer do plenário a exposição “Além do Dever”, que homenageia diplomatas que tiveram participação ativa ajudando judeus a escaparem das forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Entre eles, os diplomatas brasileiros Luís Martins de Souza Dantas e Aracy Carvalho de Guimarães Rosa, ambos reconhecidos com o título de “Justos entre as Nações” pelo  Yad Vashem, Museu de História do Holocausto. São exemplos de coragem e humanismo.  A mostra pode ser vista até dia 28 deste mês.

Confira opções de restaurantes para comer macarrão em Brasília

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Linguine pasta with fresh tomato sauce and basil

Confira opções de restaurantes para comer macarrão em Brasília

Em vários cantos da capital encontramos macarrões de origem italiana, chinesa ou árabe

Massa do Restaurante Bartolomeu da 409 Sul. (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Massa do Restaurante Bartolomeu da 409 Sul.
Pouca gente não gosta de um bom prato de massa. O macarrão e suas variações são tão especiais que três países disputam a garfadas o feito de ter descoberto tal delícia: China, Arábia e, como não poderia deixar de ser, Itália.
Até agora, a versão mais aceita é de que os chineses fizeram o primeiro macarrão em 2.500. a.C., mas estava longe de ser a receita que conquistou o mundo tempos depois. A base era de milho, e não de farinha de trigo.
Ligado, no imaginário popular, à culinária italiana  — afinal os italianos é que difundiram a massa —, o macarrão aparece em diversos formatos, todos deliciosos.
“Com cara de avó” é a lasanha típica italiana servida no restaurante Gratinado. Para aumentar a rivalidade, o Goemon traz massas orientais. O proprietário Sérgio Kano garante que “esse é o arroz e feijão no Japão, não o sushi, que é tão popular.”
Perfeita no quesito massas para levar para casa, a Toscanello tem várias opções — todas caseiras. “Nossas massas são artesanais, feitas sem conservantes. Isso faz com que, apesar de durar menos, seja um produto mais saudável e com mais qualidade”, pondera a sócia do local, Luiza Zanello. Ali, o cliente encontra as massas tanto congeladas quanto frescas, além de poder montar a combinação de molho e macarrão de sua preferência.

Pronto para assar

Variedade de combinações é a palavra de ordem da Toscanello, onde as massas são levadas e assadas em casa (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Variedade de combinações é a palavra de ordem da Toscanello, onde as massas são levadas e assadas em casa
 Entre os brasilienses, a Toscanello é uma referência quando se fala de comida para levar para casa. O local é especializado em massas frescas e congeladas, que o cliente leva (numa embalagem de alumínio ou no próprio piréx) e apenas coloca no forno.
“Quando começamos, éramos um restaurante convencional. Com o tempo, acabamos adotando o modelo para levar”, revela Luiza Zanello, sócia do local. Seja fresca, seja congelada, a massa com molho sai por R$ 40, o quilo. Caso o cliente opte pela massa congelada, existe uma promoção na qual se levam cinco massas de 1kg e paga-se apenas por quatro. Entre as mais pedidas, Luiza lista lasanha à bolonhesa, rondele de presunto e queijo e o ravióli de muçarela de búfala.
O cliente ainda pode optar por levar a massa separada do molho. Nesse caso, o molho custa a partir de R$ 45, o quilo, e tem opções como quatro queijos, ao sugo, molho branco, frango, bolonhesa e funghi. “Temos as massas coloridas também. Elas são muito bem-aceitas, como a massa de tinta de lula (R$ 40, o quilo), a masa de curaçau (R$ 40, o quilo), de beterraba (R$ 34, o quilo)”, enumera a empresária.

Do jeito que você quiser!

As receitas do Pecorino são criadas pelos clientes (Divulgação/Pecorino)
As receitas do Pecorino são criadas pelos clientes
 Quem gosta de apreciar pratos personalizados pode se deliciar com o menu do restaurante Pecorino. A casa, que funciona há quatro anos, oferece vasto cardápio de massas, que variam entre R$ 39 e R$ 64.
Os clientes podem escolher entre opções de molho, massas — tradicionais, integrais ou sem glúten — e outros acompanhamentos para complementar a receita. “Fazemos o prato do jeito que o cliente preferir”, explica o maître Natan Sousa.
Essa característica tem atraído uma clientela específica para o restaurante: “Ultimamente, temos recebido bastante o público vegano”, conta o maître. Por R$ 56,90, o penne sem glúten é uma das massas de sucesso na casa.
Os interessados por alimentação natural podem investir no molho de uvas-passas com cogumelos e azeite de trufas, acompanhado de abobrinha. “Esse prato é totalmente da terra”, acrescenta Natan.
Outra sugestão do maître é o penne integral (R$ 56,90). Como acompanhamento, Natan recomenda o tradicional molho de tomate com manjericão, acompanhado de camarões grelhados e cubos de muçarela de búfala.

Pitada de amor no prato

O papardeli ao pesto é um exemplo de que não é preciso carne para uma boa massa (Jhonatan Vieira/Esp. CB/D.A Press)
O papardeli ao pesto é um exemplo de que não é preciso carne para uma boa massa
 As massas, os molhos e todo o clima do Ninny Cose —  Bone Tra Amici parecem transportar o comensal direto para um pedacinho da Itália. O proprietário Antônio di Giovanni —  ou Ninny, como é conhecido —  não esconde o sotaque e o amor pelas massas. Ele destaca a pescadora (R$119), tagliateli com frutos do mar (lula, mexilhões e camarões) ao molho de tomate.
“Quando temos outras opções de proteína com qualidade, como lagostim, usamos na receita”, pontua Ninny. Segundo ele, outro cuidado importante é a limpeza e a qualidade dos frutos do mar: “O camarão, por exemplo, tem que ser muito bem limpo, caso contrário pode provocar reações na pele.”
Para os vegetarianos, ou apenas quem busca uma refeição sem carne, a sugestão é o papardele ao pesto (R$ 64). “Essa é uma massa muito saborosa e leve”, descreve Ninny. Ele ainda defende pratos sem carne. “Você não precisa de carne para comer bem. Na Itália, usamos alternativas, como molho de tomate e o próprio pesto”, finaliza.

Paixão ao molho de tomate

No Due restaurante, as opções não escondem a pegada italiana da casa (Pedro Santos/Divulgação)
No Due restaurante, as opções não escondem a pegada italiana da casa
Quando se fala de massas, Ivan Castro, do Due restaurante, não tem dúvida da paixão que os habitantes da capital nutrem por esse tipo de gastronomia. “O brasiliense adora massa, está sempre em busca de opções diferentes e de risotos”, revela.
Como era de se esperar em uma casa que busca os sabores italianos, as massas são feitas com um cuidado especial, inclusive o nhoque e o ravioli são produzidos na própria cozinha.
De entrada, a bruschettas (R$ 11), nos sabores tomate italiano em cubos, tomates secos, azeite e manjericão, e o brie empanado (R$ 35), servido com mel, pimenta do reino e torradas, são os favoritos. Para quem busca um bom espaguete no prato principal, a sugestão é pedir a massa à putanesca (R$ 39). “É um molho de tomate acrescido de azeitonas, alcaparras, alho, anchovas e pimenta calabresa seca”.
Já para quem gosta de uma carne acompanhando a massa, a sugestão é o filetto Due (R$ 57), filé-mignon ao molho de mostarda Dijon, acompanhado por risoto de alho-poró. Outra opção é filé com nhoque (R$ 57),  medalhão de filé ao molho rôti, nhoque com creme de queijos, crispys de bacon. Vale destacar que a segunda opção pode vir à mesa com molho de tomate.

Temperado e comprido

A gastronomia oriental trabalha com o macarrão em diversos preparos (Bruno Peres/CB/D.A Press)
A gastronomia oriental trabalha com o macarrão em diversos preparos
 O macarrão é parte da rotina do gourmet japonês. “Temos um estereótipo de que no Japão só se come sushi, mas isso é para momentos especiais. O lamen e o yakissoba, por exemplo, são parte do dia a dia”, conta Sérgio Kano, do Goemon.
Atual queridinho na cidade, o lamen é feito em diversas versões — entre elas, o tonkotsu lamen (R$ 43,50), com massa de peixe, lombo suíno, brotos de bambu e de feijão, ovo e aspargo. “O lamen tem sabor no caldo.  Neste prato, por exemplo, ele leva tutano”.
O mais famoso, provavelmente, é o yakissoba (R$ 77 — para duas pessoas). A combinação de legumes, macarrão e proteína é amplamente conhecida no Brasil, e Sérgio sugere a massa oriental com lula, camarão, salmão e shimeji.
De que é feito?
l  Udon —  Água, sal e farinha
l  Yakissoba —  Água, sal, farinha e ovo
l  Lamen —  Água, sal, farinha,
ovo e bicarbonato

Que venha a lasanha!

O tradicional bolonhesa é um dos molhos servidos no restaurante Gratinado (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
O tradicional bolonhesa é um dos molhos servidos no restaurante Gratinado
 Nada alegra mais uma barriga faminta que uma bela lasanha, gratinada, quentinha, se possível à bolonhesa! É exatamente isso que o cliente encontra no Gratinado. A casa segue uma proposta simples e o cardápio, composto de apenas três opções, preza pelos detalhe do preparo.
“A ideia é ser bem caseiro. Busco sempre ter o feedback dos meus clientes para assegurar a qualidade”, revela Paulo Cauhy, proprietário do local.
Na lasanha à bolonhesa (R$ 22,90), a receita é clássica. A massa é intercalada de molho de tomate com carne e molho de tomate. O queijo entra para gratinar. “Coloco mais molho para que a lasanha não fique pesada nem grude no prato”, revela Cauhy. Outro sabor é a lasanha de berinjela e abobrinha (R$ 22,90), com massa intercalada e fatias dos legumes.

Tradizione italiana

As massas do restaurante Cantina da Massa são artesanais (Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
As massas do restaurante Cantina da Massa são artesanais
O restaurante Cantina da Massa é como um pedacinho da Itália em terras brasilienses. Comandado por Alda Bressan, o local funciona há 20 anos. Alda explica que, desde o início, a proposta é trazer a culinária italiana da forma mais tradicional possível para Brasília.
Quando se fala no legado gastronômico da Itália, é fácil lembrar do capeletti in brodo (R$ 50,90). O prato, uma espécie de sopa, é servido com a massa capeletti, fabricada no próprio restaurante. “As massas são todas produzidas aqui, feitas à mão. Utilizamos o grano duro, que dá mais consistência e tem elasticidade e resistência maiores”, conta Alda.
A pasta é acompanhada pelo brodo, caldo de galinha temperado com ervas, salsa, cebola e salsão. Além disso, a sopa pode ser tomada com queijo parmesão — ralado na hora — e pão. Alda explica que o prato é a escolha ideal para dias frios.

Com sotaque goiano

O molho pesto é uma opção para quem não come carne (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
O molho pesto é uma opção para quem não come carne
De origem goiana, o Bartolomeu funciona há 12 anos em Brasília. Sob comando do chef Almir Campos, o menu do restaurante possui diversas pastas em destaque.
Por R$ 78, o cliente pode escolher qualquer massa do cardápio e adicionar o molho da preferência ao prato. Entre as opções, Almir Campos ressalta o pappardelle. Derivada do verbo pappare, engolir, em italiano, a massa “pode ser acompanhada por outros molhos, como o clássico molho de tomate ou o quatro queijos”, explica Almir.
O pesto pode ser uma sugestão de molho ideal para os vegetarianos. “O molho pesto é feito com azeite, amêndoas, parmesão e manjericão, com um toque de alho”, revela o chef. Outro destaque da casa é o tagliatelle com ragu de cordeiro. A massa, cortada em tiras, é acompanhada por molho vermelho e pelo ragu.
LG: O molho pesto é uma opção para quem não come carne

A vez do nhoque

O nhoque é uma das receitas de maior sucesso do Veloce massas (Jose Filho/Divulgacao)
O nhoque é uma das receitas de maior sucesso do Veloce massas
 Quando se pensa em comida italiana, a tradicional receita do nhoque logo vem à cabeça. O prato é um dos grandes sucessos do restaurante Veloce. O menu da casa comandada por Rafael Benevides, que funciona desde 1999, é diversificado: apesar do foco nas clássicas receitas italianas, o estabelecimento também oferece pratos com toques da culinária brasileira.
“O nhoque é uma massa bem versátil, pode ser servida com qualquer tipo de molho”, explica Benevides. Entretanto, um dos destaques da casa é o molho com cogumelos funghi secchi. “O prato leva o cogumelo fresco, caldo de carne e temperos”, conta Rafael sobre a receita que custa R$ 37. Para completar, o prato é servido com iscas de filé-mignon.
“O molho funghi é uma coisa típica italiana”, conta Rafael. A receita à base de cogumelos — a grande estrela do prato —, também aparece em outros pratos oferecidos pela casa, como o risoto de iscas de filé-mignon com funghi secchi, que custa R$ 38.

Onde comer

Due Restaurante
(209 Norte, Bl. D, lj 59; 3532 1018),
aberto de terça a quinta, das 18h
à 0h; sexta, das 18h à 1h; sábado,
das 12h às 16h e das 18h à 1h; domingo, das 12h às 16h.
Gratinado
(108 Norte, Bl. D, lj. 16; 3034-7060),
aberto de terça a domingo,
das 11h30 às 23h.
Goemon Restaurante
(CLSW 105 Bl. C lj. 2; 3233-8441),
aberto de terça a sexta, das 12h às 14h30, e das 18h30 às 23h30; sábado, das 12h às 15h30, e das 18h30 às 23h30; domingo,
das 12h às 15h30.
Ninny Cose —  Bone Tra Amici
(309 Norte Bl. A lj. 6; 3347-7606), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 18h às 23h; sexta e sábado, das 12h às 16h, e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 16h.
Toscanello Rotisseria Italiana
(CLSW 104, Bl. B, lj 26; 3343-0989 e 203 Sul, Bl. B, lj 23; 3226-7324.
Confira mais endereços no site: massastoscanello.com), aberto de segunda a sábado, das 10h às 20h; domingo, das 10h às 15h30.
Cantina da Massa
(302 Sul, Bl. A; 3226-8374), aberto de segunda a sexta, das 11h às 15h30, e das 18h30 à 0h, aos sábados, das 12h à 0h, e aos domingos, das 12h às 17h.
Bartolomeu
(409 Sul, Bl. C, Lj.6; 3442-1169), aberto
de terça a sábado, das 9h à 0h, e domingo, das 9h às 16h.
Pecorino Bar & Trattoria
(210 Sul, Bl. C, Lj.38; 3443-8878), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h,
e das 19h à 0h, às sextas e sábados, das 12h às 16h e das 19h à 1h, e aos
domingos, das 12h às 17h.
Veloce Massas
(SHIS QI 5, CL, Bl. L, Lago Sul ;
3364-2477), aberto de segunda a sexta, das 12h às 15h e das 18h às 23h, e aos sábados e domingos, das 12h à 0h.
Fonte: Correio Braziliense

Ex-governador Arruda é novamente absolvido no caso do jogo Brasil x Portugal

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Ex-governador Arruda é novamente absolvido no caso do jogo Brasil x Portugal

Amistoso foi em 2008, em Brasília. Arruda já tinha sido absolvido em 1ª instância; recurso do MP foi negado nesta quinta.

IFB tem 40 vagas gratuitas para mulheres no curso de viveiricultura

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Hands holding a green young plant

IFB tem 40 vagas gratuitas para mulheres no curso de viveiricultura

Curso é voltado para brasilienses em situação de vulnerabilidade. Inscrições devem ser feitas no Campus São Sebastião até o dia 15 de março

A unidade de São Sebastião do Instituto Federal de Brasília (IFB) está com inscrições abertas para o Curso de Formação Inicial e Continuada de Viveiricultura. São 40 vagas gratuitas para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Interessadas devem ter idade mínima de 16 anos e ensino fundamental incompleto. As inscrições serão feitas no Campus São Sebastião até o dia 15 de março, das 8h às 21h, na Coordenação de Assistência Estudantil (CDAE).

Para efetuar a inscrição, é necessário apresentar declarações de residência, renda e escolaridade, além de responder a questionário socioeconômico disponibilizado no IFB, que servirá como instrumento de seleção.

O curso terá carga horária de 180 horas e será ministrado de 23 de março a 6 de julho.

Sistema Eletrônico de Informações já é usado em 86% dos órgãos do DF

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Sistema Eletrônico de Informações já é usado em 86% dos órgãos do DF

Adoção do modelo implica economia de 50% dos custos em logística e em material de consumo para os documentos. Implementação da ferramenta será concluída em junho

Dos 90 órgãos da administração direta e indireta do governo de Brasília, 54 já adotaram o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para administrar e protocolar documentos. A expectativa é que, até junho, 100% dos servidores adiram ao modelo.

Desenvolvida pelo Tribunal Federal Regional da 4ª Região, a ferramenta de tramitação de processos resulta em economia de pelo menos 50% dos custos em logística e em material de consumo para os documentos, como papel, tinta e transporte.

Desde junho de 2016, quando começou a implementação no Distrito Federal, foram 3.474.720 documentos produzidos e 945.421 processos feitos em meio virtual. Até então, somente o Corpo de Bombeiros Militar usava o programa.

De acordo com o cronograma de implementação, a Secretaria de Comunicação é a próxima a adotar o modelo e começará a usar o SEI na terça-feira (6).

Assim, todos os novos processos, como compra de material e pedido de férias e de abonos, terão de ser feitos on-line.

O próximo órgão a passar pela mudança será a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Economia nos órgãos do governo

No Corpo de Bombeiros, projeto-piloto na introdução do serviço no governo de Brasília, o consumo de papel caiu 80%. A redução no Instituto Brasília Ambiental (Ibram) foi de 67%, seguida por uma economia de 52% na Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão.

Além de usar menos papel, o SEI contribui para diminuir despesas postais e gastos com combustível, uma vez que os documentos não precisam mais ser transportados.

Fazenda está 100% no SEI

A Secretaria de Fazenda concluiu na quarta-feira (28) a implementação do Sistema Eletrônico de Informações. Com isso, nenhum processo será mais autuado fisicamente.

Desde o início do funcionamento do SEI na pasta, em março de 2017, foram feitos mais de 16 mil processos — desses, 13.728 apenas no ano passado —, e quase 75 mil documentos foram produzidos nesse período.

Cerca de 18% das despesas com combustível e 48% com papel (o que corresponderia, por exemplo, à utilização de menos 473.500 folhas tipo A4) foram cortadas.

COMO SERIA SE TUDO FOSSE COMO É

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“Como seria se tudo fosse como é” Primeiro Espetáculo Solo de Daniel Villas Côas, Integrante da Cia de Comédia Setebelos. . . . Guilherme Kardel Kardel Foto | Filme | Brasília | Brasil https://foto.kardel.com.br Cel: +55 (61) 9.8139.7840

COMO SERIA SE TUDO FOSSE COMO É

Daniel Villas Bôas, da Cia de Comédia Setebelos, volta ao Teatro Brasília Shopping em Stand Up

 O comediante Daniel Villas Bôas traz de volta ao Teatro Brasília Shopping o seu soloComo Seria Se Tudo Fosse Como É. “Esse stand up tem a proposta de ajudar a plateia a enxergar o mundo pela ótica de quem faz humor. O comportamento humano, em diversas situações, é verdadeiramente chocante e naturalmente hilário”, comenta o humorista. O riso vai rolar fácil nos dois dias das apresentações do Belo, 3 e 4 de março, sábado às 21h e domingo às 20h.

Provocativo, Como Seria Se Tudo Fosse Como É, instiga a participação do público e se transforma em uma comédia leve, espontânea e divertida. Villas Bôas acrescenta que o show fala sobre amor, dinheiro, saúde, cultura e crenças de uma maneira delirantemente verídica. “Quero mostrar como é importante rirmos de nós mesmos. Afinal, todos os dias nos identificamos com as verdades patéticas escondidas por trás das soluções, conflitos e comportamentos humanos. O espetáculo faz uma abordagem perspicaz sobre a vida”, relata o artista.

Villas Bôas observa ainda que o show leva o nome ao pé da letra e sugere uma reflexão mais real e menos hipotética dos fatos que estão no dia-a-dia de todas as pessoas.  “Parece óbvio, mas raramente analisamos o cotidiano com essa perspectiva realista!”, avalia.

O Belo

Daniel Villas Bôas é integrante da Cia de Comédia Setebelos e comanda semanalmente o evento Setebelos Stand Up Show. Além disso, o humorista integra o elenco de comediantes do Maior Festival de Humor do Mundo, o Risadaria, e apresenta seu show pelo Brasil nas principais casas de comédia como Comedians Club (SP), Curitiba Comedy Club (PR), Hillarius Comedy Club (SP), Honda Hall (SP) entre outras. Daniel também é integrante da segunda temporada do programa de televisão República do Stand Up no canal Comedy Central.

“Como seria se tudo fosse como é”
Primeiro Espetáculo Solo de Daniel Villas Bôas, Integrante da Cia de Comédia Setebelos.

Programe-se:

Como Seria Se Tudo Fosse Como É

Local: Teatro do Brasília Shopping – Asa Norte – Brasília

Data: 3 e 4 de março, sábado às 21h e domingo às 20h

Ingressos: R$ 20,00 (meia entrada)

Classificação indicativa: 16 anos

Informações: (61) 9 8109.9080 ou (61) 2109-2122 e www.brasiliashopping.com.br