Audiência pública nesta quinta-feira promete debater melhorias para moradores do Lago Norte
A Câmara Legislativa do Distrito Federal promove audiência pública para debater melhorias na qualidade de vida dos moradores do Lago Norte. De autoria da parlamentar Sandra Faraj (SD), o encontro será realizado nesta quinta-feira (1º), no Colégio Instituto Natural de Desenvolvimento Infantil – INDI – QI 3 do Lago Norte, às 19h.
O objetivo do encontro é encontrar sugestões da comunidade local para que as benfeitorias sejam feitas.
A deputada lembra que a população já apresentou diversas várias as demandas ao gabinete. Entre elas estão: manutenção da Ponte do Bragueto, retirada das ciclofaixas e construção de ciclovias, segurança pública, ocupação e a desocupação da Orla do Lago, tráfego e velocidade nas vias. “A intenção é de conseguir apurar todas as demandas dos moradores e conseguir elencar quais as mais urgentes para que possamos atendê-las”, explica Sandra Faraj.
Senado aprova ampliação do Programa de Microcrédito Produtivo
O Plenário do Senado aprovou ontem, quarta-feira (28), em votação simbólica, o projeto de lei de conversão (PLV 1/2018) originado da Medida Provisória (MP) 802/2017, que modificou o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, para conceder pequenos empréstimos a empreendedores de baixa renda. O PLV segue para sanção presidencial.
O programa, instituído em 2005, durante o primeiro mandato do ex-presidente Lula, tem o objetivo de incentivar a geração de trabalho e renda entre microempreendedores populares. Entre as principais alterações contidas na MP está o aumento, de R$ 120 mil para até R$ 200 mil, do limite de renda ou receita bruta anual para enquadramento de pessoas físicas e jurídicas.
A MP revogou artigos da Lei 11.110/2005, que criou o programa, incorporando parte deles. Segundo o governo, a intenção é agilizar o empréstimo e aumentar o universo de beneficiados, por isso o reajuste do valor máximo, congelado desde 2008.
O texto aprovado acrescentou também às fontes de financiamento do programa recursos dos fundos constitucionais do Centro-Oeste, do Norte e do Nordeste. Antes da publicação da medida, os financiamentos de microcrédito eram concedidos apenas com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) e de 2% dos depósitos compulsórios à vista junto ao Banco Central, a chamada exigibilidade.
Ficarão limitadas a 2% ao mês as taxas de juros efetivas nas operações de microcrédito com recursos do FAT, vedada a cobrança de qualquer outra despesa, à exceção da Taxa de Abertura de Crédito (TAC) de 3% sobre o valor do empréstimo, a ser cobrada uma única vez.
De acordo com o PLV, as entidades autorizadas a operacionalizar o programa são a Caixa Econômica Federal; o BNDES; os bancos comerciais; os bancos de desenvolvimento; os bancos múltiplos com carteira comercial; as cooperativas centrais ou singulares de crédito; as agências de fomento; a sociedade de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte; além das organizações da sociedade civil de interesse público.
Agentes de crédito, constituídos como pessoas jurídicas nos termos da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), e as chamadas fintechs, também poderão participar do programa. As fintechs são sociedades que prestam serviços financeiros, inclusive operações de crédito, por meio de plataformas eletrônicas.
A medida provisória criou um conselho consultivo composto por representantes de órgãos e entidades da União, com o objetivo de propor políticas e ações de fortalecimento e expansão do programa. O texto prevê a instituição de um Fórum Nacional de Microcrédito, com a participação de órgãos federais e entidades representativas. Ambos os órgãos serão presididos pelo ministro do Trabalho e Emprego.
Outra inovação trazida pela MP é a possibilidade de utilização de outras formas de orientação para microempreendedores, além da orientação presencial após a primeira visita. Esta alteração contribuirá para a redução de custos das operações de crédito.
Garantias
De acordo com o projeto de lei de conversão, as operações de crédito poderão ser garantidas por fundos públicos, como o Fundo de Aval para Geração de Emprego e Renda (Funproger), ou privados, como o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae.
Uma vez cumpridos os requisitos necessários à concessão do empréstimo, será proibido às instituições financeiras utilizar a condição de pessoa com idade igual ou superior a 60 anos como critério para indeferir empréstimo ao tomador final.
Conselho consultivo
Ao Ministério do Trabalho caberá nova atribuição de publicar em sua página na internet, no primeiro quadrimestre de cada ano, relatório sobre a performance do programa no exercício anterior.
O atual comitê interministerial do programa, de caráter consultivo, é ampliado e transformado no Conselho Consultivo do programa. Além dos ministérios do Trabalho, da Fazenda e do Desenvolvimento Social, que já compõem o órgão, participarão do novo conselho também os ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e da Integração Nacional; a Secretaria de Governo da Presidência da República; e o Banco Central.
Fórum nacional
A MP criou ainda o Fórum Nacional de Microcrédito. Todos os órgãos do conselho consultivo terão assento no fórum, que contará ainda com representantes do BNDES; da Caixa; do Banco do Brasil; do Banco do Nordeste do Brasil; e do Banco da Amazônia; da Casa Civil da Presidência da República; e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Poderão ser convidadas a participar do fórum as seguintes entidades: Fórum de Secretarias Estaduais do Trabalho (Fonset); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Associação Brasileira de Entidades de Microcrédito (ABCRED); Organização das Cooperativas do Brasil (OCB); Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito (ABSCM); Associação Brasileira de Desenvolvimento Econômico (ABDE); Federação Brasileira de Bancos (Febraban); União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias (Unicopas); e Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES).
IHBDF contratará 708 aprovados em seleção, até o fim de março
Mais de 10 mil pessoas se inscreveram para o processo seletivo, realizado no domingo. Cargo de médico teve concorrência de 27 por vaga
O processo seletivo do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), realizado no último domingo (25/2), teve 10.257 inscritos para a disputa de 708 vagas. Com abstenção de 12%, cerca de 9 mil pessoas efetivamente fizeram as provas, aplicadas pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).
O cargo com maior concorrência foi o de médico: 27 candidatos se inscreveram para concorrer a cada uma das 76 vagas, divididas entre as especialidades de anestesistas, médicos de trauma, clínicos médicos, emergenciais e nefrologistas. O posto de enfermeiro (128 oportunidades) teve 24 inscritos por chance, e o de técnico de enfermagem (477), 14. A contratação está prevista para a última semana de março.
Os salários iniciais para os cargos de médico variam de R$ 13 mil a R$ 16 mil, com 40 horas de trabalho semanais. Enfermeiros receberão R$ 2,2 mil para jornadas de 20 horas por semana, e os técnicos de enfermagem, R$ 1,3 mil.
Mas o edital faz uma ressalva: “A carga horária e o salário poderão ser ajustados proporcionalmente, conforme o interesse e a conveniência do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal, de acordo com o regime estabelecido na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”. Com o regime celetista, os contratados não serão servidores públicos com direito à estabilidade no cargo ocupado.
Meta ambiciosa
O IHBDF entrou em funcionamento no dia 12 de janeiro, com novo modelo de gestão e uma meta ambiciosa para 2018: aumentar a produtividade em 20%, a partir da média dos últimos três anos. Para isso, vai contar com um quadro de pessoal formado por servidores que ficaram na unidade (85%) e novos profissionais.
Com a mudança, processos como compra de medicamentos, contratação de pessoal e manutenção de equipamentos serão mais ágeis. O orçamento, porém, deverá ser o mesmo: R$ 602 milhões. Segundo a Secretaria de Saúde, do total de gastos da unidade, atualmente 82% são destinados ao pagamento de salários dos 3.500 servidores, pouco sobrando para a compra de equipamentos, medicamentos e outros itens indispensáveis para melhor atender a população brasiliense. Um dos principais motivos da mudança é alterar a relação receita/despesa.
Pelos cálculos do GDF, a folha de pagamento, contando os antigos servidores e os novos contratados via CLT, será de R$ 450 milhões. Devem ser realizadas ao menos 290.193 consultas médicas especializadas e 9.223 cirurgias. O Conselho de Administração promete mais e quer reabrir, neste primeiro semestre, 117 leitos.
Local oferece salas para prática e pesquisa e terá gestão compartilhada com artistas do setor. Governador de Brasília participou da cerimônia na noite desta quarta (28)
O Centro de Dança do Distrito Federal, no Setor Cultural Norte, foi reaberto na noite desta quarta-feira (28). Bailarinos, coreógrafos, produtores e demais representantes do setor acompanharam a reinauguração do espaço. Fundado em 1993, ele tinha sido desativado em 2013.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Na cerimônia de reabertura, o governador Rodrigo Rollemberg reconheceu a luta da categoria para a recuperação do local. “Esse espaço será um templo da diversidade cultural e favorecerá todas as linguagens da dança que temos no DF”, defendeu. O chefe do Executivo estava acompanhado da esposa e colaboradora do governo, Marcia Rollemberg.
“Brasília será uma cidade muito melhor quando tiver esses espaços abertos de volta à população”, acrescentou o chefe do Executivo, em referência às outras obras em equipamentos culturais como o Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) e no Teatro Nacional Claudio Santoro.
O secretário de Cultura, Guilherme Reis, ressaltou a participação social como pilar para a reabertura do local. “Estamos extremamente felizes em começar a devolver à população os equipamentos públicos de cultura”, disse.
Para ele, a reforma é uma oportunidade para retomar o estímulo a pesquisas e ao desenvolvimento do setor em todo o DF. “Aqui, hoje, há muita gente que fez a história da dança de Brasília e certamente outras que darão continuidade a esse legado”, defendeu.
Reformado, o prédio dispõe de piso próprio para prática de dança, fachada e banheiros novos, sistemas elétrico e hidráulico adequados, iluminação modernizada e acessibilidade, como rampas e corrimãos.
Aos 79 anos, a coreógrafa e bailarina Yara de Cunto lembrou o espaço como um local de muitas memórias e definiu o momento como importantíssimo para o setor.
“Hoje renovamos a esperança. Precisamos tomar consciência de que nossa participação ativa transformará esse local em um centro dinâmico e que possa abrigar as varias complexidades da dança”, disse aos colegas.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
A convocatória para ocupação do centro será importante para dançarinos como Hyrio Netto, de 53 anos, integrante do Grupo de Dança Charme em Movimento DF. “Esperamos que seja um espaço democrático de cultura, que leve a dança para todos”, acredita o morador de Guará II, adepto da prática há 40 anos.
O grupo é formado por 12 integrantes de regiões administrativas do DF e além de fazer apresentações, ministra oficinas de charme em comunidades em situação de vulnerabilidades.
A readequação foi possível graças ao recurso de R$ 3,2 milhões, financiados pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).
A estrutura é formada por:
5 salas destinadas às práticas corporais
7 salas para práticas de produção, gestão e reflexão teórica
videoteca
jardim interno
salão de estar
cozinha
Representante da associação Conexões Criativas, o curador artístico Jorge Alencar reforçou que a entidade tem dialogado diretamente com a categoria do DF. “Sabemos que aqui é um espaço de luta, resistência e arte. Queremos compor essa gestão de forma colaborativa, com muito carinho e cuidado.”
Gestão do espaço é compartilhada com sociedade civil
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
A curadoria e a coordenação das atividades do Centro de Dança do DF serão conduzidas em parceria com a organização da sociedade civil Conexões Criativas.
Selecionada por meio de chamamento público, até dezembro, a associação será responsável pela programação das atividades e por estimular o fomento a pesquisas de linguagem, investigação do movimento, qualificação artística e aperfeiçoamento profissional.
O orçamento previsto para articular as ações é de R$ 600 mil. Ao longo desse período, convocatórias públicas permitirão a ocupação dos espaços do Centro de Dança. As inscrições para a primeira delas ficarão abertas desta quinta-feira (1º) a 12 de março.
A colaboração está integrada ao programa Lugar de Cultura e alinhada às diretrizes da Política de Estímulo e Valorização da Dança do Distrito Federal, instituída pela Portaria nº 250, de 29 de agosto de 2017, para promover a inovação, o intercâmbio e o empreendedorismo no segmento.
Seminário abre série de atividades do Centro de Dança do DF
Como parte das primeiras atividades do Centro de Dança depois da reforma, a exposição fotográfica A História que se Dança ficará em cartaz no local até 17 de junho.
A mostra apresenta 30 fotos de artistas de grupos locais do setor, com base no acervo da exposição sobre os 45 anos da dança no DF, organizada por Marconi Valadares e Yara de Cunto.
A exposição, que ficará em cartaz até 17 de junho, segue a linha curatorial do livro A História que se Dança, lançado em 2006 no Centro de Dança do DF.
De quinta-feira (1º) até sábado (3), artistas ligados à dança ocuparão as instalações recém-inauguradas com o seminário Abre Alas.
O evento, gratuito, terá três eixos temáticos:
Dança e Memória, na quinta-feira (1º)
Dança e Diversidade, na sexta-feira (2)
Dança e Infância, no sábado (3)
Compõem a agenda mesas-redondas com representantes da cena de Brasília e de outras unidades da Federação, lançamentos de livros, mostra de videodança e a instalação coreográfica Biblioteca de Dança.
Especialista alerta para que pais se mantenham atentos aos conteúdos acessados pelos filhos no ambiente virtual
A moda dos desafios em redes sociais não é mais novidade no Brasil e em outros países, e a recente morte de uma menina de 7 anos devido a este tipo de “jogo” aumentou a importância da discussão e do alerta aos pais. Outros perigos também podem ocorrer com os pequenos a partir do uso indevido e exagerado da internet, como, por exemplo, torná-los cada vez mais adultos, antissociais ou extremamente ansiosos em virtude da velocidade das informações.
Para a psicóloga Sarah Lopes, os cuidados dos responsáveis com relação às orientações devem levar em consideração a idade da criança e períodos de navegação. “Até os 5 anos, as crianças podem ficar no máximo uma hora conectada de forma fracionada. Além disso, existem aplicativos do próprio sistema operacional que bloqueiam sites inapropriados de acordo com a idade. Os pais devem ser cuidadosos evitando invadir a privacidade ou caso haja algo que requer explicações tentar conduzir sem coagir às crianças”, orienta.
O imediatismo, possibilidade de se esconder atrás de uma tela, jogos, desafios e redes sociais se apresentam de maneira atraente para os jovens. Por isso, controlar o tempo que os filhos permanecem no mundo virtual é essencial para a segurança. “É, de certa forma, injusto impedir que as crianças não tenham acesso algum a jogos, exceto os que são violentos. Mas os responsáveis precisam fazem concessões, fazendo com que as crianças não se sintam excluídas”, comenta a especialista.
A tecnologia também pode ser usada para o monitoramento através de aplicativos que controlam tempo e conteúdo acessado. A escola também pode ser uma aliada da família evitando o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares e tabletes, no ambiente escolar, e orientando os alunos sobre os riscos. “Podem incluir aulas sobre o uso correto do ambiente virtual e os perigos existentes, além de orientar os pais e estar sempre em contato direto com senhas ao perceber algo inapropriado”, explica Lopes.
A psicóloga ressalta que entreter a garotada com outras atividades contribui para distanciá-las do uso demasiado da internet, educando, divertindo e aproveitando mais tempo em família. “Existem outros meios de distração sem que seja necessário o uso da tecnologia”, finaliza.
Restaurante Madero lança novo cardápio e oferece mais opções para as refeições
Parmegiana de Lombinho e bombom de castanha-do-pará são uma das novidades nas unidades Steak House da rede, que também tem novo design no formato do cardápio. Novidades já estão disponíveis nos restaurantes Madero do Pátio Brasil, Shopping ID e ParkShopping
Não é só na moda, nos eletrônicos ou no mercado automobilístico que a inovação deve ser uma preocupação constante. Na gastronomia não é diferente e inovar nos sabores é necessário, instiga clientes a novas experiências com a marca e conquista quem busca diferenciais. A marca mantém sua alma, ou o que lhe dá reconhecimento, mas mostra sua versatilidade em acompanhar novos movimentos. Foi assim que o menu do Madero ganhou um novo sabor nos restaurantes Steak House.
Tradição austríaca já servida como entrada, o Schnitzel tem, agora, versão parmegiana. Preparado com queijo muçarela, molho de tomates e manjericão, o lombo empanado com farinha de pão, temperado com salsinha e queijo parmesão, é memória de infância do chef Junior Durski. “Este parmegiana de lombo é receita da minha avó, portanto, é receita de família, como a maioria do que fazemos no Madero”, conta.
A novidade do cardápio oferece um acompanhamento à escolha do cliente: arroz branco, farofa Madero, batatas fritas, cesta de pães, penne na manteiga ou caesar salad. O parmegiana é uma excelente opção para ser degustado acompanhado por vinho ou pelo tradicional chopp servido na caneca congelada.
Mas não é só o Parmegiana de Lombinho que está estreando no cardápio do Madero. Nas sobremesas a novidade é um sabor bem brasileiro, envolto por chocolate: a castanha-do-pará. A semente virou bombom e passa a ser mais uma opção para aqueles que não dispensam um doce.
Cardápio em sintonia – No Madero, a inovação não é apenas no sabor, mas também na forma de se comunicar com o cliente. As novidades do cardápio estão apresentadas em um novo formato, de revista, que passa agora a expressar mais claramente seu DNA genuinamente brasileiro e familiar.
A proposta é aproveitar esse importante ponto de contato da marca com o cliente para estreitar o relacionamento e contar um pouco mais sobre os propósitos e valores que a representam – como a saudabilidade, a hospitalidade e a celebração da vida, além dos segredos que ajudam a transformar o mundo.
“O cardápio é parte de um grande trabalho de aperfeiçoamento da forma como nos comunicamos e expressamos nossa identidade. Queremos cada vez mais ter uma relação franca, verdadeira e transparente com quem gosta da gente”, conta Junior Durski, presidente do Grupo Durski, do qual o Madero faz parte. Nesta linha, o menu também passa a ser um elemento que gera interesse e oferece conteúdo aos clientes.
Na primeira edição (o cardápio muda três vezes ao ano), o palmito pupunha – uma das entradas mais pedidas nos restaurantes – é a estrela, apresentado em fotos e depoimentos, que mostram sua extração sustentável por famílias de pequenos agricultores de Morretes, no litoral do Paraná.
Das entradas ao happy hour, das opções fit às saladas e massas, das carnes às sobremesas e às muitas opções de bebidas, tudo agora é apresentado em um único cardápio, facilitando e agilizando o entendimento ao cliente.
Sobre o Madero – Fundado em 2005 pelo chef Junior Durski, o Madero é hoje uma das principais redes de restaurantes do Brasil, com dois principais modelos de negócio em operação: Steak House (casual dining) e Container (fast casual). A marca é reconhecida por produzir e servir cheeseburgers gourmet, o carro-chefe da marca, além de carnes, massas, saladas e sobremesas – com rigoroso controle de qualidade, em um ambiente acolhedor e com uma sofisticação leve e despretensiosa. Atualmente, são mais de 100 restaurantes espalhados por 13 estados, e um em Miami, que juntos faturaram, em 2017, R$ 510 milhões. Para abastecer a rede, o Madero possui uma cozinha central no Paraná com capacidade de produzir 2 milhões de hamburgers/mês.
Serviço
MADEROSTEAKHOUSE – PÁTIOBRASIL
Endereço: PátioBrasil Shopping – SCS, Quadra 7, Bloco A, Asa Sul
Funcionamento:
– segunda a sexta, das 11h45 às 15h e das 18h às 23h
– sábado, das 11h45 às 23h
– domingo e feriado, das 12h às 22h
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3041-7005
MADEROSTEAKHOUSE – SHOPPING ID
Endereço: Shopping ID – SCN, Quadra 6, conjunto A, térreo, Asa Norte
Funcionamento:
– segunda a quinta, das 11h45 às 15h e das 18h às 23h
– sexta e sábado, de 11h45 a 0h
– domingo e feriado, das 11h45 às 23h
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3046-0017 MADEROSTEAKHOUSE – PARKSHOPPING
Endereço: ParkShopping – Área 6580, Guará
Funcionamento:
– segunda a sábado, das 11h45 às 23h
– domingo e feriado, das 11h45 às 22h30
Happy Hour: segunda a sexta, das 18h às 20h
Telefone: (61) 3046-6746