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sábado, maio 2, 2026
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Anvisa pauta retomada da discussão sobre regulamentação dos cigarros eletrônicos no Brasil

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O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antônio Barra Torres, convocou a Diretoria Colegiada do órgão para reunião ordinária pública no dia 1º de dezembro às 9h30. Em pauta, uma proposta de Consulta Pública de Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) para a revisar resolução que proíbe a fabricação e comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos.

Os cigarros eletrônicos são proibidos no Brasil pela Anvisa desde 2009. Uma pesquisa do Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (IPEC) mostra que o número de consumidores de Cigarro Eletrônico (CE) no Brasil mais que quadruplicou entre 2018 e 2022, passando de 500 mil para 2,2 milhões de adultos. A pesquisa aponta também que cerca de 6 milhões de adultos fumantes afirmam que já experimentaram cigarro eletrônico, o que representa 25% do total de fumantes de cigarros industrializados, um acréscimo de 9 pontos percentuais em relação a 2019.

A possibilidade de abrir consulta pública sobre o tema foi adiantada por Barra Torres, que também é relator do processo, em entrevistas recentes. “Temos os nossos prazos e nosso ritmo, que é sempre o mais rápido possível em favor do interesse público. Nosso próximo passo é colocar em consulta pública”, disse Torres em entrevista ao jornal O Globo. Ele ainda destacou que “a consulta deve ter um prazo que permita uma manifestação bem ampla, não um prazo curto” e afirmou que “o ideal” seria concluir essa etapa até o final deste ano.

Defensores da regulamentação argumentam que uma decisão nesse sentido abriria caminho para a implementação de normas sanitárias e para o monitoramento do produto, além de trazer impacto significativo para a economia do país. Essa informação está em um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), encomendado pela BAT Brasil, embasado em uma demanda potencial estimada em 3,3 milhões de consumidores ao ano. Isso representaria um mercado de R$ 7,5 bilhões ao ano. Segundo o cálculo da entidade, considerando apenas a importação do produto pelos consumidores, a arrecadação média anual de impostos federais seria de R$ 2,2 bilhões.

Caso o mercado potencial seja suprido pelo setor de fumo, seja por meio da produção interna, seja pela importação e distribuição do produto, isso resultaria em um significativo aumento de faturamento no país, que ultrapassaria os R$ 16 bilhões – um montante que, sem regulação, continuará sendo destinado ao contrabando, que hoje domina 100% do mercado no país.

Atualmente, não há controle sobre a venda, publicidade e uso de cigarros eletrônicos no país, o que permite que esses produtos sejam amplamente comercializados sem restrições, muitas vezes atraindo jovens e não fumantes. Estudos mostram que os vaporizadores ou produtos de tabaco aquecido, que são conhecidos popularmente como cigarros eletrônicos, não são produtos inócuos, mas, quando regulamentados, podem ser considerados alternativas de risco reduzido para adultos fumantes em relação aos cigarros convencionais. Atualmente, mais de 80 países já regulamentaram o produto.

Um estudo realizado na Inglaterra mostrou que indivíduos que usam apenas cigarros eletrônicos são expostos a níveis mais baixos de toxicidade da fumaça do tabaco e biomarcadores de danos potenciais (BopH) quando comparados com indivíduos que fumam cigarros convencionais. Foram encontrados níveis significativamente mais baixos de todos os Biomarcadores Urinários de Exposição (BoE) e os participantes do estudo que usaram exclusivamente cigarros eletrônicos tiveram níveis significativamente mais baixos de três dos sete Biomarcadores de Dano Potencial (BopH) medidos, incluindo carboxihemoglobina, molécula de adesão intercelular solúvel-1 e 11-desidrotromboxano B2.

É baseado em estudos como este que alguns países já adotaram os cigarros eletrônicos como política de saúde para combater o tabagismo. A Suécia está prestes a atingir uma taxa de tabagismo inferior a 5% e pode se tornar o primeiro país livre do tabaco na Europa. Esse marco histórico foi apresentado recentemente no relatório “A experiência sueca: um roteiro para uma sociedade sem fumo”.

Segundo o documento, a abordagem da Suécia para a diminuição no número de fumantes, que une métodos tradicionais com estratégias de redução de danos, tem potencial para salvar 3,5 milhões de vidas na próxima década. A estratégia do país para minimizar os efeitos prejudiciais do consumo de cigarros convencionais segue as diretrizes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS, que incluem redução da oferta e demanda de tabaco, proibição do fumo em locais específicos, e acrescenta um elemento importante: a aceitação de produtos sem fumaça, por exemplo cigarros eletrônicos ou sachês de nicotina, como alternativas menos nocivas.

Nesse sentido, a Inglaterra apresentou uma ação que segue uma estratégia similar à adotada pela Suécia. Um milhão de fumantes estão sendo incentivados a trocar cigarros tradicionais por vaporizadores em um programa chamado “swap to stop” (trocar para parar). O programa oferecerá um kit vaping gratuito para iniciantes, juntamente com suporte comportamental para ajudar os fumantes a abandonarem o hábito. Quase 1 em cada 5 fumantes na Inglaterra poderá ser beneficiado.

 

Pet Society lança concurso “Banho divertido com Beeps”

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Ação, que vai até o dia 27 de novembro, vai premiar o vencedor com um voucher de R$ 1.500

A Pet Society, referência em higiene, saúde e embelezamento animal, lança seu primeiro concurso nacional “Banho divertido com Beeps”. A campanha, que começa no dia 12 de novembro , é aberta para todos os tutores de pets (cachorros ou gatos) de todo o Brasil. Para participar, os tutores devem gravar um vídeo com o jingle de Beeps, usando os produtos, e publicar no feed do Instagram. O participante pode postar quantos vídeos quiser usando a hashtag #banhodivertidocombeeps e seguir os perfis @beeps_oficial e @psociety. Os critérios para a escolha dos 8 finalistas serão: originalidade, criatividade e coerência com o tema proposto.

“A nossa comissão técnica vai assistir a todos os vídeos e pré-selecionar oito para a publicação nas redes sociais. Então, o público vai escolher os quatro melhores para ganhar o concurso. O primeiro lugar leva um prêmio de R$ 1500.  Escolhemos a marca Beeps por sua capacidade de proporcionar momentos de diversão e interação entre os animais de estimação e seus tutores. Os cães amam se divertir e achamos que Beeps tem tudo para ajudar a transformar esses momentos com muita alegria”, explica Erika Moreira, supervisora de marketing e uma das idealizadoras do concurso. A ação vai até o dia 27 de novembro.

Para tornar a ação ainda mais especial, a Pet Society convidou a Kiliquinha, uma das maiores influenciadoras pet do Brasil, para ser uma das parceiras neste concurso. É a primeira vez que o perfil @kiliquinha se une a uma marca de produtos de shampoo e condicionador para pets.

“Escolhemos a Beeps por conhecermos já os produtos e temos a certeza da qualidade para fazer indicações aos nossos seguidores. Afinal, indicar algo que testamos e aprovamos passa muito mais credibilidade.

Sobre a Pet Society

Com 19 anos de história, a Pet Society é uma das mais reconhecidas marcas de higiene, embelezamento e saúde animal do mercado brasileiro, desenvolvendo e fabricando produtos exclusivos, inovadores, seguros e, principalmente, de alta eficácia e qualidade. Com presença em mais de 58 países do mundo e filial nos Estados Unidos, a Pet Society é 100% nacional e engloba as marcas Hydra, Soft Care, Beeps, Megamazon, Pet Society Super Premium, PS Care e MBS Pro Grooming e Hello Kitty and Friends by Pet Society  que, hoje, oferecem uma ampla variedade de produtos para todo o ecossistema pet (veterinários, pet shops, centros de estética animal e tutores). Além disso, contribui para inúmeras associações e organizações não governamentais (ONGs) que cuidam de animais e pessoas. Saiba mais em: https://petsociety.com.br e https://www.instagram.com/psociety

 

Participe do maior debate sobre Open Finance do mercado

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Você é o nosso convidado para participar do Open Finance na Prática, encontro promovido pela INIT (Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamentos – ITPs) e que acontece no próximo dia 29/11 (quarta-feira), no Distrito Federal, a partir das 16h.

O evento será uma grande oportunidade para levantar pautas sobre o tema e será dividido em dois principais painéis de discussão:
Painel 1: Casos de uso relevantes para o desenvolvimento do Open Finance brasileiro
Painel 2: Próximos passos na agenda evolutiva do Open Finance
Entre os painelistas, o evento contará com a presença de Ivo Mosca, da Febraban, Luana Soratto, da PicPay, além de representantes do Banco Central e outras instituições, que irão debater as principais tendências sobre o mercado de Open Finance da atualidade.
O encontro irá mostrar os principais pontos de discussão interna na INIT para o público geral e reguladores que estarão presentes, trazendo pluralidade de visões, além disso  reforçar os impactos que o ITP traz e poderá trazer para o ecossistema do OPF.
Por fim, o VRP (Pagamento Recorrente Variável) terá importância central no debate, já que será prioridade do BC para 2024. O evento trará a visão dos painelistas sobre o VRP, apontando casos de uso possíveis, impacto no usuário e desafios para implementação.
Caso tenha disponibilidade de agenda, aguardamos a sua confirmação neste e-mail.
Contamos com a sua presença!
Serviço:
Data: 29/11 (quarta-feira)
Endereço: Serviço Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa – IDP – SGAS II St. de Grandes Áreas Sul 607 Módulo 49 – Asa Sul, Brasília – DF, 70200-670
Horário: 16h às 19h30
Mais informações: https://init.org.br/index.html

Empreendedorismo feminino: irmãs gerenciam grupo com nove empresas e dão dicas para quem quer ter o próprio negócio

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Estimuladas a empreender pela mãe, Mislene e Lidiane contam que maior desafio é conciliar vida profissional e pessoal

No mês em que é comemorado o Dia do Empreendedorismo Feminino (19/11), uma data reconhecida pela ONU há 11 anos para reforçar a importância de incentivar as mulheres a criarem seus próprios negócios, é importante saber que, até o terceiro trimestre de 2022, havia mais de 10 milhões de mulheres empreendendo no Brasil, segundo o Sebrae. A mesma pesquisa destacou que nove em cada dez empreendedoras lideravam seus negócios sozinhas, enfrentando muitos desafios.

As irmãs Lidiane Bastos e Mislene Lima sabem bem do que se trata o empreendedorismo feminino, já que lideram um grupo com nove empresas e mais de 100 funcionários. Segundo Lidiane, que é CEO do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição, uma grande questão é que a mulher que é empreendedora costuma trabalhar quase em tempo integral. “É preciso entender que as dificuldades são naturais, especialmente no início, e que a maior delas é conciliar vida profissional e pessoal”, diz.

Segundo Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e  líder de vendas do Grupo Simão, a mulher que empreende costuma se cobrar muito por nem sempre conseguir se dedicar bem às diversas áreas da vida. “Não adianta dizer que é fácil. Na verdade, a gente se questiona o tempo todo, mesmo tendo a certeza de que dará tudo certo. Questionamos o tempo de qualidade com a família, com os amigos, as horas trabalhadas a mais que deveriam ser curtidas fora do ambiente de trabalho, mesmo que sejam em home office”, afirma.

Formada em administração, Lidiane é  empreendedora desde 2004. Já Mislene é líder de vendas e contadora de formação. Ela está no mercado desde 2008. Ambas começaram a empreender com a mãe, Arlete, que atuava na área de embalagens. A partir daí, contam que os horizontes foram se ampliando e passaram a apostar em outras áreas.

“Os obstáculos foram muitos desde o início. Como começamos a nossa vida empreendedora na área de distribuição, onde a maior parte do mercado é masculina, percebemos uma resistência e uma diferença nas tratativas de negócios. Mas entendemos que os desafios existem em qualquer área e segmento; e tentamos sempre dar o nosso melhor”, avalia Lidiane.

Para Mislene, é importante que a mulher que empreende entenda que vai haver dificuldades e problemas de agenda, porém, ter um negócio é muito recompensador. “É uma alegria imensa ver as coisas dando certo, por isso todo esforço acaba compensando no final”, acredita.

Confira dicas das empreendedoras para as mulheres que querem ter o próprio negócio:

  • Entenda que será desafiador no início – As executivas explicam que empreender não é um conto de fadas e vai exigir bastante da mulher empreendedora, mas pode ser muito recompensador.
  • Tente encontrar momentos para se dedicar à vida pessoal – “Apesar do trabalho ocupar a maior parte da agenda de uma empreendedora, é fundamental encontrar brechas para passar momentos de qualidade com a família”, sugere Lidiane.
  • Conheça bem o mercado e público e aprenda sempre – Estar aberta ao aprendizado, pesquisando bem o mercado e concorrentes e estando aberta a aprender é essencial para o negócio dar certo, segundo as empreendedoras.
  • Seja persistente e resiliente – Empreender é desafiador, por isso quem começa não pode desistir ao sinal da primeira dificuldade. “É importante desenvolver habilidades de liderança , acreditar em si mesma e seguir em frente”, diz Lidiane.
  • Tenha excelentes profissionais ao seu lado – “Hoje sabemos que profissionais medianos não vão nos ajudar a chegar ao topo se é o que queremos. Valorize e cerque-se de ótimos profissionais”, conclui Mislene.

 

Mislene Lima é especialista em encantamento ao cliente e  líder de vendas do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários.

Lidiane Bastos é administradora de empresas e CEO do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários.

Sobre o Grupo Simão
O Grupo Simão reúne as marcas Olaplastic e Simão Distribuidora  e tem como missão levar praticidade para o dia a dia, oferecendo uma ampla variedade de produtos, desde embalagens e utensílios de cozinha até descartáveis e equipamentos diversos. Com mais de 30 anos de tradição, integra nove empresas e mais de 100 funcionários.  Acesse o site.

 

Saiba como os aminoácidos atuam na saúde muscular de idoso

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Happy senior couple having fun while having lunch in dining room. Focus is on ma feeding his wife.
Especialista explica como eles podem auxiliar na disposição e na qualidade de vida  

 Para chegar à terceira idade com a saúde em dia, a atenção na dieta deve ser redobrada. À medida que envelhecemos, a perda de massa e força muscular podem se tornar problemas significativos. Por isso, uma alimentação rica em aminoácidos pode ser benéfica e auxiliar na manutenção de massa magra.

Essas substâncias desempenham um papel fundamental no corpo humano, incluindo a construção de blocos de proteínas, que são responsáveis pela manutenção, reparo e crescimento dos tecidos musculares. A síntese de proteínas musculares é estimulada especialmente pelo aminoácido de cadeia ramificada, leucina.

Alguns aminoácidos, como a glutamina, podem ajudar em casos de degradação ou catabolismo dos músculos, perda que ocorre geralmente em idosos, além de auxiliar na recuperação após exercícios. Para assegurar o bom funcionamento do organismo, é importante manter-se ativo e conciliar uma dieta equilibrada às atividades físicas.

“Especialmente após os 45 anos, quando há um decréscimo natural de massa muscular, manter uma dieta rica em aminoácidos pode trazer impactos positivos a musculatura e acabar contribuindo para manutenção da autonomia e bem-estar geral.”, afirma a gerente da Ajinomoto do Brasil, Tatiana Gargalaka.

Além de incluir os aminoácidos na rotina, a manutenção da saúde muscular em idosos depende de outros fatores, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, ingestão adequada de calorias e proteínas, e a gestão de condições médicas subjacentes.

 

Fuvest: saiba os temas mais cobrados na 1ª fase do vestibular

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Levantamento feito pelo Aprova Total revela quais assuntos estudantes podem encontrar na prova

O vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), considerado o segundo mais concorrido do país, após o Enem, está se aproximando, e candidatos buscam estratégias para se preparar adequadamente. Uma análise minuciosa das provas de 2013 a 2023, revela os temas mais recorrentes em cada disciplina na 1ª fase do exame.

“Uma característica tradicional da prova da Fuvest: as questões, tanto na 1ª quanto na 2ª fase, tendem a ser mais conteudistas. Não é raro vermos algumas questões mais nesse estilo do que as que vemos em outros vestibulares, como o próprio Enem”, aponta o professor Jubilut, dono de um dos principais canais de educação no Youtube e fundador do Aprova Total.

Confira o levantamento:

Biologia:

A disciplina de Biologia destaca-se na Fuvest, com ênfase significativa em Ecologia, que representa 21,8% das questões. Botânica (10,5%), Genética (9,8%), Zoologia (6%) e Bioenergética (6%) também figuram como temas recorrentes.

Química:

As questões de Química apresentam contexto e recursos visuais, destacando-se Equilíbrio Químico (11%), Reações Orgânicas (10,3%), Soluções (6,9%), Moléculas e Propriedades (6,9%) e Termoquímica (6,2%).

Física:

O exame de Física enfatiza interpretação e questões interdisciplinares. Eletrodinâmica (16,3%), Termologia (12,2%), Trabalho e Energia (11,3%), Ondulatória (8,6%) e Dinâmica (8,6%) são os tópicos mais abordados.

Matemática:

Conteúdos como Matemática Básica (15,7%), Trigonometria (11,4%), Geometria Espacial (10,7%), Geometria Plana (10,7%) e Funções (10%) são recorrentes nas provas de Matemática.

História:

A Fuvest prioriza questões sobre a História do Brasil, com destaque para Brasil Colônia (16,8%), Idade Moderna (12,1%), Idade Antiga (9,4%), Idade Contemporânea (8,7%) e Brasil Monárquico (8,1%).

Geografia:

Geografia na Fuvest abrange uma variedade de conteúdos, destacando-se Espaço Brasileiro (9,9%), Espaço Agrário (9,9%), Questões Ambientais (7,8%), Biomas (7,8%) e Geopolítica (7,1%).

Filosofia e Sociologia:

A Fuvest introduziu questões exclusivas de Sociologia e Filosofia. Temas como Grécia Antiga, Fenomenologia, Existencialismo, Desigualdade Social, Trabalho na Contemporaneidade e Ciência Política são relevantes para o vestibular.

Linguagens:

A prova de português aborda Gêneros Textuais (29%), Figuras de Linguagem (13%), Poesia (10,1%) e Classes Gramaticais (7,2%), envolvendo interpretação de texto.

Literatura:

Literatura na Fuvest mescla-se com Português. Escolas Literárias (48,3%), Modernismo (35,6%), Literatura Contemporânea (11,9%) e Introdução à Literatura (4,2%) são áreas frequentemente cobradas.

Inglês:

A prova de Língua Inglesa exige interpretação e vocabulário. Conhecimento de adjetivos e pronomes é essencial, com a possibilidade de questões interdisciplinares.