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sábado, maio 2, 2026
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“Precatórios podem ser saída para dívidas de outros clubes de futebol além do Corinthians”, diz especialista

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Segundo executivos da Jequitibá Investimentos, deságio de quase 90% para pagar Neo Química Arena é incomum, mas dependendo da natureza e prazo, a operação é factível.

Foi divulgado nesta sexta-feira (17) que o Corinthians enviou uma proposta à Caixa Econômica Federal para quitação da dívida total da Neo Química Arena. Para parte da dívida, o clube utilizará uma carteira de precatórios, adquirindo R$ 300 milhões em títulos com deságio de 90%.Os sócios-fundadores da Jequitibá Investimentos, empresa especializada em precatórios, com mais de R$ 500 milhões em títulos desse tipo negociados em 2022, comentam a proposta, atualmente aguardando aceitação da Caixa:

“Se fosse uma dívida com a União Federal ou alguma empresa da administração pública federal, a aceitação dos precatórios seria obrigatória, pois é modalidade de satisfação de dívida prevista na Constituição Federal (emenda constitucional dos precatórios), mas a Caixa tem regime um pouco distinto, pois é banco, ainda que público. O que chama a atenção neste caso, entretanto, é que não é comum uma negociação de precatório com deságio de 90%. Hoje, o mercado costuma negociar com credores deságios de cerca que variam entre 30% e 40%, que são bons para ambas as partes.

Porém, caso essa carteira seja de títulos de longuíssimo prazo (que demorariam décadas para serem pagos) e de natureza não-alimentar (que têm uma legislação mais restrita em relação ao deságio), não é impossível, além de ser uma proposta bastante razoável e interessante também para a Caixa, uma vez que para a instituição financeira o que vale é o valor ‘de face’ dos títulos, que é de R$ 300 milhões”.

“De toda forma, utilizar precatórios para quitar dívidas federais é um recurso interessante para empresas e até outros clubes de futebol, mas é importante que conte com o apoio de especialistas. No último ano fomos procurados por algumas SAFs (Sociedades Anônimas de Futebol, tipo específico de empresa regulado pela Lei 14.193/2021) com interesses parecidos e essa proposta do Corinthians tem tudo para se tornar uma tendência”, destaca Fúlvio Rebouças, sócio-fundador da Jequitibá Investimentos

Cuca Concursos Brasília oferece semana gratuita de aulas estratégicas para concurseiros

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Ótima oportunidade para os concurseiros de plantão, ou até mesmo para aqueles que querem dar o pontapé inicial nos estudos, o Cuca Concursos Brasília vai oferecer aulas totalmente gratuitas e estratégicas, de 20 a 24 de novembro, com professores renomados e disciplinas essenciais para alcançar  uma carreira prestigiada no serviço público.

Segundo o diretor do Cuca Concursos e especialista em informática, professor Deodato Neto, 2024 será um ano com muitas vagas. “A hora de agir é agora. Quem quer ser aprovado em concursos públicos, deve começar os estudos quanto antes. O ano que vem promete muitas oportunidades, e cada minuto dedicado aos estudos é um investimento no seu sucesso futuro. Não espere, aja hoje para colher os frutos amanhã”, aconselha.

Quem participar contará com aulas de Legislação Penal, Raciocínio Lógico, Informática, Língua Portuguesa e Processo Penal. Deodato afirma que a estabilidade financeira, por meio de concursos não é um sonho distante. “É um objetivo ao alcance da dedicação de cada um. Estamos sempre realizando eventos gratuitos para incentivar quem busca passar nas provas, então não tem desculpa, basta se dedicar”, afirma.

Confira a programação completa:

– 20/11/2023 – Legislação Penal – Professor Diego Braga.

– 21/11/2023 – Raciocínio Lógico – Professor Diego Ribeiro.

– 22/11/2023 – Informática – Professor Deodato Neto.

– 23/11/2023 – Língua Portuguesa – Professor Fabrício Dutra.

– 24/11/2023 – Processo Penal – Professor Rafaela Nobrega.

As aulas serão realizadas das 19h às 21h, no Cuca Concursos (514 Sul), e as inscrições podem ser feitas pelo site: (www.cucaconcursos.com.br/product/semanafre/) .

Serviço

Semana Free – Presencial – Avança CucaPASS

Local: Cuca Concursos – W3 sul – 514 – Bloco B – Sala 59 – Entrada pela W3.

Data: 20 a 24 de novembro

Hora: 19h às 21h

Inscrições gratuitas pelo site: www.cucaconcursos.com.br/product/semanafre/

 

Qual o melhor momento para comprar um carro elétrico?

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Especialista do Klubi aponta momento para planejar a compra com antecedência e acompanhar o amadurecimento deste mercado.

Pouco a pouco vemos os carros elétricos dominando as ruas. Até o final da década, eles devem representar 86% do mercado, segundo relatório do Rocky Mountain Institute (RMI). De acordo com a Agência Internacional de Energia, 14% dos veículos vendidos neste ano são elétricos.

Por outro lado, o mercado ainda precisa de adaptação para fazer a transição dos veículos a combustão para os movidos a bateria. No Brasil, existem cerca de 3 mil eletropostos, mas uma estimativa da ABVE aponta que até 2025 este número deve chegar a 10 mil.

O preço destes veículos também está oscilando muito no momento. Modelos das marcas Caoa Chery e Jac chegaram ao mercado custando R$ 150 mil no começo deste ano e hoje são oferecidos por cerca de R$ 120 mil. Para o Fundador da Eletricar, Matheus Afonso, “Esse é um segmento que vem crescendo muito e sua tecnologia ainda está se adaptando. Neste momento, o preço desses veículos fica cada vez mais acessível e já vale bastante a pena. Para quem deseja ter um elétrico nos próximos anos, vale analisar esse mercado e começar a planejar a compra”, explica Mateus.

Matheus agora é criador de conteúdo Klubi, única fintech autorizada pelo Banco Central a operar com consórcios no país, e publica conteúdos com dicas sobre carros elétricos. O Klubi atualmente tem como carro-chefe o consórcio automotivo entre R$50 a 200 mil, com planos de até 100 meses. Para o CEO, Eduardo Rocha, os consórcios se destacam para motoristas que querem comprar um veículo de forma planejada e são uma ótima alternativa para evitar os financiamentos, que chegam a cobrar 30% ao ano do consumidor. No consórcio de um elétrico, o interessado pode até mesmo oferecer o valor do seu carro a combustão como um lance para acelerar seu plano de dirigir um veículo movido à bateria”, finaliza o executivo.

 

16º Salão do Artesanato acontece de 15 a 19 de novembro

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Em 16 de novembro o 16º Salão do Artesanato realizará solenidade de abertura, onde, ao lado de patrocinadores e apoiadores, os anfitriões Leda Simone e Rômulo Mendonça, sócios da Rome Eventos, receberão autoridades e convidados. Um dos destaques da noite será o lançamento do Selo Oficial do evento, pelos Correios, e um leilão beneficente capitaneado por Liana Alagemovitz, vice-presidente da Associação Comercial do Distrito Federal. Na ocasião serão leiloadas peças exclusivas assinadas por mestres artesãos brasileiros, entre elas uma obra de arte em forma de árvore de Natal estilizada criada pela dupla Mônica Carvalho e Raphael Strauss. O valor arrecadado será revertido para a compra de cestas natalinas e repassadas ao programa beneficente Mesa Brasil—SESC.

Tivemos como ponto de partida este símbolo natalino, mas sem nos prender às formas tradicionais, pois a MariaMadeira sempre agrega brasilidade às suas peças. Assim, os galhos e a raiz da escultura apresentam um pouco da tortuosidade tão característica do Cerrado.  As peças são unidas por um eixo de aço, permitindo a rotação e criação de diferentes formas“, explica Strauss sobre a peça trabalhada em madeiras certificadas como tauari-vermelho, angelim-pedra, cumaru, faieira, muirapiranga, garapa e roxinho.

Este ano, com o slogan “Onde o Brasil encontra a sua arte”, o evento—um dos maiores do Brasil e o maior do Centro-Oeste, no segmento–, reunirá artesãos de todas as regiões do país em uma celebração do artesanato, uma das preciosidades da cultura brasileira. Aberto ao público com entrada franca de 15 a 19 de novembro, o Salão, realizado no shopping Pátio Brasil, oferecerá programação diversa, muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural.

Ao longo de cinco dias, o público terá acesso ao talento de centenas de artesãos que desenvolvem seus trabalhos a partir de tipologias como cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras. No total, serão cerca de 80 mil peças, desde as menores, como acessórios e utensílios, até as maiores, como esculturas, cestarias, utilitários, objetos de decoração e móveis.

O Salão do Artesanato conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios.

Liana Alagemovitz cred ACDF

Serviço:

16º Salão do Artesanato

Shopping Pátio Brasil

De 15 a 19 de novembro

Das 10h às 22h (quinta, sexta e sábado)

Das 10h às 20h (domingo)

Entrada franca

O evento de 16 de novembro é restrito a convidados

www.salaodoartesanato.com.br

Invasão Alien chega ao Boulevard Shopping Brasília

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Invasão Alien chega ao Boulevard Shopping Brasília

Para quem adora desafios, o labirinto Invasão Alien chega ao Boulevard Shopping Brasília com experiências de outro mundo. Os aventureiros irão se surpreender com sustos, enigmas e muita diversão, até 31 de janeiro de 2024, no piso 1.  A atração atende grupos de 4 pessoas por vez e funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 22h, aos sábados das 12h às 22h, e aos domingos e feriados das 12h às 20h. O valor único para adultos, crianças e estudantes é de R$ 25 cada e pode ser comprado pelo Sympla neste link.

Os participantes podem escolher entre 7 opções de percurso, sendo eles:

Coragem – Preparado especialmente para crianças a partir dos 7 anos acompanhadas do responsável, e de pessoas que não gostam de grandes sustos.

Perdidão – Voltado para grupos dispostos a sentirem fortes emoções, acompanhado de luzes, sons e muita perseguição;

Noturno – Destinado para grupos de jovens corajosos e que tenham muita disposição, pois entram no labirinto com apenas uma lanterna em mão em meio a escuridão para enfrentar o terror de alienígenas;

Encurralados – Nesta modalidade o grupo ou algumas pessoas poderão ser encurraladas por estranhos seres em alguns trechos do labirinto;

Blackout – Para grupos que querem muita emoção em um ambiente totalmente escuro. Cuidado! Surpresas pelo caminho;

Invasão – A busca pela saída não parece ter fim, para sair é preciso desvendar mistérios em meio a sustos e aventuras

Inverso – Temido pelos corajosos, este percurso desafia os aventureiros com surpresas de arrepiar.

 

Invasão Alien

Data: até 31 de janeiro de 2024

Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 14h às 22h. Sábado, das 12h às 22h e domingo das 12h às 20h.

Local: Piso 1 do Boulevard Shopping Brasília

Ingresso: R$ 25 e pode ser comprado pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/invasao-alien/2218270?_gl=1*1n5zddb*_ga*MTgzNTI1OTUxMi4xNjk3NDY4NjQ4*_ga_KXH10SQTZF*MTY5ODA3Mjc2NS4zLjEuMTY5ODA3NDA4My4wLjAuMA

Classificação: crianças a partir de 7 anos podem participar, desde que estejam acompanhadas por um responsável

Começa nesta quinta(16), em Tiradentes, a 12ª edição do Festival Artes Vertentes

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"Chegamos a um ponto em que o homem alterou tanto a natureza que ela já não existe no sentido antigo", Reinhold Leinfelder. Série produzida entre 2011 e 2017 no Estado de Veracruz, México, um lugar de tormentas e furacões onde a paisagem sempre muda com as pegadas irreversíveis deixadas pelo homem. A natureza está devastada, o meio ambiente nunca mais será o mesmo e nunca voltará ao seu estado primitivo. Antropoceno é um termo cunhado por Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química de 1995. O prefixo grego "antropo" significa humano; e o sufixo "cene" denota as eras geológicas. Portanto, este é o momento em que estamos hoje: a Era dos Humanos, a Era do colapso ambiental. Algumas das fotografias são de longa exposição, algumas chegam a até 10 minutos de exposição à noite. As intervenções são feitas com fogo, pneus, lixo, redes, canos e o homem. São imagens que sugerem uma nova era geológica chamada Antropoceno, que estabelece um vínculo intrínseco e indivisível entre o ser humano e a natureza, como sugere o cientista Paul J. Crutzen. "O Antropoceno representa um novo período na história do planeta, no qual o ser humano se tornou o motor da degradação ambiental e o vetor de ações catalisadoras de uma provável catástrofe ecológica". "O ecocídio é um crime contra as espécies animais e vegetais do planeta. Esse crime está se espalhando em larga escala pelo mundo e se agrava a cada dia. A extinção ou grande redução de insetos e, em particular, de abelhas, ameaça a agricultura e a vida selvagem, pois não há reprodução da flora sem polinizadores". Confirmado o impacto devastador das atividades humanas na natureza, a Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES) da ONU demonstrou que há um milhão de espécies em perigo de extinção. O relatório elaborado nos últimos três anos, publicado em maio de 2019, realizou uma avaliação do ecossistema global com base na análise de 15.000 materiais de referência. O fato é que vivemos em uma sociedade de risco que gera crescentes negatividades. Assim como o desenvolvimento sustentável se tornou uma contradição de termos, o tripé da sustentabilidade se tornou um trilema, de acordo com Martine e Alves (2015). Uma Terra com menos biodiversidade no contexto do aquecimento global não será apenas um lugar perigoso para se viver, mas o planeta pode ter áreas maiores e mais inabitáveis. O aquecimento global, a extinção de espécies e a redução da biodiversidade, juntamente com a perda de fertilidade do solo em uma situação de crise hídrica, podem ser prenúncios de um colapso ambiental e social. O Professor Jem Bendell afirma: "A mudança climática é agora uma emergência planetária que representa uma ameaça existencial para a humanidade". Ele prevê um colapso ecológico que ocorrerá em um curto período de uma geração. Além do aquecimento global e da perda de cobertura florestal, a humanidade está degradando os solos e as fontes de água doce. O relatório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas sobre mudanças climáticas e terra, publicado em 8 de agosto de 2019, mostra que existe um efeito de retroalimentação perversa entre a produção de alimentos e o aquecimento global. O relatório mostrou que o crescimento da população mundial e o aumento do consumo per capita de alimentos (rações, fibras, madeira e energia) provocaram taxas sem precedentes de uso da terra e água doce, e a agricultura representa atualmente cerca de 70% do uso mundial de água doce.

A cidade de Tiradentes/MG recebe ao longo de 11 dias, a programação diversificada do Festival Artes Vertentes. Considerado um dos eventos mais importantes do país na promoção das artes de forma integradas, a programação reúne uma série de atrações, reunindo nomes nacionais e internacionais.  

Reconhecido como um dos mais importantes festivais de artes integradas do país, o Festival Artes Vertentes – Festival Internacional de Artes de Tiradentes  terá início nesta quinta-feira. A programação reúne concertos, exposições, exibições, espetáculos, bate-papos, residências artísticas, oficinas, além de uma série de atividades voltadas para a promoção das artes e do conhecimento.

O tema escolhido para nortear as escolhas e as narrativas artísticas desta edição é “Paisagens Imaginárias”. Com esta temática, a curadoria pretende ampliar a reflexão sobre modelos reais de integração e diálogo das mais variadas vertentes artísticas, destacando ao longo da programação, manifestações como a música, a literatura, o teatro, a dança, o cinema e as artes visuais e a oralidade, reunindo representantes do Brasil e também do exterior. De acordo com o curador e diretor artístico do festival, Luiz Gustavo Carvalho, Minas Gerais é um estado que possui uma relação direta com as paisagens reais e imaginárias uma vez que esta foi uma das regiões mais devastadas ao longo da história pela exploração de suas riquezas reais e imateriais. No pensamento dos homens que “desbravavam” a terra, o território era percebido como uma espécie de lugar paradisíaco, criando uma espécie de paisagem imaginária capaz de reunir o real, o inventado, o extinto e o projetado.

Na literatura de Guimarães Rosa, encontramos diversas referências às paisagens e personagens mineiros. Enquanto isso, nas obras de Shakespeare, Mia Couto, Andrei Platônov e outros autores, é possível observar como as paisagens se movimentam, fundindo-se aos personagens. O tema também explora as paisagens imaginárias introduzidas pelos movimentos messiânicos que ocorreram em diversas partes do Brasil e do mundo, que foram fundamentais para exaltar a relação entre terra e paisagem. O mote curatorial incita a uma discussão sobre a relação entre as paisagens imaginárias versus a invisibilização de paisagens, sobretudo as humanas.

Nesse sentido, a programação do Festival Artes Vertentes busca elucidar e oxigenar conceitos, além de promover uma série de experiências imersivas envolvendo as mais diversas manifestações artísticas, incluindo análises de temas relevantes da nossa história. Enquanto isso, celebra a criação e as possibilidades de conexão entre os meios, potencializando o fazer e a fruição artística.

Programação

A abertura oficial do 12º Festival Artes Vertentes será realizada às 17h desta quinta, no Centro Cultural Yves Alves, e contará com a apresentação dos grupos musicais da Ação Cultural Artes Vertentes: Musicalização Artes Vertentes, Pequenos Grandes Violinistas e Coro VivAvoz. Na sequência, às 18h, também no Centro Cultural Yves Alves, haverá a abertura da exposição Anjos caídos, reunindo obras da premiada fotógrafa, jornalista e escritora francesa Emilienne Malfatto. A mostra reúne imagens e conteúdos que lançam um olhar poético, denunciativo e delicado para situações que envolvem a perda, o luto, o trauma, a ausência, com foco na memória dos Yazidis, minoria religiosa curda, estabelecida numa região localizada na fronteira entre o Iraque e a Síria. Praticando um dos monoteísmos mais antigos do mundo, os Yazidis têm sido alvo de inúmeros genocídios ao longo da história. Através da superposição de fotografias e retratos antigos, acompanhados dos relatos das pessoas que regressaram ao território, Emilienne Malfatto retrata uma terra de fantasmas, onde as pessoas (sobre)vivem assombradas pelos ausentes. O Sobrado Quatro Cantos, inaugura, também às 18h, a exposição Da casa à paisagem, uma parceria com o Campus Cultural UFMG Tiradentes. A mostra reúne trabalhos assinados por Andrea Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Liliza Mendes, Roberto Bethônico e Rodrigo Borges. Às 19h, o Largo de Sant’Anna, recebe a apresentação do espetáculo de dança e música Vós que pulsais, livremente inspirado nos signos e elementos presentes no conto O lobisomem de Minas, do escritor suíço Blaise Cendrars. A montagem é resultado de um processo de criação fomentado pelo Festival Artes Vertentes e realizado em Tiradentes ao longo dos anos de 2022 e 2023 por Morena Nascimento, Sofia Leandro e Bruno Santos. A música, composta por Leonardo Martinelli, remete-nos aos encontros reais ou imaginários que acontecem dentro e fora da narrativa de Cendrars. Encerrando o primeiro dia de programação, às 20h30, será a vez do concerto Você se lembra da noite?, inédito em Minas Gerais, reunindo a reverenciada soprano Eliane Coelho e o pianista Gustavo Carvalho, numa homenagem a Serguei Rachmaninov.

No dia 17 de novembro, sexta-feira, a programação será iniciada com duas exibições do filme Kirikou e a feiticeira, do francês Michel Ocelot. Ele poderá ser conferido às 09h e também às 14h, no auditório do Centro Cultural Yves Alves. O longa de animação narra uma saga que se passa num vilarejo da África. O minúsculo Kirikou nasce num povoado sob o qual uma feiticeira, Karaba, lançou um terrível feitiço capaz de fazer a fonte de água secar enquanto homens são sequestrados e vão desaparecendo misteriosamente. Kirikou, logo que sai da barriga da mãe, quer libertar o vilarejo do seu domínio maléfico e descobrir qual o segredo da sua maldade. Às 16h30, as escritoras Ana Martins Marques e Aline Motta, promovem o lançamento dos respectivos livros De uma a outra ilha (Círculo de Poemas, 2023) e A água é uma máquina do tempo (Círculo de Poemas, 2022), durante um café literário nos jardins do espaço Marcas Mineiras. O Museu Padre Toledo recebe, às 18h30, o programa Visões do ontem, memórias do amanhã, que mistura música, literatura e cinema. Durante a apresentação, o duo Sofia Leandro & Bruno Santos irá interpretar obras de dois compositores contemporâneos(Vinícius Baldaia e Thiago Vila), em diálogo com o curta-metragem A plataforma((La jetée), de Chris Marker e com a poesia de Felipe Franco Munhoz. No mesmo dia, às 20h, no Museu Casa Padre Toledo, Aline Motta realizará uma leitura performática com projeção em vídeo baseada no seu primeiro livro, lançado em 2022, A água é uma máquina do tempo. Às 21h, no Palco Canudos, que será montado no Jardim Interno do Museu Padre Toledo, o Festival recebe o show solo de Kiko Dinucci, em formato voz e violão. No repertório, canções de seu álbum mais recente, Rastilho, além de outras músicas que integram seus outros discos e projetos anteriores, como Metá Metá e Passo Torto.

A programação do dia 18 de novembro terá início às 11h com leitura e encontro com a escritora e cineasta Rita Carelli, autora de Menina mandioca, um livro infantil que é resultado da vivência da autora em terras indígenas durante a sua infância. A publicação nasceu do desejo de Rita de ver crianças e adultos sonhando ser plantas, pedras ou rios. O mito indígena de origem do alimento essencial para a sobrevivência dos povos originários é o responsável por trazer uma série reflexões importantes sobre o respeito ao meio-ambiente. Desta forma, o livro contribui para apresentar às crianças informações e conceitos sobre outras formas existências, refletindo sobre a nossa ancestralidade e nossa responsabilidade com o meio-ambiente. Logo mais, às 11h, o Ciclo de Ideias, O Jardim das Hespérides: Minas e as visões do mundo natural no séc. XVIII, conduzido pela historiadora Laura de Mello e Souza, o público terá a oportunidade de analisar parte da história do estado de Minas Gerais a partir de quatro perspectivas: mítica, trágica, prática e afetiva – que se misturam ao longo do curso histórico e concorrem para demonstrar como a relação com o mundo natural teve um papel fundamental para a formação sociocultural mineira. A atividade será realizada no Solar Quatro Cantos e a entrada é franca. Às 15h30, o Centro Cultural Yves Alves recebe uma sessão dupla de cinema, com a exibição dos curtas Yaõkwa, imagem e memória, de Rita e Vicent Carelli e A Era de Lareokotô, de Rita Carelli. Ao longo dos dois filmes, a cineasta retrata alguns aspectos da cosmovisão do povo indígena Enawenê Nawê. O projeto Vídeo nas Aldeias, fundado por Vicent Carelli, realizou com os indígenas Enawenê Nawê, durante quinze anos, extensos registros do Yaõkwa, seu mais longo ritual, em que os mestres de cerimônia puxam, durante sete meses, uma miríade de cantos a fim de manter o equilíbrio do mundo terreno com o mundo espiritual. No curta-metragem Yaõkwa, imagem e memória, realizado quinze anos mais tarde depois do início do projeto, os Enawenê Nawê reencontram essas imagens e, com elas, parentes falecidos, costumes que caíram em desuso e preciosos cantos rituais. Já o filme A Era da Lareokotôobserva um dia intenso – e comum – na aldeia do povo indígena Enawenê-Nawê (MT). Kularenê, nos conta como, ao saírem de dentro da mesma pedra, índios e brancos tomaram rumos distintos. Logo depois, às 16h30, a Marcas Mineiras recebe um Café Literário, com Emilienne Malfatto e Rita Carellipara o lançamento dos livros Que por você se lamente o Tigre (Editora Nós, 2023), vencedor do Prêmio Goncourt 2021 na categoria Primeiro Romance, e Terrapreta (Editora 34), vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria Melhor Romance de Estreia. Às 18h, o concerto Esperar apenas a primavera para florir promete emocionar o público com um repertório que inclui peças de John Cage, Sofia Gubaidulina, Leonardo Martinelli e Claude Debussy, interpretadas pela mineira Cássia Lima (flauta), o canadense Peter Pas (viola) e argentina Soledad Yaya (harpa), tecendo um diálogo com a poesia de Ana Martins Marques. Às 19h30, no Centro Cultural Yves Alves, começa a sessão do  filme Aguirre, a ira de Deus, de Werner Herzog. Baseado em fatos históricos, o longa narra uma expedição espanhola do século XVI pela selva amazônica em busca da mítica cidade de El Dorado, local onde diziam ser reduto de muito ouro. A viagem acaba em motim e tragédia, tendo como personagem central a insana figura do conquistador Don Lope de Aguirre. Encerrando a programação do primeiro sábado de atividades, às 21h, no Palco Canudos, o público poderá conferir a apresentação do músico Roger Deff, um dos expoentes do Hip Hop mineiro. Suas canções e atuação exploram as relações entre a periferia e o centro, a diáspora negra e a conexão movimento Hip Hop com os dilemas contemporâneos.  O trabalho do artista estabelece diálogos com toda uma gama de estéticas sonoras de matriz africana e traz reflexões sobre lutas, anseios e esperanças coletivas.

No dia 19, a programação está prevista para começar ao meio-dia, na Igreja São João Evangelista, com o concerto Postais de parte alguma, inteiramente dedicado à canções escritas por dois compositores contemporâneos: Leonardo Martinelli e Luciano Berio.  A apresentação contará com leituras de Ana Martins Marques, e envolverá ainda a participação dos músicos: Manuela Freua(voz), Cássia Lima( flauta), Luca Raele(clarineta), Soledad Yaya(harpa), Peter Pas(viola), Elise Pittenger(cello), Bruno Santos(percussão) e Fernando Rocha(percussão). Logo depois, às 18h, a Igreja Nossa Senhora das Mercês recebe o concerto Canções de amor, canções sem palavras, com repertório dedicado aos compositores Robert Schumann, Felix Mendelssohn Bartholdy e Viktor Ullmann. A execução musical ficará por conta de um time de peso, formado pela soprano Eliane Coelho, o violinista russo Stepan Yakovitch, o violista romeno Razvan Popovici, além dos pianistas Cristian Budu e Gustavo Carvalho. A apresentação contará com leituras do poeta e ficcionista Ismar Tirelli Neto. Na sequência, às 20h30, uma jam session especial reunirá músicos participantes do Festival Artes Vertentes, em caráter informal, no Espaço Marcas Mineiras. Intitulada “Sunday Night Fever”, a apresentação é aberta ao público.

No dia 20, o concerto Lenda, reunirá os musicistas Thorsten Johann(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Uiler Moreira(violino), Razvan Popovici(viola), Elise Pittenger(cello),  Cristian Budu(piano) e Gustavo Carvalho(piano) para um repertório dedicado à obras de  Robert Schumann, Antonin Dvorak e Ernst von Dohnányi. A apresentação está marcada para às 19h, na Igreja Nossa Senhora das Mercês.

O concerto Paisagens derradeiras é a atração musical do dia 21. Com repertório que inclui composições de Paul Hindemith, Richard Strauss e Johannes Brahms, a apresentação poderá ser conferida às 19h na Igreja do Rosário, incluindo a participação dos musicistas, Thorsten Johanns(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Uiler Moreira(violino), Razvan Popovici(viola), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello), Elise Pittenger(cello) e Augusto Andrade(contrabaixo).

No dia 22, às 17h, o Chafariz de São José recebe o concerto Cantos de Caronte, destacando a criação do compositor, professor, crítico e jornalista musical, Leonardo Martinelli, considerado um dos maiores nomes em atividade no país na área de composição. A apresentação contará com leituras do escritor Felipe Franco Munhoz, além da participação dos músicos: Michel de Souza(barítono), Luca Raele(clarineta), Iberê Carvalho(viola), Augusto Andrade(contrabaixo) e Bruno Santos(percussão). Às 18h, no Centro Cultural Yves Alves, haverá a exibição do filme A estrangeira, dirigido por Feo Aladag. O longa alemão narra a história de Umay, uma jovem de descendência turca que sai de Istambul em busca de uma vida independente na Alemanha. Sua luta contra a resistência de sua família cria uma situação que chega a colocar vidas sob ameaça, retratando os conflitos reais entre tradições e valores culturais. Às 20h, a Igreja Nossa Senhora das Mercês receberá o concerto Amores transfigurados, com repertório de Marcos Filho, Maurice Ravel, Edmund Campion e Arnold Schönberg, interpretado por Michel de Souza(barítono), Sofia Leandro(violino), Elise Pittenger(cello), Bruno Santos(marimba) e Gustavo Carvalho(piano).

A programação do dia 23 terá início com o concerto Flores somos nós, somente flores…, que poderá ser conferido ao meio-dia, na Igreja São João Evangelista. A surpresa fica por conta do repertório que inclui peças de Johannes Brahms, György Kurtág e Béla Bartók. A execução ficará por conta do quinteto formado por Thorsten Johanns(clarineta), Stepan Yakovitch(violino), Justus Grimm(cello), Cristian Budu(piano) e Gustavo Carvalho(piano). A apresentação será acompanhada de leituras da escritora Maria Valéria Rezende. Às 16h30, o espaço Marcas Mineiras, recebe um Café Literário, com Felipe Franco Munhoz, que é escritor residente do Festival Artes Vertentes. Ele baterá um papo com o jornalista Irineu Franco Perpétuo, especializado na cobertura da música erudita. Às 19h, será a vez do público conferir uma performance que reúne música e audiovisual, apresentada pelo tradicional duo experimental mineiro O Grivo ao lado da artista plástica mineira Niura Bellavinha e do músico paulista Francisco César. A performance Esse Isso Aqui consiste em uma série de improvisações que ocorrem na intersecção da música experimental e contemporânea, o free-jazz e as pinturas expandidas realizadas ao vivo e será realizada no Museu Casa Padre Toledo, com entrada gratuita. Fechando o dia, o músico paulista Fábio Zanon, um dos artistas brasileiros de maior prestígio internacional da atualidade, realizará um recital de violão, na Igreja São João Evangelista, às 20h30, com repertório que inclui peças de compositores espanhóis e brasileiros, como Vicente Arregui, Federico Moreno Torroba, Joaquin Turina, Heitor Villa-Lobos e Francisco Mignone.

No dia 24, a programação será iniciada no Centro Cultural Yves Alves com o encontro O Caçador e o Curupira e outras histórias do povo indígena Macuxi, com a escritora Trudruá Dorrico.  Voltado para públicos de todas as idades, ela irá compartilhar contos do povo indígena Macuxi, que possuem uma vasta história de luta por direitos e pela terra. São povos habitantes em áreas da Venezuela, Guiana e Brasil(Roraima), onde estabeleceram a maior parte de suas comunidades. O encontro com a escritora contará com duas sessões, uma às 9h e outra às 15h, ambas gratuitas. Ampliando a atuação do festival, neste dia, às 17h, o concerto Artes Vertentes visita o Bichinho leva para a bucólica comunidade, vizinha de Tiradentes, uma apresentação gratuita na Igreja Nossa Senhora da Penha, reunindo os musicistas Stepan Yakovitch(violino), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello) e Fabio Zanon(violão). No repertório, peças de Johann Sebastian Bach, Niccolò Paganini e Sergio Assad. Na sequência, às 19h, no Espaço Marcas Mineiras é a vez do concerto As canções de Felipe Franco Munhoz, interpretadas pelo próprio autor, em uma performance com guitarra e ukulele. Encerrando a programação, às 20h30, haverá a exibição do filme O velho e o novo, drama russo dirigido por Serguei Eisenstein e Grigori Aleksandrov, no Museu Casa Padre Toledo. O destaque da exibição ficará por conta da trilha sonora, que será executada ao vivo pelo O Grivo em colaboração com Francisco César.

No dia 25, a primeira atração do dia é o Café Literário, às 10h30, no Espaço Marcas Mineiras, com a escritora Maria Valéria Rezende. O encontro também marca o lançamento do livro Toda palavra dá samba. Às 12h, o concerto De povos e terras distantes, na igreja São João Evangelista, celebra peças de Antonin Dvorak, Robert Schumann e João Guilherme Ripper, reunindo os musicistas, Alexandre Barros(oboé), Stepan Yakovitch(violino), Justus Grimm(cello), Gustavo Carvalho(piano) e Cristian Budu(piano). A apresentação contará com leituras da escritora Maria Valéria Rezende. Às 18h, na Igreja São João Evangelista, outro concerto, intitulado A tarde de um fauno em paisagens do sul, que celebra o legado de compositores, como Benjamin Britten, Claude Debussy, Alberto Ginastera, Astor Piazzolla e Radamés Gnatalli. Para esta missão, foram escalados: Alexandre Barros(oboé), Stepan Yakovitch(violino), Iberê Carvalho(viola), Justus Grimm(cello), Fabio Zanon(violão), Gustavo Carvalho(piano) e Cristian Budu(piano).

Para encerrar a programação do 12º Festival Artes Vertentes em grande estilo, a curadoria escalou uma atração que irá surpreender o público. A ópera de câmara Canções do Mendigo será apresentada no dia 26 de novembro, às 11h, no Chafariz de São José.  Baseado no romance “O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam”, as “Canções do mendigo” (2014) é uma ópera de câmara em apenas um ato, e tem música de Leonardo Martinelli e libreto de João Luiz Sampaio. A partir de uma mistura de teatro de prosa e teatro lírico, o público é convidado a mergulhar na conturbada mente desse personagem ácido e visceral, conhecendo sua visão de mundo, das pessoas e de seu amor perdido pela misteriosa N. Em cena estão: Michel de Souza(Mendigo), Iberê Carvalho(viola), Luca Raele(clarineta) e Gustavo Carvalho(piano). Às 17h, no Centro Cultural Yves Alves, haverá exibição do filme “Para casa”, do diretor ucraniano Nariman Aliev. Tendo perdido o filho mais velho na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, Moustafa decide levar o corpo dele de volta à terra natal: a Crimeia. Para isso, ele pega a estrada com seu filho mais novo. Uma viagem que vai mudar a relação deles para sempre. O concerto Antes das doze badaladas, às 20h, na Igreja São João Evangelista, encerra oficialmente a programação desta 12ª edição do Festival Artes Vertentes. Reunindo peças de compositores como Serguei Rachmaninov, Benjamin Britten, Robert Keeley e Serguei Prokofiev, a apresentação reunirá Alexandre Barros(oboé), Justus Grimm(cello), Fabio Zanon(violão),  Cristian Budu(piano),  Gustavo Carvalho(piano), além de leituras conduzidas pelos escritores Maria Valéria Rezende e Felipe Franco Munhoz.

Sobre o Festival Artes Vertentes

Criado em 2012 por Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes é um projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associação dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programação artística que estimula diálogos entre as mais diversas linguagens artísticas e propõe, por meio da arte, reflexões sobre temas de relevância para a sociedade contemporânea. Vencedor do prêmio CONCERTO 2021 e nomeado para o prêmio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as últimas edições, o Festival Artes Vertentes já recebeu mais de 420 artistas, originários de 40 países.

O 12º Festival Artes Vertentes é realizado com o patrocínio da Cemig, Itaú, Copasa e Minasmáquinas.

Mais informações no site www.artesvertentes.com.

Cemig: a energia da cultura

A Cemig é a maior incentivadora de cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo dos seus 70 anos de fundação, a empresa investe e apoia as expressões artísticas existentes no estado, por meio das leis de dedução fiscal estadual e federal, de maneira a abraçar a cultura de Minas Gerais em toda a sua diversidade.  Além de fortalecer e potencializar as diferentes formas de produção artística e cultural no estado, a Cemig se apresenta, também, como uma das grandes responsáveis por atuar na preservação do patrimônio material e imaterial, da memória e da identidade do povo mineiro. Os projetos incentivados pela Cemig objetivam chegar nas diferentes regiões do estado, beneficiando um maior número de pessoas e promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Assim, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais reflete e reforça o compromisso e o posicionamento da Cemig em transformar vidas com a nossa energia.

 

Serviço

12º Festival Artes Vertentes

De 16 a 26 de novembro, em Tiradentes/MG

Programação completa: www.artesvertentes.com

Ingressos online para apresentações pagas(R$40 e R$20): https://www.artesvertentes.com/ingressos