Em 2023, o evento ganha um novo formato, se transformando em um Festival para quem ama correr, com realização na Costa do Conde, nos dias 08 e 09 de setembro
A beleza natural e as paisagens estonteantes da Paraíba serão palco da 1ª etapa do Bota Pra Correr 2023 da Olympikus. Contribuir para que o atleta tenha acesso à tecnologia de ponta a preços acessíveis e fazer com que a comunidade corredora brasileira conheça o seu país através do esporte é a premissa da Olympikus ao organizar o Bota Pra Correr, projeto proprietário da marca ativo desde 2019. Na edição de 2023, o BPC desbrava duas novas regiões do país: Costa do Conde, na Paraíba, em setembro; e Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, em novembro. Para ampliar a programação dos inscritos, a novidade para este ano, além dos locais inéditos para o evento, é a transformação do encontro em um Festival para quem ama correr.
Costa do Conde – Há 30 km de João Pessoa, as praias da Costa, que fica ao sul da capital paraibana, tem praias protegidas por falésias multicoloridas e Mata Atlântica. Praia do Coqueirinho, Praia da Tabatinga e Praia da Tambaba, onde será o ponto de largada da corrida, são algumas opções para aproveitar o calor e a brisa do nordeste brasileiro. A chegada acontece na Barra do Graú, onde é possível apreciar o encontro do mar com o rio Macatu, de águas avermelhadas.
O Bota Pra Correr já passou por locais como Jalapão, Pantanal, Alter do Chão, Chapada dos Veadeiros e São Miguel dos Milagres, proporcionando aos atletas conexão com as diferentes culturas do país e cenários inesquecíveis durante as passadas. Para as novas etapas, além da corrida e envolvimento já gerado nas edições anteriores, o evento traz a Vila BPC Olympikus, um ponto de encontro da comunidade corredora em um espaço que aproxima e promove muitas trocas, conexões culturais, entretenimento e conhecimento.
Na programação está contemplado um final de semana inteiro de atividades relacionadas a atividades esportivas com talks envolvendo grandes nomes do atletismo brasileiro, como Vanderlei Cordeiro e Tênis Certo, André e Lucas, do Float Podcast, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious e Luciano Potter, jornalista da Rádio Gaúcha, que vão compartilhar suas experiências com o esporte. Além de trazer para os presentes gastronomia local e shows com atrações musicais. A exposição fotográfica “Olhos que Correm” também vai acontecer na Vila BPC Olympikus traduzindo em imagens, toda a trajetória do Bota Pra Correr até hoje, com imagens das provas, eventos e experiências vividas nas edições anteriores.
Outra novidade para as edições de 2023 – que já são consideradas as maiores já realizadas, com cerca de 1.200 participantes em cada etapa -, é a inclusão do percurso em trilha e mais opções de distâncias, incluindo os 5km, sendo esse mais um passo importante para a democratização do esporte. Ao realizar a inscrição, o atleta recebe um produto da Família Corre, linha de calçados para alta performance da corrida, sendo o Corre 3 para as provas em asfalto e o Corre Trilha para as provas de trilha.
O Bota Pra Correr é um projeto que incentiva a conexão com o esporte e o Brasil e para além de uma prova, também se preocupa com as comunidades locais e traz oportunidades e conhecimento na realização de eventos desse porte para quem vive na região. Todo o evento é pensado para que tenha o mínimo de impacto no bioma local, trazendo cooperativas locais para ajudar no processo de reciclagem de todo o material utilizado, além de se conectar com projetos sociais das regiões e incentivando o esporte através de doações de produtos.
“O Bota Pra Correr nasceu da vontade de desbravar esse país que é tão rico culturalmente e que possui paisagens belíssimas, através da corrida. Unir o esporte ao turismo em um movimento de celebração e descoberta, além da valorização de pessoas e experiências únicas. O Bota Pra Correr é sobre os brasileiros conhecerem o seu país correndo.”, conta Márcio Callage, diretor de marketing da Olympikus. O Bota Pra Correr 2023 – Costa do Conde/PB, da Olympikus, conta com o apoio da Secretaria de Esporte e Turismo da Paraíba, KTO, Unimed, Indaiá, We On e Care Club. Para ficar por dentro de todas as novidades da Olympikus, acesse: @olympikus, nas redes sociais.
Serviços:Bota Pra Correr 2023 – 1ª etapa – Nordeste Data: 08 e 09.09 Prova: 09/09 Local: Costa do Conde/Paraíba Inscrições: Encerradas
Bota Pra Correr 2023 – 2ª etapa – Sul Data: de 17 e 18.11 Prova: 18/11 Local: Vale dos Vinhedos/Rio Grande do Sul Inscrições: Encerradas
O feriado da independência pode ser uma oportunidade de estudar com toda família
A novela Novo Mundo é uma aventura romântica ambientada no Brasil do início do século XIX
A data de 7 de setembro marca a declaração de independência do Brasil. Foi em 1822, às margens do Rio Ipiranga, que Dom Pedro teria dado o grito que romperia sua ligação com Portugal, tornando o Brasil uma nação independente.Muito marcada por celebrações e livros de história, alguns acontecimentos históricos já foram apresentados em filmes e séries. O estudo por meio de outras linguagens como a audiovisual contribui para que o aluno possa entender o conteúdo, o contexto histórico e sirva como material de apoio na sala de aula. Para Carlos Gregório dos Santos Gianelli, professor e historiador do Marista Escola Social Lucia Mayvorne, as obras que retratam períodos históricos podem ser fontes valiosas, principalmente para os estudantes do Ensino Médio. “É comum na época do vestibular, por exemplo, os alunos ficarem muitas horas do dia estudando, os filmes e séries, podem auxiliar nesse processo, tirando um pouco da tensão, é um momento de relaxamento que ainda produz conhecimento”, afirma. Já Ligia Melo, professora de História do Colégio Marista Paranaense, acredita o conteúdo deve ser olhado e analisado de uma forma crítica. “Alguns filmes e séries inserem histórias não reais com o intuito de prender o telespectador, no entanto apesar do cuidado com os fatos históricos, o audiovisual contribui e até incentiva o aluno a conhecer mais sobre o tema”, revela.
Confira sete opções de filmes e seriados para aproveitar o feriado de 7 de setembro
Os inconfidentes
A produção brasileira de 1972 conta a história de um grupo de intelectuais e integrantes da elite brasileira que se une para libertar o país da opressão portuguesa. Dos engajados no movimento, Tiradentes é o que está disposto a levar a revolução às últimas consequências. Onde assistir: Itaucultural play
2 Joaquim
Lançado em 2017, o longa-metragem mostra como um dentista comum de Minas Gerais se torna um relevante herói nacional e consequentemente um mártir. O narrador é ele mesmo, Tiradentes, que volta no tempo para explicar como acabou sendo executado por traição à Coroa Portuguesa, ao liderar a Inconfidência Mineira. Onde assistir: Claro TV
3. A Muralha Esta minissérie retrata o século 17 da história do Brasil. Em um país recém-descoberto, a trama traz as relações entre os bandeirantes, indígenas e portugueses, que desejam os recursos abundantes na nova terra. A muralha é uma referência à Serra do Mar, um grande empecilho para chegar ao centro da nação e um cenário rico em natureza para as relações que se formam entre os personagens. Onde assistir: Globoplay
4. Novo Mundo O folhetim histórico escrito por Theresa Falcão e Alessandro Marson narra um conto de amor em tempos de independência do Brasil, desde a viagem da austríaca Maria Leopoldina (Letícia Colin) ao país para se casar com o futuro imperador Dom Pedro 1º (Caio Castro). Onde assistir: Globoplay
5. Guerras do Brasil.doc Esse documentário, divulgado em 2019, conta com cinco episódios sobre confrontos que fizeram história no Brasil. Especialistas contam, com apoio de imagens de arquivo e ilustrações, detalhes da Guerras dos Palmares, Guerras da Conquista, Guerra do Paraguai, Revolução de 30 e Guerra do Tráfico. Onde assistir: Netflix
6. Caramuru – A invenção do Brasil Em 1500, os europeus descobrem um novo mundo graças aos avanços náuticos. Assim, o jovem pintor Diogo (Selton Mello), se encontra em uma caravela que naufraga na costa brasileira. Lá, ele é recebido pela bela índia Paraguaçu (Camila Pitanga) e sua irmã Moema (Deborah Secco), com quem terá um romance inusitado. Onde assistir: Globoplay
7. Brasil Imperial A série produzida pela Fundação Cesgranrio tem uma temporada e narra acontecimentos que marcaram o período imperial brasileiro. Sob o ponto de vista de um jornalista da época, Gonçalves Ledo (Ricardo Soares), os episódios mostram a chegada da família real portuguesa, a relação conturbada do imperador com seus parentes, a escravidão e diversos assuntos que permearam o período. Onde assistir: Prime Vídeo
Brasília - O Ministério da Saúde promove o Dia D de Vacinação contra a gripe em postos de todo o País. A expectativa é imunizar, até o próximo dia 26, cerca de 90% das 54,2 milhões de pessoas que estão no público-alvo da campanha. (Marcello Casal Jr/AgenciaBrasil)
A varíola, por exemplo, fez 300 milhões de vítimas no século 20
da Agência Brasil – Rio de Janeiro
A dor crônica na perna direita foi um tormento na vida da pintora Frida Kahlo, um dos maiores nomes das artes plásticas da América Latina. Infectada pelo poliovírus aos 6 anos, a mexicana teve que conviver toda a vida com as sequelas da poliomielite, que deixaram a perna atrofiada, mais fina e curta que a outra.
Câmara de resfriamento para armazenamento de vacinas – Fernando Frazão/Agência Brasil
Acometido pelo mesmo vírus, o jornalista Boris Casoy só começou a andar aos 9 anos de idade, depois de uma cirurgia feita nos Estados Unidos para tratar sequelas causadas pela poliomielite. O compositor canadense Neil Young também precisou reaprender a andar após se recuperar de um quadro da doença, que quase o levou à morte.
Médico Guido Levi diz que vacinas foram fator de maior impacto na saúde humana nos últimos anos – Divulgação/SBIM
Histórias como essas só se tornaram raras devido à vacinação contra a poliomielite. A imunização avançou com mais força na segunda metade do século 20. Antes que isso acontecesse, a doença paralisava mil crianças por dia no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde – por isso passou a ser temida e mais conhecida com o nome de paralisia infantil.
Especialista em vacinas e integrante da Comissão Permanente de Assessoramento em Imunizações do Estado de São Paulo, o médico Guido Levi explica que há um consenso internacional de que as vacinas foram o fator de maior impacto na saúde humana nos últimos anos, sendo tão importantes quanto o acesso ao saneamento básico e à água potável.
“Calcula-se que, no mundo todo, nos últimos 200 anos, a vacinas seriam responsáveis por um aumento médio de 30 anos no tempo de vida das pessoas. No Brasil, isso ocorreu em um período muito mais curto e mais recente. No início da década de 1970, o tempo de vida médio da nossa população era de 45 anos. Hoje, é mais de 75 anos. O principal fator para isso foi a criação do Programa Nacional de Imunizações [PNI], em 1973”, afirma.
“Todos que temos mais idade ou estudamos esse período vimos crianças com muletas, pernas mecânicas ou coisas piores. Quando a doença acometia os nervos que controlavam a respiração, a criança ia para um pulmão de aço, uma máquina que fazia sua respiração artificialmente. E, lá, elas entravam para ficar o resto da vida. Visitei uma enfermaria de pulmão de aço e foi uma das coisas mais chocantes que aconteceram na minha carreira profissional.”
Varíola erradicada
A poliomielite é um dos casos mais emblemáticos dessa transformação, mas não foi o primeiro. Em 1980, as vacinas levaram a humanidade a erradicar a varíola, enfermidade responsável por milhões de mortes e associada a crises sanitárias ao longo da história, como a epidemia que culminou na Revolta da Vacina, no Brasil. Para se ter uma ideia da gravidade da varíola, é preciso destacar que a doença fez 300 milhões de vítimas apenas no século 20. A dimensão desse número supera as mortes causadas pelas duas guerras mundiais e o Holocausto nazista, além de diferentes estimativas de vítimas da colonização europeia na América.
Coordenadora da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Lurdinha Maia destaca importância da vacina na erradicação da varíola – Bernardo Portella/ Fiocruz
A coordenadora da Assessoria Clínica do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz), Lurdinha Maia, destaca que erradicar uma doença como essa é a maior prova dos benefícios da vacinação. “A importância da vacinação na idade certa e no tempo adequado tem como maior exemplo não termos mais a varíola no mundo inteiro. Essa é uma doença terrível, que dizimou a população mundial. Quando a gente fala de pólio, o último caso no Brasil foi em 1989, em Souza, na Bahia. E o último caso nas Américas foi em 1994. Infelizmente tivemos agora um caso no Peru. Isso deixa em alerta todos os países vizinhos.”
A história das vacinas e a história da varíola se misturam, uma vez que o primeiro imunizante do mundo foi desenvolvido para prevenir contra essa doença. O inglês Edward Jenner, no século 18, inventou a primeira vacina na tentativa de conter a varíola, e conseguiu amenizar os casos graves em pacientes vacinados. As primeiras epidemias de varíola foram oficialmente registradas na Europa durante a Idade Média, no século 10. Cientistas investigam, porém, vestígios muito anteriores que indicam possibilidades de casos no Antigo Egito, nas Cruzadas e navegações vikings.
No Brasil, a história da doença está relacionada à colonização, e o primeiro surto registrado de varíola ocorreu em meados de 1555, quando a enfermidade foi introduzida no Maranhão por colonos franceses. O tráfico de africanos escravizados e a imigração portuguesa também causaram surtos no país, do litoral para o interior. A eliminação da doença no Brasil é anterior à criação do PNI, e se deu em 1971, seis anos antes do último surto no mundo, registrado em 1977, na Somália. Em 2023, o programa completa 50 anos.
Vitória contra a pólio
Pesquisador Akira Homma participou dos primeiros testes da vacina contra pólio no Brasil – Bernardo Portella/ Fiocruz
No Brasil, as campanhas contra a doença ganharam força na década de 1980, e o último caso registrado foi em 1989. Pesquisador de Bio-Manguinhos/Fiocruz desde a década de 1960, Akira Homma participou do trabalho de estruturar a produção das vacinas contra a poliomielite no Brasil, decisivo para que a doença fosse erradicada.
Homma integrou, como técnico, os primeiros testes da vacina oral contra a poliomielite no país, na década de 1960, no Instituto Adolfo Lutz, e ajudou a organizar o laboratório de virologia quando entrou na Fiocruz, em 1968, participando do isolamento e caracterização do vírus da pólio. Após experiências no exterior, Homma chegou à direção de Bio-Manguinhos nas décadas de 1970 e 1980, quando a produção da vacina oral no Brasil foi de fato estruturada.
Ele destaca que fabricar a vacina no país foi de extrema importância, mas a mobilização social para que as vacinas chegassem às crianças na época, por meio dos dias nacionais de Vacinação, também teve um papel central.
“O governo federal possibilitou a adesão de todos os ministérios à campanha, e também toda a sociedade brasileira foi envolvida nesse processo. Houve uma motivação muito grande da sociedade e até da iniciativa privada. Houve a participação de milhares de voluntários, e também a mídia explicando o papel da vacinação. Em 1980, tínhamos 1.290 casos de poliomielite. Em 1981, caiu para 122. Em 1982, para 42 casos. E, em 1989, acontece o último caso. Esse é o impacto de altas coberturas vacinais. Em um dia se conseguia vacinar 18 milhões de crianças.”
Apesar da vitória nacional contra a doença no passado, a poliomielite ainda existe de forma endêmica no Afeganistão e no Paquistão, e teve casos pontuais registrados recentemente no continente africano, nos Estados Unidos, em Israel e no Peru.
Tétano materno e neonatal
Ameaça grave à saúde dos recém-nascidos, o tétano materno e neonatal era conhecido como o “mal dos sete dias”, porque surgia a partir de uma semana após o parto e tinha uma evolução aguda e letal, causando contraturas musculares generalizadas que poderiam se agravar até impedir a respiração. A doença foi considerada eliminada de todo o continente americano em 2017, mas chegou a ser responsável por mais de 10 mil mortes de recém-nascidos ao ano na região. No Brasil, foi eliminada em 2012.
Os bebês são contaminados pela bactéria causadora do tétano durante o parto, por motivos como falta de condições e instrumentos esterilizados, mas a vacinação das gestantes e mulheres em idade fértil com a vacina contra tétano, difteria e coqueluche acelular (dTpa) foi um motivo decisivo para essa doença ter praticamente desaparecido, porque os anticorpos são transmitidos pela mãe aos filhos.
“Hoje, a maior parte das enfermarias de tétano que existiam está fechada, principalmente pelo uso bastante extenso da vacinação antitetânica”, conta Guido Levi. “As crianças morriam rapidamente, em poucos dias. No máximo, em uma semana ou duas. Também não havia tratamento adequado.”
Rubéola congênita
A eliminação da síndrome da rubéola congênita é outro motivo para comemorar o sucesso da vacinação. Transmitida pela placenta ao feto, a infecção da mãe pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, morte fetal ou anomalias congênitas como diabetes, catarata, glaucoma e surdez, sendo este último o sintoma que aparece primeiro. Dependendo da fase da gestação em que ocorrer a infecção, a chance de a doença atingir o feto chega a 80%.
Os últimos casos da doença foram registrados no Brasil em 2010, e a síndrome foi declarada eliminada do continente americano em 2015. A consultora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) Carla Domingues ressalta que as sequelas causadas pela síndrome da rubéola congênita são irreversíveis, e, assim como em outras infecções, os problemas podem afetar diversas áreas da vida.
“São doenças que podem trazer problemas neurológicos seriíssimos que vão comprometer o lado cognitivo das crianças e o aprendizado”, alerta.
Mais um maranhense será ministro do presidente Lula. Trata-se do deputado federal André Fufuca que pilotará o Ministério dos Esportes. Uma das primeiras medidas do novo ministro será a ampliação e incremento do fundo nacional que financia os esportes, com a regulação das apostas eletrônicas. Em seu lugar assumirá o médico Alan Garcêz PL-MA, que já avisou que apoiará às demandas por um Brasil justo e melhor, na Câmara Federal.
Na foto os maranhenses: o dirigente nacional da EPS-PT Eri Castro e o deputado federal e próximo ministro dos Esportes André Fufuca.
O dirigente nacional da EPS-PT Eri Castro e o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República Paulo Pimenta, em recente reunião.
O presidente do Sistema Mirante/Globo de Comunicação e vice-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Fernando Sarney e o publicitário e presidente da Comissão Nacional Pró-IBCI (Instituto Brasileiro Cidade Inteligente) Eri Castro, em reunião agora em São Luís do Maranhão.
Em pauta: A realização da 1*Festa Literária Internacional de São Luís , abrangendo literatura, cinema, música, teatro e outras artes.
O evento contará com os melhores chefs e restaurantes da cidade com pratos exclusivos, de 11h às 19h30, no Eixo Ibero-americano, e também terá shows, Arena Gamer e parque de brinquedos infláveis
Agência Brasília* | Edição: Igor Silveira
Em mais uma comemoração da Independência do Brasil, celebrada no próximo 7 de setembro, Brasília receberá um evento muito especial para toda a família. O Brasília Monumental é uma iniciativa turística com foco na gastronomia do Distrito Federal, que reunirá 20 restaurantes da cidade com a criação de pratos exclusivos e acessíveis para a celebração. A programação, de 11h às 19h30, contará ainda com área gamer, parque de brinquedos infláveis, teatro infantil, shows musicais, apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília e queima de fogos.
Com realização da Associação Amigos do Futuro em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), o evento, 100% coberto, contará com a participação de vários restaurantes, incluindo os já confirmados Leo Hamu, Calaf, Café Club Brasil, Flat Iron, Grande Muralha, Casa de Mainha, Geleia, Pudim dos Anjos e Xamam, com pratos custando a partir de R$ 30.
“Teremos uma programação completa que contempla toda a família para comemorar um dos feriados mais importantes do país. Por isso, as atividades vão desde a programação infantil aos jogos, passando pelas apresentações de teatro infantil, música ao vivo, e claro, a gastronomia, um dos grandes destaques do evento”, comenta Fernando Borges, presidente da Associação Amigos do Futuro.
Os destaques também ficam por conta da contação de histórias com Nyedja Gennari, às 13h; apresentação da Companhia de Teatro Infantil Neia e Nando, às 14h; a Companhia UniDuniTê, com o espetáculo Pirilampear… histórias para iluminar!, às 15h, o show com Dhi Ribeiro, às 16h; e a apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília, interpretando clássicos do rock, às 18h. No encerramento, haverá ainda uma queima de fogos, prevista para às 19h30.
Para o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, este evento é uma opção para os moradores e visitantes da capital celebrarem o feriado de 7 de Setembro, com atrações que vão além dos tradicionais desfiles cívicos. “A intenção é complementar o dia com atividades que envolvam o melhor que Brasília tem a oferecer na gastronomia, na música e no lazer para toda a família. Este é um trabalho que reúne todo o segmento e representantes do turismo, com o apoio do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, fortalecendo o turismo cívico da capital”, disse o secretário.
Além da gastronomia e da programação cultural, uma Arena Gamer será criada especialmente para o evento com fliperamas e computadores. As crianças poderão se divertir também em um parque de brinquedos infláveis. A entrada é franca mediante a retirada de ingresso no Sympla. Os primeiros 3 mil visitantes receberão ainda um copo exclusivo do evento. Para conferir a programação completa do Brasília Monumental, basta entrar no perfil do Instagram @bsbmonumental.
Serviço
Brasília Monumental Data: quinta (7) Horário: 11h às 19h30 Local: Eixo Cultural Ibero-americano, ao lado da Torre de TV Entrada gratuita e livre para todos os públicos mediante retirada de ingresso no Sympla.
*Com informações da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF)