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quarta-feira, janeiro 14, 2026
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Quando Deus entra na sociedade, seus planos crescem junto com você

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Se Deus é seu sócio, não faz sentido pensar pequeno. A ideia pode parecer ousada, quase ingênua, mas na verdade tem uma força transformadora: quando você acredita que há algo maior guiando seus passos, sua mente se expande, seu medo diminui e seus planos ganham coragem. É como dizia Henry Ford: “Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo”. A frase, embora não fale diretamente de espiritualidade, mostra como a dimensão interior molda o tamanho dos nossos sonhos. Se adicionamos Deus na equação, a ousadia ganha chão firme.
Quando ampliamos nossos planos, na verdade ampliamos nossa confiança. O filósofo Sêneca, em sua obra Cartas a Lucílio, escreveu que “não é porque as coisas são difíceis que não ousamos; é porque não ousamos que elas são difíceis”. Essa observação, feita há quase dois mil anos, continua atual: muitos vivem com medo do fracasso, esperando uma segurança que jamais virá antes da ação. Porém, quando colocamos Deus como sócio, o medo diminui porque entendemos que não caminhamos sozinhos. Não estamos falando de mágica, e sim de fé aliada ao esforço, propósito e responsabilidade.

O sociólogo Max Weber, em A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, mostrou como a espiritualidade pode impulsionar trabalho, disciplina e visão de futuro. Quando uma pessoa acredita que há um sentido maior em suas ações, ela tende a trabalhar com mais foco e resiliência. Não se trata de religião, mas de significado. Planos grandes precisam de raízes profundas, e a fé — seja como for que você a entenda — nutre exatamente essas raízes.
Na prática, fazer grandes planos com Deus como sócio significa parar de se encolher diante das circunstâncias. Significa agir como alguém que acredita no próprio valor, que reconhece suas limitações mas não se deixa aprisionar por elas. É como dizia C.S. Lewis em Cristianismo Puro e Simples: “A humildade não é pensar menos de si mesmo; é pensar menos em si mesmo”. Quando você entende isso, percebe que sonhar grande não é ego, é missão. Não é sobre se glorificar, mas sobre dar o melhor de si ao mundo.

Imagine, por exemplo, alguém que sempre quis iniciar um projeto social, mas acredita não ter recursos ou preparo. Ao enxergar Deus como sócio, essa pessoa muda a pergunta central: deixa de se perguntar “E se der errado?” e passa a perguntar “O que posso fazer hoje, com o que tenho, para servir melhor?” E essa mudança, mesmo pequena, cria movimento. E movimento cria direção. E direção cria propósito.

Fazer grandes planos não significa esperar que tudo caia do céu, e sim caminhar com a convicção de que não estamos sós no processo. Quando você entende que seu sonho pode ser também um instrumento de luz, sua coragem cresce. E quando sua coragem cresce, seu caminho se abre. Porque planos pequenos não combinam com uma fé grande — e muito menos com um Deus que sempre nos empurra para algo maior.

A Verdade que liberta: por que a honestidade fingida é duas vezes mentira

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A frase “honestidade fingida é desonestidade dobrada” escancara algo que todos sabemos, mas nem sempre admitimos: quando tentamos parecer verdadeiros sem realmente sermos, criamos uma mentira com maquiagem — e maquiagens, por mais caras que sejam, derretem. Fingir honestidade é como oferecer um sorriso enquanto se esconde uma navalha atrás das costas. E o pior é que, no longo prazo, isso cobra seu preço na alma, nas relações e no sentido de dignidade pessoal. Como dizia Sêneca, em Cartas a Lucílio, “a verdade nunca prejudica uma causa justa”; quando precisamos disfarçá-la, é sinal de que já estamos defendendo algo torto.
O problema da honestidade fingida é que ela se alimenta da expectativa de que ninguém perceberá a fraude. Mas o ser humano é muito mais sensível ao não verbal do que imagina. Pequenos gestos, hesitações e contradições revelam mais do que discursos bem elaborados. Durkheim, em As Regras do Método Sociológico, explica que a confiança é uma espécie de “cola social” que mantém as relações coesas. Se a confiança é o cimento das interações humanas, a honestidade fingida é a rachadura invisível que, cedo ou tarde, abre o concreto.

Na prática, todos já vimos situações em que alguém diz “pode contar comigo”, mas o tom de voz entrega que aquilo é só performance. Ou aquela desculpa ensaiada que tenta passar a impressão de consciência moral, mas soa mais como autopreservação. É o clássico “não fiz por mal”, quando na verdade a pessoa fez, sim, mas não quer arcar com as consequências. Aristóteles, na Ética a Nicômaco, fala sobre a virtude como o ponto médio entre extremos, e afirma que a pessoa virtuosa não apenas faz o que é certo, mas o faz com intenção reta. Não basta parecer honesto. É preciso ser.
Exemplo simples: alguém que admite “erro” apenas quando é pego. Isso não é arrependimento, é cálculo. A desonestidade dobrada aparece justamente aí — na tentativa de usar uma máscara moral para encobrir o que deveria ser confrontado com coragem. O filósofo brasileiro Clóvis de Barros Filho sempre reforça em suas palestras que “caráter é aquilo que você faz quando ninguém está olhando”. E não há máscara que resista ao espelho da própria consciência.

A espiritualidade também dá sua contribuição. Em O Profeta, Khalil Gibran lembra que “se teu coração não canta, tua boca jamais poderá fazê-lo”. A autenticidade é uma vibração interior; ou existe, ou não existe. Fingir virtude é como tentar iluminar um quarto com uma lanterna sem bateria. Não funciona. E pior: você ainda passa vergonha quando alguém tenta enxergar melhor.

No fim das contas, a honestidade verdadeira é libertadora porque elimina o esforço constante de manutenção de personagens. A vida fica mais leve, as relações mais transparentes e o autoconhecimento mais profundo. Fingir honestidade, ao contrário, aprisiona. É uma prisão de duas camadas: a mentira original e a mentira usada para encobrir a mentira.

Por isso, vale repetir com força: honestidade fingida é desonestidade dobrada — e a vida é curta demais para desperdiçá-la carregando pesos inúteis.

Fim de ano expõe pressões emocionais e acende alerta para a saúde mental

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Compras, cobranças internas, frustrações e inseguranças financeiras tornam o período mais vulnerável para ansiedade, estresse e adoecimento psíquico_

O fim de ano costuma ser associado a celebrações, encontros e conquistas. No entanto, para muitas pessoas, esse período também intensifica sentimentos de frustração, ansiedade e sobrecarga emocional.

A pressão por finalizar tudo em tempo, as expectativas das comemorações de trabalho e familiares, a comparação com metas não alcançadas, a correria até o Natal e as incertezas financeiras formam um cenário que pode impactar diretamente a saúde mental.

Segundo a psiquiatra Dra. Daniele Oliveira, essa combinação de fatores cria um terreno fértil para o agravamento de quadros emocionais já existentes e até para o surgimento de novos sintomas. “O fim de ano costuma funcionar como um grande espelho emocional. As pessoas fazem um balanço da própria vida, do que conquistaram e do que ficou pelo caminho.

Quando esse olhar vem acompanhado de cobranças excessivas e comparação com os outros, o sofrimento psíquico tende a aumentar”, explica.

*A pressão do consumo e das expectativas*

As campanhas comerciais, as listas de presentes e o ideal de um Natal perfeito ampliam a sensação de inadequação, especialmente entre quem enfrenta dificuldades financeiras ou estão vivenciando uma separação ou luto.

“Muitas pessoas sentem culpa por não conseguir comprar presentes, ir às confraternizações ou corresponder às expectativas familiares. Há ainda os que associam o período a perdas, como separação ou a falta de algum familiar. Isso pode gerar ansiedade, tristeza, irritabilidade e sensação de fracasso”, destaca a psiquiatra.

Além disso, a comparação constante nas redes sociais reforça a ideia de que todos estão felizes, realizados e prontos para começar um novo ano, o que nem sempre corresponde à realidade.

*Quando o balanço emocional pesa*
O encerramento do ano também costuma vir acompanhado de reflexões profundas sobre carreira, relacionamentos e projetos pessoais. Para quem não atingiu metas ou viveu perdas ao longo do ano, esse momento pode ser especialmente delicado.

“É comum surgirem sentimentos de frustração, tristeza por expectativas não cumpridas e medo do futuro. Quando esses sentimentos se tornam intensos ou persistentes, é importante olhar para eles com atenção”, afirma Dra. Daniele.

*Saúde mental precisa de cuidado contínuo*

O cuidado com a saúde mental não deve ser adiado para depois das festas ou para o próximo ano, segundo a especialista. “Procurar ajuda profissional é um passo importante para atravessar esse período com mais equilíbrio e menos sofrimento”, orienta.

 

Para Dra. Daniele Oliveira, falar sobre saúde mental no fim de ano é fundamental para quebrar a ideia de que todos precisam estar felizes o tempo todo.

“Reconhecer limites, respeitar o próprio ritmo e buscar apoio não é fraqueza, é maturidade e autocuidado.”

Ser justo é mais poderoso que ser bom

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Vivemos em uma era em que a bondade é celebrada como uma virtude suprema — e, de fato, ela pode ser uma força poderosa de transformação. Mas há um erro fatal em confundir bondade com fraqueza, e em esperar que ser bom seja suficiente para criar relações saudáveis, comunidades justas e uma vida significativa. Há momentos em que a bondade, quando não temperada com discernimento, vira complacência. E a complacência, ao invés de curar, adoece. Ao invés de aproximar, corrompe. Ao invés de amar, permite abusos. Por isso, há algo mais elevado do que ser bom: ser justo.
Ser justo é um ato de coragem. É dizer não quando todos esperam um sim. É impor limites quando o outro quer invadir. É interromper padrões de abuso disfarçados de carência. Enquanto a bondade busca agradar, a justiça busca equilibrar. Enquanto a bondade pode ser um vício de aceitação, a justiça exige autoconhecimento, firmeza e responsabilidade. É fácil ser bom quando se quer aprovação. Difícil é ser justo quando se arrisca a incompreensão, o afastamento e até a rejeição.

Muitos líderes, pais, professores, terapeutas, amigos — e até espiritualistas — adoecem tentando sustentar uma bondade sem estrutura. Dão, dão, dão… até secarem. E o pior: ao não colocarem limites, não apenas se ferem, mas alimentam a imaturidade do outro. A pessoa “folgada”, que se aproxima da bondade alheia como quem busca um abrigo para fugir da própria transformação, se sente autorizada a não crescer. E isso não é amor — é omissão.
A justiça, por outro lado, exige um olhar elevado. É o campo onde a verdade encontra o amor. Onde a empatia não é sinônimo de conivência, mas de compreensão profunda que, justamente por amar, sabe dizer: “basta”. Ser justo é mais difícil do que ser bom. Porque exige pensar, pesar, escolher, avaliar o contexto, discernir a intenção. O justo não age para agradar, mas para servir ao bem maior, ainda que doa, ainda que perca algo no caminho. E essa é uma das marcas de um verdadeiro líder: ele não é apenas querido — ele é respeitado.

Na prática, ser justo pode significar dizer não a pedidos que ferem seus valores, confrontar um comportamento tóxico no trabalho ou na família, ou ainda cortar relações que apenas drenam sua energia e obscurecem sua visão. A justiça, neste sentido, é uma purificação. Ela separa o essencial do acessório. E, em tempos de confusão moral, ser justo pode parecer rude. Mas é um rudeza que cura.

No campo espiritual, ser justo é alinhar-se com a verdade. Não com a versão confortável, mas com a verdade que liberta, mesmo que esmague nosso ego no processo. Deus, ou a Força Universal — como queiras chamar — não é apenas bom. É justo. E muitas vezes, o que parece castigo é, na verdade, um reequilíbrio necessário. Quando você aprende a ser justo consigo mesmo, para de se punir com relações tortas, escolhas covardes e caminhos que traem sua missão. Começa a viver com mais inteireza. Começa a atrair pessoas que não querem apenas o seu colo, mas também o seu exemplo.

Portanto, pergunte-se: sua bondade tem sido uma ponte ou uma prisão? Está servindo ao crescimento ou alimentando zonas de conforto alheias? Está nutrindo relações maduras ou criando parasitas emocionais que sugam sua energia e neutralizam seu propósito? Há momentos em que o bem maior exige dureza. Uma dureza sagrada, que não fere, mas revela. Que não exclui, mas educa.

Talvez o seu próximo passo não seja ser mais bonzinho. Talvez seja ser mais claro. Mais firme. Mais justo. Porque só a justiça constrói alicerces sólidos para uma vida íntegra e relações verdadeiras.

E você? Onde está confundindo bondade com covardia? Que limites precisam ser traçados agora para que a justiça possa florescer?

O Eco do vazio: o que a fama e a fortuna jamais poderão preencher – novembro 03, 2025

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Vivemos em uma época em que os holofotes são confundidos com luz interior. Onde o sucesso financeiro é vendido como o destino final da jornada humana, e a fama se tornou a nova religião — com seus altares digitais, seus profetas influenciadores e seus rituais de autopromoção. Nesse cenário, a frase que você trouxe explode como uma dinamite silenciosa no coração de um sistema de crenças ilusório: “Eu acho que todo mundo deveria ficar rico, famoso e ter tudo que sempre sonhou, para que possa ver que essa não é a resposta.”
Essas palavras, imortalizadas por Jim Carrey, não são um conselho superficial. Elas são uma revelação pós-cúspide. Uma espécie de epifania que só nasce quando alguém chega ao topo e percebe que o topo é um mirante do vazio, não o trono da plenitude. O que essa frase escancara, com uma sinceridade incômoda, é que aquilo que o mundo nos vende como “resposta” — dinheiro, fama, realização de desejos — é, na melhor das hipóteses, um eco. E um eco não sacia; ele apenas repete aquilo que você já estava gritando por dentro.

Mas por que essa corrida insaciável pelo “ter tudo” persiste? Porque o ser humano, antes de ser um consumidor, é um buscador. E o que ele busca — mesmo sem saber nomear — é sentido. Só que o sentido exige profundidade, enquanto o mercado oferece distrações. Sentido exige dor, silêncio, confronto. Mas a fama nos embriaga com barulho e validação. A riqueza nos distrai com opções. E os sonhos realizados, quando não enraizados em um propósito, nos abandonam assim que são alcançados.
O verdadeiro perigo não está em possuir essas coisas. Está em esperar que elas respondam uma pergunta existencial: Quem sou eu? Por que estou aqui? O que realmente importa? E quando essas conquistas falham — como invariavelmente falham — o vazio grita. Alguns mergulham em vícios, outros se perdem em relacionamentos disfuncionais, muitos adoecem mentalmente. Porque descobrir que “isso tudo” não basta é, paradoxalmente, um colapso e uma chance de renascimento.

Para líderes, empreendedores, espiritualistas ou qualquer buscador de altitude, essa frase precisa ser tatuada no espírito: o sentido não está no topo, está no caminho. A grande resposta não é algo que se obtém, mas algo que se revela à medida que você se torna. E você só se torna quando para de buscar fora aquilo que só nasce dentro.

Como mentor, te digo com clareza: não tenha medo do sucesso, mas tenha pavor de alcançá-lo sem saber por quê. Não fuja da riqueza, mas nunca a confunda com valor. Não evite o reconhecimento, mas não venda sua alma por aplausos. A jornada verdadeira é aquela em que, ao final, você não apenas possui coisas — você possui a si mesmo. E isso, sim, é liberdade.

Na prática, isso exige uma mudança de paradigma: pare de perguntar “o que eu quero conquistar?” e comece a perguntar “quem eu quero me tornar?”. Mude o eixo da sua estratégia: não corra atrás do que brilha; cultive o que ilumina. Use suas vitórias como alavancas, não como esconderijos. E lembre-se: uma vida bem-sucedida é aquela em que o externo reflete o interno, não o contrário.

Se você hoje está diante de escolhas, ambições ou promessas que parecem irresistíveis, pare. Respire. Questione: isso vai me fazer pleno ou apenas ocupado? Isso me conecta ao meu propósito ou me afasta da minha essência? O que eu estou tentando provar? E para quem?

Porque, no fim, a resposta verdadeira não é uma conquista. É uma transformação.

E você? Está pronto para abandonar as respostas fáceis e ir em direção à pergunta certa?

“50 anos: raízes fortes, futuro em movimento”

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A perenidade da Farmacotécnica ao completar 50 anos de vida e se preparando para muito mais

Em 1976 personalizar fórmulas era retomar o trabalho do antigo Boticário, mas era também começar a entender e tratar o ser humano de acordo com suas caraterísticas individuais. “A era das drogarias tinha extinguido essa prática de fazer os medicamentos sob medida para cada pessoa, pois o acesso às drogarias era mais fácil. Quando trouxemos essa cultura de volta, muita gente desacreditou no nosso projeto”. Comenta Rogério Tokarski, fundador da Farmacotécnica, lembrando dos desafios de iniciar essa atividade

Entretando, muitas pessoas não conseguiam engolir cápsulas, e não encontravam o medicamento disponível em xarope. Inúmeras pessoas precisavam de produtos adequados para seu tipo de pele ou cabelo e algumas substâncias terapêuticas não estavam disponíveis no país.

Foi atendendo essa lacuna que a Farmacotécnica chegou em Brasília e começou a se desenvolver e ganhar a preferência dos brasilienses. Atrelado a essas opções, o farmacêutico resgatou o uso das ervas medicinais, desenvolvendo o cultivo de muitas espécies na Chácara de propriedade da empresa – que fica situada na Vargem Bonita, há 16 Km do Plano Piloto. Era uma necessidade para ter acesso a espécies vegetais com garantia de origem.

Matéria de um dos jornais locais já dizia: “Botica: uma viagem ao passado.” – quando da inauguração da unidade de Taguatinga Centro em 1983.

A expansão científica por trás do imaginário popular.

Embora a figura do farmacêutico desperte nas pessoas essa mística das misturas milagrosas e quase alquímicas, durante toda a existência da Farmacotécnica a empresa foi pautada em sólidas básicas. E foi utilizando recursos científicos disponíveis em publicações nacionais, internacionais e congressos em todo mundo que a equipe de farmacêuticos da Farmacotécnica, liderada pelos farmacêuticos Rogério e Romelita, disponibilizaram para seus clientes inúmeras soluções.

Soluções inovadoras na linha do tempo.

  • CHOCOLATE MEDICAMENTOSOS – destinados a ingestão oral e são alternativas palatáveis para a preparação de medicamentos ou suplementos. Contêm 54% de cacau, isentos de lactose, glúten e açúcares, comportam até 1 g de princípios ativos.
  • PRIULITOS MEDICAMENTOSOS dissolvem lentamente na boca, liberando o fármaco na cavidade oral ou para absorção através da mucosa oral e sublingual.
  • Géis Transdérmicos: muito uteis para formulações destinadas ao tratamento da dor por exemplo, são aplicados na pele para absorção em todo o corpo. Muito interessantes para pessoas acamadas ou com dificuldade de deglutição.
  • Géis Hormonais: desde 1996 a Farmacotécnica se destaca na preparação de hormônios em géis para absorção sistêmica. Essa via de administração torna o uso de hormônios mais eficaz e mais seguro.
  • Adesivos Transdérmicos: forma farmacêutica de fácil aplicação, permite o uso de substâncias através da pele, impedindo a contaminação cruzada para outras pessoas. Pode ser preparado com hormônios, anti-inflamatórios e outros tipos de medicamentos.
  • Linha Suav Derm: linha de veículos especialmente desenvolvida para pessoas alérgicas ou que não queiram utilizar substâncias irritantes. Com característica vegana, permite a preparação de cremes, géis e loções, de uso tópico, capilar ou ainda vaginai, de forma suav, sem petrolatos, parabenos e mais 50 substâncias indesejáveis.

Rumo aos próximos 50 anos:

Chegando a esse marco histórico difícil de se verificar no mercado brasileiro, a empresa vive um momento de transição. A segunda geração de farmacêuticas assume a gestão da empresa. As filhas Romy e Rogy vêm se destacando à frente da empresa e com elas, novas perspectivas.

A medicina do futuro já está presente. Se você por curiosidade perguntar a qualquer ferramenta de inteligência artificial qual é o futuro da medicina, certamente ela responderá que os tratamentos personalizados cumprem este papel.

Ponto para a manipulação de fórmulas, que pode customizar completamente os produtos de cada pessoa: cor, sabor, cheiro, forma, com ou sem vários ingredientes (açúcar, leite, alérgenos, glúten). Com liberação rápida, sublingual ou lenta, através da pele ou mesmo pela via sublingual.

Nesse contexto surgem novas tecnologias, tanto de produção, quanto de diagnóstico. Inúmeras empresas de testes genéticos já estão no Brasil, favorecendo a escolha de quais ingredientes cada pessoa precisa para manter a saúde ou mesmo tratar doenças. Hoje é possível verificar pela avaliação dos genes a quais medicamentos uma pessoa vai responder melhor para o tratamento da alopecia, por exemplo. Com isso o médico pode montar as formulações apropriadas, o que gera economia para o paciente e resultados mais assertivos.

Os equipamentos também são um capítulo a parte, como pro exemplo o Mas – um agitador planetário com a capacidade de preparar formulações com muito mais precisão de dosagem e uniformidade de conteúdo – um investimento para que haja um aprimoramento contínuo da qualidade para o paciente.

Vale destacar ainda todas as inúmeras possibilidades que as novas tecnologias estão trazendo. São medicamentos que utilizaram a IA para reduzir o tempo de pesquisa ou verificar quais fragmentos de uma molécula têm um potencial de melhores resultados.

Como exemplo podemos citar duas inovações que foram lançados pela Farmacotécnica: Colagenew e Peptistrong. O primeiro é um colágeno freshwater que possui peptídeos menores de 500 Da e atua na firmeza, elasticidade e aparência da pele, de dentro pra fora. Já o Petistrong é um produto originário da fava que tem dois peptídeos marcadores com a capacidade de acelerar o ganho de massa muscular.

Além das inovações técnicas, o desafio é criar a interconectividade com os clientes. “AS pessoas estão cada dia usando mais os recursos tecnológicos para se comunicar. “Aqui na empresa estamos fazendo nosso dever de casa, e investindo em tecnologia que nos mantenha ágeis e respeitando todas as exigências sanitárias vigentes.” Afirma Rogy Tokarski, filha de Rogério e Romelita, diretora da Farmacotécnica.

50 anos passaram muito rápido, mas sem dúvida, muita coisa boa ainda virá por aí!