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terça-feira, abril 21, 2026
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Iluminação: quando a onda se dá conta que é o oceano

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A metáfora da onda percebendo que é parte do oceano traz uma profunda reflexão sobre a jornada da consciência humana. Ela representa o momento em que o indivíduo percebe que não está isolado, mas que faz parte de algo maior — a totalidade da vida, o universo, ou, como alguns diriam, o divino. Esta percepção é o que muitos chamam de iluminação.

A onda, inicialmente, se vê como uma entidade separada, agindo por conta própria, com seu início e fim, como se sua existência fosse limitada ao seu formato. Assim somos nós, em nossa vida cotidiana, identificados com o corpo, o ego e as circunstâncias. Vivemos com a ideia de que somos seres isolados, desconectados dos outros, presos a preocupações e sofrimentos individuais. O famoso filósofo René Descartes, em sua máxima “Penso, logo existo”, refletiu a visão da separação entre mente e mundo. Para muitos, isso resulta em uma vida centrada apenas no *eu*, no individualismo.

Mas e se, em algum momento, nos dermos conta de que somos mais do que apenas essa “onda” isolada? Quando a onda reconhece que faz parte do oceano, ela se reconecta com a fonte de onde veio. Essa é a verdadeira iluminação: o reconhecimento de que somos parte de algo maior, e que essa conexão é inquebrável.

No contexto espiritual, essa é uma lição repetida ao longo da história. No cristianismo, Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Esta afirmação reflete a consciência da unidade entre o indivíduo e o divino. Para além das crenças religiosas, essa visão de interconectividade aparece em várias filosofias. O budismo, por exemplo, ensina que a separação é uma ilusão — o que chamam de “maya”. Quando essa ilusão é quebrada, surge a *nirvana*, um estado de plenitude e união com o todo.

Essa percepção da nossa verdadeira natureza muda a forma como vemos o mundo. Quando nos vemos como uma onda, preocupamo-nos em competir, sobreviver e destacar-nos em relação às outras ondas. Mas quando entendemos que somos o oceano, a competição se dissolve, e surge o sentimento de unidade. O pensador místico Rumi dizia: “Tu não és uma gota no oceano. Tu és o oceano inteiro numa gota”. Essa frase nos lembra que dentro de nós há toda a potencialidade da existência, e que a nossa essência está profundamente conectada ao universo.

Essa visão de interdependência também pode ser explicada pela física moderna. No campo da física quântica, cientistas como Erwin Schrödinger afirmaram que não existe separação real entre as coisas — tudo no universo está intrinsecamente ligado. Esta ideia, em essência, aproxima-se da metáfora da onda e do oceano, onde cada parte está conectada ao todo, e nenhuma pode ser verdadeiramente isolada.

Compreender que somos o oceano traz um profundo alívio. As ansiedades sobre sucesso, fracasso e até a morte perdem o peso que costumavam ter. O medo da morte, por exemplo, é um grande sofrimento para muitos, pois pensamos que nossa existência acaba, assim como a onda parece “morrer” ao se quebrar na praia. No entanto, quando a onda se desfaz, ela apenas retorna ao oceano — ela nunca deixou de fazer parte dele. Assim, compreender que somos o oceano nos ajuda a lidar com o ciclo natural da vida e da morte, reconhecendo que, embora nossas formas mudem, a essência permanece.

Portanto, a iluminação é esse estado de consciência expandida, em que o indivíduo reconhece que é mais do que apenas uma parte isolada. É quando percebemos que somos uma expressão do todo, que nossa verdadeira natureza é vastidão e conexão. Assim como a onda nunca deixou de ser o oceano, nós nunca deixamos de ser parte do universo. É essa compreensão que nos liberta, que nos traz paz, e que nos permite viver de forma mais plena e compassiva.

A iluminação, então, não é um destino inalcançável. Está disponível no momento em que nos permitimos olhar além da superfície, além das ilusões, e reconhecer que sempre fomos, e sempre seremos, o próprio oceano.

José Adenauer Lima
Formado em economia, com pós-graduação em Estratégia pela ADESG. Especialização em filosofia clássica.Trabalha no Poder Legislativo do DF há 32 anos nas áreas de orçamento público e processo legislativo.

Sites fraudulentos dificultam identificação de bets no Brasil

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Ministério da Fazenda tem 123 pedidos de autorização de 118 empresas

A três dias da proibição de empresas de bets que não pediram autorização para operar no Brasil, o governo ainda não sabe a extensão da medida. A existência de sites fraudulentos que mudam constantemente de endereço e o uso de diversas marcas por uma mesma empresa dificultam a contagem de quantas companhias de apostas eletrônicas atuam no Brasil.

A constatação é do secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena. Segundo ele, o governo só saberá com clareza o número de companhias de apostas online após a regulamentação, que entrará em vigor em janeiro. Isso porque, após essa data, somente as empresas aprovadas pelo Ministério da Fazenda poderão operar no país, cada uma podendo explorar até três marcas.

“Há várias dificuldades para fazer a contagem. Uma é a diferença entre empresas e marcas, já que uma empresa pode operar mais de uma marca. Existe uma segunda coisa, que é uma empresa que se utiliza das apostas para fraude. Ela abre um domínio, começa a prestar aquele serviço fraudulento e vai migrando. Então, eventualmente, o mesmo grupo vai deixando rastros de dezenas, centenas de sites utilizados para mera fraude ou atividades criminosas”, explica o secretário de Prêmios e Apostas.

Segundo Dudena, é difícil para o governo, neste momento, ter clareza sobre o que são empresas de fato e estelionatários que se aproveitam das apostas para cometerem fraude. “No nosso banco de dados aqui, temos algumas centenas de sites que a gente localizou. Agora, ter certeza se isso são poucos grupos que operam muitos [sites], isso a gente não tem 100% clareza. O que nos cabe? Derrubar esses sites se eles não forem legalizados, independentemente se são do mesmo grupo ou não”, justifica.

A contagem do número de empresas de apostas online que atuam no Brasil também se reflete no setor privado. Em abril deste ano, a plataforma de análise de dados Datahub estimava que 217 bets operavam no país, alta de 735% em relação às 26 empresas existentes em 2021. Em junho, a organização não-governamental Instituto Jogo Legal estimava em 2 mil o total de sites de apostas esportivas e de cassinos virtuais no mercado brasileiro.

Expectativas

Com a dificuldade em contabilizar as empresas em operação no país, o governo só pode fazer estimativas com base no processo de regulamentação. Segundo as estatísticas mais recentes da Secretaria de Prêmios e Apostas, 118 empresas fizeram 123 pedidos até esta semana. Somente no último mês, informou o órgão, várias companhias desistiram e outras refizeram os pedidos, voltando para o fim da fila de análise, mas a secretaria não forneceu as quantidades.

O secretário Regis Dudena prevê que nem todos os pedidos serão aprovados, mas calcula que cerca de 100 empresas atuarão legalmente no Brasil a partir de janeiro, com base na comparação com outros países. “Em mercados de apostas consolidados, é muito raro achar um mercado que passe de 100 empresas autorizadas. Temos um número bastante expressivo de empresas que vieram pedir. A gente já tem clareza que muitas dessas ou algumas dessas não vão passar em todos os crivos. A gente está avaliando, estamos fazendo reuniões de controle, e dá para identificar algumas empresas que não cumprem os requisitos”, declara.

Segundo Dudena, o governo está sendo bem rigoroso na análise dos processos. “A gente subiu bastante o sarrafo para regulamentar. Esse número mostra que tem muitas empresas que resolveram cumprir a lei. Pensando que cada uma dessas autorizações pode gerar até três marcas, a gente tem um número bastante significativo para o mercado de sites em atuação [a partir de janeiro]”, diz.

Articulação

Além da Secretaria de Prêmios e Apostas da Fazenda, que editou dez portarias de regulamentação e analisa os pedidos das empresas, a Lei 14.790/2023, que legalizou as apostas eletrônicas, prevê que o Ministério do Esporte também regulamentará as apostas, por meio da Secretaria Nacional de Apostas Esportivas. Dudena diz que os dois órgãos atuarão de forma coordenada e negou sobreposição de atuações.

“O que a lei prevê é que a regulamentação e o processo de autorização das bets é de competência do Ministério da Fazenda. O Ministério do Esporte é competente para a dimensão esportiva da atividade, principalmente para indicar as modalidades esportivas que podem ser objeto de aposta e impedir a manipulação de resultados”, explica.

Dudena ressalta que o Ministério da Fazenda atua em diversas frentes e trabalha em articulação com o Ministério da Justiça para combater a criminalidade no setor de apostas por meio da Polícia Federal e preservar os direitos do consumidor por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A Secretaria de Prêmios e Apostas, informa o secretário, também atua em conjunto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para acionar as provedoras de internet para derrubarem os sites fraudulentos.

Por fim, a Fazenda trabalha em conjunto com o Ministério da Saúde, para colher informações que melhorem a regulamentação no sentido de preservar a saúde mental do apostador. Segundo Dudena, a Secretaria de Prêmios e Apostas municia o Ministério da Saúde e o Sistema Único de Saúde (SUS) com informações relevantes para a política de saúde mental. Na próxima semana, as duas pastas devem criar um grupo interministerial sobre o tema.

Distrito Federal registra chuvas isoladas após 157 dias de seca Inmet havia informado que a capital poderia registrar precipitações

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Moradores de algumas regiões do Distrito Federal comemoraram a chegada da chuva, após 157 dias de estiagem. A Agência Brasil teve acesso a vídeos de pancadas isoladas nos bairros de Águas Claras e Ceilândia.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já havia informado que a capital federal poderia registrar precipitação em áreas isoladas ao longo do fim de semana – o último de setembro e o primeiro da primavera.

“As chances são pequenas, mas não estão descartadas”, avaliou o instituto na sexta-feira (27), ao destacar que as temperaturas na região vão continuar elevadas, com máximas podendo chegar aos 35 graus Celsius.

Na noite de ontem, moradores do Jardim Botânico chegaram a registrar raios nos céus. O canto das cigarras, que indicam chuvas, também aumentou a expectativa dos brasilienses pelas precipitações.

Alerta
Apesar do rápido alívio, o Inmet emitiu dois avisos sobre ondas de calor e baixa umidade no Distrito Federal até pelo menos este domingo (29). As orientações para a população incluem:

– beber bastante líquido;
– evitar atividades físicas;
– evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia;
– usar hidratante para pele e umidificar o ambiente;
– evitar desgaste físico nas horas mais secas.

 

 

51ª Edição da ABAV EXPOSIÇÃO E FEIRA

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A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGENTES DE VIAGENS, que sempre realizava seus congressos e feiras, cada ano em uma capital brasileira, nos últimos 22 anos somete os sediou no Rio de Janeiro.Felizmente isso foi mudado e esse ano está sendo em Brasília.
Consequentemente, todo Centro Oeste esta sendo beneficiado com a visita de empresas de turismo de todo Brasil e inúmeras do exterior.
A prova disso foi, nós, da Pousada dos Pireneus, em Pirenópolis, Cidade Histórica e Cultural do Entorno, sermos visitados nesta semana que antecede o congresso, por Operadores de viagens de 10 países diferentes : MEXICO, PORTUGAL, ESPANHA, COLOMBIA, PERU, CHILE, ARGENTINA, URUGUAI E PARAGUAI.
Tivemos o prazer de hospedar esses agentes, juntamente com a Goiástour, e com a Prefeitura de Pirenópolis, lhes mostrar todo nosso potencial turístico e cultural. Também lhes oferecemos um belo jantar, acompanhados de todos os personagens das CAVALHADAS, OS MASCARADOS figuras típicas da cidade, e também nossas músicas .
A partir de agora teremos nossa Brasília, com sua modernidade , Pirenópolis o seus quase 300 anos de existência, suas festas, seu folclore, sua gastronomia nos próximos roteiros dessa empresas.
Muitos desses países tem voos diretos para Brasília : CHILE, COLOMBIA, PERU,PORTUGAL, ARGENTINA.
Isso representa um marco para nossa região. Eles saberem que o Brasil não é somente Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu e a Amazônia. Somos muito mais! Quem se interessar em visitar a feira, ela estará aberta ao público pagando um ingressou de R$20,00, no sábado à tarde . O local ê no CICB Vá visitar nosso estande e tomar um espumante Em frente os restaurantes Mangai e Nau

Bia Haddad usa joias da Tiffany & Co. em seu triunfo no WTA 500 de Seul

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Créditos de imagem - WTA

A Tiffany & Co. tem o prazer de anunciar que a tenista brasileira e friend of the house Bia Haddad venceu o WTA 500 Seul, subindo para a 12ª posição no ranking mundial. Ela recebeu o troféu usando joias da Tiffany & Co. Sua seleção incluiu os brincos Tiffany T T1 Hoop em ouro amarelo, o pingente Tiffany Victoria® em ouro rosa 18k com diamantes e a pulseira Tiffany Lock Bangle em ouro amarelo e branco com meio pavé de diamantes

Sobre as coleções

Tiffany Victoria

Motivos florais e de videira ganham destaque em platina, ouro amarelo 18k e ouro rosa, todos eles adornados com deslumbrantes diamantes em lapidação marquesa, pera e brilhante.

Tiffany Lock

Um ícone atemporal inspirado em um cadeado de 1883, Lock é uma expressão da proteção duradoura do amor. Um símbolo universal do que mais importa, Lock mantém seguro aquilo que é valorizado.

Tiffany Knot

A coleção Knot é uma expressão dos laços inabaláveis do amor. Inspirada por um laço dos arquivos da Tiffany criado em 1889 – um símbolo dos vínculos mais duradouros da vida – a coleção Knot incorpora conexões significativas.

Parceria com a Tiffany & Co.

A tenista foi oficialmente nomeada Friend of the House da Tiffany & Co. em 2024, reforçando a presença da joalheria icônica no universo esportivo. Bia é a primeira atleta brasileira a representar a marca e tem participado dos principais torneios mundiais desde o início do ano. Sua parceria com a Tiffany & Co. destaca a crescente conexão entre moda e tênis e a dedicação da joalheria em apoiar e celebrar o esporte ao redor do mundo.

A Tiffany & Co. tem uma história profunda de colaboração com o mundo dos esportes, sendo responsável pela criação de troféus emblemáticos em diversos campos desde 1987, incluindo NBA, NFL e Fórmula 1. No tênis, a marca é reconhecida por sua maestria artesanal na confecção dos troféus do US Open há 37 anos, simbolizando a excelência e o prestígio que acompanham cada vitória.

Que marca você deixaria se não estivesse aqui

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Essa pergunta provoca uma reflexão profunda sobre o sentido de nossa vida e o impacto que temos no mundo.

O que torna a nossa existência relevante? Será que vivemos de forma a deixar uma marca que realmente importe? Quando pensamos sobre a nossa ausência, não estamos apenas falando da saudade que aqueles próximos sentiriam, mas também sobre o valor real que adicionamos ao todo.

O filósofo alemão Friedrich Nietzsche dizia que a vida só vale a pena ser vivida se houver um propósito maior que o simples sobreviver. Ele sugere que o ser humano deve buscar seu próprio significado em meio ao caos da existência.

E esse significado não vem apenas dos grandes feitos, mas das pequenas ações cotidianas que influenciam diretamente a vida das pessoas ao nosso redor.

A ausência de uma pessoa que vive com propósito é sentida, não pela grandiosidade de seus atos, mas pela profundidade do impacto que ela gerou.

Jesus Cristo nos oferece uma visão poderosa sobre isso. Em Mateus 5:13-16, Ele compara Seus seguidores à luz do mundo e ao sal da Terra. “Vocês são o sal da Terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo?”

Ele fala da importância de darmos sabor à vida, sermos agentes transformadores. Se vivermos de modo indiferente, sem “salgar” as vidas ao nosso redor, que diferença faremos se partirmos?

A Bíblia nos chama a sermos luz em meio às trevas, isto é, a trazer clareza, esperança e direção aos outros.

E esse impacto não está restrito aos círculos familiares ou de amizade. Muitas vezes, as ações que transformam o mundo começam em momentos de simplicidade e generosidade. Pense em quantas vezes alguém já fez algo pequeno, mas que mudou o seu dia. Talvez um gesto de gentileza, uma palavra encorajadora, um sorriso. São essas sementes de compaixão e amor que, quando plantadas no coração de alguém, florescem e transformam o ambiente ao redor.

Em sua famosa obra “O Banquete”, Platão nos lembra que o amor é o motor de toda virtude. Ele vê o amor como aquilo que nos move a criar, a ser melhores, e a dar o melhor de nós aos outros. O que deixamos no mundo, e o que fará nossa falta, é esse rastro de amor que plantamos nas relações, nas nossas escolhas, nas ações que visam melhorar o coletivo.

Sem amor, nossa ausência não seria nada mais que um vazio, enquanto com ele, seríamos lembrados pela forma como tocamos vidas.

Uma abordagem interessante do sociólogo francês Émile Durkheim também reforça essa ideia de relevância pessoal. Para Durkheim, a coesão social depende do sentido de pertencimento e da função que cada indivíduo exerce na sociedade.

Em outras palavras, cada um de nós tem um papel, seja na família, no trabalho, na comunidade. Nossa ausência gera desequilíbrios, porque ocupamos um espaço que mais ninguém pode preencher da mesma maneira.

No seu livro “O Suicídio”, ele argumenta que a desconexão com a sociedade leva ao vazio existencial e, por consequência, à perda do sentido da vida. Ou seja, quanto mais conectados e ativos somos no tecido social, mais nossa falta será sentida.
Então, que tipo de falta você faria? A resposta está na maneira como você escolhe viver diariamente. Se você ama, inspira, apoia, transforma – com certeza sua ausência será notada.

Serão suas atitudes, mais do que suas palavras, que deixarão um eco no coração daqueles que ficam. Afinal, como disse o poeta inglês John Donne:

“Nenhum homem é uma ilha”. Todos estamos interconectados, e cada um de nós tem o poder de fazer a diferença, mesmo que apenas em um pequeno círculo.

Se a pergunta “Que falta faria?” provoca angústia ou incerteza, talvez seja o momento de reavaliar como estamos vivendo. Que tipo de legado queremos deixar? A vida é uma oportunidade única de deixar um rastro positivo e de preencher o mundo com mais amor, mais propósito e mais luz.