“Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno.” — Rubem Alves

“Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno.” — Rubem Alves

Ex-delegado da Polícia Civil e aposentado do TJDFT, tucano tem histórico de defesa da transparência e da economia de recursos públicos
A candidata ao Governo do Distrito Federal Paula Belmonte (PSDB) anunciou, nesta quarta-feira (12), o ex-delegado e juiz aposentado Everardo Alves Ribeiro (PSDB), como candidato a vice-governador na chapa dela. A escolha de Everardo reforça uma das principais bandeiras da trajetória política de Paula: o combate à corrupção e a defesa do dinheiro público.
A apresentação foi feita durante coletiva de imprensa na sede do PSDB-DF, em Brasília. Ao apresentar o nome, Paula destacou a trajetória de Everardo na segurança pública, no Judiciário e na gestão pública. Ao lado do marido, Luis Felipe, e da mulher de Everardo, Marta, ela disse que os quatro assumiriam uma missão “por um bem maior”. “Foi uma escolha pensada com muita responsabilidade, com base no eixo condutor do nosso plano de governo; a política pode ser feita com honestidade”, afirmou Paula Belmonte.
Nascido em Unaí (MG), Everardo chegou a Brasília ainda criança, em 1961. Antes de ingressar na carreira jurídica, trabalhou como engraxate, vendedor de pães e jornaleiro. Formado em Direito, construiu sua trajetória profissional no Distrito Federal, primeiro na segurança pública, como agente e delegado da Polícia Civil, e depois no Judiciário, como juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
Após se aposentar da magistratura, retornou à advocacia. Foi conselheiro da OAB-DF e integrou a Comissão de Exame de Ordem. Na administração pública, foi o primeiro administrador regional do Itapoã e também comandou interinamente o Paranoá.
Gabinete anticorrupção
“O Distrito Federal não terá mais espaço para corruptos”, disse Everardo, ao dizer que aceitou o convite por acreditar no projeto apresentado por Paula para o Distrito Federal. “Paula já me disse que teremos um Gabinete de Combate à Corrupção e eu estarei nele”, discursou, ao anunciar um dos projetos do plano de governo do PSDB para o DF.
“Brasília faz parte da minha história. Foi aqui que cresci, construí minha vida e minha carreira. Aceitei esse desafio porque acredito que podemos fazer um governo sério, eficiente e próximo das pessoas. Paula tem coragem, independência e disposição para enfrentar os problemas do Distrito Federal”, afirmou.
Para Paula, a composição da chapa reforça a proposta de unir renovação política e experiência administrativa em torno de um projeto de governo baseado em eficiência, transparência e cuidado com as pessoas. “Não estamos formando uma chapa apenas para disputar uma eleição. Estamos formando uma equipe para governar Brasília. E o Everardo estará ao meu lado nessa missão”, concluiu Paula.
A corrida eleitoral de 2026 no Distrito Federal começa a ganhar forma. E, com ela, surgem nomes, apostas, vaidades, velhos problemas e algumas boas surpresas.
A abertura dos debates políticos, iniciada pela TV Bandeirantes/BandNews, ajudou a clarear o cenário para o eleitor. É quando o discurso preparado encontra o contraditório — e o candidato precisa mostrar mais do que frases de efeito.
Kiko Caputo pode surpreender?
Pode. E muito.
Advogado, ex-presidente da OAB-DF e com atuação também na OAB Nacional, Kiko Caputo apareceu no debate com desenvoltura, experiência e, principalmente, conhecimento das demandas da população.
Foi além da cartilha tradicional das promessas eleitorais. Falou em gestão e apresentou a necessidade de um verdadeiro choque de moralização no cotidiano da administração pública.
Em uma eleição que ainda está longe de estar definida, é um nome para observar.
Cereja do bolo
Ainda no campo do Direito, outro personagem de peso movimenta os bastidores: o consagrado advogado Luís Felipe Belmonte, esposo de Paula Belmonte, assistiu sua esposa ser assediada.
Paula vem sendo cortejada quase intimada para ocupar a vaga de vice-governadora em diferentes chapas. Pelo menos quatro candidatos ao governo já teriam demonstrado interesse.
Ela agradeceu os convites e devolveu a provocação:
“Venha ser você o meu vice.”
Até ontem, seguia sem resposta.
Política também se faz assim: convite, contraproposta, silêncio e muita conversa de bastidor.
Tiro ao alvo
Celina Leão é corajosa, boa de briga e não parece disposta a fugir do front.
E herança maldita, vale lembrar, também existe no campo da direita.
Um rombo estimado em R$ 6,7 bilhões e a situação de um banco tecnicamente quebrado colocam sobre a mesa um problema que exige solução. Há alguma movimentação de bancos privados, pouca disposição do governo federal em ajudar e muita apreensão.
Funcionários, correntistas e acionistas aguardam respostas.
Enquanto isso, Celina troca peças políticas por nomes técnicos e tenta encerrar esse capítulo para construir a renovação de seu mandato. Dependendo do cenário, pode chegar às urnas com alguma folga, ao menos segundo pesquisas consideradas mais consistentes.
E aqui cabe um alerta.
Em época eleitoral, pesquisa aparece de todo lado. Há levantamento para todos os gostos, interesses e candidaturas.
Haja pesquisa.
Haja milagre também.
Internet e redes sociais são apresentadas como se tivessem adquirido o poder de transformar qualquer candidatura em fenômeno eleitoral. Se dependesse das promessas dos novos “especialistas digitais e marqueteiros de plantão”, haveria voto suficiente para eleger todo mundo.
Não haverá.
Urna continua sendo urna.
Vaidade… coisinha complicada de conviver
tempos atrás, fui tomar café com um grande brasileiro.
Talvez um dos homens mais preparados do país para exercer a Presidência da República. E essa percepção, posso garantir, não é apenas minha.
Em conversas com gente experiente da vida pública brasileira, uma característica de José Dirceu sempre aparece: sua extraordinária capacidade de construir pontes.
Da direita à esquerda, Zé conversa.
Em suas festas de aniversário, essa característica fica evidente: encontram-se personagens que, em qualquer outro ambiente, dificilmente estariam à mesma mesa.
Ele acredita que o Brasil precisa ser construído para todos e que uma melhor distribuição de renda é indispensável.
Programas emergenciais de transferência de renda cumprem papel importante. Mas emergência não pode se transformar eternamente em projeto de poder. O objetivo de uma política pública deve ser criar condições para que a família deixe de depender dela.
Seja no município, no estado ou no governo federal.
O café, Boulos e o meu 1 x 0
Pouco antes das eleições municipais, disse a Zé Dirceu que considerava um erro a candidatura de Guilherme Boulos à Prefeitura de São Paulo.
Meu argumento era simples.
São Paulo possui um eleitorado complexo e, em muitos aspectos, conservador. As eleições de Luiza Erundina, Marta Suplicy e Fernando Haddad já representaram importantes conquistas para o campo progressista e produziram experiências relevantes de gestão.
Boulos representava outro passo.
Um voto de vanguarda.
E eu não acreditava que, naquele momento, São Paulo estivesse pronta para dar essa resposta nas urnas.
Expus minha tese, tomei mais dois cafés, ganhei um abraço fraterno do Zé e voltei ao batente.
Deu no que deu.
1 x 0 para mim.
Comemorei enquanto pude.
Porque, depois disso, tudo voltou ao normal: quando o assunto é política, futuro e os grandes movimentos do Brasil, Zé costuma ganhar de goleada.
Zé Dirceu e a política do DF
Em outra conversa, Zé fez uma observação sobre o PT do Distrito Federal que merece atenção.
O partido tem excelentes quadros. O problema é a dificuldade histórica de reuni-los em torno de um projeto comum.
Em boa parte do país, terminadas as convenções, encerram-se as disputas internas e o partido vai unido para as urnas.
No DF, não necessariamente.
Aqui, muitas vezes, termina a convenção e a disputa continua. O embate atravessa a eleição e parece sobreviver até a convenção seguinte.
Cheguei a mencionar, em determinado momento, uma possível composição com Paulo Tadeu candidato ao governo e Rafael Prudente como vice.
Era conversa.
Especulação.
Nada que pudesse ser tratado como realidade eleitoral para 2026.
E o tempo tratou de desmontar aquela possibilidade.
Política é assim.
Fotografia envelhece rápido. Nesse momento, diferentemente do que Lula e Geraldo Alckimin construíram em 2022 e renovam a continuidade para 2026 aqui no DF está longe ou ao menos parece estar. PT e PSB não abrem mão da cabeça de chapa e seguem a passos largos para ficarem fora do segundo turno .
Candidatura sem segurança jurídica
Outro capítulo importante envolve José Roberto Arruda.
Sua situação eleitoral continua cercada por uma discussão jurídica que depende de decisão no Supremo Tribunal Federal.
Há pedido de vista e, enquanto não houver uma definição, permanece uma enorme interrogação política e eleitoral.
E o alcance dessa discussão pode ir além do Distrito Federal.
Outros personagens conhecidos da política brasileira acompanham situações jurídicas capazes de influenciar seus projetos eleitorais.
Garotinho volta a olhar para o Rio de Janeiro.
Eduardo Cunha, que de bobo não tem nem o gingado, transferiu seu domicílio eleitoral para Minas Gerais, aproximou-se de veículos de comunicação e continua fazendo aquilo que conhece muito bem: política.
Nas ondas, nos bastidores e onde houver espaço.
E a esquerda?
Também vale prestar atenção aos candidatos situados mais à esquerda do espectro político.
Mesmo em tempos de polarização, ouvi-los é necessário.
Ideias boas não têm dono.
Nem toda proposta da esquerda é utopia, assim como nem toda proposta da direita é solução.
Talvez um dos grandes problemas da política brasileira esteja justamente na incapacidade de ouvir o lado oposto.
O preconceito ideológico frequentemente chega antes do argumento.
Seria muito mais útil se candidatos apresentassem projetos de governo para os próximos 20 anos, em vez de desperdiçarem o tempo eleitoral com agressões mútuas, acusações e disputas pessoais.
Depois do debate, conversei com o cientista político Rócio Barreto. Ele confirmou boa parte das minhas primeiras impressões sobre o cenário.
E não por acaso vem sendo bastante procurado para analisar essa eleição que apenas começa a mostrar sua verdadeira cara.
Muita coisa ainda vai mudar.
Candidaturas vão crescer.
Outras vão desaparecer.
Alianças consideradas impossíveis serão construídas.
Amigos estarão em palanques diferentes.
Adversários históricos poderão aparecer sorrindo na mesma fotografia.
É da política.
É da democracia.
E, no Distrito Federal, 2026 promete uma eleição em que ninguém deveria se considerar eleito antes da hora.
Nem derrotado.
Viva a democracia.
Edson Crisóstomo
Publisher
61 Brasília
Projeto inédito levará pequenos grupos para participar da vindima em duas das regiões vinícolas mais famosas do mundo
Imagine deixar de ser apenas um turista e tornar-se, por alguns dias, protagonista da produção de um grande vinho italiano.
Essa é a proposta dos projetos “Vindima na Toscana 2027” e “Vindima no Piemonte 2027”, criados pela Monardo Café & Viagens, que levarão brasileiros para viver uma das experiências mais autênticas do universo do vinho: participar da colheita das uvas e acompanhar, ao lado de produtores e enólogos, todas as etapas da elaboração de rótulos em duas das regiões vitivinícolas mais prestigiadas da Itália.
A iniciativa, idealizada por Antonello Monardo, italiano radicado em Brasília há mais de 30 anos e especialista em turismo enogastronômico, vai muito além das tradicionais visitas a vinícolas. Durante uma semana, os participantes estarão inseridos na rotina das propriedades rurais justamente no período mais importante do ano: a vindima.
Na Toscana, cenário de vinhos consagrados mundialmente e paisagens que se tornaram símbolo da Itália, o grupo vivenciará a colheita, a seleção das uvas, os primeiros processos de vinificação e a convivência com famílias produtoras que preservam tradições transmitidas há gerações.
No Piemonte, terra de alguns dos maiores vinhos do planeta, como Barolo e Barbaresco, a experiência ganha outra dimensão. Em meio às colinas reconhecidas como Patrimônio Mundial pela UNESCO, os participantes conhecerão diferentes estilos de produção, visitarão cantinas históricas e compreenderão como nascem alguns dos rótulos mais admirados do mundo.
O grande diferencial é que o visitante deixa de ocupar o papel de espectador. Ele colhe, aprende, degusta, conversa com os produtores, entende a filosofia de cada vinícola e participa efetivamente do processo que transforma a uva em vinho.
“Quem participa da vindima nunca mais olha uma taça de vinho da mesma maneira. Cada garrafa passa a representar pessoas, história, trabalho e paixão. É uma experiência profundamente humana e cultural”, afirma Antonello Monardo.
Além das atividades ligadas ao vinho, os dois programas incluem gastronomia regional, visitas a pequenos vilarejos, encontros com produtores artesanais, degustações exclusivas e momentos de convivência que revelam o verdadeiro estilo de vida italiano, distante dos roteiros tradicionais.

A proposta acompanha uma tendência mundial de valorização do turismo de experiência, em que o viajante busca vivenciar a cultura local de forma genuína, participando das atividades e estabelecendo relações diretas com quem preserva tradições centenárias.
Com grupos reduzidos e vagas limitadas, os projetos pretendem reunir apreciadores de vinho, amantes da Itália e pessoas interessadas em viver uma experiência transformadora, onde o conhecimento, a cultura e a emoção caminham lado a lado.
Mais do que conhecer grandes vinhos, os participantes terão a oportunidade de compreender sua origem, acompanhar seu nascimento e levar para casa uma história que dificilmente poderá ser repetida em qualquer outro lugar do mundo.

Sobre a Monardo Café & Viagens
Especializada em viagens culturais e enogastronômicas pela Itália, a Monardo Café & Viagens desenvolve roteiros autorais que aproximam brasileiros da essência do país por meio de sua gastronomia, vinhos, tradições e história. Fundada por Antonello Monardo, italiano radicado em Brasília, a empresa tornou-se referência na criação de experiências exclusivas, valorizando o contato direto com produtores, chefs, artesãos e famílias italianas, sempre em pequenos grupos e com foco na autenticidade.
Antonello Monardo
O PSD do Distrito Federal oficializou, nesta quarta-feira (6), o nome de Luiz Pitiman como candidato a vice-governador na chapa liderada por José Roberto Arruda. A decisão foi anunciada durante reunião da Executiva Regional do partido, realizada na sede nacional da legenda, em Brasília.
O encontro reuniu dirigentes partidários, pré-candidatos e lideranças políticas do PSD, consolidando mais uma etapa da construção do projeto que o partido apresentará à população do Distrito Federal nas próximas eleições.
Ao anunciar a composição da chapa, o presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, destacou a experiência política e administrativa de Luiz Pitiman e afirmou que a escolha fortalece o compromisso do partido com uma gestão eficiente e preparada para enfrentar os desafios da capital federal.
“Pitiman reúne experiência, capacidade de gestão e profundo conhecimento de Brasília. Tenho convicção de que será um grande parceiro de José Roberto Arruda na construção de um novo ciclo de desenvolvimento para o Distrito Federal”, afirmou Paulo Octávio.
Ex-deputado federal, ex-presidente da Novacap e ex-secretário de Obras do Distrito Federal, Luiz Pitiman agradeceu a confiança do partido e destacou o espírito de união que marcou a definição da candidatura.
“Recebo essa missão com humildade, responsabilidade e muita disposição para trabalhar. Vamos construir um projeto capaz de resgatar o orgulho dos brasilienses e recolocar Brasília no caminho do crescimento e da eficiência administrativa”, declarou.
José Roberto Arruda também comemorou a definição do vice e ressaltou que a escolha foi resultado de um amplo diálogo interno conduzido pela direção regional do PSD.
“O Pitiman tem experiência na vida pública, capacidade de gestão e reconhecimento junto à sociedade. É uma escolha que fortalece nossa caminhada e amplia nossa capacidade de enfrentar os desafios que Brasília terá pela frente”, afirmou.
Durante a reunião, as lideranças partidárias destacaram ainda o fortalecimento do PSD no Distrito Federal, evidenciado pela expressiva participação popular na convenção extraordinária realizada no último sábado, que homologou a candidatura de Arruda ao Governo do Distrito Federal e reuniu mais de 44 mil apoiadores.
Convite a Paulo Octávio para disputar o Senado
Outro tema que ganhou destaque durante o encontro foi a composição da chapa majoritária para o Senado. Em diversos momentos, lideranças do partido defenderam publicamente a candidatura de Paulo Octávio à Câmara Alta.
Luiz Pitiman fez um apelo para que o presidente regional do PSD complete a chapa como candidato ao Senado, ressaltando sua trajetória empresarial, política e sua contribuição para o desenvolvimento de Brasília ao longo de mais de cinco décadas.
José Roberto Arruda também destacou a importância de Paulo Octávio para o projeto político do partido e para o Distrito Federal, ressaltando sua experiência como empresário, ex-deputado federal, ex-senador, ex-vice-governador e ex-governador.
Paulo Octávio agradeceu as manifestações de apoio e informou que a definição sobre a candidatura ao Senado deverá ocorrer nos próximos dias, após diálogo com as lideranças partidárias e com o candidato ao Governo do Distrito Federal.
Com a oficialização de Luiz Pitiman como candidato a vice-governador, o PSD avança na consolidação de sua chapa majoritária e reforça sua preparação para a disputa eleitoral de 2026 no Distrito Federal.

Nome foi definido no último dia do prazo para composição das chapas; legenda também confirma Sebastião Coelho como candidato ao Senado
Brasília, 5 de agosto de 2026 – O Partido Novo definiu nesta quarta-feira (5) o delegado da Polícia Civil do Distrito Federal Rafael Sampaio como candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Kiko Caputo na disputa pelo Governo do Distrito Federal. A definição ocorreu no último dia do prazo para composição das chapas majoritárias das eleições de 2026.
Delegado da PCDF há cerca de 20 anos, Rafael Sampaio possui trajetória na área de segurança pública e experiência em cargos de gestão na administração pública. Ao longo da carreira, atuou como chefe de gabinete e secretário-executivo da Secretaria de Governo da Presidência da República, assessor de Relações Institucionais da Polícia Civil do Distrito Federal e delegado-chefe da 38ª Delegacia de Polícia, em Vicente Pires.
Segundo Rafael Sampaio, a composição da chapa reforça a prioridade dada à segurança pública. “A escolha demonstra o reconhecimento da importância da segurança para a população do Distrito Federal. Precisamos enfrentar problemas que afetam diretamente a vida dos cidadãos com planejamento, gestão e valorização das instituições”, afirmou.

Para Kiko Caputo, a definição do vice também representa o compromisso da chapa com a valorização dos servidores públicos. “Queremos construir um governo que reconheça a importância dos profissionais que prestam serviços essenciais à população. A valorização das carreiras públicas será um dos pilares da nossa gestão”, destacou.
A chapa majoritária do Novo no Distrito Federal é composta por Kiko Caputo como candidato ao Governo, Rafael Sampaio como candidato a vice-governador e pelo desembargador aposentado Sebastião Coelho na disputa por uma vaga no Senado Federal. Nas eleições de 2022, Rafael Sampaio concorreu ao cargo de deputado federal, quando recebeu 11.762 votos.