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quarta-feira, abril 22, 2026
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Últimos dias para se inscrever em competição que seleciona novos jovens talentos da gastronomia da América Latina

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Foto: Divulgação S.Pellegrino

 

Até o dia 19 de junho, chefs de cozinha com idade entre 18 a 30 anos podem se inscrever para participar da 6ª edição da S.Pellegrino Young Chef Academy Competition

Até o dia 19 de junho estão abertas as inscrições da 6ª edição da S.Pellegrino Young Chef Academy Competition 2024-25. Com o tema “Bring Your Future to the Table”,  a competição internacional tem o objetivo de descobrir novos chefs reforçando o poder transformador da gastronomia e de seu impacto positivo na sociedade por meio da alimentação.

A edição deste ano tem como novidade, a participação da chef paulistana Janaína Torres como uma das juradas da competição; a única brasileira entre os jurados. A paulistana Janaína Torres, do restaurante A Casa do Porco, foi eleita recentemente como a Melhor Chef Mulher do Mundo pelo 50 Best Restaurants, um dos prêmios mais importantes da gastronomia mundial e patrocinado por Acqua Panna e S.Pellegrino.

Criada em 2015, o  S.Pellegrino Young Chef Academy surgiu com o propósito de revelar e celebrar os novos chefs, gerando conexão, oportunidades e educação. O Concurso bianual já atraiu centenas de jovens chefs de todo o mundo dispostos a fazer a diferença em suas comunidades. O programa já trouxe visibilidade para diversos talentos da gastronomia, como o português Nelson Freitas, dono do restaurante Fifty Second, em Lisboa,  e ganhador da edição de 2023.

Para participar, o candidato precisa ter entre 18 e 30 anos e se inscrever no site http://sanpellegrinoyoungchefacademy.com/the-competition/application-form preencher um formulário e enviar a receita de um prato exclusivo que comunica sua visão pessoal, habilidades únicas e criatividade.

O processo de inscrição estará disponível até dia 19 de junho de 2024 e, a partir  desta data, os chefs vão ser selecionados pela ALMA – Escola Internacional de cozinha Italiana, que usará critérios baseados em criatividade, técnica e crenças pessoais, para escolher os candidatos da próxima etapa. Após esta seleção minuciosa, será realizada as finais regionais, as quais os ganhadores irão para a grande final, prevista para outubro de 2025, em Milão.

Para mais informações, acesse o site https://www.sanpellegrinoyoungchefacademy.com/.

Sobre a S.Pellegrino Young Chef Academy 

A gastronomia tem o potencial de transformar a sociedade, moldando um futuro mais inclusivo e mais  sustentável. Mas fazer isso requer talento. É por isso que a S.Pellegrino criou a S.Pellegrino Young Chef  Academy, uma plataforma para atrair, conectar e nutrir a próxima geração de talentos gastronômicos. Um  ambiente que os capacitará por meio de oportunidades de educação, orientação e experiência, bem como  por meio da renomada competição global.

A Academy abre suas portas para membros de mais de 70 países diferentes, garantindo que o talento não  seja limitado por geografia, etnia ou gênero. É um lugar onde jovens chefes apaixonados interagem com os  representantes mais influentes da gastronomia global e onde, juntos, cultivam uma comunidade culinária  inspiradora.

Para saber mais, acesse: https://www.sanpellegrinoyoungchefacademy.com/

Sobre a S.Pellegrino e Acqua Panna 

A S.Pellegrino, Acqua Panna e SanPellegrino Italian Sparkling Drinks são marcas registradas internacionais  da SanPellegrino S.p.A., que está sediada em Milão, na Itália. Distribuídos em mais de 150 países por meio  de filiais e distribuidores em todos os cinco continentes, esses produtos representam a excelência em  qualidade em virtude de suas origens e interpretam perfeitamente o estilo italiano em todo o mundo como  uma síntese de prazer, saúde e bem-estar. Fundada em 1899, a SanPellegrino S.p.A. é a empresa líder do  setor de bebidas na Itália, com uma linha de águas minerais, aperitivos não alcoólicos e drinks.

A SanPellegrino sempre se comprometeu a aprimorar esse bem primário para o planeta e a trabalhar de  forma responsável e apaixonada para garantir que esse recurso tenha um futuro seguro.

Sobre Minalba Brasil

Minalba Brasil é a divisão de bebidas do GEQ, um dos maiores conglomerados empresariais do País, que se faz presente nos mais diversos momentos da vida dos brasileiros por meio de um portfólio diversificado de marcas e produtos de segmentos variados, ideal para todas as ocasiões de consumo. A empresa é líder de água mineral no Brasil e detentora das marcas Indaiá, Minalba, São Lourenço, Petrópolis, Natural do Horizonte, Refri, Citrus e do energético Night Power. Possui ainda o licenciamento das marcas Grapette e Nestlé Pureza Vital, bem como a concessão para a distribuição das marcas globais premium Perrier, S. Pellegrino e Acqua Panna, e para a produção e distribuição do Minotauro Energy Drink.

 

PSD promove curso de capacitação política exclusivo para mulheres

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Mulheres de todo o Distrito Federal estiveram reunidas neste sábado (8), no hotel Cullinan Hplus Premium, na Asa Norte, no curso ministrado pelo Insper e promovido pelo PSD Mulher do DF. O evento foi aberto pela presidente nacional do PSD Mulher, Alda Marco Antônio, que ressaltou a importância da presença feminina na capital, onde as leis são feitas, e destacou a necessidade de aumentar a participação feminina na política da capital.

Alda usou como exemplo a futura presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo, que tomará posse em 1° de outubro deste ano. Ao vencer as eleições com mais de 35,9 milhões de votos (59,75% do total). A aliada do atual presidente Andrés Manuel López Obrador e ex-prefeita da Cidade do México disse que não chegou sozinha ao poder. A dirigente nacional do PSD Mulher também ressaltou o alto nível do Insper, parceiro do partido que dá cursos para mulheres em todo o País.

Para a presidente do PSD Mulher-DF, Deborah Carvalhido, o partido tem um compromisso com a capacitação das mulheres no Distrito Federal. Ela também destacou o desafio de trazer um curso que não estava previsto, mas que, com a participação e a força do presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, foi realizado.

Ao lado da vice-presidente do PSD-DF, Anna Christina Kubitschek, o presidente do partido na capital, Paulo Octávio, destacou o papel da mulher na política mundial. “A Alda pontuou um fato muito importante, que começa a acontecer no nosso continente: o protagonismo feminino nas eleições presidenciais. Em um país tão importante como o México, duas mulheres competiram, uma foi a vencedora e isso mostrou a força da democracia e a participação efetiva da mulher na política”, avaliou.

Paulo Octávio também lembrou que, historicamente, o PSD tem protagonismo feminino. E que essa posição de destaque vem muito antes do aumento da participação da mulher como nos dias atuais.

“A Alda deu como exemplo o presidente Juscelino Kubitschek, que fez Brasília em um momento difícil, mas de grande entusiasmo nacional. E fez com democracia, entendimento e liberdade. Importante lembrar também que sua esposa, Dona Sarah, foi a primeira mulher a criar comitês femininos para apoiar o PSD. Então, nós estamos aqui em uma reunião histórica e muito importante, na qual abordamos a força da mulher brasileira na política e a lembrança de que os primeiros comitês femininos surgiram em 1956, na campanha de JK, capitaneados por Dona Sarah”, relembrou.

O líder do PSD-DF falou ainda das eleições na Europa e nos Estados Unidos, nas quais as mulheres já estão figurando como candidatas à vice-presidência, como Kamala Harris com Joe Biden. “Em breve, veremos uma mulher na presidência dos Estados Unidos”, destacou. Ele afirmou ainda sua crença na igualdade de gêneros e na força da mulher brasileira.

Em relação às eleições no Entorno, ele destacou que Brasília abriga e emprega a população destas cidades. “Teremos candidatos do PSD para vereadores e prefeitos e vamos participar destas campanhas. Precisamos dar carinho e conforto às pessoas que vivem nestas cidades, que, para mim, também são brasilienes”, concluiu.


Fotos: Marcus Holanda

Narrativas políticas não salvam vidas, só aumentam a confusão no SUS

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Você conhece o personagem cômico Adolfo Borges? Nas eleições de 2018, ele ficou famoso pela “propaganda eleitoral” que detalhava seu projeto para o Brasil: o “Brasil Melhor”. No vídeo, ao pontuar as “ações” que pretendia implementar, ele afirma: “eu formarei a melhor equipe, com os melhores profissionais, que terão as melhores ideias, com mais aspectos positivos e menos negativos. Juntos, chegaremos ao fim da corrupção. Este é o meu compromisso”. É uma sátira. E até poderia ser mais engraçada se não aproximasse tanto da realidade.

Agora, vamos ao projeto do atual governo: o “Brasília Melhor”. Com a melhor equipe, composta pelos melhores profissionais, que têm as melhores ideias, com mais pontos positivos do que negativos. O roteiro é igual, né? Mas, como venho dizendo ao longo dos anos, a realidade precisa ser levada a sério. E é preciso compromisso com as ações e seus resultados. O que parece não ocorrer nesta gestão.

Em 2018, quando ainda na primeira campanha ao GDF, o governador afirmou que iria extinguir o Instituto Hospital de Base (IHBDF). E mais: reaproveitar os trabalhadores contratados na unidade. No entanto, após tomar posse, o discurso mudou e a ação foi expandir o modelo do Instituto para outras unidades de saúde. Agora, após morte de cinco crianças nas unidades geridas pelo atual transformado IGES-DF, a narrativa copia o marketing do candidato fictício Adolfo Borges. “Estamos trabalhando para coibir qualquer tipo de procedimento que a gente possa evitar”, afirmou a vice-governadora Celina Leão, em entrevista recente.

Você entendeu? Nem eu. E o objetivo, me parece, é este mesmo: ser vago, raso, confundir. Mas, sem perder a ternura! O “estamos trabalhando” não diz nada. Usar as palavras “transparência” e “fiscalização” em discursos não ameniza a realidade. Narrativas políticas, sabemos, podem moldar a percepção pública. Só que até nisso é preciso estratégia: o DF soma, até agora, mais de 380 mortes por dengue. E mais cinco crianças morreram em hospitais públicos. Como e quando esse cenário vai ser efetivamente mudado? Quais as diretrizes políticas para investimento em saúde no Distrito Federal?

Como representante de uma classe, a dos médicos, me preocupam as declarações recentes de pessoas que estão à frente da gestão do DF. Procuram culpados, apontam, falam em investigações policiais e, em momento algum, assumem seus erros. Fala-se, inclusive, que 49% dos atendimentos feitos na Capital são “frutos da região do Entorno”: para justificar a superlotação de hospitais e UPAs. Mas, esse dado vem de onde? Quando a pesquisa foi feita? Veja: se uma estratégia em saúde não é feita com base em números reais… há perigo na esquina.

Outra afirmação que me chama a atenção, infelizmente de maneira preocupante, é: “…Mediante tudo isso, estamos fazendo o programa Humanizar”. Podemos começar, então, pela humanização do tratamento dispensado aos servidores. Dando condições de trabalho. Isso sem falar na recomposição salarial. Que é, sim, uma demanda dos profissionais de saúde. E justa. Quem quer trabalhar sem salário compatível e sem estrutura? Com o risco ainda de ser responsabilizado em praça pública caso algo dê errado. Então, seguindo as metas do programa “Brasília Melhor”, presumo que aqui seria a parte do: “vamos humanizar humanizando”.

É preciso levar a gestão pública a sério. O voto de confiança da população precisa ser respeitado. Já me coloquei à disposição diversas vezes para debatermos com a atual gestão a situação dos médicos. Acredito mesmo que o diálogo e a troca de experiências podem fazer toda a diferença neste cenário. A crítica, neste caso, precede a melhora. A melhora real: com planejamento, estratégia e ações efetivas, para curto, médio e longo prazo.

A humanização do SUS está em sua própria essência, integral e universal. O maior sistema público de saúde do mundo. E ele é feito por pessoas. Pessoas que atendem pacientes. Li no site do IGESDF, em uma breve apresentação do Programa Humanizar: “nossa missão é promover a humanização em todas as instâncias do atendimento ao cliente”. Acredito que este seja um dos problemas atuais na gestão pública em saúde. Desumanizam os servidores (para criar projetos de humanização) enquanto pacientes tornam-se clientes. Cadê a coerência?

Dr. Gutemberg Fialho

Perfil da pós-graduação muda no país em 25 anos

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Retrato do setor está no estudo Brasil: mestres e doutores, do CGEE

O Brasil formou e empregou mais mestres e doutores em 25 anos, os cursos estão melhor distribuídos entre as regiões e há mais mulheres pós-graduadas.

No entanto, apesar das mudanças, permanecem assimetrias históricas como a remuneração mais baixa das mestras e doutoras em comparação aos colegas do sexo masculino com a mesma formação acadêmica. Ainda é baixa a proporção de pessoas com essas qualificações no conjunto da sociedade.

O retrato da pós-graduação no país está no estudo Brasil: Mestres e Doutores, produzido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com sede em Brasília.

Segundo o CGEE, há “clara evidência do processo de desconcentração regional ocorrido na pós-graduação brasileira entre 1996 e 2021″. Conforme análise, a Região Sudeste concentrava 62% do número de cursos de mestrado brasileiros em 1996. Após 25 anos, essa participação caiu 20 pontos percentuais.

O mesmo fenômeno foi observado no doutorado. Em 1996, oito de cada dez cursos de doutorado estavam no Sudeste (79,2%). No mesmo intervalo de tempo, o peso da região caiu 29,6 pontos percentuais.

Em consequência, a geografia das titulações também se modificou. “Em 1996, 67,4% dos títulos de mestrado e 88,9% dos títulos de doutorado foram concedidos na Região Sudeste”, diz o estudo. Em 2021, “tais participações tinham diminuído para, respectivamente, 43,5% e 52,5%.”

Carteira assinada

As mudanças atingiram o mercado de trabalho formal. Em 2009, no Sudeste estavam empregados 55,1% dos doutores e 49,2% dos mestres. Em 2021, a prevalência de doutores na região permanece, mas deixa de ser majoritária, cai para 45,6% dos doutores empregados. No caso dos mestres com carteira assinada, a proporção caiu para 43,9%.

A redistribuição da pós-graduação no Brasil tem a ver com dois movimentos. Em primeiro lugar, a mobilidade de mestres e doutores, especialmente dos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, para estados de outras regiões.

Em segundo lugar, o aumento da formação local, que diminui a relevância da “importação” de profissionais com mestrado e doutorado. “O fato de ter pós-graduação no Brasil inteiro dificulta a mobilidade”, avalia a socióloga Fernanda Sobral, vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Desigualdade

Fernanda comemora a desconcentração, mas alerta para a queda recente da taxa de crescimento de cursos de pós-graduação. Entre 1996 e 2021, o número de programas de mestrado e doutorado passou de 608 para 4.691. O sucesso entre 2016 e 2021 foi menos intenso, no entanto. Segundo o CGEE, houve “clara desaceleração do processo de crescimento da pós-graduação brasileira nos cinco últimos anos da série analisada (1996-2021).”

A redução do ritmo preocupa especialmente a comunidade científica porque o número de titulados por habitante ainda é pequeno. Em 2021, o país tinha 27 mestres para cada grupo de 100 mil habitantes e 10,2 doutores para cada 100 mil habitantes. “Isso ainda é baixo. Isso tem a ver com a nossa desigualdade social que é muito grande. “Para ter um nível educacional é difícil”, afirma Fernanda Sobral.

A vice-presidente da SBPC, que acompanhou o lançamento do estudo em Brasília, também destacou a remuneração mais baixa paga as mulheres tituladas. Em 2021, a remuneração média das mulheres com mestrado era de R$ 10.033,95 – 26,7% menor do que recebiam os homens com a mesma formação. No caso das doutoras, a remuneração média naquele ano era de R$ 14.782,68 – 16,4% abaixo do que ganhavam os doutores.

Um detalhe importante é que a presença feminina é majoritária na pós-graduação. “A partir do ano de 1997, as mulheres passaram a ser maioria entre os titulados em cursos de mestrado no Brasil, A partir de 2003, elas também passaram a ser maioria entre os titulados em cursos de doutorado. A participação de mulheres no total de títulos de mestrado e de doutorado no ano de 2021 foram, respectivamente, 13,6 e 11,2 pontos percentuais maiores do que as participações de homens.”

Os dados analisados pelo CGEE são das bases de informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Relação Anual de Informações Sociais (RAIS); e da Plataforma Sucupira, mantida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pela política de pós-graduação no Brasil.

Público e privado

Conforme dados secundários, o setor público emprega mais mestres e doutores do que as empresas privadas, especialmente por causa das universidades públicas federais e estaduais, que são grandes empregadoras de professores que têm essas formações acadêmicas.

A despeito da tendência, o CGEE captou maior demanda por força de trabalho qualificada entre entidades empresariais. “O que a gente viu recentemente é que as entidades empresariais privadas passaram a ter papel importante no emprego de mestres – 25% do total dos mestres que estão empregados, trabalham hoje em entidades empresariais privadas”, diz Sofia Daher, coordenadora do estudo do CGEE e doutora em ciência da informação.

Segundo ela, a contratação de mestres e doutores pode ser fundamental em setores estratégicos como a indústria de transformação, que precisa de desenvolvimento tecnológico e inovação para ser competitiva. Pessoas com mestrado e doutorado “são responsáveis pela criação de novos conhecimentos e aplicação desses resultados”, afirma a coordenadora.

“Temos conversado com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, que junto com outras instituições, tem discutido bastante políticas que possam aumentar a absorção de mestres e doutores pelo setor empresarial privado, aí nesse caso especialmente na indústria. A expectativa é que mestres ,e doutores tenham contribuição importante na geração de novos processos, aumento da competitividade e inovação, trazendo também conceitos importantes de sustentabilidade e responsabilidade social”, acrescenta Sofia Daher.

O estudo do CGEE gerou mais de 330 tabelas que podem ser consultadas diretamente nosite.

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasília

 

FOGO DE CHÃO ABRE NOVA UNIDADE NO LAGO PARANOÁ, AO LADO DO COTA MIL, EM BRASÍLIA

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Brasilienses e turistas poderão desfrutar do melhor do autêntico churrasco gaúcho em uma das regiões mais nobres da cidade

O Fogo de Chão Brasília está repleto de novidades e em novo endereço. Localizado no Complexo Empresarial Beira Lago, área do Clube Esportivo Sul, um dos principais destinos de entretenimento, comércio e compras de Brasília e próximo à Esplanada, o restaurante agora oferece inclusive um convidativo deck com uma belíssima vista para o Lago Paranoá.

“Estamos muito entusiasmados em continuar o nosso compromisso de proporcionar experiências gastronômicas memoráveis durante a semana e finais de semana e ansiosos para receber os clientes e parceiros em Beira Lago para lhes proporcionar descobertas culinárias exclusivas”, afirma Paulo Antunes, Country Manager Brasil.

Projetado em parceria com a agência de arquitetura e design Farné, o restaurante mostrará a recente transformação da marca Fogo com plataformas de design e inovação aprimoradas em um ambiente acolhedor, atemporal e acessível . As inovações incluem uma Mesa de Saladas projetada em mármore branco de Carrara, onde o cliente encontra uma vasta oferta de receitas com ingredientes frescos, queijos importados, antepastos, entre outros destaques.

O Fogo de Chão Beira Lago também contará com uma churrasqueira estilo península,
batizada como Penísula Grill. Situada no centro do restaurante, apresenta, de forma
proeminente, uma visão de 360°, proporcionando aos clientes um lugar na primeira fila
para conferir de perto a preparação das carnes assadas pelos gaúchos.

Na nova unidade, o Bar Fogo e os salões terão espaços de convívio envolventes para melhorar ainda mais a experiência dos clientes, proporcionando áreas convidativas para degustação dos petiscos durante o Happy Hour , drinks autorais, vinhos e cachaças premiadas e, claro, do rodízio completo.

As áreas para eventos, que recebem grupos sociais ou corporativos por meio de pacotes customizados, também foram revitalizadas. Com estrutura completa, as salas, totalmente privativas, são climatizadas e possuem isolamento acústico e equipamentos multimídia de última geração.

Outro destaque da unidade é o Dry Aged Cabinet que exibirá os deliciosos cortes indulgentes maturados a seco como o Tomahawk. Estas opções do menu, servidas à la carte são verdadeiras iguarias pois ganham um adicional de sabor e suculência, além de textura amanteigada, um verdadeiro convite aos clientes da Fogo de Chão. Além disso, a unidade trará ainda os cortes mais desejados pelos amantes da carne: NY Strip e Fraldinha da raça Wagyu.

Para saber mais sobre como vivenciar a experiência Fogo de Chão, visite www.fogodechao.com.br ou acesse @fogodechaobr

Sobre o Fogo de Chão

O Fogo de Chão é um restaurante de renome internacional que permite que seus clientes descubram uma novidade a cada instante. Fundada no sul do Brasil em 1979, transformou a tradicional arte secular de preparo do churrasco em um descobrimento de experiência gastronômica cultural. As unidades oferecem cardápios diferenciados para todas as horas do dia, incluindo almoço, jantar e eventos para grupos sociais ou corporativos, além do serviço completo de catering e opções para levar e entregar. Atualmente a rede de restaurantes possui mais de 70 lojas em todo o mundo, incluindo países como o Brasil, Estados Unidos, México e Oriente Médio.

Mulheres nos eSports: Desafios e Avanços em uma Cultura ainda Dominada por Estereótipos

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No universo dos jogos eletrônicos, a crescente presença das mulheres desafia estereótipos e redefine o panorama dos eSports no Brasil e no mundo. Recentemente, uma pesquisa revelou que as mulheres constituem agora 50,9% do público gamer, sinalizando uma mudança significativa nas dinâmicas tradicionalmente dominadas pelos homens.

Essa ascensão das mulheres no cenário dos jogos digitais não só reflete uma tendência demográfica, mas também uma mudança cultural e socioeconômica mais ampla. Um número crescente de mulheres lidera o consumo de jogos, enquanto a representatividade de pretos e pardos no mercado de eSports está em ascensão, junto com a participação de classes sociais com menor poder aquisitivo, muitas vezes utilizando smartphones como plataforma principal.

“O aumento do número de mulheres no cenário de eSports é algo que me deixa extremamente feliz. Ver mais mulheres pro players, mais criadoras de conteúdo, mais mulheres nos servidores jogando e tendo mais segurança para interagir nas gameplays, ter mais personagens femininas dentro dos jogos é muito inspirador e, sem dúvida, contribui para que tenhamos uma presença ainda mais forte nesse universo. ” – comenta Letícia Paz, conhecida como Letiltz

Porém, apesar do aumento da participação feminina nos eSports, ainda existem desafios significativos que impedem o pleno reconhecimento e a igualdade de oportunidades para as mulheres neste campo. O machismo e os estereótipos de gênero continuam a ser uma realidade presente, afetando tanto a participação quanto o tratamento das mulheres nos jogos eletrônicos.

“O machismo nas partidas, nas lives, nos comentários, na comunicação in game acontece o tempo todo. Infelizmente, mesmo sendo errado, a gente aprende a conviver e muitas vezes a gente acaba se escondendo atrás de nicks masculinos como um mecanismo de defesa, para evitar ouvir ou ler coisas indesejadas. Já fui a pessoa que não usava nick feminino, mas o problema não é com a gente, é com quem ofende. Eu nunca quis me esconder, não achava justo ter que fazer isso por conta das atitudes dos outros. Hoje eu uso meu nick e encorajo todas as meninas da minha comunidade que também querem usar, a usarem também. ” – comenta Letiltz

Um dos aspectos mais evidentes desse desafio é o fenômeno de as mulheres se esconderem sob identidades masculinas ou neutras durante os jogos, a fim de evitar o assédio e os comentários sexistas. Mais de 50% das jogadoras admitiram ocultar seu gênero durante as partidas, enquanto outras preferem não utilizar o chat de voz para evitar o assédio.

O assédio contra mulheres no mundo dos games é uma realidade preocupante. Em um espaço que deveria ser de diversão e entretenimento, muitas jogadoras enfrentam uma série de desafios, desde comentários depreciativos até ameaças e perseguições online. Infelizmente, a impunidade é comum nesses casos, já que muitos agressores se escondem atrás do anonimato da internet.

Essa necessidade de ocultar a identidade de gênero reflete uma cultura ainda permeada pelo preconceito e pela discriminação. O ambiente dos eSports muitas vezes reproduz os mesmos padrões de desigualdade e hostilidade presentes na sociedade em geral, tornando essencial uma reflexão sobre como tornar esse espaço mais inclusivo e seguro para todos os jogadores, independentemente de seu gênero.

“É uma realidade triste: todas as mulheres gamers que conheço tem uma história de assédio in game para contar. Mas, felizmente, mesmo que aos poucos, com uma presença feminina mais significativa, estamos conseguindo trazer mais visibilidade para essa questão e, consequentemente, discutir maneiras de mudar a situação. 

Recentemente participei, inclusive, junto com outras criadoras, da campanha #NãoMexeComAsPrincesas, desenvolvida pela Vivo, que tem como objetivo combater o assédio contra as mulheres nos games. A campanha visa a ressignificação do termo princesas, deixando de lado a fragilidade e submissão e promovendo a proteção e a liberdade de expressão das mulheres dentro dos jogos.”- comenta Letiltz

Apesar dos desafios, há também sinais encorajadores de progresso e mudança. Alguns times já identificaram essa força no cenário e oferecem apoio e oportunidades para jogadoras profissionais, promovendo um ambiente mais acolhedor e igualitário para as mulheres nos eSports.

“Algo que eu sempre reforço é a necessidade de repreender atitudes erradas que presenciamos dentro dos jogos e isso deve partir também de homens que presenciam comportamentos tóxicos partindo de outros homens. É preciso se posicionar para desencorajar cada vez mais os players tóxicos. 

Caso alguém seja tóxico comigo ou, caso eu veja alguma atitude errada de um player com outra mulher dentro do jogo, eu imediatamente repreendo, denuncio e faço de tudo para que haja uma punição para esse tipo de comportamento e é o que todos deveriam fazer.”- finaliza Letiltz

Neste momento crucial, é fundamental que a comunidade gamer, juntamente com as organizações e empresas do setor, trabalhe em conjunto para combater o sexismo e promover a diversidade e a inclusão nos jogos eletrônicos. Somente assim poderemos alcançar todo o potencial dos eSports como um espaço verdadeiramente igualitário e representativo para todos os jogadores.