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quarta-feira, fevereiro 18, 2026

O que fazer num ataque de abelhas? Bombeiros passam orientações para esses casos

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O que fazer num ataque de abelhas? Bombeiros passam orientações para esses casos

Saiba o que fazer para reagir a essa situação com dicas e recomendações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal

Nem só de belos ipês vive a primavera brasiliense. Chegada essa época em que as belezas do cerrado se transformam num espetáculo à parte, outros integrantes da natureza ficam com “inveja” e decidem roubar a cena, mas de maneira bem diferente. As abelhas são reduzidas pela grande quantidade de árvores frutíferas em Brasília, por isso, esse período do ano também é caracterizado pelo aumento de enxame de abelhas. Ou seja, nessa temporada de primavera-verão também aumenta a possibilidade de pessoas serem picadas pelo inseto.

Por esse motivo, o oficial de informação pública do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, capitão Wilson de Souza Mendes, pede atenção redobrada ao andar próximo de áreas arborizadas e explica alguns motivos que podem acabar resultando esse “ataque defensivo” por parte do inseto. “É importante que as pessoas tenham ainda mais atenção ao passar por locais muito arborizados. Além da maior quantidade de abelhas, elas podem, também, ser estimuladas de alguma forma, seja pelo cheiro forte de um perfume ou roupas com cores muito chamativas, e acabar picando as pessoas, o que na verdade é um mecanismos de defesa”.

Geralmente, quando nos encontramos em situação de risco, o ato reflexo é eliminar o “inimigo”, porém, nesse caso, não é uma boa alternativa. Isso porque no instante em que são mortas elas liberam hormônios que atraem ainda mais insetos. Se você se encontra numa situação de risco e não é capaz de se proteger, a orientação é confundir as abelhas com a sua movimentação – Já que elas tendem a voar em linha reta. “Correr em zigue-zague é uma forma de sair da zona de ataque das abelhas”

Fui picado. O que eu faço?

Em caso de emergências, o ideal é ligar imediatamente para o telefone 193. De acordo com o militar, muitas pessoas são sabem que são alérgicas. “Mesmo que não acione o Corpo de Bombeiros, é importante ficar atento aos sintomas e procurar um médico, pois grande parte dos alérgicos não sabe que é até ser picada. O cuidado deve ser redobrado com crianças e idosos”, afirmou.

Uma medida profilática é entrar em contato com o 193 quando encontrar uma colmeia em construções ou árvores, para que seja feita a retirada para outro local. “Temos contato com apicultores que transportam as colmeias para locais seguros, sempre no período noturno, que é o ideal. Alertamos que o cidadão não deve tentar fazer isso sozinho, pois é necessário ter expertise e uso de roupas adequadas para esta remoção”, finalizou Mendes.

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