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sábado, fevereiro 14, 2026
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O desejo de ser mais: prisão dourada da alma

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A infelicidade que corrói o espírito moderno não nasce da falta, mas da ilusão do excesso.

Não é a pobreza que nos amarga — afinal, há pobres serenos, ricos miseráveis, e almas vazias em todos os extratos sociais. A dor verdadeira brota do desejo incessante de ser mais do que somos agora, como se o nosso valor estivesse sempre num degrau acima, inalcançável, brilhando como miragem no deserto do ego.

Essa inquietude disfarçada de ambição é a prisão dourada dos que confundem crescimento com inadequação. Há uma diferença brutal entre evoluir com sentido e viver sob a tirania de nunca estar pronto. Quando o desejo de ser mais é movido por comparação, inveja ou medo, ele não liberta — ele escraviza. Ele sussurra ao nosso ouvido que não somos o bastante, que precisamos provar algo, conquistar algo, mostrar algo… e nesse ciclo, perdemos a beleza do que já somos e o poder do agora.

O filósofo grego Epicteto dizia que “não são as coisas em si que nos perturbam, mas a opinião que temos delas.” Assim também com a nossa identidade: não é a realidade que nos atormenta, mas a narrativa interior que repete que ainda não chegamos lá. Isso não é fome de propósito, é fome de autoafirmação. E quanto mais comemos desse pão, mais famintos ficamos.

A liderança autêntica não nasce da tentativa desesperada de parecer forte, mas da coragem de ser inteiro. Um líder que vive tentando ser mais do que é, torna-se inautêntico, manipulador e ansioso. Mas aquele que reconhece suas raízes, suas imperfeições e ainda assim decide servir, ensinar, construir — esse lidera com poder real. O mesmo vale para pais, mestres, empreendedores ou artistas: o impacto não vem da persona que criamos, mas da presença que oferecemos.

Na prática da vida estratégica, precisamos trocar a pergunta “como posso ser mais?” por “como posso ser inteiro?” Inteireza não é estagnação — é ação com fundamento. Um bambu cresce rápido porque suas raízes foram profundas antes de subir. E é esse o paradoxo da maturidade: quem aceita ser o que é, abre espaço para se transformar; quem vive querendo ser algo mais, se perde em fantasias e exaustão.

Espiritualmente, esse desejo de ser mais é a herança da queda. É a serpente sussurrando que podemos ser como deuses se apenas dermos mais um passo, mais um curso, mais uma meta. É o ego disfarçado de desenvolvimento pessoal. Mas a alma não cresce por comparação, cresce por rendição — ao tempo, à verdade, ao próprio caminho. A plenitude não está depois de mil degraus, mas no degrau em que você pisa com presença e fé.
Mentalmente, esse desejo constante destrói a paz. Cria uma ansiedade silenciosa que não permite descanso, uma hiperatividade emocional que sabota até os momentos de alegria. Porque mesmo quando alcançamos algo, o pensamento já corre para o próximo. É como correr numa esteira: muito esforço, nenhum avanço. E quanto mais velocidade colocamos, mais perdemos o fôlego da vida.

Essa frase, portanto, não é apenas uma reflexão — é um ponto de ruptura. Ela nos convida a parar de lutar contra a pobreza externa e começar a curar a escassez interna. A reconhecer que ser mais não é o problema — o problema é por quê. Cresça, sim. Transforme-se. Evolua. Mas que seja por amor ao que você é, não por vergonha do que ainda não foi.

E agora, a provocação inevitável:
Você está tentando se tornar algo… ou está aprendendo a ser alguém?

Leitura lança álbum de figurinhas Disney exclusivo para o Dia das Crianças

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Campanha inédita em parceria com a Panini une colecionismo, entretenimento e cultura para toda a família

A Livraria Leitura lança uma ação inédita e exclusiva para o Dia das Crianças: o primeiro álbum de figurinhas Disney personalizado do Brasil. A campanha, desenvolvida especialmente para o público brasileiro, combina colecionismo, entretenimento e cultura, com foco em famílias, jovens adultos e colecionadores.

Presente em grandes redes internacionais, este modelo de campanha chega pela primeira vez ao varejo de livros no Brasil, reforçando o caráter inovador da Leitura. O álbum traz 60 figurinhas, sendo 20% delas especiais e metalizadas. Cada envelope inclui quatro cromos colecionáveis, com imagens de franquias amadas como Stitch, Frozen, Toy Story, Os Incríveis, Moana, Carros, Disney Princesa e Mickey & Amigos. Durante o período da promoção, a cada R$100,00 em compras contendo ao menos um produto Disney — entre livros, material escolar, jogos ou acessórios —, o cliente ganha um álbum ou um envelope de cromos colecionáveis.

“Estamos muito felizes em trazer, junto à Disney, uma campanha inédita e histórica. Essa é uma ação que vai além da compra: é sobre proporcionar momentos especiais em família, despertar o encantamento das crianças e também resgatar a nostalgia dos adultos. É uma iniciativa que traduz bem o espírito da Leitura, que sempre busca oferecer experiências inovadoras”, afirma Rafael Martinez, Head de Marketing da Livraria Leitura.

Para inspirar na escolha dos presentes do Dia das Crianças, a Livraria Leitura preparou uma seleção especial de produtos Disney, como:

Pelúcia Stitch e Scrump 33cm – R$ 199,90

Pelúcia Stitch Big Feet 45cm – R$ 349,90

Jogo Quiz Disney – R$ 99,90

Quebra-cabeça 48 peças

Mickey – R$ 59,90

Livro Moana – Aventuras do Mar – R$ 99,90

Quebra-cabeça Toy Story – Do Papel à Magia (500 peças) – R$ 89,90

Livro Contos Iluminados – Princesas – R$ 79,90

 

Sobre a Livraria Leitura Fundada em 1967, a Leitura completou 58 anos de história em 2025 e consolidou-se como a maior rede de livrarias da América Latina, com 130 lojas em funcionamento. Reconhecida pelo atendimento de excelência e pela oferta de experiências inovadoras, a rede vendeu mais de 11 milhões de livros em 2024 e segue investindo no aprimoramento de seus colaboradores para encantar cada vez mais seus consumidores.

Só aprende quem tem coragem de não saber

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Há um cárcere mais sutil que o de grades e correntes: a prisão das certezas. E dentro dela, o ego se sente rei, ainda que esteja rodeado de ignorância. A frase de Epicteto ecoa como uma espada afiada cortando o verniz da arrogância intelectual: “Joga fora tuas opiniões presunçosas, pois é impossível para uma pessoa começar a aprender o que ela pensa já saber.”

Essa sentença filosófica, tão simples quanto devastadora, revela uma das maiores barreiras para o crescimento real: o apego às nossas convicções como se fossem verdades absolutas. Mas o que acontece com alguém que acredita já ter chegado ao topo? Ele para de subir. O orgulho do saber é o fim da sabedoria. E o mais trágico é que raramente reconhecemos esse orgulho — ele veste a máscara da segurança, da experiência, da “voz da razão”.

Na liderança, esse veneno é particularmente fatal. Um líder que acredita ter sempre a resposta perde a capacidade de escutar, de se adaptar, de evoluir. Torna-se um tirano do seu próprio castelo mental. Não lidera mais — apenas comanda. E ao comandar apenas com base no que já sabe, cega-se para o novo, o inesperado, o emergente.

Na vida espiritual, essa presunção transforma fé em dogma, busca em rigidez. Quando achamos que já compreendemos o divino, que já sabemos “como as coisas são”, deixamos de buscar. O mistério se fecha. A transcendência se reduz a um manual de instruções. E a alma, ao invés de voar, se arrasta.
Para um pensador, escritor ou buscador, a presunção do saber é a morte da criação. Quando acreditamos já ter entendido o mundo, deixamos de fazer perguntas. E quando não fazemos perguntas, nosso pensamento vira repetição — não filosofia. A mente se fecha como uma casa onde ninguém mais entra.

A verdadeira sabedoria começa com um ato de humildade radical: a renúncia à soberba cognitiva. É dizer a si mesmo: “Talvez eu esteja errado.” É duvidar da própria certeza como quem duvida da estrada que parece fácil demais. Afinal, os caminhos mais fáceis geralmente não levam a lugares altos.

Epicteto nos convida a esvaziar a taça. A deixar espaço para o novo vinho. Mas esvaziar dói. Porque temos orgulho do que achamos saber. Nosso “eu pensante” se constrói em cima de opiniões acumuladas, crenças herdadas, experiências mal digeridas. Jogar isso fora parece uma amputação. Mas é libertação.

No campo da estratégia pessoal, essa renúncia é a chave do reinício. Há momentos em que precisamos abandonar nossas convicções mais queridas para subir de patamar. Aquele profissional que “tem certeza” de estar certo talvez esteja apenas repetindo padrões que o impedem de crescer. Aquele líder que se recusa a ouvir críticas talvez esteja sabotando seu próprio legado. Aquele buscador que só lê autores que confirmam suas ideias talvez esteja apenas alimentando seu ego espiritual, não sua alma.

Desaprender não é regredir — é refinar. É como afiar a espada: tira-se o excesso para que a lâmina corte melhor. O aprendiz eterno é o que alcança maior altitude. Pois, como Sócrates ensinava, “só sei que nada sei” é a senha para a sabedoria que transforma.

Agora, pare por um instante. Reflita: qual opinião presunçosa você tem carregado como verdade sagrada? Qual certeza tem impedido você de ouvir, de mudar, de aprender? Em que área da sua vida você precisa “jogar fora” para finalmente começar a subir?

E mais: você está disposto a abdicar da segurança do “já sei” para entrar na perigosa, mas gloriosa, trilha do “ainda não entendi”? Pois essa é a estrada dos grandes — e dos que ainda não se deixaram endurecer pelo orgulho do saber.

Viva com sentido. Pense com profundidade. Decida com coragem. Suba com propósito.

Agora me diga: qual verdade você precisa duvidar hoje para se tornar alguém maior amanhã?

Após grande sucesso, Fogo de Chão Brasília recebe mais uma vez a banda DUODERIZ

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Apresentação acontece no deck da casa, com vista para o Lago Paranoá, no dia 30 de outubro

Depois do grande sucesso do show da banda DUODERIZ na edição de setembro, a unidade Fogo de Chão Brasília se prepara mais um Happy Hour especial. No dia 30 de outubro, entre 17h e 20h, o deck do recém reformado, com vista privilegiada para o Lago Paranoá, será palco de uma apresentação envolvente do grupo.

Reconhecida pelo estilo folk, a banda DUODERIZ apresenta um repertório que transita por diferentes vertentes do rock, com influências marcantes do R&B e do country. A proposta é criar um show intimista, no qual o público se conecta diretamente com os músicos, tornando a experiência única.

Durante a apresentação, os clientes poderão escolher entre o rodízio completo, o menu Dry Aged ou as opções de petiscos do Bar Fogo, destaque do Happy Hour. O cardápio inclui drinks autorais, vinhos e cachaças premiadas, além de porções para compartilhar como Mix de Pastéis, Espetinho de Alcatra, Queijo Coalho com mel, Tábua de Picanha Fatiada, Coquetel de Camarão, Crostini de Espinafre com Palmito, Coxas de Frango ao Barbecue, Abacaxi Grelhado, entre outros.

De acordo com João Galoppi, Head Marketing do Fogo de Chão,, a iniciativa reforça o compromisso da marca em criar experiências memoráveis. “Buscamos sempre elevar a conexão com o público, promovendo um espaço de convívio ainda mais agradável, claro acompanhado de muito sabor”, afirma.

Mais informações e reservas:: brasilia@fogodechao.com.br ou (61) 3322 4666

Sobre o Fogo de Chão

O Fogo de Chão é um restaurante de renome internacional que permite que seus clientes descubram uma novidade a cada instante. Fundada no sul do Brasil , transformou a tradicional arte secular de preparo do churrasco em um descobrimento de experiência gastronômica cultural. As unidades oferecem cardápios diferenciados para todas as horas do dia, incluindo almoço, jantar e eventos para grupos sociais ou corporativos, além do serviço completo de catering e opções para levar e entregar. Atualmente a rede de restaurantes possui mais de 100 lojas em todo o mundo, incluindo países como o Brasil, Estados Unidos, México e Oriente Médio.


 

A Rebeldia como caminho para a liberdade: o grito de Étienne de La Boétie

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A frase “Sede, portanto, resolutos a não mais servir e sereis livres” não é apenas uma exortação retórica: ela condensa uma das ideias mais provocadoras da teoria política clássica. Extraída do Discurso da Servidão Voluntária, obra escrita por Étienne de La Boétie no século XVI, essa afirmação carrega uma denúncia contundente contra o poder arbitrário e uma proposta radical de resistência pacífica: o rompimento voluntário com a obediência.
La Boétie, amigo íntimo de Montaigne, escreveu seu tratado ainda jovem, e com ele lançou uma questão perturbadora: por que milhões obedecem a um só? Para o autor, o poder tirânico não se sustenta unicamente pela força — ele se apoia, sobretudo, no consentimento daqueles que se submetem. A tirania, portanto, só existe porque as pessoas permitem que ela exista. Nesse sentido, a liberdade não seria algo a ser conquistado com armas ou revoluções violentas, mas com uma simples decisão coletiva de recusar a obediência.

O ponto central da crítica de La Boétie é o que ele chama de “servidão voluntária”: uma forma de dominação sustentada não apenas por coerção, mas por um hábito cultural, por uma aceitação tácita, por uma espécie de conformismo psicológico e social. O tirano, sozinho, é fraco. Sua força reside na teia de colaboradores, bajuladores e intermediários que o sustentam — e que, por sua vez, se beneficiam da dominação. Há aqui um embrião do que mais tarde Antonio Gramsci chamaria de hegemonia: a dominação que se impõe não pela força direta, mas pela aceitação ideológica da ordem estabelecida.

Essa crítica profunda toca um ponto sensível da política em qualquer época: o poder, para se manter, não precisa apenas de armas ou prisões; ele precisa de legitimidade. E essa legitimidade, muitas vezes, é construída com símbolos, tradições, ideologias e, sobretudo, com o medo do caos que supostamente viria na ausência da autoridade. Thomas Hobbes, por exemplo, escreveu em “Leviatã” que os seres humanos preferem submeter-se ao soberano do que viver no estado de natureza, onde predomina a guerra de todos contra todos. Mas La Boétie questiona essa lógica: e se o verdadeiro caos estiver exatamente na aceitação da tirania?
Ao contrário de Hobbes, que vê no poder centralizado uma necessidade civilizatória, La Boétie aposta na capacidade racional e moral dos indivíduos de se autogovernarem, desde que recusem a servidão como modo de vida. O que ele propõe é uma forma de desobediência civil avant la lettre, que mais tarde inspiraria pensadores como Henry David Thoreau, Mahatma Gandhi e até Martin Luther King Jr. A ideia é simples, mas poderosa: se a maioria decide não mais sustentar o sistema opressor, ele desmorona.

Hoje, em tempos de regimes autoritários disfarçados de democracias, de líderes populistas que se alimentam da passividade de seus eleitores, a mensagem de La Boétie continua atual. Muitos sistemas de poder sobrevivem porque contam com a apatia, o medo ou a conveniência das massas. Quando essas massas despertam e se tornam resolutas em não mais servir — seja por meio do voto, da mobilização ou da recusa ativa —, a liberdade deixa de ser uma abstração e passa a ser uma possibilidade concreta.

A força da frase inicial, então, não está apenas em sua sonoridade rebelde, mas na sua simplicidade transformadora: a liberdade não é dada, é assumida. Para tanto, é preciso uma resolução interna, uma decisão consciente de romper com a estrutura que sustenta o poder injusto. La Boétie, com seu estilo direto e provocador, não convida à violência, mas à reflexão e à ação — uma ação silenciosa, porém revolucionária, capaz de desmantelar os alicerces da servidão com o simples ato de recusar-se a colaborar com ela.

Com inscrições abertas, Salão Itiquira de Arte Contemporânea premiará artistas visuais em Goiás

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Englobando modalidades como pintura, escultura, fotografia, performance e desenho, evento reafirma a força da produção artística contemporânea no Centro-Oeste

Até o dia 21 de outubro estão abertas as inscrições para o Salão Itiquira de Arte Contemporânea 2025, que será realizado de 18 de novembro a 17 de dezembro na Fundação Museu Couros, em Formosa (GO). O evento reunirá 15 artistas selecionados de todo o país e premiará três obras com aquisição para o acervo, valorizando a cena artística goiana no contexto nacional e internacional.

“Mais do que uma mostra, o Salão se posiciona como um manifesto cultural. Em Goiás, um Estado historicamente associado ao regionalismo e à tradição agrária, a realização de um salão de arte contemporânea é um ato de afirmação e ressignificação”, afirma Cláudio Bull, curador do projeto. A iniciativa coloca em evidência um território que já revelou nomes como Siron Franco e que, ao longo das últimas décadas, consolidou-se como espaço fértil para novas linguagens, influenciado também pela urbanização de cidades como Goiânia e Anápolis e pela proximidade com Brasília.

Nesse cenário, o Salão Itiquira rompe fronteiras, legitima a produção local e insere Goiás em um diálogo globalizado. Ao reunir obras que tratam de temas universais como ecologia, identidade, diversidade e questões sociais, demonstra que os artistas goianos estão conectados às principais discussões da arte contemporânea.

Itiquira: símbolo e identidade

O nome do salão não foi escolhido por acaso. Itiquira remete à força natural do Cerrado, às águas caudalosas e à biodiversidade singular de Goiás, mas também dialoga com a modernidade e urbanização da cidade de Formosa, que abriga o evento. Conhecida por suas belezas naturais, como o Salto do Itiquira, a cidade é também um polo de crescimento urbano e cultural. Essa tensão entre o rústico e o cosmopolita traduz a essência da Goiás contemporânea: um Estado que se reinventa sem perder sua identidade.

Inscrições e premiação

Podem se inscrever artistas brasileiros, naturais ou residentes em diferentes linguagens das artes visuais, como pintura, escultura, fotografia, vídeo, performance, gravura, desenho e instalação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo instagram @salaoitiquira.

Todos os 15 artistas participantes receberão premiação em dinheiro: Os três primeiros colocados ganham prêmios aquisitivos no valor de R$ 4.000,00 e suas obras serão integradas ao acervo do Salão Itiquira de Arte Contemporânea. Os demais 12 participantes ficam com R$ 1.500,00 cada. Os selecionados serão anunciados em 26 de outubro e a abertura oficial acontece no dia 18 de novembro, com programação que inclui encontros entre artistas e público, além de visitação gratuita até 17 de dezembro.

Serviço
Instagram: @salaoitiquira
Local: Fundação Museu Couros – Formosa (GO)

Inscrições: 22/09 a 21/10

Abertura da exposição: 18/11