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Wellington Dias considera correta posição de Lula sobre guerra em Gaza

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Ministro manifestou preocupação com a escassez de alimentos na região

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDS), Wellington Dias, afirmou, nesta quarta-feira (21), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está correto em seus posicionamentos sobre o conflito entre Israel e o grupo Hamas, que ocorre na Faixa de Gaza.A declaração do ministro foi dada, em Brasília, durante entrevista coletiva sobre a primeira reunião virtual da força-tarefa do G20 para o estabelecimento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. O ministro Wellington Dias foi questionado se a declaração do presidente Lula, na Etiópia, poderia gerar algum tipo de ruído nas negociações do G20, fórum sob a presidência rotativa do Brasil até novembro deste ano. O ministro faz parte da delegação brasileira.

Mortes de inocentes

O ministro Wellington Dias chamou a atenção para a particularidade do conflito. “Não se trata mais de uma guerra como a gente conhece, militares com militares. Eles estão tendo ali uma situação de morte. Assim como aconteceu do lado do Hamas, mortes de pessoas inocentes em Israel, aqui, ali na região palestina”.

Dias afirmou que sua pasta tem acompanhado com preocupação, o que considera como grave, a situação de desabastecimento de alimentos em Gaza. “Uma equipe de médicos voluntários da França, que esteve ajudando lá nessa região, fez um relato da situação de risco de vida, não mais só pela guerra, mas por conta da falta de produtos básicos. São crianças, mulheres, idosos, ou seja, pessoas em um risco muito grande”.

De acordo com o ministro, antes havia a pactuação internacional que estabeleceu um corredor humanitário, a partir da cidade de Rafah, no Egito, que levava duas horas para transportar alimentos, medicamentos, vários insumos, como água e outros itens necessários. Porém, com as alterações locais realizadas no atual momento, o mesmo percurso pode levar cerca de 10 horas para ser percorrido.

G20 e fome

O ministro Wellington Dias, que no Brasil comanda a gestão de programas sociais como o Bolsa Família, o Benefício Prestação Continuada (BPC) e o Auxílio Gás, acredita que os problemas relacionados ao conflito no Oriente Médio não vão interferir na aliança global contra a fome e a pobreza proposta pelo Brasil no G20, fórum que reúne os 19 países mais influentes do mundo, além da União Africana e da União Europeia.

Entenda o caso

Em entrevista coletiva durante viagem oficial à Etiópia, o presidente brasileiro classificou as mortes de civis em Gaza como genocídio, criticou países desenvolvidos por reduzirem ou cortarem a ajuda humanitária na região e disse que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”.

“Não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra entre um Exército altamente preparado e mulheres e crianças”, disse Lula.

A declaração gerou fortes reações do governo israelense. O primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, disse que a fala “banaliza o Holocausto e tenta prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender”.

Edição: Fernando Fraga

Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil – Brasília

 

Mês de combate ao câncer: médico patologista é o responsável pelo diagnóstico

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Sociedade Brasileira de Patologia alerta para a carência de profissionais dessa área no Brasil, o que pode prejudicar a efetividade do tratamento e o diagnóstico precoce dos pacientes oncológicos

 Em fevereiro, reconhecido mundialmente como o mês de combate ao câncer, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) alerta a sociedade civil, comunidade científica e poder público sobre o impacto da baixa disponibilidade de médicos patologistas no diagnóstico precoce da doença. Segundo a entidade, a falta desses profissionais no Brasil ameaça o rastreamento de todos os tipos de câncer, como os de próstata, mama, pele, cólon e reto, colo do útero, cavidade oral e pulmão, além de diversas outras doenças. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos pela doença, por exemplo, podem ser curados se diagnosticados e tratados precocemente.

Segundo o relatório “Demografia médica no Brasil”, feito pela Faculdade de Medicina da USP, os patologistas no Brasil correspondem a 0,8% dos médicos especialistas no País. Atualmente, o Brasil conta com apenas 1,79 médico patologista para cada 100 mil habitantes, quando o ideal seria uma proporção de seis patologistas para cada 100 mil habitantes, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

O patologista analisa tecidos retirados por biópsia ou removidos em cirurgia para fazer o diagnóstico preciso de um câncer — sendo esse passo essencial para sinalizar a escolha do melhor tratamento e para a cura em cada caso. Também é o patologista que classifica os tumores como benignos ou malignos, qual o seu subtipo e em que estágio de evolução se encontra.

O diagnóstico precoce de câncer tem estado em evidência por conta da divulgação de casos em pessoas famosas — que, ao revelarem sua condição, acabam contribuindo para os esforços de identificação dos tumores malignos, os tratamentos e as eventuais curas. Casos recentes, como o da influenciadora Fabiana Justus, filha do publicitário Roberto Justus (diagnosticada com leucemia mieloide aguda), e o do Rei Charles (diagnosticado com um câncer por ora não detalhado pela coroa britânica), chamam a atenção das pessoas para a maior conscientização sobre os sintomas e os fatores de risco das doenças, além de ressaltar a necessidade de um diagnóstico oncológico precoce — o que passa necessariamente pelo trabalho dos patologistas.

“Em uma equipe multidisciplinar para tratamento de câncer formada, por exemplo, por ginecologistas, oncologistas, hematologistas e urologistas, é o patologista quem conduz a investigação diagnóstica para determinar se o paciente passará por quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia. É ele que vai dizer se o câncer é mais ou menos agressivo e estimar as chances de cura”, explica o presidente da SBP, Dr. Clóvis Klock. “A jornada oncológica começa sempre com o patologista e dele depende para ser bem-sucedida”, completa.

Além da carência de médicos patologistas, a SBP menciona a reduzida cobertura dos procedimentos pelo SUS e a remuneração pouco atrativa desses profissionais em relação aos seus pares de outras especialidades como fatores que levam a uma demora no diagnóstico oncológico. “A baixa remuneração acaba impedindo que os procedimentos sejam ofertados com qualidade, já que o SUS muitas vezes não cobre sequer os custos de equipamentos e materiais básicos”, destaca o presidente da SBP. Outro obstáculo é a idade média dos profissionais, superior a 50 anos. “Estamos sobrecarregados e não temos substitutos”, acrescenta.

No fim de 2022, a SBP encaminhou ao Ministério da Saúde um ofício solicitando alterações nos parâmetros de codificação e remuneração do SUS para a Patologia. Segundo o documento, a defasagem dos valores chega a seis anos, decorrente de um hiato de 13 anos sem reajustes.

Sobre a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP)

Fundada em 1954, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) tem o objetivo de promover a integração e educação continuada dos médicos especialistas da área, priorizando sempre a comunicação e o aprimoramento técnico-científico. Desde o início de suas atividades, a associação promove, a cada dois anos, o Congresso Brasileiro de Patologia, que em 2022 chega a sua 33ª edição. A SBP também produz o jornal “O Patologista”, um informativo com notícias sobre a especialidade, com periodicidade trimestral. Para saber mais, acesse: www.sbp.org.br

 

Evento Degustar 2024 realiza edição especial em Goiânia com aulas e palestras além da tradicional festa enogastronômica

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Há mais de 20 anos uma referência em solidariedade e ação social, o evento acontecerá durante dois dias no Castro´s Park Hotel

Nos dias 25 e 26 de junho de 2024, grandes nomes da gastronomia e decoração se reúnem em Goiânia (GO) para receber a primeira edição do Evento Degustar na cidade, um encontro ainda mais especial porque será realizado em dois dias. O local escolhido foi o Castro´s Park Hotel que abriu suas portas e cedeu seus espaços de eventos pela causa da oncologia e receberá a tradicional festa que coloca o glamour como ferramenta para fazer bem.

No dia seguinte à noite de degustações da alta gastronomia, bares e drinks diversos, o evento filantrópico estreia uma novidade em Goiânia, também nas salas do Castro´s Park Hotel: uma agenda recheada de aulas e palestras para os visitantes com foco no desenvolvimento de profissionais do setor de festas e eventos, com aulas informativas sobre pâtisserie, decoração, mídias sociais, etiqueta, sustentabilidade, harmonização de bebidas, dentre outras.

Desde sua primeira edição em 1997, a responsável pela realização do projeto é a empresária Márcia Costa, que fala com entusiasmo sobre a chegada do Evento Degustar em Goiás: “Quando recebi o desafio de realizar um grande evento filantrópico fora de São Paulo não tive dúvidas que levar o Degustar para Goiânia seria a melhor escolha, visto a grandeza e receptividade do povo goiano que é muito solidário. Desde o primeiro dia da organização do evento confirmei minha intuição ao fazer a escolha por essa cidade onde já vivi e até hoje tenho negócios no setor do agro”, conta Márcia que, nesta edição no Centro-Oeste, conta com a ajuda e o knowhow da empresária Izabela Toledo.

História de solidariedade com a gastronomia e decoração

O Evento Degustar nasceu em 1997, quando Márcia Costa, idealizadora da ação, era voluntária no Hospital de Câncer de Barretos, atualmente denominado Hospital de Amor (HA). Desde o primeiro dia que iniciou seu trabalho voluntário em Barretos, crescia a ideia de um evento para arrecadar recursos financeiros que permitissem ampliar ainda mais o número de atendimentos realizados pelo Hospital de Amor, que é 100% SUS. No entanto, Márcia e a diretoria do HA logo encontraram um desafio, pois não teriam recursos nem mesmo para contratar um buffet para o evento idealizado. Foi quando a empresária teve a ideia do formato que virou tradição até hoje, que une gastronomia a mesas decoradas por profissionais interessados em divulgar o seu trabalho. “Foi uma luz enviada dos céus, pois não teríamos gastos com os dois detalhes que mais consomem dinheiro em um evento, comida e cenografia, e nasceu a primeira edição do projeto que foi realizada dentro de um vagão de trem, em Barretos”, lembra a empresária.

Durante as primeiras oito edições, a cada ano o evento escolhia uma instituição diferente para receber os recursos arrecadados. A partir de 2012 (na 10a edição do evento), devido a importância do trabalho do Hospital de Amor e o seu déficit mensal para conseguir manter suas atividades, Márcia decidiu focar as edições paulistanas do Evento Degustar para atender esta instituição de Barretos, o que já vem fazendo há quase duas décadas.

Excelência em oncologia, o HA fechou o ano de 2022 com 1.673.441 atendimentos realizados a 540.730 pacientes vindos de 2.531 municípios – isso quer dizer que, em 2022, o HA cuidou de pacientes vindos de 45.4% das cidades do país. Todos estes atendimentos foram realizados de forma 100% gratuita no âmbito do SUS.

A cada edição, o Evento Degustar conta com patrocinadores de peso, como, por exemplo, o Bradesco Prime – que nos acompanha desde 2006 – e neste ano o Castro´s Park Hotel que sediará o Evento, além de apoiadores como a Agua Goyá, Casa Ouro Adega, Help Bar,  Convention Bureau, Gen Fertilizantes, Bit Eletronics, Pib Club, Grupo Piquiras e a empresa H3 Tecnologia, responsável por toda estrutura de som e iluminação, dentre outros.  Sem eles, nada disso seria possível.

Expansão para outros estados

Apesar da edição paulistana ser marca registrada quando se fala no Evento Degustar, Márcia nunca abandonou a vontade de levar o projeto para que outros estados também possam expressar a sua solidariedade. Uma primeira experiência foi realizada em Fortaleza, em 2014 e 2015, beneficiando o HA e iniciativas locais como a Associação Peter Pan, que também realiza um lindo trabalho no tratamento de crianças com câncer.

“Voltar a Goiânia é como voltar para casa, levar o meu trabalho e levar para lá um evento deste porte é muito mais do que já sonhei”, destaca Márcia Costa.

 

21º  Evento Degustar

www.eventodegustar.com.br

Data: 25 e 26 de junho de 2024 (terça-feira e quarta feira)

Programação em breve.

Cobiça e Cruz: o peso oculto dos desejos alheios

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Muitas vezes, ao admirarmos a vida alheia, desejamos ardentemente o que vemos: sucesso, beleza, riqueza, um relacionamento aparentemente perfeito. Mas, quantas vezes paramos para refletir sobre o preço pago por essas conquistas? “Quando for cobiçar alguma coisa do próximo, cobiça a cruz que ele carrega também.” Essa reflexão nos convida a mergulhar na complexidade da existência humana, reconhecendo que cada conquista vem acompanhada de seus próprios desafios e sacrifícios.

A sabedoria popular, assim como ensinamentos de grandes pensadores e textos bíblicos, nos alertam sobre a cobiça. No Livro de Provérbios, somos aconselhados a não invejar o sucesso alheio, pois desconhecemos as lutas enfrentadas no privado. Esse ensinamento é um convite à empatia e ao reconhecimento de que a vida de ninguém é isenta de obstáculos, independente do que é mostrado na superfície.

Sócrates, o filósofo grego, nos encoraja a conhecer a nós mesmos antes de julgar ou desejar a vida do outro. Essa introspecção nos permite identificar nossas próprias virtudes e fraquezas, reconhecendo que a verdadeira felicidade e contentamento vêm de dentro, não de posses externas.

A cobiça, portanto, é mais do que o desejo por bens materiais; ela reflete uma falta de contentamento com a própria vida. Ela nos cega para as bênçãos que já possuímos e nos impede de valorizar o presente. Ao invejarmos a vida alheia, ignoramos nossas próprias cruzes e as lições que elas trazem. Cada cruz que carregamos é uma oportunidade de crescimento e fortalecimento pessoal.

Além disso, a cobiça pode corroer relações sociais, criando divisões e mal-estar. Como sociólogos famosos apontam, uma sociedade baseada no consumo desenfreado e na competição por status é uma sociedade fraturada, onde o bem-estar coletivo é sacrificado no altar do individualismo.

A solução para essa armadilha moral está na gratidão e no contentamento. Aprender a apreciar o que temos, celebrar nossas conquistas e as dos outros, sem desejar subtrair algo deles, é a chave para uma vida mais plena e significativa. Isso não implica em renunciar às ambições, mas sim buscar o crescimento de forma consciente e ética, reconhecendo o valor do esforço pessoal e respeitando o caminho único de cada indivíduo.

A próxima vez que nos sentirmos tentados a cobiçar algo do próximo, que possamos também considerar a cruz que ele carrega. Essa perspectiva mais ampla pode nos levar a uma compreensão mais profunda de nossos próprios desejos e da humanidade compartilhada que nos une. Ao fazer isso, podemos encontrar uma fonte mais rica e autêntica de satisfação e felicidade, baseada na compaixão, no autoconhecimento e na gratidão.

José Adenauer Lima

Cansaço em excesso pode ser indício de ferritina baixa

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Especialista explica as consequências do problema e caminhos para tratá-lo

Você está constantemente cansado e se sentindo sem energia? Esses podem ser sinais de algo mais sério do que apenas uma noite mal dormida. A ferritina, uma proteína produzida pelo fígado, desempenha um papel importante no armazenamento de ferro no organismo e sua deficiência pode ser a raiz de vários sintomas debilitantes.

De acordo com o Dr. Gustavo Feil, renomado médico especializado em Ciências da Longevidade Humana e Nutrologia, com sua capacidade única de transportar até quatro mil átomos de ferro simultaneamente, a ferritina é fundamental na fabricação de hemoglobina e mioglobina, contribuindo para o transporte eficiente de oxigênio pelo sangue. “O exame laboratorial de ferritina não apenas é útil na avaliação dos níveis de ferro no sangue, mas também no diagnóstico de condições como anemia, hepatite, esteatose e até mesmo distúrbios inflamatórios, como observado em casos de Covid e gripe”, acrescenta.

Ele explica ainda que níveis ótimos da proteína em questão são considerados entre 60 a 180 ng/mL, porém, é necessário não se iludir com os valores de referência padrão apresentados pelos laboratórios. “Cada indivíduo é único e é importante considerar o quadro clínico geral ao interpretar esses resultados”, explica.

A elevação da ferritina pode indicar excesso de ferro no organismo, sendo associada a uma variedade de condições, desde alcoolismo a hepatite. O Dr. Gustavo Feil alerta que, em alguns casos, o aumento dela pode não coincidir necessariamente com níveis elevados de ferro, indicando potenciais problemas de saúde, como processos inflamatórios associados a doenças graves.

Já a deficiência da substância traz sintomas como cansaço, fraqueza, palidez e queda de cabelo, além de dificuldade em realizar atividades físicas, sonolência excessiva, tonturas, unhas fracas, falta de concentração, dores de cabeça recorrentes e falta de ar – mesmo com esforço mínimo.

O tratamento varia de acordo com a causa, podendo incluir suplementação de ferro, dietas específicas ou, em casos mais graves, injeções parenterais. “É importante salientar que, para saber mais sobre os níveis de ferritina e como interpretar os resultados, é fundamental um diagnóstico realizado por profissionais qualificados”, conclui o Dr. Gustavo.

A boa notícia é que, uma vez diagnosticada a deficiência de ferritina, o problema pode ser tratado e corrigido com a supervisão adequada de profissionais médicos.

Sobre Gustavo Feil

Gustavo Feil é médico do desenvolvimento Físico e Mental com foco em Nutrologia e Medicina da Longevidade formado pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó – UNOCHAPECÓ/ SC e está sempre em busca da melhor versão em saúde, por meio da prevenção e promoção do bem estar.  Também é pós graduando em Nutrologia pela USP RP e em Ciências da Longevidade e Vida Saudável pela Academia Longevidade Saudável. Possui trabalho com foco em emagrecimento, performance, estilo de vida saudável, longevidade e desenvolvimento humano. Para saber mais, acesse pelas redes sociais @drgustavofeil.

Fevereiro é mês de combate ao câncer de pênis

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A campanha nacional “Pênis, cuide, você só tem um” dedica atenção especial  à prevenção e tratamento do câncer de pênis, uma condição que afeta homens com mais de 50 anos. O urologista Rodrigo Trivilato esclarece que ela está relacionada à falta de higiene íntima  e à infecção pelo vírus do HPV

No mês de fevereiro, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promove a campanha nacional “Pênis, cuide, você só tem um”, com o objetivo de sensibilizar a população sobre o câncer de pênis, doença responsável por 2% de todos os casos entre homens. Segundo Trivilato, a detecção precoce desempenha um papel crucial na prevenção da progressão do tumor, que em estágios avançados pode resultar na amputação total do órgão, acarretando consequências físicas, sexuais e psicológicas.

“Para evitar o câncer de pênis, é essencial manter a higiene diária da área genital com água e sabão, especialmente após atividades sexuais e masturbação. É fundamental educar os jovens desde cedo sobre os hábitos de higiene íntima, que devem ser parte da rotina diária”, esclarece o especialista.

Os sintomas característicos incluem o aparecimento de feridas e úlceras persistentes no pênis, protuberâncias na glande, na pele que recobre a cabeça do pênis ou no próprio corpo peniano. Trivilato enfatiza a importância de buscar assistência médica imediata ao perceber qualquer um desses sinais, a fim de evitar complicações.

O diagnóstico do câncer de pênis é estabelecido por meio de biópsia incisional, que consiste na extração de um fragmento do tecido suspeito para análise. Quando detectado em estágios iniciais, o câncer de pênis tem altas taxas de cura. No entanto, mais da metade dos pacientes demora até um ano após os primeiros sintomas para procurar ajuda médica, o que pode resultar em complicações e disseminação da doença para outras partes do corpo, aumentando o risco de morte.

Dr. Rodrigo Alexandre Trivilato –

CRM GO 22949 | RQE 11658 | CRM SP 120462

Rodrigo Alexandre Trivilato é um renomado urologista que integra o corpo médico da residência médica de Urologia no Hospital das Clínicas de Goiás. Além disso, atua como professor de Medicina na Universidade de Rio Verde – UNIRV. Com uma sólida carreira, Trivilato exerce a função de médico urologista no Hospital do Rim e no Hospital Mater Dei Premium, ambos situados em Goiânia, Goiás.

Especializado em Urologia infantil e reconstrutora, cirurgia robótica e andrologia-plástica peniana, o Dr. Trivilato acumula uma vasta experiência. Possui mestrado pela Universidade de Limerique, na Irlanda, e pela Universidade Federal de Pernambuco.

Serviço:
Hospital do Rim: atende diversos convênios
Telefone: 62 – 983335305 (WhatsApp)
Site: https://drrodrigotrivilato.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/drrodrigotrivilato/
Crédito das fotografias: Fred Danin