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terça-feira, abril 28, 2026
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Educativo do CCBB Brasília convida público de todas as idades para programação especial de férias com uma oficina diferente a cada dia

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Além das oficinas, CircomVida apresentará o espetáculo “Os Irmãos Sukulonsky” e no Sarau Poetas da Cidade, a dramaturgia de Cristiane Sobral, e a música do brasiliense João Pedreira

No CCBB Brasília, as atividades da programação especial de férias do Programa Educativo prometem estimular a construção de memórias afetivas, por meio do brincar e desbravar o universo fascinante da arte.

De terça a domingo, um encontro marcado com a arte para experimentar as oficinas de aquarela, teatro e de cerâmica fria, entre outras, com todos os materiais disponibilizados gratuitamente para os participantes. O acesso é gratuito, mediante a retirada de ingressos, e todos os detalhes sobre horário, local, indicação e demais atividades da agenda do Programa Educativo estão em: www.ccbb.com.br/brasilia/ccbb-educativo/

“Além do descanso, as férias trazem diversão e novas descobertas. As atividades são para as crianças, mas foram pensadas também para estimularem a interação com a família e amigos e o interesse pela cultura”, comenta a coordenadora do Programa Educativo do CCBB Brasília, Adriana Bertolucci.

Diversas oficinas ocorrem de terça a domingo e foram elaboradas a partir de uma abordagem técnica e educacional para o desenvolvimento infantil por meio da expressão artística. De terça a sexta-feira, oficinas de aquarela, teatro, cerâmica fria, cianotipia, materiais artísticos apresentam de forma lúdica e criativa o rico mundo da arte ao público desde bebês até 40+, com oficina de Scrapbook, Colagem de Lembranças.

Aos sábados e domingos, os ateliês Vida em Coisas, Vôo Livre e LabTeca propõem atividades relacionadas à exposição em cartaz, “Studio Drift – Vida em Coisas”. Rodas de Leitura, História Contada e Visitas Mediadas ocorrem todos os dias.

E tem mais …

Férias Mágicas: CircomVida apresenta “Os Irmãos Sukulonsky”

No dia 21/01 (domingo), às 15h, o CircomVida apresenta o espetáculo ‘Os Irmãos Sukulonsky’, que conta a história de dois irmãos da terceira geração de uma família circense. Saindo de seu país natal, eles percorrem o mundo, apresentando um espetáculo itinerante e independente que destaca tanto o circo tradicional quanto o contemporâneo. Os irmãos protagonistas exibem habilidades excepcionais, incluindo equilíbrios, malabares, música, dança, monociclos e acrobacias. O espetáculo é interativo, incentivando a participação do público, proporcionando uma experiência mágica e inesquecível.

Sarau: Poetas da Cidade

Às 19h do dia 27/01 (sábado), uma noite dedicada à poesia e à expressão artística, o Sarau de Poetas da Cidade destaca dois talentos ímpares: a renomada poetisa, atriz, escritora e dramaturga Cristiane Sobral, e o músico brasiliense João Pedreira. João, nos presenteia com sua música, explorando a riqueza da música popular brasileira, bossa nova, samba e composições próprias enquanto Cristiane nos envolve com sua poesia engajada, abordando temas importantes como a literatura afro-brasileira.

Juiz ordena indenização à viúva de Jango por perseguição na ditadura

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Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região

O juiz Bruno Risch Fagundes de Oliveira, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre, condenou a União a pagar indenização por danos morais a Maria Thereza Goulart, viúva do ex-presidente João Goulart.  O magistrado definiu o valor da indenização em R$ 79,2 mil, sob a justificativa de que a ex-primeira-dama foi perseguida politicamente e exilada junto com seus filhos durante a ditadura militar.

Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

A Advocacia-Geral da União (AGU) disse já ter sido intimada da decisão e que “no momento avalia as medidas cabíveis”.

À Justiça, a viúva de Jango argumentou que o marido tinha uma trajetória empresarial e política bem-sucedida, antes de ser deposto da Presidência da República, com o golpe de Estado de 1964.

Além de empresário do ramo agropecuário, Jango foi deputado federal, ministro do Trabalho no governo de Getúlio Vargas, vice-presidente eleito por duas vezes seguidas, tendo assumido a Presidência após a renúncia de Jânio Quadros, em 1961.

Maria Thereza Goulart alegou que em 1º de abril de 1964, data do golpe, teve que deixar a Granja do Torto, uma das residências oficiais, às pressas com os dois filhos, à época com 6 e 8 anos de idade.

Todos embarcaram para Porto Alegre com bagagem mínima, deixando para trás a maior parte dos pertences, como joias e roupas de marca, alegou a viúva de Jango. Todo o rebanho de gado de suas fazendas também foi saqueado, sustentou a defesa de Maria Thereza.

A família foi obrigada a se exilar no Uruguai até 1973, e na Argentina, até 1975, tendo sido obrigada a migrar após golpes de Estado nesses países. A defesa ainda relatou um plano para sequestrar os filhos de Jango.

Ao dar razão à viúva de Jango, o juiz federal justificou que o dano moral se deve ao exílio por motivação exclusivamente política e a injusta privação de direitos.

“O grupo familiar do ex-presidente, como um todo, teve de suportar os danos decorrentes de tal ato de exceção, que se iniciaram com a fuga do território nacional e tiveram desdobramentos ao longo de mais de uma década e meia de perseguição política, assim reconhecida no processo administrativo que tramitou na Comissão de Anistia do Ministério da Justiça”, escreveu o magistrado.

Ele ainda reconheceu os danos à personalidade de Maria Thereza Goulart em função da vigilância ostensiva promovida pelo Estado brasileiro sobre toda família Goulart, conforme comprovado por documentos públicos encontrados no Arquivo Nacional.

No processo, a União alegou que Maria Thereza não sofreu prisões, torturas ou agressões pelo Estado brasileiro, e que a viúva de Jango já reconheceu, em entrevistas, não ter sofrido privações econômicas durante o exílio.

Edição: Fernando Fraga

Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Saiba como regularizar o seu CPF

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Atualização foi publicada nesta quarta no Diário Oficial da União

A Receita Federal publicou nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União uma atualização das principais instruções normativas que tratam da inscrição e participação no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Gerenciado pela Secretaria Especial da Receita, a participação no cadastro é gratuita e só era obrigatória para pessoas físicas que mantivessem relação tributária no Brasil, ou que constassem como dependentes ou alimentados em declaração de Imposto de Renda, além de outras condições como abertura de contas, realização de investimentos ou operações imobiliárias, por exemplo. Também era possível a inscrição voluntária.

A lei que estabelece a inscrição do CPF como número único de identificação foi sancionada há um ano. Desde então, os órgãos responsáveis pela emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a trabalhar com a Receita Federal na revisão de dados cadastrais e biométricos e inscrição de cidadãos que não constem na base de dados.

Nascimento

Com a mudança, pessoas naturais do Brasil, no momento de registro de nascimento, já deverão ser inscritas na base de dados da Receita Federal, gerando um identificador único numérico que não poderá ser alterado e nem gerado mais de uma vez, ou seja, uma pessoa nunca poderá ter mais de um CPF. De acordo com o governo federal, o uso do cadastro como número único de identificação deverá substituir integralmente o antigo Registro Geral (RG) até 2033.

Situação cadastral

Depois de inscrito, o cidadão poderá apenas realizar alterações de dados ou regular a situação cadastral quando houver a indicação de pendências. As novas regras estabelecem que o CPF poderá apresentar as seguintes situações: regular (sem inconsistência cadastral e com a entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física – DIRPF- em dia); pendente de regularização (DIRPF obrigatória não foi entregue); suspenso (inconsistência cadastral); cancelado (multiplicidade de inscrição); titular falecido (após certidão de óbito); e nulo (fraude). O pagamento de tributos não altera a situação do CPF, portanto pendência financeira não afeta os serviços associados ao identificador, como emissão da CIN ou o acesso a benefícios como o do INSS e o Bolsa Família.

Regularização

É possível consultar a situação cadastral no site da Receita Federal. Em casos em que o cadastro apareça “pendente de regularização” é possível identificar qual o ano que a declaração do Imposto de Renda deixou de ser entregue, por meio do portal e-CAC, com o uso de uma conta Govbr. Depois é possível entregar a declaração pelo e-CAC, ou pelo aplicativo Meu Imposto de Renda, por celular ou tablet.

Para casos em que conste a situação “suspenso”, é necessário fazer o pedido de regularização no site e agendar a entrega da documentação comprobatória da alteração na Receita Federal ou enviar os documentos pelo e-mail atendimentorfb.08@rfb.gov.br, após consultar o que é preciso apresentar.

Para correção de CPF incluido indevidamente na situação “titular falecido” ou “cancelado” é necessário agendar atendimento.

Edição: Graça Adjuto

Por Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Mundo tem quer fazer a transição energética, dizem especialistas

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2023 foi o ano mais quente no Brasil e no mundo

O mundo terá que fazer a transição energética para uma economia de baixo carbono para evitar os desastres climáticos provocados pelo aquecimento global, dizem especialistas. Ontem (9),  o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia, confirmou que o ano passado foi o mais quente registrado no planeta e provavelmente o mais quente do mundo nos últimos 100 mil anos.

Em média, em 2023, o planeta esteve 1,48º grau Celsius mais quente que no período pré-industrial de 1850-1900, quando os homens começaram a queimar combustíveis fósseis em escala industrial, emitindo dióxido de carbono para a atmosfera.

Os países acertaram, no Acordo de Paris de 2015, em tentar impedir que o aquecimento global ultrapasse 1,5ºC par evitar consequências mais graves.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o ano de 2023 no Brasil é o mais quente da série histórica, com a média das temperaturas do ano ficando em 24,92ºC, sendo 0,69°C acima da média histórica de 1991/2020, que é 24,23°C.

Claudio Angelo, coordenador de Comunicação e Política Climática do Observatório do Clima, pondera que o mundo precisa ter um plano de ação imediato para fazer a transição energética com os países ricos abandonando os combustíveis fósseis e depois os países em desenvolvimento.

“Do ponto de vista de mitigação, o mundo inteiro, mas principalmente os grandes produtores de petróleo, isso inclui o Brasil, precisa seguir o que foi definido em Dubai [COP-28] de fazer a transição para longe dos combustíveis fósseis. O declínio das emissões globais precisa ser radical, mais drástico do que qualquer coisa que a gente tenha visto na história da humanidade”, disse Angelo.

Segundo o ambientalista, depois que o El Niño (aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial) for embora, a temperatura deve cair um pouco.

“Só que esse 1,5°C vai voltar para assombrar a gente e quando atingir novamente esse limite vai ser praticamente para sempre. No final dessa década, se nada for feito para cortar radicalmente as emissões de gases do efeito estufa, especialmente de queima de combustíveis fósseis e de desmatamento, a gente vai ter uma ultrapassagem permanente desse limite e é aí que mora o perigo.”

Claudio Angelo sustenta que essa ultrapassagem do 1,5ºC vai significar muitas mortes e muito prejuízo material e lembra que o Brasil é uma região especialmente vulnerável. “A gente teve nove ondas de calor, gente morrendo por causa de sensação térmica de 60ºC no Rio de Janeiro, a gente já tem todo problema de deslizamento e alagamento que ocorre especialmente no verão, em grandes cidades onde tem muita gente morando em áreas de risco. A tendência é que isso acabe colocando mais pressão ainda sobre os sistemas públicos de saúde, de segurança, moradia, defesa civil. Aumenta a urgência do Brasil fazer um plano de adaptação para alertar a população cada vez mais precocemente sobre eventos meteorológicos extremos. O Brasil precisa tirar as pessoas das áreas de risco.”

A especialista sênior do Instituto Talanoa, Branca Americano, pondera que os países e as empresas têm que cortar o mal pela raiz pois a maior parte do que causa o efeito estufa é a queima de combustíveis fósseis.

“O mundo tem quer fazer a transição energética. Nós, aqui no Brasil, pelo menos nossa eletricidade vem de fontes renováveis principalmente, mas tem países que precisam fazer uma mudança radical na forma de produzir e consumir. No Brasil, a principal fonte dos gases do efeito estufa vem do desmatamento. Nossa primeira tarefa é acabar com o desmatamento e fazer a transformação para a agricultura de baixo carbono”, disse Branca.

Ela destaca que outro componente urgente é a adaptação. “A gente vai ter que enfrentar os eventos extremos como as enxurradas e secas. A gente vai ter que aprender a planejar e a viver um cotidiano levando em consideração a mudança do clima.”

Edição: Valéria Aguiar

Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Inscrições em programa de formação gratuita do Sesc terminam dia 12

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Interessados podem cursar ensino médio com qualificação profissional

Jovens e adultos têm até o próximo dia 12 para se inscrever no processo seletivo do Sesc EAD EJA, que oferece formação gratuita no ensino médio com qualificação profissional em produção cultural. O edital e o formulário de inscrição estão disponíveis na página do programa.

O gerente de Educação do Departamento Nacional do Serviço Nacional do Comércio (Sesc), Luiz Fernando de Moraes Barros, informou que estão disponíveis mais de 2 mil vagas em 14 estados brasileiros – Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Os candidatos precisam ter mais de 18 anos e devem ter concluído o ensino fundamental. “O importante é que a gente consiga atender o maior número possível desse público que vem buscando um processo de transformação social”, disse Barros, lembrando que esses 14 estados englobam mais de 60 polos hoje em funcionamento. “Esse projeto é tão importante e dá tão certo que temos estados com mais de um polo, em diferentes cidades”.

Segundo o gerente, o Sesc Nacional oferece o projeto a todas as regionais e departamentos do Sesc. Na medida em que reconhecem que ali há uma demanda importante a ser atendida, vão aderindo ao projeto nacional. O Sesc Ead EJA tem dois anos de realização, conseguiu atingir 14 estados e há solicitações de outras unidades da Federação para a abertura de novos polos. “Talvez para o próximo edital. O projeto vem crescendo cada vez mais.”.

Transformação

Desde sua criação, o Sesc EAD EJA já formou 1.044 estudantes e atualmente conta com 3.250 matrículas ativas. ‘É emocionante quando a gente observa que um jovem adulto que precisou, por razões distintas, abandonar os estudos no ensino médio, se sente contemplado e transformado com a conclusão da educação básica, podendo modificar não só sua vida, mas a da família. Porque isso é um movimento de transformação social de verdade. A pessoa modifica a sua vida e de sua família, consegue progressão no emprego e, com isso, a gente vai auxiliando, pela educação, uma verdadeira revolução de possibilidades. É um resgate de sonhos”.

De acordo com o gerente de Educação, o projeto vai ganhando amplitude nacional para dar cobertura, às vezes em redes que não conseguem alcançar esse aluno. O modelo de funcionamento é dividido 80% em aulas a distância, pela internet, e 20% em formato presencial obrigatório. “O modelo é muito favorável ao trabalhador, para que possa concluir o curso com qualidade. Nesses 20%, a gente trabalha educação integral. O jovem trabalhador que vem concluir a educação básica tem oportunidade de frequentar também, nas unidades do Sesc, atividades de cultura, de lazer. Porque  entendemos que a pessoa tem que ser educada por inteiro. Educação integral passa por todas as áreas do conhecimento, porque isso é direito dele: acesso à cultura, ao lazer, à saúde”.

Retomada

O curso tem duração de três semestres e carga horária de 1.200 horas. Ao final, os alunos recebem certificado de conclusão do ensino médio integrado à qualificação profissional em produção cultural. A formatura está prevista para 2025. Luiz Fernando de Moraes Barros destacou que o fato de concluir o ensino médio em um ano e meio também é outro facilitador que aproxima o jovem dessa continuidade ou retomada dos estudos. “É progredir com sua vida e também com todo o país. Tudo é articulado com uma progressão social”.

O Sesc EAD EJA é desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Rio Grande do Sul (Senac RS), responsável pela plataforma de realização do curso. A construção dos conteúdos foi baseada em experimentações, simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias que possibilitam maior interação com os participantes. O início das aulas da nova turma está previsto para 11 de março.

Edição: Graça Adjuto

Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Um ano depois – Cientista político divulga novo livro que mostra a origem e as razões da tentativa de golpe no 8 de janeiro

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“Bolsonaro foi autor intelectual da iniciativa”, afirma Antonio Lavareda, autor de obra que analisa a transição entre o fim do último governo e a posse de Lula III. Para ele, enquanto não forem apuradas as responsabilidades do atentado, o golpe ainda será uma ameaça

As imagens do Congresso, STF e o Palácio do Planalto sendo tomados por uma multidão disposta a saquear e depredar os símbolos da democracia ainda estão na memória da maior parte dos brasileiros, que não esperava ver cenas como aquelas no dia 8 de janeiro, primeiro domingo após a posse de Lula em seu terceiro mandato.

Mas a surpresa não era geral: partidários de Bolsonaro, “autor intelectual da tentativa de golpe”, sonhavam com a volta do ex-presidente. A transição de governo foi tumultuada e houve de fato uma ameaça à democracia, como aponta o cientista político Antonio Lavareda, autor do livro De Bolsonaro a Lula III – Pesquisa, Eleição, Democracia e Governabilidade.

A obra, lançada em todo o Brasil, traz uma análise que ajuda a compreender o que levou o país à efervescência que abalou Brasília e assustou boa parte da população.

Para Lavareda, enquanto não forem apuradas as responsabilidades do atentado, o golpe ainda será uma ameaça. “Nossa história mostra o quanto é fundamental a apuração extensa e aprofundada das tentativas de golpe. Quando não apurados, esses movimentos se tornam golpes adiados. Por isso, é fundamental acelerar a responsabilização dos autores, dos financiadores, dos apoiadores que fizeram dos acampamentos uma espécie de “puxadinho” dos quartéis, além do autor intelectual e principal beneficiário, o ex-presidente Bolsonaro”, explica o autor.

 

 

 

 

 

Antonio Lavareda, cientista político e autor do livro

Organizado em três capítulos, o livro parte de pesquisas – especialidade de Lavareda, presidente de honra da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais, e presidente do Conselho Científico do IPESPE – para delinear a conjuntura conturbada de uma eleição contestada pelos apoiadores do ex-presidente e o cenário de impasse que veio a seguir, com a não-aceitação do resultado pelos adeptos de Bolsonaro.

 

 

O livro está disponível nas principais livrarias físicas e virtuais do país.

SERVIÇO – Livro

De Bolsonaro a Lula III – Pesquisa, Eleição, Democracia e Governabilidade

Autor: Antonio Lavareda

Editora Sagga

164 páginas