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Alunos de escolas públicas do DF conhecem o tradicional Bumba Meu Boi de Seu Teodoro

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Alunos de escolas públicas do DF conhecem o tradicional Bumba Meu Boi de Seu Teodoro

Projeto “Bumba Meu Boi Tradição e Educação” celebra o mês do Patrimônio Cultural por meio de aula espetáculo

Olhos bem atentos, expressões curiosas e muita concentração. Foi assim que cerca de 40 alunos do 6º e 7º ano do Centro de Ensino Fundamental 05, de Sobradinho, participaram na manhã desta terça-feira, 27/08, da aula espetáculo promovida pelo Centro de Tradições Populares. O objetivo? Conhecer o Bumba Meu Boi de Seu Teodoro, um dos territórios culturais mais importantes e tradicionais do DF, fundado pelo saudoso Mestre Teodoro Freire.  A atividade faz parte do projeto “Bumba Meu Boi Tradição e Educação” que comemora o mês do Patrimônio Cultural, celebrado no dia 17/08. Ao todo, 10 escolas irão participar do projeto idealizado pelo Instituto Candango de Culturas Populares com apoio da Fundação Palmares, que acontece até 30 de agosto.

“Trazer as crianças para o Centro de Tradições Populares, é trazê-las para o berço da cultura candanga. É ensiná-las a transformar o mundo pela arte e pelo afeto. É fazê-las se apropriar de um espaço tão rico, tão bonito e tão nosso”, afirma Stéffanie Oliveira, diretora do Instituto Candango de Culturas Populares.

Recepcionados com toda simpatia e ternura de Mestra Maria, Matriarca do grupo, a criançada assistiu a uma aula, ministrada por Gilvan do Vale, puxador das toadas e membro do grupo há 28 anos, sobre a história do Bumba Meu Boi. No vídeo, Seu Teodoro fala sobre a importância da preservação da cultura popular e detalha, como ninguém, as particularidades de cada um dos cinco sotaques (estilos, formas e expressões) do Bumba Meu Boi.

Aprender brincando

Depois da teoria, a prática, ou melhor, a brincadeira! Os alunos conheceram de perto os personagens e Sotaque da Baixada que compõe o grupo do Bumba Meu Boi de Seu Teodoro: o Boi, a grande estrela da brincadeira, cheio de bordados que fazem referência ao cerrado e ao Mestre do grupo, Pai Francisco, Mãe Catirina, as índias, o Cazumbá, uma mistura de homem e bicho, além dos músicos, responsáveis por dar ritmo à dança.

Para muitos deles essa foi a primeira vez que tiveram contato com a expressão cultural vinda do Maranhão. João Victor Araújo, de 12 anos, se arriscou na matraca e aprovou a atividade. “Eu nunca tinha vindo aqui antes e achei tudo maravilhoso. Adorei os personagens e achei os figurinos lindos”, afirma.

Segundo Mestra Maria, a experiência com as crianças é muito gratificante. “Esse projeto foi pensado para que essas crianças tenham contato com a cultura do Bumba Meu Boi e levem isso para casa, para a família e multipliquem isso na cidade onde moram. Estamos satisfeitos com o resultado desse trabalho, as crianças adoram a atividade, se encantam com os personagens, tambores e figurinos, dançam com a gente. Os olhinhos brilham”, revela.

Para a professora do CEF 05, Tamatatiua Freire, filha de Seu Teodoro, é muito importante que as crianças conheçam o lugar de origem do Bumba Meu Boi de Seu Teodoro. ” Aqui as crianças veem de perto a tradição, o que se desenvolve aqui no Centro de Cultura Popular, os personagens. É a oportunidade que os alunos têm de sair da escola e participarem de uma aula diversificada, dinâmica e muito rica culturalmente. “

Bumba Meu Boi de Seu Teodoro

O Bumba Meu Boi de Seu Teodoro foi criado, em Sobradinho (DF), em 1963, por Mestre Teodoro Freire. O grupo que é formado por várias gerações de nordestinos, foi reconhecido por seu valor histórico e artístico e declarado Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial por meio do Livro de Celebrações do Distrito Federal, em 2004. É um dos grupos culturais mais antigos da capital federal e participa de importantes eventos da cidade.

Empreendimentos das Organizações PaulOOctavio são selecionados para premiação nacional

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Empreendimentos das Organizações PaulOOctavio são selecionados para premiação nacional

JK Shopping, Brasília Shopping e Terraço Shopping estão entre os indicados para o Prêmio Abrasce 2019

Este ano, três dos empreendimentos das Organizações PaulOOctavio foram selecionados para participar de uma das maiores e mais importantes premiações da indústria de shoppings centers do Brasil: o prêmio Abrasce. O acontecimento, promovido pela Associação Brasileira de Shoppings Centers, reconhece e incentiva projetos desenvolvidos por shoppings de todo o Brasil, além de reforçar a importância do setor. O evento é dividido em nove categorias e escolhe, todos os anos, projetos que sejam destaque em todo o território nacional.

Os eleitos das Organizações PaulOOctavio foram: JK Shopping, nas categorias Eventos e Promoções (Maior que 30.000 ABL), com o projeto Plantar, e Newton Rique de Sustentabilidade, com o Nossa Horta; Terraço Shopping, também em Eventos e Promoções (Menor que 30.000 ABL) com o Arraial dos Namorados; e Brasília Shopping, em Tecnologia e Inovação com a adoção de uma plataforma disruptiva para a realização de campanhas promocionais.

Na premiação, que acontece no dia 9 de setembro, a partir das 19h no Tom Brasil, em São Paulo, os participantes selecionados serão julgados por uma banca avaliadora composta por especialistas em cada categoria. Além disso, os vencedores de cada categoria concorrem ao Prêmio Destaque, no qual será contemplado o empreendimento com a melhor nota de avaliação. Confira os projetos de cada um dos participantes:

JK Shopping
É a primeira vez que o JK Shopping, empreendimento inaugurado em 2013, é um dos finalistas da premiação. Logo na estreia, o mall será representado por dois projetos de cunho socioambiental. O primeiro é o Nossa Horta, uma horta urbana e comunitária, que foi inaugurada em setembro de 2018 e conta com uma colheita quinzenal. Seus produtos são distribuídos entre o público em geral, clientes, lojistas, colaboradores e para uma escola pública da região, como um reforço para a merenda dos alunos.
O segundo é o Plantar, projeto inspirado no Nossa Horta que aconteceu em março de 2019 como comemoração do aniversário de 48 anos de Ceilândia, região administrativa próxima ao shopping. A ação teve duração de seis dias e levou ao público uma vasta programação voltada para a questão socioambiental. Entre as atividades, houve palestras, distribuição de colheitas da horta, feiras, workshops e oficinas educativas.

Terraço Shopping
O Terraço Shopping participa do Prêmio Abrasce com a sua tradicional festa junina, que em 2018 teve como tema o Arraial dos Namorados. No evento o público contou com diversas atrações típicas das festividades juninas, pensadas para casais e para toda a família. O diferencial desse ano foi a realização de um casamento civil durante a festa – resultado de um concurso cultural realizado nas redes sociais. A cerimônia do casal ganhador foi realizada durante o Arraial, em uma capela cenográfica montada no espaço. Além disso, os “pombinhos” ganharam um par de alianças e um fim de semana no Brasília Palace Hotel.

Brasília Shopping
O Brasília Shopping foi selecionado para o prêmio por conta do projeto que desenvolveu com o Wynk, plataforma promocional mobile criada para facilitar e automatizar a participação de clientes em campanhas promovidas pelomall. A proposta é potencializar o engajamento dos consumidores nas ações promocionais, facilitando a troca de notas fiscais, eliminando filas e otimizando todo o processo de participação do cliente na campanha desenvolvida pelo centro de compras.
O Wynk automatiza o mecanismo de troca de notas e a distribuição de prêmios instantâneos (compre e ganhe), distribui cupons de prêmios principais, realiza sorteios, permite interações e ativações dos consumidores, envia notificações, entre outras facilidades. O melhor? Tudo 100% em ambiente digital e mobile.

Serviço
Prêmio Abrasce 2019
Data: 9 de setembro
Site oficial: https://premio.abrasce.com.br/

Brasília receberá evento de startups que unem tecnologia e educação

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Brasília receberá evento de startups que unem tecnologia e educação

As chamadas edtechs contribuem para a evolução no ensino tradicional e trazem um novo olhar para o segmento

 As startups dominaram as páginas dos jornais e o mercado nos últimos anos. Os negócios, criados por grupos de pessoas que pretendem inovar, têm tido cada vez mais adeptos. E dentro desse mundo de inovações, as startups se fragmentaram para servir a diferentes objetivos e públicos. As edtechs (startups de educação) são um desses exemplos.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (abstartups), foram identificadas 364 edtechs em todo o Brasil em 2018. Esse segmento busca unir educação e tecnologia, ao aplicar soluções inteligentes para o setor educacional.

As edtechs são um dos setores de startups que mais cresceram nos últimos anos, graças ao interesse por inovação no ramo. Segundo o fundo de investimento Ibis Capital, os investimentos em tecnologias para o aprendizado crescem 17% ao ano, em todo o mundo, e devem movimentar 252 bilhões de dólares em 2020.

De olho nesse futuro, nasceu o Edtech Meetup, que une empreendedores e entusiastas pela inovação na educação. O movimento realiza eventos desde 2017 e busca estreitar a relação entre as edtechs e as instituições de ensino de Brasília, gerando networking e negócios.

A organizadora do movimento, Nathalia Kelday, explica a importância das startups de educação para a inovação no ensino: “Como as edtechs são geralmente fundadas por jovens, elas têm muito mais facilidade em se conectar com esse público. Além disso, a falta de amarras burocráticas do modelo de startup às permite ter um ciclo de inovação muito rápido, o que as mantém atualizadas em um mundo de constante mudança”.

No dia 17 de outubro ocorre a 5ª edição do principal evento do Edtech Meetup, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que vai contar com palestras e exposições das principais edtechs de Brasília e do Brasil. O tema principal deste ano é o Bug do Milênio e como a educação parece ter passado despercebida pela transformação digital.

“O evento será muito maior que nas edições anteriores. Teremos mais palestrantes e atrações, como o professor José Pacheco, autoridade internacional em educação; torneio de pitches; e uma feira com 30 edtechs brasilienses e de outros estados”, explica a organizadora.

O que é edtech?

O termo “edtech” surgiu da junção das palavras education tecnology.Tratam-se de startups que utilizam a tecnologia para desenvolver soluções para a educação. Para efeitos de comparação, as edtechs estão para o setor educacional como as fintechs estão para o setor financeiro.

Sobre o Edtech Meetup – O primeiro encontro das edtechs aconteceu em maio de 2017, quando foi dado o primeiro passo para a organização e a profissionalização do ecossistema brasiliense. O evento discutiu O Futuro das Tecnologias de Educação e teve aprovação de 4.7 de 5.0 Ainda em 2017, as edtechs se reuniram mais uma vez para firmar um compromisso com o futuro da educação, traçando os rumos do ecossistema. Um ano após o primeiro encontro, o 3º Edtech Meetup serviu para o ecossistema olhar para dentro e perceber suas mudanças e evoluções. O evento teve 4.8 de aprovação perante ao público.  A 4ª edição do Edtech Meetup foi o primeiro encontro das edtechs de Brasília com o mercado internacional e debateu o Guia de Sobrevivência ao Futuro da Educação.

Serviços:

 Local do evento: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Data:  17 de outubro

ingressos:

 Pessoa física: R$ 120,00

Instituições de ensino: Os valores dos ingressos + benefícios variam de acordo com o número de participantes

Mais informações: (61) 9 9833-3028/www.edtechmeetup.com.br/

Entreartes: uma exposição multissensorial

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Entreartes: uma exposição multissensorial

 Projeto abraça o duo diversidade e acessibilidade e questiona os limites entre as linguagens artísticas

 Entreartes: uma exposição multissensorial é um projeto desenvolvido pelo grupo de pesquisa e extensão Acesso Livre da Universidade de Brasília em colaboração com a Casa Thomas Jefferson de Brasília e com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos da América.

Promover a participação de artistas, visitantes e equipe mediadora na construção de um espaço democrático e plural de fruição, criação e discussão artística é a proposta. 

Artistas locais e internacionais com diversidade sensorial poderão expor trabalhos e dialogar sobre processos artísticos, além de oferecer oficinas para públicos diversos.

John Bramblitt, renomado artista plástico estadunidense e único muralista cego do globo, estará presente sob os auspícios da Embaixada dos EUA. Bramblitt transforma a música em pintura e realizará workshops.

Com um live painting de John Bramblitt ao som dos musicistas brasilienses Rodrigo Bezerra e Thanise Silva. A curadoria é de Helena Santiago. O projeto segue os princípios da museologia social e tem como premissa questionar os limites entre as linguagens artísticas, estando a diversidade e acessibilidade para todas as pessoas no centro de todo o processo. A entrada é franca.

O objetivo da exposição Entreartes: é o de explorar o potencial do espaço expositivo para promover o envolvimento total do corpo numa experiência holística. Partindo da ideia de que o olhar retiniano é só uma possibilidade dentre outras que, longe de competir, se somam a ele, ora criando pontos de interseção ora de divergência perceptiva, serão exibidas obras que desafiam a separação entre linguagens e entre modos de existência. A proposta deste projeto é criar um espaço de encontro entre artistas locais, brasileiros e internacionais com e sem deficiência que trabalham com linguagens diversas e que, ao ensinar em oficinas inclusivas as técnicas que utilizam para criar, poderão incentivar outras pessoas a enveredar pelo caminho da arte e descobrir seu potencial criador independentemente de suas capacidades sensoriais.

Saiba Mais…

Em um seminário apresentado em 1969, Marshall McLuhan, Harley Parker e Jacques Barzun apresentaram o museu como um meio de comunicação que proporciona acesso à percepção sensorial e intuitiva de todas as coisas: enquanto o museu tradicional era uma derivação do texto impresso, com suas características lineares e visuais, o museu do futuro teria potencial para se tornar um meio multissensorial e provocador da participação de seu público, permitindo o envolvimento de todos os sentidos. O futuro é hoje!

Artistas Envolvidos

Foram convidados a expor suas obras artistas com diversidade funcional que trabalham com fotografia, escultura e artes plásticas, com intervenções de dança, arte multimídia e poesia.

John Bramblitt (Texas, EUA) – participa com exposição de obras, oficinas de pintura a cegas, live-painting acompanhado pelo músico Rodrigo Bezerra.

Artista plástico cego. Autor do livro Shouting in the Dark: My Jorney Back to the Light (2012), no qual relata sua relação com o território da cegueira e revela como saiu da depressão ao descobrir a pintura. Aprendeu a distinguir entre as cores pela textura da tinta e pinta utilizando-se da visualização háptica. Foi assim que em uma noite começou a criar linhas com tinta de alto relevo, sentindo as formas através do tato. O artista desenvolveu uma técnica em que a música que ouve se transforma nas cores da obra que pinta.

Saiba mais sobre Bramblitt em: https://www.youtube.com/watch?v=700CIzqFGiE&feature=youtu.be 

Rodrigo Bezerra – participa com concerto ao vivo acompanhando o live-painting de John Bramblitt.

Instrumentista, produtor, compositor e arranjador brasiliense, Rodrigo Bezerra teve seu primeiro contato com a guitarra aos 12 anos de idade. Dos 16 aos 27, se dedicou a sua formação como instrumentista, se graduando em música pela Universidade de Brasília, e se tornando o primeiro aluno formado do departamento de guitarra elétrica da Escola de Música de Brasília. Entre 2004 e 2010, produziu a cantora Ellen Oléria. Em 2010, foi estudar jazz guitar no conservatório Liceu de Barcelona, na Espanha. Em 2018, Rodrigo lançou seu terceiro disco de canções inéditas, o sexto de sua carreira, “Lugar no Mundo”.

Thanise Silva – participa com concerto ao vivo acompanhando o live-painting de John Bramblitt.

Thanise Silva é flautista, arranjadora e compositora brasiliense com 20 anos de carreira. Formada pela Escola de Música de Brasília – onde também leciona – e na Universidade de Brasília, durante sua trajetória, tocou e gravou com diversos músicos e artistas, além de ter escrito arranjos para gravações e shows. Realizou duas turnês nacionais, nas quais tocou e lecionou em São Paulo, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro e duas turnês internacionais, com shows e workshops na Alemanha, Bélgica, França, Suíça e Lichtenstein.

Marta Ruffoni Guedes – participa com exposição de obras e oficina de cerâmica.

Ceramista com deficiência visual que reside em Brasília. Criadora do Grupo Brasília Tátil (ABDV), cujo objetivo principal é a inclusão e interação das pessoas com deficiência na sociedade. O grupo se concretizou executando os projetos de inclusão nas escolas de ensino fundamental do DF, onde foram organizadas oficinas de cerâmica e visitas mediadas aos pontos turísticos e do patrimônio histórico. Hoje o atelier COMTATO é seu principal instrumento de trabalho.

Luciano Ambrósio – participa com exposição de fotografias

O fotógrafo perdeu completamente a visão aos 24 por conta de uma retinose pigmentar. Trabalha no Senado como assessor parlamentar. Em 2016, ele participou de uma oficina de fotografia inclusiva, quando despertou seu interesse pela arte de fotografar. A sensibilidade e a emoção o inspiram no momento de cada registro. Ele só entende fotografia se ela vier acompanhada de poesia.

Flávio Luis da Silva – participa com exposição de esculturas e telas táteis

Escultor cego. Cria esculturas em argila com técnica de modelagem adaptada e telas táteis. Utiliza um método de modelagem da figura humana baseado na simplicidade das formas geométricas, ou seja, formas elementares tais como o cubo, prisma, esfera, cilindro com bases triangulares, trapezoidais, dentre outros, e pequenas placas ou tiras complementares, agregadas conforme a necessidade de composição da figura projetada mentalmente. Esse fundamento facilita a sistematização da obra e o processo de construção, pois a pessoa cega requer níveis mais altos de abstração e maior trato – cognitivo e tátil – no que se refere à retirada de elementos para formar uma escultura, considerando-se que é mais fácil somar do que subtrair. 

Projeto Pés de Teatro-Dança – participa com apresentação no encerramento da cena HÁBRAÇOS, coreografia de Mari Lotti, Roges Moraes e Yuri Jorge

Pesquisa a criação, provocação e execução do movimento expressivo para e por pessoas com deficiência, por meio de técnicas do teatro-dança. O projeto foi idealizado em 2009 pelo diretor Rafael Tursi, recém-formado Bacharel em Artes Cênicas, pela Universidade de Brasília (UnB), com um trabalho sobre a criação e análise de movimentos cênicos expressivos, a partir da Análise Laban do Movimento (LMA). Sete anos depois de sua criação, o Projeto PÉS tem, hoje, em seu repertório, mais de cem atividades realizadas, entre apresentações de cenas e espetáculos, aulas, palestras, trabalhos de conclusão de cursos e participações em eventos nacionais e internacionais.

Maycon Calasancio – participa como mediador e com oficina de dança contemporânea com Libras.

Maycon Calasancio é surdo e há nove anos começou a dançar. Entrou no curso de Licenciatura em Dança pelo Instituto Federal de Brasília – IFB em 2016, onde se apaixonou pelo ballet e pela dança contemporânea. Além disso, trabalha com a relação entre mediação cultural e Libras, incorporando o uso do classificador como uma forma de linguagem mais acessível aos públicos ouvintes e surdos no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília. Com bastante desenvoltura corporal, integra dança, atuação e o protagonismo surdo às diferentes linguagens artísticas.

PROGRAME-SE

ENTREARTES: UMA EXPOSIÇÃO MULTISSENSORIAL

Abertura: sexta-feira, 30 de agosto, 2019, das 18h às 21h

Visitação: até 27 de setembro. Segunda a sexta, 8h às 20h | sábados, 8h às 12h | domingos e feriados, fechada.

Local: CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson – Asa Sul (SEPS 706/906)

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Curadoria: Professora Helena Santiago

Mais informações sobre o projeto em: https://entreartespt.wordpress.com/

Visitas mediadas para grupos serão realizadas.

Jeffin lança “Escondidinho” e prepara lançamento em Brasília ainda este ano

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Jeffin lança “Escondidinho” e prepara lançamento em Brasília ainda este ano
 
Canção está na plataforma no Youtube 
Um recorte da atual cena do pagode de Brasília com composições próprias com uma formação e reconhecimento. Com estilos e sonoridades, um repertório com muita influência musical, gingado e romantismo. Assim surgiu o álbum “Escondidinho”, idealizado pelo sambista Jeffin William.
 
Sobre o álbum:
 
O álbum foi gravado em meados de 2015, quando Jeffin lançou um EP com cinco canções e um clipe que abriram portas para trabalhar uma temporada no Rio de Janeiro, com shows por toda a cidade, além de São Paulo e Minas Gerais. O clipe que o artista lançou em Brasília se chama “Escondidinho”, onde podem acessar na plataforma do Youtube: (bit.ly/escondidinhojeffin), produzido por Camaleon em novembro.
 
Este trabalho exprime o reconhecimento de um talento que Jeffin cultiva desde a infância. Manifesta também o sentimento familiar que agrega todos que contribuíram graciosamente para este disco. Trata-se de uma verdadeira realização de vida, catalisada pelo idealizador do álbum e do seu irmão Jonathan William de Souza, que também compôs as músicas ao seu lado. “A expectativa é de que esta seja a primeira de várias outras, tenho gratidão por ter ao meu lado também um grande compositor que é meu irmão, pois juntos já conseguimos escrever novas canções”, completa Jeffin.
 
O cantor pretende lançar um novo álbum, com canções novas suas e de seu irmão que irão mexer com o público de Brasília e fora da cidade.
 
Sobre Jeffin: 
 
Jefferson William de Souza Vieira, mais conhecido como Jeffin, nasceu em Brasília, iniciou sua carreira na Capital e depois seguiu ao Rio de Janeiro. O músico veio de uma família musicistas, onde recebeu muita influência no cenário do samba e pagode. Aos 11 anos ganhou seu primeiro instrumento, um pandeiro, e aos 16 anos iniciou aulas de canto, e passou a tocar outros instrumentos como a percussão. “As grandes influências para as minhas composições vieram no início da minha carreira, quando ouvia Thiaguinho e Léo Santana”, afirma.
 
Formado em Educação Física na Universidade Paulista – UNIP, no período de 2009 a 2012, hoje também dá aulas como professor em academias em Brasília. Em meio ao seu trabalho como educador físico, o artista nunca deixou seu sonho de lado e batalhou durantes anos, estudando, tocando e se aperfeiçoando na música brasileira. Já participou de vários shows de grandes nomes do Samba, Pagode e Axé, como Exaltasamba, Dudu Nobre, Amigos do Pagode 90, Grupo Pique Novo, Thiaguinho, Swing e Simpatia, Nosso Sentimento, Diney e teve a oportunidade de tocar e cantar também ao lado da Turma Do Pagode e o grupo Art Popular.
 
Depois de dois anos, Jeffin está de volta a Brasília e pretende não parar, pois já iniciou participações em alguns eventos.
 
Jeffin Foto Fabio Elias 2.jpg
 
Ficha Técnica:
 
Produção Musical: EP Gravado por – Hertz Studio em 2014;
Voz: Jeffin William;
Baixo e Arranjo: Dudu Neto;
Bateria: Boro Batera;
Cavaco e Banjo: Matheus Gomes;
Teclados: Ebinho Oliveira;
Violão Nylon e Aço: Rodrigo Rocha;
Percussão: Paulo Henrique Félix Freire, Felipe Sobrinho e Fabinho Samba;
Backing Vocal: Dani Lemos, Flávio Franklin e Tiago Scafuto.

 

Novo Mapa do Turismo Brasileiro compreende mais regiões turísticas do país 

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Novo Mapa do Turismo Brasileiro compreende mais regiões turísticas do país 

Ao todo, 2.694 cidades de 333 regiões turísticas foram validadas pelo Ministério do Turismo

O Ministério do Turismo divulgou nesta segunda-feira (26), no Diário Oficial da União (DOU), o novo Mapa do Turismo Brasileiro 2019-2021. Ao todo, 2.694 cidades de 333 regiões turísticas do país foram validadas pela Pasta e incluídas na atualização da plataforma. Neste ano, os estados e municípios contaram com novos critérios, compromissos e recomendações estabelecidas pelo Ministério do Turismo, entre elas a obrigação de participação em instância de governança e em Conselho Municipal de Turismo (COMTUR).

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a integração destes locais no novo Mapa do Turismo é fundamental para que a Pasta possa direcionar ações que desenvolvam o setor em cada região. “Estamos num momento de virada para o turismo brasileiro e contamos com este novo mapa para termos uma radiografia atualizada do potencial turístico do Brasil para investir de forma adequada na melhoria de infraestrutura, realização de campanhas publicitárias, entre outras ações”, finalizou.

Além da necessidade de o município ter um órgão de turismo em atividade e conselho municipal funcionando, o novo mapa adotou outros critérios obrigatórios para a participação na plataforma: orçamento próprio destinado ao turismo e possuir prestadores de serviços turísticos de cadastro obrigatório registrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo. 

O secretário Nacional de Estruturação do Turismo, Robson Napier, destacou que os novos critérios darão ao Ministério a oportunidade de trabalhar com foco na qualidade dos destinos e na melhoria dos serviços prestados aos turistas. “Em parceria com os estados e com o novo Mapa, vamos conseguir atuar com ações pontuais nestes municípios, para elevar o turismo brasileiro ao real patamar que lhe cabe, dando qualidade e boas experiências aos nossos visitantes”, complementou.

Entre os benefícios do Mapa do Turismo estão a categorização dos municípios turísticos, que vai de “A” a “E”. Essa classificação é um instrumento de acompanhamento do desempenho das economias turísticas locais. Além disso, ele subsidia a priorização de investimentos por programas do Ministério do Turismo, incluindo ações de infraestrutura turística, qualificação profissional e promoção dos destinos, observando características peculiares de demanda e vocação turística.

O novo Mapa do Turismo está disponível para consulta no site www.mapa.turismo.gov.br

e conta ainda com a emissão de certificado digital para os municípios que o compõem. A certificação é uma maneira de comprovar que o município está inserido no Mapa e faz parte do rol de 2.694 destinos brasileiros que trabalham o turismo como política de desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda.

Conheça o Mapa do Turismo Brasileiro:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=18&v=UB-iRu5BiHE