Criminalização da homossexualidade no período nazista inspira peça teatral em Brasília
Espetáculo baseado no texto Bent, de Martin Sherman, segue até o dia 21 de abril, no Teatro Goldoni. A peça leva ao público uma nova perspectiva de um dos maiores massacres da história contemporânea da humanidade
“Você me sente?”, quatro atores dividem o palco para retratar um dos primeiros registros históricos do holocausto “rosa”: a perseguição nazista aos homossexuais, no final do século XIX, quando milhões de homens e mulheres foram enviados aos campos de concentrações na Alemanha Nazista, entre judeus, ciganos, presos políticos, imigrantes, intelectuais e homossexuais. Eles eram perseguidos, torturados e mortos pelos agentes da Gestapo. O espetáculo, cuja temporada vai de 29 de março a 21 de abril, todas as sextas e sábados, às 21h; e domingos, às 20 horas, no Teatro Goldoni, nasceu de uma pesquisa a partir da adaptação do texto Bent, de Martin Sherman.
O espetáculo foi o primeiro a abordar o drama dos homossexuais no período nazista. O texto original foi livremente adaptado por Rafael Salmona que, a partir da leitura, iniciou um longo processo de pesquisa para realizar a encenação.
“É um relato histórico que abre margem para questionarmos o comportamento da sociedade em relação às diferenças, seja de orientação sexual, religião ou qualquer comportamento que não se submete a um conceito padronizado da sociedade em que está inserido”, afirma Rafael Salmona, que também assina a direção do espetáculo.
A peça – Max é um rapaz de classe média, que vive no meio artístico de Berlim, num contexto permeado por álcool, drogas e sexo. Após uma noite como tantas outras, se vê perseguido por agentes da Gestapo. A partir desse momento, inicia um processo de fuga com Rudy, seu parceiro, até serem presos e levados a um trem com destino ao campo de concentração. No campo de concentração, Max conhece Horst. Essa nova relação o coloca numa posição onde assumir quem verdadeiramente é pode ser o fim de tudo.
Sensível e dramático, o texto inspira a reflexão acerca do papel marginal dado ao indivíduo que foge aos padrões, mesclando o passado perverso com a realidade contemporânea do discurso controverso de um governo que prega que “meninos devem vestir azul, enquanto meninas vestem rosa”.
Por fim, “Você me sente?” convida o público a experimentar o sentir sem tocar, mostrando que nossa capacidade de conectar com o outro vai muito além dos recursos tecnológicos e deve ser um exercício diário nas relações que estabelecemos com as pessoas.
Atores
Fernando Oliveira
Fernando Oliveira mora em Brasília, tem 25 anos, e é ator de teatro e vídeo desde os 16 anos, tendo experimentado do teatro infantil ao de conteúdo adulto. Discípulo de diversos mestres do ofício na cidade, destaca como trabalho recente a peça Virilhas, texto e direção de Alexandre Ribondi.
Lucas Montandon
Ator e modelo com formação na escola profissionalizante de atores Nu Espaço, RJ, atuou no espetáculo “Album de família” de Nelson Rodrigues e direção de Marcelo Caldas na cidade do Rio, em Curitiba participou do espetáculo “Mulheres de Lá no Fringe”. Participou da novela “A terra prometida da Rede Record. Em 2014, foi eleito Mister Brasil.
Rodrigo Issa
Bacharel em Artes Cênicas pela UnB, é ator, cantor, palhaço, professor, produtor cultural. Trabalhou com figuras do cenário cultural do DF como Hugo Rodas, Rogério Torquato, Eliana Carneiro, Camila Meskell, James Fensterseifer, Thais Uessugui, Michelle Fiuza e Élia Cavalcante. Há 3 anos se especializa na linguagem do teatro musical. Foi premiado na categoria de “melhor ator de 2013” pela empresa brasiliense de performances artísticas em eventos, Caixa Cênica.
Rômulo Mendes
Rômulo Mendes se formou em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Escreveu e dirigiu a peça “Meu Precioso Cabaré”, ganhadora de três prêmios e sete indicações no Festival de Teatro de Barbacena-MG (2016), e o projeto “Mosaico do Amor”. Integrou o elenco de espetáculos como: “O Diário do Maldito”, do grupo Teatro do Concreto, “O Inspetor Geral”, com direção de Hugo Rodas, “Júpiter e a Gaivota”, com direção de Ada Luana, e os musicais, também patrocinados pelo FAC, “Quem Um Dia Irá Dizer”, “Domingo no Parque” e “Agreste”, pelo Empório Cultural e “Maré Cheia”, com direção de Camila Meskel.
Rafael Salmona (Direção)
Fundou a Cia de teatro Dois Tempos. Atuou e produziu vários espetáculos pelo grupo. Fundou o coletivo Caravana, na cidade do Rio de Janeiro, onde estreou, de própria autoria, “Caravana”. Dirigiu “Carinho”. Escreveu e dirigiu “Proibido Amar”. Dirigiu “Música para cortar os pulsos” (texto premiado do autor paulista Rafael Gomes), atuou em “Janus”, “Depois desse dia feliz”. E em são “Proibido Amar” ganhou temporada, Em SP lançou o livro do espetáculo com o qual recebeu os prêmios de melhor texto original, melhor qualidade artística, melhor cartaz e fotografia de publicidade do prêmio CENYM 2016.
FICHA TÉCNICA:
Adaptaçãoe Direção: Rafael Salmona
Elenco: Antônio Lucas, Fernando Oliveira, Lucas Montandon, Rodrigo Issa, Rômulo Mendes.
Portrait of beautiful young woman measuring her slim body over black background.
Emagrecimento é o assunto mais importante para os brasileiros segundo pesquisa
Uma consultoria de marketing digital analisou as buscas realizadas em 2018 e constatou que, em média, 112 mil eram relacionadas ao emagrecimento
Um dado alarmante, mas esperado é o resultado de uma pesquisa feita pela plataforma de consultoria digital SEMRush. O estudo realizado pela empresa analisou as buscas mais feitas pelos brasileiros ao longo de 2018. A pesquisa constatou que, em média, 112 mil delas eram sobre emagrecimento, enquanto as buscas relacionadas a felicidade, por exemplo, tiveram cerca de 23 mil procuras no Google.
Para se ter uma ideia do quão chocante são esses dados, as pesquisas relacionadas à riqueza ficaram bem abaixo na lista de prioridades do brasileiro. Os dados apontam que foram quase 2700 pesquisas envolvendo “ganhar na mega sena”, 2500 “como guardar dinheiro” e 2400 “como ficar rico”. Em tempo de redes sociais, dados como esses revelam que as prioridades da sociedade têm mudado, o que prova que a aparência se tornou mais importante que família e até mesmo estabilidade financeira.
“É fato que a era digital têm mudado o comportamento humano. Hoje é comum vermos pessoas mais preocupadas em parecer do que realmente ter ou ser, principalmente depois do advento das redes sociais e dos smartphones. A busca pelo clique perfeito que trará centenas de likes, independente se é real ou se a pessoa ali está feliz, tem se tornado muito mais importante que a busca pela própria verdade e é nessa falsa vida perfeita que se escondem diversos tipos de transtornos que parte da nossa sociedade tem vivido” declara a psicóloga Lia Clerot.
Além dos fatores internos, a influência recebida diariamente pelas redes tornou-se um sério problema, principalmente para as mulheres que sofrem incontáveis cobranças estéticas. A preocupação com a saúde passou a ficar em segundo plano e o culto a corpos e padrões, que para a grande maioria das pessoas são inatingíveis, passou a ser a maior preocupação das pessoas. “O grande problema dessa busca desenfreada pela magreza tem sido o crescente número de pessoas com transtornos alimentares, depressivos e de ansiedade. Ao buscar um corpo perfeito, a qualquer custo, muitas pessoas têm se descuidado da própria saúde física e mental, se tornando cada vez mais infelizes e frustradas, e isso acaba virando uma verdadeira epidemia, afetando mulheres de todas as idades” diz a psicóloga.
Na contramão dessa onda, a boa notícia é que estamos começando a presenciar um movimento em busca da autoaceitação. O Body Positive é uma iniciativa que busca uma imagem corporal positiva, que enxerga beleza em todos os tipos de corpos. “É importantíssimo que entendamos que não existe perfeição. Cada ser humano é único e precisa desenvolver a própria autoestima para que se sinta confiante. Antes de tentar se encaixar num padrão pré-estabelecido, é necessário que se desenvolva a aceitação de ser quem você é. E isso não quer dizer que a pessoa tenha que se desleixar do corpo, mas que a busca deve ser pelo equilíbrio” revela.
A especialista comenta que a autoaceitação está diretamente ligada ao que pensamos sobre nós mesmos, quem somos, quais qualidades e potenciais vemos em nós. “As pessoas se focam muito no que não está dando certo, e com isso a validação do outro se torna muito importante. É necessário que se olhe aquilo que você tem de bom e se conscientize que muito além de um corpo ideal, você precisa ser saudável e isso inclui mente e corpo” diz Lia.
Música na Árvore realiza mini-festival no Museu do Catetinho
Edição especial celebra os 26 anos de carreira de Geraldo Carvalho e o aniversário da Capital Federal. Shows contarão com intérpretes de LIBRAS.
Entre os dias 13 e 14 de abril, o projeto do ponto de cultura Música na Árvore aterrissa no Museu do Catetinho com a 1ª edição de 2019. E o clima é de festa: além de celebrar os 26 anos de carreira do cantor, compositor e violonista potiguar Geraldo Carvalho, o evento antecipa as comemorações dos 59 anos da aniversariante do mês – Brasília. Com entrada franca, o festival contará com a participação dos artistas Mario Noya, Carlos Pial, Banda Cachimbó, Subinstante e Andressa Catty.
“Festejamos o aniversário da cidade com edições especiais há muitos anos. Nada melhor do que o local onde o sonho começou para iniciar as comemorações de 2019 e, ainda, poder fomentar a cadeia criativa e produtiva, mostrando a riqueza da diversidade cultural que temos aqui”, destaca André Trindade, produtor do projeto. O evento conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e apoio da Agenda Cultural Brasília.
No palco, Geraldo Carvalho, violão e voz, estará acompanhado de Olivan Ribeiro, na bateria, Sidney Sheikor, no baixo, e ainda receberá mais cinco convidados. O repertório trará canções do CD recém lançado pelo artista, Estilhaço de Alegria, que dá título à canção vencedora pelo Júri Popular do Festival da Rádio Nacional FM de Brasília em 2016, e do Prêmio Fox Music USA 2018, em Miami, representando o Brasil na categoria Melhor Balada Pop. Além disso, o público poderá também conferir clássicos da MPB.
O festival tem entrada franca, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. As arrecadações serão destinadas a instituições assistenciais. Com mais de 100 edições realizadas no DF e em cidades da Europa, como Londres, Lisboa e Zurique, o Música na Árvore tem como objetivo a ocupação de espaços públicos com atividades culturais, aliando também consciência ambiental e inclusão social.
Para isso, as apresentações contarão com interpretação em LIBRAS e o espaço oferecerá pontos de coleta de lixo eletrônico, em parceria com a Estação de Metarreciclagem, de Valparaíso de Goiás. Para os deficientes auditivos que tiverem interesse em conhecer mais sobre o projeto, o site www.musicanaarvore.com.br também conta com tecnologia assistiva, com versão em LIBRAS.
Serviço: Música na Árvore – Museu do Catetinho Quando: 13 e 14/04. Sábado e domingo, das 11h às 16h.
Onde: Museu do Catetinho – SMPW Km 0 – Trevo do Gama
Quanto: entrada franca
Classificação indicativa: livre
Mais informações: 99647-4307 (André Trindade) | www.musicanaarvore.com.br
Artistas convidados: Mario Noya, Carlos Pial, Banda Cachimbó, Subinstante e Andressa Catty (mini-biografia abaixo).
Geraldo Carvalho – Cantor, compositor e violonista, o artista potiguar, radicado há 10 anos em Brasília, trouxe na bagagem uma ampla experiência musical adquirida no cenário cultural de Natal, em festivais, projetos culturais por várias cidades e capitais do Nordeste. Nos palcos, já se apresentou ao lado de nomes consagrados da MPB como Luiz Melodia, Belchior, Jair Rodrigues e outros. Nessa época, lançou dois CDs, “Manhecença” (2001) e “Um toque a Mais (2008)”.
Residindo em Brasília desde 2008, é um dos colaboradores do Música na Árvore, projeto que teve início no Planalto Central e percorre parques pelo País e também algumas cidades da Europa.
Em 2014, esteve em Londres para participar do Festival Cerrado Save. No ano seguinte, apresentou-se no Brasil Afro Woche, em Zurique, e Sargans, na Suíça. Já em 2016 e 2017, o público de Lisboa/Portugal pôde conhecer o trabalho de Carvalho.
Atualmente, faz a turnê de lançamento do CD Estilhaço de Alegria, que dá título à canção vencedora pelo Júri Popular do Festival da Rádio Nacional FM de Brasília em 2016, e do Prêmio Fox Music USA 2018, em Miami, representando o Brasil na categoria Melhor Balada Pop.
O álbum foi lançado recentemente em Brasília, Natal e Nova Iorque. Em maio, é a vez de Belo Horizonte, depois São Paulo, Rio de Janeiro e Europa.
Cachimbó – banda pop formada pela baiana Lai, vocalista, e pelo brasiliense João, responsável pelos sintetizadores e beats eletrônicos. Desde sua formação, o grupo sintetiza em seu trabalho influências do synthpop e do indie rock com bases e raízes da música brasileira. Em seu primeiro álbum, “Bó”, lançado em julho de 2018, a banda resgatou de forma ainda mais concreta o pop e confirma suas origens na MPB. Para o Música na Árvore, o duo apresentará as canções do álbum de estreia no mais puro “tunts-tunts” Bahia-Brasília.
Subinstante – Na estrada desde 2007, a banda é formada por jovens moradores de Águas Claras. Com um novo projeto, nascido da necessidade de todos os integrantes contribuírem para as composições sem se prenderem a um só rótulo, o repertório traz canções que buscam inspirações nos fatos corriqueiros da sociedade e no íntimo das pessoas. A ideia do grupo é oferecer um som que demonstre as facetas humanas e as histórias sobre pessoas, cuja intenção é transmitir isso através da música, com um estilo de rock alternativo, que mescla todas as influências musicais dos integrantes, com suas composições carregadas de harmonias, solos e riffs.
Mario Noya – O músico e compositor Mario Noya nasceu em Belo Horizonte e é radicado em Brasília desde 2002. Ao longo de quase 30 anos de carreira, teve fortes influências do Clube da Esquina e outros movimentos da música popular. Participou de festivais pelo Brasil e exterior, realizando shows em locais tradicionais do Distrito Federal como Clube do Choro, Sala Cássia Eller, Feitiço Mineiro, Esplanada dos Ministérios entre outros.
Nos dois últimos anos, o cantor e compositor esteve divulgando seu trabalho em capitais brasileiras como Belo Horizonte e Brasília. Apresentou-se também em Londres, Zurique e Lisboa.
Apresenta-se no Fête de la Musique em Brasília desde a primeira edição, no palco do Música na Árvore, onde mostra seu repertório autoral e releituras de artistas da nova MPB, como Lenine, Chico César e outros.
Com cinco discos gravados, o seu mais recente trabalho, “MOTIVO PRA SEGUIR VIVO”, CD produzido entre julho e outubro de 2015, em Brasília, Rio de Janeiro e Los Angeles, faz parte do projeto do cantor e compositor Mario Noya, premiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, Edital do PRÊMIO CÁSSIA ELLER.
Produzido por Dillo e Alexandre Bursztyn (Móveis Coloniais de Acaju), tendo como participação o Donatinho (filho de João Donato, o enfant terrible da música brasileira), o trabalho conta com um vocal de peso composto por Geraldo Carvalho, Michele Chitko e Thais Uessugui, e uma arte gráfica muito bem cuidada por Daniel Larsan.
Andressah Catty – Além de modelo, YouTuber e digital influencer, a artista é dona de uma das vozes mais peculiares de Brasília. Em suas apresentações, Andressah traz um repertório clássico cheio de releituras inspiradas em Edith Piaf, Charles Aznavour entre outros franceses, traz também uma pitada do Jazz de Amy Winehouse e o mix incrível do Samba Criolo de Maira Andrade. Com uma presença carismática e empoderada nos palcos, Andressah Catty é capaz de fazer rir como emocionar o público com sua voz e performance intensa, com músicas nostálgicas de artistas incríveis.
Carlos Pial – Maranhense que vem acumulando experiência na área da música instrumental brasileira com grande sucesso, Pial hoje tem seu nome no rol dos grandes percussionistas do Brasil. Tem quatro CD autorais –MARANHAFRICANIZADO (2002), PERFUSÃO (2005), ETNIA (2012) e MISTURADO (2014) – e dois DVDs: Videoaula de Cajon – RITMOS BRASILEIROS, em 2013, e ALQUIMÍA DOS SONS, gravado ao vivo em 2015.
Com certeza, um músico eclético e de muito bom gosto, mas que põe simplicidade em tudo o que produz. Não só os tambores predominam em seu trabalho, mas também facetas eletrônicas, efeitos diversos e uma pegada singular, bem suingada e contemporânea.
Carlos Pial também presenteia o público, tanto nos seus discos quanto nos shows, com suas melodias simples e marcantes, tornando as músicas inesquecíveis para o público que o assiste.
Já teve a oportunidade de mostrar seu trabalho em festivais e eventos musicais por vários estados do Brasil e no Exterior.
Ingressos para o festival estão disponíveis oa Sympla com valores a partir de R$ 50
Em 2019, festival promete estrutura renovada, volta a apostar em grandes atrações internacionais e ganha identidade baseada na estética dos games para oferecer a experiência do “Próximo Nível”
Entre os artistas confirmados até agora estão Nuclear Assault (EUA), Demob Happy (ING), Nervosa (SP), Canto Cego (RJ), Machete Bomb (PR), entre outros
Nuclear Assault (EUA)
Demob Happy (ING)
Nervosa (SP)
Canto Cego (RJ)
Machete Bomb (PR)
Um dos festivais mais importantes e longevos do país está de cara nova em 2019. O Porão comemora 21 anos e aproveita a maioridade para se reinventar. Inspirado na estética dos games, neste ano o festival aposta em um formato para mostrar ao público seu “próximo nível” nos dias 16 e 17 de agosto. Quem quiser fazer parte dessa nova experiência esse ano tem de se antecipar, pois os ingressos são limitados. O público pode adquirir tickets pelo Sympla, com entradas a partir de R$ 50.
Um dos braços da renovação do festival é a aposta em atrações internacionais, fato que não acontece há cinco anos no Porão. Com nomes de fora do Brasil que trazem frescor ao festival, o Porão 2.1 – Próximo Nível pretende apresentar uma proposta de curadoria diferente, trazendo nomes do novíssimo rock mesclados a artistas consagrados, além de flertar com o reggae, o rap e a surf music. Diversas atrações brasileiras se somam aos gringos neste line up, misturando o que há de novo no cenário do rock mundial em diálogo com os nomes que fazem do rock brazuca um movimento de crescimento exponencial.
As primeiras atrações confirmadas até o momento são Nervosa (SP), Canto Cego (RJ), Supercombo (ES), Nuclear Assault (EUA), Demob Happy (ING), Edu Falaschi – Temple of Shadow in Concert (SP), Rincon Sapiência (SP), Machete Bomb (PR), Academia da Berlinda (PE), Surf Sessions (DF) e Rumbora (DF), que retornará aos palcos com show especial de seu primeiro disco. A lista completa com os 23 nomes que subirão ao palco será divulgada em breve.
“É um line-up coeso, tem certa diversidade e, ao mesmo tempo, as bandas conversam entre si. Estou bem satisfeito e acredito que o público também vai curtir”, afirma Gustavo Sá, idealizador do festival.
Dentro da repaginada, o Porão 2.1 ganha também uma arena renovada. O novo espaço terá dois palcos principais nos quais se dividirão as atrações e contará com bungee jump e mini ramp e uma novíssima área de games, que oferecerá ao público do Porão experiências diferenciadas.
“É um ano cheio de novidades para o festival. Em 2019, nós não vamos usar verbas públicas na realização do festival, isso nos permite liberdades que não tivemos nos anos anteriores. Nós nunca conseguimos divulgar data, line-up e lançar vendas tão cedo no Porão. Isso prepara o público e permite, por exemplo, ter bandas internacionais novamente no festival, algo que não acontecia há cinco anos. Espero que o público aproveite as mudanças e faça parte desse “Próximo nível” que estamos propondo”, reforça Gustavo.
Sobre o Porão
O Porão do Rock nasceu em Brasília em 1998 e terá sua 22ª edição em 2019. Nos 21 anos de existência, o Porão reuniu mais de 1 milhão de pessoas e cerca de 900 bandas, entre nomes do Brasil e do mundo. De lá até aqui, nomes como C. J. Ramone, Muse, Helmet, Pitty, Nação Zumbi, Krisium, Cordel do Fogo Encantado, Baiana System, entre outros, já passaram pelo palco do festival. Além de Brasília, o projeto já passou por Buenos Aires, São Paulo e Goiânia e é considerado um dos maiores festivais independentes de rock do país.
Serviço
Porão 2.1: Próximo Nível
Local: Estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha (SRPN, Asa Norte)
Datas: 16 e 17 de agosto de 2019
Horário: Sexta, a partir das 17h30 e sábado às 15h30
Classificação indicativa: 16 anos
Ingressos (valores referentes ao lote promocional sujeito a alterações sem aviso prévio):
Ingresso para um dia – pista – meia-entrada (garantida por lei)/meia social (mediante doação de 1kg de alimento): R$ 50
Ingresso para um dia – pista – inteira: R$ 100
Passaporte para os dois dias + copo do festival – pista – meia-entrada (garantida por lei)/meia social (mediante doação de 1kg de alimento): R$ 90
Passaporte para os dois dias + copo do festival – pista – inteira: R$ 180
Ingresso para um dia – camarote – meia-entrada (garantida por lei)/meia social (mediante doação de 1kg de alimento): R$ 90
Ingresso para um dia – camarote – inteira: R$ 180
Passaporte para os dois dias + copo e camiseta do festival – camarote – meia-entrada (garantida por lei)/meia social (mediante doação de 1kg de alimento): R$ 190
Passaporte para os dois dias + copo e camiseta do festival – camarote – inteira: R$ 380
SAIBA MAIS SOBRE AS ATRAÇÕES DO PORÃO 2.1 – PRÓXIMO NÍVEL
Academia da Berlinda
Formada por um estilo marcante, Academia da Berlinda é conhecida pela originalidade compilada nos discos “Academia da Berlinda” (2007), “Olindance” (2011), “Nada sem ela” (2016) e “Academia da berlinda ao vivo no estúdio showlivre” (2017). Tudo começou em 2004 quando sete amigos de infância, criados nos quintais da Cidade Alta, decidiram mandar para berlinda suas experiências musicais, a partir da influência pernambucana e afro caribenha. Do Alto da Sé aos Quatro Cantos de história, do Carmo à Ribeira de poesias, do Amparo ao Bom Sucesso de ritmos, o Bonfim é a raiz de toda vertente cultural e “pernambucanidade” da banda.
Canto Cego
Surpreendente pela energia performática e pelos múltiplos universos criados em cada música, o forte trio já subiu em palcos consagrados como Circo Voador, Teatro Rival e Imperator, ao lado de bandas como Detonautas, Biquini Cavadão, Ira, Fresno e Ultraje a Rigor. Buscando seguir o rock em sua essência somado à delicadeza da poesia, Canto Cego coleciona os prêmios de primeiro lugar do Festival da Nova Música Brasileira (2012) e do Planeta Rock (2014). Em julho de 2015, foram convidados para o Montreux Jazz Festival, na Suíça, onde realizaram uma pequena turnê.
Demob Happy
Banda inglesa de rock alternativo, Demob Happy nasceu em 2008, composta pelo cantor e baixista Matthew Marcantonio, pelo baterista Thomas Armstrong e pelo guitarrista Adam Godfrey. Após seu aclamado álbum “Holy Doom”, o conjunto lançou o novo single “Less Is More” e, nesta primavera de 2019, embarca em sua maior turnê no Reino Unido. Em 2018, Demob tocou em toda a Europa com Frank Carter & The Rattlesnakes, uma turnê britânica esgotada, 27 shows nos Estados Unidos abrindo para a Nothing But Thieves, e seus próprios shows nos EUA, bem como recentes shows no Reino Unido com Jack White.
Edu Falaschi
Natural de São Paulo, o cantor, compositor, arranjador, produtor e multi-instrumentista, Edu Falaschi coleciona bagagem impressionante em 27 anos de carreira. Com 16 álbuns lançados, cerca de 100 canções compostas e mais de 1 milhão de CDs vendidos, é um dos artistas mais renomados do Heavy Metal do mundo. Ao lado de Aquiles Priester e Fabio Laguna, também ex-integrantes do Angra, ele volta aos palcos em show inédito para celebrar os 15 anos do álbum “Temple of Shadows” em uma turnê histórica. Músico desde os 14 anos, aos 47, Edu já passou por grandes bandas como Mitrium, Venuse Symbols, mas a grande visibilidade veio em 2000, quando assumiu como vocalista e um dos principais compositores da banda Angra, na qual permaneceu por 12 anos.
Machete Bomb
Machete Bomb (PR)
Machete Bomb é o Brasil com o pé na porta. É deboche genuíno. É gol de mão em dia de clássico. Surpreendente desde a trilogia “O Samba do Sul”, iniciada em 2015, a banda fechou o primeiro semestre do ano passado com o lançamento de um histórico registro ao vivo, além do primeiro volume da coletânea de remixes “Vendendo a alma ao Diabo”. No segundo semestre de 2018, os curitibanos desembarcaram em Goiânia (GO) e Brasília (DF), reafirmando seu conceito em grandes festivais, e ainda percorreram o estado do Paraná, passando por 13 cidades.
Nervosa
Formado por Fernanda Lira (baixo e vocal), Prika Amaral (guitarra e backing vocals) e Luana Dametto (bateria), o trio de trash metal Nervosa é destaque na cena do rock nacional. Formado em 2010, o grupo tem três álbuns lançados, sendo o último de 2018, intitulado Downfall of Mankind. Com letras focadas em problemas sociais, tratando também de problemas políticos, o trio apresenta show enérgico, já tendo passado por palcos de grandes festivais pelo país.
Nuclear Assault
Considerada uma das bandas mais extremas de thrash metal, o grupo estadunidense Nuclear Assault surgiu em Nova Iorque no ano de 1984, criado por seu baixista, Danny Lilker. Durante os dez anos iniciais, a banda fez um speed metal passeando pelo crossover thrash com temas incisivos que tratavam de política, críticas sociais e capitalismo. Após a saída e retorno do fundador, Danny, a banda tocou no CBGB e em festivais como Metal Meltdown Fest, em Nova Jersey, o Wacken Open Air, na Alemanha e em algumas cidades no Brasil, onde se apresentou pela primeira vez em 1989.
Ricon Sapiência
O MC, produtor e empresário Rincon Sapiência é um artista de destaque na cena musical brasileira. Em 2017, lançou Galanga Livre, seu álbum de estreia, que entrou para a lista dos 50 melhores álbuns da música brasileira do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) e ganhou dois troféus do Superjúri no Prêmio Multishow daquele ano. A premiação também rendeu o título de Revelação do Ano, reforçado pela sua eleição como Artista do Ano pela APCA. Desde então, Sapiência tem trabalhado na divulgação do álbum no Brasil e no exterior, período em que também reafirmou a sua versatilidade artística em parcerias musicais com Sidney Magal, Alice Caymmi, Rubel, Drik Barbosa e IZA. Recentemente, o artista lançou o seu próprio selo musical independente, chamado MGoma, apostando em seu reconhecimento como um dos produtores musicais mais respeitados da cena.
Rumbora
Com um hiato desde o final de 2005 quando encerrou as atividades, a banda brasiliense Rumbora retorna não só para uma celebração de sua história como para retomar a carreira e seguir em frente cheia de gás. Em 2019, a banda volta à estrada entoando hits de seu primeiro trabalho como “Chapirous”, “Skaô” e “O Ó do Borogodó”. Shows intensos, participações em festivais, clássicos da carreira e até novas músicas farão parte dessa retomada que celebra os 20 anos de lançamento do seu disco de estreia, “71”.
Supercombo
Formada por Leo Ramos (voz e guitarra), Pedro “Toledo” Ramos (guitarra e vozes), Carol Navarro (baixo e vozes), Paulo Vaz (Teclados) e André Dea (bateria) a banda Supercombo já conta com cinco álbuns lançados e um EP: Festa? (2007), Sal Grosso (2011), Supercombo (2012), Amianto (2014), Rogério (2016) e Adeus, Aurora (2019). Em 20019, a banda apresenta ao público seu novo álbum de estúdio “Adeus, Aurora”. O trabalho leva o mesmo nome da revista em quadrinhos lançada em dezembro de 2018. As músicas podem ser ouvidas como trilha sonora da HQ, e ao mesmo tempo funcionam de forma individual, com temas ligados à nossa sociedade atual. O novo álbum apresenta uma roupagem um pouco diferente dos anteriores, com músicas que passeiam por diversos estilos, sem perder a essência da Supercombo que os fãs já conhecem.
Surf Sessions
Criada em 2007, com disco de estreia nascido dentro de um quarto, Surf Sessions é uma banda brasiliense com influências do rock e do reggae. O grupo tem como pontos fortes a variedade musical e a grande descontração que os músicos levam ao palco. Dos cinco integrantes, três são vocalistas e se dividem entre as canções, com ricas opções de misturas e encontros de ritmos. “Somos Sol”, mais recente álbum lançado, é considerado pelo conjunto como uma nova história. A partir dele, a banda pôde experimentar, além do seu conhecido pop-reggae, músicas mais rockeadas e com um pouco mais de distorção.
ParkShopping homenageia os 500 anos do legado de Leonardo da Vinci
Réplicas de famosas pinturas e acervo do gênio italiano estarão em exposição gratuita
Entre os dias 5 a 24 de abril a exposição “Leonardo Da Vinci – 500 anos de Legado”. A mostra inédita e criada especialmente para a ocasião ficará montada na Praça Central e faz parte das homenagens do quinto centenário do legado de um dos maiores expoentes do Renascimento. Um movimento que originou um novo pensamento sobre o homem moderno e que até hoje é estudado e venerado como um dos períodos mais prósperos da história da humanidade.
Com curadoria da Associação Cultural Italian Art, a exposição é composta por cinquenta peças, entre pinturas, desenhos e manuscritos que tratam da botânica à anatomia, da mecânica à geologia e da matemática à geometria. Além de painéis informativos e das máquinas interativas fielmente reproduzidas por artesãos florentinos com base nos desenhos originais de Da Vinci. Entre as pinturas estão dez réplicas em tamanho natural, entre elas, da famosa Anunciação, da Última Ceia, do recém-descoberto Salvator Mundi e da mais famosa de todas: a Mona Lisa. Dos oito desenhos do artista, que fazem parte da mostra, seis são fac-simile em tamanho real e réplicas perfeitas de desenhos originais.
As incríveis máquinas criadas por Da Vinci terão um lugar especial e estarão representadas por trinta peças que têm quatro eixos temáticos: voo, hidráulica, mecânica e guerra. Entre elas estão a engrenagem lanterna, o rolimão três esferas e o mecanismo helicoidal. E mais, o visitante poderá conferir a segunda versão da máquina voadora, o criptex e o relógio, só para citar algumas inéditas.
Para o curador da mostra e presidente da Associação Cultural Italian Art, Luca Paolo Gori a data não poderia passar em branco. “É um presente que queremos dar para Brasília, em homenagem a esse gênio, que revolucionou a arte mundial e fez toda a diferença para a humanidade”, afirma Paolo. Já para a gerente de marketing do ParkShopping, Natália Vaz, é uma grande satisfação trazer para o shopping um pouco da história desse grande artista que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. “Além de dar aos nossos clientes a oportunidade de conhecer e interagir com algumas das invenções de Da Vinci, mais uma vez, apresentamos um evento, no qual a cultura está fortemente presente o que se reflete num papel relevante na contribuição do shopping com a sociedade”, enfatiza.
Para deixar a Praça Central ainda mais bonita, serão instalados dois grandes móbiles em formato de livros abertos e páginas flutuando com esboços de desenhos de Leonardo Da Vinci. Um convite para a família brasiliense se encantar com a exposição.
Serviço:
Leonardo Da Vinci – 500 Anos de Legado
De 05 a 24 de abril
Praça Central
Horário de visitação: De segunda a sábado das 10h às 22h; domingo, das 12h às 22h.
Escola de Saúde Unyleya realiza palestra beneficente sobre Inteligência Emocional na Estética
O evento será aberto ao púbico e para participar basta levar 1kg de alimento não perecível
A Escola de Saúde Unyleya realizará uma palestra beneficente sobre a Inteligência Emocional na Estética, em Águas Claras, a partir das 10h. Para participar do evento que acontece neste sábado (4), basta levar 1kg de alimento não perecível que, após a arrecadação, serão direcionados ao Lar dos Velhinhos Maria Madalena.
A palestra que será ministrada pela Educadora Física e esteticista e coach, Myrna Gardin, será aberta ao público, porém, com vagas limitadas para 100 pessoas. Os interessados em participar deverão fazer as inscrições pelo WhatsApp da instituição, através do número 98319- 2626 até a sexta-feira (3).
Inteligência Emocional
De acordo com a especialista, a palestra será sobre a inteligência emocional com abordagem para profissionais da área da beleza, onde será tratado a gestão de agenda, conflitos com clientes, otimização do tempo, a auto responsabilidade, focos e metas. “Esses são os comportamentos que às vezes nos atrapalham em relação à produtividade dentro do mercado da estética, do mundo da beleza, no geral, que acabam esquecidos ou negado a segundo plano por pura falta de conhecimentos”, explica a esteticista.
Durante o bate-papo, os participantes terão direito a dinâmicas, para que sejam mobilizados e percebam que o desenvolvimento emocional é efetivo no próprio deslanche da profissão. “Quando a gente aumenta a inteligência emocional ou quando olhamos para o consciente emocional, percebemos que com pequenas modificações você tem resultados incríveis, e essa é a intenção”, finaliza Myrna.
Serviço Palestra de Inteligência Emocional na Estética Data: 04 de maio Hora: 10h Local: Av. Jacarandá – Águas Claras, Brasília- Escola de Saúde Unyleya Entrada: 1kg de alimento não perecível Inscrições: 98319- 2626 Informações: (61) 3247-9600