20.5 C
Brasília
sexta-feira, abril 24, 2026
Início Site Página 1370

“YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço”

0

“YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço”

Brasília recebe exposição inédita que mostra por que o artista nipo-brasileiro é considerado um dos grandes representantes do movimento cinético internacional, além do seu pioneirismo na arte interativa brasileira

Depois de experimentar grande sucesso de público no Rio de Janeiro e de ser considerada a melhor retrospectiva de 2018 em São Paulo, pela APCA, chegou a vez de Brasília receber a exposição “YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço”, e que reúne cerca de 80 peças de um dos maiores representantes do movimento cinético internacional. Ocupando 1.500 metros quadrados do Museu Nacional da República, a mostra que tem patrocínio da Rede D’Or São Luís acontece entre os dias 02 de abril e 26 de maio. A curadoria de Denise Mattar propõe um recorte da produção do artista com trabalhos a partir dos anos 1960 até os dias de hoje, onde um dos grandes destaques é uma recriação da instalação imersiva Quarto Escuro, da X Bienal Internacional de São Paulo. O público poderá conferir ainda nessa exposição; uma cronologia ilustrada e vasta documentação, painéis de obras públicas de sua autoria realizadas entre os anos 1980 e 2010 no Brasil e no Japão; além de esculturas recentes. Chama atenção o conjunto de 35 imagens históricas realizadas pelo grande fotógrafo Alair Gomes, que retrata parte da produção desse incrível artista nipo-brasileiro que está em atividade até os dias de hoje.

Apresentada anteriormente no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) e no Museu de Arte Brasileira (MAB FAAP), a exposição experimentou grande sucesso de público e surpreendeu a crítica, chegando à Capital Federal depois de ganhar o premio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor retrospectiva do ano de 2018. Entre os diversos trabalhos que compõe a mostra, estão obras pertencentes a acervos de instituições como Museu de Arte Brasileira da FAAP e Itamarati, e ainda de importantes coleções particulares.

 

O critério curatorial adotado por Denise Mattar para “YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço” toma como partido a coerência interna da obra de Toyota, sua originalidade e pioneirismo, fazendo conviver trabalhos de diversas épocas ao lado de seu trabalho atual, que continua surpreendentemente intenso. A mostra não foi estruturada cronologicamente, mas organizada de modo a agrupar os trabalhos em torno de algumas questões que permeiam seis décadas de produção constante como: a vibração ótica, a surpresa da cor, o hieratismo do círculo, a vertigem do espelho, as fendas do universo e o ritmo do espaço.

Privilegiando a produção escultórica de Toyota, a curadoria estabeleceu o percurso e as principais questões que permeiam a obra do artista, apontando o processo que o levou da pintura ao objeto e do plano à superfície reflexiva – instaurada como quarta dimensão. “Ele faz parte de um grupo que, na década de 1960, decretou o fim da pintura de cavalete e da escultura figurativa, convidando o público a participar de novas experiências estéticas, interativas e sensoriais”, explica Mattar. “Sua obra convoca dualidades: positivo-negativo, visível-invisível, sólido-evanescente, volume-leveza. As múltiplas possibilidades do reflexo são a matéria prima da qual Toyota se utiliza para ‘compreender o significado do espaço’, e, nessa opção podemos apontar um expressivo parentesco da obra de Toyota com a de Anish Kapoor, não por acaso, também um oriental-ocidental”, compara a curadora.

Em uma mostra que reúne tantos trabalhos icônicos de Toyota, vale pinçar entre os mais surpreendentes, um de 1969, ano em que o artista se apresentou na X Bienal de São Paulo – uma das mais comentadas e premiadas participações da mostra. Na ocasião ele criou um conjunto de obras que convocava o espectador à interação e uma instalação que hoje seria classificada como imersiva. Os trabalhos despertaram a atenção do público e da crítica e refletiam a permanência de Toyota por três anos na Itália, período no qual participou de algumas das mais emblemáticas exposições dos cinéticos, ao lado de Lucio Fontana, Bruno Munari, Vasarely e Le Parc.

Outro destaque de “YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço” é o conjunto de 35 imagens realizado por Alair Gomes sobre a obra de Toyota. Reconhecido atualmente pelos nus masculinos, Alair fez um ensaio fotográfico surpreendente para a exposição individual de Toyota na famosa galeria carioca Grupo B, de Rubem Breitman, na década de 1970. De acordo com o jornalista e editor Leonel Kaz, tanto o fotógrafo quanto o artista nunca estiveram atrelados às exigências do mercado de arte da época. “Como hoje, com suas auroras avermelhadas ou suas ripas de parede turbulentas-ao-olhar, Toyota aparentemente conseguiu viver à margem do tempo – e dos desejos que o tempo impõe, impondo um rigor na produção de suas peças, um certo tempo interior, meditativo e operário, tão ao gosto oriental”, analisa Kaz.

Reconhecido dentro e fora do país, Yutaka Toyota também experimenta grande prestígio entre os amantes das artes plásticas em Brasília, onde já realizou várias exposições individuais e participou de coletivas. Sua estreia na Capital Federal foi em 1973, na antiga Galeria Mainline. Nessa década e na seguinte, além da Mainline, também expôs na Galeria Oscar Seraphico e na Almarte Galeria. Em 1998, participou da exposição Japão Brasil, 90 Anos de Imigração, que teve curadoria de Mário Zavagli, enquanto que, em 2008, é um dos artistas que participam de Nippon – 100 anos de Integração Brasil-Japão, no Centro Cultural Banco do Brasil, com curadoria de Denise Mattar, um evento em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil.

Várias residências particulares da cidade, assim como o Clube do Exército e o Aeroporto possuem obras do artista. O Palácio do Itamaraty, por exemplo, é dono de “Positiva e Negativa”, um trabalho da X Bienal, composto por uma esfera de plexiglass, listrada em preto e branco, sobre uma chapa de alumínio côncava, obra que o público brasiliense poderá conferir gratuitamente em “YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço” no Museu Nacional da República, entre os dias 03 de abril e 26 de maio, e que tem patrocínio da Rede D’Or São Luís.

 

Yutaka Toyota

Nascido no Japão em 1931, Toyota chegou ao Brasil no final da década de 1950 e naturalizou-se brasileiro em 1971. Começou sua carreira por aqui como pintor logo recebendo alguns dos mais importantes prêmios do circuito de arte brasileiro, como o do Salão Esso, em 1965, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que o levou à Itália. A partir daí voltou-se para a escultura e suas obras adquiriram características óticas, cinéticas e imersivas – partido adotado até hoje.

Trabalhando há mais de sessenta anos, o artista criou milhares de obras entre desenhos, gravuras, pinturas, instalações, painéis escultóricos e esculturas de todos os tamanhos, desde pequenos múltiplos a imensos monumentos, “mas sempre fui fiel às mesmas indagações que me fizeram mergulhar no universo das artes, ainda no Japão”, conta Toyota. “Aos 15 anos recebi, em Yamagata, o primeiro prêmio de pintura no Salão de jovens artistas. Na ocasião o critico japonês Atsuo Imaizumi me disse: ‘mantenha sempre as mesmas ideias e perguntas interiores assim encontrará sua verdadeira arte e produzirá obras verdadeiramente suas, obras originais’, e foi o que fiz”, relembra. Com verdadeiro interesse na conexão entre o Homem e o Universo, Yutaka Toyata destaca ainda que “a cultura ocidental responde a essa questão através da física quântica e a oriental através da espiritualidade. Aceito os dois significados e ambos estão no meu trabalho”.

Aos 87 anos, Toyota continua em pleno vigor criativo, sendo um dos raros escultores brasileiros a dominar a relação escala-espaço; habilidade essencial para a criação de obras ao ar livre. Não por acaso, ao longo dos anos, ele semeou mais de cem obras públicas entre o Brasil e o Japão, feito inédito entre os nossos escultores.

Serviço:

YUTAKA TOYOTA – O Ritmo do Espaço

Local: Museu Nacional da República

Período expositivo: 02 de abril a 26 de maio de 2018

Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 02, Esplanada dos Ministérios, Brasília/DF / Telefone: 3325-5220

Visitação: terça a domingo das 9h00 às 18h30

Entrada: gratuita

Torre Sobre Rodas com rock internacional

0

Torre Sobre Rodas com rock internacional

# 2 de abril, às 20h, na Feira da Torre de TV

#Entrada franca

A Feira da Torre de TV recebe o show da banda Black Wolves e discotecagem do DJ Clayton, no projeto Torre Sobre Rodas, que reúne apaixonados pelo automobilismo e amantes do rock, na Praça Central do tradicional ponto turístico da capital. O projeto acontece todas as terças-feiras, a partir das 20h, sem hora para acabar.

A banda Black Wolves será a grande atração da noite. Formada há apenas um ano; por Jakson Martins (voz), Talles Braga (guitarra),  Marquinho Barreto (guitarra), Beirão(baixo) e Carlson Cárdenas (bateria); o coletivo já faz sucesso na cidade com  um repertório de bandas que marcaram época como: Iron Maiden, Metallica, Black Sabbath e  Scorpions.

Além do Black Wolves, a performance do  DJ santista Clayton Lima, que também  levará o melhor do rock clássico e atual com obras de: Rolling Stones, Deep Purple, Led Zeppelin, Beatles, Greta Van Fleet, Incubus, Metallica, Motörhead, Ramones, The Clash, Joy Division, The Roots e Gary Clark Jr.

O projeto musical Torre Sobre Rodas existe há três anos, sempre todas as terças-feiras e conta com atrações musicais locais, bandas ou DJs. A cada semana o encontro leva para a Feira da Torre grupos de ritmos variados, como blues, rock n’ roll, rock nacional e música autoral, com produção assinada Gustavo Magu em parceria com a Associação dos Expositores da Feira de Artesanato da Torre de TV (ASSEAPMA) ASSEAPMA.

Sobre a Feira da Torre

A Feira da Torre encontra-se aos pés da Torre de TV, em Brasília, e funciona de quinta a domingo das 9h às 18h. Também conhecida comofeira de artesanato, a Feira da Torre foi fundada em maio de 1964 e desde então é um ponto turístico indispensável para todos que moram ou visitam a capital federal.

Atualmente, o complexo está revitalizado com ótima estrutura e diversidade de produtos e opções gastronômicas, que não deixam a desejar para nenhum outro centro comercial de Brasília nesses moldes. Nos 480 boxes, a clientela pode encontrar movelaria, souvenirs, acessórios, roupas, objetos para decoração, produtos exotéricos e uma praça de alimentação com iguarias das principais regiões do Brasil. Além do recém inaugurado Esquina Luso-Brasileira, que serve os principais pratos da cozinha portuguesa.

Além da oferta comercial, a Feira de Artesanato da Torre de TV realiza diversos projetos artísticos culturais além da Feira Literária, como a Dança Charme, rodas de Samba e Choro, Forró, Rock e Blues nos encontros de Motos, além de oficinas de artesanato para crianças e adultos.

Rock no Torre Sobre Rodas

Show da Banda Black Wolves

Dj Clayton

Terça, 2 de abril, às 20h

Praça de Alimentação da Feira de Artesanato da Torre de TV

SDC, Eixo Monumental, Brasília – DF

Operações: 480 boxes

Alimentação: 30 boxes

Telefone: (61) 98131-2465

Classificação: 18 anos

Entrada Franca

Vídeo da banda Black Wolves :

 https://www.youtube.com/watch?v=jjb6P54-hBQ&feature=youtu.be

Rubaiyat Brasília lança cerveja própria inspirada no cerrado

0

Rubaiyat Brasília lança cerveja própria inspirada no cerrado

Em parceria com a cervejaria goiana Colombina, o Rubaiyat Brasília desenvolveu uma cerveja em homenagem aos brasilienses. A novidade foi especialmente pensada para o clima do cerrado e o cardápio da casa, que já completa seis anos em solo candango. Na noite da última quarta-feira (27), o restaurante apresentou oficialmente a breja artesanal Rubabeer.

Leve, cítrica e mega refrescante, a Session IPA da casa combina com o calor e secura da cidade. O chef de bar da rede Victor Galvão diz que a cerveja foi pensada exclusivamente para o público brasiliense. “A Rubabeer é uma cerveja puro malte, feita com água, malte de cevada e lúpulos americanos. Uma cerveja leve e refrescante, com amargor equilibrado e aroma cítrico”.

De acordo com a sommelière Bárbara Soares, presente no lançamento, “a session IPA é uma boa cerveja de introdução, já que costuma agradar aos mais diversos paladares. Por ser mais leve, menos lupulada, costuma ter uma aceitação maior entre o grande público. Foi uma escolha acertada do Rubaiyat”, explica Bárbara.

Sobre harmonizações, Bárbara explica que a cerveja vai bem com pratos leves e combina muito bem com carnes, os carros-chefe do menu Rubaiyat. “A Rubabeer é fácil de harmonizar, por possuir um baixo teor alcóolico e amargor leve. Carnes pouco condimentadas, petiscos leves vão muito bem com ela. Outra vantagem é que ela não empapuça, dá para tomar mais de uma”, afirma.

 

Ficha técnica:

Nome técnico: Cerveja puro malte clara
Composição: água, malte de cevada e lúpulo
Teor alcóolico: 4,2%
Estilo: American Session IPA
Volume: 330ml
Preço: R$ 27

Serviço:

Rubaiyat Brasília
Endereço: SCES – Setor de Clubes Esportivos Sul, trecho 1, lote 1 A – Asa Sul
Horários de Funcionamento: De segunda a sábado, das 12h à 0h.
Domingo, só almoço, das 12h às 18h.
Mais informações: (61) 3443-5000

O i?ndice de mortes por AVC e doenc?as cardi?acas cai entre as mulheres de 30 a 69 anos no Brasil

0
Foto: Marcelo Camargo/ Age?ncia Brasil

O i?ndice de mortes por AVC e doenc?as cardi?acas cai entre as mulheres de 30 a 69 anos no Brasil

O nu?mero de o?bitos causados por Acidente Vascular Cerebral (AVC) caiu em 11% e 6,2% nas doenc?as cardi?acas isque?micas entre as mulheres de 30 a 69 anos. A constatac?a?o e? do estudo Sau?de Brasil 2018, realizado pelo Ministe?rio da Sau?de, divulgado este me?s. Estas duas doenc?as sa?o as que mais matam a populac?a?o feminina

Foto: Marcelo Camargo/ Age?ncia Brasil

De acordo com o levantamento do Ministe?rio da Sau?de, as taxas de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenc?as cardi?acas isque?micas, em mulheres com idades entre 30 a 69 anos, cai?ram em 11% e 6,2%, respectivamente. No mesmo peri?odo, o i?ndice para AVC reduziu de 39,5 para 35,2% o?bitos por 100 mil habitantes do sexo feminino. Em relac?a?o as doenc?as cardi?acas, elas apresentaram uma queda de 55 para 51,6 mortes por 100 mil mulheres. Para a conclusa?o deste estudo, o Sau?de Brasil 2018 utilizou as populac?o?es publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estati?stica (IBGE) e para a taxa padronizada, o Censo Brasileiro de 2010. O peri?odo analisado foi de 2010 e 2016.

O estudo apontou, tambe?m, que na populac?a?o com faixas eta?rias entre 30 e 60 anos e com mais de 70 anos, as doenc?as cardi?acas isque?micas apresentaram os maiores i?ndices de mortalidade em todas as regio?es do Brasil – tanto nos homens quanto nas mulheres. Ja? o AVC, conhecido popularmente como derrame, ocupou o segundo lugar no ?ranking? das principais causas de mortes de pessoas do sexo feminino de todas as regio?es do Pai?s. Ja? na populac?a?o masculina, as maiores taxas de mortalidade ocorreram na regia?o Sul e Sudeste.

Apesar do registro de reduc?a?o de o?bitos das duas Doenc?as Cro?nicas Na?o Transmissi?veis (DCNT’s), estas patologias continuam sendo as que mais matam a populac?a?o do sexo feminino entre 30 e 69 anos. As doenc?as cardi?acas, AVC, infecc?o?es respirato?rias e diabetes sa?o as principais causas de morte entre as mulheres. Este grupo tem quatro fatores de risco em comum, sendo eles: tabagismo, sedentarismo, alimentac?a?o inadequada e uso excessivo do a?lcool – sendo que todas estas causas podem ser prevenidas.

As Doenc?as Cro?nicas Na?o Transmissi?veis respondem por cerca de 36 milho?es – ou 63% dos o?bitos no mundo – com destaque para as patologias do aparelho circulato?rio, diabetes, ca?ncer e doenc?a respirato?ria cro?nica. No Brasil, as DCNT correspondem a 54,0% de todas as mortes no ano de 2016. Na faixa eta?ria de 30 a 69 anos, elas representaram 56,1% das taxas de mortalidade.

A Organizac?a?o Mundial da Sau?de (OMS) inclui como importantes DCNT as doenc?as do aparelho circulato?rio – cerebrovasculares, cardiovasculares – neoplasias, doenc?as respirato?rias cro?nicas e diabetes mellitus. O Ministe?rio da Sau?de lanc?ou um plano de ac?o?es estrate?gicas para o enfrentamento das doenc?as cro?nicas na?o transmissi?veis. Atualmente, sa?o 42,9 mil unidades ba?sicas de sau?de em funcionamento.

Beirute da Asa Sul recebe lançamento do livro O Feeling e o Bíceps de Marcos Fabrício

0

Beirute da Asa Sul recebe lançamento do livro O Feeling e o Bíceps de Marcos Fabrício

Obra poética é mais uma edição da Semim

No dia 03 de abril, a partir das 19h, o Beirute 109 Sul recebe o lançamento do livro de poesias O Feeling e o Bíceps de Marcos Fabrício. A obra é mais uma edição da Semim Edições.

A OBRA

Era uma vez uma menina que chegava a uma festa com cervejas à mão. Ao ver um grupo de rapazes, perguntou qual é o melhor lugar da geladeira para colocar a bebida. Os meninos responderam que confiavam no feeling da garota para tomar a decisão. Eis que a graça feminina se lança com genialidade, dizendo que acreditava no bíceps da moçada para guardar as cervejas na geladeira.  Com base nessa história vivida e testemunhada pelo poeta-prosador Marcos Fabrício e por seus amigos Júlio Maria e Ivo José, o trio chegou à conclusão, naquela oportunidade, de que ali nascia um sugestivo título de livro: O feeling e o bíceps.

Quem diria que um episódio festivo fizesse um livro nascer primeiramente pelo seu título e depois, norteado por ele, aconteceria o avanço dos textos em prosa e poesia para a composição da obra como um todo? Em seu novo livro O feeling e o bíceps, publicado pela SEMIM edições, Marcos Fabrício compõe de maneira sincera e divertida um misto de razões e sensações entre os desafios e prazeres do corpo e da alma.  Tudo isso é apresentado a partir de fatos reais e surreais, bem ao estilo de narrativas curtas, médias e longas, contemplando vivências concretas e transcendentais.

                                                  Combinando espirituosidade, ironia e sátira, O feeling e o bíceps versa sobre a condição humana localizada entre o argumento da força e a força do argumento. Com linguagem literária e comunicativa, Marcos Fabrício discute noções simples e complexas sobre “a insustentável leveza do ser” que busca no humor o florescimento da razão com sensibilidade existencial e disposição artística.

 SOBRE O AUTOR

Marcos Fabrício Lopes da Silva é poeta afro-brasileiro, nascido em Brasília – DF, no dia 16 de setembro de 1979. Jornalista, formado pelo Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, além de professor universitário, nas Faculdades JK e Metropolitana, no Gama – DF e no Recanto das Emas – DF, respectivamente. Doutor e mestre em Letras pela Universidade de Brasília – UnB. É autor de cinco obras poéticas: Dezlokado (2010), Doelo (2014), Chapa Quente (2015), Aberto pra gente brincar de balanço (2017) e Zumbi dos Ipês (2018). O Feeling e o Bíceps é o sexto livro do poeta.

Serviço

Lançamento do livro O Feeling e o Bíceps de Marcos Fabrício

Data: 03 de abril de 2019, quarta-feira

Local: Bar Beirute, 109 sul

Horário: a partir das 19 horas

Preço: R$35

Informações:

Sóter – 99964 8439

Marcos Fabrício – 98127 1822

Workshop gratuito discute como treinar a mente para o sucesso

0

Workshop gratuito discute como treinar a mente para o sucesso

Ministrado pela coach Marta Morosini, a ideia é empoderar as pessoas para mudarem de vida. Evento acontece na sala de treinamento do Pátio Brasil, às 18h30, nesta quinta (28). Circuito também conta com outras duas palestras, marcadas para os dias 4 e 11 de abril.

 

De forma simples, sucesso pode ser definido como algo ou alguém que obteve êxito. Mas, o que muitos não sabem é que é preciso praticar para alcançar os objetivos. Esse é o assunto do primeiro worshop que acontece na sala de treinamento do Pátio Brasil nesta quinta (28), a partir das 18h30. Com a presença da coach Marta Morosini,  o encontro tem duração de aproximada de uma hora e vai tratar do tema “Treine sua mente para o sucesso”.

Segundo Marta, a ideia do workshop é apresentar as ferramentas certas para que o público consiga traçar metas e definir aonde quer chegar. “O processo de coaching realmente dá certo, mas o sucesso é diretamente proporcional à disciplina com que o coachee (o cliente) se dedica aos exercícios e prática diária”, explica.

A coach também ressalta que o evento busca a independência de quem vai assistir. Ou seja, que o público não fique dependente do coach e sim, participe de um processo de autoconhecimento e empoderamento. “A partir do momento que a pessoa conhece e utiliza as ferramentas certas no dia a dia, o sucesso é garantido e ela pode seguir sozinha”, conclui.

MARTA MOROSINI – Master coach integral sistêmica, coach de resultados. Servidora pública e jornalista com passagem pelas TVs Globo, Bandeirantes, Rede TV, TV Brasília e Rede Record. Palestrante Motivacional, trabalha a conscientização de que o livre-arbítrio é o maior poder pessoal para a mudança.

 

 

 

CIRCUITO COMPLETO – O circuito de workshops também conta com outras duas palestras, marcadas para os dias 4 e 11 de abril. No dia 4, o convidado é Umberto de Campos, que vai discutir sobre como falar bem é um bem e não um dom.  O evento se encerra com Kélvio Santos, que vai conversar com o público sobre a “A vida como obra de arte”

Confira a programação completa:

28 de março
Hora: 18h30
Coach: Marta Morosini
Tema:  Treine sua mente para o sucesso

04 de abril
Hora: 18h30
Coach: Umberto de Campos
Tema: Falar bem é um bem; não é um dom.

11 de abril
Hora: 18h30
Coach: Kélvio Santos
Tema:  A vida como obra de arte

Serviço
MASTER COACH TALKS
Minis workshops para o seu crescimento

Quando? 28 de março, 4 e 11 de abril, às 18h30
Onde? Sala de treinamento – Piso 2
Quanto? Gratuito
Mais informações: (61) 2107-7404