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sexta-feira, maio 1, 2026
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Projeto Paladar Internacional será lançado nesta sexta para difundir a cultura caribenha e latino-americana por meio da gastronomia

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A Fecomércio-DF, o Senac-DF e a Secretaria de Relações Internacionais do DF, o Sindicato de hotéis, bares e restaurantes do DF e 16 embaixadas lançarão, na sexta-feira (08), o projeto Paladar Internacional. O evento será realizado às 16h no Senac da 903 Sul. A iniciativa, que também é apoiada pelo Shopping Pátio Brasil, busca difundir a cultura dos países caribenhos e latino-americanos por meio da gastronomia e permitir um intercâmbio entre o setor produtivo e as representações dos países, fomentando cursos de capacitação de profissionais da cozinha.

As embaixadas participantes são: Argentina, Barbados, Bolívia, Chile, Cuba, El Salvador, Equador, Haiti, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, República Domicana, Suriname e Trindad y Tobago.

Lançamento

No lançamento, será realizada uma aula-show com a chef Idalmis, da Embaixada Cubana. Serão preparados dois pratos, um salgado e um doce.

As atividades contam com 16 aulas-shows no Senac do Pátio Brasil durante o mês de março de 2024, quando cada embaixada elegerá um chef para fazer a apresentação de um prato típico do país.

O Senac-DF também incluiu em seu portfólio, a partir de 2024, os cursos de Cozinha Caribenha, de 40h, e Cozinha Latino-Americana, de 60h.

Haverá ainda a etapa final que contará com um concurso de gastronomia entre os alunos dos cursos  e farão parte dos jurados os chefs das embaixadas participantes. A data será definida em breve.

O presidente do Sistema Fecomércio, DF, José Aparecido Freire, afirma que há no Senac-DF 1,6 mil alunos de gastronomia matriculados, em sua maioria (66%) pelo programa de gratuidade. “Muitos dos nossos alunos não teriam a oportunidade de conhecer uma embaixada de perto ou aprender com um chef internacional. Logo, essa parceria vem para permitir o acesso deles a esse campo de formação que promete abrir as portas no mercado de trabalho, ampliando seus horizontes e se tornando um grande diferencial em seus currículos.

O Secretário de Relações Internacionais, Pacco Britto, explica que o projeto integra o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Serinter, assinado por meio do acordo de cooperação com a Fecomércio-DF. “Nosso objetivo é promover a integração das embaixadas com nossa Capital”.

Para o embaixador de Cuba, Adolfo Curbelo, a gastronomia revela aspectos como miscigenação e evolução cultural de diferentes povos e regiões. “Por meio do Paladar Internacional, poderemos mostrar ao povo brasileiro a diversidade culinária que temos”, disse.

Paladar Internacional

Lançamento: Dia 08/12, às 16h

Centro de Educação Profissional Antônio Matias – Senac 903 Sul

PRODUTOS VEGANOS PARA O VERÃO 2024 – Phytoterápica apresenta produtos para cuidar da beleza e garantir o bem-estar nesta época do ano

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Óleos essenciais e cosméticos naturais são fortes aliados no cuidado com pele e cabelo

Com as altas temperaturas do verão, os cabelos e a pele enfrentam exposição constante ao sol e altas temperaturas, seja no dia a dia ou durante as viagens de final de ano, muitas vezes associadas à praia ou piscina. Pensando nisso, a Phytoterápica – empresa de cosméticos veganos e aromaterapia com 30 anos no mercado, oferece soluções naturais para manter a pele e os cabelos hidratados e saudáveis durante toda a estação, além de opções que garantem frescor ao ambiente.

Cuidados com a pele

Para o cuidado da pele exposta ao sol, a Phytoterápica apresenta seu hidratante de aloe vera (preço sugerido: R$ 68,90). Além de refrescar e promover uma hidratação profunda, é uma ótima opção para o uso pós-sol. Modo de uso: Passe sobre a pele previamente limpa. É indicado para todos os tipos de pele, podendo ser usado no corpo e no rosto.

Já o extrato oleoso de Calêndula (preço sugerido: R$41) e o óleo de coco babaçu (preço sugerido: R$36), podem ser utilizados puros na pele de adultos, crianças, idosos, gestantes e lactantes, atuam na regeneração e hidratação, além de ajudar a ‘acalmar’ a pele no pós-sol.  Modo de uso: Aplique na pele, após o banho, massageando suavemente. Essa opção também pode ser utilizada como finalizador de pontas no cabelo.

Uma outra dica é o uso de argilas, como a branca (preço sugerido: R$33) e amarela (preço sugerido: R$33), recomentadas para a revitalização da pele. Modo de uso: Misture uma colher de sopa de argila com a mesma medida de soro fisiológico, água ou chá de camomila. Aplique no rosto, pescoço e colo e deixe agir por 10 minutos. Remova com água corrente. Hidrate em seguida com o creme de Aloe Vera ou outro hidratante de preferência.

 

Cuidados com o cabelo

Nos cabelos, uma boa pedida são os óleos vegetais (Castanha do Pará, Baobá, Açaí, entre outros) que podem ser utilizados de duas formas: como pré-shampoo, sendo aplicado nos comprimentos e raízes com massagens no couro cabeludo por 5 minutos, ou misturado com algum tipo de máscara de hidratação. A quantidade varia, mas, geralmente, são necessárias de 5 a 10 gotas por aplicação.

Para saber mais sobre a marca Phytoterápica, acesse: www.phytoterapica.com.br.

Chegada do verão traz alerta para componentes prejudiciais presentes na maioria dos cosméticos

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Different packages of cosmetics bottle with serum, sunscreen lotion, sunblock cream on backdrop of water pool on summer day Cream, serum, skin oil body care set Summer sun protection and skin care concept A set of moisturizing and protective SPF cosmetics for travel skin care and tanning

Atenção às fórmulas de antitranspirantes, hidrantes corporais e protetores solares

Com a temporada de férias, chegam também as viagens e momentos de lazer, repletos de praia, piscina e atividades ao ar livre, tudo em meio a temperaturas mais elevadas. Essa mudança de rotina impulsiona o uso frequente de protetores solares, antitranspirantes e repelentes, produtos essenciais para aproveitar o período.

No entanto, é fundamental estar ciente de certos componentes que devem ser evitados nesses produtos, não apenas nos específicos para férias, mas também nos cosméticos comuns do dia a dia, como sabonetes, espumas para banho e hidratantes corporais.

Juntamente com a necessidade de evitar certos componentes, é importante incluir produtos específicos no dia a dia, como os antiácaros, por exemplo. Com o aumento da temperatura, a proliferação de ácaros, fungos e bactérias nos ambientes é mais comum. Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, destaca a crescente procura pelo ADF Plus, uma solução desenvolvida para eliminar, repelir e controlar a quantidade desses agentes nocivos. “O calor e a umidade favorecem a proliferação desses micro-organismos, tornando-se essencial a busca por meios de prevenção e controle durante esse período”, pontua a especialista.

Aumentando a demanda por produtos especializados como o ADF Plus, Lazaretti enfatiza a necessidade de estar atento aos rótulos dos produtos cosméticos. “Conhecer os componentes a serem evitados e escolher os produtos certos durante as férias é crucial para garantir que a diversão não seja comprometida por reações alérgicas ou problemas dermatológicos”, explica.

A marca, fundada por Julinha, em parceria com sua irmã, Sarah Lazaretti, conta com linhas livres de 95 substâncias nocivas à saúde, fator que reforça a segurança cosmética durante o uso. Investir em produtos adequados é parte fundamental para desfrutar das férias com tranquilidade e bem-estar, assegurando momentos de lazer sem desconfortos ou riscos à saúde da pele e do corpo.

Confira os principais compostos que devem ser evitados nos produtos, separados pela especialista:

Oxibenzona (Benzofenona-3)

Este filtro solar químico, frequentemente encontrado em protetores solares e produtos labiais, levanta preocupações em relação ao meio ambiente e à segurança a longo prazo. A oxibenzona demonstrou ser prejudicial para os corais marinhos, contribuindo para o fenômeno do branqueamento dos recifes. Além disso, há crescentes preocupações sobre os efeitos cumulativos desse composto na saúde humana, incluindo sua potencial interferência no sistema endócrino.

PABA (Ácido para-aminobenzóico)

Embora menos comum nos dias de hoje, o PABA já foi um ingrediente comum em filtros solares. No entanto, sua utilização diminuiu devido às reações alérgicas que pode causar em algumas pessoas. Essa substância, conhecida como ácido para-aminobenzóico, pode desencadear respostas alérgicas cutâneas, tornando-se um componente a ser evitado em produtos cosméticos.

Alumínio (Cloridrato de alumínio)

Encontrado em alguns antitranspirantes, o alumínio é alvo de crescentes preocupações devido à sua possível associação com o câncer de mama. Estudos sugerem que a absorção do alumínio pela pele, especialmente em uma área tão sensível como a axila, pode contribuir para alterações hormonais e desequilíbrios no organismo.

Tolueno (Toluenodiamina)

Presente em tinturas capilares, esmaltes e removedores de esmalte, o tolueno é um composto químico que suscita preocupações significativas para a saúde. Sua exposição está associada a efeitos adversos no sistema nervoso central, podendo causar danos à saúde respiratória e reprodutiva. Evitar produtos que contenham tolueno é fundamental para preservar a saúde a longo prazo.

Sobre a Alergoshop:

Referência em desenvolvimento e comercialização de produtos hipoalergênicos, a rede atua há 30 anos no mercado e é líder no país para atender as necessidades das pessoas sensíveis e com tendência a alergias. Conta com mais de 180 produtos em seu catálogo, livres de 95 substâncias agressivas para o nosso corpo. A marca é preferência comprovada pela opinião de médicos especialistas, com mais de 90% de aprovação, avaliada em 9,4. Saiba mais em: https://alergoshop.com.br/

 

15º Salão dos Artistas sem Galeria inaugura mostra na paulistana Galeria Zipper em 18 de janeiro de 2024

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O Salão dos Artistas Sem Galeria, promovido pelo portal Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br e @mapadasartesoficial), realiza em janeiro, na Zipper Galeria, em São Paulo, a exposição com obras dos dez artistas selecionados nesta 15ª edição do evento, que contou com 255 inscrições (9% menos que em 2023, quando contou com 281 inscrições).

Foram selecionados Chiara Sengberg (SP), Clara A (SP), Fil Souza Vieira (RJ), Francisco Horta Maranhão (SP), Jamile Sayão (MG/SP), Lucas Ribeiro (RJ); Ramonn Vieitez (PE); Renan Henrique Carvalho (RJ), Thix (RS/RJ) e Vicente Brasileiro (AL/SP).

Os artistas selecionados participam de mostra coletiva na Zipper Galeria (www.zippergaleria.com.br), nos Jardins, em São Paulo, de 19/1 e 25/2/2023.

O júri foi formado por Alice Granada (curadora independente), Hiro Kai (produtor independente) e Renato De Cara (curador independente e diretor do Paço das Artes-SP).

O Salão dos Artistas Sem Galeria tem como objetivo avaliar, exibir, documentar e divulgar a produção de artistas plásticos que não tenham contratos verbais ou formais (representação) com qualquer galeria de arte na cidade de São Paulo. O Salão tradicionalmente abre o calendário de artes em São Paulo e é uma porta de entrada para os artistas selecionados no circuito das artes.

O Salão dos Artistas Sem Galeria tem concepção e organização de Celso Fioravante, assistência de Lucas Malkut e projeto gráfico de Cláudia Gil (Estúdio Ponto).

Histórico do Salão dos Artistas Sem Galeria

A 1ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria (2010) selecionou os artistas Affonso Abrahão (SP), Amanda Mei (SP), Bartolomeo Gelpi (SP), Bettina Vaz Guimarães (SP), Christina Meirelles (SP), João Maciel (MG), Luiz Martins (SP), Rodrigo Mogiz (MG), Pedro Wirz (brasileiro radicado na Suíça) e Sandra Lopes (SP). O júri de seleção foi composto pelo curador Cauê Alves e pelos galeristas Mônica Filgueiras e Daniel Roesler. As mostras aconteceram na Casa da Xiclet e na Matilha Cultural. Os premiados desta edição foram Amanda Mei, Bartolomeo Gelpi e Bettina Vaz Guimarães.

A 2ª edição do Salão (2011) selecionou os artistas Maria Luisa Editore, Anne Cartault d´Olive, Adriano Amaral, Camila Alvite e Tatewaki Nio (São Paulo/SP); Sidney Amaral (Mairiporã/SP); Roma Drumond (Rio de Janeiro/RJ); Osvaldo Carvalho (Niterói/RJ); Luiz Rodolfo Annes (Curitiba/PR); e Tatiana Cavinato (Belo Horizonte/MG). O júri de seleção foi formado por três galeristas de São Paulo: Fábio Cimino (Zipper), Juliana Freire (Emma Thomas) e Wagner Lungov (Central Galeria de Arte Contemporânea). A premiada desta edição foi Camila Alvite.

A 3ª edição do Salão (2012) selecionou os artistas Cris Faria (baiano radicado em Zurique, Suíça), Danielle Carcav (RJ), Diego de los Campos (SC), Edney Antunes (GO), Julio Meiron (SP), Maria Isabel Palmeiro (RJ), Pedro di Pietro (SP), Roberta Segura (SP), Rodrigo Sassi (SP) e Victor Lorenzetto Monteiro (ES). Os artistas foram selecionados pelos galeristas Jaqueline Martins, Henrique Miziara (Pilar) e Marcelo Secaf (Logo). O premiado desta edição foi Rodrigo Sassi.

A 4ª edição do Salão (2013) selecionou os artistas Fábio Leão (AL/SP), Layla Motta (SP), Paula Scavazzini (SP), Viviane Teixeira (RJ), Elizabeth Dorazio (MG/SP), Roberto Muller (RJ), Betelhem Makonnen (Etiópia/RJ), Fabíola Chiminazzo (PR/SP), Michelly Sugui (ES) e AoLeo (RJ). O júri de seleção foi formado pelo galerista Ricardo Trevisan (Casa Triângulo), pelo curador e professor da FAAP Fernando Oliva e pelo curador do MAM de Goiás Gilmar Camilo (GO). Três artistas empataram e foram premiados: Fábio Leão, Fabíola Chiminazzo e Layla Motta.

A 5ª edição do Salão (2014) selecionou os artistas Clara Benfatti (França/SP), Flora Rebollo (SP), Zed Nesti (RJ/SP), Guilherme Callegari (SP), Sheila Ortega (SP), Marcos Akasaki (SP), Heleno Bernardi (MG/RJ), Daniel Duda (PR), Regina Cabral de Mello (EUA/RJ) e Tchelo (SP). O júri de seleção foi formado pelos curadores João Spinelli e Paula Braga e pelo galerista Elísio Yamada (Galeria Pilar) O premiado foi Daniel Duda.

A 6ª edição do Salão (2015) selecionou os artistas Andrey Zignnatto (SP), Charly Techio (SC/PR), Cida Junqueira (SP), Evandro Soares (BA/GO), Fernanda Valadares (SP/RS), Lucas Dupin (MG), Marcos Fioravante (PR/RS), Myriam Zini (Marrocos/SP), Piti Tomé (RJ) e Thais Graciotti (ES/SP). O júri foi formado pelos curadores Adriano Casanova, Enock Sacramento e Mário Gioia. O premiado foi Andrey Zignnatto.

A 7ª edição do Salão (2016) selecionou os artistas Bruno Bernardi (GO/SP; natural de Goiânia, mas radicado em São Paulo), Daniel Antônio (MG/SP), Daniel Jablonski (RJ), Felipe Seixas (SP), Giulia Bianchi (SP), Marcelo Oliveira (RJ), Mariana Teixeira (SP), Renan Marcondes (SP), Renato Castanhari (SP) e Sergio Pinzón (Colômbia/SP). O júri foi formado pelos curadores Jacopo Crivelli Visconti, Marta Ramos-Yzquierdo e Douglas de Freitas. O premiado foi Daniel Jablonski.

A 8a edição do Salão (2017) selecionou os artistas Lula Ricardi (SP), Maura Grimaldi (SP), Jefferson Lourenço (MG), Marcelo Barros (SP), Gunga Guerra (Moçambique/RJ), Marcelo Pacheco (SP), Luciana Kater (SP), Cesare Pergola (Itália/SP), Juliano Moraes (GO) e Cristiani Papini (MG). O júri foi formado por Adriana Duarte (galerista capixaba da paulistana Casa da Xiclet), Paula Alzugaray (jornalista e editora da revista “Select”) e Rodrigo Editore (galerista e sócio da também paulistana galeria Casa Triângulo). O premiado foi o mineiro Jefferson Lourenço.

A 9ª edição do Salão (2018) selecionou os artistas Angela Od (RJ), Caio Pacela (SP/RJ), Renata Pelegrini (SP), Mercedes Lachmann (RJ), João GG (RS/SP), João Galera (PR/SP), David Almeida (DF/SP), Élcio Miazaki (SP), Sonia Dias (SP) e Yoko Nishio (RJ). O júri foi formado por Fernanda Resstom (Galeria Central), Nathalia Lavigne (curadora independente) e Renata Castro e Silva (Galeria Carbono). A artista premiada foi a carioca Angela Od.

A 10a edição do Salão (2019) selecionou os artistas Adriana Amaral (SP), Aline Moreno (SP), André Souza (BA), Carol Peso (MG), Coletivo Lâmina (Gabriela De Laurentiis e João Mascaro; SP), Edu Silva (SP), Fernanda Zgouridi (PR/SP), Iago Gouvêa (MG), Stella Margarita (Uruguai/RJ) e Xikão Xikão (MG). O júri foi formado por Andrés Inocente Martín Hernández (curador e diretor do espaço Subsolo – Laboratório de Arte, em Campinas), José Armando Pereira da Silva (jornalista, escritor, pesquisador e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte) e Luciana Nemes (educadora, produtora e coordenadora do Museu da Energia de São Paulo). Foram premiados os artistas Stella Margarita (1º lugar), Edu Silva e André Souza, que empataram e dividiram o 2º e o 3º prêmio.

A 11a edição do Salão (2020) selecionou os artistas Adriano Escanhuela (SP), Aline Chaves (RS); Avilmar Maia (MG); Diego Castro (SP); Fernando Soares (SP); Gustavo Lourenção (SP); Myriam Glatt (RJ); Nilda Neves (BA/SP); Rafael Pajé (SP) e Rosa Hollmann (SP/RJ). O júri foi formado por Jairo Goldenberg (galerista do J. B. Goldenberg Escritório de Arte); Marlise Corsato (diretora da Galeria Kogan Amaro) e Renato De Cara (curador independente). Foram premiados os artistas Fernando Soares (1º lugar), Rosa Hollmann (2º lugar) e Myriam Glatt (3º lugar).

A 12ª edição do Salão (2021) selecionou Ana Andreiolo (RJ), André Bergamin (RS), Evandro Angerami (SP), Laura Villarosa (Itália/RJ), Leonardo Luz (RJ), Marc do Nascimento (SP), Mateus Moreira (MG), Paloma Mecozzi (SP), Rafaela Foz (SP) e Thiago Fonseca (RJ/MA). O júri foi formado por Fernando Oliva (curador do MASP), Julie Dumont (curadora independente e criadora do projeto The Bridge Project) e Jurandy Valença (jornalista, curador independente, produtor cultural e poeta). Foram premiados os artistas Thiago Fonseca (RJ/MA; 1º lugar), Mateus Moreira (MG; 2º lugar) e Rafaela Foz (SP; 3º lugar).

A 13ª edição do Salão (2022) selecionou os artistas Bruno Gularte Barreto (RS), Cláudia Lyrio (RJ), Cynthia Loeb (SP), Diogo Santos (RJ), Igor Nunes (RJ), Kika Diniz (RJ), Liz Lopes (RJ), Luiza Kons (PR), Paulo Jorge Gonçalves (RJ) e Ronaldo Marques (SP). O júri foi formado pelos curadores independentes André Niemeyer, Julie Dumont e Paulo Gallina e pelo jornalista Washington Neves. Foram premiados os artistas Paulo Jorge Gonçalves (1º lugar), Luiza Kons (2º lugar) e Diogo Santos (3º lugar).

A 14ª edição do Salão (2023) selecionou os artistas Bruna Gidi (BA), Bruno Pinheiro (RJ), Consuelo Veszaro (SP), Felipe Diniz Sanguin (SP), Larissa Fonseca (MG/RJ), Mario Lins (PE/SP), Oksana Rudko (Rússia/SP), Patricia Chueke (RJ), Reitchel Komch (RJ) e Vitor Matsumoto (SP). O júri foi formado por Elias Muradi (artista plástico e gestor da Gare, escola e galeria de arte), Ana Carolina Ralston (jornalista e curadora independente) e Alice Granada (curadora independente). Foram premiados Bruna Gidi (BA; 1º lugar), Felipe Diniz Sanguin (SP; 2º lugar) e Larissa Fonseca (MG/RJ; 3º lugar).

Mapa das Artes

Criado em 2004 pelo jornalista Celso Fioravante, o Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br) é o portal de artes visuais mais completo do Brasil, com programação e serviço de museus de todos os Estados do país. O site dispõe de seções diversas, como a dedicada aos salões de arte, com datas e editais; a seção Curtas, com matérias e serviço sobre acontecimentos, eventos e assuntos de interesse do público de artes visuais; além das colunas Supernova, com notas quentes; e seções dedicadas a eventos, mercado de arte, prêmios, personalidades, política cultural, arquitetura, web, patrimônio, polêmicas, críticas e notícias diversas de artes plásticas editadas nos principais veículos jornalísticos do mundo. Sua cobertura abrangente faz do Mapa das Artes uma peça fundamental para o desenvolvimento do circuito brasileiro de arte.

Serviço

15º Salão dos Artistas Sem Galeria

Data: De 18/01 a 24/02/2024 – Segunda a sexta, 10h as 19h; sábado, 11h as 17h.

Local: Zipper Galeria

Endereço: R. Estados Unidos, 1.494, Jardins, tel. (11) 4306-4306

www.zippergaleria.com.br

@zippergaleria

 

Redes Sociais:

Salão dos Sem Galeria – @salaodossemgaleria

Zipper Galeria: @zippergaleria

Mapa das Artes: @mapadasartesoficial

Alice Granada: @artes.alheias e @alice.granada

Hiro Kai – @br_hiro2020

Renato De Cara: @renatodecara

Lucas Ribeiro: @lucasribeiro.art

Ramon Vieitez: @ramonvieitez

Renan Carvalho: @__renanhcarvalho

Thix – @thix

Vicente Brasileiro – @brasileirovicente

Chiara Sengberg – @chiara.sengberg

Clara A – @a_clara_a

Fil Souza Vieira – @fil.that

Francisco Maranhão – @francisco_horta_maranhao

Jamile Sayão – @jamilesayao

Doutor em Educação questiona política de inclusão total adotada em escolas brasileiras

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Happy preschool friends enjoy using an abacus during preschool. The students are wearing school uniforms.

Pesquisador e ativista Lucelmo Lacerda evidencia a problemática de educar crianças e adolescentes com necessidades especiais apenas em salas de aulas regulares

Em tese, a alocação de crianças e adolescentes neurodivergentes ou com alguma deficiência no ensino regular é essencial para a promoção dos ideais de inclusão social. Na prática, a precariedade das escolas brasileiras, especialmente nas mantidas pelo Poder Público, favorece uma lacuna de aprendizagem que limita os avanços daqueles que mais necessitam de atenção especial. Esta é a reflexão proposta pelo Doutor em Educação Lucelmo Lacerda no livro Crítica à Pseudociência em Educação Especial, publicação da editora Luna Edições.

Na obra, o pesquisador e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência, que também é autista e pai de criança autista, destaca a Inclusão Total e a Educação Inclusiva como vertentes antagônicas no debate sobre educação especial. A primeira defende o fim das salas e escolas especializadas, como as APAEs, e a limitação de apoios pedagógicos em prol da integração social. Já a segunda também prioriza a integração, mas luta pela manutenção dos espaços especiais e suporte contínuo por entender a relevância da educação pensada conforme a necessidade de cada aluno.

A escolarização de pessoas com deficiências ou Altas Habilidades/Superdotação exige atenção e apoio especiais e, nos países desenvolvidos, há uma tendência de que isto seja realizado por meio de metodologias que foram testadas, com resultados positivos demonstrados; e não pela alegada “intencionalidade” discursiva de um ou outro autor, instituição ou empresa em relação a sua funcionalidade, que é justamente o que se tem ocorrido no Brasil, resultando em um quadro bastante preocupante, neste quesito. De fato, a perspectiva da “Inclusão Total” é largamente dominante na Academia no Brasil e, apesar do nome lisonjeiro, é uma corrente hostil à ciência e cujos resultados são, demonstradamente, prejudiciais às pessoas com deficiência em seu processo de escolarização, na defesa de que a escola seja plural em sua essência, mas que não se realize nenhum tipo de adaptação para nenhum estudante com deficiência e justamente por isso, não são utilizados nos países com melhor estrutura educacional.

(Crítica à Pseudociência em Educação Especial, pg. 149)

A Inclusão Total, hoje endossada pela Política Nacional de Educação Especial (PNEE) do MEC, é realidade nos ambientes escolares de todo o país. Segundo Lucelmo, este direcionamento, amplamente adotado por ser menos oneroso aos cofres públicos, causa sérios prejuízos para pessoas com Transtornos Mentais, definição meramente didática que engloba condições como o Transtorno do Espectro Autista e de Deficiência Intelectual. Isso porque cada indivíduo necessita de atendimento e estímulos diferenciados conforme suas limitações e possibilidades, cenário impossível em salas de aulas superlotadas e professores sem formação com foco na individualização do ensino.

“Só defende este tipo de inclusão quem não está no dia a dia de uma escola e não convive com essa realidade, porque a educação nesse caso não depende só de boa vontade ou atitude dos educadores, não existe formação técnica para o ensino especializado”, argumenta Lucelmo. Como solução para este dilema, o especialista aponta a priorização das Práticas Baseadas em Evidências, abordagem com viés científico que possibilita a implementação de condutas pedagógicas das quais se conhece a eficácia a partir de pesquisas e estudos.

Em Crítica à Pseudociência em Educação Especial, Lucelmo Lacerda analisa as principais correntes no âmbito da Educação Especial e apresenta dados sobre a temática em diversos países desenvolvidos e na literatura científica, em uma poderosa reflexão neste campo de estudos. “A melhoria da educação passa necessariamente pela organização de um sistema inclusivo, em que salas e escolas especializadas são imprescindíveis, como se faz em todo e qualquer país civilizado do planeta”, reitera.

Ficha técnica

Livro: Crítica à pseudociência em educação especial – Trilhas de uma educação inclusiva baseada em evidências
Autor: Lucelmo Lacerda
Editora: Luna Edições
ISBN: 978-65-999786-0-9
Páginas: 172


Sobre o autor

Lucelmo Lacerda é professor universitário, historiador, psicopedagogo e pesquisador na área de análise do comportamento. Doutor em Educação pela PUC-SP, com pós-doutoramento no departamento de psicologia da UFSCar e Mestre em História pela PUC-SP. Também é pesquisador nos campos de Autismo e Inclusão. Angariou 115 mil seguidores no Instagram e 225 mil inscritos no YouTube especialmente com seu trabalho de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista e quadros assemelhados.

 

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