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segunda-feira, abril 13, 2026
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Bate-papo com Igor Tokarski, pré-candidato a deputado distrital pelo PSB

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Em mesa redonda no restaurante Oliver e na presença da prefeita da quadra 308 sul  Fátima Sousa,  e dos jornalistas Marcelo Moraes e Edgar Lisboa e de seu pai Donizete Tokarski, Igor falou sobre sua atuação na política, eleições de 2014 e planos para a candidatura a deputado distrital 2018 – 2022 pelo PSB.

Por Giullia Chaves e Adriana de Araújo

Como começou sua atuação política?

Tive interesse pela política desde muito cedo. Acompanhava telejornais, lia revistas semanalmente. Ainda criança, em 1992, minha mãe me levava para as manifestações dos caras pintadas [manifestações que reivindicavam o impeachment do presidente  Fernando Collor de Melo]. Ao me formar em Direito pelo UniCEUB comecei a colaborar na gestão da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB). Nesta época, fiz uma defesa intensa do exame de ordem, em oposição a Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro que defendiam o fim do exame. Além disso, ainda conseguimos incluir os advogados no Simples Nacional,  o que diminuiu consideravelmente a tributação da atividade de 27% para 4,5%, em alguns casos. Em função da atuação na OAB, fui convidado em 2013 pelo atual governador Rodrigo Rollemberg a participar do seu projeto para Brasília. Filiei-me ao PSB [Partido Socialista Brasileiro] e concorri a deputado federal nas eleições de 2014 alcançando 7.161 votos.  Fui o quarto candidato mais votado entre os que nunca tinham exercido cargo público. Apesar de não ter sido eleito foi um resultado bastante significativo. Em agradecimento, cumpri o compromisso de plantar, junto a voluntários, uma árvore para cada voto recebido e, assim, já plantamos mais de 8 mil árvores de espécies nativas do cerrado.

E foi a partir desse momento que você começou a se envolver nas pautas do governo distrital?

 Quando Rodrigo Rollemberg tomou posse no Governo do Distrito Federal fui convidado para assumir o cargo de subsecretário de articulação federal, quatro dias depois acumulei a função de administrador de quatro regiões administrativas do DF – Plano Piloto, Candangolândia, Cruzeiro e Sudoeste/Octogonal – até que os administradores fossem nomeados. Permaneci Administrador de Brasília e Subsecretário. Em 2015, recebi o convite para estar à frente das Relações Institucionais e Sociais do DF. Foi um momento conturbado, em alguns momentos houve dúvidas da minha capacidade para exercer a função, pois era muito jovem, tinha apenas 32 anos. Procurei me cercar de uma equipe competente e, assim, conseguimos o respeito dentro da Câmara Legislativa. Aprovamos nos últimos 40 dias de sessão legislativa, mais de 40 projetos de interesse do governo e da população. Enfrentamos, no período, 42 greves entre novembro e dezembro. Fiz a articulação dessas negociações junto ao governo. Em 2016, ainda nesta pasta ampliamos e qualificamos o diálogo e a interlocução com o setor produtivo que se via distante do governo e ajudamos a aprovar projetos importantes para o setor na CLDF. Reativamos o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, uma ferramenta importante de participação da sociedade. Em 2017, fui nomeado secretário do Meio Ambiente. Percebi que o sistema ambiental era visto como uma trava do processo econômico. Conseguimos transformar essa visão por meio de ações como a edição de resoluções do Conselho de Meio Ambiente que facilitassem o empreendedorismo sem transgredir normas ambientais. Trouxemos uma grande parcela do setor produtivo para a legalidade quebrando as barreiras da burocracia. Acredito que a preservação e conservação do cerrado, nosso bioma, é fundamental para que haja o desenvolvimento sustentável da nossa região.

Conseguimos quebrar um pouco do paradigma de que o setor produtivo é inimigo do meio ambiente e mostramos que ambos podem caminhar juntos com o uso sustentável dos recursos naturais na geração de oportunidades, emprego e renda para a população.

Por falar em geração de oportunidades, sabemos que o desemprego hoje é um grande problema no Brasil. Em Brasília o índice desemprego entre jovens ultrapassa os 40%. Se eleito, quais projetos você defenderá na Câmara Legislativa para combater o desemprego entre essa parcela da população?

Tudo que realizei no governo de Brasília dialoga com o desenvolvimento sustentável, com a atração de investimentos e com a geração de oportunidades de emprego e renda. Temos, como exemplo, o fechamento do Lixão da Estrutural, o segundo maior do mundo [o primeiro é Jacarta na Indonésia], com a inclusão dos catadores de modo digno na centrais de triagem. Portanto, a pré-candidatura tem sido balizada na geração de oportunidades e renda para a população a partir do desenvolvimento da região do Distrito Federal.

Nós precisamos acabar com esse clichê de geração de emprego a todo custo e entender qual é processo adequado para gerar oportunidades. Então, como disse, em todas as funções nós buscamos a desburocratização para estimular o empreendedorismo. Hoje, o estudante que sai da universidade só tem esperança no concurso público. Nós temos que gerar esperanças no setor privado também. Na Câmara Legislativa, buscarei aperfeiçoar a legislação para criar esse cenário favorável à atração de investimento para gerar novos postos de trabalho. Brasília tem uma vocação para se tornar um polo de tecnologia da informação que pode gerar milhares de oportunidades principalmente para os jovens pela criatividade, capacidade de adaptação e inovação. Boa parte das profissões que serão preponderantes nos próximos anos ainda nem surgiram. Os investimentos em tecnologia da informação traduzem exatamente essa situação. Temos que desenvolver a indústria com energia limpa e com valor agregado, e nós temos condições para fazer isso. Brasília tem excelentes universidades que produzem um corpo de trabalho muito competente e, no entanto, são exportados para outras localidades do país e do mundo. O nosso território não é amplo para a instalação de pólos industriais, mas se identifica com vocações econômicas modernas a partir do desenvolvimento sustentável como a agroindústria tecnificada. Além disso, há também um potencial para a geração de energia solar, recurso abundante no DF.  A frente da Secretaria do Meio Ambiente, retiramos a necessidade de licença ambiental para a instalação de usina solar e nos próximos anos devemos ter uma melhora significativa no cenário de produção de bioenergia.

A violência e falta de segurança são sintomas da falta de emprego e oportunidades. Os jovens tem sido sempre vítimas da violência aqui no DF, seja em paradas de ônibus ou caminhando pelas ruas da cidade. Qual seria a sua solução para esse problema?

Realmente a população mais jovem está entre as mais prejudicadas com os casos de criminalidade no Distrito Federal. E muitas vezes apenas por causa de um celular. Esse problema de segurança pública é transversal a vários outros temas. A questão da oportunidade de trabalho certamente reduz os índices de criminalidade. Entendo que muito disso se dá em relação ao trânsito de jovens em busca de trabalho, de estudo. O que temos que fazer é descentralizar e gerar desenvolvimento levando mais postos de trabalho e oportunidades para fora do grande centro, começar a implantar essas oportunidades nas outras cidades e no entorno. Ao gerar oportunidades de trabalho perto das casas das pessoas. Precisamos também, dialogar com o poder executivo a respeito da  criação da Guarda Comunitária. Isso vai reduzir o índice de assalto a comércios, transeuntes e até homicídios. Nós vivemos no Brasil um índice lamentável de violência, mas, ainda assim, é possível enxergar uma melhora dos últimos meses para cá e a atuação da Polícia Militar têm sido fundamental neste processo. Mas nós temos que ir na causa do problema, afinal, só contratar mais policiais não vai resolver. Temos questões de legislação para solucionar, precisamos forçar o Congresso Nacional a desenvolver métodos e normas que lutem efetivamente contra a esse aumento da criminalidade. E isso é um diálogo direto com a sociedade e com os jovens, que, afinal, têm sido as maiores vítimas dessas fatalidades. Os jovens precisam se sentir representados na política.

Em 2017 passamos por uma crise hídrica com racionamento que agora foi suspensa devido aos reservatórios estarem cheios. Temos visto na mídia que cidades do entorno podem passar pelo mesmo problema no futuro. O que pode ser feito para conscientizar a população a respeito do uso do recurso hídrico?

Uma das atribuições do deputado distrital, além de propor leis, é a fiscalização do poder executivo. Então a fiscalização será a grande ferramenta que a pessoa que ocupar este cargo terá, para que seja possível trabalhar a questão de gestão dos recursos hídricos do Distrito Federal.

Até pouco tempo, vivemos este racionamento no qual a população teve de fazer um grande sacrifício para que nós tivéssemos um retorno do nível de segurança dos reservatórios. Isso ocorreu em função de uma falta de planejamento de décadas. E como o DF recebe cerca de 60 mil pessoas por ano, este planejamento é necessário. Por isso, Brasília, que já possui um clima seco, teve um período de redução de e chuvas, tão logo sofreu com esta crise hídrica. Mas graças a uma gestão e um trabalho conjunto de diversos órgãos responsáveis e com apoio muito grande da sociedade, nós conseguimos atingir o nível de segurança nos reservatórios para abastecer a população. Além disso, um conjunto de ações foram realizadas, novas fontes de captação foram criadas: Lago Paranoá, Bananal, a interligação da rede de Santa Maria com o Descoberto; a fiscalização efetiva das ocupações que margeiam o Lago Descoberto; as ligações piratas foram combatidas, enfim, uma série de ações junto com a entrega da sociedade que acabou por abraçar essa crise para que ela pudesse ser ultrapassada e vencida.

Nós estamos convivendo com várias cidades do mundo – Cidade do México, Cidade do Cabo, Nova York – que estão preocupadas no que diz respeito ao abastecimento e a crise hídrica e Brasília mostrou ao mundo a sua capacidade de sair dela.

Existem muitas cidades do entorno do DF que serão beneficiadas com a finalização de Corumbá IV que já estava há mais de 16 anos em construção e provavelmente será concluída agora ao final deste ano trazendo segurança hídrica à nossa região por muitas décadas. Mas isso não resolve o problema, afinal daqui há alguns anos, podemos passar pela mesma situação, então agora precisamos planejar lá para frente. Sempre lembrando que nós não podemos ficar limitados a pensar só dentro do quadrilátero, temos que pensar em saneamento, mobilidade e saúde para todos, não pode haver segregação, afinal, todos vivemos dentro de um mesmo ambiente. Boa parte das pessoas do entorno buscam serviços públicos e oportunidades aqui no centro do Distrito Federal.

Vemos uma dificuldade de sensibilizar a população para a importância da separação do lixo e da utilização consciente dos nossos recursos. Como deputado, qual medida você tomaria para que essa sensibilização se tornasse realidade?

A população de Brasília deve abraçar uma causa, uma nova cultura, da mesma forma que foi feito anos atrás com a questão da faixa de pedestres, onde nos tornamos referência. Eu acredito que a crise hídrica já tenha conscientizado boa parte da população. Nós  atualmente temos mais de dez Regiões Administrativas que realizam coleta seletiva, mas a coleta acontece dentro de casa, e não dentro do caminhão. Já foram realizadas diversas oficinas e workshops para mostrar para a população a importância da separação de resíduos. A ideia é que a gente diminua cada vez mais a produção dos rejeitos e que determinados produtos como vidro e plástico tenham destinação e comercialização adequadas.

Nós podemos virar referência mundial, Brasília já adquiriu o Selo Iberoamericano de Capital Verde, principalmente pelo fechamento do lixão da Estrutural e a desobstrução da orla do Lago Paranoá. Com certeza podemos fazer mais, principalmente com a renovação de ideias com conteúdo dentro da política.

Questionado por Marcelo Moraes a respeito do porquê da Cidade Digital ainda não ser uma realidade, Igor diz:

O parque tecnológico BioTic já tem atraído startups. Nós agora precisamos criar um espaço que atraia as demais pessoas, afinal o Parque é um passo muito  importante no processo de desenvolvimento do Distrito Federal.

A ideia de criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de tecnologias se agrega a uma linha de vocações que o DF já tem. O que precisamos mesmo é atrair investimentos para avançar nesta área. Nós temos que nos debruçar, em conjunto com agentes públicos, para pensar num melhor aproveitamento dos equipamentos que estão subutilizados. São aparatos que custam muito dinheiro e que hoje estão dando apenas despesa ao Estado. Não estamos gerando riqueza nem oportunidades de investimentos.

O território do Distrito Federal é um espaço que se identifica com diversos pólos apesar de não ser tão amplo para que se traga grandes indústrias. Aqui no DF podemos identificar diversas atividades modernas a partir do desenvolvimento sustentável, como a agroindústria, por exemplo, que pode vir a agregar valor a uma produção em larga escala.

O BioTic já foi inaugurado e atrai muitas pessoas ligadas principalmente ao SEBRAE e à EMBRAPA, mas precisamos atrair mais investimento e mais empresas para usufruir deste espaço. O nosso território é um espaço que possui vocação logística. Estamos muito bem localizados no que diz respeito ao hub aéreo e rodoviário. Somos capazes de desenvolver o DF tecnologicamente, mas precisamos de recursos.

E sobre o desenvolvimento de turismo no Distrito Federal, o que você acha que pode melhorar?

A nossa capital tem um potencial de exploração do turismo espetacular. Por exemplo, o turismo cívico, sendo que todos os palácios estão abertos para visitação.

O nosso território é muito rico no que diz respeito a turismo. Possuímos diversas formas de turismo no DF: turismo político, de negócios, cívico, gastronômico, rural, ecoturismo, religioso, místico, científico, de arquitetura… Mas precisamos desenvolver todas essas áreas com atração de investimentos. E eu acredito que é a necessidade de se debruçar em relação a isso é a partir de parcerias público-privadas, concessões. A nossa Torre Digital, por exemplo, tem operado basicamente apenas na emissão de sinais, embora seja um dos maiores destinos dos turistas, precisamos levar a estrutura necessária para agregar valor. Além da Torre, temos ainda o Parque da Cidade, o Centro de Convenções, os monumentos da cidade. Nós temos espaço para desenvolver o turismo com  investimento.

Em sua visão, como o terceiro setor ajuda o governo a se aproximar da população?

O terceiro setor tem uma responsabilidade social muito grande, ele alcança determinados segmentos da sociedade que muitas vezes o próprio governo não alcança. Sendo assim, sempre que temos a chance de apoiar projetos relevantes e sérios, que trazem algum tipo de positividade às pessoas, não medimos esforços. A APAE, por exemplo, desenvolve um trabalho formidável, que é a alocação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. É um tipo de inclusão social importante e que agrega muito para a sociedade. Com oficinas dentro da instituição, eles são capazes de desenvolver artesanato dentre outras atividades. A restauração das publicações da Câmara Federal, todas elas, são feitas por pessoas da APAE e, segundo a supervisora, o trabalho dessas pessoas é superior aos demais trabalhos de restauração realizados. Esta é uma divisão social muito importante e muito significativa para a sociedade e para as famílias dessas pessoas. Então o terceiro setor é muito importante para o diálogo do governo com a sociedade. Podemos enumerar diversos outros trabalhos que beneficiam as pessoas: a educação ambiental, as terapias ocupacionais realizadas por grupos em determinadas instituições, enfim tem uma série de situações que, sempre que tivermos oportunidade, nós apoiaremos por entender que há sim trabalhos muito sérios voltados à sociedade.

Fale um pouco a respeito do Hospital Público Veterinário de Taguatinga que você ajudou a viabilizar

O Hospital Público Veterinário era um grande grande sonho para a cidade e para todas as pessoas que têm animais de estimação.

Milhares de cidadãos tem um animal e não possuem condições financeiras para proporcionar um tratamento devido a eles. Então esse era um projeto que já estava parado há muito tempo e nós tivemos a percepção da urgência dele. Por isso, assim que eu assumi a Secretaria do Meio Ambiente, nós já fizemos o edital de chamamento público para saber qual a organização da sociedade civil que poderia fazer a gestão do hospital. Em 4 meses o hospital já estava aberto e funcionando. O HVet já conta com atendimentos que superaram 5 mil animais em menos de 3 meses. Claramente, esta era uma demanda que estava reprimida, afinal nós atendemos, inclusive animais de Goiás.

Ou seja, esse dinheiro usado na construção do hospital é um dinheiro relativamente pequeno diante dos grandes investimentos que devem ser feitos dentro da gestão pública, e nós podemos ver que os resultados são benéficos. Então a relação de custo-benefício dos investimentos que são feitos dentro do Hospital Público Veterinário para a população é muito positiva e nós temos centenas de milhares de gatos e cachorros no DF, segundo dados do IBGE Então, qual família que não tem um pet e possui um sentimento muito grande por aquele animal?! Eu entendo que cuidar dos animais também é cuidar das famílias, cuidar dos animais é pensar na saúde pública. Nós temos uma série de animais vítimas de maus-tratos e abandonados aqui no DF que podem ser vetores de doenças. Então tudo isso deve ser analisado, levando em conta o custo-benefício que o hospital traz para a sociedade. Nós defendemos que além da unidade em Taguatinga haja também outros hospitais veterinários com a mesma estrutura em outros pontos do Distrito Federal até para descentralizar o serviço.

Eu sempre convivi com cachorro dentro de casa e sei o que isso representa para as pessoas próximas ao animal. Um pet representa felicidade na vida de uma família, pode trazer o alento em relação aos problemas cotidianos das pessoas. Então eu, de fato, acredito que cuidar dos animais é cuidar das famílias. Não é porque são animais que eles não merecem atenção.

Para você, qual o maior desafio da trajetória política?

O desafio é primeiro acabar com a criminalização da política. A indignação não pode ser traduzida em criminalizar uma ferramenta de transformação da sociedade. A política foi feita para melhorar qualidade de vida das pessoas, trazendo uma pauta positiva para a população e para a nossa cidade. Então é esse um primeiro desafio: reduzir ou acabar com essa criminalidade política. Assim, por consequência nós vamos trazer novos nomes, fichas-limpas e que tenham uma pauta positiva. A ideia é abraçar causas importantes que vão trazer benefícios à população. Temos de colocar no poder aqueles que pensam na comunidade e dialoguem com ela e que não priorizem os interesses pessoais. O segundo ponto é a ressignificação da Câmara Legislativa. Estamos muito animados e engajados, sabendo que é um desafio muito grande mas, essa esperança ainda percorre todas as veias do corpo e nos  motiva a fazer a diferença.

O que te motiva a continuar nesse caminho?

A sensação de dever cumprido. Sair de casa todos os dias com a sensação de que nós precisamos cumprir com o dever, com uma meta e realizar aquilo que é melhor para cidade e para a sua população. Então, enquanto eu tiver essa sensação que eu hoje carrego depois de ter passado mais de três anos trabalhando junto ao governo, sabendo que desenvolvi a função que estava encarregado, de que os projetos e ações que desenvolvemos ao longo desse tempo para a sociedade e para cidade tiveram efeito, eu vou continuar.

A sensação que eu tenho é de que tudo foi feito da melhor forma possível, com o maior engajamento, com a maior dedicação e pensando em coisas para os outros.

Costumo dizer que eu tive oportunidade de escrever algumas linhas dentro de um grande livro da História de Brasília e que nós escrevemos essa história com a melhor letra, a melhor caneta, o melhor conteúdo e com as melhores palavras.

 

 

Programa de autoconhecimento ajuda jovens a tomar decisões

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O Programa Teen Mentors auxilia nos momentos difíceis e decisivos, como a fase de colégio, separação dos pais, momentos de insegurança, depressão, mudanças, perdas, frustrações, na escolha vocacional e toda a demanda resultante desta transição.

Para ajudar crianças e jovens que estão enfrentando desafios e buscando um caminho pessoal e profissional, a psicóloga Patrícia Estrela idealizou o Projeto Teen Mentors, um programa de mentoria e orientação para crianças, adolescentes e famílias.

O projeto foi desenvolvido para que crianças e adolescentes vivenciem, ao longo de três meses, novos conteúdos, conhecimentos e oportunidades que os preparem para suas futuras escolhas e oportunidades da vida. Como nesta fase os adolescentes querem e necessitam se tornar gestores do seu próprio caminho, o projeto busca proporcionar o conhecimento necessário para escolhas saudáveis e produtivas.

“No Teen Mentors, em meio a jogos interativos, exercícios rotineiros, dinâmicas e ferramentas de profunda reflexão e tomada de consciência, são levantados questionamentos de identidade, merecimento, capacidade, valores e propósitos de vida”, diz a psicóloga e idealizadora Patrícia.

Durante o projeto os jovens passam pelo desenvolvimento de quatro competências: autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, inteligência emocional e orientação vocacional e profissional.

A metodologia é inovadora e dinâmica, com base nos objetivos da vida de cada um, Patrícia ressalta que o projeto é em grupo, porém o desenvolvimento é individual. Com a fundamentação baseada na Psicologia Positiva, Terapia Cognitiva Comportamental, Coaching Emocional e Integral Sistêmico, Programação Neurolinguística e Física Quântica, o Projeto Teen Mentors, de modo acolhedor e terapêutico, leva a criança e o adolescente a enxergar novas oportunidades e fazer os planejamentos necessários para a realização de seus sonhos.

O programa começa com o Autoconhecimento, que tem por foco a automotivação e amor próprio, onde se trabalha a aceitação, o respeito, o perdão e a gratidão. A segunda fase de Desenvolvimento Pessoal tem o objetivo de potencializar as capacidades de entendimento do conceito da auto responsabilidade, onde cada um passa a ser responsável por suas escolhas, estimulando a reconhecer suas habilidades e compreender os princípios e a importância da educação financeira para a realização de uma vida próspera.

Na terceira fase são abordados temas da Inteligência Emocional, onde o foco é o gerenciamento das emoções nos momentos de frustações, imprevistos, medo, insegurança, irritabilidade, ansiedade, rejeição. E também como lidar com a depressão, pânico, angústia, euforia, déficit de atenção, hiperatividade.

“Trabalhamos também a importância dos relacionamentos, em especial a relação com a família, o processo de perdão e ressignificação de traumas”, explica a psicóloga.

A quarta etapa, chamada de Orientação Vocacional e Profissional, é para cada jovem traçar um plano focado em disciplina e determinação para desenvolver o empreendedorismo em primeiro estágio na sua própria vida, compreendendo a importância de ver a vida como uma empresa, com departamentos interligados que se relacionam com o departamento familiar, saúde, social, conjugal, financeiro, intelectual, profissional, emocional e espiritual.

Além disso é possível iniciar o entendimento de sua vocação, percebendo a necessidade de viver uma vida com propósito, onde é possível desenvolver uma profissão relacionada a suas habilidades, proporcionando a formação de um profissional realmente engajado em uma causa maior, contribuindo, desta forma, no desenvolvimento de toda uma sociedade.

Patricia afirma que Teen Mentors não é um curso e sim um Projeto de vida.

O módulo “Eu sou um Precursor” ocorre em 12 encontros e ao final eles concluem com seu TCC, (Trabalho de Conclusão de Curso), onde é apresentado no projeto final com a presença da família, amigos e convidados.

Segundo Patrícia, que também atua como mentora, coach e escritora, o objetivo do projeto é que o aluno saia apto a lidar com as adversidades e oportunidades da vida, ter relacionamentos saudáveis e se tornar um cidadão responsável e realizado pessoal e profissionalmente. Acreditando que o autoconhecimento é o caminho mais eficaz para um futuro de realizações, Patricia convida os mentorados a serem Precursores.

Os precursores são pioneiros, semeadores de novas e boas sementes. Ao afirmar que uma pessoa é precursora de algo, significa que é pioneira em apresentar determinada ideia, comportamento ou ação. Uma nova maneira de ver a vida e se relacionar com o mundo, para que nossos jovens sejam realmente precursores de uma nova geração.

Desde 2017, o programa já atendeu mais 350 crianças e está com vagas para novas turmas de precursores.

“Antes eu tinha muita raiva da minha mãe, mas eu aprendi durante o curso, que ela é a minha melhor amiga, e que quando todos forem embora será ela quem estará ao meu lado. Além disso, eu não sabia lidar com as minhas emoções e fiz novos amigos. Para tudo tem uma saída. E o Teen Mentors te ajuda a mostrar isso.” Ana Vitória, 15 anos.

“Aprendi que para mudar o mundo, você tem que mudar o seu mundo primeiro… No projeto eu fiz novas amizades e me ajudou nas minhas reflexões. O projeto é incrível” Gustavo, 15 anos.

“Aqui no Teen Mentors eu aprendi a ter mais paciência com meu irmão, mais amor e respeito com meus pais. Eu aprendi também a parar de ser infeliz, a fechar as cicatrizes, as feridas e conseguir seguir em frente, ser feliz de verdade!” Vitor, 16 anos.

“Eu tinha bastante dificuldade em matemática, quando entrei eu estava em uma fase muito difícil da minha vida, e o Teen Mentors me ajudou muito a ter mais foco, a seguir meus sonhos e a atrair tudo de bom. Eu geralmente pensava coisas ruins, e eu também tinha pouca paciência com meu irmão e não tinha muito afeto dos meus familiares. O Teen Mentors me ajudou a ter mais gratidão com as pessoas do meu vínculo e tentar compreender os outros, ter bons pensamentos e ter uma vida feliz” Marina, 13 anos.

SERVIÇO:

Projeto Teen Mentors

61 98133-7899

www.teenmentors.com.br

 

Brasília recebe 4ª Edição de Festival de Blues e Jazz

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Evento reúne importantes artistas de blues e jazz e atrai adultos e crianças

Brasília recebe 4ª edição do Festival de Blues e Jazz, realizado pelo BB seguros, no dia 04 de agosto, das 14h às 22h, no Parque da Cidade. O evento gratuito contará com apresentações de Al Di Meola, Lil Jimmy Reed, Pepeu Gomes, Leo Gandelman, O Bando, Marlene Souza Lima e BB Seguros Jazz Band.

A quarta edição do Festival BB Seguros, que até 2017 era BB Seguridade, vem cercada de grandes expectativas, especialmente devido ao número de participantes das últimas apresentações.Os shows atraíram ao todo 103 mil pessoas no ano passado e este ano já ultrapassa a casa de 38 mil nas apresentações de Curitiba e Belo Horizonte.

O evento foi criado com um conceito simples: um dia para curtir com a família e os amigos. Para que isso se concretize, os shows são sempre realizados em locais ao ar livre, com bons espaços para o convívio social, no melhor espírito “música no parque”. Dedicado á toda a família, o festival  contará com programação infantil como oficina de desenho e colagem, pintura, malabares.

Desde 2015, em sua edição inaugural, o Festival apresentou grandes nomes, como Stanley Jordan, Hermeto Pascoal, Nuno MindelisLouis Walker, Wallace . Também já participaram Roney Quintet, Blues Etílicos, Hamilton de Holanda, Maria Gadú, Steve Guyger, Marco Lobo Quinteto, David Liebman, Toninho Horta, entre outros.

O projeto é realizado via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, com patrocínio da BB Seguros e realização da Marolo Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Programação e horários dos show em São Paulo

14h00 – BB Seguros Jazz Band

14h30 Marlene Souza Lima15h30 – O Blues de Jimi Hendrix com o Bando

16h30 – Leo Gandelman no show “Yellow Sax Marine”, com Julio Bittencourt Trio

18h00 – Lil Jimmy Reed

19h00 – Pepeu Gomes em show instrumental

20h30 – Al Di Meola no show acústico Opus

Al Di Meola

 

Al Di Meola- Foto Ben Wolf

Al Di Meola, um dos grandes guitarristas e violonistas do mundo, estará no Festival BB Seguros de Blues e Jazz com o show da sua turnê acústica OPOUS, trazendo aos palcos do Festival as músicas do álbum homônimo, lançado em fevereiro de 2018. O show dá destaque para o repertório do novo trabalho, mas também explora músicas símbolos da sua carreira, que completa 45 anos de uma trajetória com diversos prêmios, entre eles o Grammy, principal premiação da música mundial.

Para Al Di Meola, o seu mais recente álbum foi uma oportunidade de crescer como compositor. “Com o OPUS, eu queria valorizar mais o meu lado compositor, porque eu acredito que faz parte de uma evolução do meu trabalho como guitarrista/compositor para compositor/guitarrista”, diz.

OPUS é uma jornada musical que celebra sua carreira desde os primeiros anos até o seu último álbum. O show acústico contará com algumas releituras de Astor Piazzolla, Lennon e McCartney, além do repertório do novo álbum. O norte-americano se apresenta com seu trio, acompanhado pelo o italiano Fausto Beccalossi ao acordeon e o cubano Kemuel Roig ao piano. AL Di Meola não se apresentava no Brasil desde o início dos anos 2000, o que faz dessa apresentação no Festival BB Seguros de Blues e Jazz uma oportunidade única para os amantes do virtuosismo.

Al Di Meola foi pioneiro em unir world music ao jazz. Ao longo de mais de quatro décadas, o lendário guitarrista explorou na sua música as ricas influências do flamenco, tango, da música do oriente médio, brasileira e africana. Seus álbuns venderam mais de oito milhões de cópias, fazendo dele o artista de jazz fusion com mais discos vendidos em seu gênero. Em seus mais de 40 anos de carreira marcados por gravações que tiveram grande influência no mundo da música e diversas turnês internacionais, Al Di Meola foi também o musico que mais vezes foi eleito melhor guitarrista na história da prestigiada revista “Guita Player”.

 Pepeu Gomes

Pepeu Gomes, Foto Marcus Hermes

Pepeu Gomes iniciou a carreira aos 14 anos, quando fugiu da casa dos pais em Salvador, na Bahia, para viver da música. Fez parte do movimento que revolucionou a música brasileira pós-bossa nova, incluindo a guitarra elétrica na música brasileira, com o grupo Novos Baianos. Pepeu já foi considerado pela revista americana Guitar World como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria “world music”.
No Festival BB Seguros Pepeu Gomes vai apresentar seu lado instrumental, trazendo ao palco o repertório do seu álbum Alto da Silveira passando também pelo universo do blues.

Lil’Jimmy Reed

Um dos últimos bluesman lendários da Louisiana. Aos 80 anos Lil’Jimmy Reed continua tocando e fazendo turnês elo mundo e desembarca no Brasil em julho e se apresenta no B.B.Seguros de Blues & Jazz.

Lil Jimmy Reed -Foto Juliana Lana

Lil Jimmy simboliza o clássico e tradicional blues. Nascido no final da década de 1930, em uma cabana de armas de fogo em Hardwood, Los Angeles, uma pequena cidade de plantações de algodão e serrarias na região do Mississippi. Leon cresceu perto de um clube onde todas as noites ele ouvia o lamento do blues do outro lado da rua. Aos seis anos tinha sua própria guitarra.

Depois de anos tocando pequenos clubes e tabernas, Lil ‘Jimmy foi servir seu país nas forças armadas. Desde que retornou à vida civil, sua carreira brilhou. Ele dividiu o palco com B. B. King e Bobby “Blue” Bland em grandes festivais no Reino Unido, Irlanda, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Suíça. Em 2016 ele colocou a Itália e a Espanha em sua rota. Os milhares de fãs reconhecem que as performances de Lil Jimmy são quase a última chance de ouvir o som puro e não adulterado do autêntico Blues da Louisiana. Lil Jimmy continua a tocar pelos EUA, Europa e por todo o mundo.

Leo Gandelman no show Yellow Sax Marine

Leo Gandelman acompanhado por Julio Bittencourt Trio interpreta clássicos dos Beatles em versões instrumentais inusitadas.

Leo Gandelman – com trinta anos de carreira solo, é um instrumentista versátil que vai da MPB à música clássica com a mesma desenvoltura. Participou de gravações antológicas de praticamente todos os grandes nomes da música brasileira. Seu álbum ‘Solar’ vendeu mais de cem mil cópias, um feito para um instrumentista, o que o tornou um artista pop.

Julio Bittencourt Trio – formado por Julio Bittencourt – bateria, Marcos Paiva – baixo acústico e elétrico e Luciano Bittencourt – guitarra e violão o trio participa do cenário da música instrumental brasileira desde 2001, se destacando com uma linguagem que mixa a rica música brasileira as tendências do jazz mundial.

O Bando

O Bando -Carol Prates

Minas Gerais é berço de grandes talentos musicais, é o coração do Clube da Esquina. Mas, entre as montanhas de Minas também pulsam fortes estilos como o blues e o rock and roll. O grupo mineiro O Bando apresenta o melhor do Blues, mesclando grandes sucessos a um repertório próprio.  Os mineiros já se apresentaram ao lado de nomes como Os Paralamas do Sucesso no Circuito Brasil Musical, em João Pessoa (PB), entre outros. O Bando tradicionalmente faz a abertura do Festival Música do Mundo, que está na 7ª edição.

Para a apresentação no Festival BB Seguros de Blues e Jazz, O Bando preparou um repertório especial que dá destaque à face bluseira de um dos maiores ícones da guitarra, Jimi Hendrix.

Marlene Souza Lima 

Marlene Souza Lima nasceu no Rio de Janeiro, mas cresceu em Brasília. Conhecida como “a guitarra feminina do jazz”, Marlene Souza Lima tem anos de experiência e uma formação invejável. Na década de 80, começou seus estudos na Escola de Música de Brasília.

Marlene Souza Lima -Erivelton Viana

Em 1994 Marlene foi para os EUA para estudar Inglês na California State University, East Bay. Nesse período ela frequentou o curso de improvisação da CalState, e com eles se apresentou no Departamento de música. De volta ao Brasil se apresenta por diversas casas e teatros do país. Em Brasília leciona particularmente e nos anos de 2004 a 2009 monta seu curso de música, o Usina de Sons Curso de Música. Em 2011 lança seu primeiro álbum, intitulado “My Way” e com ele se apresenta por Brasília, Goiás e São Paulo. Tem matéria publicada na Revista Guitar Player-edição de abril de 2014 alusiva a sua carreira musical.

Com inspiração nos guitarristas de jazz Pat Metheny e John Scofield, Alemão e Helio Delmiro do Brasil, entre outros, a instrumentalista impressiona nos diferentes estilos musicais os quais resolveu se dedicar. Seja no samba, no frevo, no baião ou no jazz, Marlene sempre deixará sua marca pessoal.

BB Seguros Jazz Band

Formada especialmente para o projeto, traz o estilo das tradicionais street jazz bands para o Festival, com os músicos circulando entre o público.

Entre as músicas do seu set list, estão incluídas Ice cream” (H. Johnson, B. Moll, R.King), “Georgia on my mind” (Ray Charles) e “I’ ve found a new baby” (Ethel Waters).

Alexssandro Rodrigues da Silva – Tuba, Flávio Rodrigues Nunes Junior – Banjo, Eloy Porto Neto – Trombone, Dalmo Di Napoli Guzela – Washboard, Washington Feliciano de Barros – Trompete e Augusto Cesar da Silva Vechini – Sax.

 

Serviço

4ª. Edição do Festival BB Seguridade de Blues e Jazz – Brasilia (DF)

Local: Estacionamento 4 do Parque da Cidade

Endereço: CES- Eixo Monumental Sul- s/nº-

Dia: 04 de agosto (sábado)

Horário: das 14h às 22h

Classificação Indicativa: livre
Gratuito
Mais informações:
https://www.facebook.com/Festival-BB-Seguridade-1672514106310646/Seguridade

 

Ler por Prazer

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Projeto Leitores para Sempre visa estimular hábito da leitura em crianças e jovens

Segundo aponta a pesquisa Retratos da Leitura, realizada pelo Ibope, por encomenda do Instituto Pró-Livro, em 2017, 44% da população brasileira não lê livros e 30% nunca comprou um livro. A garotada encabeça o ranking apontado pela pesquisa no gosto por ler. Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por prazer (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%). De acordo com a pesquisa, os fatores que mais influenciam na escolha de um livro são dicas de professores. Elas funcionam melhor que todas as outras opções para crianças entre 5 e 10 anos.

Mais do que nunca, se faz necessária a formação de leitores, cujo hábito vá além de uma atividade destinada apenas à apreensão de um conteúdo ou a um estudo. Ela deve ser, antes de tudo, uma prática cidadã. Nessa formação, as escolas têm papel fundamental no desenvolvimento do hábito da leitura. Funcionam como mediadoras ao apresentar obras e autores às crianças nos seus primeiros passos pelo mundo dos livros.

No Colégio CIMAN, os professores estimulam a leitura explorando práticas que instigam os alunos por meio do projeto Leitores para Sempre, com ações que tornam mais leve o contato com o livro. “Deixamos de lado o ler apenas para estudar e valorizamos o ler para conhecer e se divertir”, diz Suzy Willik, coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental I do CIMAN Octogonal. Nas atividades, o livro funciona como uma descoberta e a curiosidade é sempre o ponto de partida. Ao apresentar um título, o educador vai além da história contada. Utiliza as ilustrações, a carreira do autor e tudo o que a obra oferece – vale até se fantasiar como o personagem. Em outros momentos, embora o professor saiba com quais obras os alunos mais se identificam, ele pede aos estudantes sugestão de títulos querem ter no acervo circulante da sala de aula.

No Ensino Fundamental I – faixa etária entre 6 e 10 anos –, o educador lê junto com os alunos e depois media um pequeno debate. O estudante fica tão instigado para saber o final da história que naturalmente a leitura ocorre, sem que o professor tenha pedido. Em outra ação, é explorada a vida do autor, para que os alunos conheçam e tenham referências sobre escritores brasileiros, seus estilos e importância na literatura. É feita uma pré-seleção de títulos e o educador leva para a sala de aula uma caixa com a obra e a ficha biográfica do autor.  Ali, são trabalhados aspectos sobre a produção da obra – quem são os ilustradores, por exemplo. Essa ação aproxima os leitores de quem cria os livros e, de certa forma, responde às dúvidas que eles têm sobre o nascimento das obras. O resultado desse trabalho? Os alunos têm participação ativa no desenvolvimento do hábito da leitura. Eles indicam livros para o acervo da escola e opinam sobre os títulos, o que acaba estimulando outras crianças da sala de aula a lerem de forma natural.

É fato que há elementos essenciais no universo da literatura capazes de despertar no aluno a vontade de ler. Desde muito pequenas, as crianças podem ser inseridas nesse universo e perceber a magia e a fantasia que há nas páginas de uma grande história. E, ao dar-se conta do que um bom livro pode proporcionar, é bem provável que elas já comecem, nas séries iniciais, a descobrir que ler vale muito, mas muito a pena. “Cabe à escola e à família, conjuntamente, o papel de buscar alternativas, explorar caminhos para fazer da sala de aula e de casa ricas fontes de formação de bons leitores”, completa Suzy Willik.

Nado Artístico do Mackenzie Brasília se destaca no 3º SP Sincro OPEN de Nado Artístico

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Equipe foi representada por treze atletas que disputaram o lugar mais alto do pódio nas modalidades solo, dueto e equipe

As atletas da equipe de Nado Artístico do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília competiram, no nos dias 29 e 30 de junho, no 3º SP Sincro OPEN de Nado Artístico, que aconteceu no Clube Paineiras do Morumby, em São Paulo, com um número recorde de participantes.

As atletas do Mackenzie, representadas por Isabela R. Botelho de Sousa Troncha, Claudiane Letícia Alves das Neves, Catarina R. Botelho de Sousa Troncha, Ana Clara Lobato e Farias Machado, Anita Testa da Silveira, Yasmin Yamamoto, Jullya Costa Magalhães, Ana Carolina Ferro, competiram pelas categorias infantil, juvenil, júnior e sênior, nas modalidades solo, dueto e equipe.

O saldo da competição foi bem positivo, as meninas foram campeãs no Juvenil Nível A – Solo (Pré Competidora); Juvenil Nível B – Prova de Figuras, no Solo (Rotina Livre), Solo (Pré Competidora) e Dueto (Rotina Livre); Absoluto Nível A (Rotina Livre). Vice-campeã Infantil Nível B (Rotina Livre), no Júnior Nível A – Dueto (Rotina Livre), e Equipe (Rotina Técnica). Além de dois terceiros lugares em Juvenil Nível A – Solo (Rotina Livre) e Solo (Pré Competidora); e um quarto lugar no Júnior Nível A – Solo (Rotina Técnica). Já no resultado por clubes, conquistaram o terceiro lugar nas categorias Infantil Nível B, Juvenil Nível B e Sênior Nível A.

Para a treinadora Simone Montenegro, as competições são fundamentais para o aprimoramento da performance das atletas. “As meninas ganham muita experiência nessas competições. Competimos com atletas de alto nível, que já representaram o Brasil em campeonatos internacionais. Compartilhar experiências e disputar com estas atletas faz com que as meninas cresçam tecnicamente”.

Yasmin Yamamoto, atleta da equipe Brasileira de Nado Artístico, ressalta que a experiência em participar no Open é única. “É indescritível concorrer com atletas que estão em níveis acima do meu. A competição propicia meu desenvolvimento técnico, esforço e aprendizado. Conseguimos ganhar experiência e enxergar com mais clareza em que precisamos melhorar tecnicamente”.

Já Ana Carolina Ferro, enfatiza a importância de participar de eventos como o Open. “Eu fico lisonjeada em poder comparar a minha performance a de atletas com muito anos de experiência. É uma oportunidade incrível, não só em termos de competição, mas na troca de experiências”.

No mês passado, a equipe esteve em treinamento no Centro de Alto Rendimento Esportivo de Sant Cugat, em Barcelona, um dos centros de treinamento de referência na Europa. Além disso, as meninas participaram do 5º Campeonato Interfederativo, realizado no Rio de Janeiro, e levaram para casa medalhas inéditas. A equipe conquistou o terceiro lugar nas categorias dueto, solo e figura, colocando Brasília em quarto lugar do ranking geral da competição.

O 3º SP Sincro OPEN de Nado Artístico teve a participação de 135 atletas de 09 entidades dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Distrito Federal e Rio de Janeiro.


Resultados

Infantil Nível B (Rotina Livre)

Isabela R. Botelho de Sousa Troncha – Vice-campeã

Juvenil Nível A (Prova de Figuras)

Claudiane Letícia Alves das Neves – 3º lugar;

Solo (Rotina Livre)

Claudiane Letícia Alves das Neves – 3º lugar

Solo (Pré Competidora)

Catarina R. Botelho de Sousa Troncha – Campeã

Juvenil Nível B (Prova de Figuras)

Ana Clara Lobato e Farias Machado – Campeã;

Anita Testa da Silveira – 3º lugar;

Solo (Rotina Livre)

Ana Clara Lobato e Farias Machado – Campeã

Dueto (Rotina Livre)

Ana Clara Lobato e Farias Machado e Anita Testa da Silveira – Campeãs;

Júnior Nível A

Solo (Rotina Técnica)

Yasmin Yamamoto Chaves – 4º lugar

Dueto (Rotina Livre)

Claudiane Letícia Alves das Neves e Jullya Costa Magalhães – Vice-Campeãs;

Equipe (Rotina Técnica)

Equipe Mackenzie – Vice-Campeãs

Absoluto Nível A (Rotina Livre)

Solo

Jullya Costa Magalhães – Campeã

Resultado por clubes, 3º lugar nas categorias Infantil Nível B, Juvenil Nível B e Sênior Nível A.

Qualificação profissional: Mackenzie Brasília realiza cursos gratuitos

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Oportunidade é destinada a estudantes que estejam cursando o terceiro ano do ensino médio. Prova de seleção será em 31 de julho

A instituição de ensino Mackenzie está entre as 100 melhores da categoria na América Latina, segundo pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, organização internacional de pesquisa educacional que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação. Tendo em vista o sucesso da instituição, a Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília está realizando pela primeira vez o Programa de Cursos de Inicialização Profissional para o ensino médio. Este programa tem como objetivo auxiliar os estudantes no processo de escolha de sua futura carreira profissional. O curso é gratuito e, para participar, o aluno precisa estar cursando o terceiro ano.

Os cursos são voltados para as áreas de ciências jurídicas, engenharia civil, administração e ciências contábeis. Os encontros acontecerão aos sábados do mês de agosto, com professores mestres e doutores que fazem parte do corpo docente do Mackenzie Brasília.

Inscrições

Os interessados devem se inscrever no processo seletivo por meio do site do programa (clique aqui). A prova de seleção acontecerá no dia 31 julho, às 19h.

Para a assessora didático-pedagógica da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília, professora Márcia Braz, essa é uma oportunidade única para os alunos de ensino médio: “é um momento no qual eles serão iniciados no ambiente acadêmico e poderão trocar experiências com estudantes de diversas escolas em Brasília”, enfatiza.

Serviço

Programa de Cursos de Inicialização Profissional para o Ensino Médio da FPMB

Prova de Seleção: 31/07

Horário: 19h

Local: Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília – 906 – SGAS I – Asa Sul, Brasília – DF

Inscrições gratuitas pelo site https://brasilia.mackenzie.br/

Telefone: (61) 2106-9098