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Estelionatária é presa após aplicar golpes em 26 estabelecimentos

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Estelionatária é presa após aplicar golpes em 26 estabelecimentos

Aline de Fátima Gomes teria atuado em pelo menos 11 regiões administrativas antes de ser detida, nesta quarta-feira (28/3), no Lago Norte

 A Polícia Civil prendeu, na tarde desta quarta-feira (28/3), uma mulher suspeita de ser a responsável por 26 ocorrências de estelionato. Segundo informações da corporação, Aline de Fátima Gomes Ferreira aplicou diferentes golpes em pelo menos 11 regiões administrativas do Distrito Federal e já foi indiciada em 13 inquéritos policiais.

Em alguns casos, ela chegava em estabelecimentos comerciais, fazia uma compra e tentava passar cartão de crédito ou débito. A transação não era autorizada pela instituição financeira, e a mulher oferecia, como alternativa, fazer uma transferência bancária para a conta da loja. No entanto, ela realizava apenas o agendamento da operação e, quando o comerciante percebia, Aline já havia desaparecido.

Em outros casos, ela se apresentava como promotora de vendas de algum estabelecimento comercial da região, chegando a usar uniformes de grandes empresas para dar veracidade aos seus golpes.

Aline foi identificada como responsável por crimes nas regiões administrativas de Sobradinho, Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Ceilândia, Taguatinga, Asa Norte, Asa Sul, Riacho Fundo, Cruzeiro e, por último, no Lago Norte.

Caso mais alguém identificar a estelionatária por foto, a polícia pede que entre em contato para denunciar golpes já aplicados.

UnB prevê demissão de 1,1 mil estagiários para conter déficit de R$ 92 milhões

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UnB prevê demissão de 1,1 mil estagiários para conter déficit de R$ 92 milhões

 Mudança na gestão de contratos é uma das três medidas anunciadas para reduzir gastos

Os 1,1 mil estagiários contratados pela Universidade de Brasília (UnB) podem ser demitidos a partir do dia 30 de abril por falta de verbas. Com previsão de um déficit orçamentário de R$ 92 milhões para o ano, a reitoria da UnB informou que a responsabilidade financeira sobre os contratos passará a ser das unidades acadêmicas – ou seja, de cada decanato ou departamento.

Na prática, a mudança na gestão dos contratos significa que o pagamento dos estagiários – até então feito pela administração central – será descentralizado. Assim, cada um terá de reservar um parcela do próprio orçamento para manter os aprendizes.

A recomendação da reitoria é que sejam mantidos apenas os contratos considerados “fundamentais”. O G1 aguardava entrevista com a decana de Planejamento e Orçamento da UnB, Denise Imbroisi, até a publicação desta reportagem.

Fachada atual da Biblioteca Central da universidade  (Foto: UnB Agência)O Diretório Central dos Estudantes (DCE) disse ao G1 que os estagiários chegaram a receber uma carta da reitoria informando que nenhum contrato seria renovado. “A reitoria sequer nos convidou para discutir isso. Os estagiários que nos procuraram para falar sobre a questão”, explicou a coordenadora de comunicação, Ludmila Brasil.

“Isso inviabiliza as atividade da Biblioteca Central. Existem turnos com 15 estagiários e um servidor. Eles fazem trabalhos primários e essenciais em toda a UnB. A nossa leitura é de que a atual gestão está com muito medo de fazer um embate real com o MEC e com as empresas.”

A reitora Márcia Abrahão em cerimônia de posse (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O fim dos contratos de estágio é uma das três medidas que a universidade pretende adotar para economizar R$ 39,8 milhões. Outras duas são o aumento dos preços no Restaurante Universitário (RU) e a demissão de terceirizados.

Fechar as contas com segurança financeira é uma batalha que reitora Márcia Abrahão enfrenta desde o segundo ano de gestão. Em setembro de 2017, ela anunciou um déficit de quase R$ 100 milhões e disse que teria dificuldades para pagar serviços básicos, como os de limpeza.

Segundo a UnB, o custo de manutenção – que inclui limpeza, segurança, água, luz, manutenção de equipamentos e refeições no RU – deve atingir R$ 214 milhões em 2018. No entanto, o orçamento de custeio repassado pelo Ministério da Educação é de R$ 137 milhões, suficiente para 64% da despesa.

O Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) informou ao G1 que compreende os impactos do corte de verbas do governo federal, mas não concorda com as estratégias anunciadas pela UnB para tentar solucionar a questão.

“Um conjunto de gastos tem que ser revisto, como os de telefonia”, disse o coordenador-geral do Sintfub Rogério Marzola. “Passar uma parte da verba de investimento para verba de custeio, atrasar obras de reforma e ampliação. Porque não adianta ampliar se não puder manter.”

Neste mesmo sentido, a UnB informou que pretende aumentar a receita, com incremento de R$ 50,8 milhões, além de remanejamentos orçamentários. A forma como isso será feito, no entanto, não foi esclarecida.

RU mais caro

Fila de estudantes para almoçar no restaurante universitário da UnB no campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte (Foto: Luiza Garonce/G1 )
Fila de estudantes para almoçar no restaurante universitário da UnB no campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte (Foto: Luiza Garonce/G1 )
 Fazer as refeições no RU pode significar uma economia expressiva no final do mês. Alunos estrangeiros, por exemplo, pagam R$ 1 para almoçar, e aqueles em situação de vulnerabilidade social comem de graça. Somente no semestre passado, a UnB concedeu 4,7 mil gratuidades.

Com as mudanças previstas para o dia 30 de abril, os preços cobrados pelo Restaurante Universitário podem subir. A reitoria prevê uma “rediscussão da política de subsídios” e chegou a propor aumento de 160%.

“Alimentação é uma forma de os alunos permaneceram na instituição. O trabalhador também, dentro do valor do tíquete”, disse o coordenador-geral do Sintfub ao G1. “Se tiram isso, tiram também as condições que materializam a comunidade dentro da universidade.”

Restaurante universitário da UnB modificou cardápios para reduzir quantidade de alguns alimentos por falta de verba (Foto: Luiza Garonce/G1)
Restaurante universitário da UnB modificou cardápios para reduzir quantidade de alguns alimentos por falta de verba (Foto: Luiza Garonce/G1)

Em agosto do ano passado, o restaurante passou por uma adaptação dos cardápios para evitar a demissão de terceirizados e o aumento no preço das refeições. A economia prevista era de R$ 3 milhões até dezembro.

No entanto, em janeiro de 2018 a reitoria mudou de estratégia, e vem tentando aumentar o preço unitário em 160%. Isso significa que o almoço e o jantar para a maior parte do público passariam de R$ 2,50 para R$ 6,50.

Veja como ficariam os preços:

  • Estudantes da assistência estudantil, com renda per capita de até 1,5 salário mínimo: gratuito
  • Estudantes da assistência estudantil, com renda familiar per capita entre 1,5 e 2 salários mínimos: café da manhã a R$ 2,10; almoço e jantar a R$ 3,90
  • Estudantes de graduação, pós-graduação e estagiários: café da manhã a R$ 3,50; almoço e jantar a R$ 6,50
  • Servidores, terceirizados e visitantes: café da manhã a R$ 7; almoço e jantar a R$ 13
Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) em ato contra aumento do preço no restaurante universitário.  (Foto: Larissa Batista/G1 )
Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) em ato contra aumento do preço no restaurante universitário. (Foto: Larissa Batista/G1 )

Quase um mês após o início das aulas, os aumentos ainda não haviam sido votados porque um parecer do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília suspendeu o processo. O pedido foi encaminhado no início de fevereiro à área jurídica da UnB, e não havia sido analisado até a publicação desta reportagem.

“A empresa atual fornece 11 mil refeições por dia e cobra R$ 13 por cada uma. Consideramos muito caro para os insumos utilizados”, diz o representante dos servidores. “Como são muitas refeições, deveria haver como negociar preços mais baixos.”

Os preços cobrados no RU não passam por reajuste há 20 anos, segundo a UnB. No entanto, a inflação acumulada no período é de 351%, segundo o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).

Corte de terceirizados

Ajustes em contratos de prestação de serviços também estão entre as previsões de contenção de gastos. A expectativa da UnB é de alcançar uma economia de R$ 25 milhões – segundo a reitoria, “não há nenhuma determinação sobre demissões”.

A universidade não detalhou o percentual de cortes, os serviços que serão afetados ou o número de funcionários que podem, eventualmente, ser demitidos. O Sintfub, porém, afirma que a UnB manifestou intenção de reduzir em 55% o quadro de terceirizados.

Serviços de transporte por aplicativo deverão ser fiscalizados pelo governo

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Serviços de transporte por aplicativo deverão ser fiscalizados pelo governo

A partir de agora, a fiscalização dos serviços de transporte oferecidos por aplicativos como Uber, Cabify e 99POP fica sob responsabilidade das prefeituras e do governo do Distrito Federal. A Lei nº 13.640, que regulamenta a atividade, foi publicada na edição de hoje (27) do Diário Oficial da União e já está em vigor.
Brasília – Motoristas de aplicativos de todo o Brasil fazem buzinaço em frente ao Congresso em protesto contra o projeto de lei que regulamenta aplicativos de transporte privado, como Uber e Cabify (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Sancionada sem vetos pelo presidente Michel Temer, a lei determina que, para que alguém seja autorizado a atuar como motorista desses aplicativos, deve possuir uma versão da Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior que informe que exerce atividade remunerada. O motorista também deve estar inscrito como contribuinte individual no Instituto Nacional do Seguro Social.

Outros pré-requisitos para obter a permissão são manter em dia o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo e apresentar certidão negativa de antecedentes criminais. Também é exigida do profissional a contratação de um seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros e do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

Os motoristas que descumprirem essas regras responderão por transporte ilegal de passageiros – infração punida com multa, apreensão e remoção do veículo, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997).

Fábrica Social inaugura sistema de energia solar

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Sistema de produção de energia elétricoa com o uso de placas fotovoltaicas foi inaugurado nesta terça-feira (28), na Fábrica Social. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Fábrica Social inaugura sistema de energia solar

Placas fotovoltaicas foram instaladas pelos alunos da própria instituição. Expectativa é economizar 95% na conta de luz

A Fábrica Social ganhou nesta quarta-feira (28) sistema de captação de energia solar formado por 18 placas fotovoltaicas. A substituição da energia elétrica deverá representar economia de 95% na conta de luz, que fica em média R$ 2,5 mil por mês.

O trabalho fez parte do curso de instalação e manutenção de placas fotovoltaicas da instituição. A capacidade instalada é de 4,5 quilowatts. Cento e trinta e quatro alunos se formaram hoje.

Presente na cerimônia de hoje, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou o papel da Fábrica Social.

“É uma instituição que trabalha fazendo material para outros órgãos, fabricando lençóis para os hospitais e uniformes, além de qualificar pessoas para o mercado de trabalho”, disse.

O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a ter um curso de instalação de sistema de energia solar. A disciplina faz parte do Brasília Solar

O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a ter um curso de instalação de sistema de energia solar. A disciplina faz parte do Brasília Solar. O programa incentiva o uso da energia solar em escolas e prédios públicos de Brasília.

Brenda Rodrigues da Silva, de 19 anos, é uma das formandas. Ela já trabalhava como eletrotécnica e se matriculou no curso para se capacitar. “Não aprendemos apenas a instalar as placas fotovoltaicas, aqui a gente conhece toda a parte elétrica”, afirmou.

Agora, ela planeja estudar engenharia elétrica. “Quero ter mais conhecimento e me especializar.”

Fábrica Social recebe 600 novos alunos

Também nesta manhã, houve solenidade para receber 600 novos alunos de confecção industrial em malharia, confecção industrial em máquina reta; instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos (painéis solares); produção e cultivo de alimentos saudáveis (hortas); marcenaria e carpintaria e construção civil.

As aulas têm seis meses de duração. O curso mais procurado é de confecção em malharia, com 350 alunos matriculados.

“Brasília tem uma necessidade muito grande de ter costureiras qualificadas”, afirmou o governador. Segundo ele, grifes locais têm procurado mão de obra no Entorno do DF para a atividade têxtil.

Os cursos têm carga horária de 560 horas/aulas, com 200 horas de prática

Para a secretária de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Ilda Peliz, a qualidade dos cursos é fundamental para o desenvolvimento de profissionais em Brasília. “O mercado escolhe os melhores, e investimos na Fábrica Social para que os alunos sejam os melhores.”

Também no evento, a secretária de Projetos Estratégicos, Maria de Lourdes Abadia, reforçou que a Fábrica Social tem outro papel: “desenvolver uma visão empreendedora da população”.

Os cursos têm carga horária de 560 horas/aulas, com 200 horas de prática. Para a formação, o aluno tem de 75% de presença, fazer prova prática e teórica e ter avaliação de desempenho feita pelo professor. As aulas vão de segunda a sexta e estão divididas em turnos matutino e vespertino.

Estudantes de curso do GDF estão há um mês sem receber o passe livre

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Foto: Felipe Menezes

Estudantes de curso do GDF estão há um mês sem receber o passe livre

Apesar de as aulas serem gratuitas, alguns alunos gastam mais de R$ 200 por mês apenas com transporte. Outros abandonaram estudos

Não é novidade que o sistema de Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) acumula problemas. De esquema fraudulento bilionário a atrasos e complicações na liberação do passe livre estudantil, as reclamações sobre a má funcionalidade do serviço público são rotina.

As vítimas da vez são os estudantes do curso profissionalizante de auxiliar administrativo da Prime Educ, oferecido por meio de projeto do Governo do Distrito Federal (GDF), que estão há mais de um mês sem receber o vale-transporte.

Segundo o Metrópoles apurou, em uma mesma sala, pelo menos 20 alunos não receberam o benefício.

É o caso de Daniela Duqueza, 26 anos, para quem as aulas gratuitas acabam saindo caras. Ela conta que, por mês, desembolsa mais de R$ 200 apenas com transporte. “Do que adianta oferecer um curso de graça se eu tenho que pagar pra ir? Todo dia, são R$ 10 que eu gasto. No mês, vão embora mais de R$ 200”, reclama.

Daniela não é a única com dificuldades para arcar com as despesas. “A maioria das pessoas que estuda lá está desempregada, como eu. Não tem como a gente ficar gastando esse dinheiro todo mês”.

Outros alunos, como Vanessa Vieira, 25 anos, tiveram que abandonar as aulas por não poderem manter o gasto com as passagens. “Eu poderia ter uma qualificação a mais no currículo, mas, por causa desse problema, acabei prejudicada e tive que deixar de ir às aulas. Gastava R$ 13 por dia.”

Sem solução

Quem procura ajuda do DFTrans para solucionar o problema ouve a mesma resposta. Ao acessar o site, é recomendado que o estudante visite o posto da autarquia. No local, contudo, funcionários alegam falhas no sistema para justificar o atraso e pedem para os alunos aguardarem por mais 20 dias – o curso já está na metade e termina na primeira semana de maio.

Em nota, a assessoria do DFTrans disse que, dos 20 estudantes matriculados, “13 estão com o processo em andamento e devem aguardar agendamento para retirada do cartão. Além disso, dois estão com pendência cadastral, e uma aluna deve solicitar segunda via por estar com o benefício bloqueado”.

Conviver com o seu filho enquanto ele está na creche já é possível

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Sala de amamentação. O espaço possui ar condicionado, luz natural, poltronas para amamentação e um trocador. Tudo para deixar o momento mais agradável e intimo entre mãe e filho.

Conviver com o seu filho enquanto ele está na creche já é possível

Por meio da tecnologia famílias já podem acompanhar o desenvolvimento dos filhos nas creches enquanto trabalham.

Por Lorena Braga

Conciliar vida pessoal e profissional é difícil para todo mundo, principalmente para quem tem filhos pequenos. A parte mais complicada para os pais é quando acaba a licença maternidade e não se sabe com quem deixar o filho. Essa é uma situação vivida por muitas famílias brasilienses. Esse foi o caso de Jáureo e sua esposa.

Formado em administração, Jáureo e sua esposa sempre sonharam em possuir um negócio próprio no estado onde moravam, Bahia, mas sua esposa passou em um concurso e tiveram que vir para a Capital Federal, porém o sonho continuou. Nesse período eles já tinham uma filha e precisavam deixá-la com alguém para que os dois pudessem trabalhar. Eles só não imaginavam que isso seria tão difícil.

Primeiro eles contrataram uma babá, mas logo perceberam que poderiam oferecer algo melhor para sua filha, foi então que decidiram procurar uma creche. E em todas que iam havia problemas: excesso de crianças, televisões em quase todos os ambientes, falta de câmeras e vários outros. Com isso, eles viram a oportunidade de realizar o sonho de montar um negócio próprio. Depois de dois anos organizando e planejando, juntamente com seus sócios, foi inaugurada esse ano a Pedaço de Mim – Care for kids.

Localizada no Setor Hoteleiro Sul, a creche tem todos os requisitos que Jáureo e sua esposa não encontraram nas outras instituições, aprimorando tudo.

Diferenciais e tecnologia da Pedaço de Mim

O principal objetivo da creche é que os pais possam conviver ao máximo com os filhos mesmo a distância. Pensando nisso a instituição investiu em tecnologia. A primeira delas é um aplicativo, por meio do qual os pais podem acompanhar os filhos em tempo real. Esse app possui uma agenda que informa como a criança se comportou, se se alimentou bem ou não, se dormiu e que horas dormiu e muito mais.

Além dessa agenda eletrônica, pelo aplicativo os pais podem conversar com os funcionários da Pedaço de Mim e conferir fotos dos filhos realizando as atividades na creche.

Outra tecnologia que têm atraído muito as famílias é o sistema de monitoramento por meio de câmeras. Enquanto os filhos estão na creche, os pais podem acompanhar tudo pelo trabalho, basta baixar um aplicativo no celular. É ou não é uma ótima maneira de estar pertinho do seu filho mesmo que a distância?

A instituição não apenas cuida da criança, mas atua também no processo educativo, considerando o desenvolvimento integral nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social com base no respeito às individualidades. Pensando nisso, eles construíram junto com a pedagoga e coordenadora pedagógica da Pedaço de Mim, Tânia Regina, o planejamento das atividades a serem realizadas afim de proporcionar o desenvolvimento das crianças. Tudo isso baseado no método Sócio Interacionista de Vigostky.

“A creche prioriza o cuidar e educar, utilizando as atividades pedagógicas com um objetivo já traçado e o melhor é que os pais podem participar desse desenvolvimento”, relata a coordenadora. Assim, são oferecidas aulas de musicalização, linguagem digital, jogos, oficinas artísticas, recreação e psicomotricidade.

Outro grande diferencial da creche é a organização dos espaços, a limpeza, a decoração, a estrutura montessoriana e muito mais. Por exemplo, o piso da instituição possui os cantos arredondados como o de centros cirúrgicos, isso evita o acúmulo de sujeira e que as crianças se machuquem.

SAIBA MAIS: Pesquisas mostram que frequentar uma creche de boa qualidade melhora o desempenho escolar ao longo da vida, acelera a capacidade cognitiva, aumenta o QI e estimula o comportamento social, além de influenciar nos índices de hipertensão, obesidade e doenças cardiovasculares na vida adulta.

Parceria família e creche

A Pedaço de Mim sabe que nada substitui o contato com a família, é o que afirma Jáureo. “A gente valoriza a presença dos pais, o fato dos pais estarem perto, convivendo, educando. Nós vivenciamos essa necessidade e por isso gostaríamos de proporcionar isso para outras famílias, de poder conciliar a vida profissional com o convívio com os filhos”, conta. 

Por isso, o espaço foi construído em um lugar estratégico que pudesse proporcionar aos pais uma experiência envolvente e próxima dos seus filhos. Um exemplo disso é o Espaço Work, um lugar desenvolvido para aqueles pais que trabalham em casa ou para aqueles que ficam um tempo na creche para a adaptação do filho. O ambiente é amplo, possui computadores e internet.

Sala de amamentação. O espaço possui ar condicionado, luz natural, poltronas para amamentação e um trocador. Tudo para deixar o momento mais agradável e intimo entre mãe e filho.

Já pensou poder almoçar com o seu filho todos os dias ou pelos menos algum dia na semana? Isso também é possível na Pedaço de Mim. A instituição reservou um espaço em que os pais podem, no horário de almoço do trabalho, fazer a refeição junto com o filho e, se ainda sobrar um tempinho, curtir o Espaço Relax, um ambiente preparado para os pais brincarem com seus filhos e descansarem antes de ir novamente para o trabalho. Além disso, a estrutura conta com uma sala de amamentação.

Pais almoçam com o filho, durante o horário de almoço do trabalho, no refeitório da Pedaço de mim.

A monitora de qualidade, Janaína Fragoso, é mãe do pequeno Lucas de apenas um ano. Ela conta como está sendo a experiência dele na creche. “Eu já percebi uma grande evolução nele. Ontem mesmo ele estava super tagarela em casa, ele já consumava falar algumas coisas, mas agora ele já consegue quase falar uma frase inteira. Eu gostei muito que no primeiro dia eu pude ficar na creche acompanhando ele, mas ele logo se adaptou”, relata.

Questionada sobre o que a fez matricular o filho na Pedaço de Mim ela afirma que foi uma série de fatores. “Senti confiança no ambiente que é amplo, o lugar é todo adaptado para as crianças nos mínimos detalhes, como o rodapé do chão, a estrutura na altura deles, as câmeras, o aplicativo e claro saber que ele seria bem tratado’, explica Janaína.

Parquinho da Pedaço de mim

A Pedaço de Mim tem capacidade para receber 60 crianças de cinco meses a três anos de idade (berçário, maternal I e maternal II), com opções de turno matutino, vespertino, semi-integral e integral, com acompanhamento de um professor para cada quatro alunos. Todos os profissionais da instituição possuem qualificação, sejam eles pedagogos, chefe de cozinha, psicólogo e nutricionista, todos com formação na área infantil. Além disso, a creche possui parceria com pediatra e odontopediatra.

Serviço

Site: https://pedacodemim.com/

Telefone: 061 3201-1212

Endereço: Setor Hoteleiro Sul, quadra 2, bloco h – Asa Sul.

Fotos de Rodrigo Pimenta – Foto Xis