Festa da Goiaba chega à 3ª edição no fim de semana
Assim como ocorre no caso do morango, Brazlândia começa a estabelecer tradição com outra fruta. São 78 produtores na região, que recebe o evento de sexta (9) a domingo (11).
Para divulgar uma cultura importante para a economia da região, Brazlândia promove, de sexta-feira (9) a domingo (11) a 3ª edição da Festa da Goiaba de Brasília. A Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão, no quilômetro 13 da BR-080, organiza e sedia o evento, de forma gratuita.
Com uma área de 280 hectares e 78 produtores, Brazlândia é referência na produção de goiaba no Distrito Federal. A produtividade da fruta na região está entre 30 a 40 toneladas por hectare. A safra ocorre entre fevereiro e abril, e a safrinha, entre setembro e novembro.
O cultivo da espécie já se consolida como tradição no local, segundo o presidente da associação, Takao Akaoka. “A festa é importante para que os produtores divulguem suas frutas e para que os encontros técnicos ajudem no avanço tecnológico da produção”, afirma.
As principais variedades da fruta são a Pedro Sato, para consumo in natura, e a Paluma, voltada mais para a indústria. A Tailandesa e a Cortbel também vêm sendo desenvolvidas na região.
“A festa é importante para que os produtores divulguem suas frutas e para que os encontros técnicos ajudem no avanço tecnológico da produção”Takao Akaoka, presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão
A Festa da Goiaba de Brasília é uma oportunidade para todos. Os produtores podem atrair novos mercados, e a população pode comprar diretamente deles. O governo de Brasília chega com o intuito de proporcionar informações técnicas a respeito do manejo.
Entre as atrações da festa está o espaço Empório da Goiaba. Vinte produtores rurais comercializarão doces, sucos, licores, tortas e geleias. O local terá ainda exposição e venda de flores, dentro da Florabraz, além da comercialização de frutas em geral.
3ª Festa da Goiaba de Brasília
Na Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (BR-080, Km 13, Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6)
Na sexta-feira (9), a partir das 19 horas, e no sábado e no domingo, às 10 horas
Nunca o discurso da sustentabilidade foi tão sentido na prática. Consumimos os recursos de maneira na maioria das vezes irresponsável, achando que a falta dos recursos naturais era algo distante, o que tornava a prática da sustentabilidade assunto que deveria ser tratado pelas gerações futuras. Desde setembro do ano passado, o Colégio CIMAN produz energia limpa e renovável, proveniente da captação da energia solar feita por 630 painéis fotovoltaicos, de 2 metros quadrados cada, que cobrem os quatro blocos da unidade Octogonal. Hoje, é única escola no DF a gerar 100% de toda sua energia elétrica por meio do Sol. “Desde que construímos o prédio, pensamos em explorar a energia solar. Agora, o equipamento se tornou acessível e o investimento deverá se pagar em seis anos”, explica o diretor-geral do Colégio CIMAN, professor Atef Aissami.
Professor Atef Aissami
Em média, o CIMAN Octogonal consome 29 mil kW/h por mês de energia elétrica. Com o sistema de produção de energia solar, entre 95% e 100% desse gasto deverá ser coberto. “Já estamos com excedente e créditos junto a CEB”, diz o diretor-geral. Isso porque, depois de captado pelos painéis, o calor do sol se transforma em energia contínua, que, ao passar por um inversor, se torna energia alternada, que é enviada para a rede elétrica da CEB. “Se usarmos menos do que produzirmos, teremos sobra de energia, que cairá direto na rede; se for menor, pagaremos a diferença”, acrescenta o diretor, explicando que a variação de produção depende de épocas chuvosas e secas e da quantidade de calor recebida a cada dia, com diferenças já previstas, também, entre as quatro estações do ano.
Os ganhos, porém, vão muito além da conta da CEB. “Trata-se de uma ação com muitas vertentes. Quando investimos na sustentabilidade, estamos educando com o exemplo. Nossos alunos entenderão, também, a preocupação da escola em evitar jogar dióxido de carbônico – CO2 na atmosfera, já que deixaremos de emitir 40 mil quilos desse gás por ano”, completa Atef Aissami. E tudo isso pode ser conferido na instituição, em um telão instalado no hall de entrada, com atualização automática, para que a comunidade acompanhe a quantidade de energia produzida e a quantidade de CO2 economizada pela escola, resultado do desempenho da captação de energia solar.
Para levar esse conhecimento aos estudantes, o diretor-geral do CIMAN visitou os 5ºs anos, série em que se começa a estudar o assunto, para mostrar como funciona o sistema de produção de energia limpa e renovável na instituição. “Os alunos já dominam os conceitos básicos de energias renováveis. Então, pudemos partir do macro para a realidade da escola. Falamos de compensação, de economia e de como será nossa produção. Todos estavam curiosos e foram muito participativos”, conta o professor Atef Aissami.
Outra novidade sustentável da escola neste ano está em dois sistemas naturais coordenados, instalados para amenizar os dias quentes e secos do Distrito Federal. Depois de buscas e testes, as salas de aula das duas unidades ganharam umidificação baseada em dutos de água acoplados aos ventiladores. Em lugar dos aparelhos de ar-condicionado, nocivos à saúde e ao ambiente, o CIMAN aderiu a um modelo de vaporização de gotículas de água que se dispersam no ar pela força eólica. “Quando fizemos os primeiros testes em algumas salas de aula, tivemos logo a aprovação das professoras e dos estudantes, que sentiram a diferença positiva causada pelo sistema”, lembra o diretor-geral.
Outra novidade contra o calor foi a instalação, nos telhados das duas unidades, de exaustores com a finalidade de retirar o ar quente do ambiente. “No ginásio coberto do CIMAN Cruzeiro, essa instalação foi feita juntamente com o isolamento acústico, para diminuir o vazamento de barulho para a vizinhança. Alcançamos, com isso, mais uma vez, o objetivo preservar nosso ótimo relacionamento com os moradores dos prédios ao lado, que merecem tranquilidade em seus momentos em descanso”, lembra Atef Aissami. Em outro passo em prol da sustentabilidade, nas duas unidades, mais de 1.500 lâmpadas já foram substituídas pelas de LED, mais econômicas e duráveis – procedimento que seguirá até a substituição total das lâmpadas.
México abre temporada 2018 do Embaixadas de Portas Abertas
Estudantes do 5º ano do Centro de Ensino Fundamental 9 de Sobradinho II conheceram a sede diplomática do país latino-americano
Com o início do ano letivo, o Embaixadas de Portas Abertas retoma as atividades. A primeira edição de 2018 contou com a visita de 26 estudantes do Centro de Ensino Fundamental 9, de Sobradinho II, à representação do México no Brasil, nesta quinta-feira (8).
Foto: Tony Winston/Agência Brasília
O programa é uma forma de proporcionar intercâmbio cultural a alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal e de favorecer o processo de internacionalização de Brasília.
Ao chegar à sede diplomática, no Setor de Embaixadas Sul, os meninos do 5º ano foram apresentadas a uma réplica da Cabeça Olmeca, escultura que homenageia as etnias indígenas.
Ali, o adido cultural da Embaixada do México no Brasil, Rafael Barceló, explicou o compromisso do país latino-americano com os povos indígenas.
Em seguida, Barceló guiou os alunos na visita às instalações do prédio oficial e ao jardim da residência diplomática. Os estudantes foram, então, recebidos pela embaixatriz, Maria Eugenia Cova. Ela respondeu a perguntas sobre a cultura mexicana e as rotinas do trabalho diplomático no Brasil.
“Foi muito bom saber quem foi Frida Kahlo. Já tinha ouvido falar dela, mas agora a conheci melhor”Paola Jordana Sales Rosa, aluna do 5º ano do Centro de Ensino Fundamental 9, de Sobradinho II
Maria Eugenia também explicou parte da história da artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954), um momento que encantou a estudante Paola Jordana Sales Rosa, de 10 anos. “Foi muito bom saber quem foi Frida Kahlo. Já tinha ouvido falar dela, mas agora a conheci melhor”, disse.
No lanche, as crianças provaram bolo de cenoura com chocolate e mousse de pétalas de rosa. Na segunda etapa da visita, elas aprenderam expressões daquele país e notaram semelhanças entre o carnaval brasileiro e o Dia dos Mortos, uma das principais datas festivas do México.
Ao fim do encontro, o embaixador do México no Brasil, Salvador Arriola, agradeceu a visita e confirmou a ida à escola em 27 de março. “Foi um prazer tê-los aqui. Espero que vocês tenham se divertido e aprendido bastante”, disse.
Embaixadas aprovam iniciativa do governo de Brasília
Parte das representações internacionais que participaram do Embaixadas de Portas Abertas nos anos anteriores já manifestou interesse em repetir a experiência, de acordo com a chefe da Assessoria Internacional do governo de Brasília, Renata Zuquim.
No primeiro semestre deste ano, serão contempladas as representações diplomáticas ainda não visitadas. Já no segundo semestre, será a vez dos órgãos interessados em receber novamente as escolas.
Desde 2015, 27 embaixadas se tornaram parceiras da iniciativa do governo de Brasília. “O programa é uma oportunidade muito boa de as embaixadas mostrarem o que os países têm de importante e interessante”, disse Renata.
Brasil e México são parceiros internacionais
As relações diplomáticas entre os dois países contemplam diversas áreas. Cidade do México e Brasília entraram para a rede de Cidades Criativas, da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), em novembro de 2017.
Brasília e Cidade do México entraram para a rede de Cidades Criativas, da Unesco, em novembro de 2017
Além disso, a capital brasileira recebeu, em setembro do ano passado, o Prêmio Latino-americano ao Bom Governo Local pela desativação do lixão da Estrutural. O reconhecimento foi entregue na cidade de Pachuca, no México.
As trocas culturais ocorreram também por meio da música, em setembro de 2016, quando a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional recebeu o maestro mexicano Miguel Salmon Del Real.
O programa Embaixadas de Portas Abertas
O Embaixadas de Portas Abertas começou, como piloto, em 2015 e foi instituído oficialmente em 9 de agosto de 2017. O programa tem como objetivo aproximar os estudantes da rede pública da carreira diplomática e apresentar a eles os costumes de outras partes do mundo.
As atividades fazem parte do programa Criança Candanga, conjunto de políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência em Brasília.
A iniciativa, idealizada pela colaboradora do governo Márcia Rollemberg, é uma parceria entre a Assessoria Internacional, a Secretaria de Educação e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) — que leva os alunos às embaixadas.
Sandra Duailibe e Antenor Bogéa juntos em Encontros e Despedidas
Casa Thomas Jefferson Hall recebe o dueto que canta a brasilidade dos bambas da MPB
Música para a sexta-feira! No dia 9 de março, a intérprete Sandra Duailibe encanta o público de Brasília ao lado do compositor e cantor Antenor Bogéa com o show Encontros e Despedidas. Com um repertório que mescla canções de Milton Nascimento e Fernando Brant, Demétrio e Antenor Bogéa, Cristóvão Bastos e Aldir Blanc, dentre outros, o trabalho tem conquistado plateias e críticos no Brasil e exterior. O concerto será às 20h, no Casa Thomas Jefferson Hall – unidade da SEP 706/906 Sul.A entrada é livre e gratuita. Marcinho Silva, ao piano, acompanha os dois artistas.
Duailibe estudou música dos cinco aos quinze anos de idade no Conservatório Carlos Gomes, em Belém do Pará. Em 2005, começou a se dedicar exclusivamente ao canto e à música. Gravou CDs e um DVD, além da participação em diversos CDs e DVDs de grandes artistas, e shows no Brasil e no exterior.
Antenor Bogéa também é ligado à música desde a infância. O artista exerceu diferentes atividades profissionais antes de se dedicar integralmente ao canto e à composição. Bógea apresenta-se em festivais, teatros e clubes de jazz no Brasil e exterior. Gravou seis CDs, dividiu o palco com Nina Simone, Baden Powell, Pierre Barouh, Miúcha, Sivuca, e outros bambas.
Na apresentação do CTJ Hall, Duailibe e Bógea interpretarão composições de Milton Nascimento e Fernando Brant, Roberto Menescal e Chico Buarque, Dominguinhos, Ivan Lins, dentre outros.
PROGRAME-SE
SEXTAS MUSICAIS: Encontros e Despedidas
Quando: Sexta-feira,9 de março, às 20h
Local: Casa Thomas Jefferson – CTJ HALL – SEP-SUL 706/906
Reformado, o prédio dispõe de piso próprio para prática de dança, fachada e banheiros novos, sistemas elétrico e hidráulico adequados, iluminação modernizada e acessibilidade, como rampas e corrimãos.
A readequação foi possível graças ao recurso de R$ 3,2 milhões, financiados pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).
Renato Araújo/Agência Brasília-28.2.2018
A estrutura é formada por:
5 salas destinadas às práticas corporais
7 salas para práticas de produção, gestão e reflexão teórica
videoteca
jardim interno
salão de estar
cozinha
Gestão do espaço é compartilhada com sociedade civil
A curadoria e a coordenação das atividades do Centro de Dança do DF serão conduzidas em parceria com a organização da sociedade civil Conexões Criativas.
Selecionada por meio de chamamento público, até dezembro, a associação será responsável pela programação das atividades e por estimular o fomento a pesquisas de linguagem, investigação do movimento, qualificação artística e aperfeiçoamento profissional.
O orçamento previsto para articular as ações é de R$ 600 mil. Ao longo desse período, convocatórias públicas permitirão a ocupação dos espaços do Centro de Dança.
A colaboração está integrada ao programa Lugar de Cultura e alinhada às diretrizes da Política de Estímulo e Valorização da Dança do Distrito Federal, instituída pela Portaria nº 250, de 29 de agosto de 2017, para promover a inovação, o intercâmbio e o empreendedorismo no segmento.
Criado em 8 de março de 1985, espaço recebe cerca de 3 mil visitantes nos fins de semana.
- Foto: Dênio Simões/Agência Brasília
Jardim Botânico completa 33 anos; veja a programação especial
O local estará aberto com apoio da Polícia Militar, apesar da greve dos vigilantes
Feira de orquídeas, oficinas e mostras fotográficas vão marcar a comemoração dos 33 anos do Jardim Botânico de Brasília, completados nesta quinta-feira (8/3). A programação especial vai até domingo (11/3), das 9 às 17h, horário de funcionamento normal do parque. Criado em 1985, o espaço recebe aproximadamente 3 mil visitantes nos fins de semana.
As oficinas serão no sábado, às 15h, e no domingo, às 11h. Já a feira estará disponível durante todo o horário de visitação do Jardim Botânico. As atividades ocorrerão no Centro de Visitantes.
Uma mostra fotográfica com imagens do Cerrado também estará disponível no espaço. Já no Centro de Excelência do Cerrado (Cerratenses), haverá exposição de esculturas da fauna do bioma, com animais como o lobo-guará, o tamanduá e a capivara.
Os visitantes também terão acesso a um trenzinho que fará um tour, passando por locais como o Jardim Japonês, as trilhas e o anfiteatro.
Greve de vigilantes não atrapalha programação
Devido à greve dos vigilantes, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fará a segurança do parque, garantido a abertura do local nos dias de comemoração.