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sábado, maio 2, 2026
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DF começou a emitir a nova Carteira Nacional de Identidade

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Mais versátil e seguro que o antigo RG, documento utiliza tecnologia Serpro e adota o CPF como número único de identificação nacional

O Distrito Federal iniciou, ontem, a emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN), um marco importante na unificação dos documentos de identificação no país. O DF se junta ao Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Acre, Piauí e Pernambuco, que começaram a emitir o novo documento em 2022, e ao Amazonas, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Alagoas, estados que iniciaram a emissão neste ano.

A CIN adota o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como Registro Geral Nacionalacabando com a duplicidade na identificação do cidadão e reduzindo o número de fraudes. A ideia é que, apenas com a CIN, o cidadão possa ter acesso a seus prontuários no SUS, a benefícios como o Bolsa Família, registros no INSS, além de informações fiscais, tributárias e ligadas ao exercício de obrigações políticas, como o alistamento eleitoral e o voto. Muitas das crianças brasileiras também podem possuir a carteira, já que, desde 2017, é obrigatória a inclusão do CPF nas certidões de nascimento.

“A nova carteira de identidade é um exemplo de como a transformação digital pode simplificar a vida das pessoas, trazendo transparência e segurança ao seu cotidiano, com repercussões em situações diversas como maior facilidade na obtenção de crédito, redução de fraudes, utilização de informações para programas de governo e até mesmo melhoria na apuração de inquéritos criminais”, afirmou o presidente do Serpro, Alexandre Amorim.

Vanessa Spagnolo, diretora-adjunto do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Distrito Federal, informa que o órgão já está emitindo o novo documento para todos os interessados, mas destaca que ninguém precisa ter pressa para ir até o posto de identificação, porque o documento atual é válido até 2032.

Antes de se dirigir até o posto de identificação, você deve fazer uma pesquisa sobre o seu CPF no site da Receita Federal. Se ele consta como regular ou pendente de regularização, você está apto para fazer identidade nacional. Se, pelo contrário, ele consta como suspenso ou cancelado, você deve se dirigir até um posto da Receita Federal ou buscar atendimento pela internet. É muito importante também observar se os seus dados estão atualizados, principalmente o seu nome completo, data de nascimento e o nome da mãe”, orienta Vanessa.

Por que a CIN é considerada segura

Um grande diferencial da Carteira de Identidade Nacional é o uso da tecnologia blockchain para sincronizar dados com a Receita Federal, a mesma responsável por criar o bitcoin e outras criptomoedas. Isso garante a chamada “imutabilidade dos dados” e, assim, no compartilhamento das informações entre a Receita e os órgãos de identificação civil, é praticamente impossível alterar ou falsificar as informações registradas. Para isso, foi utilizado o b-Cadastros, uma solução desenvolvida pelo Serpro que já garante a segurança da comunicação entre os órgãos aduaneiros dos países do Mercosul. Outra vantagem do blockchain é a descentralização. Os dados são distribuídos em diversas máquinas e nós da rede, o que reduz consideravelmente a vulnerabilidade a ataques cibernéticos.

Se o blockchain cuida da inviolabilidade da comunicação entre os órgãos do governo, uma outra tecnologia garante a autenticidade da própria Carteira de Identidade Nacional: o QR Code. Seja em sua versão eletrônica, de papel ou policarbonato, a criptografia presente no código permite que diversas informações venham a ser associadas à CIN e possam ser lidas por qualquer pessoa para a qual o documento tenha sido apresentado.

Isso vai permitir que o cidadão no futuro possa, a pedido, incluir o número de outros documentos na carteira, contribuindo para sua utilização como identificação única. Todos esses documentos também poderão ser conferidos no Gov.br. Em caso de perda ou extravio, essas informações também podem ser incluídas a partir do mesmo ambiente. A CIN conta, ainda, com um código de padrão internacional chamado MRZ, o mesmo utilizado em passaportes, o que a torna um documento de viagem.

Como emitir

Para emitir a CIN, o cidadão deve comparecer a um órgão do instituto de identificação portando a certidão de nascimento ou de casamento e um documento com o número do CPF regularizado. Cada estado tem uma definição própria de como será feito o atendimento: no Distrito Federal, basta se dirigir até o posto de identificação da Polícia Civil mais próximo de sua casa e ser atendido por ordem de chegada, ou agendar um horário pela internet e ser atendido nos posto do Na Hora.

Versão digital da CIN

Após o órgão de identificação civil emitir o documento físico, é possível obter a versão digital da CIN. Para isso, basta adicionar a carteira no aplicativo Gov.br, no ambiente “carteira de documentos”. Assim, a pessoa também pode utilizar a nova identidade a partir do seu celular. O tutorial pode ser conferido aqui. 

Importante destacar que a veracidade da versão digital do documento pode ser constatada por um simples aplicativo de celular. Para isso, basta baixar o aplicativo Vio, também oferecido pelo Serpro, e disponível gratuitamente na App Store e Google Play.

Especialista destaca cinco razões para investir em previdência privada

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Vantagens fiscais e possibilidade de alíquota de IR de 10% são alguns dos benefícios

Ao analisar a aposentadoria governamental, as pessoas frequentemente enfrentam limitações e incertezas quanto aos benefícios oferecidos. A busca pela segurança financeira destaca a importância de estratégias complementares, como o investimento em fundos de previdência privada.

De acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), no primeiro semestre de 2023, os aportes nesse modelo de investimento somaram R$ 77,4 bilhões, alta de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os resgates ficaram em R$ 66 bilhões.

Vinicius Rossite, especialista em fundos e previdência da Acqua Vero, compartilha insights sobre a importância dos fundos de previdência como opção de investimento a longo prazo. Abaixo, veja cinco motivos pelos quais os investidores podem considerar essa modalidade de investimento:

  1. Inexistência do come-cotas: a ausência da obrigação de pagar o come-cotas, um tributo recolhido pelo governo a cada seis meses. Essa característica proporciona maior flexibilidade e otimização fiscal aos investidores.
  2. Possibilidade de alíquota de IR de 10%: os fundos de previdência oferecem uma alíquota menor de Imposto de Renda (IR) no mercado, atingindo 10% no regime de tributação regressivo, tornando-se uma opção atrativa para quem busca eficiência fiscal;
  3. Vantagens fiscais: dedução fiscal dos transportes em PGBL de até 12% da renda tributável, proporcionando uma oportunidade única para contribuir com o mínimo para a previdência social ao optar pelo modelo de declaração completa do IR;
  4. Ferramenta de planejamento sucessório: os fundos de previdência oferecem liberdade de escolha de beneficiários e liquidez rápida após o falecimento do titular do plano;
  5. Estratégias semelhantes aos fundos fora de previdência: mudanças recentes na regulação permitem novas formas de investimento, proporcionando aos investidores a oportunidade de aplicar estratégias semelhantes às utilizadas em fundos convencionais.

Rossite explica que hoje os dois principais tipos de previdência privada existentes no Brasil são PGBL, que permite a dedução de até 12% da renda tributável no Imposto de Renda; e o VGBL, que não possibilita dedução fiscal, mas é mais flexível em relação à tributação.

Ele ressalta que a primeira opção é indicada para quem faz a declaração completa, já a segunda é ideal para quem utiliza o modelo simplificado de declaração ou não atinge o limite dedutível no PGBL. “No caso do PGBL, por exemplo, se o total de rendimentos no ano de 2023 foi de R$ 100 mil, por exemplo, a pessoa pode abater até R$ 12 mil em investimentos em fundos de previdência, reduzindo o total a ser tributado pela Receita para R$ 88 mil. Ou seja, foi possível economizar 3 mil no Imposto de Renda e ainda guardar R$ 12 mil para o futuro”, exemplifica.

Apesar disso, o especialista comenta que se o investidor pretender aplicar um valor superior a esses R$ 12 mil, ele pode fazê-lo por meio de um plano de previdência na modalidade VGBL ou aplicar em outros produtos que estejam adequados com seu horizonte e seus objetivos de investimento. “No VGBL a dedução do imposto é feita apenas sobre os rendimentos, por isso, é mais indicado para quem é isento de IR ou que faz a declaração de Imposto de Renda pelo modelo simplificado”, finaliza.

Confira 5 maneiras como a meditação pode ajudar no seu relacionamento

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Especialista explica os benefícios da prática de meditar nas relações interpessoais

Relacionamentos, por vezes, não são fáceis de lidar e precisam passar por manutenções. No geral, eles precisam envolver respeito, compreensão e atenção, mas nem sempre isso será suficiente — visto que são afetados diretamente com os problemas pessoais das pessoas envolvidas.

Quando você não está bem no seu interior, uma série de sentimentos e atitudes podem tornar uma relação mais difícil e gerar sofrimentos para os participantes. A meditação é uma ferramenta poderosa para melhorar seu relacionamento consigo mesmo e, consequentemente, te tornar uma pessoa melhor para se relacionar.

Além disso, ela também vai te ajudar a lidar quando o seu parceiro estiver passando por momentos difíceis, seja através do perdão, do autocontrole ou da autoconfiança. Neste artigo, a especialista em meditação, Gabi Frantz, separou 5 maneiras como a meditação pode ajudar no seu relacionamento — seja amoroso ou não. Confira:

1- Cura vícios emocionais:

Os vícios emocionais consistem em comportamentos inconscientes, que estão diretamente ligados às reações químicas que acontecem no nosso corpo frente a algum sentimento. A ansiedade, por exemplo, é responsável por liberar maiores quantidades de cortisol e com mais frequência, causando sintomas como preocupação excessiva, nervosismo, irritabilidade, insônia e fadiga.

“Quando uma pessoa está constantemente ansiosa, o seu organismo pode ficar viciado nas quantidades de cortisol liberadas. Quando essa taxa diminui, inconscientemente, ela busca situações que possam causar o sentimento e em seguida, a liberação de mais hormônio do estresse”, explica a especialista. “Esse é um comportamento que acontece no subconsciente da nossa mente e, por isso, pode ser muito difícil de identificar e contornar”.

Como solução, Gabi explica que é preciso começar a ter um olhar mais consciente sobre nossos sentimentos e como eles surgem, evitando que se acumulem e tomem proporções maiores. “A meditação nos ensina a observar e a manter esse estado de vigília interno, percebendo como nós nos comportamos e reagimos a determinadas relações ou atitudes”.

2- Regula reações:

A especialista explica que grande parte das vezes, um problema é muito maior na nossa cabeça do que na realidade, fazendo com que tenhamos reações desequilibradas ou incoerentes frente a uma situação. “Ao dedicar uma atenção especial a esses sentimentos e suas escalas, é possível evitar mais sofrimento”, ressalta.

Ela explica como meditar pode ajudar: “Adotar uma rotina de meditação permite uma maior auto observação e a autoconscientização, sendo possível enxergar o que se passa no nosso interior de maneira mais clara e tornar as nossas reações mais coerentes e equilibradas”.

3- Te ajuda a perdoar:

Guardar mágoas, ressentimentos e rancor, geram desequilíbrios nas nossas relações. Segundo a especialista, o rancor afeta todas as dimensões do nosso organismo. “A dificuldade de perdoar gera reações negativas no nosso corpo e, se manter vinculado a esse padrão de comportamento, acumula bloqueios emocionais que nos impedem de ter relações saudáveis”, afirma.

“A maneira como nos sentimos está relacionada à saúde no nosso corpo e, ao perdoar, você libera espaço mental e emocional para florescer as soluções desse conflito — seja diretamente com a pessoa, ou apenas no seu interior”, explica Gabi.

Neste caso, a meditação atua através da habilidade de empatia que é trabalhada em seus praticantes. “Ao meditar todos os dias, temos mais facilidade de nos colocar no lugar do outro, ter mais calma e pensar melhor antes de falar, tornando as relações mais leves”.

4- Desenvolve o autocontrole:

Em um mundo hiperconectado, as pessoas estão cada vez mais no modo automático, sem se fazerem conscientes de seus próprios pensamentos e sentimentos. Dessa maneira, muitas pessoas podem se sentir constantemente vulneráveis às emoções que sofrem ao longo do dia, estando propensas a impulsividade, agressividade ou tristeza pela falta de autocontrole.

A meditação estimula diferentes regiões do nosso cérebro, o que nos permite naturalmente desenvolver novas capacidades emocionais e sociais. “Quando a realidade é enxergada com mais clareza, temos reações mais equilibradas por não estarmos sendo guiados por emoções ruins, como raiva, vergonha e medo”, explica a especialista.

“Sendo assim, a prática permite que estejamos alinhados ao nosso ser de uma forma mais profunda e também desperta a nossa consciência — o que nos permite estar mais atentos e enxergar a realidade de forma mais clara e não desde nosso ego”, afirma Gabi.

5- Fortalece a sua autoconfiança:

A autoconfiança é fundamental para uma vida saudável, principalmente nas relações interpessoais — e está diretamente ligada ao seu autoconhecimento. Considerando que, na maior parte do tempo, nossa atenção está direcionada para os acontecimentos externos, é preciso separar momentos de reflexão para se conscientizar sobre seus pensamentos e assim entender melhor as suas reações.

O poder do comentário de uma pessoa, por exemplo, está relacionado ao estado do seu “mundo interno”, como a especialista chama. “Se você está enfraquecido internamente, esse comentário vai te abalar, vai te gerar sofrimento. Para que as suas relações não sejam um motivo de sofrimento, é preciso voltar a sua atenção para o seu mundo interno e entender porque a perspectiva de tal pessoa tem tanto poder sobre você”.

Segundo Gabi, por vezes, nos colocamos em situações ou relações desagradáveis pela falta de entendimento sobre como funcionamos. “A prática da meditação é o momento para refletir, observar o seu mundo interior e entender o que te faz bem ou não. Feche os olhos para evitar se distrair e, assim, se desconectar dos acontecimentos ao seu redor”, completa.

Sobre Gabi Frantz

Conheceu a meditação aos 15 anos, e ao notar as mudanças que a prática trazia para sua vida, decidiu se aprofundar ainda mais nesse mundo. Atualmente seu currículo conta com mais de 30 cursos voltados para a área e está finalizando seu PhD em Medicina Natural pela Quantum University.

Em 2003, criou seu primeiro grupo de meditação guiada, que hoje conta com mais de 2.500 participantes todos os dias. Mestre em meditação, seu perfil ativo no Instagram conta com mais de 100 mil seguidores, além disso é dona do canal no YouTube “Meditar com vc”, que tem mais de 80 mil inscritos, e do site meditar.com.vc, onde oferece cursos gratuitos e de meditação.

Acesse:

https://meditar.com.vc/

https://www.instagram.com/meditar.com.vc/

https://www.linkedin.com/in/gabifrantz/

 

A empresária que deu uma virada na sua trajetória quase da noite para o dia

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A empresária que deu uma virada na sua trajetória quase da noite para o dia

Andreia Teixeira hoje dirige a empresa Ótica Via Rico, especializada em óculos de Sol e de Grau.

A série Empreendedora da 61Brasilia publica semanalmente o perfil de uma líder empresarial diferente no DF. Nesta semana, conversamos com Andreia Teixeira, uma visionária na Ramo Óptico na Ceilândia.

Como você se sentiria se perdesse o chão quase da noite para o dia?

Essa foi a situação que Andreia enfrentou no final de 2019, quando a pandemia estourou, levando o mundo todo, a uma verdadeira queda livre.

“Foi como uma bomba nuclear”, lembra ela.

Andreia deu início à Via Rico em 2020, diretamente da Gaveta do Céu, em Ceilândia Brasília DF, quando tinha 40 anos. A empresa se tornou um dos principais fornecedoras de óculos.

Durante a pandemia, suas vendas estavam crescendo muito, à medida que mais e mais residências eram visitadas.

Os bons tempos foram tão bons que, dois meses depois de abrir a primeira loja no centro de Ceilândia, em abril de 2020, a modesta mulher, de fala mansa, virou subitamente uma celebridade.

“Não pensei muito em toda a situação, só aceitei toda a graça escandalosa, que a empresária e amiga Denise Pereira apresentou para mim, diz Andreia, agora com 44 anos.”

“Você vai ter sua ótica.”, diz Denise.

“O dinheiro não era um problema, porque eu tinha uma carta de crédito, eu pegava em consignado, vendia e pagava a ela, daí em diante não parei mais”.

“O que foi difícil de lidar, como ser humano, foi a enorme mudança de circunstâncias, como uma de minhas primeiras clientes, que insistia em vir até mim, eu ainda não tinha uma loja, então acabei atendendo-a debaixo de uma árvore, e foi imensamente gratificante ver sua satisfação. Foi emocionalmente difícil de lidar por diferentes razões.”

Com um diferencial importante: ela faz atendimentos domiciliares em toda Brasília, com sua mala de óculos cheia de oportunidades.

Andreia com sua Maleta especialmente para visitas aos seus clientes.

Em 2023, ela iniciou seu mais recente negócio, Franquias Via Rico, com a primeira na Bahia. Andreia agora emprega uma equipe que fica de olho nas tendências.

Sediada no Centro de Ceilândia, com uma força de trabalho de pessoas abençoadas, a nova empresa projeta crescer abrindo mais uma loja no Plano Piloto.

Embora o projeto das franquias ainda esteja engatinhando, a vantagem é que ela já tem projeto e a primeira loja funcionando, o que é uma vantagem para que tudo ande mais rapidamente.

A trajetória de Andreia Teixeira é um exemplo do perfil atual do empreendedorismo feminino. Andreia desempenha várias funções na empresa.

“Trabalho em conjunto com os meus colaboradores, supervisiono a administração e ainda produzo fotos/vídeos para as redes sociais. Aqui, coloco um pouco de mim em tudo. Atribuo o sucesso da aos nossos esforços”, afirma.

Em 2023, a Via Rico teve resultados significativos, registrando um crescimento que ultrapassou a soma dos anos de 2021 e 2022. O crescimento do empreendedorismo feminino serve como fonte de inspiração e fortalecimento para um número cada vez maior de mulheres. “Nós, mulheres empreendedoras, também exercemos papéis de mães, esposas, filhas e amigas e, ainda assim, conseguimos reservar um tempo de qualidade para nós mesmas”, conclui Andreia.

A Cliente e Amiga Eloia Moreira.

“Conheci Andreia quando montei a loja Colaborativa do Elas+ no shopping Deck Norte, e desde sua chegada ao grupo vi o diferencial na força e forma de atendimento e metodologia de venda. Andreia não vende óculos, ela cria relacionamento com a cliente. Hoje tenho uma coleção de óculos, depois de ser atendida por ela. Não é sobre óculos …é sobre Andreia! Diz Eloia Moreira”.

Eloia Moreira, Lucia Adorno e Andreia Teixeira.

 

“Andreia faz parte de um grupo de visionárias do comércio que também carregam o gene da empreendedora”. Diz Lucia Adorno, cliente e atualmente assistente na Via Rico.

 

“A jornalista diz que,” Andreia é inteligente, de maneira intensa, é uma boa propaganda para as pessoas de Fé.”

Olhando para a época onde tudo começou, Andreia hoje acredita que deveria ter previsto o que ocorreria?

“Eu não acho que muitas pessoas estavam preparadas para esse tipo de Intempérie, elas nunca parecem estar”, disse.

Ela lembra que a empresa foi uma das poucas da região a sobreviverem.

“Uma coisa que aprendi na época era estar atento para uma visão mais analítica do mundo ao nosso redor. Então, a partir desse momento, sempre tive o que descrevo como uma equipe de análise. Eles basicamente analisam o ambiente o tempo todo, são um monitor sísmico sensível. E não estou apenas procurando os desastres que estão por vir, estou procurando as coisas que vão explodir (no bom sentido).”

Serviço: 

Ótica Via Rico

Qnm 17 conj. C loja 1
WhatsApp: 61 99859-4367
www.oticaviarico.com.br

Seu corpo sabe a diferença entre estresse bom e estresse ruim. E você?

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Especialista da Mayo Clinic Healthcare descreve os sinais e sintomas da sobrecarga de estresse

Pode ser uma surpresa para você, mas nem todo estresse é ruim. Níveis saudáveis de estresse ajudam a desenvolver resiliência, diz a cirurgiã Safia Debar, especialista em manejo do estresse na Mayo Clinic Healthcare em Londres. Neste alerta do especialista, a Dra. Debar explica a diferença entre estresse bom e ruim, e como saber quando você está em risco de sobrecarga.

O estresse é uma reação física e psicológica a uma demanda e essa demanda pode ser qualquer coisa, diz a Dra. Debar. O estresse que é bom para nós e pode até nos dar uma sensação de bem-estar é o eustresse, ao contrário do distresse. O mesmo evento, por exemplo, um casamento, pode gerar qualquer um deles, diz a Dra. Debar.

“Trata-se da percepção desse estresse e como o nosso organismo lida com ele”, diz a Dra. Debar. “O estresse crônico impacta todos os órgãos do corpo. Você poderá sentir ansiedade, depressão e problemas digestivos, por exemplo.”

O estresse desencadeia uma sequência de reações na mente e no corpo à medida que você responde a ele, diz a Dra. Debar. Sob estresse normal, as pessoas partem de uma base de relaxamento, se deparam com um fator estressante, a resposta ao estresse se inicia, atinge o seu pico e, depois, volta para a base.

Entre as mudanças físicas que podem ocorrer ao perceber uma ameaça estão:

  • O sistema nervoso simpático e a produção do principal hormônio do estresse, o cortisol, são ativados.

  • Os pensamentos passam a ficar negativos conforme você vivencia ou prevê algo ruim. Hiperatenção é direcionada ao que está acontecendo.

  • O coração, pulmões e músculos se preparam para você lutar ou correr. Há um aumento na frequência cardíaca, pressão arterial e frequência respiratória à medida que o organismo precisa enviar mais oxigênio para as células. Os músculos tensionam.

  • Os sistemas digestivo e reprodutivo desaceleram, pois sua atividade não é necessária.

  • O sistema imunológico se concentra em combater invasores microscópicos como vírus ou células cancerígenas e passa para o modo inflamatório, aumentando a produção de proteínas, chamadas de citocinas, que ajustam esse processo.

Quando se percebe que a ameaça já não existe mais, o organismo começa a se reparar dessa resposta e se organizar. Ele muda para um estado de reparo, renovação e crescimento conforme a resposta ao estresse passa. Fisicamente, a frequência respiratória e cardíaca desacelera, a pressão arterial normaliza, você passa a respirar mais profundamente, a tensão muscular alivia, os sistemas digestivo e reprodutivo retomam a atividade normal e você começa a se conectar com outros para contar sobre a ameaça que acabou de vivenciar, diz a Dra. Debar.

“Se você se estressa e, depois, se acalma, significa que você completou o nosso ciclo. Não houve nenhum dano”, diz a Dra. Debar. “Na verdade, é provavelmente bom para você, pois sua resiliência aumenta. Se, alguma vez, você passou por uma situação estressante na vida, processou ela e completou esse ciclo, na próxima experiência semelhante, você saberá que é uma situação ruim, mas que conseguirá superar.”

No entanto, quando alguém se estressa demais e repetidamente, a capacidade de voltar para a base começa a diminuir aos poucos, diz a Dra. Debar.

“Você pode se estressar e ficar nessa condição, tendo uma resposta prolongada. Isso ocorre quando você está em modo de hiperatenção, em que se sente com energia, porém cansado e ansioso”, diz a Dra. Debar. “Ou quando você vivencia muitos fatores estressantes na vida e não reage de forma adequada a eles. É a falta de recuperação, e não o próprio fator estressante, que é crítica. Depois de um tempo, pode ser que você simplesmente fique sem reação e se sinta “anestesiado”.

Às vezes, as pessoas acham que seria bom não ter uma reação, acrescenta a Dra. Debar, mas, internamente, a resposta ao estresse e sua sequência de eventos internos acontecem mesmo assim. Eles apenas acontecem de forma oculta.

Há vários sinais que podem indicar o risco de sobrecarga de estresse e que é hora de tratá-los, diz a Dra. Debar:

  • Se o estresse parece incansável e constante.

  • Se o estresse parece incontrolável e você não consegue relaxar ou sente que está no “piloto automático”.

  • Se é difícil para você controlar as emoções.

  • Se você começa a fugir da vida e/ou pessoas.

  • Se você apresenta sintomas físicos como dores de cabeça, dor no peito, dor no estômago, dificuldade para dormir ou fica doente com mais frequência.

“Pense em como o seu organismo administra o estresse e como você o administra emocionalmente, fisicamente e em seus relacionamentos”, diz a Dra. Debar. “O que você faz e o que não faz.”

O estresse crônico pode ter efeitos de longo prazo na saúde. As pessoas com sintomas físicos contínuos ou que acham que mudanças ao estilo de vida não parecem ajudar devem consultar o seu médico, diz a Dra. Debar.

 

6 Mitos e verdades sobre a suplementação da vitamina C

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Apesar de ser imprescindível para o corpo, a vitamina C não é produzida por ele. Muitos benefícios são provenientes desse nutriente e por isso é muito importante sua presença no organismo, seja pela ingestão de alimentos ou pela suplementação. E quando esse é o assunto, muitas dúvidas acabam surgindo. É verdade que quando estamos gripados devemos consumir vitamina C? Os alimentos contêm mais vitamina do que os suplementos? A Consumer Healthcare na Sanofi convidou o Dr. Rodolfo Camargo, nutricionista e especialista em suplementação, para esclarecer alguns mitos e verdades. Confira a seguir:

1 – É correto ingerir vitamina C todos os dias. 

Verdade. Seja através de alimentos ou da suplementação, o correto é que o organismo obtenha vitamina C todos os dias. Mesmo em casos em que o corpo não apresente a deficiência desse nutriente, ainda sim é recomendado essa ingestão com recorrência, pois dessa forma, quando houver um caso de gripe, por exemplo, a magnitude dessa infecção será menor, já que o sistema imunológico estará mais preparado, devido aos níveis adequados de vitamina C presentes no corpo. É importante citar que uma semana sem ingerir essa vitamina é o suficiente para que o estoque despenque e que quando os sintomas aparecerem, isso significará que o organismo está infectado há alguns dias e, portanto, a carga viral está alta, não adiantando recorrer à vitamina apenas após a infecção.

2 – A absorção de vitamina C obtida através do alimento é melhor do que a do comprimido. 

Mito. O organismo não é capaz de identificar a origem da vitamina C. Quando ela chega no intestino, ela já foi digerida pelo estômago, tornando-se o quimo, massa pastosa formada após a digestão. Dessa forma, o intestino não consegue reconhecer se a vitamina veio de um alimento ou de um comprimido, já que ela é absorvida da mesma forma pelo corpo. O que acontece é que a quantidade de vitamina C presente nos alimentos é geralmente menor do que nos comprimidos, o que permite que ela seja 100% absorvida. Como em alguns comprimidos a quantidade pode ser superior ao limite de absorção (em média 500mg), o organismo não conseguirá absorver totalmente esse nutriente.

3 – O consumo de colágeno diário é ineficaz se houver déficit de vitamina C no organismo.

Verdade. Após o colágeno ser ingerido pelo corpo humano, ocorre a quebra desse colágeno em aminoácidos. Após essa quebra, os aminoácidos precisam ser reconstruídos para se tornarem colágeno novamente, ou seja, precisam ser sintetizados. Na falta de vitamina C, essa síntese não acontece e, portanto, o organismo não produzirá o colágeno da maneira correta.

4 – Não é correto tomar vitamina C caso ela não esteja em falta no organismo.

Mito. Quando o ser humano fornece uma quantidade de vitamina C para o corpo um pouco maior do que a dose necessária, desde que não ultrapasse o limite (em média 500mg), ele garante o poder antioxidante, ou seja, permite que a pessoa viva melhor e evite um mau envelhecimento. Para entender melhor, o organismo produz uma substância chamada radicais livres. Essa produção ocorre a partir do estresse das células e causam a piora da qualidade de vida. As substâncias antioxidantes diminuem a quantidade de radicais livres no corpo, garantindo que o ser humano viva melhor.

5 – Os idosos necessitam de mais suplementação.

Verdade. Com o passar do tempo, por uma questão de paladar, os idosos apresentam mais dificuldade para consumir alimentos ricos em vitaminas e minerais. Dessa forma, é necessário reforçar esses nutrientes por meio da suplementação, para garantir que eles estejam com a dose necessária em dia. Por isso é importante, a partir de estudos científicos, verificar quais são as maiores carências dessa idade e reforçar a quantidade dessas vitaminas e minerais na formulação dos comprimidos. Além disso, é pertinente que eles complementem a vitamina C por conta do poder antioxidante, garantindo melhor qualidade de vida.

6 – As mulheres precisam de mais suplementação que os homens. 

Mito. O que ocorre em alguns suplementos vitamínicos voltados para mulheres é a presença de vitaminas e minerais que auxiliam na força e crescimento dos cabelos, nos cuidados com a pele e as unhas, como a biotina, por exemplo. Isso não significa que as mulheres necessitem de mais suplementação do que homens. No geral, os suplementos apenas fornecem nutrientes voltados aos desejos da maioria das mulheres.