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Novo modelo de placas de veículos começa a valer em 1º de setembro

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Novo modelo de placas de veículos começa a valer em 1º de setembro

A partir de 1º de setembro, as placas de veículos brasileiros começarão a ser substituídas por um novo modelo que segue o padrão estabelecido pelo Mercosul. Aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a mudança deverá ser feita até 31 de dezembro de 2023, quando toda a frota de veículos nacionais deverá estar rodando com a nova identificação. O valor a ser cobrado pelas placas ainda não está definido.

Segundo resolução nº 729, publicada no Diário Oficial da União de hoje (8), a medida se aplica também aos reboques, semirreboques, motocicletas, triciclos, motonetas, ciclo elétricos, quadriciclos, ciclomotores, tratores e guindastes, que serão identificados por uma única placa, instalada na parte traseira.

Revestidas com película retrorrefletiva, as novas placas terão fundo branco com margem superior azul e as imagens da bandeira brasileira e o símbolo do Mercosul, mantendo os atuais sete caracteres alfanuméricos. Na parte frontal, a película protetora deverá conter as palavras Mercorsur Brasil Mercosul estampadas. Além disso, deverão possuir código de barras bidimensionais dinâmicos (Quick Response Code – QRCode) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados de seu fabricante.

Os fabricantes de placas serão credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e serão responsáveis pela produção, logística, gerenciamento informatizado, distribuição e estampagem das placas veiculares. O credenciamento dos fabricantes terá validade de quatro anos, podendo ser revogado a qualquer tempo, se não mantidos, no todo ou em parte, os requisitos exigidos para o credenciamento.

 

Fonte: Agência Brasil -EBC

Beleza Negra promove Oficina de Fotografia de Moda

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Beleza Negra promove Oficina de Fotografia de Moda

Evento é parte do projeto Beleza Negra que traz oficinas gratuitas com temáticas sobre moda, estilo, comportamento e empreendedorismo

Dar personalidade à proposta pensada pelos designers, por meio da fotografia. É com esse objetivo que o projeto Beleza Negra abre a programação de workshops com a Oficina de Fotografia de Moda, nesta sexta-feira (9). A entrada é gratuita. O encontro é às 14h no Espaço Território Criativo, na Biblioteca Nacional de Brasília. As inscrições serão feitas na hora, no local do evento. Na ocasião, os participantes terão contato com técnicas de postura, olhar, expressão, fashion film e os diversos níveis da fotografia de moda, orientados pelo fotógrafo e cineasta Rafael Morbeck.

O evento faz parte do Circuito de Oficinas do projeto Beleza Negra, que vem sendo desenvolvido com o objetivo de incentivar crianças, jovens e adolescentes sobre o consumo da moda e o fazer artístico, trabalhando a autoestima, a quebra de preconceitos, o empoderamento e a valorização da cultura afro, bem como sua inserção no mercado de trabalho e abre espaço para a realização de oficinas gratuitas com as temáticas sobre: moda, estilo, comportamento e empreendedorismo. Para ministrar esses encontros, a curadoria convidou profissionais ativos na moda brasiliense, como Fernando Lackman, professor e jornalista de moda, Raoni Vieira, stylist e produtor de moda, o fotógrafo Rafael Morbeck e a psicóloga Eva de Queiroz.

Os workshops acontecem sempre nas sextas-feiras e são direcionados para quem se interessa pela moda e suas profissões. As próximas oficinas estão marcadas para os dias 16 e 23 de março e 6 de abril.  Além do circuito de oficinas, o projeto realiza ainda o Desfile Beleza Negra, que entra na sua 9ª edição e acontece no dia 7 de abril, no JK Shopping.

Circuito de Oficinas do projeto Beleza Negra

16 de Março – Eva De Queiroz – psicóloga | Palestra sobre Auto estima, anorexia, bulimia, construção da imagem e postura ética;

Dia 23 de Março – Raoni Vieira – stylist | Oficina sobre a História da Moda, stylist de moda, produção de desfile, produção de editorial de Moda, aula de passarela;

Dia 06 de Abril – Fernando Lackman – jornalista, stylist e diretor criativo do JK Street Fashion | Oficina sobre carreira comercial fashion e carreira de modelo.

Sobre o Desfile Beleza Negra

O Desfile Beleza Negra chega a sua 9ª edição como o maior desfile de moda afrodescendente de Brasília e será realizado no dia 7 de Abril, no JK Shopping, com entrada gratuita. O evento abre espaço para diálogos com o poder público, organizações governamentais, movimentos sociais e culturais, universidades, redes, coletivos e outros grupos.

O projeto nasceu em 2012 à partir da observação da produtora de moda, Dai Schmidt, ao perceber que nas passarelas dos desfiles onde atuava havia poucos modelos negros. Após essa percepção surgiu a ideia de criar um desfile com modelos negros, na Semana da Consciência Negra. O evento ganhou notoriedade e, desde então, vem sendo desenvolvido com o objetivo de incentivar crianças, jovens e adolescentes sobre o consumo da moda e o fazer artístico, trabalhar a autoestima, a quebra de preconceitos, empoderamento e a valorização da cultura afro, bem como sua inserção no mercado de trabalho. O Desfile já apresentou estilistas nacionais e internacionais, como o Moçambicano Pinto Música, a Angolana Siwana Azevedo e a marca de Senegal Afrikanus.

Sobre Rafael Morbeck

Graduado em Cinema e Mídias Digitais pelo IESB, fotografou desfiles de moda importantes como Capital Fashion Week e Vivo Park Fashion, algumas de suas fotos foram divulgação de artistas, músicos de Brasília. Tornou-se diretor de cinema após acumular experiências em diversas outras funções, principalmente direção de fotografia. Rafael trabalhou com filmes de ficção e documentário, videoclipes e gravação de DVD musical, acumulando mais de 50 obras como Diretor de Fotografia e Diretor Geral. Seu primeiro curta como diretor Casulo recebeu dois prêmios de melhor fotografia e lhe rendeu uma bolsa de estudos na faculdade onde cursou cinema.

Dentre os trabalhos profissionais destacam-se gravações pelo Ministério das Relações Exteriores (Senegal-África) e para a Secretaria da Presidência da República (Prêmio ODM – ONU). Realizou também como animador 3D o curta “Rua das Tulipas” amplamente premiado. É Diretor de Fotografia do filme “O Renascimento do Parto” (2013), segundo filme documentário nacional de maior bilheteria em 2013 e do documentário “Operários da Bola” (2014), que lhe proporcionou, pelo segundo ano consecutivo, estar nas salas de cinema do Itaú Cultural, terceiro maior exibidor de cinema do Brasil.

Serviço

Circuito de oficinas do projeto Beleza Negra

Oficina de Fotografia de Moda com Rafael Morbeck

Data: 9 de março, às 14h

Local: Espaço Território Criativo

Endereço: Biblioteca Nacional de Brasília – Esplanada dos Ministérios
Inscrição gratuita no local do evento
Telefone para mais informações: 61 98179-4411
Classificação indicativa: 12 anos

 

Ainda não há consenso sobre a demolição de viaduto no Eixo Sul

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Desabamento viaduto eixão sul - Data: 06-02-2018 Foto: João Stangherlin

Ainda não há consenso sobre a demolição de viaduto no Eixo Sul

Não existe um consenso em relação a demolição do viaduto do Eixo Rodoviário Sul, sobre a Galeria dos Estados, que desabou em 6 de fevereiro. Na quarta-feira (7), a Universidade de Brasília indicou colapso completo, mas novo relatório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal aponta possibilidade de recuperação completa e segura da laje. O governo ainda não tem posição oficial.

O consenso está na parte superior dos pilares que seguram as pistas do viaduto. Este, sim, será demolido e refeito. No entanto, a variável de custo e vulnerabilidade será considerada para determinar oficialmente o destino do viaduto. A previsão é que seja divulgada na próxima semana o encaminhamento da estrutura.

O CREA-DF acionou um professor da Universidade de São Paulo (USP) para realizar um novo estudo sobre a área. Pedro Almeida já havia participado do projeto de manutenção daquele elevado, feito em 2014. Para ele, a indicação é de recuperação do tabuleiro, laje sob o asfalto do Eixão. “Houve análises que provaram, com métodos científicos e técnicas de projetos, que todo o tabuleiro do viaduto pode ser recuperado, mas os balanços dos pilares devem ser demolidos e reconstruídos”, afirmou o professor.

O problema, segundo novo relatório, estava na concepção do projeto, que deixou partes ocultas na estrutura dos pilares. “Essa parte da estrutura que ficou 58 anos oculta. A água entrou e se alojou, corroendo os cabos que se romperam”, explica o especialista. De acordo com ele, o problema só se tornaria visível na iminência do colapso.

O Governo de Brasília diz que ainda não teve acesso ao relatório da UnB divulgado ontem, que saiu do grupo de trabalho. Tudo indica que seguirão o relatório do CREA. Márcio Buzar, diretor do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) diz que é preciso atender a critérios de segurança. “Temos de um lado a UnB com posição conservadora de demolir tudo. Do outro, o CREA discordando. Não mudamos nossa posição de que depende de segurança e custo para tomar a decisão. Vamos analisar os dois relatórios”, afirmou.

TJDFT definirá nome da ponte: Honestino Guimarães ou Costa e Silva

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Brasília(DF), 17/06/2016 - Ponte Honestino Guimarães no Lago Sul - Placa da ponte pichada com o nome Costa e Silva Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

TJDFT definirá nome da ponte: Honestino Guimarães ou Costa e Silva

Nome do líder estudantil perseguido na ditadura substituiu, em 2015, o do ex-presidente Costa e Silva. Ação questiona constitucionalidade

Além de provocar debates acalorados, a mudança do nome de uma das pontes que liga a Asa Sul ao Lago Sul causou impasse dentro do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Após tramitar por duas varas, a ação popular que questiona a constitucionalidade da alteração será avaliada pela alta cúpula da Corte, o Conselho Especial.

A estrutura passou a se chamar Ponte Honestino Guimarães em agosto de 2015, com a sanção de uma lei proposta pelo deputado distrital Ricardo Vale (PT). Mas, dois meses depois, um grupo de moradores de Brasília, descontentes com a decisão, entrou na Justiça pedindo a anulação da mudança.

A ação popular afirma que a alteração do nome é inconstitucional por “vício de iniciativa”, já que caberia apenas ao governador do DF sugerir projeto de mudança de nomenclatura do logradouro. Também é questionada a ausência da realização de audiência pública para discutir o assunto. Outro argumento é que o Museu Nacional de Brasília já leva o nome do líder estudantil.

Em 2007, o juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara de Meio Ambiente Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF, entendeu que o processo da renomeação da ponte era anulável, já que não houve participação pública na decisão. Mas não considerou a alteração inconstitucional. Na sentença, o magistrado determinou a convocação de debates para definir um “nome que enfim atenda às exigências legais pertinentes”.

A decisão foi alvo de questionamentos do GDF e dos autores da ação pública. Com os recursos, o caso subiu para a 7ª Turma Cível. No último dia 21, o colegiado avaliou que a ação deveria ser remetida ao Conselho Especial, responsável por avaliar a adequação das leis do DF à Constituição. Não há data para que a alta cúpula do TJDFT julgue o processo.

3º Semina incentiva ocupação feminina na Cultura

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3º Semina incentiva ocupação feminina na Cultura

Seminário de Equidade de Gênero nas Profissões de Cultura vai até 24 de março com programação diversificada. Os eventos são gratuitos

Como forma de incentivar a participação feminina na cadeia produtiva cultural, o governo de Brasília promove o 3º Seminário de Equidade de Gênero nas Profissões de Cultura (Semina).

O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal. De 7 até 24 de março, estão programados mostras literárias, feiras, encontros e shows voltados para a formação política e técnica das participantes.

O seminário surgiu, em 2016, com base na percepção da ausência de mulheres em áreas técnicas, como a do mercado de sonorização, de acordo com a subsecretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Jaqueline Fernandes.

A cultura é um espaço estratégico para a mudança social 

Ela percebe nesse tipo de encontro uma forma de fortalecer mecanismos da cadeia produtiva. “A cultura é um espaço estratégico para a mudança social”, observa. Os eventos têm entrada gratuita.

No Dia Internacional da Mulher, 8 de março (esta quinta-feira), começa o festival Hip Hop Mulher: a ocupação, no Conic, no Setor de Diversões Sul. A partir das 19 horas, 30 artistas sobem ao palco para mostrar ao público a dança, a música e a poesia que produzem.

A iniciativa, idealizada pela rapper Cleo Street segue até sexta-feira (9) e é financiada por meio de edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

O Semina prevê ainda o 1º Encontro da Rede de Mulheres nas Artes Visuais, que ocorre na sexta-feira (16), no auditório II do Museu Nacional da República.

Interessadas em participar da Feira de Mulheres Empreendedoras, no sábado (17) e no domingo (18), devem aderir ao chamamento público divulgado no site da pasta.

Nele estão listados os documentos obrigatórios para o processo seletivo. As inscrições vão até domingo (11), por meio do e-mail mulheresempreendedorasfeira@gmail.com.

Está programada ainda a Mostra Nacional de Negras Autoras e o sarau Palavra Preta, no foyer da Sala Villa Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro.

Festival hip-hop movimenta programação do Semina nesta quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a partir das 19 horas, no Conic

As apresentações serão no domingo (18), das 17 às 21 horas. Também no foyer, ocorre o Semina Acústica, no sábado (17), com a participação da cantora Ellen Oléria.

A Comuna Panteras Negras, no sábado (24), encerra a série de eventos da terceira edição do seminário. Nesse dia, ocorrerão atividades como oficina de turbantes, contação de histórias e inauguração da Biblioteca Carolina Maria de Jesus, no Assentamento Pequeno Willian, em Planaltina.

A Secretaria de Cultura ofertará vans para o transporte das participantes da Comuna. O ponto de encontro é o foyer do Teatro Nacional, e a saída está prevista para as 9 horas. Interessadas devem chegar com 15 minutos de antecedência. Ao fim do dia, os veículos as trarão de volta.

Nesta quarta-feira, um grupo de 40 internas da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (Colmeia) participou de oficina de poesia com a instrutora Poliana Martins. O objetivo é incentivar mulheres à produção literária.

Clique aqui para ver a programação completa.

 

Sancionada lei que inclui conceito de educação e aprendizagem ao longo da vida na LDB

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Sancionada lei que inclui conceito de educação e aprendizagem ao longo da vida na LDB

O direito à educação e aprendizagem ao longo da vida como um dos princípios norteadores do ensino brasileiro passa ao ordenamento jurídico com a Lei 13.632/2018, sancionada e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (7). A proposta, (PLC) 75/2017, aprovada pelo Plenário do Senado no último dia 8, estabelece que a educação de jovens e adultos (EJA) constitui um instrumento para a educação ao longo da vida para quem não teve acesso aos estudos no tempo previsto.

A nova lei, que altera Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei 9.394/1996), também determina o dever do Estado de garantir a educação especial na primeira infância (zero a seis anos) se estenda ao longo da vida para as pessoas com deficiência, em todos os níveis e modalidades de ensino.

Educação especial

Atualmente, de acordo com a LDB, educação especial é a educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Quando necessário, há apoio especializado dentro da escola regular. E quando não é possível a integração do aluno no ensino regular, há oferta de classes, escolas ou serviços especializados. Atuam na área também instituições privadas sem fins lucrativos.

O Estatuto da Pessoa com Deficiência determina que escolas particulares não podem recusar atendimento a alunos com deficiência. Nesses estabelecimentos o ensino geralmente ocorre em classes integradas e com algumas atividades específicas.

Fonte: Agência Senado