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Museu do Amanhã traz experiência imersiva inédita para o 8º Fórum Mundial da Água

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Museu do Amanhã traz experiência imersiva inédita para o 8º Fórum Mundial da Água

Experiência reproduzida no evento tem o patrocínio da Shell e ressalta a importância dos recursos hídricos para a sobrevivência do homem no planeta

O Museu do Amanhã leva para a Vila Cidadã do 8º Fórum Mundial das Águas – de 17 a 23 de março – em Brasília – uma experiência inédita inspirada no percurso narrativo de sua Exposição Principal. Trata-se de uma réplica do Cubo da Matéria, que traz diversas imagens do planeta Terra em fotografias espaciais do Planeta Azul, capturadas pela Nasa, a agência espacial americana. Com dimensões de aproximadamente 7m x 7m x 5m, a atração ficará instalada logo na entrada do pavilhão instalado no Estádio Nacional Mané Garrincha convidando o visitante a saber mais sobre o planeta e a maneira como ele é impactado pela ação do homem. A experiência foi concebida pelo Museu do Amanhã com o patrocínio da Shell.

Na área externa do cubo, o visitante tem uma visão unificada da Terra, tal como a avistou o cosmonauta russo Yuri Gagarin. Ela é vista não em sua forma fragmentada, em países ou continentes, mas como um astro único. No interior do cubo, as pessoas utilizarão óculos de realidade virtual e cadeiras giratórias para assistir a um filme sobre o Antropoceno, teoria defendida pelo Museu para época geológica em que vivemos, fortemente impactada pela ação direta do homem.

Com os óculos de realidade virtual, o visitante poderá conhecer um pouco mais sobre o Antropoceno, que no Museu do Amanhã é o momento central da Exposição Principal. Antropoceno é um termo formulado por Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química de 1995. O prefixo grego “antropo” significa humano; e o sufixo “ceno” denota as eras geológicas. No Museu, essa área é atualizada periodicamente a partir de um rico conteúdo científico com o intuito de promover melhor compreensão dos processos históricos que nos levaram, de cerca de 5 milhões de Homo sapiens há aproximadamente 12 mil anos, aos 7 bilhões de indivíduos que somos hoje.

“Nós consumimos mais recursos do planeta nos últimos 60 anos do que tudo o que foi consumido nos 200 mil anos anteriores. A ideia do cubo é mostrar os resultados das ações humanas sobre a Terra, que é a nossa única casa”, afirma Ricardo Piquet, diretor-presidente do Museu do Amanhã, completando que o espaço evidencia a nossa preocupação com a forma com que tratamos águas e oceanos, recursos vitais à nossa sobrevivência neste planeta.

A expectativa é que cerca de 45 mil pessoas visitem o espaço localizado na Vila Cidadã, que estará aberta ao público sempre das 9h às 21h, entre os dias 17 e 23 de março. Trata-se de um espaço gratuito e aberto ao público do 8º Fórum Mundial da Água, onde as pessoas poderão participar de atividades formativas, culturais, interativas, sensoriais e de construção de diálogos voltados para melhorar o uso da água. É um espaço aberto a todos que quiserem participar.

“A Shell tem orgulho de ser mantenedora do Museu do Amanhã desde a sua inauguração. Parte importante do portfólio de investimentos sociais da companhia, a parceria com o Museu está baseada em temáticas presentes no DNA das duas instituições: ciência e inovação. Para construir o amanhã, é preciso tê-las sempre no centro da discussão. Com 105 anos de atuação contínua no Brasil, a Shell tem a honra de patrocinar a primeira exposição “extramuros” do Museu do Amanhã, justamente na ocasião do Fórum Mundial das Águas. Preocupada com o futuro da energia, a empresa olha de perto para os desafios impostos pelo nexo de interdependência entre água, alimentos e energia. Para a geração de energia e alimentos, a água é um recurso essencial. Sem água, não há alimentos. Sem energia, não há tratamento da água. E sem alimentos, a geração de energia é prejudicada,” declara o presidente da Shell Brasil, André Araujo.

Na atração apresentada em Brasília, grupos de 15 visitantes podem participar por vez da experiência, que apresentará um vídeo de dez minutos, dividido em duas partes: um conteúdo que fala sobre a situação das águas no planeta e o filme exibido na área do Antropoceno, uma das áreas da Exposição Principal do Museu. Do lado de fora do Cubo, outro filme apresentará o Museu do Amanhã a todos os visitantes do 8º Fórum Mundial da Água.

 

Água também será tema no Museu do Amanhã

Além do Cubo da Matéria, o Museu do Amanhã também atua no Fórum com participação ativa no Painel Especial – Pacto Global para o Meio Ambiente, que discute a adoção de posições comuns e princípios que orientem os esforços para proteger e preservar o meio ambiente em âmbito mundial. O presidente do Museu do Amanhã, Ricardo Piquet participa do painel que acontece no dia 21 de março a partir das 14:30h, com a condução do Secretário Geral da OEA, Luis Almagro, com a presença de Yann Aguila, presidente da comissão de meio-ambiente do Clube de Juristas da França, da ex-ministra do meio-ambiente Marina Silva, do diretor departamento de sustentabilidade ambiental do Ministério das Relações Exteriores, Reinaldo Salgado, entre outras autoridades do setor.

Ao longo de 2018, o tema água será recorrente para o Museu do Amanhã. Já no dia 24 de março (sábado), logo após o encerramento do evento em Brasília, o Museu promoverá o seminário “Águas e mudanças climáticas: desafios mundiais para 2030”, com alguns palestrantes internacionais que participarão do Fórum. Na ocasião, também será abordado a projeto “Baía do Amanhã”, que propõe uma nova expansão da Exposição Principal, com abordagens tanto de discussão sobre a Baía de Guanabara como de outras baías do mundo.

“Além disso, no segundo semestre, a ideia é criar um interativo onde os visitantes poderão entender um pouco do histórico de ocupação dessa região: como chegamos na situação atual de degradação ambiental e quais são os caminhos que teríamos para poder reverter essa situação e termos uma baía de qualidade sendo usada pela população do Rio e do Brasil”, completa Leonardo Menezes, gerente de Conteúdo do Museu do Amanhã.

8º Fórum Mundial da Água é organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), representado pela Agência Nacional de Águas (ANA), e pelo Governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é integrante do Comitê Organizador Nacional (CON).

As sete edições anteriores foram realizadas em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coreia do Sul, 2015).

 

8º Fórum Mundial da Água / 8th World Water Forum

Brasília, 17 a 23 de março de 2018
Debates: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Vila Cidadã: Estádio Nacional Mané Garrincha

 

Sobre o Museu do Amanhã

Eleito o melhor museu da América do Sul e Central pelo Leading Culture Destinations Awards, “Oscar” britânico do setor, o Museu do Amanhã, espaço gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), se consolidou como uma das principais atrações turísticas e culturais do país com um volume de visitação que supera 2,6 milhões de pessoas. O Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido e realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho tendo o Santander como patrocinador Máster. A rede de patrocinadores e parceiros do Museu do Amanhã inclui ainda Shell, IBM, IRB-Brasil RE, Engie, Grupo Globo, CCR, Deloitte, Intel, Cisco, Fundation Engie, JCDecaux e Suvinil. Além desses, Governo do Estado, por meio da Secretaria do Ambiente, e Governo Federal, pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), apoiam a instituição. O local está entre os mais fotografados do Brasil, de acordo com o Instagram, e também é uma das instituições culturais mais visitadas, já recebeu mais de 2,6 milhões de pessoas. Em seu primeiro ano de operação, o Museu do Amanhã firmou parcerias e acordos de cooperação científica com instituições de renome como Google, Science Museum Group, British Council, ACNUR- ONU, Fundação Dom Cabral e Fundação Engie, entre outras.

Teatro é ferramenta para combater bullying nas escolas públicas do DF

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Teatro é ferramenta para combater bullying nas escolas públicas do DF

Uma Fábula de Esopo apresenta, “A Tartaruga e a Lebre” nas escolas públicas de São Sebastião, região administrativa da capital. Apresentações e oficina teatral acontecem em março e abril

            A Companhia teatral Três Amiguinhos nasceu no cenário brasiliense com a proposta de levar diversos formatos culturais ao público infantil. Com apresentações em bibliotecas, escolas, eventos e shoppings abordando temas socioeducativos, como aceitação, amizade, cooperação, consciência ambiental entre outros. Levando aos pequenos o universo lúdico das artes de forma divertida. A temática dos espetáculos é baseada em roteiros e obras de escritores nacionais.

            “O combate ao bullying, á violência infantil e o respeito às diferenças, são a tônica da produção através de umas das histórias infantis mais conhecidas da literatura, adaptada ao teatro para alunos do ensino fundamental de 07 a 12 anos”, explica a diretora do espetáculo Kelly Costty. Fazem parte do projeto também, Camilla Ellen, Julio Cezar Cavalcante, Thais Amorim e Kelly Costty que também assina a direção e adaptação. A direção musical é de Lucas Munis, a operação de som por Naelson Junior, a fotografia de Carol Resende e o cenário e figurino da Fanart, Sebastianas e Fábula Cia teatral. Esse projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF.

                  As apresentações acontecem em São Sebastião, sempre nos dois turnos, matutino e vespertino. No dia 23 de março na escola classe 303. Em abril são três apresentações, no dia 06 na escola bela vista, no dia 13 no CAIC Unesco também em Encerrando o cronograma de apresentações, a escola classe 104 também recebe a produção com intérprete de libras pela manhã e tarde. Em abril, acontece a oficina de iniciação teatral, direcionada aos estudantes da rede pública de São Sebastião. Com carga horária de 10h, nos dias 07 e 14 de abril. Na brinquedoteca Ludocriarte, quadra 103, conjunto 05, casa 01, no residencial oeste, das 8h30 ás 13h30. Inscrições e outras informações por telefone (061) 99177-6708.

            A clássica fábula de uma corrida disputada por uma lebre e uma tartaruga ganha uma releitura assinada pela diretora e atriz brasiliense Kelly Costty. A peça traz a divertida história de uma tartaruga muito determinada e corajosa que sem medo de obstáculos segue seu caminho devagar, mas com muita sabedoria. Muito querida por todos os animais da floresta e repleta de amigos. Dona lebre, amiga da tartaruga, é muito orgulhosa e vaidosa, não parava de falar que era a mais veloz e se gabava disso, diante da lentidão da tartaruga. Fazia várias brincadeiras e piadas que deixavam dona tartaruga muito triste. Certo dia, cansada de ser motivo de piada, a tartaruga desafia a lebre para uma corrida, a fim de ensinar uma lição para a amiga. A disputa acabará virando uma aula para as crianças sobre respeito às diferenças, alegria, amizade e companheirismo, mostrando que todos podem conviver melhor quando se há respeito mutuo.

Serviço:  Teatro é ferramenta para combater bullying nas escolas públicas do DF

Cronograma das apresentações nas escolas: No dia 23 de março na Escola Classe 303. Em abril são três apresentações, no dia 06 na Escola Bela Vista, no dia 13 no CAIC UNESCO também em Encerrando o cronograma de apresentações, a Escola Classe 104 também recebe a produção com intérprete de libras pela manhã e tarde.

Oficina teatral: Nos dias 07 e 14 de abril, com carga horária de 10h. Na brinquedoteca Ludocriarte, quadra 103, conjunto 05, casa 01, no residencial oeste, das 8h30 ás 13h30.

Inscrições e outras informações por telefone: (061) 99177-6708 e (061) 98245-7188

 

Crianças estão atentas à reutilização de água

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Crianças estão atentas à reutilização de água

Reúso do recurso hídrico no Jardim de Infância da 404 Norte impede o desperdício de mil litros por dia e ainda irriga horta

Sistema de reúso da água, irrigação da horta, contato com a natureza, vivências de alimentação mais saudável. Essas são algumas das ações trabalhadas com os estudantes do Jardim de Infância da 404 Norte desencadeadas pelo uso consciente da água.

Em 2015, foi implementado o sistema de captação da água dos bebedouros da escola para reutilização no sistema de irrigação da horta no local. Esse reúso impediu o desperdício de mil litros de água por dia.

As crianças do Jardim de Infância da 404 Norte são as maiores beneficiadas com esses projetos e vivem na prática as ações importantes de uso consciente do recurso hídrico.

A estudante Cecília de Oliveira, 5 anos de idade, já conta as maravilhas dessas iniciativas na escola. “Eu sei muito bem que não pode desperdiçar água e sempre falo isso na minha família. Eu também tenho alimentação saudável que aprendo aqui na escola. Eu como cenoura e legumes”, afirma.

O sistema de reutilização da água começou em 2015, mas a escola já faz programas de uso sustentável e de consciência ecológica há 14 anos. O sistema de reúso da água dos bebedouros é apenas a primeira etapa desse projeto. A escola ainda pretende instalar uma caixa d´água para captação da chuva e um sistema de Aquaponia para produção de hortaliças e peixes. O Jardim também utiliza minhocário, compostagem e reciclagem de lixo nas atividades com as crianças.

“É muito gratificante ver que os alunos estão colocando em prática o conhecimento que vivenciam aqui. Esses momentos para crianças de 4 e 5 anos vão fazer parte na formação deles como cidadãos”, destaca a diretora da escola, Rosimara Moreschi. Ela está à frente desses projetos nesses 14 anos que está na escola.

Para que essas ações de uso consciente da água se tornassem realidade houve envolvimento da comunidade e de vários órgãos públicos. Pais, parentes, moradores das redondezas da escola, Universidade de Brasília (UnB), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e outras entidades participaram do processo levando alguma contribuição.

Terapia do sal

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Terapia do sal

A haloterapia é um método inovador que traz benefícios respiratórios e imunológicos para quem faz o tratamento

Por: Catarina Barroso

A haloterapia, conhecida também como terapia do sal, nasceu na Polônia, em 1843, quando um médico constatou que os mineradores das minas de sal tinham uma maior resistência a doenças respiratórias que os demais habitantes.

Entre as décadas de 60 e 70 estudiosos tentaram recriar o ambiente das minas de sal gema, mas apenas em meados dos anos 80 um grupo de cientistas russos conseguiu inventar um aparelho que recriava a atmosfera da caverna, com ar saturado de micropartículas de sal seco.

Em 2011, a haloterapia chegou ao Brasil, nas cidades de Porto Alegre, Campinas e Brasília. Hoje também há salas de tratamento no Maranhão e Salvador.

A haloterapia é uma prática integrativa complementar, que consiste na inalação de micro partículas de sal seco. O sal utilizado é rico em minerais como carbono, enxofre, zinco, flúor, fósforo, ferro, lítio, sódio e as micropartículas inaladas derretem o muco facilitando a expectoração.

Benefícios

A haloterapia proporciona benefícios como a limpeza e desobstrução das vias respiratórias, dos seios nasais e paranasais do acúmulo de muco. Com a expectoração facilitada e a limpeza do organismo, a pessoa fica mais resistente às crises de repetição e aumenta o sistema imunológico.

Dessa forma o organismo fica mais resistente e as crises que se tornam mais raras e esporádicas. A pessoa passa a respirar pelo nariz melhorando a oxigenação das células, o sono fica mais tranquilo e profundo e há um reforço na imunidade, diminuindo as possibilidades do indivíduo ficar doente e proporcionando mais qualidade de vida.

A haloterapeuta, Ana Cristina Borges, esclarece na Salus Naturalis Haloterapia, cada sessão tem duração de 45 minutos, e é feita dentro de uma sala coberta de sal do teto, paredes e chão. Existe um aparelho que microniza o sal especial, saturando a sala com as micropartículas que serão inaladas. A sala conta ainda com luzes de cromoterapia e uma música suave que concilia ao relaxamento.

Silvia Helena Marçal, mãe de uma menina e analista do TJDFT, conta que decidiu fazer as sessões de haloterapia em 2017, quando a filha começou a adoecer muito, e quando a levou em uma alergista-homeopata foi diagnosticada com asma, e foi quando iniciou o tratamento homeopata em conjunto com o tradicional, mas o tratamento não surtiu o efeito desejado e a criança teve um quadro de pneumonia.

Após a pneumonia os pais decidiram tentar a haloterapia por indicação de um colega de trabalho, as sessões começaram os pais notaram uma grande melhora na saúde da filha “Começamos as sessões no final de outubro e depois disso ela melhorou muito. Ainda resfria às vezes, mas só quando há mudança brusca no tempo ou temperatura e a doença vem bem leve, não chega a interferir na qualidade de vida”, diz Silvia.

Silvia ainda ressalta que ela e o esposo se alternam nas sessões e que também perceberam os benefícios “Meu esposo sempre teve muitas infecções de garganta (ele tem faringite granulosa) e depois que passou a frequentar a terapia, as crises reduziram drasticamente […] Acredito que o acompanhamento médico é sempre indispensável, mas a terapia com sal tem sido muito eficiente para nós e nossa filha”.

Mariana Jaime, autônoma, tem um filho com bronquite asmática e procurou a haloterapia por recomendação da irmã após já ter passado por diversos tratamentos, como alergista, antibiótico, corticoides e bombinhas. Mariana conta que nas primeiras sessões o filho Matheus passou por um processo de expectoração e que depois começou a notar a melhora no sono. “Hoje, nesse período de mudança climática era pra ele estar em crise mas, está bem. Deixamos de usar a bombinha desde outubro do ano passado, e quando ele começa a adoecer vem muito mais tranquilo, às vezes entramos só com o antialérgico, e, outra coisa que notamos, é que não acumula secreção”.

Gustavo da Cruz Sant’Ana conta que sua filha, Júlia Angélica Viégas Sant’Ana, é portadora de Síndrome de Goldenhar, com diversas más formações, especialmente acometida com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC, ocasionada em razão das diversas pneumonias que já teve ao longo de seus doze anos de vida, que ocorreram, na maioria das vezes, por microaspiração da própria saliva.

“Em razão disso, fui até a clínica Salus Haloterapia, oportunidade em que obtive informações sobre o tratamento, tendo sido sugerido pelos proprietários a fazer o tratamento mais brando destinado aos pacientes acometidos por asma, em razão dessa doença gerar sensibilidade a praticamente tudo.”, conta Gustavo.

Feito a primeira seção, a família não teve nenhuma reação, razão pela qual passaram a ir com frequência e mais seguros. As seções começaram no início de dezembro do ano de 2017. Nessa época,  Júlia estava passando por mais uma crise de pneumonia.

“Decidimos fazer o tratamento da haloterapia para evitar o uso de antibiótico para não piorar o quadro crônico da diarreia. Assim, enquanto a clínica esteve aberta conseguimos segurar o uso do antibiótico, mas, quando iniciou o recesso, não restou outra alternativa para reverter o quadro da pneumonia, a não ser iniciar o tratamento com o antibiótico intramuscular, o que, diga-se de passagem, foi muito penoso para a Júlia e para nós também.”, explica Gustavo.

Assim, quando a clínica retornou suas atividades, em janeiro desse ano, a família passou a seguir com o tratamento e parou com o uso do antibiótico, Gustavo diz que recomenda o tratamento com a haloterapia, especialmente para quem possui problemas respiratórios, uma vez que tiveram progressos até então inimagináveis com a Júlia.

Salus Naturalis Haloterapia

No DF, o tratamento pode ser feito na Salus Naturalis Haloterapia que é pioneira no Brasil e na América latina. É a primeira de Brasília e tem experiência de 6 anos no mercado, já tendo atendido centenas de pessoas. A Salus Naturalis busca sempre proporcionar um atendimento diferenciado e humanizado, conquistando o respeito e o carinho dos pacientes.

Serviço:

Salus Naturalis Haloterapia

Centro Clínico Advance I, loja 106, térreo.

Tel 61 3257-3232 / 3879-3232 WhatsApp 983301521

Abertura do Fórum Mundial da Água fecha Esplanada nos dois sentidos

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Abertura do Fórum Mundial da Água fecha Esplanada nos dois sentidos

Está prevista a presença de pelo menos uma dezena de chefes de Estado para a cerimônia, e o fechamento é medida de segurança dos organizadores

A Esplanada dos Ministérios está fechada nos dois sentidos desde a Catedral até o Corpo de Bombeiros em função da abertura do 8º Fórum Mundial da Água, realizado no Palácio do Itamaraty na manhã desta segunda-feira (19/3). Está prevista a presença de pelo menos uma dezena de chefes de Estado para a cerimônia, de acordo com a assessoria do Ministério das Relações Exteriores.
Devido às medidas de segurança dos organizadores, apenas pedestres são permitidos transitar entre os ministérios. O trânsito na região está intenso desde as 7h desde o Ulisses Guimarães. O acesso aos blocos dos ministérios e aos anexos está sendo feito pelas vias paralelas ao Eixo Monumental. O horário de abertura do Fórum, com a presença do presidente Michel Temer está previsto para às 9h45.  Após a foto oficial dos Chefes de Delegação participantes do Fórum, será oferecido um almoço pelo governo brasileiro às autoridades na Sala Brasília, no terraço do Palácio do MRE.
Por conta do esquema de segurança montado para receber os chefes de Estado o trânsito ficou complicado no centro da cidade. A partir das quadras 6 da Asa Sul, os motoristas começaram a enfrentar lentidão.
Os ônibus que seguiam pela L2 Sul, sentido Esplanada, começaram a desembarcar os passageiros na altura da Catedral. Agentes do Detran-DF e policiais militares tentavam orientar os condutores para desafogar o tráfego.
Os trabalhadores que iam a pé da Rodoviária para a Esplanada tiveram bolsas e mochilas revistadas por PMs.

Tombamento de Brasília: Trinta Anos Sem Celebração

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Zé Aparecido, Fernando Bujones, dona Sarah Kubitschek e Silvestre Gorgulho

Tombamento de Brasília: Trinta Anos Sem Celebração

Ex Secretário de cultura, Silvestre Gorgulho afirma que ainda está em tempo e que seja antes dos 60 anos de criação da cidade

Por Henri Thiago Peres

E enquanto no fim de 2017, o que mais se especulava era quem ganharia a Copa do Mundo ou quem seria eleito esse ano, um marco histórico pra Capital Federal era deixado de lado. Mas só até o presente momento, já que uns dos que lutaram pelo tombamento de Brasília, Silvestre Gorgulho, fala com orgulho sobre a data e faz questão de relatar tudo que vivenciou no período em que foi Secretário de Cultura (2007 – 2010), anos depois do emblemático momento: O tombamento aconteceu em 7 de dezembro de 1987.

O processo se deu durante uma reunião da Unesco em Paris, quando Brasília foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade. O mérito maio se deve a três pessoas: o ex governador José Aparecido de Oliveira, ao Presidente José Sarney e ao Embaixador do Brasil na UNESCO, Josué Montello.

Zé Aparecido, Fernando Bujones, dona Sarah Kubitschek e Silvestre Gorgulho

Vale lembrar que o modelo de preservação proposto tanto na área Federal do Iphan, como na área do GDF foram inovadores. Também para a Unesco foi um grande passo. Os sítios anteriormente tombados tinham séculos de existência, e de repente uma cidade em fase de amadurecimento, com apenas 27 anos, ousa algo tão grandioso.

Três décadas se passaram, e se faz essencial reforçar que a cultura também é de primeira necessidade, está no mesmo patamar de educação, saúde e segurança. “A cultura de um povo, de uma nação é que vai possibilitar o Estado a investir mais em educação, saúde e segurança. É a cultura dos bons princípios que vai fortalecer a mente dos gestores para aplicarem bem os recursos do Estado”, enfatiza Gorgulho.

Em contraponto a esse aspecto, estar o fato de que ela é a responsável por valorizar a cidadania e agregar à população elementos para defender o patrimônio natural e histórico, o meio ambiente e a civilidade no comportamento individual e coletivo.

Sobre sua gestão, enquanto Secretário de Cultura foi possível fazer muitas coisas para Brasília: “A comunidade cultural respondeu a altura. Está aí o novo FAC, um projeto que foi concebido dentro da Secretaria de Cultura, em 2008, que assegurou um repasse mínimo anual de 0,3% da Receita Corrente Líquida do DF para incentivo à Cultura. Conseguimos aprova-lo, em dois turnos pela Câmara Legislativa, com uma emenda à Lei Orgânica. Foram os esforços da equipe da Secretaria de Cultura, com a mobilização da comunidade cultural, que deu esta conquista à cidade”, orgulha-se Silvestre.

Também não é pra menos, nos últimos dois anos de sua gestão, Silvestre Gorgulho recorda que o FAC conquistou R$ 66.443.640,91, com 1.012 projetos aprovados. Além dos inúmeros tombamentos, o novo Clube do Choro e a Escola Raphael Rabello, são grandes feitos para a cultura local. Isso só reforça a análise de Gorgulho sobre a relevância da cultura para os cidadãos. “Cultura é uma atividade econômica, pois gera empregos e aumenta a renda. É uma indústria. No Brasil, a cultura já tem um peso econômico e social muito forte: 2,64% do PIB, um milhão de empregos diretos e 260 mil empresas e instituições. Este montante coloca o setor, por incrível que pareça entre as dez maiores atividades econômicas do Brasil”.

Para reforçar o valor da cultura em uma sociedade, vale uma citação de André Malraux, ex Ministro da Cultura da França, que visitou Brasília em 1959 e lançou a pedra fundamental da Aliança Francesa junto com o ex-presidente Juscelino Kubitschek: “É a cultura que possibilita ressuscitar os sonhos, já que ainda não sabemos ressuscitar os corpos”.

Danielle Mitterand, JAO, François Miterrand, dona Leonor Aparecido e o então ministro das Relações Exteriores, Olavo Setubal.

Silvestre Gorgulho avalia que há um reconhecimento desse valor, sobretudo por parte do atual ministro da cultura, Sérgio Sá Leitão, já que em todas suas entrevistas gosta de repetir uma coisa que é muito importante, diante justamente da discussão do papel do Estado no setor cultural. O Ministro gosta de destacar dois pontos interessantes: o primeiro, diz ele, cultura é algo que cabe essencialmente à sociedade civil. Ao Estado cabe estimular, fomentar e regular o setor como qualquer área estratégica da economia. Segundo, há que ter investimentos por parte do governo tanto diretamente como por incentivo fiscal, mas sempre levando em conta o estímulo ao desenvolvimento sustentável. Como qualquer outro setor, o Estado deve fortalecer o mercado para que a cultura possa caminhar sozinha.

Essa valorização também tem atingido as grandes empresas, que hoje tem uma concepção muito interessante sobre a cultura. Os empresários já sentem que vale apoiar a cultura, pois ela significa uma ação de múltipla valia: a empresa ajuda a educar, incentiva o bem coletivo, faz a ponte com a cidadania e ainda agrega valores à sua marca. E o mundo econômico tem hoje a avaliação de que a música, a dança, shows, cinema, teatro, museus, artesanato, enfim, a atividade criativa do ser humano é a melhor ferramenta de congraçamento entre os povos. Cultura agrega. Nunca compete. A competição está em outras ações humanas como a economia, a política, o comércio, o esporte, a religião e as ideologias.

O TOMABAMENTO

Mas é essencial pensar em ações preventivas, além de comemorativas, para enaltecer a riqueza que temos em mãos. Não adianta idealizar um povo, onde todos estejam com o mesmo pensamento acerca da cultura: Não é desgostar, mas é acreditar que há outras prioridades. E como já está mais do que comprovada à relevância que há no fomento a toda pluralidade da pasta.

A arquiteta Maria Elisa Costa, pensou na criação do Centro Histórico da Capital Federal, que nada mais é que a área delimitada pelo divisor de águas da Bacia do Paranoá a ser institucionalmente considerada um Centro Histórico. Isto significa uma ação de preservação, ao longo do tempo, da identidade original de Brasília. E não se trata de tombar a bacia do Paranoá, mas de considerá-la, formalmente, o Centro Histórico da Capital Federal, isso vai ajudar a administrar uso e a ocupação do solo dentro desta área. Com isso, a fiscalização vai endurecer e qualquer ação passará por uma comissão técnica não burocrática que, inclusive, possa ter o poder de fiscalizar eventuais desvios de conduta do próprio Iphan.

Independente do que está previsto, como a grande exposição de artes visuais sobre o tombamento com o nome BRASÍLIA FAZ HISTÓRIA (idealizado pelas pesquisadoras Danielle Athayde e Vera Martini), o foco precisa se manter na celebração desse momento que Brasília merece comemorar, afinal só estamos no início de 2018. Como o material a ser exposto apresentará vasta documentação, acervos, cartas, fotos, reportagens e discursos além da realização de palestras e debates com especialistas (sem esquecer os artistas Carlos Bracher, Gláucia Nasser, o dramaturgo Sérgio Maggio, a Unesco e o próprio Ministério da Cultura – com menção mais que honrosa à marcante presença da arquiteta Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, vindo com  um espaço especial para mostrar pela CASA LUCIO COSTA os 60 anos da vitória do projeto do Plano Piloto), essa tem tudo pra ser uma excelente forma de reparar o descaso até então apresentado.

Ainda nessa temática, mas com um enfoque, digamos peculiar, Silvestre Gorgulho comenta o que deu o que falar anos atrás, sobre um possível tombamento do céu de Brasília: “Defendo e acho que um dia alguém ainda vai fazer este decreto. Não basta cuidar das paisagens, dos cenários e dos monumentos terrenos. Não basta cuidar do corpo, há que se cuidar do espírito. E para cuidar do viver, há que se preocupar com a Terra e o Céu. A Terra está no atingível e a alma humana gosta de sonhar, garimpando o inatingível. E para conseguir o intangível, nada como olhar para o Céu, voar em direção à lua e às estrelas”, filosofa.

Sendo prático e direto, a explicação para essa ideia significa nada mais, nada menos que registrar um bem cultural nos livros de Tombo do Iphan. É o reconhecimento de valores e símbolos. Não precisa ser algo material. Tanto pode ser visto como conceito poético quanto do mundo real. Poético porque é inspiração, é atração, é melodia, é poema e se fez em tantas canções. E é real porque é concreto. Tombar é também proteger, defender e preservar para não se perder nunca.

Os moradores de Copacabana, no Rio, fora da Avenida Atlântica, já não veem mais o céu, um dos mais lindos do Brasil. Não preservaram o belíssimo céu da Princesinha do Mar. A proposta é a de não perder nunca este espetáculo de beleza, tão famoso e enaltecido pelos brasilienses e confirmado por muitos turistas.

Os reflexos desse tombamento ocorreriam em longo prazo, mas se não preservar o céu de Brasília, os futuros brasilienses podem perder, já que para toda paisagem manter sua integridade, são precisos cuidados. Por uma visão privilegiada de qualquer lugar do Plano Piloto, de uma cidade que é pura arte, do nascer ao pôr do sol.

ÁREAS E MONUMENTOS TOMBADOS

Consta do tombamento de Brasília, como Patrimônio Cultural da Humanidade, uma delimitação que começa a leste pela orla do lago Paranoá e vai a oeste pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento – EPIA, passando pelo sul através do córrego Vicente Pires até o norte via córrego Bananal. Com escalas classificadas como: Monumental (ressaltando os espaços simbólicos e de representação de uma capital nacional, sendo concebida para conferir à cidade a marca de efetiva capital do País. Está configurada no Eixo Monumental, desde a Praça dos Três Poderes até a Praça do Buriti), Residencial (enfatizada na superquadra.  Está configurada ao longo das alas Sul e Norte do Eixo Rodoviário Residencial), Bucólica (representada pelo cinturão verde no entorno do Plano Piloto e áreas ao longo do Lago Paranoá.

Confere a Brasília o caráter de cidade-parque, configurada em todas as áreas livres, contíguas a terrenos atualmente edificados ou institucionalmente previstos para edificação e destinadas à preservação paisagísticas e ao lazer, Brasília possui os seguintes bens tombados individualmente:

Palácio do Jaburu;  Espaço Oscar Niemeyer; Palácio do Planalto;  STF;  Congresso Nacional;  Praça dos Três Poderes;  Museu da Cidade;  Espaço Lúcio Costa; Casa de Chá; Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves;  Pombal; Esplanada dos Ministérios ( Blocos Ministeriais e Anexos); Palácio da Justiça; Palácio do Itamaraty e Anexos; Catedral; Teatro Nacional Cláudio Santoro; Conjunto Cultural Sul; Touring Club do Brasil; Memorial JK;  Memorial dos Povos Indígenas; Complexo Cultural Funarte; Quartel General do Exército; Igrejinha (Capela Nossa Senhora de Fátima) e Catetinho.

A Catedral Metropolitana de Brasília