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sexta-feira, janeiro 23, 2026
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Gero Brasília apresenta novo Mezzogiorno

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Gero Brasília apresenta novo Mezzogiorno

Restaurante oferece menu fechado com couvert, entrada, prato principal e sobremesa

De segunda a sexta-feira, sempre na hora do almoço, o restaurante Gero Brasília oferece o Menu Mezzogiorno, uma composição com couvert, entrada, prato principal e sobremesa por R$ 112,00.

O novo Mezzogiorno está com receitas diferentes para cada dia da semana. As dicas das segudas-feiras são para aqueles que gostam de começar a semana com pratos mais leves. Para começar, o cliente pode escolher entre a salada verde com brie e manga grelhada (insalata Verde con Brie e manga alla griglia) ou o carpaccio de salmão com dill e limão siciliano (carpaccio di salmone com dill e limone).

Para o prato principal, também são duas opções: tortelli de abóbora ao molho de peixe branco (tortelli di zucca con salsa di pesce bianco) ou rosbife ao molho roti e ervas com risoto de aspargos (arrosto di roast beef con erbas e risotto di asparagi). Para encerrar, uma deliciosa compota de abacaxi com sorvete de coco (ananas con gelato di cocco).

Toda terça, a casa sugere a salada verde com palmito e tomate (insalata verdi con cuore di palma e pomodoro) ou aspargos à provençal com lulas douradas (asparagi alla provenzale con calamari). Como pratos, risoto de alcachofra com ragú de linguiça de lombo (risotto di carciofi con ragù di salsiccia) ou linguado envolto em massa folhada com purê de batata e tomate confitado (sfogliate di sogliola con pure di batate e pomodoro confittato). Um petit gateau de chocolate com sorvete de especiarias (petit gateau con gelato alle spezie) encerra a refeição.

Quarta-feira é dia do famoso cupim em crosta de pão acompanhado por risoto de alho poró. A segunda sugestão é o ravioloni de brócolis com bacalhau ao molho de tomate (ravioloni di broccoli con baccalà alla salsa di pomodoro).

Para iniciar a refeição, salada verde com bresaola e queijo de cabra (insalata verdi con bresaola e crema di formaggio di capra) ou carpaccio de carne ao molho de mostarda com crocante de alcachofras (carpaccio di manzo con salsa di senape e croccanti di carciofi). No final, um levíssimo creme brulée de laranja (creme brulée di arancia).

Quem aprecia um nhoque bem feito, a sugestão é o menu das quintas-feiras, onde ele é preparado com batatas e agrião e servido com ragú de costela (gnocchi di patate con soncino e ragù di manzo). Quinta também é dia de pescada amarela com molho de vôngoles, abobrinha, batata e tomate cassè (nasello con salsa di vongole, zucchine, patate e pomodoro).

Antes, um mix de folhas verdes com peito de frango caipira ao vapor, cebola roxa e tomates confitados (insalata verde con filetto di pollo al vapore, cipolla rossa e pomodoro confittato) ou polenta com ragú de filé (polenta al ragù di manzo). Na hora da sobremesa, que tal um cannoli recheado com mousse de chocolate branco e calda de frutas vermelhas (cannoli con mousse di cioccolato bianco e salsa ai frutti di bosco)?

Para encerrar o Mezzogiorno, sexta-feira é dia de salada verde com salmão marinado e redução de balsâmico abóbora com crocante de presunto de parma (crema di zucca con croccanti di prosciutto di parma), como entradas. O cannelloni de ricota de búfala e espinafre ao molho de tomate gratinado (cannelloni di magro al pomodoro gratinati) é a opção de prato principal. A outra sugestão é a tradicional rabada do Gero servida ao próprio molho com agrião e polenta cremosa (coda di manzo con soncino e polenta). Para finalizar, um mil folhas de maracujá (millefoglie di frutta della passione).

 

Gero também oferece vinhos em taça, sempre uma boa sugestão para acompanhar os pratos.

Gero Brasília

Endereço: Iguatemi Brasília – SHIN CA 4, Lote A – Lago Norte

Telefone: (61) 3577 5520

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 12h às 15h, e das 19h à meia-noite. Sábado e domingo, almoço das 12h às 17h e jantar, das 19h à 1h da manhã.

Lei proíbe lava-jatos de usarem água no DF

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Lei proíbe lava-jatos de usarem água no DF

Projeto de lei aprovado em dezembro, foi sancionado pelo governador e estabelece a utilização de produtos biodegradáveis na prestação dos serviços

Há um ano o DF enfrenta uma das piores crises hídricas de sua história. A cidade sofre com os baixos níveis dos reservatórios e precisou adotar medidas drásticas de racionamento. Mas agora a capital do país dá mais um passo em favor do meio ambiente. O Governador Rodrigo Rollemberg sancionou a Lei Distrital 6.089, de autoria da deputada Luzia de Paula, que obriga os lava-jatos do DF a adotarem modelos ecológicos, sem utilização de água. Segundo o projeto, as empresas devem utilizar produtos biodegradáveis, que não causem danos ao meio ambiente.

Para algumas empresas, isto não será problema. A Lavô, por exemplo, saiu na frente e desde março do ano passado começou a empregar uma solução sustentável para lavar os veículos. O empresário Ricardo Pereira criou um aplicativo que, além de ir até o cliente onde e quando ele desejar, aboliu o uso da água. “Conseguimos implementar um processo rápido e seguro que desfragmenta a sujeira, removendo-a sem arranhar o veículo ou deixar qualquer resíduo. No lugar de água, aplicamos uma cera de carnaúba líquida, certificada ecologicamente, segura para a natureza e para o lavador”, destaca o empresário.

Para ele, o projeto da deputada é mais do que importante, mas essencial para a cidade que vive um momento de escassez de recursos hídricos, inclusive sofrendo com racionamentos e constantes faltas. “Para se lavar um carro são necessários 300 litros de água. Isto é o suficiente para quase 3 pessoas utilizarem para sua higiene diária e consumo. Precisamos mudar nossos hábitos e adotar de fato medidas que evitem o desperdício”, comenta Ricardo.

Apesar de não usar água, a cera é bastante eficaz no processo de limpeza. O processo consegue remover manchas, piche de asfalto e até cimento da lataria, sem danificar e ainda deixá-la brilhante. Os preços variam de R$ 30 a R$ 145, dependendo do pacote escolhido.

Feira do Livro de Brasília está confirmada para junho

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Feira do Livro de Brasília está confirmada para junho

 34ª edição do evento, promovido pela Câmara do Livro e pelo Instituto Latinoamerica, será de 1 a 10 de junho, no Pátio Brasil, com programação 100% gratuita. O tema escolhido para este ano é “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?”

 A 34ª edição da Feira do Livro de Brasília está confirmada. O tradicional evento reunirá, como de costume, escritores, leitores, estudantes, professores, especialistas e profissionais do mercado de livros para, a partir da literatura infantil e infanto-juvenil, promover a aproximação do público com o diversificado universo da literatura. O evento acontecerá, mais uma vez, no Pátio Brasil, com programação entre os dias 1 e 10 de junho.

O tema escolhido para a edição de 2018 da Feira é “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?”

Ele aponta para um gênero literário que vem se consolidando como campeão de vendas no mercado nacional – a ponto de registrar, nos últimos anos, expressivo crescimento em importância, relevância e sobretudo qualidade. Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros mostram que o crescimento das vendas do gênero infantil, em 2016, na comparação com 2015, foi de 28%, contrastando fortemente com a queda de 9,7% do mercado como um todo no mesmo período.

Outro fato que pesou na escolha do tema se relaciona com os desafios que envolvem a popularização da leitura desde a infância, num país ainda tão carente de avanços educacionais. Assim, a Feira do Livro de Brasília renova seu propósito de contribuir para ampliar o acesso aos livros, popularizar a leitura e tornar conhecidos a literatura – tanto a local e regional quanto a nacional e internacional – e seus expoentes.

A Feira do Livro de Brasília é organizada pela Câmara do Livro e pelo Instituto Latinoamerica. A programação do evento será gratuita e contará com shows musicais,espetáculos teatrais de grupos da cidade, palestras com autores e estudiosos, bate-papo com escritores de renome nacional e internacional e oficinas, que ocorrerão simultaneamente e de forma inter-relacionada à exposição de livros na Feira.

Terão lugar na Feira, ainda, conversas sobre mercado editorial, políticas de livro, leitura, bibliotecas e direitos autorais, vendas pela internet, livros eletrônicos e literatura inclusiva. Durante o evento, também serão realizados o III Encontro Nacional de Escritores Jovens e o III Encontro Nacional de Blogueiros Literários – em continuidade aos eventos que lotaram a Feira do Livro de 2017.

MPF-DF investiga falta de fornecimento de remédios de alto custo

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MPF-DF investiga falta de fornecimento de remédios de alto custo

A aquisição desses medicamentos envolve valores que somam quase R$ 20 milhões. Pessoas vítimas de doenças raras relatam piora em seus quadros de saúde

Os contratos de compra de quatro remédios para atender pacientes com doenças raras foram colocados sob suspeita em apuração do Ministério Público Federal (MPF) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A aquisição de três desses medicamentos envolve valores que somam quase R$ 20 milhões. Pessoas vítimas de doenças raras têm reclamado de atrasos na entrega de remédios de alto custo desde o fim de 2017 e relatam piora em seus quadros de saúde.

O MPF do Distrito Federal investiga a compra de três remédios – Myozyme (para a doença de Pompe), Fabrazyme (doença de Fabry) e Alurayme (Mucopolissacaridose tipo 1). As três doenças são causadas por deficiências de enzimas e afetam múltiplos órgãos. A empresa Global Gestão em Saúde venceu a licitação em outubro e não entregou os medicamentos, mesmo tendo recebido R$ 19,9 milhões do governo federal com antecedência.
A empresa também não seria, segundo o MPF, uma distribuidora autorizada pelo fabricante dos remédios, a empresa Sanofi Genzyme. O órgão afirma que 152 pacientes seriam beneficiados pela compra.
Diante disso, o MPF recomendou que o ministério convoque a segunda colocada na concorrência para que ela forneça os remédios pelo mesmo valor ou que abra novo processo de compra.

 

No outro caso, a Anvisa detectou problemas com os documentos de importação da empresa responsável por comprar o Soliris, indicado para quem tem a doença hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), mutação genética que destrói os glóbulos vermelhos do sangue.
A empresa Tuttopharma LLC não apresentou documentação necessária para importar o medicamento. O fabricante do remédio também disse que a empresa não é distribuidora autorizada do produto.
Os problemas nas transações dos quatro remédios aconteceram entre janeiro e fevereiro e se referem a processos de compra feitos em 2017. O Soliris está entre os remédios que lideram o ranking de judicialização.

Sofrimento

 

Enquanto isso, os pacientes com doenças raras têm sido prejudicados por problemas de distribuição. Há quatro meses, eles estão sem o remédio e, segundo parentes e entidades que os apoiam, apresentam piora de seus quadros de saúde. Ao menos sete medicamentos estão em atraso – quatro deles são os que tiveram problemas no processo de compra.
No dia 15 de dezembro, dez dias após completar 18 anos, Jucilene Pedrosa, que recebia um dos medicamentos para Mucopolissacaridose do tipo 1, não resistiu aos efeitos da doença. Segundo a família, ela ficou sem a medicação por dois meses, após tomá-la por um ano.
“Interrompeu de vez em novembro. A última infusão foi no dia 10 de outubro, depois, não chegou mais. Notei que ela estava mais cansada e com mais dificuldade para andar. No dia do aniversário dela, 5 de dezembro, ela pediu uma festa, mas teve convulsão, parou de andar e de comer. Ficou internada e não voltou mais para casa”, contou a irmã, a estudante Janaíra Pedrosa, de 22 anos.
Agora, a preocupação da família é com o outro irmão, Jucilan, de 14 anos, que tem a mesma doença e também está sem a medicação. De acordo com balanço do Instituto Vidas Raras, 15 pacientes de doenças desse tipo morreram desde outubro.
Um dos pacientes que conseguiram na Justiça o direito de receber o remédio Soliris foi o gerente administrativo Ricardo Ferreira, de 34 anos, que tem a HPN. Ele conta que, desde a metade de 2017, os problemas com a distribuição tiveram início e que ele precisou ser internado quatro vezes desde setembro. “Recebi doses emergenciais do remédio, mas já acabaram. A tortura não acaba”, diz.

Aquisições emergenciais

Em nota, o Ministério da Saúde informou que aquisições dos quatro remédios foram realizadas em caráter emergencial por se tratar de uma demanda judicial e seguiu concorrência prevista na Lei de Licitações. Também afirmou que a Advocacia-Geral da União vai acompanhar o caso.
Sobre o Soliris, o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, disse que a documentação faz parte das exigências básicas para importar medicamentos e é o que garante que os pacientes vão receber remédios seguros. “O objetivo é que não cheguem medicamentos falsificados.”
A reportagem não conseguiu localizar a empresa Tuttopharma LLC, responsável pela compra do Soliris. A Alexion, fabricante do remédio, confirmou que a Tuttopharma não é distribuidora oficial
Já a Global Saúde, responsável pelos outros três remédios, disse que uma de suas empresas parceiras é credenciada com a fabricante, mas que “foi surpreendida com a recusa da Sanofi Genzyme em entregar os medicamentos”. A Sanofi informou que a Global não integra o grupo de distribuidores credenciados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Izalci deve perder presidência do PSDB-DF, mas garante que fica candidato ao Buriti

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Dep Izalci Lucas Data: 29-11-2017 Foto: Myke Sena

Izalci deve perder presidência do PSDB-DF, mas garante que fica candidato ao Buriti

O deputado federal Izalci Lucas já dá por certa a perda do posto de presidente regional do PSDB. Pela primeira vez, o parlamentar admitiu que a escolha de um novo mandatário não será a seu favor. O prazo estabelecido pelo Diretório Nacional para a permanência do tucano na chefia é dia 15 de março, quando ele deve ser substituído por processo eleitoral interno. O partido tem até 80 dias para realizar a eleição. A segunda perda ainda não é confirmada por Izalci, que será a saída dele do partido caso a aliança da sigla com o PSB do governador Rodrigo Rollemberg se confirme.

A substituição da direção não é mais um problema, afirma Izalci. O importante serão as coligações e as decisões a partir disso. “Terá a substituição, feita nova eleição, mas o importante é eu ter candidatura própria e definida. Nunca tive objetivo de tomar conta do partido, pois tenho mais o que fazer. Eu sou candidato e é isso que me interessa”, indicou o deputado em entrevista ao Jornal de Brasília.

Um dos entraves para a candidatura de Izalci ao Buriti pelo PSDB é a possível aliança entre o partido e o PSB. Lideranças de ambas as siglas apostam em uma parceria, o que levaria o cenário para o mundo dos sonhos de Rollemberg, já que a aliança possibilitaria a troca de gentilezas: o governador tucano Geraldo Alckmin para presidente, com um vice do PSB; enquanto em Brasília vislumbra-se Rollemberg e Maria Abadia (PSDB) como vice para o Buriti. Será? “PSDB não fecha mais com PSB”, insiste Izalci.

Caso o tucano esteja errado, dois rumos podem ser seguidos. Izalci foi convidado pelo Podemos e pelo PSL. Segundo o presidente do PSL-DF, Newton Lins, as conversas com Izalci estão em andamento.

Uma das primeiras demonstrações do PSB de que estava disposto a tudo nas negociações para levar a fechar acordofoi a criação da pasta denominada de Projetos Estratégicos exclusivamente para abrigar o PSDB no governo. Quem ficou com a secretaria foi a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, fundadora do PSDB, nomeada em 1 de novembro do ano passado. Izalci foi apenas comunicado da decisão.

Desgaste interno

A nomeação de Abadia não foi o único desgaste de Izalci com o PSDB. A debandada de tucanos para o GDF aumentou e Izalci chegou ameaçar a punição dos que estavam aceitando “convites” de Rollemberg para integrar os quadros do GDF.

As tratativas internas ficaram tão sensíveis que as trocas de farpas foram parar na Executiva do partido. Izalci e Robério se enfrentaram, com ataques e respostas ofensivas.

Izalci mantém o discurso de se manter no partido e desenhar sua candidatura mesmo após se encontrar, no último dia 1º, com Alckimin, pré-candidato do PSDB ao Planalto. O governador esteve no DF para negociar alianças para 2018 A situação, interna deve ser resolvida amanhã, quando será realizada a reunião da executiva nacional do partido, para definição de candidaturas, inclusive no DF.

Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

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Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

 No Riacho Fundo 2, condomínios entregues em 2017 estão vazios. Construtora diz que espera Agefis

Moradores contemplados pelo programa social Morar Bem no Riacho Fundo II, no Distrito Federal, reclamam do atraso na emissão da carta de Habite-se. Os prédios na região estão prontos, mas os compradores alegam que não podem se mudar porque o governo do DF ainda não regularizou a documentação dos imóveis.

Um dos condomínios em situação irregular é o 17, na QN 30. O residencial tem 14 blocos, com 282 apartamentos no total. A coordenadora pedagógica Naandi Nascimento afirma que a construção terminou em novembro de 2017, um mês antes do prazo previsto.

Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)
Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)

A costrutora, porém, entregou aos compradores apenas as chaves dos banheiros e dos quartos, pois ninguém poderá se mudar para os imóveis. Por isso, o banco continua descontando a taxa dos juros de obra – isso porque, oficialmente, os apartementamentos não estão concluídos.

“Está todo mundo pagando aluguel, querendo se mudar, mas ninguém consegue. Muitas pessoas deixaram de matricular os filhos na escola perto porque não tinham como comprovar endereço”, relata a coordenadora pedagógica.

Naandi afirma ainda que os apartamentos já constam como entregues na pesquisa por CPF no site da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). “A Agefis diz que está indo nos condomínios e vai liberar tudo de uma vez. As pessoas ligam lá e falam que na última semana de fevereiro vai sair, depois só em março, talvez em abril, nunca chega o dia.”

A construtora JC Gontijo, responsável pela obra, informou ao G1 que seis condomínios estão nessa situação. A empresa alega ter resolvido as pendências encontradas na vistoria realizada entre 24 e 31 de janeiro e diz que aguarda desde 5 de fevereiro as revistorias da Agefis.

Relação de condomínios do Morar Bem sem Habite-se no Riacho Fundo II (Foto: JC Gontijo/Divulgação)

Uma proprietária do Condomínio 23, que não quis se identificar, afirmou que o diálogo com o GDF está difícil. “A Agefis disse que, se não tivesse nenhuma documentação faltando, entregaria de todos os prédios de uma vez ainda em fevereiro. Mas, até agora, nada”.

G1 entrou em contato com a Agefis em 27 de fevereiro e desde então aguarda uma resposta a respeito da liberação dos imóveis, mas o órgão não respondeu até a última atualização desta reportagem.