Após dias fechados devido a greve dos vigilantes, o presidente do Instituto Brasileiro Ambiental (Ibram), Aldo Fernandes, afirmou que abrirá os parques do Distrito Federal, nesta terça-feira (6). Segundo o gestor, mesmo com a ausência dos homens contratados para realizar a segurança dos locais, não houve intercorrências em nenhum dos 11 parques abertos durante todo o fim de semana. Os locais ficaram sob a vigilância da Polícia Militar.
Na última sexta-feira, foi realizado um acordo entre o Ibram e o Comando Geral da Polícia Militar do DF para que fosse feita a segurança nos parques como medida protetiva. Entre os principais locais para os quais o órgão realizaram a parceria, estavam: Águas Claras, Ezechias Hering (no Guará), Saburo Onoyama (em Taguatinga), Olhos D Água (Asa Norte), Bosque do Sudoeste, Asa Sul; Dom Bosco, Península Sul e Asa Delta (no Lago Sul), Sucupira (Planaltina), Três Meninas (Samambaia), Paranoá e Jequitibás (em Sobradinho).
Aldo Fernandes informou que, apenas nesta segunda-feira, as unidades serão fechadas para uma avaliação, limpeza, manutenção e redistribuição das equipes.
Base Nacional Comum Curricular tem nesta terça Dia D de Discussão
Na próxima terça-feira (6) serão realizadas diversas ações voltadas para uma mobilização nacional em torno da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da educação infantil e do ensino fundamental.
Nessa data, que será marcada como o Dia D de Discussão da BNCC, o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime) vão promover discussões em diversas localidades explicando a estrutura e as competências do texto.
Vão participar do Dia D de Discussão da BNCC secretarias estaduais e municipais de educação, escolas e professores. Entre as atividades previstas estão apresentações informativas e dinâmicas, visando ao engajamento dos profissionais da educação no processo de concretização do currículo comum.
A Base Nacional Comum Curricular foi homologada em 20 de dezembro do ano passado. O documento, que apresenta os conhecimentos, competências e habilidades considerados essenciais no processo de aprendizado dos estudantes brasileiros ao longo da educação básica e servirá como referência para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares estaduais e municipais, foi cercado de polêmicas durante todo o ano.
O documento que já está em vigor trata apenas das diretrizes para os currículos das escolas de educação infantil e ensino fundamental. A base para o ensino médio deverá ser enviada pelo Ministério da Educação ao Conselho Nacional de Educação até o fim de março,
Casas oferecem mimos especiais para elas, no dia 08 de março
Que as mulheres merecem ser aclamadas todos os dias, todo mundo sabe. Mas o Dia da Mulher, 08 de março, tem um significado muito importante para comemorar as conquistas sociais, econômicas e políticas das mulheres. É uma festividade que, graças a ONU, passou a ser comemorada por diversos países.
Aqui no Distrito Federal, para simbolizar um pouco da personalidade delas, que são fortes sem nunca perderem a ternura, vários restaurantes estão programando mimos para homenageá-las e adoçar um pouco o paladar dessas guerreiras.
Nos restaurantes da rede El Paso (Terraço Shopping, 404 Sul e 110 Norte), o chef David Lechtig vai usar uma receita que aprendeu com a mulher que ele mais admira na vida, sua mãe, dona Rosita. Todas as mulheres, que almoçarem no buffet da casa (R$ 49,00), serão presenteadas com o alfajor Doña Rosita.
Já o japonês Haná (408 Sul) escolheu uma das sobremesas que elas mais adoram. A delícia une a simplicidade do sorvete de creme com uma deliciosa calda de chocolate. Mas não é qualquer calda, e sim uma exclusiva, preparada no próprio restaurante, com uma receita guardada a sete chaves. O mimo será dado a todas que se deliciarem com o buffet completo ou light (R$ 79,90 / R$ 59,90), sequencia combinada (R$ 49,90) ou pratos à la carte. E tem mais: no jantar de 20h às 22h, tem apresentação, no formato Voz e Violão, com o cantor Vinícius Faria (foto em destaque).
Doce Portofino
No Carpe Diem (104 Sul), seja para aquelas que aproveitarem o buffet (R$ 59,90), ou os pratos à la Carte, a sobremesa é por conta da casa. O Mini Portofino Negro, criado pelo chef da casa Fernando La Rocque, é a combinação de um bolo de chocolate quente com sorvete, calda de chocolate e creme inglês. A delícia faz bastante sucesso!
Na Belini Pães & Gastronomia (113 Sul), quem for degustar o Buffet de almoço (R$ 58,00 o quilo), ou o chá da tarde (R$38,95), ganhará o Drink feminino Kir Royal (creme de cassis e prosecco), No dia 8 também será vendido o famoso pão artesanal, de fermentação natural com chia, gergelim preto, branco e girassol, que carinhosamente recebeu o nome de Pão da Mulher (R$9,90 unidade – 300g), e para fechar com chave de ouro, ainda terá promoções de espumantes e vinhos brancos.
Belini Burger. Foto: Davi Freitas
No Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável (113 sul), as mulheres que passarem por lá, e pedirem qualquer prato à la carte, serão presenteadas com a “Big Trufa Viva”, de cacau e castanha.
E na Belini Café – The Coffee Experience (114 sul), a proposta é que elas brindem essa data especial com as amigas. A cada 3 mulheres que estiverem aproveitando os hambúrgueres gourmets do Burger na Calçada, vai rolar uma cerveja Colombina (600ml – sujeito a disponibilidade de estoque). A sugestão é o delicioso hambúrguer da casa: pão brioche artesanal, hambúrguer de fraldinha (180g), cheddar ou muçarela de búfala derretida e maionese da casa (R$ 19,90), e às quintas ainda tem música ao vivo.
Pastelzinho 389
Falando em hambúrgueres gourmets, o 389 Burger (Sobradinho, Planaltina e Formosa) também vai presentear todas as mulheres que passarem por lá e pedirem um dos hambúrgueres ou beslisquetes do cardápio. Elas poderão escolher uma das maravilhosas sobremesas da casa: pastelzinho 389 (pastel de Belém de nata com sorvete), ou o saboroso Sem Fim (banana caramelizada artesanalmente, ganache de nutella, sorvete e Ovomaltine).
Inscrições para 10º Salão do Artesanato ficam abertas até sábado
Feira será no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, de 4 a 8 de abril
Estão abertas até 10 de março as inscrições no processo seletivo de participantes do 10º Salão do Artesanato de Brasília.
Considerada uma grande vitrine de exposição e vendas de produtos artesanais, a feira ocorrerá de 4 a 8 de abril, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek.
De quarta a sexta-feira, ela funcionará das 16 às 22 horas, e no sábado e no domingo, das 10 às 22 horas.
As inscrições podem ser feitas pela internet, por meio de formulário on-line, ou pessoalmente, na Unidade de Gestão do Artesanato, de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Conforme o edital, os candidatos devem enviar fotos das peças que pretendem comercializar, de diferentes ângulos — impressa, em CD ou DVD ou em arquivo de imagem para o e-mail fotos@gmail.com.
Caso trabalhe com mais de uma matéria-prima, o artesão tem de mandar uma fotografia de cada peça por tipo de matéria-prima.
Além do espaço para comercialização, o salão terá oficinas de mestres artesãos, shows com artistas de destaque no cenário regional, apresentações de danças tradicionais e outras manifestações folclóricas.
Inscrições para o 10º Salão do Artesanato
Até 10 de março (sábado)
Pela internet ou pessoalmente, na Unidade de Gestão do Artesanato (Centro de Convenções Ulysses Guimarães)
De segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
E-mail para envio de fotos e documentação: fotos@gmail.com
Primeiro bebê com microcefalia decorrente do zika no DF é adotado
A pequena Larissa, de apenas 1 anos, foi acolhida neste mês por uma família de Betim, Minas Gerias. Apesar de ter microcefalia, ela está saudável e responde bem aos estímulos
O amor à primeira vista, a certeza de encontrar quem procurava, a angústia sobre o futuro, a ansiedade pela decisão, a guarda finalmente concedida. Essas etapas marcaram a vida de Joyce dos Santos, 41 anos, que adotou Larissa, a primeira criança com microcefalia decorrente do zika vírus do Distrito Federal. Foi através de uma foto, na Busca Ativa de um grupo de apoio no Whatsapp, que ela e o marido, Fabrício Rezende, 38, saíram de Betim (MG) em direção a Brasília para conhecer a filha, de apenas 1 ano.
O texto que acompanhava a imagem da menina não poderia ser mais claro: “Menina de 10 meses com microcefalia e lisencefalia causada pelo zika. Uso de sonda nasoenteral para alimentação e medicação devido à dificuldade de deglutição. Não possui controle de tronco, mas responde a estímulos com os olhos”. A mensagem sem rodeios, com o aviso de uma doença que assombrou diversas mães no país há dois anos, foi a última coisa que Joyce pensou quando viu Larissa.
“Como você sabe que a criança é seu filho? Eu ficava pensando isso dia e noite. Mas quer saber? Você simplesmente não sabe, é seu coração que fala, e ele fala alto. Quando eu vi a foto, sabia que era a minha filha. Isso tudo vai além da doença dela”, disse, emocionada.
Essa não foi a primeira vez que a professora da rede municipal de Belo Horizonte entrou em um cadastro de adoção. Muito menos que foi chamada para conhecer uma criança. Mãe de dois rapazes, André, 17, e Ivan, 20, e madrasta de Luiz Gustavo, 23, o sonho de ter uma filha sempre foi presente em seu coração. Assim que André nasceu, em 2000, ela e o ex-marido logo entraram na fila à procura de uma menina. Como o cadastro era específico para meninas saudáveis e recém-nascidas, Joyce pensou que demoraria ao menos quatro anos até que ligassem, tempo de espera estimado na época para o tipo de perfil. Mas seis meses após o nascimento do filho, foi chamada para conhecer uma bebê.
“Fomos até o abrigo, seguramos a neném no colo, mas não tivemos certeza. Achei que não estávamos preparados ainda. Não senti que era ela quem eu buscava”, disse Joyce. Quase 17 anos depois, ela finalmente encontrou. Apesar dos familiares e alguns amigos próximos alertarem a família para a gravidade das sequelas que a microcefalia deixa nas crianças, ela e Fabrício esqueceram o medo e ouviram o coração. Contudo, não foi um processo rápido.
O pai de Larissa hesitou pela adoção… até conhecê-la. Com quatro anos de casados e com os filhos já crescidos, conversavam sobre a adoção. Passaram a frequentar grupos de apoio, preencheram a papelada do Cadastro Nacional de Adoção em 2015 e só dois anos depois, em 2017, ficaram habilitados para a acolhida. O perfil do casal era com exigências comuns e padrões da maioria das famílias disponíveis no CNA: até quatro anos, com doenças tratáveis e sem irmãos – no caso deles, tinha que ser uma menina. “Todo mundo que entra no cadastro idealiza a adoção considerada perfeita. Bebê saudável, recém-nascido, escolhido sob medida para a família. A nossa também era assim”, afirma.
Não era o sonho deles adotar uma criança com microcefalia. Mas era o sonho deles adotar uma filha. E foi assim que ela chegou. As discussões e o entendimento acerca da adoção ajudaram na desconstrução desse perfil. No entanto, ainda acreditavam que era o ideal. Até chegar a imagem de Larissa. Com ela, a persistência de Joyce para conversar com o marido e explicar que o amor incondicional dá forças e encoraja. E eles o tinham de sobra.
“Ele estava mais racional que eu. Sentia medo de não corresponder às expectativas, de não conseguir lidar emocionalmente com a doença, não dar o melhor para Larissa. Eu também sentia medo”, explica Joyce. Em janeiro deste ano, ela e Fabrício vieram a Brasília conhecê-la ainda no abrigo onde ficava. O marido disse, por diversas vezes, que era uma visita sem compromisso. Insistiu que Joyce não criasse expectativas. Quando chegaram e pegaram a menina no colo, não contiveram a emoção. “Ele chorava tanto. Naquele momento, ele sentiu o mesmo que eu”.
Passaram quatro dias na cidade e voltaram a Betim, de carro. O trajeto foi feito em silêncio. “Eu fiquei arrasada de não voltar com a Larissa. Sempre chorava quando falava dela. Ele também tinha ficado triste. Estava pensativo”, lembra. Passaram a semana inteira pensando, noites em claro, discutindo se dariam conta mesmo da adoção. Foi quando Fabrício deu a notícia. “‘Já estou preparado para sua resposta’, ele disse. Meu coração disparou. ‘Vamos voltar para buscar Larissa’”, conta, emocionada.
Com pouco dinheiro, recorreram a ONG Adotar, em Belo Horizonte, responsável por conduzir trabalhos de grupos de apoio para adoção. A presidente da organização conseguiu 10 dias de hospedagem e dinheiro para a alimentação. Já os amigos da igreja se mobilizaram e reuniram o custo para a gasolina. Mais 10 horas de carro. Ansiedade batendo forte no peito. Chegaram no último 29 de janeiro e ficariam até 8 de fevereiro. Mas dia 1º já havia saído a guarda provisória da filha.
“Eu tinha R$ 7 na minha conta e R$ 200 no bolso. Mas meu coração tava cheio de esperança e confiança de que tudo ia dar certo. E tudo ocorreu além do que eu esperava. A diferença entre um filho biológico e um filho adotivo é que você pode escolher. E escolhemos a Larissa com tudo o que ela é e representa. A doença é só um obstáculo”, comenta.
A pequena Larissa foi diagnosticada com microcefalia desde que nasceu. A saúde física dela é ótima, mas o quadro neurológico é completamente comprometido por causa do zika vírus. Como é uma doença relativamente nova, os médicos ainda não conseguem ter um prognóstico fechado. Mas a família já fez um plano de saúde e espera que ela possa se desenvolver bem, com qualidade de vida e dignidade. Na quinta-feira (1º/3), ela fez uma cirurgia para retirar a sonda nasal e colocar uma sonda diretamente no estômago. A previsão é que tenha alta até terça-feira (6/3). Espertinha e risonha, conta Joyce, a pequena responde bem aos estímulos e é muito amorosa.
Joyce, Fabrício e Larissa vivem uma rotina de hospital desde o último 7 de fevereiro. Ansiosa para voltar para a casa, a família não vê a hora de poder curtir a mais nova integrante. Os filhos do casal esperam sempre por ela para dar carinho e pegar no colo. Joyce conta que a menina até ficou mais manhosa desde chegou para eles. “Agora ela só quer ficar no colo. Aos poucos o coração dá uma balançada, mas é só olhar para o sorriso dela que esqueço de tudo”, conta.
De acordo com o relatório da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal (VIJ-DF), Larissa foi entregue para adoção pela mãe biológica ainda no hospital. Além das condições socioeconômicas precárias, a família do bebê alegou não ter recursos emocionais para lidar com a doença.
Adoção no DF
A pequena Larissa foi a segunda bebê das 20 crianças e adolescentes com problema de saúde a ser adotada no DF neste ano. No Cadastro Nacional de Adoção, há 1.630 crianças com esse perfil, o equivalente a 33,39% do total. Para Walter Gomes, supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da VIJ-DF, a adoção de Larissa representa um sopro de esperança em relação à possibilidade de a Justiça Infantojuvenil, em parceria estratégica com os grupos de apoio à adoção de todo o Brasil, aumentar o número de famílias habilitadas predispostas a realizarem adoções que fogem do perfil padrão do país.
“As reações e palavras dessa família adotiva conduzem à indubitável conclusão de que adoção é entrega total e sem limites e que a prioridade deve ser não a satisfação primeira do adulto, mas a promoção da alegria, do bem-estar e da proteção integral do adotando. Quando existe o potencial e a incondicionalidade do amor acolhedor em uma família pleiteante, os traços, características, histórico genético ou familiar de uma criança ou adolescente apto para adoção se tornam secundários”, disse Walter.
Oscar só com pizza: D’Lurdes traz promoção especial para a cerimonia
Pizzaria oferece dez sabores a R$ 19,90 e um refrigerante (1,5L) de brinde. A oferta é exclusiva para pedidos no delivery
Um dos eventos mais aguardados do ano, a cerimônia do Oscar, acontece neste domingo (04/03) e é uma ótima oportunidade para reunir os amigos para assistir a premiação. O programa fica ainda melhor acompanhado de uma deliciosa pizza. Foi por isso que o D’Lurdes Delícias de Minas preparou uma promoção especial, exclusiva para o delivery: pizza grande por 19,90 reais e de brinde uma garrafa de refrigerante (1,5L).
Para os amantes do cinema, das 18h às 23h, a unidade de Águas Claras irá oferece dez sabores diferentes a este valor. Dentre eles, a casa prepara recheios exclusivos como pamonha, que leva também leite condensado, queijo minas, milho e canela; e a mineirinha, feita com frango e quiabo.
As muito requisitadas: D’Lurdes – recheada com linguicinha mineira e queijo minas – e a de pasta de alho, além das tradicionais redondas de presunto, calabresa, muçarela, bacon, milho e banana também fazem parte do cardápio.
A promoção ficará disponível durante todos os dias do mês de março. Quem se interessar pode fazer o pedido pelo telefone: (61) 3204-3283.
Serviço
D’Lurdes Delícias de Minas – Promoção no delivery
Quando: 1 a 31 de março Valores: 19,90 reais (pizza e refrigerante de 1,5 litro) + 7 reais (taxa de entrega) Sabores: muçarela, calabresa, milho, pasta de alho, presunto, banana, mineirinha, D’Lurdes, bacon e pamonha.