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quinta-feira, abril 2, 2026
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Banda de rock ADjani lança primeiro disco

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Banda de rock ADjani lança primeiro disco

Grupo brasiliense tem produção de álbum assinada por Phillippe Seabra

Por: Lorena Carolino

Brasília recebeu o título de “capital do rock” por revelar diversos talentos musicais em meados dos anos 80. Algumas décadas depois, surge a banda “ADjani”, com dois amigos unidos pela música e pelo rock. Adilson Farias e Djan Pereira, não mediram esforços para que o primeiro álbum “Mil Maneiras” fosse lançado em 2017. A produção é assinada por Phillippe Seabra, vocalista da Plebe Rude. A banda foi batizada por Phillippe, em uma junção dos nomes do vocalista Adilson e do guitarrista Djan, formando então a “ADjani”.

Adilson foi apresentado a Phillippe por um amigo em comum, mas a idealização do projeto não aconteceu no primeiro momento. “Eu mostrei uma música para o Phillippe, mas o projeto não deu certo. Quatro anos depois, tive a oportunidade de reencontrá-lo e então começar a produção do álbum, em dezembro de 2014, lembra. O processo de produção do álbum durou cerca de dois anos e meio para ser concluído.

Fator fundamental para o lançamento do álbum “Mil Maneiras” foi a participação de Phillippe Seabra como produtor. “Ele é muito exigente e profissional. Nós mostramos para ele a ideia e ele tratou a música como uma pedra bruta que precisa ser lapidada. Ver a página em branco tomar forma é trabalhoso, mas nos estimula a dar o melhor”, conta Djan.

A história da banda começou em 2005, quando os dois amigos decidiram compor músicas autorais e com arranjos próprios. “Eu convidei o Djan para vir até a minha casa e pedi que trouxesse o violão. Ele estava dedilhando algo muito agradável de ouvir e então eu perguntei de quem era aquela melodia. Ele respondeu que estava criando naquele momento. E então, surgiu a ideia de compor uma música”, conta o vocalista.

A banda é composta por dois servidores públicos e um consultor de tecnologia da informação, que nutrem um amor pela música. Adilson e Djan estão juntos há mais de dez anos e, recentemente, o baterista Eduardo Torres ingressou na equipe. As primeiras composições foram feitas de forma despretensiosa. “Nós sempre fizemos composições porque amamos, sempre foi o nosso prazer. Como nós temos outro trabalho e não vivemos da música, não começamos a compor com a intenção de formar uma banda de rock, as coisas foram acontecendo”, afirma Adilson.

As músicas do álbum são a representação de mais de 10 anos de dedicação. Algumas canções foram escritas no início da trajetória da banda, por exemplo, a música “Mercado Central” de 2005. Outra faixa de destaque é “Paraíso”, que foi uma canção que tomou forma rapidamente e se tornou um estímulo para que as demais melodias saíssem.

Um diferencial da banda é a divulgação das músicas. Os idealizadores optaram por “presentear” as pessoas com as canções. O recurso financeiro foi empregado para que o material saísse, porém, o álbum pode ser acessado por meio das plataformas digitais sem qualquer custo.

Os integrantes da ADjani, que se inspiram em nomes da jovem guarda, rock clássico e pop, já estão preparando o próximo trabalho. As canções já estão sendo escritas e os arranjos pensados.

Novo cenário do rock em Brasília

O rock tem ocupado menos espaço do que o esperado nos últimos tempos. Uma das críticas

é a falta de entrosamento entre os músicos do segmento. Para o baterista da Adjani, Eduardo Torres, o incentivo é fundamental para o crescimento da música autoral. “O mundo do rock está bem fragmentado e alguns músicos não vão para eventos para prestigiar outros, só vão se forem se apresentar. Isso é ruim pois cria um ambiente individualista. Gostaria que as pessoas pensassem: eu não vou tocar hoje, mas eu vou lá prestigiar”, afirma.

Para o guitarrista Djan, o que falta é espaço disponível para apresentação. “Existem casas que até dão espaço para a banda autoral, mas em dias que a casa está mais vazia, com pouco movimento”. Fazer apresentações na cidade e parcerias com outras bandas também é uma aposta dos músicos, além de usar plataformas digitais para expandir o som em Brasília.

Inscrições para oficinas do Picasso não Pichava vão até o dia 18

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Inscrições para oficinas do Picasso não Pichava vão até o dia 18

Haverá turmas gratuitas de audiovisual, capoeira, DJ, grafite, pintura e teatro. Programa é voltado a jovens de até 21 anos em situação de vulnerabilidade social

Estão abertas até 18 de fevereiro as inscrições para as oficinas do programa Picasso Não Pichava, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. Até essa data, interessados precisam levar documentos pessoais aos locais das aulas.

As oficinas e os espaços disponíveis são:

  • Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) do Recanto das Emas: DJ, audiovisual, música e teatro
  • Espaço Imaginário Cultural, em Samambaia: audiovisual, grafite e DJ
  • Casa do Cantador, em Ceilândia: capoeira
  • Horta comunitária do Itapoã: capoeira
  • Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), em Planaltina: pintura em tela

Somente as inscrições para a turma de teatro terão início em data diferente: 15 de fevereiro.

PROGRAMA PICASSO NÃO PICHAVA CERTIFICA 110 ALUNOS

Podem participar do Picasso Não Pichava jovens de 12 a 21 anos. As aulas ocorrem de segunda a quinta-feira, nos turnos matutino e vespertino.

Em 18 anos de funcionamento, o programa atendeu mais de 50 mil jovens em situação de vulnerabilidade social. Parte do Viva Brasília — Nosso Pacto Pela Vida, a iniciativa busca prevenir a violência ao criar alternativas de arte e de esporte.

Inscrições gratuitas para o Programa Picasso Não Pichava

De 7 a 18 de fevereiro (exceto teatro, que vai de 15 a 18 de fevereiro)

Locais das aulas e das inscrições

Ceilândia

Casa do Cantador, na Quadra 32m Área Especial G, Ceilândia Sul

Itapoã

Horta comunitária, na Quadra 378, no Del Lago

Planaltina

Ceam, no Jardim Roriz, Área Especial, Entrequadras 1 e 2

Recanto das Emas

CEU das Artes, na QR 517

Samambaia

Espaço Imaginário Cultural, na QS 103, Conjunto 5, Lote 5, Samambaia Sul

FONTE: DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA PAZ SOCIAL

Mega-Sena pode pagar hoje R$ 59 milhões

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 Mega-Sena pode pagar hoje R$ 59 milhões

O principal  prêmio da Mega-Sena poderá pagar R$ 59 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 2012, que correrá hoje (8), no segundo sorteio da chamada Mega Semana do Carnaval, conforme a Caixa Econômica Federal.

Thinkstock

O primeiro sorteio, realizado na terça-feira (6), no Espaço Loterias da Caixa, nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2011.

Aplicando na poupança o prêmio acumulado, de R$ 59 milhões, o ganhador pode ter uma renda de cerca de R$ 236 mil por mês.

Mas ainda dar tempo de concorrer, a aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita ainda nesta quinta-feira até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa Lotérica do país.

Mega-Sena/Concurso 2011 (06/02/18)
Números: 02 – 28 – 32 – 35 – 54 – 58
Acumulada próximo concurso (2012): R$ 59.000.000,00

Veja o que abre e o que fecha no carnaval

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Veja o que abre e o que fecha no carnaval

Serviços públicos, como transporte e unidades de saúde, e atrações turísticas terão horários de funcionamento diferenciados. Da sexta-feira (9) à Quarta-Feira de Cinzas (14), o Conjunto Cultural da República receberá blocos de rua

DA AGÊNCIA BRASÍLIA

O horário de funcionamento de parte dos serviços públicos do Distrito Federal será modificado devido ao carnaval, cujo dia oficial neste ano cairá em 13 de fevereiro. Na área da segurança pública, por exemplo, apenas algumas delegacias funcionarão em regime de plantão de 24 horas na segunda (12) e na terça (13).

Divulgação.


SERVIÇOS PÚBLICOS

Para o funcionalismo distrital, o Decreto n° 38.011, de 16 de fevereiro de 2017, determina ponto facultativo na segunda-feira (12) e até as 14 horas da Quarta-Feira de Cinzas (14) — válido para órgãos da administração direta, autárquica e fundacional de Brasília.

BRB

As agências do Banco de Brasília não abrirão na segunda (12) nem na terça (13). Na quarta-feira (14), funcionarão das 12 às 16 horas.

Hemocentro

A Fundação Hemocentro de Brasília abrirá normalmente no sábado (10), das 7 às 18 horas. Na segunda (12), porém, funcionará somente até as 13 horas. Na terça (13), ficará fechada e na quarta-feira (14) abre das 14 às 18 horas.

A instituição fica no Setor Médico-Hospitalar Norte, Quadra 3, Conjunto A, Bloco 3 (Asa Norte). Mais informações pelo telefone 160, opção 2.

Na Hora

As unidades do Na Hora estarão fechadas no sábado (10), na segunda (12) e na terça-feira (13). Na Quarta-Feira de Cinzas (14), vão abrir depois das 14 horas.

Saúde

Todas as emergências e unidades de pronto-atendimento (UPAs) vão funcionar. Na quarta-feira (14), as unidades básicas de saúde (UBS) e ambulatórios abrirão a partir das 14 horas.

Os serviços de emergência 24 horas — Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192, e Corpo de Bombeiros (193) — poderão ser acionados.

Secretaria de Fazenda

O atendimento ao público nas agências da Receita do DF será interrompido de sábado (10) a terça (13) e retomado às 14 horas de quarta-feira (14).

As agências da Secretaria de Fazenda e o atendimento telefônico pela central 156, opção 3, ficarão indisponíveis durante o carnaval e voltam a funcionar às 8 horas da Quarta-Feira de Cinzas (14).

atendimento virtual para dúvidas e solicitações poderá ser acessado, mas as respostas serão dadas posteriormente. Emissões de segunda via para pagamentos de impostos e parcelamentos estarão disponíveis normalmente pelo portal da Secretaria de Fazenda.

Segurança 

Na segunda (12) e na terça (13), apenas algumas delegacias funcionarão em regime de plantão de 24 horas. São elas:

1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) 
Setor Policial Sul, Lote 2B

4ª Delegacia de Polícia (Guará II)
EQ 15/16, AE

5ª Delegacia de Polícia (área central do Plano Piloto) 
SGAN 901, Lote A, Asa Norte

6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) 
AE, Quadra 33, Lote 4

12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) 
EQ 3/5, AE, Setor Central

13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho)
Setor Central, AE, Módulo M

18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) 
SN, Quadra 3, AE 4

20ª Delegacia de Polícia (Gama Oeste) 
AE 13/17, Setor Oeste

21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) 
CSG 9, Lote 10

23ª Delegacia de Polícia (P Sul – Ceilândia) 
EQNP 30/34, AE, Lote A/D

24ª Delegacia de Polícia (Setor O – Ceilândia) 
EQNO 17/18, AE, s/nº, Setor O

26ª Delegacia de Polícia (Samambaia) 
QS 411, AE

27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) 
Quadra 305, Conjunto 1, Lote 2, AE

30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião) 
Quadra 2, Conjunto 2, Lote 1, Bairro São Bartolomeu

31ª Delegacia de Polícia (Planaltina) 
Quadra 19, Conjunto A, AE 1, SRLIV, Buritis IV

33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) 
CL 114, Lote A

DCA – Delegacia da Criança e do Adolescente
EQN 204/205, Asa Norte

DCA 2 – Delegacia da Criança e do Adolescente II
Setor de Indústrias Gráficas, QNL, Área Especial nº 1, Taguatinga Norte

Deam – Delegacia Especial de Atendimento à Mulher
EQS 204/205, Asa Sul

Na quarta-feira (14), todas as delegacias funcionarão normalmente a partir das 14 horas.

Delegacia Eletrônica e o telefone 197 ficarão disponíveis durante as 24 horas do feriado.

TRANSPORTE 

Metrô

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) estenderá os horários de circulação dos trens para atender os foliões. No sábado (11), na segunda (12) e na terça (13), haverá metrô das 7 horas até a meia-noite. No domingo (11), das 11h30 até a meia-noite, e, na quarta-feira, o horário volta ao normal: das 6 horas às 23h30.

PONTOS TURÍSTICOS

Catetinho
(Km 0, BR-040)
(61) 3338-8803 e (61) 3386-8167

Ficará fechado na segunda (12), na terça (13) e na quarta (14).

Jardim Botânico
(Área Especial, Setor de Mansões Dom Bosco, entrada pela subida da QI 23 do Lago Sul)

Estará fechado na segunda (12) — como ocorre em todas as segundas-feiras, para manutenção. Abrirá no sábado (13), das 9 às 17 horas, e, no domingo (14), a partir das 14 horas.

O ingresso custa R$ 5. Crianças com até 11 anos de idade e pessoas com deficiência ou acima de 60 anos não pagam para entrar.

Jardim Zoológico
(Avenida das Nações – L4 Sul)

Seguirá o horário normal de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 8h30 às 17 horas. A entrada custa R$ 10. Crianças de 6 a 12 anos, estudantes, idosos (pessoas acima de 60 anos), professores e beneficiários de programas sociais do governo pagam meia-entrada. Para crianças de até 5 anos e pessoas com deficiência, o ingresso é gratuito.

Mané Garrincha
(Eixo Monumental, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães)

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha estará aberto para visitação turística no sábado (10), das 9 às 12 horas.

Memorial dos Povos Indígenas
(Eixo Monumental, em frente ao Memorial JK)
(61) 3344-1154 e (61) 3342-1156

Estará fechado na segunda (12) e na terça (13). Retorna às atividades na quarta-feira (14) a partir de meio-dia.

Museu Vivo da Memória Candanga
(Epia Sul, Setor de Postos e Motéis Sul, Lote D, Núcleo Bandeirante)
(61) 3301-3590

Na sexta-feira (9), será fechado para dedetização. No sábado (10), abrirá normalmente, de 9 às 17 horas, e fechará no domingo (11) e na segunda-feira (12). Na terça-feira (13), dia oficial do carnaval, ficará aberto das 9 às 17 horas. Na quarta-feira (14), somente após as 14 horas.

Museu Nacional
(Setor Cultural Sul, perto da Rodoviária do Plano Piloto)
(61) 3325-5220 e (61) 3325-6410

Os horários serão alterados. Na sexta (9), o museu abrirá das 9 às 17 horas. No sábado (10) e no domingo (11), das 9 às 16 horas. Na segunda (12), estará fechado e na terça (13) volta a abrir das 9 às 16 horas. Na Quarta-Feira de Cinzas (14), fechará.

O museu fica no Conjunto Cultural da República, onde haverá apresentações de blocos de carnaval:

Dia 9 (sexta-feira): Bloco Libre
Dia 10 (sábado): Bloco Libre e CarnaReggae
Dia 11 (domingo): CarnaReggae e Bem Meb
Dia 12 (segunda-feira):  ReveiRock e Bem Meb
Dia 13 (terça-feira): ReveiRock e Bloco do Forró

Planetário de Brasília
(Eixo Monumental, atrás do Centro de Convenções Ulysses Guimarães)
(61) 3224-7970

Estará fechado de sábado (10) a terça-feira (13). Na Quarta-Feira de Cinzas (14), reabre a partir das 14 horas.

Torre de TV
(Eixo Monumental, s/n, Jardim Burle Marx)

A Torre de TV funcionará normalmente das 9 às 19 horas, inclusive na segunda-feira (12), dia em que é fechada para manutenção. Na quarta (14), abrirá para visitação a partir das 14 horas.

Torre de TV Digital
(Estrada Parque Contorno, DF-001, Bairro Colorado, subida para Sobradinho, depois da Academia da Polícia Federal)

A visitação está suspensa para manutenção.

BIBLIOTECAS

Biblioteca Pública de Brasília
(EQS 312/313)

Está fechada para reforma desde abril.

Biblioteca Nacional de Brasília
(Esplanada dos Ministérios, próximo à Rodoviária do Plano Piloto)
(61) 3325-6237

No sábado (10) e no domingo (11), funcionará normalmente. Na segunda (12) e na terça-feira (13), fechará. Na quarta-feira (14) não abrirá devido à apresentação do bloco de carnaval Filhos de Zé.

ESPAÇOS CULTURAIS

Casa do Cantador
(QNM 32, Área Especial, Ceilândia Sul)
(61) 3378-5067

No sábado (10) e no domingo (11), abrirá normalmente para a agenda de apresentações. Na segunda (12) e na terça-feira (13), ficará fechada. Na quarta-feira (14), abre a partir das 14 horas.

Centro Cultural Três Poderes
(Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios)
(61) 3325-6244, (61) 3323-3728 e (61) 3326-7709

Haverá alteração de horário. Estará fechado na segunda (12) — para manutenção — e na terça-feira (13). Na quarta (14), abre a partir do meio-dia.

Cine Brasília
(106/107 Sul)
(61) 3244-1660

Funciona normalmente, a partir das 14 horas.

Tragédia anunciada

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Tragédia anunciada

Duas das três vias sentido Eixo norte despencaram nesta manhã. Não houve vítimas

Na manhã desta terça-feira (06/02) uma parte do viaduto no Eixão Sul desabou. A estrutura fica na altura da Galeria dos Estados, a menos de 1 km da Rodoviária do Plano Piloto.

Duas das três vias sentido Eixo norte despencaram. Quatro carros estavam estacionados sob o Eixão, dois carros foram soterrados e dois ficaram danificados. Mesas de um restaurante chamado Churrascaria Floresta também ficaram soterradas. O Corpo de Bombeiro do DF e a Polícia militar foram acionados. Não foram encontradas vítimas no local do incidente.

Hugo Marques/VEJA

Em 2011 um relatório do TCDF já apontava riscos em vários locais de Brasília, inclusive o local do acidente. Em uma entrevista a uma emissora de TV local, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), admitiu que o local precisava de manutenção.

Em nota o Diretor-Geral do Departamento de Estradas e Rodagens, Henrique Luduvice, afirma que “será feito um estudo para analisar as causas do acidente, para que seja feito as intervenções necessárias”.

@Mari_Ella_Twitter

Segundo a Defesa Civil, grande parte da região ficará interditada, pois há riscos de novos desabamentos e pede para que funcionários sejam liberados antes do horário de pico.
O trânsito na região será desviado.

PRIMEIRO CASO DO ANO

No último domingo (04/02), o estacionamento de um prédio na 210 Norte despencou. Cerca de 20 carros foram esmagados.
Os conselhos comunitários do Plano Piloto pediram à Defesa Civil para fazer uma vistoria técnica em todos os blocos residenciais das Asas Sul e Norte que tenham garagem subterrânea. O ofício foi protocolado na manhã desta terça na Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Como diz a música BRASÍLIA, da banda Plebe Rude “Oh.. O concreto já rachou! Brasília….”

Empresa?rio Alexandre Guerra, é pre?-candidato do NOVO ao governo do DF

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Empresa?rio Alexandre Guerra, é pre?-candidato do NOVO ao governo do DF

O empresa?rio Alexandre Guerra, 37 anos, e? o pre?-candidato do NOVO ao governo do Distrito Federal nas eleic?o?es de 2018. Sem um passado partida?rio, Alexandre concorre nas pro?ximas eleic?o?es com a proposta de mudar a poli?tica de “loteamento de cargos” pu?blicos, que é rotina para se conseguir apoio dos antigos caciques políticos.

Com uma longa carreira de sucesso como CEO do Giraffas, ele promete ser a soluc?a?o de governabilidade do DF ao focar nos princi?pios administrativos de gesta?o de recursos, no uso da ma?quina pu?blica para estimular a “gerac?a?o de empregos” na iniciativa privada e administrar o DF sem “conchavos e distribuic?a?o de cargos”.

 O QUE UM PRE?-CANDIDATO PODE PROMETER A? POPULAC?A?O DO DF?

Alexandre Guerra: Um político normal costuma prometer tudo. Depois, quando vence a eleição, na melhor das hipóteses, ele faz muito pouco do que prometeu. Nós queremos mudar o jeito como se faz política. E para mudar é preciso ser e fazer diferente ainda antes das eleições. Por isso, em vez de promessas, nós assumimos compromissos que já estão sendo colocados em prática no nosso dia a dia. Para mudar a política, é preciso mudar a maneira como se disputam as eleições.

PODERIA DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PONTOS A MUDAR?

Alexandre Guerra: Nós somos contra usar dinheiro público para financiar partidos e campanhas eleitorais, como acontece hoje. Por isso, o Novo não gasta um centavo do fundo partidário. Temos 3 milhões de reais em caixa e estamos tentando devolver esse dinheiro para o TSE. Esse dinheiro não é nosso. Esse dinheiro é de quem trabalha e paga imposto. Deveria ser usado para melhorar a qualidade de escolas e hospitais e equipar e treinar a polícia. A mesma postura deve se estender a?s coligac?o?es e alianc?as nas campanhas e posteriormente para governar, sendo que  troca de favores, cabide de empregos, burocracia, ineficiência, e desperdício devem ser totalmente banidos da vida poli?tica. Alguns partidos, principalmente os mais desgastados, estão até mudando de nome para parecer novo. Mas pra ser novo precisa ser diferente. Quem não age com ética e respeito pelo que é de todos jamais vai fazer as mudanças que as pessoas esperam em 2018.

EMPRESA?RIO OU POLI?TICO?

Alexandre Guerra: Brasiliense, aqui nascido e criado, executivo do setor privado. Hoje, eu sou um cidadão indignado com o estrago que os maus políticos fizeram na vida dos brasileiros e dos brasilienses. E quero transformar essa indignação em algo positivo para o DF. Eu quero que os meus filhos vivam em um lugar melhor e com futuro.

VOCE? E? DONO DA REDE GIRAFFAS?

Alexandre Guerra: Nem de longe, mas tenho o orgulho de ter trabalhado na rede por 18 anos, saindo de auxiliar administrativo ate? a presidência da empresa, fundada pelo meu pai em 1981. A rede tem a minha idade e, antes que me pergunte não vou herdar a rede, sou apenas um pequeno acionista.

As nossas girafinhas fazem parte da minha histo?ria assim como são parte da histo?ria de Brasi?lia. Afinal, fomos a primeira empresa, de qualquer ramo de atividade, a funcionar em todas as regiões do DF. Hoje são 80 restaurantes, gerando quase 2.000 empregos diretos.

TEM ORGULHO DE SEU TRABALHO NO SETOR PRIVADO? E SE TEVE E?XITO, POR QUE PENSAR NO SETOR PU?BLICO?

Alexandre Guerra: Certamente tenho orgulho. No setor privado o reconhecimento profissional e? baseado nos resultados que voce? apresenta. É essa experiência que precisa ser levada para a vida publica. O contribuinte precisa ser tratado como um cliente. Nós todos pagamos pesados impostos, comparáveis a alguns dos países mais ricos do mundo, mas recebemos em troca serviços públicos que funcionam muito mal.  Não falta dinheiro. Falta boa gestão. E quem sabe gerir é gestor. Os políticos profissionais estão aí há muito tempo e eles claramente fracassaram nessa missão.

NESSA SUA VIDA DE EMPRESÁRIO, VOCÊ RECEBEU O PRÊMIO FORBES?

Alexandre Guerra: Eu fui eleito, em 2015, pela revista Forbes o melhor executivo do setor de alimentação do Brasil. Eles reconheceram o trabalho de 18 anos de liderança no setor de food service tanto à frente do Giraffas quanto à frente do IFB (Instituto de FoodService Brasil), como presidente, e da ABF (Associação Brasileira de Franchising), na vice-presidência.

FALE UM POUCO DE POLI?TICA

Alexandre Guerra: Sou filiado e militante do NOVO, que quer fazer poli?tica de forma independente e sem negociatas de coligac?o?es, digamos, na?o programa?ticas, que outros partidos parecem estar fazendo. Veja, segundo a mídia noticia e ningue?m desmente, grupos de va?rios partidos esta?o negociando o rateio, a divisa?o, o loteamento dos cargos no pro?ximo governo do DF. O NOVO na?o participa disso. E? importante distinguir governabilidade de manutenc?a?o no poder.

Na?o consigo ver o interesse da populac?a?o do DF como sendo a preocupac?a?o ou o conteu?do dos acordos que sa?o feitos, ha? anos, entre a Ca?mara Distrital e o governador da vez. O que existe e? um acordo para a divisa?o de nomeac?o?es de apadrinhados para cargos e distribuic?a?o de poder para gastar os recursos pu?blicos. Isso sempre gera ineficie?ncia e eventualmente corrupc?a?o.

Enta?o, na?o poderi?amos governar o DF desta forma, com esse loteamento em nome de velha poli?tica e com o foco apenas para se perpetuar poder. Vamos mudar isso ao mudar os acordos no processo pre?-eleitoral. Repito: as mudanças precisam começar antes da eleição porque quem faz política do jeito antigo não vai governar de um jeito diferente.

 

QUAL SUA AFINIDADE COM O PARTIDO NOVO? E POR QUE NA?O VA?O FAZER COLIGAC?A?O PARA AS ELEIC?O?ES DE 2018?

Alexandre Guerra: O NOVO me atraiu justamente por essa proposta de efetivamente fazer poli?tica de forma diferente. Por exemplo, e? o u?nico partido que faz processo seletivo, no qual os candidatos precisam passar por diversos filtros relacionados a sua vocac?a?o, capacidade e compromissos e?ticos.

E? um partido de pessoas envolvidas com o Brasil, como os exemplos de Paulo Roque, nosso pré-candidato ao Senado no DF, e de Joa?o Amoe?do, pré-candidato a? Preside?ncia da Repu?blica. Em dezembro passado, fizemos o lanc?amento dos pre?-candidatos de 2018 em um evento que na?o custou um u?nico centavo para os contribuintes. Os filiados pagaram todos os custos, que ficaram em cerca de 40 000 reais. Enquanto isso, em dezembro de 2017, um outro partido fez um convenc?a?o que custou 1,5 milha?o de reais aos cofres pu?blicos, dinheiro de imposto pago pela sociedade e repassado ao tal partido.

A relac?a?o com as coligac?o?es tem que partir de posicionamento ideolo?gico convergente com a posic?a?o do NOVO. Na?o e? proibido fazer coligac?ões, mas na?o vamos faze?-las em troca de dinheiro, de tempo de propaganda eleitoral na televisa?o e nem em cima de negociac?a?o de cargos.

COMO AVALIA ESSE ORC?AMENTO DE APROXIMADAMENTE 40 BILHO?ES DE REAIS PARA O DF E O DISCURSO DO ATUAL GOVERNO QUE NA?O HA? RECURSO?

Alexandre Guerra: R$ 40 bilho?es e? muito dinheiro, gerado pelo repasse constitucional do orc?amento da Unia?o. Esse valor, para um ente federativo do tamanho do DF, e? um privile?gio que poucos te?m.

Parte do problema e? falta de gesta?o mesmo e na?o a falta de recursos. Se pegar os 6 bilho?es de reais destinados a? sau?de e dividir pelo nu?mero usua?rios desse servic?o vai ver que o custo por pessoa no sistema pu?blico e? superior ao custo individual no sistema privado.

Enta?o, existe espac?o para gastar esse 6 bilho?es de reais com eficie?ncia para gerar benefi?cio para o cidada?o. E a educac?a?o apresenta quadro semelhante. Veja, sem uma populac?a?o bem educada na?o se gera a igualdade de oportunidades e vemos que, no DF e entorno, a deficie?ncia da educac?a?o comec?a na primeira infa?ncia.

A crianc?a de 0 ao 6 anos fica longe da creche, fica longe do aprendizado, fica abandonada em casa e ja? esta? em desvantagem com a outra crianc?a que teve ensino desde cedo. Temos um deficit de creches gigantescos no DF e isso afeta tambe?m a rotina de trabalho dos pais. São 77 mil crianc?as que precisariam estar nas creches sendo que hoje o sistema so? possibilita o atendimento de 59 mil crianc?as.

Quer ver um exemplo marcante de falta de gesta?o? Parte das crianc?as que esta?o nas creches esta?o em escolas pu?blicas e outras nas escolas conveniadas. O custo para o governo por crianc?a nas creches conveniadas e? de cerca de R$ 900 por me?s e o custo por crianc?as nas creches pu?blicas e? de cerca de R$ 1.300 por me?s.

SOBRE A SAU?DE, COMO ADMINISTRAR OS 6 BILHO?ES DE REAIS PARA ESSA A?REA SE QUASE 80% E? PARA PAGAR A FOLHA DE FUNCIONA?RIOS?

Alexandre Guerra: O NOVO está preparando um diagno?stico profundo das questo?es do DF e do entorno. Reunimos os melhores especialistas em cada a?rea, dos setores pu?blico e privado, com capacidade e com vontade de mudar a atual situac?a?o e planejar um melhor futuro para a cidade. Enta?o, as soluc?o?es ja? esta?o aqui na cidade e, certamente, muitas delas sa?o conhecidas pelo atual governo do DF, mas na?o são implementadas.

EXISTE ALGUM PROJETO PARA AS PESSOAS DO ENTORNO DO DF?

Alexandre Guerra: O GDF tem que atender toda a populac?a?o e obviamente ha? care?ncia mais profunda no entorno do Distrito Federal. Vamos olhar com bastante cuidado para os cidada?os moradores de Goia?s que trabalham na Capital Federal e utilizam os servic?os ba?sicos oferecidos aqui. Essa populac?a?o e? responsabilidade nossa tambe?m, principalmente em a?reas mais sensi?veis para as fami?lias, como a sau?de e educac?a?o. Mas, qualquer poli?tica nessa regia?o, dependera? de conversas, negociac?o?es e compartilhamento das deciso?es com o Governador de Goia?s.

Agora, um ponto drama?tico e? seguranc?a pu?blica no DF e no entorno. Os i?ndices de viole?ncia sa?o absurdo e tem piorado. Hoje, temos 22 mortes por 100 mil habitantes, muito acima da me?dia nacional, uma realidade cri?tica, assustadora, e quando analisamos a viole?ncia nas regio?es administrativas ainda aparece enorme disparidade: Sa?o Sebastia?o e Fercal têm índices alarmantes acima de 40 mortes por 100 mil habitantes.

São indicadores de viole?ncia no ni?vel de conflitos militares espalhados pelo mundo e, vergonhosamente, esta? no dia a dia do cidada?o brasiliense e do entorno. Precisamos equipar e treinar ainda mais a nossa polícia. E governo tem de parar de atrapalhar quem quer trabalhar, empreender e gerar emprego.  Violência está ligada principalmente à pobreza e miséria e temos de ajudar as pessoas a crescer.  Só vamos mudar isso quando um jovem que está sendo aliciado pelo crime tiver certeza de que livro na mão produz muito mais riqueza do que um revólver.

QUAL E? O PROGRAMA DO NOVO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONO?MICO DO DF?

Alexandre Guerra: A nossa pauta principal e? a gerac?a?o de empregos e ha? dezenas de projetos ligados a? investimentos e a? infraestrutura que esta?o simplesmente esquecidos, parados, dentro da burocracia do estado ou por falta de vontade poli?tica do atual governo do DF.

Nossa visa?o e? que precisamos dar movimento para essas iniciativas e liberar a vida do cidada?o. Hoje, o empreendedor, e sei dizer isso com conhecimento de causa, tem dificuldades imensas para trabalhar. Sa?o diversas barreiras, a burocracia e? infinda?vel e ha? altos impostos para serem pagos. Por isso, o novo tem a visa?o que e? necessa?rio liberar a vida do cidada?o desses entraves para que ele invista, crie riqueza, gere emprego e renda para que todos possam viver melhor.