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quinta-feira, janeiro 15, 2026
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Mercado do bom gosto

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Em meio à crise econômica, a arte de produzir roupas de maneira artesanal cativa um público fiel, capaz de pagar mais de R$ 8 mil por um terno. Com homens mais preocupados com a aparência, o alfaiate se tornou um consultor de estilo e modernizou a roupa customizada

Por Daniel Sabino

De vendedor a um designer de roupas renomado. Aos 42 anos, João Camargo se tornou referência em moda masculina brasileira porque une qualidade, praticidade e beleza em suas criações. Desde 2005, a Camargo Alfaiataria vem costurando uma história de sucesso por meio de uma proposta inovadora e diferenciada, que une qualidade, beleza e atendimento personalizado.

A alfaiataria nasceu de um antigo desejo de não só atender uma “tribo”, como ele assim chama, mas de ser uma roupa para todos: “Passei por três empresas grandiosas no mercado masculino que vendia luxo e há 12 anos eu abri a Camargo Alfaiataria. A minha ideia não é ter um público só, isso que me dá mais tesão! Visto muitas pessoas, desde de políticos, empresários, grandes advogados, artistas de novela, gordo, magro, novo, velho… A gente não tem um público definido, eu visto o homem brasileiro. Isso pra mim é claro”, explica.

A facilidade em desenvolver produtos de alta qualidade com gosto dos homens é resultado de talento e muita experiência. Oriundo de uma família de comerciantes, João Camargo começou a trabalhar com o pai aos 11 anos. A partir de 17 anos, ele descobriu sua paixão pela moda masculina. “Nas horas vagas de trabalho eu conversava com os alfaiates e eles me mostravam o que era um bom tecido, um bom corte, como se fazia um bom ajuste e ali fui pegando paixão pelo negócio. Sempre quis produzir roupas boas porque eu sei o quanto é importante estar bem vestido. Não é para mostrar aos outros só, mas pra si mesmo”.

O paulista sempre viu a capital federal com bons olhos e, no final de 2014, inaugurou um novo ateliê. “Brasilia sempre foi um mercado que vendeu bem, pela sua natureza. Aqui é a cidade do terno. É onde mais se usa terno e gravata no Brasil. Quando resolvi trazer meu negócio para cá, há dois anos, meu primo, que já morava aqui, acreditou no projeto e virou meu sócio”.

Localizada no Lago Sul, a alfaiataria oferece aos clientes uma coleção completa assinada por ele, com destaque para os ternos cortados sob medida com tecidos finos. Além dos ternos, o ateliê oferece um mix de produtos de alta qualidade. Para o fundador, se vestir bem vai além de roupas chiques. É preciso ter confiança. “O principal segredo é se olhar no espelho e gostar do que vê. Não adianta você assistir desfiles, o Oscar ou olhar o Instagram de pessoas famosas que se vestem bem, se você não tem. Quando uma pessoa gosta de si mesma, ela não só escolhe um bom terno como também um bom pijama, uma boa cueca e isso é o diferencial. Independentemente de você ser magro ou gordo, você tem que se curtir”.

O compromisso com a excelência na criação de roupas e coleções sofisticadas e milimetricamente impecáveis, criadas e produzidas sob medida para cada cliente, conquistaram uma seleta, fiel e admirável clientela. São advogados, empresários, políticos e servidores públicos, de várias cidades do DF.

O carro-chefe da alfaiataria são os produtos feitos sob medida, mas os semiprontos estão atraindo mais clientes e incrementando as vendas. Entre eles tem uma diferença de personalização e preço. Os ternos sob medida são vendidos a partir de R$ 8 mil e os semiprontos são comercializados a partir de R$ 3 mil. E tem gente que compra, com hora marcada.

Tudo na concepção do terno é avaliado: o biotipo, tamanho, personalidade, proporção do corpo, até o estilo da pessoa. João compara o cliente a uma obra de arte. “Eu sempre digo que o terno não pode aparecer mais que a pessoa, tem que ser uma moldura do corpo. É como uma pintura. A roupa tem que ser uma grande moldura. A gente não vende roupa, a gente orienta o cliente a comprar a melhor roupa para ele”.

O estilista conta que hoje em dia há uma liberdade masculina para se escolher roupa, especialmente, para casamentos. “Hoje em Brasilia, o mercado se abriu para uma nova modalidade, o casamento. Todo esse mercado de casamento tem sido muito bom para a empresa porque é um momento que o homem está disposto a ouvir tudo que queremos agregar na vida dele. A gente quer que a pessoa tenha uma ótima experiência, que renove a autoestima e seja feliz”, destaca.

 

Tradição familiar na Casa do Holandês

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Tradição familiar na Casa do Holandês

Desde 1918, a família holandesa Graumans atua na transformação e comercialização de produtos de charcutaria

Texto: Hellen Santos | Fotos: Divulgação

 

Tudo começou em 1918 com o bisavô, Charles Graumans, que iniciou a produção na cidade de Zundert, fronteira com a Bélgica. Ele ensinou o ofício aos filhos e o conhecimento chegou até a neta, Marga Oostvogels, mãe de Raymond Graumans, proprietário da Casa do Holandês, inaugurada há dois anos no Setor de Indústria e Abastecimento.

A ideia de montar a pequena fábrica de alimentos surgiu em 2010, quando Raymond desembarcou no Brasil. “Quando cheguei aqui, percebi que os produtos de charcutaria disponíveis no mercado tinham uma qualidade inferior ou faltava sabor. Foi o que me estimulou a prosseguir com os negócios da família no país”, conta o holandês, que é casado com uma brasileira e tem um filho.

A fábrica funciona no Núcleo Rural Nova Betânia, em São Sebastião. No local foi montada uma estrutura moderna com novos equipamentos para produção dos alimentos. Com uma variedade de produtos e criações inéditas, a Graumans abastece supermercados, restaurantes e hotéis. Também comercializa seus produtos em uma banca na Ceasa. “Muitos consumidores começaram a questionar sobre a abertura de uma loja própria. Assim, no final de 2014, inauguramos a Casa do Holandês. Temos ainda uma banca na Feira do Guará”, enfatiza.

Portfólio de produtos saboroso

A lista de produtos inclui salames, linguiças, presuntos e todos os outros produtos da charcutaria, nascida da necessidade de conservação das carnes em épocas tão remotas quanto a própria humanidade, séculos antes da invenção dos refrigeradores. Para encomendar, há desde kits de defumados para feijoada, além de linguiças frescas e língua defumada.

O joelho de porco defumado é um dos mais procurados pelos clientes. O presunto e o bacon são artesanais e sem conservantes. Completam a seleção da casa diversos tipos de linguiça e de carnes, tais como hambúrguer fresco, frango em diferentes versões e costela marinada. “A Casa do Holandês foi criada com objetivo de surpreender com os seus sabores e, realmente conseguiu, chega a ser impressionante o crescimento”, comenta Raymond.

A arte da charcutaria

Originada da palavra francesa “charcuterie”, no século 16, a charcutaria nada mais é que a forma como as carnes são preparadas, por meio da salga, conservação, cura, fermentação, cozimento e desidratação. Apesar do termo soar estranho, todo mundo já comeu algo produzido a partir desta técnica de produção: presunto, salame, mortadela, copa, salsicha, linguiça, carne de sol, defumados e afins. Apaixonado pela charcutaria, Raymond destaca que a técnica agrega sabor específico e tem conquistado diversos tipos de paladares. “O objetivo é conseguir o 

mais perfeito balanceamento entre carne, sal, gordura, seleção de temperos, sabores de fumaça e coloração, proporcionando uma experiência surpreendente ao cliente. Nossos produtos são diferenciados no processo de elaboração, no sabor e nas combinações com ingredientes de qualidade superior e de forma totalmente artesanal”, finaliza o holandês, que planeja abrir mais duas lojas em 2017.

Serviço:

Casa do Holandês

SAI, Trecho 10, loja 18 (em frente à Super Adega)

Telefone: (61) 3711-0038

 

Tradição familiar na Casa do Holandês

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Tradição familiar na Casa do Holandês

Desde 1918, a família holandesa Graumans atua na transformação e comercialização de produtos de charcutaria

Texto: Hellen Santos | Fotos: Divulgação

 

Tudo começou em 1918 com o bisavô, Charles Graumans, que iniciou a produção na cidade de Zundert, fronteira com a Bélgica. Ele ensinou o ofício aos filhos e o conhecimento chegou até a neta, Marga Oostvogels, mãe de Raymond Graumans, proprietário da Casa do Holandês, inaugurada há dois anos no Setor de Indústria e Abastecimento.

A ideia de montar a pequena fábrica de alimentos surgiu em 2010, quando Raymond desembarcou no Brasil. “Quando cheguei aqui, percebi que os produtos de charcutaria disponíveis no mercado tinham uma qualidade inferior ou faltava sabor. Foi o que me estimulou a prosseguir com os negócios da família no país”, conta o holandês, que é casado com uma brasileira e tem um filho.

A fábrica funciona no Núcleo Rural Nova Betânia, em São Sebastião. No local foi montada uma estrutura moderna com novos equipamentos para produção dos alimentos. Com uma variedade de produtos e criações inéditas, a Graumans abastece supermercados, restaurantes e hotéis. Também comercializa seus produtos em uma banca na Ceasa. “Muitos consumidores começaram a questionar sobre a abertura de uma loja própria. Assim, no final de 2014, inauguramos a Casa do Holandês. Temos ainda uma banca na Feira do Guará”, enfatiza.

Portfólio de produtos saboroso

A lista de produtos inclui salames, linguiças, presuntos e todos os outros produtos da charcutaria, nascida da necessidade de conservação das carnes em épocas tão remotas quanto a própria humanidade, séculos antes da invenção dos refrigeradores. Para encomendar, há desde kits de defumados para feijoada, além de linguiças frescas e língua defumada.

O joelho de porco defumado é um dos mais procurados pelos clientes. O presunto e o bacon são artesanais e sem conservantes. Completam a seleção da casa diversos tipos de linguiça e de carnes, tais como hambúrguer fresco, frango em diferentes versões e costela marinada. “A Casa do Holandês foi criada com objetivo de surpreender com os seus sabores e, realmente conseguiu, chega a ser impressionante o crescimento”, comenta Raymond.

A arte da charcutaria

Originada da palavra francesa “charcuterie”, no século 16, a charcutaria nada mais é que a forma como as carnes são preparadas, por meio da salga, conservação, cura, fermentação, cozimento e desidratação. Apesar do termo soar estranho, todo mundo já comeu algo produzido a partir desta técnica de produção: presunto, salame, mortadela, copa, salsicha, linguiça, carne de sol, defumados e afins. Apaixonado pela charcutaria, Raymond destaca que a técnica agrega sabor específico e tem conquistado diversos tipos de paladares. “O objetivo é conseguir o 

mais perfeito balanceamento entre carne, sal, gordura, seleção de temperos, sabores de fumaça e coloração, proporcionando uma experiência surpreendente ao cliente. Nossos produtos são diferenciados no processo de elaboração, no sabor e nas combinações com ingredientes de qualidade superior e de forma totalmente artesanal”, finaliza o holandês, que planeja abrir mais duas lojas em 2017.

Serviço:

Casa do Holandês

SAI, Trecho 10, loja 18 (em frente à Super Adega)

Telefone: (61) 3711-0038

 

Semana Cora Coralina – Poesia, prosa e memórias

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Semana Cora Coralina – Poesia, prosa e memórias

 Idealizada pela atriz e escritora maranhense Lília Diniz, autora do premiado espetáculo “Cora Dentro de Mim – Plantando Roseiras & Fazendo Doces”.

Há 20 anos acontecia o encontro no palco entre duas escritoras. Uma do Maranhão e a outra do Goiás. Uma, que aos 28 estava no início de sua trajetória embevecida pelos poemas da outra, que conquistou corações pelo mundo inteiro após os 70 anos e que havia deixado um legado em poesia, prosa e histórias de superações pessoais para a humanidade, tendo vivido entre 1889 e 1998.

O encontro aconteceu na antiga Oficina Teatro do Perdiz, uma oficina de torneiro mecânico que virou referência de resistência e ocupação inusitada de artistas da capital do Brasil. Chão batido e em meio as ferragens e quinquilharias do bondoso Perdiz, Lília Diniz trouxe para a cena, do corpo e da voz, poemas e contos da doceira mais famosa de Goiás, Cora Coralina, com o espetáculo “Cora Dentro de Mim”.

Desde então foram centenas de apresentações pelos palcos do Brasil, incluindo o próprio quintal da casa da escritora goiana, hoje Museu de Cora Coralina. O espetáculo foi premiado pela Funarte em 2014 com o Prêmio Miriam Muniz de Teatro e continua a circular pelo Brasil.

Para celebrar a parceria a http://www.candiaproducoes.com.br , Candiá Produções preparou uma semana de encontros virtuais entre Lília Diniz, documentaristas, artistas e estudiosos da obra de Cora Coralina, na semana em que se comemora o aniversário da escritora e o dia do vizinho, entre 17 e 20 de agosto.  A ideia do encontro é partilhar memórias, entre um poema e um dedo de prosa a partir do contato com a obra de Cora Coralina. Servidos?

Sobre Lília Diniz

A artista maranhense Lília Diniz nasceu no Meio-Norte, na faixa de transição entre a Amazônia e o Sertão nordestino. Foi alfabetizada artisticamente pela literatura de cordel. Há mais de 10 anos interpreta autores consagrados, como Patativa do Assaré, Cora Coralina e Louro Branco, além de canções de João do Vale, Maria da Inglaterra, Marinês entre outros. É formada em Artes Cênicas, pela Universidade de Brasília (UnB), Pós-graduada em Gestão Cultural, titular da Academia Imperatrizense de Letras (MA) e da Academia de Letras do Brasil/Brasília. Possui seis livros publicados: “Babaçu, Cedro e Outras Poéticas em Tramas”, “Miolo de Pote da Cacimba de Beber”, “Sertanejares”, “Ao que Vai Chegar”, “Mula sem Cabeça” e “Mundo de Mundim”.

Cora Coralina – era o pseudônimo de Ana Lins de Guimarães Peixoto Bretas. Foi contista, cronista de tempos passados e presentes. Nasceu na cidade de Goiás, antiga Villa Boa de Goyaz, em 20 de agosto de 1889. Publicou seu primeiro livro aos 75 anos de idade e continuou lúcida até quase os 96 anos, quando morreu em 1985. Ficou famosa quando Carlos Drummond confessa que os poemas de Cora o tocavam profundamente.

Programação:

Dia 17 de agosto

Lília Diniz – Escritora e atriz maranhense. Possui 6 livros publicados pelos quais já recebeu vários prêmios, é idealizadora e interprete do Espetáculo Cora Dentro de Mim, com o qual circula a 20 anos.

Elenízia da Mata – cantora, empresária, interprete e pesquisadora da obra de Cora Coralina. Trabalha como consultora nas áreas de desenvolvimento social, responsabilidade socioambiental, direitos da mulher, educação empreendedora, associativismo e cooperativismo.

Soraya Ferreira – Audiodescritora – Coordenadora do grupo de pesquisa em Tradução Audiovisual, com foco em audiodescrição para pessoas com deficiência visual na Universidade de Brasília. Foi responsável pelo trabalho de audiodescrição da circulação nacional do Espetáculo Cora Dentro de Mim (2017).

Reginaldo Gontijo – Poeta e cineasta. Candando de Minas Gerais. Dirigiu e produziu 3 longas metragens, dentre eles “O Colar de Coralina” (2017) ficção sobre a infância da poeta Cora Coralina.

Dia 18 de agosto

Lília Diniz – Escritora e atriz maranhense. Possui 6 livros publicados pelos quais já recebeu vários prêmios, é idealizadora e interprete do Espetáculo Cora Dentro de Mim, com o qual circula a 20 anos.

Marco Augusto – Bonequeiro, possui mais de 30 anos de atuação. Iniciou suas atividades em 1986, na cidade do Gama, Distrito Federal, com o grupo TRAPO DO BAÚ, dentre as dezenas de espetáculos que dirigiu e atuou está o espetáculo ‘Os Meninos Verdes’, adaptado da obra de Cora Coralina

Marina Mara –  poeta, comunicadora, ativista cultural, atriz, carnavalesca, mestra em Arte e Tecnologia pela Universidade de Brasília. Dedicada exclusivamente à poesia. Tem 4 livros publicados e é a idealizadora do aplicativo PoemApp – O Mapa da Poesia do Brasil.

Maranhão Viegas – Jornalista, roteirista e documentarista premiado, Maranhão Viegas comanda o programa de entrevistas Diálogo Brasil. Tendo recebido o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2019/2020 na categoria Mídia para o episódio “No rastro da poesia, no Caminho de Cora, do programa Caminhos da Reportagem”, da TV Brasil.

Dia 19 de agosto

Lília Diniz – Escritora e atriz maranhense. Possui 6 livros publicados pelos quais já recebeu vários prêmios, é idealizadora e interprete do Espetáculo Cora Dentro de Mim, com o qual circula a 20 anos

Val Moreno – Atriz, coreografa e dançarina. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, atuou como atriz no filme: O Colar de Coralina (2017), dirigido por Reginaldo Gontijo.

Mariana Salles – é servidora pública da Secretaria de Educação do DF, mestre em Políticas públicas pela Universidade de Oxford. Estudou a vida e a obra de Cora Coralina Participou do primeiro longa-metragem Cora Coralina -Todas as Vidas, dirigido por Renato Barbieri e produzido pela AsaCine, sobre a sua biografia. E é, com muito orgulho, bisneta de Aninha, também conhecida como Cora Coralina.

Alice Lira – é cineasta e fotógrafa maranhense, iniciou na comunicação social por meio da fotografia. Fotografou mais de 60 eventos culturais, institucionais e sociais, até o ano de 2020. Bacharel em Comunicação Social – Cinema e Mídias Digitais, atua como roteirista de curta-metragem desde 2011, produziu mais de 300 vídeos para eventos sociais e entretenimento. Fez o registro de duas temporadas do Espetáculo “Cora Dentro de Mim.

Dia 20 de agosto

Lília Diniz – Escritora e atriz maranhense. Possui 6 livros publicados pelos quais já recebeu vários prêmios, é idealizadora e interprete do Espetáculo Cora Dentro de Mim, com o qual circula a 20 anos.

Maísa Arantes – é uma musicista que se destaca pelo timbre de voz único e a sonoridade da rabeca que toca de forma singular e bela. Traz em sua bagagem muitas experiências, em especial o amor pela cultura popular e pelo forró – ao qual se dedica há mais de doze anos. Fez a direção Musical e atuou como musicista do Espetáculo “Cora Dentro de Mim”.

Suene Karim – Atriz, produtora e gestora cultural, ativista em defesa dos animais e dos direitos humanos. Idealizou e produziu Festival Magia Negra no Distrito Federal. Atua como Produtora da Atriz e poeta Lília Diniz, em especial do Espetáculo “Cora Dentro de Mim”

LeoMon: E? Cineasta, Editor, Cinegrafista, Te?cnico de som, Graduado em Cinema e Mi?dias Digitais no Centro Universita?rio IESB,  e so?cio fundador da Cinese Audiovisual, no qual assina, direc?a?o, edic?a?o, produc?a?o e finalizac?a?o de mais de 300 videos.Assina Direção de 3 Curtas Metragens -“Alice um triangulo amoroso, Nada Amoroso-2013”, “Memórias de uma Senhora de Meia Idade-2016” e “Bwayne- O Filme-2017”, Nas temporadas do Espetáculo Cora Dentro de Mim, entre 2015 e 2017 atuou como cinegrafistas e editor dos vídeos da circulações.

 

SERVIÇO:

Semana Cora Coralina – Poesia, prosa e memórias

Data: 17 à 20 de agosto